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        <title>Appleton Podcast</title>
        <description><![CDATA[No Appleton podcast vamos ouvir o que diversos convidados ligados à arte contemporânea têm a dizer acerca da sua actividade e de questões com ela relacionadas.

Este podcast não tem um periodicidade pré-definida nem um formato pré-estabelecido: pode tomar a forma de uma conversa com um convidado, de uma conversa com mais de um convidado, de um monólogo, do que as circunstâncias propiciarem. Também os assuntos irão variar em função do convidado e do contexto.

Concepção e edição: Vera Appleton
Produção: Appleton Associação Cultural

Créditos introdução:
Voz-Vera Appleton
Composição e interpretação  – David Maranha e Manuel Mota

Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral /A2P 

Financiamento: República Portuguesa - Cultura e DGArtes (temporada 2 a 7, 12 e 13)

Apoio: Câmara Municipal de Lisboa
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        <itunes:summary><![CDATA[No Appleton podcast vamos ouvir o que diversos convidados ligados à arte contemporânea têm a dizer acerca da sua actividade e de questões com ela relacionadas.

Este podcast não tem um periodicidade pré-definida nem um formato pré-estabelecido: pode tomar a forma de uma conversa com um convidado, de uma conversa com mais de um convidado, de um monólogo, do que as circunstâncias propiciarem. Também os assuntos irão variar em função do convidado e do contexto.

Concepção e edição: Vera Appleton
Produção: Appleton Associação Cultural

Créditos introdução:
Voz-Vera Appleton
Composição e interpretação  – David Maranha e Manuel Mota

Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral /A2P 

Financiamento: República Portuguesa - Cultura e DGArtes (temporada 2 a 7, 12 e 13)

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            <title>Episódio 195 – “Desenhar o silêncio” – Conversa com Sara Chang Yan</title>
            <description><![CDATA[  <p>Sara Chang Yan (Lisboa, 1982) licenciou-se em arquitetura na Faculdade de Arquitetura Universidade Lisboa e trabalhou como coordenadora no Centro de Educação pela Arte Pé de Vento no Bairro do Vale da Amoreira, Moita. Mais tarde, foi estudar desenho e artes plásticas na Ar.Co Lisboa e enquanto estudava foi assistente do Rui Moreira durante 3 anos, e recebeu a Bolsa da Fundação Carmona e Costa em 2013. Em 2014 foi convidada para leccionar desenho na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, durante 9 anos. Começou a expor regularmente, em 2015 participando na residência artística Getting Lost de Julie Mehretu, da Fundación Botín, Santander, no mesmo ano, foi distinguida com o Prémio Artes Visuais para Jovens Criadores, Fundação Calouste Gulbenkian. Em 2016 foi selecionada para o Open Sessions 2016-2017, The Drawing Center em Nova Iorque. Em 2025, a artista foi premiada com a menção honrosa do Prémio Novos Artistas 2024 Fundação EDP. Exposições individuais: Brotéria, Lisboa 2025; Arquipélago Centro Artes Contemporâneas, Ribeira Grande 2023; LaBF15, Lyon 2022; Galeria Madragoa, Lisboa 2022; Galeria Boavista, Lisboa 2019; Galeria Madragoa, Lisboa 2018. Seleção de exposições coletivas: Galeria Municipal do Porto 2025, MU.SA_Museu das Artes Sintra 2024; Centro de Artes de Águeda 2023; Fundação Eugénio de Almeida, Évora 2022; Galería Ángeles Baños, Badajoz 2022; Coleção Figueiredo Ribeiro, MIAA Abrantes 2021; Colégio das Artes, Coimbra 2020, Art Gate, Lisboa 2020; Colecção da FLAD Maat Central, Lisboa 2020; Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, Lisboa 2018; The Drawing Center, Nova Iorque 2017. O trabalho está representado na Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), Coleção de Arte Portuguesa da Fundação EDP, Núcleo de Arte Contemporânea da Câmara Municipal de Lisboa, Coleção de Arte FLAD, Museo Ettore Fico Open Collection, e em coleções privadas como a coleção Teixeira De Freitas, José Carlos Santana Pinto e Jill and Peters Kraus.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sarachangyan.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sarachangyan.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.instagram.com/consonniradziszewski/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.instagram.com/consonniradziszewski/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.galeriamadragoa.pt/artists/5767f7348cdc4d7957c721dd" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.galeriamadragoa.pt/artists/5767f7348cdc4d7957c721dd</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/2025/sara-chang-yan-finalista-do-premio-novos-artistas-fundacao-edp-2025" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/2025/sara-chang-yan-finalista-do-premio-novos-artistas-fundacao-edp-2025</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/sara-chang-yan" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/sara-chang-yan</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=7iDX-ptxKfQ" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=7iDX-ptxKfQ</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/noticias/premios/premio-de-artes-visuais/premio-de-artes-visuais-para-jovens-criadores-ja-tem-vencedor/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/noticias/premios/premio-de-artes-visuais/premio-de-artes-visuais-para-jovens-criadores-ja-tem-vencedor/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://broteria.org/en/personalities/755-sara-chang-yan" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://broteria.org/en/personalities/755-sara-chang-yan</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 28.05.2026</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Sara Chang Yan (Lisboa, 1982) licenciou-se em arquitetura na Faculdade de Arquitetura Universidade Lisboa e trabalhou como coordenadora no Centro de Educação pela Arte Pé de Vento no Bairro do Vale da Amoreira, Moita. Mais tarde, foi estudar desenho e artes plásticas na Ar.Co Lisboa e enquanto estudava foi assistente do Rui Moreira durante 3 anos, e recebeu a Bolsa da Fundação Carmona e Costa em 2013. Em 2014 foi convidada para leccionar desenho na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, durante 9 anos. Começou a expor regularmente, em 2015 participando na residência artística Getting Lost de Julie Mehretu, da Fundación Botín, Santander, no mesmo ano, foi distinguida com o Prémio Artes Visuais para Jovens Criadores, Fundação Calouste Gulbenkian. Em 2016 foi selecionada para o Open Sessions 2016-2017, The Drawing Center em Nova Iorque. Em 2025, a artista foi premiada com a menção honrosa do Prémio Novos Artistas 2024 Fundação EDP. Exposições individuais: Brotéria, Lisboa 2025; Arquipélago Centro Artes Contemporâneas, Ribeira Grande 2023; LaBF15, Lyon 2022; Galeria Madragoa, Lisboa 2022; Galeria Boavista, Lisboa 2019; Galeria Madragoa, Lisboa 2018. Seleção de exposições coletivas: Galeria Municipal do Porto 2025, MU.SA_Museu das Artes Sintra 2024; Centro de Artes de Águeda 2023; Fundação Eugénio de Almeida, Évora 2022; Galería Ángeles Baños, Badajoz 2022; Coleção Figueiredo Ribeiro, MIAA Abrantes 2021; Colégio das Artes, Coimbra 2020, Art Gate, Lisboa 2020; Colecção da FLAD Maat Central, Lisboa 2020; Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, Lisboa 2018; The Drawing Center, Nova Iorque 2017. O trabalho está representado na Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), Coleção de Arte Portuguesa da Fundação EDP, Núcleo de Arte Contemporânea da Câmara Municipal de Lisboa, Coleção de Arte FLAD, Museo Ettore Fico Open Collection, e em coleções privadas como a coleção Teixeira De Freitas, José Carlos Santana Pinto e Jill and Peters Kraus.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sarachangyan.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sarachangyan.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.instagram.com/consonniradziszewski/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.instagram.com/consonniradziszewski/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.galeriamadragoa.pt/artists/5767f7348cdc4d7957c721dd" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.galeriamadragoa.pt/artists/5767f7348cdc4d7957c721dd</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/2025/sara-chang-yan-finalista-do-premio-novos-artistas-fundacao-edp-2025" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/2025/sara-chang-yan-finalista-do-premio-novos-artistas-fundacao-edp-2025</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/sara-chang-yan" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/sara-chang-yan</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=7iDX-ptxKfQ" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=7iDX-ptxKfQ</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/noticias/premios/premio-de-artes-visuais/premio-de-artes-visuais-para-jovens-criadores-ja-tem-vencedor/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/noticias/premios/premio-de-artes-visuais/premio-de-artes-visuais-para-jovens-criadores-ja-tem-vencedor/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://broteria.org/en/personalities/755-sara-chang-yan" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://broteria.org/en/personalities/755-sara-chang-yan</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 28.05.2026</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Sara Chang Yan (Lisboa, 1982) licenciou-se em arquitetura na Faculdade de Arquitetura Universidade Lisboa e trabalhou como coordenadora no Centro de Educação pela Arte Pé de Vento no Bairro do Vale da Amoreira, Moita. Mais tarde, foi estudar desenho e artes plásticas na Ar.Co Lisboa e enquanto estudava foi assistente do Rui Moreira durante 3 anos, e recebeu a Bolsa da Fundação Carmona e Costa em 2013. Em 2014 foi convidada para leccionar desenho na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, durante 9 anos. Começou a expor regularmente, em 2015 participando na residência artística Getting Lost de Julie Mehretu, da Fundación Botín, Santander, no mesmo ano, foi distinguida com o Prémio Artes Visuais para Jovens Criadores, Fundação Calouste Gulbenkian. Em 2016 foi selecionada para o Open Sessions 2016-2017, The Drawing Center em Nova Iorque. Em 2025, a artista foi premiada com a menção honrosa do Prémio Novos Artistas 2024 Fundação EDP. Exposições individuais: Brotéria, Lisboa 2025; Arquipélago Centro Artes Contemporâneas, Ribeira Grande 2023; LaBF15, Lyon 2022; Galeria Madragoa, Lisboa 2022; Galeria Boavista, Lisboa 2019; Galeria Madragoa, Lisboa 2018. Seleção de exposições coletivas: Galeria Municipal do Porto 2025, MU.SA_Museu das Artes Sintra 2024; Centro de Artes de Águeda 2023; Fundação Eugénio de Almeida, Évora 2022; Galería Ángeles Baños, Badajoz 2022; Coleção Figueiredo Ribeiro, MIAA Abrantes 2021; Colégio das Artes, Coimbra 2020, Art Gate, Lisboa 2020; Colecção da FLAD Maat Central, Lisboa 2020; Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, Lisboa 2018; The Drawing Center, Nova Iorque 2017. O trabalho está representado na Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), Coleção de Arte Portuguesa da Fundação EDP, Núcleo de Arte Contemporânea da Câmara Municipal de Lisboa, Coleção de Arte FLAD, Museo Ettore Fico Open Collection, e em coleções privadas como a coleção Teixeira De Freitas, José Carlos Santana Pinto e Jill and Peters Kraus.Links: https://sarachangyan.com/ https://www.instagram.com/consonniradziszewski/ https://www.galeriamadragoa.pt/artists/5767f7348cdc4d7957c721dd https://contemporanea.pt/edicoes/2025/sara-chang-yan-finalista-do-premio-novos-artistas-fundacao-edp-2025 https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/sara-chang-yan https://www.youtube.com/watch?v=7iDX-ptxKfQ https://gulbenkian.pt/noticias/premios/premio-de-artes-visuais/premio-de-artes-visuais-para-jovens-criadores-ja-tem-vencedor/ https://broteria.org/en/personalities/755-sara-chang-yan  Episódio gravado a 28.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 03 Jun 2026 22:01:05 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 194 – “Recolectora de afectos” – Conversa com Ana Pérez-Quiroga</title>
            <description><![CDATA[  <p>Ana Pérez-Quiroga é artista visual, cineasta e investigadora. O seu trabalho desenvolve-se entre desenho, escultura, instalação, performance, fotografia, filme e som, com um foco continuado nas relações entre quotidiano, objeto, arquivo, memória, pós-memória e pertença. A sua prática articula dimensões poéticas, políticas e conceptuais, explorando processos de repetição, classificação, deslocamento e acumulação. É Doutorada em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra (2017), com a tese “Bréviário do Quotidiano #8”. Os regimes cumulativos do objeto e os seus determinantes, e Mestre em Artes Visuais – Intermédia pela Universidade de Évora, com a dissertação “Ana de Gonta Colaço – Escultora 1903-1954”. É atualmente Investigadora CEEC/FCT no CHAIA – Centro de História da Arte e Investigação Artística / IN2PAST, Universidade de Évora, com o projeto “Which house are you from?” – Memory, Collective- memory, Post-memory and the question of belonging”. O seu trabalho tem sido apresentado em diversas instituições e contextos nacionais e internacionais, em exposições individuais e coletivas, performances, conferências e ciclos de cinema. Em 2025 realizou o filme “¿De qué casa eres?”, apresentado em várias universidades nos Estados Unidos com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD). O trabalho de APQ encontra-se presente em diversas coleções: Museu Nacional de Arte Contemporânea; Coleção Ar.Co; Coleção Figueiredo Ribeiro; Coleção António Cachola; CML; Culturgest; Fundação EDP, Fundação PLMJ e CACE. A sua prática artística cruza-se com a investigação académica, desenvolvendo um campo transdisciplinar onde o arquivo pessoal e coletivo, os objetos do quotidiano, a memória histórica e as estratégias de reprodução e circulação de imagens assumem um papel central.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://anaperezquiroga.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://anaperezquiroga.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://cecam.ulusofona.pt/eventos/ana-perez-quiroga-great-artists-on-campus-4" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://cecam.ulusofona.pt/eventos/ana-perez-quiroga-great-artists-on-campus-4</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://anaperezquirogahome.com/?Lang=EN" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://anaperezquirogahome.com/?Lang=EN</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://anabelamotaribeiro.pt/ana-perez-quiroga-223360" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://anabelamotaribeiro.pt/ana-perez-quiroga-223360</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ramastudios.pt/ana-perez-quiroga" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ramastudios.pt/ana-perez-quiroga</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maat.pt/pt/exhibition/ana-perez-quiroga-apqhome-maat" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maat.pt/pt/exhibition/ana-perez-quiroga-apqhome-maat</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://observador.pt/2026/04/11/a-aventura-tao-extraoridnaria-pela-urss-da-mae-de-ana-perez-quiroga-chega-as-salas-de-cinema/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/2026/04/11/a-aventura-tao-extraoridnaria-pela-urss-da-mae-de-ana-perez-quiroga-chega-as-salas-de-cinema/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/ana-perez-quiroga/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/ana-perez-quiroga/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 22.05.2026</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Ana Pérez-Quiroga é artista visual, cineasta e investigadora. O seu trabalho desenvolve-se entre desenho, escultura, instalação, performance, fotografia, filme e som, com um foco continuado nas relações entre quotidiano, objeto, arquivo, memória, pós-memória e pertença. A sua prática articula dimensões poéticas, políticas e conceptuais, explorando processos de repetição, classificação, deslocamento e acumulação. É Doutorada em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra (2017), com a tese “Bréviário do Quotidiano #8”. Os regimes cumulativos do objeto e os seus determinantes, e Mestre em Artes Visuais – Intermédia pela Universidade de Évora, com a dissertação “Ana de Gonta Colaço – Escultora 1903-1954”. É atualmente Investigadora CEEC/FCT no CHAIA – Centro de História da Arte e Investigação Artística / IN2PAST, Universidade de Évora, com o projeto “Which house are you from?” – Memory, Collective- memory, Post-memory and the question of belonging”. O seu trabalho tem sido apresentado em diversas instituições e contextos nacionais e internacionais, em exposições individuais e coletivas, performances, conferências e ciclos de cinema. Em 2025 realizou o filme “¿De qué casa eres?”, apresentado em várias universidades nos Estados Unidos com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD). O trabalho de APQ encontra-se presente em diversas coleções: Museu Nacional de Arte Contemporânea; Coleção Ar.Co; Coleção Figueiredo Ribeiro; Coleção António Cachola; CML; Culturgest; Fundação EDP, Fundação PLMJ e CACE. A sua prática artística cruza-se com a investigação académica, desenvolvendo um campo transdisciplinar onde o arquivo pessoal e coletivo, os objetos do quotidiano, a memória histórica e as estratégias de reprodução e circulação de imagens assumem um papel central.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://anaperezquiroga.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://anaperezquiroga.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://cecam.ulusofona.pt/eventos/ana-perez-quiroga-great-artists-on-campus-4" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://cecam.ulusofona.pt/eventos/ana-perez-quiroga-great-artists-on-campus-4</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://anaperezquirogahome.com/?Lang=EN" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://anaperezquirogahome.com/?Lang=EN</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://anabelamotaribeiro.pt/ana-perez-quiroga-223360" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://anabelamotaribeiro.pt/ana-perez-quiroga-223360</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ramastudios.pt/ana-perez-quiroga" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ramastudios.pt/ana-perez-quiroga</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maat.pt/pt/exhibition/ana-perez-quiroga-apqhome-maat" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maat.pt/pt/exhibition/ana-perez-quiroga-apqhome-maat</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://observador.pt/2026/04/11/a-aventura-tao-extraoridnaria-pela-urss-da-mae-de-ana-perez-quiroga-chega-as-salas-de-cinema/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/2026/04/11/a-aventura-tao-extraoridnaria-pela-urss-da-mae-de-ana-perez-quiroga-chega-as-salas-de-cinema/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/ana-perez-quiroga/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/ana-perez-quiroga/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 22.05.2026</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Ana Pérez-Quiroga é artista visual, cineasta e investigadora. O seu trabalho desenvolve-se entre desenho, escultura, instalação, performance, fotografia, filme e som, com um foco continuado nas relações entre quotidiano, objeto, arquivo, memória, pós-memória e pertença. A sua prática articula dimensões poéticas, políticas e conceptuais, explorando processos de repetição, classificação, deslocamento e acumulação. É Doutorada em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra (2017), com a tese “Bréviário do Quotidiano #8”. Os regimes cumulativos do objeto e os seus determinantes, e Mestre em Artes Visuais – Intermédia pela Universidade de Évora, com a dissertação “Ana de Gonta Colaço – Escultora 1903-1954”. É atualmente Investigadora CEEC/FCT no CHAIA – Centro de História da Arte e Investigação Artística / IN2PAST, Universidade de Évora, com o projeto “Which house are you from?” – Memory, Collective- memory, Post-memory and the question of belonging”. O seu trabalho tem sido apresentado em diversas instituições e contextos nacionais e internacionais, em exposições individuais e coletivas, performances, conferências e ciclos de cinema. Em 2025 realizou o filme “¿De qué casa eres?”, apresentado em várias universidades nos Estados Unidos com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD). O trabalho de APQ encontra-se presente em diversas coleções: Museu Nacional de Arte Contemporânea; Coleção Ar.Co; Coleção Figueiredo Ribeiro; Coleção António Cachola; CML; Culturgest; Fundação EDP, Fundação PLMJ e CACE. A sua prática artística cruza-se com a investigação académica, desenvolvendo um campo transdisciplinar onde o arquivo pessoal e coletivo, os objetos do quotidiano, a memória histórica e as estratégias de reprodução e circulação de imagens assumem um papel central. Links: https://anaperezquiroga.com/ https://cecam.ulusofona.pt/eventos/ana-perez-quiroga-great-artists-on-campus-4 https://anaperezquirogahome.com/?Lang=EN https://anabelamotaribeiro.pt/ana-perez-quiroga-223360 https://www.ramastudios.pt/ana-perez-quiroga https://www.maat.pt/pt/exhibition/ana-perez-quiroga-apqhome-maat https://observador.pt/2026/04/11/a-aventura-tao-extraoridnaria-pela-urss-da-mae-de-ana-perez-quiroga-chega-as-salas-de-cinema/ https://appleton.pt/ana-perez-quiroga/  Episódio gravado a 22.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 25 May 2026 17:53:07 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 193 – “From Space Collectors to Space Zero” – Conversa com Paula Melâneo e Luca Martinucci</title>
            <description><![CDATA[  <p><strong>Paula Melâneo</strong></p><p>É arquiteta (FA/UTL 1999) e MSc. Multimédia-Hipermédia (ENSBA/ENST Paris 2003). Dedica- se à edição, projetos culturais e exposições. Colabora com a imprensa internacional especializada em arquitetura. Integra a produtora cultural Space Collectors, onde é uma das responsáveis pela programação do seu espaço de galeria SPACE ZERO. Faz parte da redação do J—A Jornal Arq<em>uitectos</em>, do qual foi co-autora e coordenadora do projeto editorial (2015- 2019). É membro da AICA – Associação Internacional de Críticos de Arte. Foi a curadora do projeto Artificialis: A <em>Natureza das Imagens Latentes </em>apresentado em Guimarães (DGArtes e Universidade do Minho, 2024-2025). Foi co curadora dos projetos: Paraíso, hoje. (Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025); Colecção Arqu<em>itectura Portuguesa na Democracia 2000-202</em>4 (Casa da Arquitectura); investigação e exposição Almada: um Territó<em>rio em Seis Ecologias </em>(Museu de Almada, 2020); Geração Z: prátic<em>as arquitectónicas portuguesas emerge</em>nte, exposições e conferências (2009-2011). Em 2001 integrou a redação da arqa revista de arquitec<em>tura e arte</em>, que coordenou entre 2010-2016. Integrou a Experimentadesign para quatro edições da Bienal de Design e Arquitetura (2011-2017) enquanto coordenadora editorial e editora, sendo a responsável pela edição de diversos livros e publicações.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Luca Martinucci</strong></p><p>Nasceu em Bérgamo na Itália, é arquiteto formado pelo Politécnico de Milão e frequentou a Universidade Lusíada de Lisboa em 2002/2003 ao abrigo do programa Erasmus. Colaborou com diferentes arquitetos e ateliers de arquitetura, em Itália e Portugal. O seu percurso multidisciplinar e interesse na História da Arquitetura e da Arte, bem como na produção de imagem analógica e digital, levaram-no a fundar o 18—25 Research Studio em 2010, que hoje partilha com o arquiteto Filipe Alves e Paula Melâneo. Tem apresentado o trabalho do estúdio em diversas exposições, em Portugal e no estrangeiro, e em conferências em universidades portuguesas. Para além do trabalho desenvolvido no estúdio, Luca Martinucci foi co-curador de Paraíso, hoje. (Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025) e dirige a produtora cultural Space Collectors, onde é um dos responsáveis pela programação do seu espaço de galeria SPACE ZERO.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.1825.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.1825.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://space-collectors.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://space-collectors.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://paraisohoje.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://paraisohoje.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://tigrepapel.pt/loja/ensaio/artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://tigrepapel.pt/loja/ensaio/artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://lab2pt.net/exhibitions/exposicao-artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes-duplicate-1" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://lab2pt.net/exhibitions/exposicao-artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes-duplicate-1</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 18.05.2026</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p><strong>Paula Melâneo</strong></p><p>É arquiteta (FA/UTL 1999) e MSc. Multimédia-Hipermédia (ENSBA/ENST Paris 2003). Dedica- se à edição, projetos culturais e exposições. Colabora com a imprensa internacional especializada em arquitetura. Integra a produtora cultural Space Collectors, onde é uma das responsáveis pela programação do seu espaço de galeria SPACE ZERO. Faz parte da redação do J—A Jornal Arq<em>uitectos</em>, do qual foi co-autora e coordenadora do projeto editorial (2015- 2019). É membro da AICA – Associação Internacional de Críticos de Arte. Foi a curadora do projeto Artificialis: A <em>Natureza das Imagens Latentes </em>apresentado em Guimarães (DGArtes e Universidade do Minho, 2024-2025). Foi co curadora dos projetos: Paraíso, hoje. (Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025); Colecção Arqu<em>itectura Portuguesa na Democracia 2000-202</em>4 (Casa da Arquitectura); investigação e exposição Almada: um Territó<em>rio em Seis Ecologias </em>(Museu de Almada, 2020); Geração Z: prátic<em>as arquitectónicas portuguesas emerge</em>nte, exposições e conferências (2009-2011). Em 2001 integrou a redação da arqa revista de arquitec<em>tura e arte</em>, que coordenou entre 2010-2016. Integrou a Experimentadesign para quatro edições da Bienal de Design e Arquitetura (2011-2017) enquanto coordenadora editorial e editora, sendo a responsável pela edição de diversos livros e publicações.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Luca Martinucci</strong></p><p>Nasceu em Bérgamo na Itália, é arquiteto formado pelo Politécnico de Milão e frequentou a Universidade Lusíada de Lisboa em 2002/2003 ao abrigo do programa Erasmus. Colaborou com diferentes arquitetos e ateliers de arquitetura, em Itália e Portugal. O seu percurso multidisciplinar e interesse na História da Arquitetura e da Arte, bem como na produção de imagem analógica e digital, levaram-no a fundar o 18—25 Research Studio em 2010, que hoje partilha com o arquiteto Filipe Alves e Paula Melâneo. Tem apresentado o trabalho do estúdio em diversas exposições, em Portugal e no estrangeiro, e em conferências em universidades portuguesas. Para além do trabalho desenvolvido no estúdio, Luca Martinucci foi co-curador de Paraíso, hoje. (Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025) e dirige a produtora cultural Space Collectors, onde é um dos responsáveis pela programação do seu espaço de galeria SPACE ZERO.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.1825.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.1825.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://space-collectors.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://space-collectors.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://paraisohoje.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://paraisohoje.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://tigrepapel.pt/loja/ensaio/artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://tigrepapel.pt/loja/ensaio/artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://lab2pt.net/exhibitions/exposicao-artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes-duplicate-1" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://lab2pt.net/exhibitions/exposicao-artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes-duplicate-1</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 18.05.2026</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Paula MelâneoÉ arquiteta (FA/UTL 1999) e MSc. Multimédia-Hipermédia (ENSBA/ENST Paris 2003). Dedica- se à edição, projetos culturais e exposições. Colabora com a imprensa internacional especializada em arquitetura. Integra a produtora cultural Space Collectors, onde é uma das responsáveis pela programação do seu espaço de galeria SPACE ZERO. Faz parte da redação do J—A Jornal Arquitectos, do qual foi co-autora e coordenadora do projeto editorial (2015- 2019). É membro da AICA – Associação Internacional de Críticos de Arte. Foi a curadora do projeto Artificialis: A Natureza das Imagens Latentes apresentado em Guimarães (DGArtes e Universidade do Minho, 2024-2025). Foi co curadora dos projetos: Paraíso, hoje. (Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025); Colecção Arquitectura Portuguesa na Democracia 2000-2024 (Casa da Arquitectura); investigação e exposição Almada: um Território em Seis Ecologias (Museu de Almada, 2020); Geração Z: práticas arquitectónicas portuguesas emergente, exposições e conferências (2009-2011). Em 2001 integrou a redação da arqa revista de arquitectura e arte, que coordenou entre 2010-2016. Integrou a Experimentadesign para quatro edições da Bienal de Design e Arquitetura (2011-2017) enquanto coordenadora editorial e editora, sendo a responsável pela edição de diversos livros e publicações. Luca MartinucciNasceu em Bérgamo na Itália, é arquiteto formado pelo Politécnico de Milão e frequentou a Universidade Lusíada de Lisboa em 2002/2003 ao abrigo do programa Erasmus. Colaborou com diferentes arquitetos e ateliers de arquitetura, em Itália e Portugal. O seu percurso multidisciplinar e interesse na História da Arquitetura e da Arte, bem como na produção de imagem analógica e digital, levaram-no a fundar o 18—25 Research Studio em 2010, que hoje partilha com o arquiteto Filipe Alves e Paula Melâneo. Tem apresentado o trabalho do estúdio em diversas exposições, em Portugal e no estrangeiro, e em conferências em universidades portuguesas. Para além do trabalho desenvolvido no estúdio, Luca Martinucci foi co-curador de Paraíso, hoje. (Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025) e dirige a produtora cultural Space Collectors, onde é um dos responsáveis pela programação do seu espaço de galeria SPACE ZERO. Links: https://www.1825.pt/ https://space-collectors.com/ https://paraisohoje.pt/ https://tigrepapel.pt/loja/ensaio/artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes/ https://lab2pt.net/exhibitions/exposicao-artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes-duplicate-1  Episódio gravado a 18.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 19 May 2026 18:20:08 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 192 – “Fazer pensando e pensar fazendo” – Conversa com João de Sousa Cardoso</title>
            <description><![CDATA[  <p>João Sousa Cardoso, também conhecido como João de Sousa Cardoso, é artista, ensaísta, curador e professor universitário. O seu trabalho desenvolve-se na intersecção entre criação artística, pensamento crítico e investigação, articulando teatro, cinema, artes visuais e escrita.</p><p>Viveu 5 anos em Paris entre 2005 e 2010, onde concluiu o doutoramento em Ciências Sociais pela Universidade Paris Descartes (Sorbonne) enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, é mestre em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e licenciado em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É membro associado do Centre de Recherches Interdisciplinaires sur le Monde Lusophone, da Universidade de Paris Nanterre, onde leciona regularmente.</p><p>Enquanto artista, tem desenvolvido um percurso marcado pela relação com a literatura e pela criação em teatro e filme, que cruzam ensaio, ficção e performance. Encenou <em>Sequências Narrativas Completas</em>, a partir de Álvaro Lapa, no Teatro Nacional D. Maria II (2019), e <em>A Ronda da Noite</em>, a partir de Agustina Bessa-Luís, na Fundação Calouste Gulbenkian (2022). Em 2024, estreou o filme <em>A Santa Joana dos Matadouros</em>, a partir de Bertolt Brecht, na Cinemateca Portuguesa, expandindo a sua prática para o cinema e aprofundando a relação entre imagem, política e representação.</p><p>Como ensaísta, publicou <em>TEATRO EXPANDIDO!</em> (2016), <em>Sequências Narrativas Completas</em> e <em>A Espanha das Espanhas</em>(2020), mantendo uma escrita próxima das suas práticas artísticas. Colabora regularmente com a revista <em>Contemporânea</em> e com o jornal <em>Público</em>.</p><p>Na curadoria, tem desenvolvido projetos que cruzam arte, política e história, como o ciclo <em>ABC da Guerra</em> (Teatro Municipal São Luiz, 2025) e a exposição <em>Nampula Macua Socialismo</em> de Manuel Santos Maia (Galeria Quadrum, 2025), além de colaborações com instituições como Serralves, Batalha Centro de Cinema e Centro de Arte Oliva. Desde 2023, integra o Comité de Aquisições do Centro de Arte Moderna da Gulbenkian.</p><p>É Professor Associado na Universidade Lusófona, em Lisboa, onde dirige, desde 2010, a Licenciatura em Comunicação Audiovisual e Multimédia. Foi Professor Convidado na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto entre 2011 e 2020 e coordena o programa <em>Great Artists on Campus</em> na Universidade Lusófona em Lisboa desde Fevereiro de 2023 que tem, desde Fevereiro deste ano, uma extensão ao Porto numa parceria entre a Universidade e o Batalha Centro de Cinema.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://cargocollective.com/joaosousacardoso" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://cargocollective.com/joaosousacardoso</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/abc-da-guerra/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/abc-da-guerra/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.ulusofona.pt/evento/great-artists-on-campus-5" rel="noopener noreferrer" target="_blank">www.ulusofona.pt/evento/great-artists-on-campus-5</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/autor/joao-sousa-cardoso" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/autor/joao-sousa-cardoso</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/2025/entrevista-joao-sousa-cardoso" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/2025/entrevista-joao-sousa-cardoso</a></p><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Kjp0-yeLBdA" rel="noopener noreferrer" target="_blank">www.youtube.com/watch?v=Kjp0-yeLBdA</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ajuntament.barcelona.cat/lavirreina/en/exhibitions/american-history/1005?t=3" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ajuntament.barcelona.cat/lavirreina/en/exhibitions/american-history/1005?t=3</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 06.05.2026</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>João Sousa Cardoso, também conhecido como João de Sousa Cardoso, é artista, ensaísta, curador e professor universitário. O seu trabalho desenvolve-se na intersecção entre criação artística, pensamento crítico e investigação, articulando teatro, cinema, artes visuais e escrita.</p><p>Viveu 5 anos em Paris entre 2005 e 2010, onde concluiu o doutoramento em Ciências Sociais pela Universidade Paris Descartes (Sorbonne) enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, é mestre em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e licenciado em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É membro associado do Centre de Recherches Interdisciplinaires sur le Monde Lusophone, da Universidade de Paris Nanterre, onde leciona regularmente.</p><p>Enquanto artista, tem desenvolvido um percurso marcado pela relação com a literatura e pela criação em teatro e filme, que cruzam ensaio, ficção e performance. Encenou <em>Sequências Narrativas Completas</em>, a partir de Álvaro Lapa, no Teatro Nacional D. Maria II (2019), e <em>A Ronda da Noite</em>, a partir de Agustina Bessa-Luís, na Fundação Calouste Gulbenkian (2022). Em 2024, estreou o filme <em>A Santa Joana dos Matadouros</em>, a partir de Bertolt Brecht, na Cinemateca Portuguesa, expandindo a sua prática para o cinema e aprofundando a relação entre imagem, política e representação.</p><p>Como ensaísta, publicou <em>TEATRO EXPANDIDO!</em> (2016), <em>Sequências Narrativas Completas</em> e <em>A Espanha das Espanhas</em>(2020), mantendo uma escrita próxima das suas práticas artísticas. Colabora regularmente com a revista <em>Contemporânea</em> e com o jornal <em>Público</em>.</p><p>Na curadoria, tem desenvolvido projetos que cruzam arte, política e história, como o ciclo <em>ABC da Guerra</em> (Teatro Municipal São Luiz, 2025) e a exposição <em>Nampula Macua Socialismo</em> de Manuel Santos Maia (Galeria Quadrum, 2025), além de colaborações com instituições como Serralves, Batalha Centro de Cinema e Centro de Arte Oliva. Desde 2023, integra o Comité de Aquisições do Centro de Arte Moderna da Gulbenkian.</p><p>É Professor Associado na Universidade Lusófona, em Lisboa, onde dirige, desde 2010, a Licenciatura em Comunicação Audiovisual e Multimédia. Foi Professor Convidado na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto entre 2011 e 2020 e coordena o programa <em>Great Artists on Campus</em> na Universidade Lusófona em Lisboa desde Fevereiro de 2023 que tem, desde Fevereiro deste ano, uma extensão ao Porto numa parceria entre a Universidade e o Batalha Centro de Cinema.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://cargocollective.com/joaosousacardoso" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://cargocollective.com/joaosousacardoso</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/abc-da-guerra/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/abc-da-guerra/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.ulusofona.pt/evento/great-artists-on-campus-5" rel="noopener noreferrer" target="_blank">www.ulusofona.pt/evento/great-artists-on-campus-5</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/autor/joao-sousa-cardoso" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/autor/joao-sousa-cardoso</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/2025/entrevista-joao-sousa-cardoso" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/2025/entrevista-joao-sousa-cardoso</a></p><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Kjp0-yeLBdA" rel="noopener noreferrer" target="_blank">www.youtube.com/watch?v=Kjp0-yeLBdA</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ajuntament.barcelona.cat/lavirreina/en/exhibitions/american-history/1005?t=3" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ajuntament.barcelona.cat/lavirreina/en/exhibitions/american-history/1005?t=3</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 06.05.2026</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>João Sousa Cardoso, também conhecido como João de Sousa Cardoso, é artista, ensaísta, curador e professor universitário. O seu trabalho desenvolve-se na intersecção entre criação artística, pensamento crítico e investigação, articulando teatro, cinema, artes visuais e escrita.Viveu 5 anos em Paris entre 2005 e 2010, onde concluiu o doutoramento em Ciências Sociais pela Universidade Paris Descartes (Sorbonne) enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, é mestre em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e licenciado em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É membro associado do Centre de Recherches Interdisciplinaires sur le Monde Lusophone, da Universidade de Paris Nanterre, onde leciona regularmente.Enquanto artista, tem desenvolvido um percurso marcado pela relação com a literatura e pela criação em teatro e filme, que cruzam ensaio, ficção e performance. Encenou Sequências Narrativas Completas, a partir de Álvaro Lapa, no Teatro Nacional D. Maria II (2019), e A Ronda da Noite, a partir de Agustina Bessa-Luís, na Fundação Calouste Gulbenkian (2022). Em 2024, estreou o filme A Santa Joana dos Matadouros, a partir de Bertolt Brecht, na Cinemateca Portuguesa, expandindo a sua prática para o cinema e aprofundando a relação entre imagem, política e representação.Como ensaísta, publicou TEATRO EXPANDIDO! (2016), Sequências Narrativas Completas e A Espanha das Espanhas(2020), mantendo uma escrita próxima das suas práticas artísticas. Colabora regularmente com a revista Contemporânea e com o jornal Público.Na curadoria, tem desenvolvido projetos que cruzam arte, política e história, como o ciclo ABC da Guerra (Teatro Municipal São Luiz, 2025) e a exposição Nampula Macua Socialismo de Manuel Santos Maia (Galeria Quadrum, 2025), além de colaborações com instituições como Serralves, Batalha Centro de Cinema e Centro de Arte Oliva. Desde 2023, integra o Comité de Aquisições do Centro de Arte Moderna da Gulbenkian.É Professor Associado na Universidade Lusófona, em Lisboa, onde dirige, desde 2010, a Licenciatura em Comunicação Audiovisual e Multimédia. Foi Professor Convidado na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto entre 2011 e 2020 e coordena o programa Great Artists on Campus na Universidade Lusófona em Lisboa desde Fevereiro de 2023 que tem, desde Fevereiro deste ano, uma extensão ao Porto numa parceria entre a Universidade e o Batalha Centro de Cinema.Links: https://cargocollective.com/joaosousacardoso www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/abc-da-guerra/ www.ulusofona.pt/evento/great-artists-on-campus-5 https://www.publico.pt/autor/joao-sousa-cardoso https://contemporanea.pt/edicoes/2025/entrevista-joao-sousa-cardosowww.youtube.com/watch?v=Kjp0-yeLBdA https://ajuntament.barcelona.cat/lavirreina/en/exhibitions/american-history/1005?t=3 Episódio gravado a 06.05.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 11 May 2026 17:52:55 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 191 – “O Paradoxo dos Gémeos” – Conversa com João Marçal</title>
            <description><![CDATA[  <p>João Marçal nasceu em Santarém, em 1980.</p><p>Cresceu e viveu em Coruche até 1999. Nesse ano, mudou-se para o Porto, onde iniciou a licenciatura em Artes Plásticas, vertente Pintura, na Faculdade de Belas Artes, concluída em 2004. Ainda durante a sua formação, começou a expor o seu trabalho no contexto dos espaços geridos por artistas do Porto. A sua primeira exposição individual Oll Korrect, em 2003, no PêSSEGOpráSEMANA, foi o catalisador para uma sequência de oportunidades de exposição e determinante para a disseminação e desenvolvimento consistente da sua prática. Após uma estadia em Nova Iorque em 2017, no âmbito de uma residência artística apoiada pelo Atelier Júlio Pomar/EGEAG, mudou-se para Lisboa em 2018, cidade onde atualmente vive e trabalha.</p><p>O seu trabalho desenvolve-se sobretudo através da pintura, recorrendo pontualmente a outros meios como o desenho e a ilustração, o mural, a instalação, o som, o ready-made ou a cerâmica. Para o artista, a pintura é em si um instrumento dinâmico de reflexão, onde prática e teoria se cruzam de forma indistinta. Pintar implica sempre uma investigação simultaneamente visual, ótica, espacial, narrativa e simbólica, e conceptual, filosófica, histórica e cultural. A sua abordagem aproxima-se de uma compreensão de natureza fenomenológica, em que a pintura pode ser entendida como uma continuidade sensível com o sujeito.</p><p>O seu trabalho estabelece relações de equivalência e intersecção entre elementos do quotidiano banal, muitas vezes invisíveis pela sua própria irrelevância, e a dimensão mais “nobre” dos objetos-imagem no contexto artístico. Detalhes provenientes de transportes públicos, padrões de tecidos, design de embalagens, logótipos ou elementos arquitetónicos são deslocados do seu contexto original e reconfigurados nas suas obras. Estes elementos emergem de um arquivo mnemónico afetivo que, por vezes, se expande para um imaginário coletivo mais específico, sobretudo associado às décadas de 1980 e 1990, introduzindo assim um vetor temporal significativo no trabalho.</p><p>Os padrões assumem um papel central enquanto solução compositiva, na medida em que a repetição coerente das unidades sugere uma possibilidade de continuidade infinita, criando o paradoxo de inscrever a ideia de infinito dentro dos limites de uma imagem autónoma.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://joaomarcal.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://joaomarcal.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://residencyunlimited.org/residencies/joao-marcal/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://residencyunlimited.org/residencies/joao-marcal/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12/joao-marcal-oh-my-dog" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12/joao-marcal-oh-my-dog</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galeriasmunicipais.pt/exposicoes/inner-8000er/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galeriasmunicipais.pt/exposicoes/inner-8000er/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://marcaldoscampos.bandcamp.com/album/nova-emo-o" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://marcaldoscampos.bandcamp.com/album/nova-emo-o</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://soundcloud.com/marcal-dos-campos" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://soundcloud.com/marcal-dos-campos</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2025/06/19/culturaipsilon/entrevista/pintura-joao-marcal-faz-desaparecer-tela-acolhe-2136774" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2025/06/19/culturaipsilon/entrevista/pintura-joao-marcal-faz-desaparecer-tela-acolhe-2136774</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://zedosbois.org/en/programa/pizza-space-time/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://zedosbois.org/en/programa/pizza-space-time/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 17.04.2026</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>João Marçal nasceu em Santarém, em 1980.</p><p>Cresceu e viveu em Coruche até 1999. Nesse ano, mudou-se para o Porto, onde iniciou a licenciatura em Artes Plásticas, vertente Pintura, na Faculdade de Belas Artes, concluída em 2004. Ainda durante a sua formação, começou a expor o seu trabalho no contexto dos espaços geridos por artistas do Porto. A sua primeira exposição individual Oll Korrect, em 2003, no PêSSEGOpráSEMANA, foi o catalisador para uma sequência de oportunidades de exposição e determinante para a disseminação e desenvolvimento consistente da sua prática. Após uma estadia em Nova Iorque em 2017, no âmbito de uma residência artística apoiada pelo Atelier Júlio Pomar/EGEAG, mudou-se para Lisboa em 2018, cidade onde atualmente vive e trabalha.</p><p>O seu trabalho desenvolve-se sobretudo através da pintura, recorrendo pontualmente a outros meios como o desenho e a ilustração, o mural, a instalação, o som, o ready-made ou a cerâmica. Para o artista, a pintura é em si um instrumento dinâmico de reflexão, onde prática e teoria se cruzam de forma indistinta. Pintar implica sempre uma investigação simultaneamente visual, ótica, espacial, narrativa e simbólica, e conceptual, filosófica, histórica e cultural. A sua abordagem aproxima-se de uma compreensão de natureza fenomenológica, em que a pintura pode ser entendida como uma continuidade sensível com o sujeito.</p><p>O seu trabalho estabelece relações de equivalência e intersecção entre elementos do quotidiano banal, muitas vezes invisíveis pela sua própria irrelevância, e a dimensão mais “nobre” dos objetos-imagem no contexto artístico. Detalhes provenientes de transportes públicos, padrões de tecidos, design de embalagens, logótipos ou elementos arquitetónicos são deslocados do seu contexto original e reconfigurados nas suas obras. Estes elementos emergem de um arquivo mnemónico afetivo que, por vezes, se expande para um imaginário coletivo mais específico, sobretudo associado às décadas de 1980 e 1990, introduzindo assim um vetor temporal significativo no trabalho.</p><p>Os padrões assumem um papel central enquanto solução compositiva, na medida em que a repetição coerente das unidades sugere uma possibilidade de continuidade infinita, criando o paradoxo de inscrever a ideia de infinito dentro dos limites de uma imagem autónoma.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://joaomarcal.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://joaomarcal.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://residencyunlimited.org/residencies/joao-marcal/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://residencyunlimited.org/residencies/joao-marcal/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12/joao-marcal-oh-my-dog" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12/joao-marcal-oh-my-dog</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galeriasmunicipais.pt/exposicoes/inner-8000er/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galeriasmunicipais.pt/exposicoes/inner-8000er/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://marcaldoscampos.bandcamp.com/album/nova-emo-o" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://marcaldoscampos.bandcamp.com/album/nova-emo-o</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://soundcloud.com/marcal-dos-campos" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://soundcloud.com/marcal-dos-campos</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2025/06/19/culturaipsilon/entrevista/pintura-joao-marcal-faz-desaparecer-tela-acolhe-2136774" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2025/06/19/culturaipsilon/entrevista/pintura-joao-marcal-faz-desaparecer-tela-acolhe-2136774</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://zedosbois.org/en/programa/pizza-space-time/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://zedosbois.org/en/programa/pizza-space-time/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 17.04.2026</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>João Marçal nasceu em Santarém, em 1980.Cresceu e viveu em Coruche até 1999. Nesse ano, mudou-se para o Porto, onde iniciou a licenciatura em Artes Plásticas, vertente Pintura, na Faculdade de Belas Artes, concluída em 2004. Ainda durante a sua formação, começou a expor o seu trabalho no contexto dos espaços geridos por artistas do Porto. A sua primeira exposição individual Oll Korrect, em 2003, no PêSSEGOpráSEMANA, foi o catalisador para uma sequência de oportunidades de exposição e determinante para a disseminação e desenvolvimento consistente da sua prática. Após uma estadia em Nova Iorque em 2017, no âmbito de uma residência artística apoiada pelo Atelier Júlio Pomar/EGEAG, mudou-se para Lisboa em 2018, cidade onde atualmente vive e trabalha.O seu trabalho desenvolve-se sobretudo através da pintura, recorrendo pontualmente a outros meios como o desenho e a ilustração, o mural, a instalação, o som, o ready-made ou a cerâmica. Para o artista, a pintura é em si um instrumento dinâmico de reflexão, onde prática e teoria se cruzam de forma indistinta. Pintar implica sempre uma investigação simultaneamente visual, ótica, espacial, narrativa e simbólica, e conceptual, filosófica, histórica e cultural. A sua abordagem aproxima-se de uma compreensão de natureza fenomenológica, em que a pintura pode ser entendida como uma continuidade sensível com o sujeito.O seu trabalho estabelece relações de equivalência e intersecção entre elementos do quotidiano banal, muitas vezes invisíveis pela sua própria irrelevância, e a dimensão mais “nobre” dos objetos-imagem no contexto artístico. Detalhes provenientes de transportes públicos, padrões de tecidos, design de embalagens, logótipos ou elementos arquitetónicos são deslocados do seu contexto original e reconfigurados nas suas obras. Estes elementos emergem de um arquivo mnemónico afetivo que, por vezes, se expande para um imaginário coletivo mais específico, sobretudo associado às décadas de 1980 e 1990, introduzindo assim um vetor temporal significativo no trabalho.Os padrões assumem um papel central enquanto solução compositiva, na medida em que a repetição coerente das unidades sugere uma possibilidade de continuidade infinita, criando o paradoxo de inscrever a ideia de infinito dentro dos limites de uma imagem autónoma. Links: https://joaomarcal.com/ https://residencyunlimited.org/residencies/joao-marcal/ https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12/joao-marcal-oh-my-dog https://galeriasmunicipais.pt/exposicoes/inner-8000er/ https://marcaldoscampos.bandcamp.com/album/nova-emo-o https://soundcloud.com/marcal-dos-campos https://www.publico.pt/2025/06/19/culturaipsilon/entrevista/pintura-joao-marcal-faz-desaparecer-tela-acolhe-2136774 https://zedosbois.org/en/programa/pizza-space-time/ Episódio gravado a 17.04.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 27 Apr 2026 19:03:58 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 190 – “messieurs-dames” – Conversa com Eva Mendes</title>
            <description><![CDATA[  <p>Eva Mendes (Almada, 2000) é curadora, crítica e programadora de Artes Visuais. É fundadora e diretora do messieurs-dames, um espaço de exposições independente com um programa focado em práticas artísticas históricas e contemporâneas.</p><p>Desde 2025, o "messieurs-dames" é um espaço independente de exposições dirigido pela curadora e escritora Eva Mendes. Localizado num antigo apartamento no centro de Lisboa, o programa dedica-se a explorar afinidades subliminares entre práticas artísticas históricas e contemporâneas, algumas das quais são reveladas pela primeira vez. Com o objetivo de criar uma ligação mais forte entre diferentes abordagens artísticas, a programação anual alterna entre projetos de natureza arquivística e histórica, propostas de artes visuais e um mês dedicado a maratonas interdisciplinares.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.messieurs-dames.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.messieurs-dames.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.evamendeswriting.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.evamendeswriting.com/</a></p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 08.04.2026</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Eva Mendes (Almada, 2000) é curadora, crítica e programadora de Artes Visuais. É fundadora e diretora do messieurs-dames, um espaço de exposições independente com um programa focado em práticas artísticas históricas e contemporâneas.</p><p>Desde 2025, o "messieurs-dames" é um espaço independente de exposições dirigido pela curadora e escritora Eva Mendes. Localizado num antigo apartamento no centro de Lisboa, o programa dedica-se a explorar afinidades subliminares entre práticas artísticas históricas e contemporâneas, algumas das quais são reveladas pela primeira vez. Com o objetivo de criar uma ligação mais forte entre diferentes abordagens artísticas, a programação anual alterna entre projetos de natureza arquivística e histórica, propostas de artes visuais e um mês dedicado a maratonas interdisciplinares.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.messieurs-dames.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.messieurs-dames.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.evamendeswriting.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.evamendeswriting.com/</a></p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 08.04.2026</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Eva Mendes (Almada, 2000) é curadora, crítica e programadora de Artes Visuais. É fundadora e diretora do messieurs-dames, um espaço de exposições independente com um programa focado em práticas artísticas históricas e contemporâneas.Desde 2025, o &#34;messieurs-dames&#34; é um espaço independente de exposições dirigido pela curadora e escritora Eva Mendes. Localizado num antigo apartamento no centro de Lisboa, o programa dedica-se a explorar afinidades subliminares entre práticas artísticas históricas e contemporâneas, algumas das quais são reveladas pela primeira vez. Com o objetivo de criar uma ligação mais forte entre diferentes abordagens artísticas, a programação anual alterna entre projetos de natureza arquivística e histórica, propostas de artes visuais e um mês dedicado a maratonas interdisciplinares. Links: https://www.messieurs-dames.com/https://www.evamendeswriting.com/  Episódio gravado a 08.04.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 21 Apr 2026 12:03:10 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 189 – “O impulso do invisível, a pausa, o toque, entre o Pátio e Arganil” – Conversa com Bernardo Chatillon</title>
            <description><![CDATA[  <p>Bernardo Chatillon pretende imaginar novos mundos, colocando a hipótese de nos relacionarmos com os espaços que estão obstruídos, camuflados, ilegíveis, ignorados,invisíveis. Conviver com os corpos, as paisagens e os movimentos que estão presentes, mas não têm visibilidade, em articulação com o conceito de Pensamento Mágico aplicado à dimensão teatral. Estreou-se com os Artistas Unidos. Depois de completar o Chapitô integrou a Formação Intensiva Acompanhada no c.e.m e mais tarde a Escola Superior de Teatro e Cinema (Licenciatura Teatro / Actor). Entre 2012 e 2015 integrou o elenco da companhia do Teatro Nacional D. Maria II. Em 2016 muda-se para Berlim onde colabora em diversos formatos e projectos através de práticas artísticas, encontros e espectáculos com diversos autores e figuras internacionais incontornáveis: Marc Lohr, Sigal Zouk, Mineralwasser Collective, André Uerba, Peter Pleyer, Stephanie Mahler, Jeremy Wade , Benoilt Lachambre, Keith Hennessy, Joy Mariana Smith, Meg Stuart, Sandra Noeth, Natasha A Kelly, CA. Conrad, Sigmar Zecarias, Diego Aguillo, Sophia New, Fernanda Eugenio entre outros e completa o mestrado Solo/Dance/Authorship (SODA) pela Inter-University Center for Dance Berlin (HZT/UDK). Recentemente, criou os espetáculos Reindeer Age #0 , Uferstudios Berlin (2019), Teatro DoBairro Alto (2020), Reindeer Age #1, O Espaço do Tempo (2021) e Appleton (2025) , O Fazer do Dizer , Centro Cultural de Belém (2022) , O que já cá está, Rua das Gaivotas 6 (2023), Calipso ou a experiência do possível, Cine -Teatro Avenida, Castelo Branco (2024). Em 2022 juntamente com Cláudia Teixeira e Fernanda Eugênio começa a dar forma à criação da questão-tema “políticas e práticas da amizade” para uma base de curadoria na programação do espaço Trust-Collective em Arganil. Em 2023 começou a lecionar na Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa e entrou para a nova direção da associação R.I.Ju (Rancho Infantil e Juvenil de Coja) com o projeto Fôlego, onde ensina, programa, experimenta e convive.</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://bernardochatillon.hotglue.me/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://bernardochatillon.hotglue.me/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?reload=9&amp;v=XGxrPHpa0bw" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?reload=9&amp;v=XGxrPHpa0bw</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ccb.pt/evento/bernardo-chatillon/all/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ccb.pt/evento/bernardo-chatillon/all/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://artistasunidos.pt/bernardo-chatillon/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artistasunidos.pt/bernardo-chatillon/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sapo.pt/artigo/bernardo-chatillon-apresenta-seco-em-castelo-branco-69c40908bf28b0049337fb85" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sapo.pt/artigo/bernardo-chatillon-apresenta-seco-em-castelo-branco-69c40908bf28b0049337fb85</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.oespacodotempo.pt/pt/residencias/bernardo-chatillon" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.oespacodotempo.pt/pt/residencias/bernardo-chatillon</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://glam-magazine.pt/bernardo-chatillon-no-tba-em-coapresentacao-com-o-ccb/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://glam-magazine.pt/bernardo-chatillon-no-tba-em-coapresentacao-com-o-ccb/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cm-arganil.pt/diretorio/rancho-infantil-juvenil-coja/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cm-arganil.pt/diretorio/rancho-infantil-juvenil-coja/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cm-arganil.pt/evento/politicas-e-praticas-da-amizade-dias-abertos-trust-collective/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cm-arganil.pt/evento/politicas-e-praticas-da-amizade-dias-abertos-trust-collective/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://trust-collective.org/en/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://trust-collective.org/en/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 02.04.2026</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Bernardo Chatillon pretende imaginar novos mundos, colocando a hipótese de nos relacionarmos com os espaços que estão obstruídos, camuflados, ilegíveis, ignorados,invisíveis. Conviver com os corpos, as paisagens e os movimentos que estão presentes, mas não têm visibilidade, em articulação com o conceito de Pensamento Mágico aplicado à dimensão teatral. Estreou-se com os Artistas Unidos. Depois de completar o Chapitô integrou a Formação Intensiva Acompanhada no c.e.m e mais tarde a Escola Superior de Teatro e Cinema (Licenciatura Teatro / Actor). Entre 2012 e 2015 integrou o elenco da companhia do Teatro Nacional D. Maria II. Em 2016 muda-se para Berlim onde colabora em diversos formatos e projectos através de práticas artísticas, encontros e espectáculos com diversos autores e figuras internacionais incontornáveis: Marc Lohr, Sigal Zouk, Mineralwasser Collective, André Uerba, Peter Pleyer, Stephanie Mahler, Jeremy Wade , Benoilt Lachambre, Keith Hennessy, Joy Mariana Smith, Meg Stuart, Sandra Noeth, Natasha A Kelly, CA. Conrad, Sigmar Zecarias, Diego Aguillo, Sophia New, Fernanda Eugenio entre outros e completa o mestrado Solo/Dance/Authorship (SODA) pela Inter-University Center for Dance Berlin (HZT/UDK). Recentemente, criou os espetáculos Reindeer Age #0 , Uferstudios Berlin (2019), Teatro DoBairro Alto (2020), Reindeer Age #1, O Espaço do Tempo (2021) e Appleton (2025) , O Fazer do Dizer , Centro Cultural de Belém (2022) , O que já cá está, Rua das Gaivotas 6 (2023), Calipso ou a experiência do possível, Cine -Teatro Avenida, Castelo Branco (2024). Em 2022 juntamente com Cláudia Teixeira e Fernanda Eugênio começa a dar forma à criação da questão-tema “políticas e práticas da amizade” para uma base de curadoria na programação do espaço Trust-Collective em Arganil. Em 2023 começou a lecionar na Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa e entrou para a nova direção da associação R.I.Ju (Rancho Infantil e Juvenil de Coja) com o projeto Fôlego, onde ensina, programa, experimenta e convive.</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://bernardochatillon.hotglue.me/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://bernardochatillon.hotglue.me/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?reload=9&amp;v=XGxrPHpa0bw" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?reload=9&amp;v=XGxrPHpa0bw</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ccb.pt/evento/bernardo-chatillon/all/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ccb.pt/evento/bernardo-chatillon/all/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://artistasunidos.pt/bernardo-chatillon/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artistasunidos.pt/bernardo-chatillon/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sapo.pt/artigo/bernardo-chatillon-apresenta-seco-em-castelo-branco-69c40908bf28b0049337fb85" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sapo.pt/artigo/bernardo-chatillon-apresenta-seco-em-castelo-branco-69c40908bf28b0049337fb85</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.oespacodotempo.pt/pt/residencias/bernardo-chatillon" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.oespacodotempo.pt/pt/residencias/bernardo-chatillon</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://glam-magazine.pt/bernardo-chatillon-no-tba-em-coapresentacao-com-o-ccb/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://glam-magazine.pt/bernardo-chatillon-no-tba-em-coapresentacao-com-o-ccb/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cm-arganil.pt/diretorio/rancho-infantil-juvenil-coja/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cm-arganil.pt/diretorio/rancho-infantil-juvenil-coja/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cm-arganil.pt/evento/politicas-e-praticas-da-amizade-dias-abertos-trust-collective/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cm-arganil.pt/evento/politicas-e-praticas-da-amizade-dias-abertos-trust-collective/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://trust-collective.org/en/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://trust-collective.org/en/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 02.04.2026</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Bernardo Chatillon pretende imaginar novos mundos, colocando a hipótese de nos relacionarmos com os espaços que estão obstruídos, camuflados, ilegíveis, ignorados,invisíveis. Conviver com os corpos, as paisagens e os movimentos que estão presentes, mas não têm visibilidade, em articulação com o conceito de Pensamento Mágico aplicado à dimensão teatral. Estreou-se com os Artistas Unidos. Depois de completar o Chapitô integrou a Formação Intensiva Acompanhada no c.e.m e mais tarde a Escola Superior de Teatro e Cinema (Licenciatura Teatro / Actor). Entre 2012 e 2015 integrou o elenco da companhia do Teatro Nacional D. Maria II. Em 2016 muda-se para Berlim onde colabora em diversos formatos e projectos através de práticas artísticas, encontros e espectáculos com diversos autores e figuras internacionais incontornáveis: Marc Lohr, Sigal Zouk, Mineralwasser Collective, André Uerba, Peter Pleyer, Stephanie Mahler, Jeremy Wade , Benoilt Lachambre, Keith Hennessy, Joy Mariana Smith, Meg Stuart, Sandra Noeth, Natasha A Kelly, CA. Conrad, Sigmar Zecarias, Diego Aguillo, Sophia New, Fernanda Eugenio entre outros e completa o mestrado Solo/Dance/Authorship (SODA) pela Inter-University Center for Dance Berlin (HZT/UDK). Recentemente, criou os espetáculos Reindeer Age #0 , Uferstudios Berlin (2019), Teatro DoBairro Alto (2020), Reindeer Age #1, O Espaço do Tempo (2021) e Appleton (2025) , O Fazer do Dizer , Centro Cultural de Belém (2022) , O que já cá está, Rua das Gaivotas 6 (2023), Calipso ou a experiência do possível, Cine -Teatro Avenida, Castelo Branco (2024). Em 2022 juntamente com Cláudia Teixeira e Fernanda Eugênio começa a dar forma à criação da questão-tema “políticas e práticas da amizade” para uma base de curadoria na programação do espaço Trust-Collective em Arganil. Em 2023 começou a lecionar na Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa e entrou para a nova direção da associação R.I.Ju (Rancho Infantil e Juvenil de Coja) com o projeto Fôlego, onde ensina, programa, experimenta e convive.Links: https://bernardochatillon.hotglue.me/ https://www.youtube.com/watch?reload=9&amp;v=XGxrPHpa0bw https://www.ccb.pt/evento/bernardo-chatillon/all/ https://artistasunidos.pt/bernardo-chatillon/ https://sapo.pt/artigo/bernardo-chatillon-apresenta-seco-em-castelo-branco-69c40908bf28b0049337fb85 https://www.oespacodotempo.pt/pt/residencias/bernardo-chatillon https://glam-magazine.pt/bernardo-chatillon-no-tba-em-coapresentacao-com-o-ccb/ https://www.cm-arganil.pt/diretorio/rancho-infantil-juvenil-coja/ https://www.cm-arganil.pt/evento/politicas-e-praticas-da-amizade-dias-abertos-trust-collective/ https://trust-collective.org/en/  Episódio gravado a 02.04.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 11 Apr 2026 20:17:45 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 188 – “Build, Branch, Bind ” – Conversa com Robert Wiley</title>
            <description><![CDATA[  <p>Desde 2009, a prática artística de&nbsp;<strong>Robert Christopher Wiley</strong>&nbsp;tem ganho forma através da unidade de investigação interdisciplinar&nbsp;<strong>VICARTE</strong>&nbsp;(Vidro e Cerâmica para as Artes) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCT), dedicada a aproximar a prática artística da investigação científica. Nascido nos Estados Unidos, considera hoje Portugal como o seu país e a sua nacionalidade. O trabalho de Wiley envolve frequentemente o vidro — um material cuja complexidade técnica constitui um centro meditativo para grande parte da sua investigação criativa e conceptual. A sua prática atual é impulsionada não apenas pelos desafios materiais e científicos inerentes ao vidro, mas também por preocupações mais amplas da vida contemporânea, questionando hierarquias atuais de saber e de produção artística que moldarão o património cultural de amanhã.</p><p>Wiley é Doutorado em Artes Plásticas (Escultura) pela Universidade do Porto e possui também um MFA e um BFA em vidro pela Ohio State University. Na VICARTE, contribui como Professor Assistente Convidado e como investigador, participando em projetos que vão desde a arqueometria do vidro, a reconstrução histórica e a ciência da conservação, até à exploração de novos materiais à base de vidro desenvolvidos na unidade de investigação. O seu trabalho situa-se na interseção entre arte, ciência e materialidade, refletindo um interesse continuado na relação entre formas discursivas e não discursivas de conhecimento — aquilo que podemos raciocinar e articular versus aquilo que compreendemos através do fazer e da experiência incorporada.</p><p>A obra de Wiley foi exibida internacionalmente na Ásia, Europa e América do Norte. A sua produção artística e escrita estende-se a temas que envolvem subjetividade, cognição centrada no corpo e o valor pedagógico da&nbsp;prática criativa. A sua abordagem interdisciplinar informa naturalmente a sua exploração material e os seus processos experimentais, nos quais tanto o artesanato sofisticado como a recolha infantil detêm posições de igual importância. Meditativa, profundamente pessoal e, por vezes, enigmática, a sua prática procura perguntas em vez de tentar oferecer respostas.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dcr.fct.unl.pt/pessoas/professor-auxiliar-convidado/robert-wiley" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dcr.fct.unl.pt/pessoas/professor-auxiliar-convidado/robert-wiley</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.researchgate.net/profile/Robert-Wiley-2" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.researchgate.net/profile/Robert-Wiley-2</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.crafthub.eu/practitioner/robert-wiley/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.crafthub.eu/practitioner/robert-wiley/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.agendalx.pt/events/event/robert-wiley/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.agendalx.pt/events/event/robert-wiley/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://vicarte.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://vicarte.org/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 26.03.2026</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Desde 2009, a prática artística de&nbsp;<strong>Robert Christopher Wiley</strong>&nbsp;tem ganho forma através da unidade de investigação interdisciplinar&nbsp;<strong>VICARTE</strong>&nbsp;(Vidro e Cerâmica para as Artes) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCT), dedicada a aproximar a prática artística da investigação científica. Nascido nos Estados Unidos, considera hoje Portugal como o seu país e a sua nacionalidade. O trabalho de Wiley envolve frequentemente o vidro — um material cuja complexidade técnica constitui um centro meditativo para grande parte da sua investigação criativa e conceptual. A sua prática atual é impulsionada não apenas pelos desafios materiais e científicos inerentes ao vidro, mas também por preocupações mais amplas da vida contemporânea, questionando hierarquias atuais de saber e de produção artística que moldarão o património cultural de amanhã.</p><p>Wiley é Doutorado em Artes Plásticas (Escultura) pela Universidade do Porto e possui também um MFA e um BFA em vidro pela Ohio State University. Na VICARTE, contribui como Professor Assistente Convidado e como investigador, participando em projetos que vão desde a arqueometria do vidro, a reconstrução histórica e a ciência da conservação, até à exploração de novos materiais à base de vidro desenvolvidos na unidade de investigação. O seu trabalho situa-se na interseção entre arte, ciência e materialidade, refletindo um interesse continuado na relação entre formas discursivas e não discursivas de conhecimento — aquilo que podemos raciocinar e articular versus aquilo que compreendemos através do fazer e da experiência incorporada.</p><p>A obra de Wiley foi exibida internacionalmente na Ásia, Europa e América do Norte. A sua produção artística e escrita estende-se a temas que envolvem subjetividade, cognição centrada no corpo e o valor pedagógico da&nbsp;prática criativa. A sua abordagem interdisciplinar informa naturalmente a sua exploração material e os seus processos experimentais, nos quais tanto o artesanato sofisticado como a recolha infantil detêm posições de igual importância. Meditativa, profundamente pessoal e, por vezes, enigmática, a sua prática procura perguntas em vez de tentar oferecer respostas.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dcr.fct.unl.pt/pessoas/professor-auxiliar-convidado/robert-wiley" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dcr.fct.unl.pt/pessoas/professor-auxiliar-convidado/robert-wiley</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.researchgate.net/profile/Robert-Wiley-2" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.researchgate.net/profile/Robert-Wiley-2</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.crafthub.eu/practitioner/robert-wiley/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.crafthub.eu/practitioner/robert-wiley/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.agendalx.pt/events/event/robert-wiley/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.agendalx.pt/events/event/robert-wiley/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://vicarte.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://vicarte.org/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 26.03.2026</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Desde 2009, a prática artística de Robert Christopher Wiley tem ganho forma através da unidade de investigação interdisciplinar VICARTE (Vidro e Cerâmica para as Artes) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCT), dedicada a aproximar a prática artística da investigação científica. Nascido nos Estados Unidos, considera hoje Portugal como o seu país e a sua nacionalidade. O trabalho de Wiley envolve frequentemente o vidro — um material cuja complexidade técnica constitui um centro meditativo para grande parte da sua investigação criativa e conceptual. A sua prática atual é impulsionada não apenas pelos desafios materiais e científicos inerentes ao vidro, mas também por preocupações mais amplas da vida contemporânea, questionando hierarquias atuais de saber e de produção artística que moldarão o património cultural de amanhã.Wiley é Doutorado em Artes Plásticas (Escultura) pela Universidade do Porto e possui também um MFA e um BFA em vidro pela Ohio State University. Na VICARTE, contribui como Professor Assistente Convidado e como investigador, participando em projetos que vão desde a arqueometria do vidro, a reconstrução histórica e a ciência da conservação, até à exploração de novos materiais à base de vidro desenvolvidos na unidade de investigação. O seu trabalho situa-se na interseção entre arte, ciência e materialidade, refletindo um interesse continuado na relação entre formas discursivas e não discursivas de conhecimento — aquilo que podemos raciocinar e articular versus aquilo que compreendemos através do fazer e da experiência incorporada.A obra de Wiley foi exibida internacionalmente na Ásia, Europa e América do Norte. A sua produção artística e escrita estende-se a temas que envolvem subjetividade, cognição centrada no corpo e o valor pedagógico da prática criativa. A sua abordagem interdisciplinar informa naturalmente a sua exploração material e os seus processos experimentais, nos quais tanto o artesanato sofisticado como a recolha infantil detêm posições de igual importância. Meditativa, profundamente pessoal e, por vezes, enigmática, a sua prática procura perguntas em vez de tentar oferecer respostas. Links: https://www.dcr.fct.unl.pt/pessoas/professor-auxiliar-convidado/robert-wiley https://www.researchgate.net/profile/Robert-Wiley-2 https://www.crafthub.eu/practitioner/robert-wiley/ https://www.agendalx.pt/events/event/robert-wiley/ https://vicarte.org/  Episódio gravado a 26.03.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 27 Mar 2026 01:28:32 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 187 – “Esse espaço intermédio” – Conversa com Cristina Ataíde</title>
            <description><![CDATA[  <p>Cristina Ataíde, Viseu,&nbsp;1951, vive&nbsp;e&nbsp;trabalha&nbsp;em Lisboa. Licenciada em Escultura pela ESBAL, Lisboa, frequentou&nbsp;o Curso de Design de Equipamento da&nbsp;mesma instituição.</p><p>Foi diretora de produção de Escultura e Design da MadeIn, fabrica de transformação de mármore em Alenquer de 1987 a 1996,&nbsp;onde trabalhou com vários artistas nacionais e estrangeiros&nbsp;e onde criou centenas de objetos de design em pedra&nbsp;e outros materiais.&nbsp;Fundadora (2005) do coletivo artístico Laboratório&nbsp;Terra&nbsp;que fez vários projetos expositivos em Portugal.&nbsp;</p><p>A sua obra, feita muitas vezes em viagem,&nbsp;é materializada em diversos suportes desde&nbsp;a escultura,&nbsp;o desenho,&nbsp;passando pela fotografia e vídeo.&nbsp;Trabalha com e na natureza com fascínio pela experimentação,&nbsp;deixando que os elementos naturais intervenham como coautores dos seus trabalhos e pesquisas. Preocupa-se&nbsp;com a sua preservação&nbsp;da natureza&nbsp;e sustentabilidade.&nbsp;A estética relacional está cada vez mais presente nas suas intervenções publicas,&nbsp;interagindo com as comunidades&nbsp;por onde expõe e viaja.</p><p>Foi distinguida com os diversos prémios, nas artes plásticas e no design&nbsp;e foi bolseira da SEC, Fundação C. Gulbenkian, FLAD e Fundação Oriente.</p><p>&nbsp;O seu trabalho está publicado em vários livros e catálogos e&nbsp;está representada em importantes coleções publicas e privadas como:</p><p>CAM, Lisboa;&nbsp;CACE,&nbsp;Coleção de Arte Contemporânea do Estado;&nbsp;Culturgest, Lisboa;&nbsp;MNAC, Lisboa;&nbsp;Fundação PLMJ, Lisboa; Fundação Victor e Maria da Graça Carmona e Costa;&nbsp;MAC-CCB, Lisboa;&nbsp;MACE,&nbsp;Coleção António Cachola, Elvas;&nbsp;Coleção MACAM, Lisboa;&nbsp;Coleção Berardo;&nbsp;<em>Unión&nbsp;Fenosa</em>, A&nbsp;Coruña, ES; Centre d’Art&nbsp;Contemporain&nbsp;d’Essaouira, MC; MACS, Sorocaba,&nbsp;Brasil; Museu Afro Brasil, São Paulo;&nbsp;MAMAM,&nbsp;Recife.</p><p>Expõe regularmente&nbsp;em Portugal e no estrangeiro destacando:&nbsp;MNAC,&nbsp;Lisboa;&nbsp;Museu Coleção Berardo, CCB,&nbsp;Lisboa;&nbsp;CAM,&nbsp;Lisboa;&nbsp;Culturgest,&nbsp;Lisboa;&nbsp;Museu Soares dos Reis,&nbsp;Porto;&nbsp;Museu de Serralves,&nbsp;Porto;&nbsp;MIEC,&nbsp;Sto&nbsp;Tirso;&nbsp;MAMAM,&nbsp;Recife;&nbsp;Museu Afro Brasil,&nbsp;São Paulo;&nbsp;Fiep,&nbsp;Curitiba; Mosteiro de S. Bento,&nbsp;São Paulo;&nbsp;Centro de Arte&nbsp;Caja&nbsp;de Burgos;&nbsp;CentroCentro, Palácio&nbsp;Cibeles,&nbsp;Madrid;&nbsp;Faro de Cabo Mayor,&nbsp;Santander;&nbsp;Alcobendas,&nbsp;Madrid;&nbsp;MEIAC, Badajoz;&nbsp;Sala de las&nbsp;Atarazanas,&nbsp;Valencia;&nbsp;Glyndor&nbsp;Gallery,&nbsp;Wave Hill, New York;&nbsp;CCE,&nbsp;Miami;&nbsp;The Shed Space, Brooklyn, USA;&nbsp;Museu&nbsp;Azabu&nbsp;Kogei&nbsp;Kan,&nbsp;Tóquio;&nbsp;Museum Center,&nbsp;Baku,&nbsp;AZ; Moravian Museum, Brno,&nbsp;CR;&nbsp;Interno&nbsp;14,&nbsp;Roma;&nbsp;Kunsttempel,&nbsp;Kassel.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cristinataide.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cristinataide.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/cristina-ataide-dar-corpo-ao-vazio" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/cristina-ataide-dar-corpo-ao-vazio</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Vh8a8c1ibUQ" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=Vh8a8c1ibUQ</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=iRIiv2qLa5U" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=iRIiv2qLa5U</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/cultura/artes_plasticas/2023-09-16-Exposicoes-Cristina-Ataide-liga-os-mundos-no-Chiado-c2e0477f" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/cultura/artes_plasticas/2023-09-16-Exposicoes-Cristina-Ataide-liga-os-mundos-no-Chiado-c2e0477f</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 13.03.2026</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Cristina Ataíde, Viseu,&nbsp;1951, vive&nbsp;e&nbsp;trabalha&nbsp;em Lisboa. Licenciada em Escultura pela ESBAL, Lisboa, frequentou&nbsp;o Curso de Design de Equipamento da&nbsp;mesma instituição.</p><p>Foi diretora de produção de Escultura e Design da MadeIn, fabrica de transformação de mármore em Alenquer de 1987 a 1996,&nbsp;onde trabalhou com vários artistas nacionais e estrangeiros&nbsp;e onde criou centenas de objetos de design em pedra&nbsp;e outros materiais.&nbsp;Fundadora (2005) do coletivo artístico Laboratório&nbsp;Terra&nbsp;que fez vários projetos expositivos em Portugal.&nbsp;</p><p>A sua obra, feita muitas vezes em viagem,&nbsp;é materializada em diversos suportes desde&nbsp;a escultura,&nbsp;o desenho,&nbsp;passando pela fotografia e vídeo.&nbsp;Trabalha com e na natureza com fascínio pela experimentação,&nbsp;deixando que os elementos naturais intervenham como coautores dos seus trabalhos e pesquisas. Preocupa-se&nbsp;com a sua preservação&nbsp;da natureza&nbsp;e sustentabilidade.&nbsp;A estética relacional está cada vez mais presente nas suas intervenções publicas,&nbsp;interagindo com as comunidades&nbsp;por onde expõe e viaja.</p><p>Foi distinguida com os diversos prémios, nas artes plásticas e no design&nbsp;e foi bolseira da SEC, Fundação C. Gulbenkian, FLAD e Fundação Oriente.</p><p>&nbsp;O seu trabalho está publicado em vários livros e catálogos e&nbsp;está representada em importantes coleções publicas e privadas como:</p><p>CAM, Lisboa;&nbsp;CACE,&nbsp;Coleção de Arte Contemporânea do Estado;&nbsp;Culturgest, Lisboa;&nbsp;MNAC, Lisboa;&nbsp;Fundação PLMJ, Lisboa; Fundação Victor e Maria da Graça Carmona e Costa;&nbsp;MAC-CCB, Lisboa;&nbsp;MACE,&nbsp;Coleção António Cachola, Elvas;&nbsp;Coleção MACAM, Lisboa;&nbsp;Coleção Berardo;&nbsp;<em>Unión&nbsp;Fenosa</em>, A&nbsp;Coruña, ES; Centre d’Art&nbsp;Contemporain&nbsp;d’Essaouira, MC; MACS, Sorocaba,&nbsp;Brasil; Museu Afro Brasil, São Paulo;&nbsp;MAMAM,&nbsp;Recife.</p><p>Expõe regularmente&nbsp;em Portugal e no estrangeiro destacando:&nbsp;MNAC,&nbsp;Lisboa;&nbsp;Museu Coleção Berardo, CCB,&nbsp;Lisboa;&nbsp;CAM,&nbsp;Lisboa;&nbsp;Culturgest,&nbsp;Lisboa;&nbsp;Museu Soares dos Reis,&nbsp;Porto;&nbsp;Museu de Serralves,&nbsp;Porto;&nbsp;MIEC,&nbsp;Sto&nbsp;Tirso;&nbsp;MAMAM,&nbsp;Recife;&nbsp;Museu Afro Brasil,&nbsp;São Paulo;&nbsp;Fiep,&nbsp;Curitiba; Mosteiro de S. Bento,&nbsp;São Paulo;&nbsp;Centro de Arte&nbsp;Caja&nbsp;de Burgos;&nbsp;CentroCentro, Palácio&nbsp;Cibeles,&nbsp;Madrid;&nbsp;Faro de Cabo Mayor,&nbsp;Santander;&nbsp;Alcobendas,&nbsp;Madrid;&nbsp;MEIAC, Badajoz;&nbsp;Sala de las&nbsp;Atarazanas,&nbsp;Valencia;&nbsp;Glyndor&nbsp;Gallery,&nbsp;Wave Hill, New York;&nbsp;CCE,&nbsp;Miami;&nbsp;The Shed Space, Brooklyn, USA;&nbsp;Museu&nbsp;Azabu&nbsp;Kogei&nbsp;Kan,&nbsp;Tóquio;&nbsp;Museum Center,&nbsp;Baku,&nbsp;AZ; Moravian Museum, Brno,&nbsp;CR;&nbsp;Interno&nbsp;14,&nbsp;Roma;&nbsp;Kunsttempel,&nbsp;Kassel.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cristinataide.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cristinataide.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/cristina-ataide-dar-corpo-ao-vazio" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/cristina-ataide-dar-corpo-ao-vazio</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Vh8a8c1ibUQ" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=Vh8a8c1ibUQ</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=iRIiv2qLa5U" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=iRIiv2qLa5U</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/cultura/artes_plasticas/2023-09-16-Exposicoes-Cristina-Ataide-liga-os-mundos-no-Chiado-c2e0477f" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/cultura/artes_plasticas/2023-09-16-Exposicoes-Cristina-Ataide-liga-os-mundos-no-Chiado-c2e0477f</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 13.03.2026</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Cristina Ataíde, Viseu, 1951, vive e trabalha em Lisboa. Licenciada em Escultura pela ESBAL, Lisboa, frequentou o Curso de Design de Equipamento da mesma instituição.Foi diretora de produção de Escultura e Design da MadeIn, fabrica de transformação de mármore em Alenquer de 1987 a 1996, onde trabalhou com vários artistas nacionais e estrangeiros e onde criou centenas de objetos de design em pedra e outros materiais. Fundadora (2005) do coletivo artístico Laboratório Terra que fez vários projetos expositivos em Portugal. A sua obra, feita muitas vezes em viagem, é materializada em diversos suportes desde a escultura, o desenho, passando pela fotografia e vídeo. Trabalha com e na natureza com fascínio pela experimentação, deixando que os elementos naturais intervenham como coautores dos seus trabalhos e pesquisas. Preocupa-se com a sua preservação da natureza e sustentabilidade. A estética relacional está cada vez mais presente nas suas intervenções publicas, interagindo com as comunidades por onde expõe e viaja.Foi distinguida com os diversos prémios, nas artes plásticas e no design e foi bolseira da SEC, Fundação C. Gulbenkian, FLAD e Fundação Oriente. O seu trabalho está publicado em vários livros e catálogos e está representada em importantes coleções publicas e privadas como:CAM, Lisboa; CACE, Coleção de Arte Contemporânea do Estado; Culturgest, Lisboa; MNAC, Lisboa; Fundação PLMJ, Lisboa; Fundação Victor e Maria da Graça Carmona e Costa; MAC-CCB, Lisboa; MACE, Coleção António Cachola, Elvas; Coleção MACAM, Lisboa; Coleção Berardo; Unión Fenosa, A Coruña, ES; Centre d’Art Contemporain d’Essaouira, MC; MACS, Sorocaba, Brasil; Museu Afro Brasil, São Paulo; MAMAM, Recife.Expõe regularmente em Portugal e no estrangeiro destacando: MNAC, Lisboa; Museu Coleção Berardo, CCB, Lisboa; CAM, Lisboa; Culturgest, Lisboa; Museu Soares dos Reis, Porto; Museu de Serralves, Porto; MIEC, Sto Tirso; MAMAM, Recife; Museu Afro Brasil, São Paulo; Fiep, Curitiba; Mosteiro de S. Bento, São Paulo; Centro de Arte Caja de Burgos; CentroCentro, Palácio Cibeles, Madrid; Faro de Cabo Mayor, Santander; Alcobendas, Madrid; MEIAC, Badajoz; Sala de las Atarazanas, Valencia; Glyndor Gallery, Wave Hill, New York; CCE, Miami; The Shed Space, Brooklyn, USA; Museu Azabu Kogei Kan, Tóquio; Museum Center, Baku, AZ; Moravian Museum, Brno, CR; Interno 14, Roma; Kunsttempel, Kassel. Links: https://www.cristinataide.com/ https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/cristina-ataide-dar-corpo-ao-vazio https://www.youtube.com/watch?v=Vh8a8c1ibUQ https://www.youtube.com/watch?v=iRIiv2qLa5U https://expresso.pt/cultura/artes_plasticas/2023-09-16-Exposicoes-Cristina-Ataide-liga-os-mundos-no-Chiado-c2e0477f  Episódio gravado a 13.03.2026 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 19 Mar 2026 17:39:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 186 – “A escultura que é pintura” – Conversa com Rudi Brito</title>
            <description><![CDATA[  <p>Rudi Brito (1988, Lisboa). Após a licenciatura em Artes Plásticas na ESAD, Caldas da Rainha, mudou-se para Glasgow onde aprofundou o seu interesse pelas artes sonoras e performativas e onde colaborou com artistas como Oliver Pitt, Sue Zuki e Murray Collier. Exibiu o seu trabalho em espaços como Centre for Contemporary Arts (CCA), The Glue Factory e The Art School (GSA). A sua prática, que se veio a tornar predominantemente visual, está ligada a ideias de interrupção, fugacidade e vulnerabilidade.&nbsp;</p><p>Desde o seu regresso a Portugal em 2018, Rudi tem afirmado a sua presença na cena artística local expondo o seu trabalho na<em>&nbsp;Spirit Shop, Galeria Madragoa, Galeria Zé dos Bois e Buraco.</em>&nbsp;Em 2021 Rudi co-funda o projecto de curadoria experimental&nbsp;<em>Purga.&nbsp;</em></p><p>Rudi expôs internacionalmente, nomeadamente no<em>&nbsp;Museo Reina Sofia,&nbsp;</em>Madrid,<em>&nbsp;Junbicyu Clinic e SumidaExpo23,&nbsp;</em>Tóquio,<em>&nbsp;Kraak Festival,</em>&nbsp;Ghent,&nbsp;<em>Fuse Art Space,&nbsp;</em>Bradford e&nbsp;<em>The Northern Charter,&nbsp;</em>Newcastle.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.rudibrito.com/</p><p><br></p><p>https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2023/rudi-brito-hora-de-ferro</p><p><br></p><p>https://zedosbois.org/programa/rudi-brito-maria-reis/</p><p><br></p><p>https://www.arteinformado.com/guia/f/rudi-brito-226715</p><p><br></p><p>https://www.vascocollection.com/artists/rudi-brito</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=50IaMFyPZMQ</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 23.12.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Rudi Brito (1988, Lisboa). Após a licenciatura em Artes Plásticas na ESAD, Caldas da Rainha, mudou-se para Glasgow onde aprofundou o seu interesse pelas artes sonoras e performativas e onde colaborou com artistas como Oliver Pitt, Sue Zuki e Murray Collier. Exibiu o seu trabalho em espaços como Centre for Contemporary Arts (CCA), The Glue Factory e The Art School (GSA). A sua prática, que se veio a tornar predominantemente visual, está ligada a ideias de interrupção, fugacidade e vulnerabilidade.&nbsp;</p><p>Desde o seu regresso a Portugal em 2018, Rudi tem afirmado a sua presença na cena artística local expondo o seu trabalho na<em>&nbsp;Spirit Shop, Galeria Madragoa, Galeria Zé dos Bois e Buraco.</em>&nbsp;Em 2021 Rudi co-funda o projecto de curadoria experimental&nbsp;<em>Purga.&nbsp;</em></p><p>Rudi expôs internacionalmente, nomeadamente no<em>&nbsp;Museo Reina Sofia,&nbsp;</em>Madrid,<em>&nbsp;Junbicyu Clinic e SumidaExpo23,&nbsp;</em>Tóquio,<em>&nbsp;Kraak Festival,</em>&nbsp;Ghent,&nbsp;<em>Fuse Art Space,&nbsp;</em>Bradford e&nbsp;<em>The Northern Charter,&nbsp;</em>Newcastle.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.rudibrito.com/</p><p><br></p><p>https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2023/rudi-brito-hora-de-ferro</p><p><br></p><p>https://zedosbois.org/programa/rudi-brito-maria-reis/</p><p><br></p><p>https://www.arteinformado.com/guia/f/rudi-brito-226715</p><p><br></p><p>https://www.vascocollection.com/artists/rudi-brito</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=50IaMFyPZMQ</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 23.12.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Rudi Brito (1988, Lisboa). Após a licenciatura em Artes Plásticas na ESAD, Caldas da Rainha, mudou-se para Glasgow onde aprofundou o seu interesse pelas artes sonoras e performativas e onde colaborou com artistas como Oliver Pitt, Sue Zuki e Murray Collier. Exibiu o seu trabalho em espaços como Centre for Contemporary Arts (CCA), The Glue Factory e The Art School (GSA). A sua prática, que se veio a tornar predominantemente visual, está ligada a ideias de interrupção, fugacidade e vulnerabilidade. Desde o seu regresso a Portugal em 2018, Rudi tem afirmado a sua presença na cena artística local expondo o seu trabalho na Spirit Shop, Galeria Madragoa, Galeria Zé dos Bois e Buraco. Em 2021 Rudi co-funda o projecto de curadoria experimental Purga. Rudi expôs internacionalmente, nomeadamente no Museo Reina Sofia, Madrid, Junbicyu Clinic e SumidaExpo23, Tóquio, Kraak Festival, Ghent, Fuse Art Space, Bradford e The Northern Charter, Newcastle.Links:https://www.rudibrito.com/https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2023/rudi-brito-hora-de-ferrohttps://zedosbois.org/programa/rudi-brito-maria-reis/https://www.arteinformado.com/guia/f/rudi-brito-226715https://www.vascocollection.com/artists/rudi-britohttps://www.youtube.com/watch?v=50IaMFyPZMQ Episódio gravado a 23.12.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 30 Dec 2025 17:53:03 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 185 – “Os bastidores da Arte Contemporânea” – Conversa com Inês Teixeira</title>
            <description><![CDATA[  <p>Inês&nbsp;Teixeira (Lisboa, 1979) é licenciada em Gestão de Recursos Humanos (1997-2001) que, quis o acaso, nunca exerceu.&nbsp;Trabalhou durante uma década - de 2003 a 2013- na Galeria Cristina Guerra como produtora. Entre 2014 e 2020 exerceu a função&nbsp;de responsável de eventos da Fundação Joana Vasconcelos que acumulou com a de produtora no Atelier da mesma artista. Entre 2020 e 2024 assumiu a função de Gallery&nbsp;Manager da galeria UMA LULIK__. Simultâneamente, colaborou com artistas e diversas instituições como a Trienal de Arquitectura e Culturgest. Atualmente colabora como freelancer com galerias, espaços culturais e na organização da feira ARCOlisboa.</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 9.12.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Inês&nbsp;Teixeira (Lisboa, 1979) é licenciada em Gestão de Recursos Humanos (1997-2001) que, quis o acaso, nunca exerceu.&nbsp;Trabalhou durante uma década - de 2003 a 2013- na Galeria Cristina Guerra como produtora. Entre 2014 e 2020 exerceu a função&nbsp;de responsável de eventos da Fundação Joana Vasconcelos que acumulou com a de produtora no Atelier da mesma artista. Entre 2020 e 2024 assumiu a função de Gallery&nbsp;Manager da galeria UMA LULIK__. Simultâneamente, colaborou com artistas e diversas instituições como a Trienal de Arquitectura e Culturgest. Atualmente colabora como freelancer com galerias, espaços culturais e na organização da feira ARCOlisboa.</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 9.12.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Inês Teixeira (Lisboa, 1979) é licenciada em Gestão de Recursos Humanos (1997-2001) que, quis o acaso, nunca exerceu. Trabalhou durante uma década - de 2003 a 2013- na Galeria Cristina Guerra como produtora. Entre 2014 e 2020 exerceu a função de responsável de eventos da Fundação Joana Vasconcelos que acumulou com a de produtora no Atelier da mesma artista. Entre 2020 e 2024 assumiu a função de Gallery Manager da galeria UMA LULIK__. Simultâneamente, colaborou com artistas e diversas instituições como a Trienal de Arquitectura e Culturgest. Atualmente colabora como freelancer com galerias, espaços culturais e na organização da feira ARCOlisboa. Episódio gravado a 9.12.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 23 Dec 2025 00:05:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 184 – “Agora é Agora.” – Conversa com Maria Appleton</title>
            <description><![CDATA[  <p>Maria Appleton (Lisboa, 1997) é uma artista portuguesa que vive e trabalha em Lisboa. A sua prática investiga a relação entre cor e forma, recorrendo a técnicas como tinturaria, tecelagem e impressão.</p><p>Trabalha com tecidos como algodão, seda e materiais industriais, criando composições em camadas translúcidas que reagem à luz e ao espaço.</p><p>O seu trabalho explora espaços liminares, emocionais e físicos, num equilíbrio entre presença tangível e ausência simbólica, evocando memórias e sensações, em diálogo com a arquitetura dos domínios público e privado.</p><p>Appleton apresentou exposições individuais no Espacio Tacuarí, Buenos Aires (2024), Casa da Cerca, Almada (2024), Hatch, Paris (2023), ARCOmadrid e Artissima Turim, e Galeria Foco, Lisboa (2021). Participou em residências na Cité Internationale des Arts, Paris (2022), com apoio do Institut Français e da Fundação Gulbenkian, e na Fondation CAB, Bruxelas (2024). O seu trabalho integra coleções públicas e privadas como a Coleção António Cachola, Fundação CAB e Coleção Vergez</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maria-appleton.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maria-appleton.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galeriafoco.com/artists/maria-appleton/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galeriafoco.com/artists/maria-appleton/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/2025/maria-appleton-what-holds-structure" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/2025/maria-appleton-what-holds-structure</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.hatchparis.com/collaborativeartists/mariaappleton" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.hatchparis.com/collaborativeartists/mariaappleton</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/nao-esquecendo-o-legado-bica-do-sapato-reabre-as-portas-para-o-futuro-e-para-o-tejo-090125" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/nao-esquecendo-o-legado-bica-do-sapato-reabre-as-portas-para-o-futuro-e-para-o-tejo-090125</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?app=desktop&amp;v=FvlqQC7_jeg" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?app=desktop&amp;v=FvlqQC7_jeg</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 02.12.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Maria Appleton (Lisboa, 1997) é uma artista portuguesa que vive e trabalha em Lisboa. A sua prática investiga a relação entre cor e forma, recorrendo a técnicas como tinturaria, tecelagem e impressão.</p><p>Trabalha com tecidos como algodão, seda e materiais industriais, criando composições em camadas translúcidas que reagem à luz e ao espaço.</p><p>O seu trabalho explora espaços liminares, emocionais e físicos, num equilíbrio entre presença tangível e ausência simbólica, evocando memórias e sensações, em diálogo com a arquitetura dos domínios público e privado.</p><p>Appleton apresentou exposições individuais no Espacio Tacuarí, Buenos Aires (2024), Casa da Cerca, Almada (2024), Hatch, Paris (2023), ARCOmadrid e Artissima Turim, e Galeria Foco, Lisboa (2021). Participou em residências na Cité Internationale des Arts, Paris (2022), com apoio do Institut Français e da Fundação Gulbenkian, e na Fondation CAB, Bruxelas (2024). O seu trabalho integra coleções públicas e privadas como a Coleção António Cachola, Fundação CAB e Coleção Vergez</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maria-appleton.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maria-appleton.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galeriafoco.com/artists/maria-appleton/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galeriafoco.com/artists/maria-appleton/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/2025/maria-appleton-what-holds-structure" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/2025/maria-appleton-what-holds-structure</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.hatchparis.com/collaborativeartists/mariaappleton" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.hatchparis.com/collaborativeartists/mariaappleton</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/nao-esquecendo-o-legado-bica-do-sapato-reabre-as-portas-para-o-futuro-e-para-o-tejo-090125" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/nao-esquecendo-o-legado-bica-do-sapato-reabre-as-portas-para-o-futuro-e-para-o-tejo-090125</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?app=desktop&amp;v=FvlqQC7_jeg" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?app=desktop&amp;v=FvlqQC7_jeg</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 02.12.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Maria Appleton (Lisboa, 1997) é uma artista portuguesa que vive e trabalha em Lisboa. A sua prática investiga a relação entre cor e forma, recorrendo a técnicas como tinturaria, tecelagem e impressão.Trabalha com tecidos como algodão, seda e materiais industriais, criando composições em camadas translúcidas que reagem à luz e ao espaço.O seu trabalho explora espaços liminares, emocionais e físicos, num equilíbrio entre presença tangível e ausência simbólica, evocando memórias e sensações, em diálogo com a arquitetura dos domínios público e privado.Appleton apresentou exposições individuais no Espacio Tacuarí, Buenos Aires (2024), Casa da Cerca, Almada (2024), Hatch, Paris (2023), ARCOmadrid e Artissima Turim, e Galeria Foco, Lisboa (2021). Participou em residências na Cité Internationale des Arts, Paris (2022), com apoio do Institut Français e da Fundação Gulbenkian, e na Fondation CAB, Bruxelas (2024). O seu trabalho integra coleções públicas e privadas como a Coleção António Cachola, Fundação CAB e Coleção Vergez Links: https://www.maria-appleton.com/ https://galeriafoco.com/artists/maria-appleton/ https://contemporanea.pt/edicoes/2025/maria-appleton-what-holds-structure https://www.hatchparis.com/collaborativeartists/mariaappleton https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/nao-esquecendo-o-legado-bica-do-sapato-reabre-as-portas-para-o-futuro-e-para-o-tejo-090125 https://www.youtube.com/watch?app=desktop&amp;v=FvlqQC7_jeg Episódio gravado a 02.12.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 17 Dec 2025 17:29:49 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 183 – “O João (Cutileiro) pelo olhar do Frederico (Portas)” – Conversa com Frederico Portas</title>
            <description><![CDATA[  <p>Frederico Portas (1996) é um curador independente sediado em lisboa. Licenciado em filosofia e pós-graduado em Estética e Estudos Artísticos (Nova FCSH), a sua prática traduz-se na ligação entre determinados ramos da filosofia (ontologia, epistomologia e fenomenologia) e a curadoria enquanto meio alternativo de confronto com determinações filosóficas, e enquanto prática ensaística enquanto tal.</p><p>Foi co-fundador da coleção artistas emergentes Santander consumer finance, juntamente com Tomas Agostinho, composta exclusivamente por trabalhos fotográficos de jovens artistas portugueses. Também com Tomás, foi co-fundador do ciclo de exposições tête-à-tête (2021-2024), na galeria Hélder alfaiate, a qual contou com seis eventos expositivos, cada qual composto pela presença de dois artistas, um novo e um mais velho, em conversa, numa espécie de anacronismo invertido.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/square-before/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/square-before/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.instagram.com/p/DMgD_IWsie8/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.instagram.com/p/DMgD_IWsie8/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.coffeepaste.com/event/f-nOApDHcAEe/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.coffeepaste.com/event/f-nOApDHcAEe/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.santanderconsumer.pt/wp-content/uploads/2023/04/PR_Artistas-Emergentes_Final.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.santanderconsumer.pt/wp-content/uploads/2023/04/PR_Artistas-Emergentes_Final.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ccb.pt/evento/podcast-um-chao-comum/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ccb.pt/evento/podcast-um-chao-comum/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 25.11.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Frederico Portas (1996) é um curador independente sediado em lisboa. Licenciado em filosofia e pós-graduado em Estética e Estudos Artísticos (Nova FCSH), a sua prática traduz-se na ligação entre determinados ramos da filosofia (ontologia, epistomologia e fenomenologia) e a curadoria enquanto meio alternativo de confronto com determinações filosóficas, e enquanto prática ensaística enquanto tal.</p><p>Foi co-fundador da coleção artistas emergentes Santander consumer finance, juntamente com Tomas Agostinho, composta exclusivamente por trabalhos fotográficos de jovens artistas portugueses. Também com Tomás, foi co-fundador do ciclo de exposições tête-à-tête (2021-2024), na galeria Hélder alfaiate, a qual contou com seis eventos expositivos, cada qual composto pela presença de dois artistas, um novo e um mais velho, em conversa, numa espécie de anacronismo invertido.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/square-before/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/square-before/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.instagram.com/p/DMgD_IWsie8/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.instagram.com/p/DMgD_IWsie8/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.coffeepaste.com/event/f-nOApDHcAEe/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.coffeepaste.com/event/f-nOApDHcAEe/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.santanderconsumer.pt/wp-content/uploads/2023/04/PR_Artistas-Emergentes_Final.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.santanderconsumer.pt/wp-content/uploads/2023/04/PR_Artistas-Emergentes_Final.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ccb.pt/evento/podcast-um-chao-comum/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ccb.pt/evento/podcast-um-chao-comum/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 25.11.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Frederico Portas (1996) é um curador independente sediado em lisboa. Licenciado em filosofia e pós-graduado em Estética e Estudos Artísticos (Nova FCSH), a sua prática traduz-se na ligação entre determinados ramos da filosofia (ontologia, epistomologia e fenomenologia) e a curadoria enquanto meio alternativo de confronto com determinações filosóficas, e enquanto prática ensaística enquanto tal.Foi co-fundador da coleção artistas emergentes Santander consumer finance, juntamente com Tomas Agostinho, composta exclusivamente por trabalhos fotográficos de jovens artistas portugueses. Também com Tomás, foi co-fundador do ciclo de exposições tête-à-tête (2021-2024), na galeria Hélder alfaiate, a qual contou com seis eventos expositivos, cada qual composto pela presença de dois artistas, um novo e um mais velho, em conversa, numa espécie de anacronismo invertido. Links: https://appleton.pt/square-before/ https://www.instagram.com/p/DMgD_IWsie8/ https://www.coffeepaste.com/event/f-nOApDHcAEe/ https://www.santanderconsumer.pt/wp-content/uploads/2023/04/PR_Artistas-Emergentes_Final.pdf https://www.ccb.pt/evento/podcast-um-chao-comum/  Episódio gravado a 25.11.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 05 Dec 2025 13:46:48 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 182 – “She is independente” – Conversa com Carla Filipe</title>
            <description><![CDATA[  <p>Carla Filipe (n.1973, Aveiro, Portugal)</p><p>Vive e trabalha no Porto, Portugal</p><p>Foi cofundadora dos espaços “Salão Olímpico” (2003-2005) e “Projeto Apêndice” (2006-07), ambos na cidade do Porto. Em 2009, recebeu uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para a residência na Acme Studios (Londres, UK, 2009-10) e uma bolsa como artista convidada para a residência artística Robert Rauschenberg (Captiva,E.U.A.,2015). Das suas exposições individuais fazem parte: “Expurgar Papel” curadoria de Nuno Crespo, Galeria da Escola das Artes da Universidade Católica, Porto, Portugal, 2024; “The Lizard - O novo Bestiário de Aberdeen” curadoria de Nuno Sacramento, The Worm, Aberdeen, Escócia, UK, 2023;&nbsp;“In my own language i am independente” curadoria Marta Almeida, Museu de Serralves, Porto, Portugal, 2023; “Confissões de uma batizada” curadoria João Mourão, Arquipélago-Art Center, S.Miguel, Açores, Portugal,2022; “hóspede” curadoria Marta Almeida, Villa de Arson, Nice, França, 2022; “Amanhã não há Arte” curadoria João Mourão e Luís Silva, Maat, Lisboa,Portugal, 2019; “da cauda à cabeça” curadoria&nbsp;Pedro Lapa, Museu Berardo, Lisboa, Portugal,2014; “O povo Reunido, Jamais será” curadoria David Santos, Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira, Portugal,2011. Participou em inúmeras colectivas em Portugal e no mundo passando por: SECS Pompeia SP 2020, 32ª bienal de São Paulo, 2016, Centro 2 Maio Madrid, 2016, Fundação Ricard Paris, 2015, Manifesta 8, Murcia, 2010.</p><p><br></p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://carlafilipenotcarlefelipe.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://carlafilipenotcarlefelipe.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/carla-filipe-in-my-own-language-i-am-independente/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/carla-filipe-in-my-own-language-i-am-independente/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aPuNvSlXRFE&amp;themeRefresh=1" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=aPuNvSlXRFE&amp;themeRefresh=1</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-r8H5fPEs8I" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=-r8H5fPEs8I</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2023/carla-filipe-my-own-language-i-am-independente" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2023/carla-filipe-my-own-language-i-am-independente</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2025/08/27/culturaipsilon/critica/vozes-palavras-carla-filipe-2144915" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2025/08/27/culturaipsilon/critica/vozes-palavras-carla-filipe-2144915</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/programa/tv/p32048/e4" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/programa/tv/p32048/e4</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=v2R2tSvp6PY" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=v2R2tSvp6PY</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 6.11.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Carla Filipe (n.1973, Aveiro, Portugal)</p><p>Vive e trabalha no Porto, Portugal</p><p>Foi cofundadora dos espaços “Salão Olímpico” (2003-2005) e “Projeto Apêndice” (2006-07), ambos na cidade do Porto. Em 2009, recebeu uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para a residência na Acme Studios (Londres, UK, 2009-10) e uma bolsa como artista convidada para a residência artística Robert Rauschenberg (Captiva,E.U.A.,2015). Das suas exposições individuais fazem parte: “Expurgar Papel” curadoria de Nuno Crespo, Galeria da Escola das Artes da Universidade Católica, Porto, Portugal, 2024; “The Lizard - O novo Bestiário de Aberdeen” curadoria de Nuno Sacramento, The Worm, Aberdeen, Escócia, UK, 2023;&nbsp;“In my own language i am independente” curadoria Marta Almeida, Museu de Serralves, Porto, Portugal, 2023; “Confissões de uma batizada” curadoria João Mourão, Arquipélago-Art Center, S.Miguel, Açores, Portugal,2022; “hóspede” curadoria Marta Almeida, Villa de Arson, Nice, França, 2022; “Amanhã não há Arte” curadoria João Mourão e Luís Silva, Maat, Lisboa,Portugal, 2019; “da cauda à cabeça” curadoria&nbsp;Pedro Lapa, Museu Berardo, Lisboa, Portugal,2014; “O povo Reunido, Jamais será” curadoria David Santos, Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira, Portugal,2011. Participou em inúmeras colectivas em Portugal e no mundo passando por: SECS Pompeia SP 2020, 32ª bienal de São Paulo, 2016, Centro 2 Maio Madrid, 2016, Fundação Ricard Paris, 2015, Manifesta 8, Murcia, 2010.</p><p><br></p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://carlafilipenotcarlefelipe.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://carlafilipenotcarlefelipe.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/carla-filipe-in-my-own-language-i-am-independente/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/carla-filipe-in-my-own-language-i-am-independente/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aPuNvSlXRFE&amp;themeRefresh=1" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=aPuNvSlXRFE&amp;themeRefresh=1</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-r8H5fPEs8I" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=-r8H5fPEs8I</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2023/carla-filipe-my-own-language-i-am-independente" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2023/carla-filipe-my-own-language-i-am-independente</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2025/08/27/culturaipsilon/critica/vozes-palavras-carla-filipe-2144915" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2025/08/27/culturaipsilon/critica/vozes-palavras-carla-filipe-2144915</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/programa/tv/p32048/e4" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/programa/tv/p32048/e4</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=v2R2tSvp6PY" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=v2R2tSvp6PY</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 6.11.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Carla Filipe (n.1973, Aveiro, Portugal)Vive e trabalha no Porto, PortugalFoi cofundadora dos espaços “Salão Olímpico” (2003-2005) e “Projeto Apêndice” (2006-07), ambos na cidade do Porto. Em 2009, recebeu uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian para a residência na Acme Studios (Londres, UK, 2009-10) e uma bolsa como artista convidada para a residência artística Robert Rauschenberg (Captiva,E.U.A.,2015). Das suas exposições individuais fazem parte: “Expurgar Papel” curadoria de Nuno Crespo, Galeria da Escola das Artes da Universidade Católica, Porto, Portugal, 2024; “The Lizard - O novo Bestiário de Aberdeen” curadoria de Nuno Sacramento, The Worm, Aberdeen, Escócia, UK, 2023; “In my own language i am independente” curadoria Marta Almeida, Museu de Serralves, Porto, Portugal, 2023; “Confissões de uma batizada” curadoria João Mourão, Arquipélago-Art Center, S.Miguel, Açores, Portugal,2022; “hóspede” curadoria Marta Almeida, Villa de Arson, Nice, França, 2022; “Amanhã não há Arte” curadoria João Mourão e Luís Silva, Maat, Lisboa,Portugal, 2019; “da cauda à cabeça” curadoria Pedro Lapa, Museu Berardo, Lisboa, Portugal,2014; “O povo Reunido, Jamais será” curadoria David Santos, Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira, Portugal,2011. Participou em inúmeras colectivas em Portugal e no mundo passando por: SECS Pompeia SP 2020, 32ª bienal de São Paulo, 2016, Centro 2 Maio Madrid, 2016, Fundação Ricard Paris, 2015, Manifesta 8, Murcia, 2010.Links: https://carlafilipenotcarlefelipe.com/ https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/carla-filipe-in-my-own-language-i-am-independente/ https://www.youtube.com/watch?v=aPuNvSlXRFE&amp;themeRefresh=1 https://www.youtube.com/watch?v=-r8H5fPEs8I https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2023/carla-filipe-my-own-language-i-am-independente https://www.publico.pt/2025/08/27/culturaipsilon/critica/vozes-palavras-carla-filipe-2144915 https://www.rtp.pt/programa/tv/p32048/e4 https://www.youtube.com/watch?v=v2R2tSvp6PY Episódio gravado a 6.11.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 24 Nov 2025 17:23:50 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 181 – “O estado da arte” – Conversa com Ana Rocha e Patrícia Portela</title>
            <description><![CDATA[  <p>Patrícia Portela é autora de espectáculos, instalações e obras literárias. Reconhecida</p><p>"pela peculiaridade da sua obra", recebeu vários prémios dos quais destaca: Prémio ACARTE/FCG para Flatland I (2004) e Wasteband (menção honrosa, 2003), finalista do 1' Prémio Multimédia Sonae/ MNACC 2015 para Parasomnia. A sua literatura é aclamada pela crítica e foi finalista do Prémio APE 2013 com Banquete, finalista do Prémio Correntes d'Escritas e Prémio Ciranda 2022 com Hifen que Miguel Real considerou "histórico".</p><p>&nbsp;</p><p>Ana Rocha, coreógrafa, curadora e performer, faz mediação em Cultura &amp; Artes, criando uma linguagem de pesquisa e acção artística, e socio-politica engajada no desenvolvimento potencial do processo e seu contexto. Ana opera em campos de multiplicidade e diversidade cultural co-relacionando pontos de reflexão e transição, a partir do acompanhamento e consultoria em instituições, organizações sem fins lucrativos, colectivos artísticos e criadores nacionais e internacionais. Formada em Artes Visuais e História da Arte, e doutoranda em Ecologia Humana na Universidade Nova de Lisboa.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://patriciaportela.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://patriciaportela.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Aqd36rZ9HAo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=Aqd36rZ9HAo</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ve6H7vsBhPA" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=ve6H7vsBhPA</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/podcasts/a-beleza-das-pequenas-coisas/2024-12-20-patricia-portela--parte-1--a-unica-volta-para-salvarmos-o-planeta-e-fazermos-menos-viajarmos-menos-consumirmos-menos-e-comermos-menos-2ea0aa2c" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/podcasts/a-beleza-das-pequenas-coisas/2024-12-20-patricia-portela--parte-1--a-unica-volta-para-salvarmos-o-planeta-e-fazermos-menos-viajarmos-menos-consumirmos-menos-e-comermos-menos-2ea0aa2c</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://performingborders.live/interviews/fronteiras-a-conversation-with-ana-rocha/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://performingborders.live/interviews/fronteiras-a-conversation-with-ana-rocha/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sigarra.up.pt/fbaup/pt/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=39942" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sigarra.up.pt/fbaup/pt/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=39942</a></p><p>&nbsp;</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Episódio gravado a 25.10.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Patrícia Portela é autora de espectáculos, instalações e obras literárias. Reconhecida</p><p>"pela peculiaridade da sua obra", recebeu vários prémios dos quais destaca: Prémio ACARTE/FCG para Flatland I (2004) e Wasteband (menção honrosa, 2003), finalista do 1' Prémio Multimédia Sonae/ MNACC 2015 para Parasomnia. A sua literatura é aclamada pela crítica e foi finalista do Prémio APE 2013 com Banquete, finalista do Prémio Correntes d'Escritas e Prémio Ciranda 2022 com Hifen que Miguel Real considerou "histórico".</p><p>&nbsp;</p><p>Ana Rocha, coreógrafa, curadora e performer, faz mediação em Cultura &amp; Artes, criando uma linguagem de pesquisa e acção artística, e socio-politica engajada no desenvolvimento potencial do processo e seu contexto. Ana opera em campos de multiplicidade e diversidade cultural co-relacionando pontos de reflexão e transição, a partir do acompanhamento e consultoria em instituições, organizações sem fins lucrativos, colectivos artísticos e criadores nacionais e internacionais. Formada em Artes Visuais e História da Arte, e doutoranda em Ecologia Humana na Universidade Nova de Lisboa.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://patriciaportela.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://patriciaportela.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Aqd36rZ9HAo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=Aqd36rZ9HAo</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ve6H7vsBhPA" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=ve6H7vsBhPA</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/podcasts/a-beleza-das-pequenas-coisas/2024-12-20-patricia-portela--parte-1--a-unica-volta-para-salvarmos-o-planeta-e-fazermos-menos-viajarmos-menos-consumirmos-menos-e-comermos-menos-2ea0aa2c" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/podcasts/a-beleza-das-pequenas-coisas/2024-12-20-patricia-portela--parte-1--a-unica-volta-para-salvarmos-o-planeta-e-fazermos-menos-viajarmos-menos-consumirmos-menos-e-comermos-menos-2ea0aa2c</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://performingborders.live/interviews/fronteiras-a-conversation-with-ana-rocha/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://performingborders.live/interviews/fronteiras-a-conversation-with-ana-rocha/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sigarra.up.pt/fbaup/pt/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=39942" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sigarra.up.pt/fbaup/pt/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=39942</a></p><p>&nbsp;</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Episódio gravado a 25.10.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Patrícia Portela é autora de espectáculos, instalações e obras literárias. Reconhecida&#34;pela peculiaridade da sua obra&#34;, recebeu vários prémios dos quais destaca: Prémio ACARTE/FCG para Flatland I (2004) e Wasteband (menção honrosa, 2003), finalista do 1&#39; Prémio Multimédia Sonae/ MNACC 2015 para Parasomnia. A sua literatura é aclamada pela crítica e foi finalista do Prémio APE 2013 com Banquete, finalista do Prémio Correntes d&#39;Escritas e Prémio Ciranda 2022 com Hifen que Miguel Real considerou &#34;histórico&#34;. Ana Rocha, coreógrafa, curadora e performer, faz mediação em Cultura &amp; Artes, criando uma linguagem de pesquisa e acção artística, e socio-politica engajada no desenvolvimento potencial do processo e seu contexto. Ana opera em campos de multiplicidade e diversidade cultural co-relacionando pontos de reflexão e transição, a partir do acompanhamento e consultoria em instituições, organizações sem fins lucrativos, colectivos artísticos e criadores nacionais e internacionais. Formada em Artes Visuais e História da Arte, e doutoranda em Ecologia Humana na Universidade Nova de Lisboa. Links: https://patriciaportela.pt/ https://www.youtube.com/watch?v=Aqd36rZ9HAo https://www.youtube.com/watch?v=ve6H7vsBhPA https://expresso.pt/podcasts/a-beleza-das-pequenas-coisas/2024-12-20-patricia-portela--parte-1--a-unica-volta-para-salvarmos-o-planeta-e-fazermos-menos-viajarmos-menos-consumirmos-menos-e-comermos-menos-2ea0aa2c https://performingborders.live/interviews/fronteiras-a-conversation-with-ana-rocha/ https://sigarra.up.pt/fbaup/pt/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=39942  Episódio gravado a 25.10.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Sun, 16 Nov 2025 18:52:47 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 180 – “Ontem, hoje e amanhã” – Conversa com Isabel Carlos</title>
            <description><![CDATA[  <p>Isabel Carlos (Coimbra,1962), é licenciada em Filosofia pela Universidade de Coimbra e mestre em Comunicação Social pela Universidade Nova de Lisboa com a tese «Performance ou a Arte num Lugar Incómodo» (1993). É crítica de arte desde 1991. Assessora para a área de exposições de Lisboa’94 – Capital Europeia da Cultura no âmbito da qual foi curadora das exposições colectivas “Depois de Amanhã” no Centro Cultural de Belém e “Do Sublime” no Museu do Chiado.</p><p>Foi co-fundadora e subdirectora do Instituto de Arte Contemporânea, tutelado pelo Ministério da Cultura entre 1996 e 2001, onde entre outras tarefas foi responsável pela aquisição da colecção de arte contemporânea mostrada em 2000 no Centro Cultural de Belem na exposição “Initiare”.</p><p>Foi membro dos júris da Bienal de Veneza em 2003, do Turner Prize em 2010, The Vincent Award em 2013, entre outros. Em 2004 foi directora artistica da Bienal de Sidney e curadora da exposição “On Reason and Emotion” que mostrou no MCA, na Art Gallery of New South Walles, no ArtSpace e no Royal Botanical Gardens. Em 2007 organizou para o Instituto Camões a exposição “Troca de Olhares” que foi mostrada em Maputo, Luanda e Mindelo. Entre 2009 e 2015 foi directora do CAM_Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa. Entre as múltiplas exposições que organizou e catálogos que concebeu e em que escreveu, destacam-se:</p><p>-“Inhabited Drawings”, Drawing Center, New York em 2004 também nesse ano a Bienal de Sidney «On Reason and Emotion».</p><p>- “Intus” de Helena Almeida, Pavilhão de Portugal, Bienal de Veneza em 2005.</p><p>- “Provisions for the Future”, Bienal de Sharjah, 2009.</p><p>- “Plegaria Muda” exposição de Doris Salcedo no CAM em 2011 que teve itinerância no Moderna Museet, Malmo; MAXXI, Roma; MUAC, Mexico; Pinacoteca, S.Paulo.</p><p>Organizou as seguintes exposições antológicas bem como as respectivas publicações: “Entrada Azul”- Helena Almeida, Casa da America, Madrid 1998; “Tela Rosa para Vestir” - Helena Almeida, Fundacion Telefonica, Madrid 2008; em Lisboa no CAM: “Menina Limpa Menina Suja” – Ana Vidigal, 2010, no mesmo ano “Mais que a Vida” - Vasco Araujo e Javier Tellez, que depois seguiu para o Marco em Vigo; em 2011 “Linha de Montagem” - Miguel Palma”; em 2012 “Frutos Estranhos” – Rosangela Renno, que depois seguiu para o FotoMuseum em Winterthur; “Trabalhos com Texto e Imagem” - João Penalva, a seguir mostrada no Kunsthalle Brandts, Odense; em 2013 Lida Abdul , primeiro no CAM e depois na Fundacao Calouste Gulbenkian em Paris, no mesmo ano “Sob o Signo de Amadeo”, exposição alargada da colecção do CAM e um ciclo de performance; “O Peso do Paraíso”- Rui Chafes, 2014; “Luanda, Los Angeles, Lisboa” - Antonio Ole, 2016. “Todos os Títulos Estão Errados” - Paulo Quintas, Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, EGEAC - Lisboa, 2018; no mesmo ano “O Outro Casal - Helena Almeida e Artur Rosa” no Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva, Lisboa. Entre 2023 e 2024 foi administradora delegada deste museu assegurando a transição entre direcções. Em 2019 mostrou a colecção de José Lima, no Palácio de São Bento, Lisboa. Entre 2019 e 2022 integrou a comissão de aquisições de arte contemporânea da Camara Municipal de Lisboa. Em 2023 organizou “Hello! Are You There?” retrospectiva e catalogo raisoné da obra de Luisa Cunha, Maat, Lisboa; “Fotografia Habitada”, antológica de Helena Almeida, Instituto Moreira Sales, S.Paulo, ambas as exposições foram consideradas entre as melhores do ano nos respectivos países.</p><p>Desde o final de 2024 é Directora do Pavilhão Julião Sarmento, um novo museu da cidade de Lisboa.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.pavilhaojuliaosarmento.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.pavilhaojuliaosarmento.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.mca.com.au/exhibitions/14th-biennale-of-sydney-on-reason-and-emotion/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.mca.com.au/exhibitions/14th-biennale-of-sydney-on-reason-and-emotion/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2006/01/20/jornal/intus-de-helena-almeida-agora-em-lisboa-59220" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2006/01/20/jornal/intus-de-helena-almeida-agora-em-lisboa-59220</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maat.pt/pt/exhibition/luisa-cunha-hello-are-you-there" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maat.pt/pt/exhibition/luisa-cunha-hello-are-you-there</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/entrevista-160-isabel-carlos" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/entrevista-160-isabel-carlos</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://arquivos.rtp.pt/conteudos/artes-plasticas-34/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://arquivos.rtp.pt/conteudos/artes-plasticas-34/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2013/01/23/culturaipsilon/noticia/as-linhas-com-que-uma-obra-se-cose-1658156" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2013/01/23/culturaipsilon/noticia/as-linhas-com-que-uma-obra-se-cose-1658156</a></p><p>&nbsp;</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Episódio gravado a 22.10.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Isabel Carlos (Coimbra,1962), é licenciada em Filosofia pela Universidade de Coimbra e mestre em Comunicação Social pela Universidade Nova de Lisboa com a tese «Performance ou a Arte num Lugar Incómodo» (1993). É crítica de arte desde 1991. Assessora para a área de exposições de Lisboa’94 – Capital Europeia da Cultura no âmbito da qual foi curadora das exposições colectivas “Depois de Amanhã” no Centro Cultural de Belém e “Do Sublime” no Museu do Chiado.</p><p>Foi co-fundadora e subdirectora do Instituto de Arte Contemporânea, tutelado pelo Ministério da Cultura entre 1996 e 2001, onde entre outras tarefas foi responsável pela aquisição da colecção de arte contemporânea mostrada em 2000 no Centro Cultural de Belem na exposição “Initiare”.</p><p>Foi membro dos júris da Bienal de Veneza em 2003, do Turner Prize em 2010, The Vincent Award em 2013, entre outros. Em 2004 foi directora artistica da Bienal de Sidney e curadora da exposição “On Reason and Emotion” que mostrou no MCA, na Art Gallery of New South Walles, no ArtSpace e no Royal Botanical Gardens. Em 2007 organizou para o Instituto Camões a exposição “Troca de Olhares” que foi mostrada em Maputo, Luanda e Mindelo. Entre 2009 e 2015 foi directora do CAM_Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa. Entre as múltiplas exposições que organizou e catálogos que concebeu e em que escreveu, destacam-se:</p><p>-“Inhabited Drawings”, Drawing Center, New York em 2004 também nesse ano a Bienal de Sidney «On Reason and Emotion».</p><p>- “Intus” de Helena Almeida, Pavilhão de Portugal, Bienal de Veneza em 2005.</p><p>- “Provisions for the Future”, Bienal de Sharjah, 2009.</p><p>- “Plegaria Muda” exposição de Doris Salcedo no CAM em 2011 que teve itinerância no Moderna Museet, Malmo; MAXXI, Roma; MUAC, Mexico; Pinacoteca, S.Paulo.</p><p>Organizou as seguintes exposições antológicas bem como as respectivas publicações: “Entrada Azul”- Helena Almeida, Casa da America, Madrid 1998; “Tela Rosa para Vestir” - Helena Almeida, Fundacion Telefonica, Madrid 2008; em Lisboa no CAM: “Menina Limpa Menina Suja” – Ana Vidigal, 2010, no mesmo ano “Mais que a Vida” - Vasco Araujo e Javier Tellez, que depois seguiu para o Marco em Vigo; em 2011 “Linha de Montagem” - Miguel Palma”; em 2012 “Frutos Estranhos” – Rosangela Renno, que depois seguiu para o FotoMuseum em Winterthur; “Trabalhos com Texto e Imagem” - João Penalva, a seguir mostrada no Kunsthalle Brandts, Odense; em 2013 Lida Abdul , primeiro no CAM e depois na Fundacao Calouste Gulbenkian em Paris, no mesmo ano “Sob o Signo de Amadeo”, exposição alargada da colecção do CAM e um ciclo de performance; “O Peso do Paraíso”- Rui Chafes, 2014; “Luanda, Los Angeles, Lisboa” - Antonio Ole, 2016. “Todos os Títulos Estão Errados” - Paulo Quintas, Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, EGEAC - Lisboa, 2018; no mesmo ano “O Outro Casal - Helena Almeida e Artur Rosa” no Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva, Lisboa. Entre 2023 e 2024 foi administradora delegada deste museu assegurando a transição entre direcções. Em 2019 mostrou a colecção de José Lima, no Palácio de São Bento, Lisboa. Entre 2019 e 2022 integrou a comissão de aquisições de arte contemporânea da Camara Municipal de Lisboa. Em 2023 organizou “Hello! Are You There?” retrospectiva e catalogo raisoné da obra de Luisa Cunha, Maat, Lisboa; “Fotografia Habitada”, antológica de Helena Almeida, Instituto Moreira Sales, S.Paulo, ambas as exposições foram consideradas entre as melhores do ano nos respectivos países.</p><p>Desde o final de 2024 é Directora do Pavilhão Julião Sarmento, um novo museu da cidade de Lisboa.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.pavilhaojuliaosarmento.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.pavilhaojuliaosarmento.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.mca.com.au/exhibitions/14th-biennale-of-sydney-on-reason-and-emotion/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.mca.com.au/exhibitions/14th-biennale-of-sydney-on-reason-and-emotion/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2006/01/20/jornal/intus-de-helena-almeida-agora-em-lisboa-59220" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2006/01/20/jornal/intus-de-helena-almeida-agora-em-lisboa-59220</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maat.pt/pt/exhibition/luisa-cunha-hello-are-you-there" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maat.pt/pt/exhibition/luisa-cunha-hello-are-you-there</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/entrevista-160-isabel-carlos" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/entrevista-160-isabel-carlos</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://arquivos.rtp.pt/conteudos/artes-plasticas-34/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://arquivos.rtp.pt/conteudos/artes-plasticas-34/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2013/01/23/culturaipsilon/noticia/as-linhas-com-que-uma-obra-se-cose-1658156" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2013/01/23/culturaipsilon/noticia/as-linhas-com-que-uma-obra-se-cose-1658156</a></p><p>&nbsp;</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Episódio gravado a 22.10.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Isabel Carlos (Coimbra,1962), é licenciada em Filosofia pela Universidade de Coimbra e mestre em Comunicação Social pela Universidade Nova de Lisboa com a tese «Performance ou a Arte num Lugar Incómodo» (1993). É crítica de arte desde 1991. Assessora para a área de exposições de Lisboa’94 – Capital Europeia da Cultura no âmbito da qual foi curadora das exposições colectivas “Depois de Amanhã” no Centro Cultural de Belém e “Do Sublime” no Museu do Chiado.Foi co-fundadora e subdirectora do Instituto de Arte Contemporânea, tutelado pelo Ministério da Cultura entre 1996 e 2001, onde entre outras tarefas foi responsável pela aquisição da colecção de arte contemporânea mostrada em 2000 no Centro Cultural de Belem na exposição “Initiare”.Foi membro dos júris da Bienal de Veneza em 2003, do Turner Prize em 2010, The Vincent Award em 2013, entre outros. Em 2004 foi directora artistica da Bienal de Sidney e curadora da exposição “On Reason and Emotion” que mostrou no MCA, na Art Gallery of New South Walles, no ArtSpace e no Royal Botanical Gardens. Em 2007 organizou para o Instituto Camões a exposição “Troca de Olhares” que foi mostrada em Maputo, Luanda e Mindelo. Entre 2009 e 2015 foi directora do CAM_Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa. Entre as múltiplas exposições que organizou e catálogos que concebeu e em que escreveu, destacam-se:-“Inhabited Drawings”, Drawing Center, New York em 2004 também nesse ano a Bienal de Sidney «On Reason and Emotion».- “Intus” de Helena Almeida, Pavilhão de Portugal, Bienal de Veneza em 2005.- “Provisions for the Future”, Bienal de Sharjah, 2009.- “Plegaria Muda” exposição de Doris Salcedo no CAM em 2011 que teve itinerância no Moderna Museet, Malmo; MAXXI, Roma; MUAC, Mexico; Pinacoteca, S.Paulo.Organizou as seguintes exposições antológicas bem como as respectivas publicações: “Entrada Azul”- Helena Almeida, Casa da America, Madrid 1998; “Tela Rosa para Vestir” - Helena Almeida, Fundacion Telefonica, Madrid 2008; em Lisboa no CAM: “Menina Limpa Menina Suja” – Ana Vidigal, 2010, no mesmo ano “Mais que a Vida” - Vasco Araujo e Javier Tellez, que depois seguiu para o Marco em Vigo; em 2011 “Linha de Montagem” - Miguel Palma”; em 2012 “Frutos Estranhos” – Rosangela Renno, que depois seguiu para o FotoMuseum em Winterthur; “Trabalhos com Texto e Imagem” - João Penalva, a seguir mostrada no Kunsthalle Brandts, Odense; em 2013 Lida Abdul , primeiro no CAM e depois na Fundacao Calouste Gulbenkian em Paris, no mesmo ano “Sob o Signo de Amadeo”, exposição alargada da colecção do CAM e um ciclo de performance; “O Peso do Paraíso”- Rui Chafes, 2014; “Luanda, Los Angeles, Lisboa” - Antonio Ole, 2016. “Todos os Títulos Estão Errados” - Paulo Quintas, Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, EGEAC - Lisboa, 2018; no mesmo ano “O Outro Casal - Helena Almeida e Artur Rosa” no Museu Arpad Szenes-Vieira da Silva, Lisboa. Entre 2023 e 2024 foi administradora delegada deste museu assegurando a transição entre direcções. Em 2019 mostrou a colecção de José Lima, no Palácio de São Bento, Lisboa. Entre 2019 e 2022 integrou a comissão de aquisições de arte contemporânea da Camara Municipal de Lisboa. Em 2023 organizou “Hello! Are You There?” retrospectiva e catalogo raisoné da obra de Luisa Cunha, Maat, Lisboa; “Fotografia Habitada”, antológica de Helena Almeida, Instituto Moreira Sales, S.Paulo, ambas as exposições foram consideradas entre as melhores do ano nos respectivos países.Desde o final de 2024 é Directora do Pavilhão Julião Sarmento, um novo museu da cidade de Lisboa. Links: https://www.pavilhaojuliaosarmento.pt/ https://www.mca.com.au/exhibitions/14th-biennale-of-sydney-on-reason-and-emotion/ https://www.publico.pt/2006/01/20/jornal/intus-de-helena-almeida-agora-em-lisboa-59220 https://www.maat.pt/pt/exhibition/luisa-cunha-hello-are-you-there https://www.artecapital.net/entrevista-160-isabel-carlos https://arquivos.rtp.pt/conteudos/artes-plasticas-34/ https://www.publico.pt/2013/01/23/culturaipsilon/noticia/as-linhas-com-que-uma-obra-se-cose-1658156  Episódio gravado a 22.10.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 04 Nov 2025 16:40:11 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 179 – “Sign Shop” – Conversa com Pedro O Novo</title>
            <description><![CDATA[  <p>&nbsp;Pedro O Novo (Portugal, 1992) vive e trabalha em Lisboa. Formou-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Pedro O Novo encontra inspiração na literatura, sobretudo nos clássicos, para criar os seus personagens e referências. Estas são incorporadas na pintura de forma literal, mas com um toque fantasioso, transmitindo a sua essência e imediatismo. Nas suas pinturas, existe um constante sentido de revivalismo e nostalgia por outro tempo — um tempo que nunca viveu. Atualmente, está a estudar marcenaria e planeia integrar o rigor, o método e a tridimensionalidade desta disciplina no seu universo pictórico. Entre as suas exposições individuais destacam-se: Vernissage (Balcony Gallery, 2025), Sign Shop (Appleton Box, Lisboa, 2025), Primeira Década (Braço Perna, Lisboa, 2024), Dói-me a paleta (Atelier “Caro Olaias”, Lisboa, 2019), Nostalgia (Galeria Municipal, Beja, 2017). Participou em diversas exposições coletivas, entre as quais: EDGE IS VIRTUE - Dialogue #12 (Dialogue Gallery, Lisbon, 2025), Encontros Imediatos de Segundo Grau (Galeria Avenida da Índia, Lisboa, 2023), Hearts On Fire (Plato Gallery, Évora, 2023), Spike to Spika (Monumental Gallery, Lisboa, 2023), Pintura sem Fim (Brotéria, Lisboa, 2023), Why do We Watch Cartoons &amp; Documents of Innuendo (Ainori Gallery, Lisboa, 2022), POW SPLAT YEAH (Appleton Box, Lisboa, 2021), Novos Olhares sobre o Côa (Museu Arqueológico do Carmo, Lisboa, 2017).</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://pedroonovo.com/about/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pedroonovo.com/about/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://balcony.pt/pedroonovo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://balcony.pt/pedroonovo/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.ainori.pt/pt/pedro_o_novo_2.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.ainori.pt/pt/pedro_o_novo_2.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.instagram.com/p/DNTXvbQMU3J/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.instagram.com/p/DNTXvbQMU3J/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.agendalx.pt/events/event/pedro-o-novo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.agendalx.pt/events/event/pedro-o-novo/</a></p><p>&nbsp;</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Episódio gravado a 22.10.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>&nbsp;Pedro O Novo (Portugal, 1992) vive e trabalha em Lisboa. Formou-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Pedro O Novo encontra inspiração na literatura, sobretudo nos clássicos, para criar os seus personagens e referências. Estas são incorporadas na pintura de forma literal, mas com um toque fantasioso, transmitindo a sua essência e imediatismo. Nas suas pinturas, existe um constante sentido de revivalismo e nostalgia por outro tempo — um tempo que nunca viveu. Atualmente, está a estudar marcenaria e planeia integrar o rigor, o método e a tridimensionalidade desta disciplina no seu universo pictórico. Entre as suas exposições individuais destacam-se: Vernissage (Balcony Gallery, 2025), Sign Shop (Appleton Box, Lisboa, 2025), Primeira Década (Braço Perna, Lisboa, 2024), Dói-me a paleta (Atelier “Caro Olaias”, Lisboa, 2019), Nostalgia (Galeria Municipal, Beja, 2017). Participou em diversas exposições coletivas, entre as quais: EDGE IS VIRTUE - Dialogue #12 (Dialogue Gallery, Lisbon, 2025), Encontros Imediatos de Segundo Grau (Galeria Avenida da Índia, Lisboa, 2023), Hearts On Fire (Plato Gallery, Évora, 2023), Spike to Spika (Monumental Gallery, Lisboa, 2023), Pintura sem Fim (Brotéria, Lisboa, 2023), Why do We Watch Cartoons &amp; Documents of Innuendo (Ainori Gallery, Lisboa, 2022), POW SPLAT YEAH (Appleton Box, Lisboa, 2021), Novos Olhares sobre o Côa (Museu Arqueológico do Carmo, Lisboa, 2017).</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://pedroonovo.com/about/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pedroonovo.com/about/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://balcony.pt/pedroonovo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://balcony.pt/pedroonovo/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.ainori.pt/pt/pedro_o_novo_2.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.ainori.pt/pt/pedro_o_novo_2.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.instagram.com/p/DNTXvbQMU3J/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.instagram.com/p/DNTXvbQMU3J/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.agendalx.pt/events/event/pedro-o-novo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.agendalx.pt/events/event/pedro-o-novo/</a></p><p>&nbsp;</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Episódio gravado a 22.10.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary> Pedro O Novo (Portugal, 1992) vive e trabalha em Lisboa. Formou-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Pedro O Novo encontra inspiração na literatura, sobretudo nos clássicos, para criar os seus personagens e referências. Estas são incorporadas na pintura de forma literal, mas com um toque fantasioso, transmitindo a sua essência e imediatismo. Nas suas pinturas, existe um constante sentido de revivalismo e nostalgia por outro tempo — um tempo que nunca viveu. Atualmente, está a estudar marcenaria e planeia integrar o rigor, o método e a tridimensionalidade desta disciplina no seu universo pictórico. Entre as suas exposições individuais destacam-se: Vernissage (Balcony Gallery, 2025), Sign Shop (Appleton Box, Lisboa, 2025), Primeira Década (Braço Perna, Lisboa, 2024), Dói-me a paleta (Atelier “Caro Olaias”, Lisboa, 2019), Nostalgia (Galeria Municipal, Beja, 2017). Participou em diversas exposições coletivas, entre as quais: EDGE IS VIRTUE - Dialogue #12 (Dialogue Gallery, Lisbon, 2025), Encontros Imediatos de Segundo Grau (Galeria Avenida da Índia, Lisboa, 2023), Hearts On Fire (Plato Gallery, Évora, 2023), Spike to Spika (Monumental Gallery, Lisboa, 2023), Pintura sem Fim (Brotéria, Lisboa, 2023), Why do We Watch Cartoons &amp; Documents of Innuendo (Ainori Gallery, Lisboa, 2022), POW SPLAT YEAH (Appleton Box, Lisboa, 2021), Novos Olhares sobre o Côa (Museu Arqueológico do Carmo, Lisboa, 2017). Links: https://pedroonovo.com/about/ https://balcony.pt/pedroonovo/ http://www.ainori.pt/pt/pedro_o_novo_2.html https://www.instagram.com/p/DNTXvbQMU3J/ https://www.agendalx.pt/events/event/pedro-o-novo/  Episódio gravado a 22.10.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 24 Oct 2025 00:11:35 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 178 – “Risco” – Conversa com Carla Chaim</title>
            <description><![CDATA[  <p>Carla Chaim (1983, Brasil)</p><p>Vive e trabalha em São Paulo. Artista visual e mestranda em Poéticas Visuais pela Escola de Comunicação e Artes da USP, graduada em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP (2004), onde também fez pós- graduação em História da Arte (2007). Chaim prepara uma mostra individual no MACBA de Buenos Aires para o ano de 2025, além de ter trabalhado este verão em residências como El espacio 23 em Miami e Appleton em Lisboa na sequência da qual inaugurou ontem a exposição “Risco” na Appleton Box. Entre suas individuais destacam-se: Dobrar Cartas, Riscar Jornais na Quase Galeria, no Porto, em 2023 e em 2021: Febre, na Galeria Raquel Arnaud, em São Paulo. Em 2020, criou a instalação da arena/palco para as performances de Histórias da Dança, MASP, SP, quando teve sua obra adquirida pelo acervo do museu. Em 2016, Carla foi nomeada para o Future Generation Art Prize, onde em 2017 expôs no Pinchuk Art Centre, Kiev, Ucrânia e no Palazzo Contarini Polignac, Veneza, Itália, num evento colateral à Bienal de Veneza. O seu trabalho foi apresentado em exposições coletivas passando pelo Espaço das Artes, São Paulo, Brasil (2024); Casa de Cultura do Parque, São Paulo, Brasil (2024); Coral Gables Museum, Florida, EUA (2023); Osnova Gallery, Moscovo, Rússia (2021); Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB, Rio de Janeiro, Brasil (2021); Fundación ArtNexus, BogotÁ, Colômbia (2020); Lothringer13 Halle, Munique, Alemanha (2017); Plaza North Gallery, Saitama, Japão (2015); Cisneros Fontanals Art Foundation – CIFO, Miami, USA (2014); Carla Chaim foi premiada em 2022 com o EFG Latin America Art Award e no Brasil recebeu prémios como CCBB Contemporâneo e Prémio FOCO Bradesco, ambos no Rio de Janeiro, e Prémio Funarte de Arte Contemporânea e Prémio Energias na Arte em São Paulo. A sua obra faz parte de coleções como Ella Fontanals-Cisneros, Miami, USA; Museu de Arte de São Paulo - MASP, Brasil; Museu de Arte do Rio - MAR, RJ, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil, entre outros.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p>https://ww<a href="https://www.carlachaim.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">w.carlachaim.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p>https://r<a href="https://raquelarnaud.com/en/artistas/carla-chaim/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">aquelarnaud.com/en/artistas/carla-chaim/</a></p><p>&nbsp;</p><p>https://<a href="https://www.premiopipa.com/pag/carla-chaim/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">www.premiopipa.com/pag/carla-chaim/</a></p><p>&nbsp;</p><p>https:/<a href="https://www.jardimdohermes.com/sobre" rel="noopener noreferrer" target="_blank">/www.jardimdohermes.com/sobre</a></p><p>&nbsp;</p><p>https:<a href="https://www.the55project.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">//www.the55project.com/</a></p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 12.09.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Carla Chaim (1983, Brasil)</p><p>Vive e trabalha em São Paulo. Artista visual e mestranda em Poéticas Visuais pela Escola de Comunicação e Artes da USP, graduada em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP (2004), onde também fez pós- graduação em História da Arte (2007). Chaim prepara uma mostra individual no MACBA de Buenos Aires para o ano de 2025, além de ter trabalhado este verão em residências como El espacio 23 em Miami e Appleton em Lisboa na sequência da qual inaugurou ontem a exposição “Risco” na Appleton Box. Entre suas individuais destacam-se: Dobrar Cartas, Riscar Jornais na Quase Galeria, no Porto, em 2023 e em 2021: Febre, na Galeria Raquel Arnaud, em São Paulo. Em 2020, criou a instalação da arena/palco para as performances de Histórias da Dança, MASP, SP, quando teve sua obra adquirida pelo acervo do museu. Em 2016, Carla foi nomeada para o Future Generation Art Prize, onde em 2017 expôs no Pinchuk Art Centre, Kiev, Ucrânia e no Palazzo Contarini Polignac, Veneza, Itália, num evento colateral à Bienal de Veneza. O seu trabalho foi apresentado em exposições coletivas passando pelo Espaço das Artes, São Paulo, Brasil (2024); Casa de Cultura do Parque, São Paulo, Brasil (2024); Coral Gables Museum, Florida, EUA (2023); Osnova Gallery, Moscovo, Rússia (2021); Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB, Rio de Janeiro, Brasil (2021); Fundación ArtNexus, BogotÁ, Colômbia (2020); Lothringer13 Halle, Munique, Alemanha (2017); Plaza North Gallery, Saitama, Japão (2015); Cisneros Fontanals Art Foundation – CIFO, Miami, USA (2014); Carla Chaim foi premiada em 2022 com o EFG Latin America Art Award e no Brasil recebeu prémios como CCBB Contemporâneo e Prémio FOCO Bradesco, ambos no Rio de Janeiro, e Prémio Funarte de Arte Contemporânea e Prémio Energias na Arte em São Paulo. A sua obra faz parte de coleções como Ella Fontanals-Cisneros, Miami, USA; Museu de Arte de São Paulo - MASP, Brasil; Museu de Arte do Rio - MAR, RJ, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil, entre outros.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p>https://ww<a href="https://www.carlachaim.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">w.carlachaim.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p>https://r<a href="https://raquelarnaud.com/en/artistas/carla-chaim/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">aquelarnaud.com/en/artistas/carla-chaim/</a></p><p>&nbsp;</p><p>https://<a href="https://www.premiopipa.com/pag/carla-chaim/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">www.premiopipa.com/pag/carla-chaim/</a></p><p>&nbsp;</p><p>https:/<a href="https://www.jardimdohermes.com/sobre" rel="noopener noreferrer" target="_blank">/www.jardimdohermes.com/sobre</a></p><p>&nbsp;</p><p>https:<a href="https://www.the55project.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">//www.the55project.com/</a></p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 12.09.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Carla Chaim (1983, Brasil)Vive e trabalha em São Paulo. Artista visual e mestranda em Poéticas Visuais pela Escola de Comunicação e Artes da USP, graduada em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP (2004), onde também fez pós- graduação em História da Arte (2007). Chaim prepara uma mostra individual no MACBA de Buenos Aires para o ano de 2025, além de ter trabalhado este verão em residências como El espacio 23 em Miami e Appleton em Lisboa na sequência da qual inaugurou ontem a exposição “Risco” na Appleton Box. Entre suas individuais destacam-se: Dobrar Cartas, Riscar Jornais na Quase Galeria, no Porto, em 2023 e em 2021: Febre, na Galeria Raquel Arnaud, em São Paulo. Em 2020, criou a instalação da arena/palco para as performances de Histórias da Dança, MASP, SP, quando teve sua obra adquirida pelo acervo do museu. Em 2016, Carla foi nomeada para o Future Generation Art Prize, onde em 2017 expôs no Pinchuk Art Centre, Kiev, Ucrânia e no Palazzo Contarini Polignac, Veneza, Itália, num evento colateral à Bienal de Veneza. O seu trabalho foi apresentado em exposições coletivas passando pelo Espaço das Artes, São Paulo, Brasil (2024); Casa de Cultura do Parque, São Paulo, Brasil (2024); Coral Gables Museum, Florida, EUA (2023); Osnova Gallery, Moscovo, Rússia (2021); Centro Cultural Banco do Brasil - CCBB, Rio de Janeiro, Brasil (2021); Fundación ArtNexus, BogotÁ, Colômbia (2020); Lothringer13 Halle, Munique, Alemanha (2017); Plaza North Gallery, Saitama, Japão (2015); Cisneros Fontanals Art Foundation – CIFO, Miami, USA (2014); Carla Chaim foi premiada em 2022 com o EFG Latin America Art Award e no Brasil recebeu prémios como CCBB Contemporâneo e Prémio FOCO Bradesco, ambos no Rio de Janeiro, e Prémio Funarte de Arte Contemporânea e Prémio Energias na Arte em São Paulo. A sua obra faz parte de coleções como Ella Fontanals-Cisneros, Miami, USA; Museu de Arte de São Paulo - MASP, Brasil; Museu de Arte do Rio - MAR, RJ, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil, entre outros.Links: https://www.carlachaim.com/ https://raquelarnaud.com/en/artistas/carla-chaim/ https://www.premiopipa.com/pag/carla-chaim/ https://www.jardimdohermes.com/sobre https://www.the55project.com/ Episódio gravado a 12.09.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 15 Oct 2025 02:56:37 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 177 – “Folklore” – Conversa com Pedro Barateiro</title>
            <description><![CDATA[  <p>Pedro Barateiro vive e trabalha em Lisboa. Desenha desde muito cedo, e a sua formação em desenho, escultura, vídeo e escrita foi ampliada na Escola António Arroio, na ESAD, nas Caldas da Rainha, no Programa de Estudos Independentes na Maumaus, em Lisboa, e com o mestrado na Academia de Arte de Malmö, na Universidade de Lund, na Suécia, com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Fez residências artísticas no Pavillon – Palais de Tokyo, em Paris; na AIR, em Antuérpia; no ISCP em Nova Iorque; na Galeria Zé dos Bois e na Spike Island, em Bristol.</p><p>As suas primeiras exposições individuais em contexto museológico aconteceram em 2008 no Pavilhão Branco, em Lisboa, com a exposição "Domingo"; seguida de "Teoria da Fala" na Casa de Serralves em 2009. Destacam-se ainda exposições individuais em Portugal na Kunsthalle Lissabon, no Museu Coleção Berardo, Parkour, Lumiar Cité, CIAJG, Fundação Carmona e Costa, Rialto6 e nas Galerias Pedro Cera e Filomena Soares. Das suas exposições individuais fora do país, destaco as apresentadas no Kunsthalle de Basel, em 2010; na REDCAT em Los Angeles, em 2016, e no Kunsthalle de Münster, em 2023.</p><p>O seu percurso foi-se definindo por muitas participações em exposições colectivas no estrangeiro como a Bienal de Performance de Vilnius em 2023, a 13ª Bienal de Sharjah, 20º Festival SESC–Videobrasil, 29ª Bienal de São Paulo, 16ª Bienal de Sidney e 5ª Bienal de Berlim, e em museus e centros de arte como Palais de Tokyo, ARTER, em Istambul, o Museu de Arte Contemporânea de Antuérpia, o CGAC Santiago de Compostela, a Fundação Gulbenkian, MAAT, Fondazione Giuliani, Le Plateau – Frac Île-de-France, entre muitos outros.</p><p>As suas performances foram apresentadas em várias instituições como TNDMII, Centre Pompidou, Théâtre de la Ville e Fondation Ricard, 98 Weeks, Centro Cultural São Paulo, Cinema Batalha, Teatro Rivoli, Teatro Praga e Teatro São Luiz, entre outros.</p><p>Editou vários livros de artista, e também as monografias “Como Fazer uma Máscara",&nbsp;editada pela Kunsthalle Lissabon e Sternberg Press;&nbsp;“É só uma ferida”, pela Documenta/ Mousse Publishing), e publicou parte da sua tese de mestrado "O Artista como Espectador" pela Mousse Publishing. Barateiro organiza eventos e exposições na Spirit Shop, que começou no seu atelier na Rua da Madalena em 2017. E em 2020, juntamente com um grupo de artistas, iniciou a primeira associação de artistas visuais em Portugal, a AAVP.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://pedrobarateiro.tumblr.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pedrobarateiro.tumblr.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.gfilomenasoares.com/artists/pedro-barateiro/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.gfilomenasoares.com/artists/pedro-barateiro/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://pedro-barateiro.blogspot.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pedro-barateiro.blogspot.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2020/pedro-barateiro-abismo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2020/pedro-barateiro-abismo</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.moussemagazine.it/magazine/pedro-barateiro-opening-monologue-absent-artist-exhibition-jozef-netwerk-aalst/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.moussemagazine.it/magazine/pedro-barateiro-opening-monologue-absent-artist-exhibition-jozef-netwerk-aalst/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/cam/agenda/movimento-pedro-barateiro/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/cam/agenda/movimento-pedro-barateiro/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.p55.art/blogs/p55-magazine/pedro-barateiro-na-1%C2%AAedicao-da-bienal-de-arte-performatica-de-vilnius?srsltid=AfmBOooFbnLuYz3hGwqyh0Pb8n5cK6rD1nbQiU39JT7DyaFWdnUaPyae" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.p55.art/blogs/p55-magazine/pedro-barateiro-na-1%C2%AAedicao-da-bienal-de-arte-performatica-de-vilnius?srsltid=AfmBOooFbnLuYz3hGwqyh0Pb8n5cK6rD1nbQiU39JT7DyaFWdnUaPyae</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cracalsace.com/en/569_love-song-pedro-barateiro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cracalsace.com/en/569_love-song-pedro-barateiro</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 16.09.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Pedro Barateiro vive e trabalha em Lisboa. Desenha desde muito cedo, e a sua formação em desenho, escultura, vídeo e escrita foi ampliada na Escola António Arroio, na ESAD, nas Caldas da Rainha, no Programa de Estudos Independentes na Maumaus, em Lisboa, e com o mestrado na Academia de Arte de Malmö, na Universidade de Lund, na Suécia, com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Fez residências artísticas no Pavillon – Palais de Tokyo, em Paris; na AIR, em Antuérpia; no ISCP em Nova Iorque; na Galeria Zé dos Bois e na Spike Island, em Bristol.</p><p>As suas primeiras exposições individuais em contexto museológico aconteceram em 2008 no Pavilhão Branco, em Lisboa, com a exposição "Domingo"; seguida de "Teoria da Fala" na Casa de Serralves em 2009. Destacam-se ainda exposições individuais em Portugal na Kunsthalle Lissabon, no Museu Coleção Berardo, Parkour, Lumiar Cité, CIAJG, Fundação Carmona e Costa, Rialto6 e nas Galerias Pedro Cera e Filomena Soares. Das suas exposições individuais fora do país, destaco as apresentadas no Kunsthalle de Basel, em 2010; na REDCAT em Los Angeles, em 2016, e no Kunsthalle de Münster, em 2023.</p><p>O seu percurso foi-se definindo por muitas participações em exposições colectivas no estrangeiro como a Bienal de Performance de Vilnius em 2023, a 13ª Bienal de Sharjah, 20º Festival SESC–Videobrasil, 29ª Bienal de São Paulo, 16ª Bienal de Sidney e 5ª Bienal de Berlim, e em museus e centros de arte como Palais de Tokyo, ARTER, em Istambul, o Museu de Arte Contemporânea de Antuérpia, o CGAC Santiago de Compostela, a Fundação Gulbenkian, MAAT, Fondazione Giuliani, Le Plateau – Frac Île-de-France, entre muitos outros.</p><p>As suas performances foram apresentadas em várias instituições como TNDMII, Centre Pompidou, Théâtre de la Ville e Fondation Ricard, 98 Weeks, Centro Cultural São Paulo, Cinema Batalha, Teatro Rivoli, Teatro Praga e Teatro São Luiz, entre outros.</p><p>Editou vários livros de artista, e também as monografias “Como Fazer uma Máscara",&nbsp;editada pela Kunsthalle Lissabon e Sternberg Press;&nbsp;“É só uma ferida”, pela Documenta/ Mousse Publishing), e publicou parte da sua tese de mestrado "O Artista como Espectador" pela Mousse Publishing. Barateiro organiza eventos e exposições na Spirit Shop, que começou no seu atelier na Rua da Madalena em 2017. E em 2020, juntamente com um grupo de artistas, iniciou a primeira associação de artistas visuais em Portugal, a AAVP.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://pedrobarateiro.tumblr.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pedrobarateiro.tumblr.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.gfilomenasoares.com/artists/pedro-barateiro/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.gfilomenasoares.com/artists/pedro-barateiro/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://pedro-barateiro.blogspot.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pedro-barateiro.blogspot.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2020/pedro-barateiro-abismo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2020/pedro-barateiro-abismo</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.moussemagazine.it/magazine/pedro-barateiro-opening-monologue-absent-artist-exhibition-jozef-netwerk-aalst/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.moussemagazine.it/magazine/pedro-barateiro-opening-monologue-absent-artist-exhibition-jozef-netwerk-aalst/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/cam/agenda/movimento-pedro-barateiro/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/cam/agenda/movimento-pedro-barateiro/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.p55.art/blogs/p55-magazine/pedro-barateiro-na-1%C2%AAedicao-da-bienal-de-arte-performatica-de-vilnius?srsltid=AfmBOooFbnLuYz3hGwqyh0Pb8n5cK6rD1nbQiU39JT7DyaFWdnUaPyae" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.p55.art/blogs/p55-magazine/pedro-barateiro-na-1%C2%AAedicao-da-bienal-de-arte-performatica-de-vilnius?srsltid=AfmBOooFbnLuYz3hGwqyh0Pb8n5cK6rD1nbQiU39JT7DyaFWdnUaPyae</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cracalsace.com/en/569_love-song-pedro-barateiro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cracalsace.com/en/569_love-song-pedro-barateiro</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 16.09.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Pedro Barateiro vive e trabalha em Lisboa. Desenha desde muito cedo, e a sua formação em desenho, escultura, vídeo e escrita foi ampliada na Escola António Arroio, na ESAD, nas Caldas da Rainha, no Programa de Estudos Independentes na Maumaus, em Lisboa, e com o mestrado na Academia de Arte de Malmö, na Universidade de Lund, na Suécia, com uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian. Fez residências artísticas no Pavillon – Palais de Tokyo, em Paris; na AIR, em Antuérpia; no ISCP em Nova Iorque; na Galeria Zé dos Bois e na Spike Island, em Bristol.As suas primeiras exposições individuais em contexto museológico aconteceram em 2008 no Pavilhão Branco, em Lisboa, com a exposição &#34;Domingo&#34;; seguida de &#34;Teoria da Fala&#34; na Casa de Serralves em 2009. Destacam-se ainda exposições individuais em Portugal na Kunsthalle Lissabon, no Museu Coleção Berardo, Parkour, Lumiar Cité, CIAJG, Fundação Carmona e Costa, Rialto6 e nas Galerias Pedro Cera e Filomena Soares. Das suas exposições individuais fora do país, destaco as apresentadas no Kunsthalle de Basel, em 2010; na REDCAT em Los Angeles, em 2016, e no Kunsthalle de Münster, em 2023.O seu percurso foi-se definindo por muitas participações em exposições colectivas no estrangeiro como a Bienal de Performance de Vilnius em 2023, a 13ª Bienal de Sharjah, 20º Festival SESC–Videobrasil, 29ª Bienal de São Paulo, 16ª Bienal de Sidney e 5ª Bienal de Berlim, e em museus e centros de arte como Palais de Tokyo, ARTER, em Istambul, o Museu de Arte Contemporânea de Antuérpia, o CGAC Santiago de Compostela, a Fundação Gulbenkian, MAAT, Fondazione Giuliani, Le Plateau – Frac Île-de-France, entre muitos outros.As suas performances foram apresentadas em várias instituições como TNDMII, Centre Pompidou, Théâtre de la Ville e Fondation Ricard, 98 Weeks, Centro Cultural São Paulo, Cinema Batalha, Teatro Rivoli, Teatro Praga e Teatro São Luiz, entre outros.Editou vários livros de artista, e também as monografias “Como Fazer uma Máscara&#34;, editada pela Kunsthalle Lissabon e Sternberg Press; “É só uma ferida”, pela Documenta/ Mousse Publishing), e publicou parte da sua tese de mestrado &#34;O Artista como Espectador&#34; pela Mousse Publishing. Barateiro organiza eventos e exposições na Spirit Shop, que começou no seu atelier na Rua da Madalena em 2017. E em 2020, juntamente com um grupo de artistas, iniciou a primeira associação de artistas visuais em Portugal, a AAVP. Links: https://pedrobarateiro.tumblr.com/ https://www.gfilomenasoares.com/artists/pedro-barateiro/ https://pedro-barateiro.blogspot.com/ https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2020/pedro-barateiro-abismo https://www.moussemagazine.it/magazine/pedro-barateiro-opening-monologue-absent-artist-exhibition-jozef-netwerk-aalst/ https://gulbenkian.pt/cam/agenda/movimento-pedro-barateiro/ https://www.p55.art/blogs/p55-magazine/pedro-barateiro-na-1%C2%AAedicao-da-bienal-de-arte-performatica-de-vilnius?srsltid=AfmBOooFbnLuYz3hGwqyh0Pb8n5cK6rD1nbQiU39JT7DyaFWdnUaPyae https://www.cracalsace.com/en/569_love-song-pedro-barateiro  Episódio gravado a 16.09.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels / JD Collection Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 03 Oct 2025 01:48:19 +0000</pubDate>
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        <item>
            <title>Episódio 176 –  “Diante do Espaço – travessia e paisagem” – Conversa com Sara Mealha e Nuno Faria</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 10 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste décimo e último episódio conversamos com Nuno Faria, curador e autor do texto sobre o trabalho fotográfico de Pedro Falcão, e Sara Mealha, artista visual, que apresenta uma instalação que transforma o espaço num território de luz e imaginação.</p><p>Nesta conversa, para terminar uma temporada tão especial, cruzamos ideias de tempo, presença e lugar, e perguntamos: como se habita uma exposição onde o espaço é também discurso?</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 30.06.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 10 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste décimo e último episódio conversamos com Nuno Faria, curador e autor do texto sobre o trabalho fotográfico de Pedro Falcão, e Sara Mealha, artista visual, que apresenta uma instalação que transforma o espaço num território de luz e imaginação.</p><p>Nesta conversa, para terminar uma temporada tão especial, cruzamos ideias de tempo, presença e lugar, e perguntamos: como se habita uma exposição onde o espaço é também discurso?</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 30.06.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 10 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste décimo e último episódio conversamos com Nuno Faria, curador e autor do texto sobre o trabalho fotográfico de Pedro Falcão, e Sara Mealha, artista visual, que apresenta uma instalação que transforma o espaço num território de luz e imaginação.Nesta conversa, para terminar uma temporada tão especial, cruzamos ideias de tempo, presença e lugar, e perguntamos: como se habita uma exposição onde o espaço é também discurso? Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/ Episódio gravado a 30.06.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 31 Jul 2025 11:39:24 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 175 – “O Tempo da Imagem” – Conversa com Sérgio Mah e Pedro Falcão</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 9 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste nono episódio conversamos com Sérgio Mah, curador e Director Artístico do MAAT, autor do texto sobre a obra de Albano da Silva Pereira “Life goes on” e Pedro Falcão, designer, artista e fotógrafo que participa na exposição em duas dimensões, como o designer de toda a sua imagem gráfica e como artista apresentando duas fotografias sobre as quais escreveu o curador e Director Artístico do Museu&nbsp;Arpad Szenes&nbsp;-&nbsp;Vieira da Silva, Nuno Faria.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 17.07.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 9 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste nono episódio conversamos com Sérgio Mah, curador e Director Artístico do MAAT, autor do texto sobre a obra de Albano da Silva Pereira “Life goes on” e Pedro Falcão, designer, artista e fotógrafo que participa na exposição em duas dimensões, como o designer de toda a sua imagem gráfica e como artista apresentando duas fotografias sobre as quais escreveu o curador e Director Artístico do Museu&nbsp;Arpad Szenes&nbsp;-&nbsp;Vieira da Silva, Nuno Faria.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 17.07.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 9 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste nono episódio conversamos com Sérgio Mah, curador e Director Artístico do MAAT, autor do texto sobre a obra de Albano da Silva Pereira “Life goes on” e Pedro Falcão, designer, artista e fotógrafo que participa na exposição em duas dimensões, como o designer de toda a sua imagem gráfica e como artista apresentando duas fotografias sobre as quais escreveu o curador e Director Artístico do Museu Arpad Szenes - Vieira da Silva, Nuno Faria.  Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/ Episódio gravado a 17.07.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 30 Jul 2025 10:38:48 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 174 – “O Tempo e a Memória” – Conversa com Carolina Trigueiros e Joana Valsassina</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 8 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste oitavo episódio conversamos com duas das autoras de textos da exposição: a curadora e Directora da Galeria Jahn um Jahn, Carolina Trigueiros, que escreve sobre a obra de Belén Uriel, e Joana Valsassina, curadora e futura Directora Artística da Appleton que escreve sobre a obra de Susana Mendes Silva. Curiosamente Carolina Trigueiros foi convidada para ser a curadora do Ciclo Appleton Get Back 2023-2026 do qual ambas as artistas fazem parte.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 16.07.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 8 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste oitavo episódio conversamos com duas das autoras de textos da exposição: a curadora e Directora da Galeria Jahn um Jahn, Carolina Trigueiros, que escreve sobre a obra de Belén Uriel, e Joana Valsassina, curadora e futura Directora Artística da Appleton que escreve sobre a obra de Susana Mendes Silva. Curiosamente Carolina Trigueiros foi convidada para ser a curadora do Ciclo Appleton Get Back 2023-2026 do qual ambas as artistas fazem parte.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 16.07.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 8 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste oitavo episódio conversamos com duas das autoras de textos da exposição: a curadora e Directora da Galeria Jahn um Jahn, Carolina Trigueiros, que escreve sobre a obra de Belén Uriel, e Joana Valsassina, curadora e futura Directora Artística da Appleton que escreve sobre a obra de Susana Mendes Silva. Curiosamente Carolina Trigueiros foi convidada para ser a curadora do Ciclo Appleton Get Back 2023-2026 do qual ambas as artistas fazem parte. Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/ Episódio gravado a 16.07.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 24 Jul 2025 15:22:41 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 173 – “Entre Gerações e Gestos Curatoriais” – Conversa com Bruno Marchand e Sara &amp; André</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 7 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Córtex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste sétimo episódio conversamos com Bruno Marchand, programador de Artes Visuais da Culturgest, curador, juntamente com Ana Anacleto de Appleton Recess #4 e Sara &amp; André que aqui apresentam duas obras escultóricas especificamente criadas para <em>Diante do Tempo</em>.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 15.07.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 7 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Córtex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste sétimo episódio conversamos com Bruno Marchand, programador de Artes Visuais da Culturgest, curador, juntamente com Ana Anacleto de Appleton Recess #4 e Sara &amp; André que aqui apresentam duas obras escultóricas especificamente criadas para <em>Diante do Tempo</em>.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 15.07.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 7 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Córtex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste sétimo episódio conversamos com Bruno Marchand, programador de Artes Visuais da Culturgest, curador, juntamente com Ana Anacleto de Appleton Recess #4 e Sara &amp; André que aqui apresentam duas obras escultóricas especificamente criadas para Diante do Tempo. Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/ Episódio gravado a 15.07.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 21 Jul 2025 17:05:42 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 172 – “Mediar em diálogo com o Tempo” – Conversa com Marília Marques e Nuno Centeno</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 6 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste sexto episódio conversamos com Marília Marques, a responsável pelo serviço de Mediação da Appleton e com Nuno Centeno director da Galeria Nuno Centeno no Porto que representa o Estate de Ana Hatherly, cujas obras foram emprestadas no âmbito do Appleton Recess #4 concebido especificamente para <em>Diante do Tempo</em>.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 01.07.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 6 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste sexto episódio conversamos com Marília Marques, a responsável pelo serviço de Mediação da Appleton e com Nuno Centeno director da Galeria Nuno Centeno no Porto que representa o Estate de Ana Hatherly, cujas obras foram emprestadas no âmbito do Appleton Recess #4 concebido especificamente para <em>Diante do Tempo</em>.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 01.07.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 6 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste sexto episódio conversamos com Marília Marques, a responsável pelo serviço de Mediação da Appleton e com Nuno Centeno director da Galeria Nuno Centeno no Porto que representa o Estate de Ana Hatherly, cujas obras foram emprestadas no âmbito do Appleton Recess #4 concebido especificamente para Diante do Tempo. Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/ Episódio gravado a 01.07.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados     </itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 14 Jul 2025 18:01:03 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 171 – &#34;Entre Tempos e Palavras&#34; – Conversa com Ana Anacleto e Pedro Diniz Reis</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 5 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste quinto episódio conversamos com dois dos intervenientes do Appleton Recess #4, Ana Anacleto, curadora do ciclo juntamente com Bruno Marchand e Pedro Diniz Reis um dos artistas escolhidos para fazer parte desta edição.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 26.06.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 5 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste quinto episódio conversamos com dois dos intervenientes do Appleton Recess #4, Ana Anacleto, curadora do ciclo juntamente com Bruno Marchand e Pedro Diniz Reis um dos artistas escolhidos para fazer parte desta edição.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 26.06.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 5 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste quinto episódio conversamos com dois dos intervenientes do Appleton Recess #4, Ana Anacleto, curadora do ciclo juntamente com Bruno Marchand e Pedro Diniz Reis um dos artistas escolhidos para fazer parte desta edição. Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/ Episódio gravado a 26.06.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados  </itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 07 Jul 2025 09:00:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 170 – “O Tempo como matéria de criação e receção artística” – conversa com Joana Villaverde e Susana Mendes Silva</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 4 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste quarto episódio conversamos com duas das artistas convidadas para participar na exposição, neste caso Joana Villaverde que apresenta as obras “Chão” e “Uma Luz” ambas de 2025, acompanhada por texto de Marc Lenot e Susana Mendes Silva que apresenta em colaboração com Jari Marjamäki, “Untitled [GET BACK]” de 2023 acompanhada pelo texto de Joana Valsassina.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 23.06.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 4 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste quarto episódio conversamos com duas das artistas convidadas para participar na exposição, neste caso Joana Villaverde que apresenta as obras “Chão” e “Uma Luz” ambas de 2025, acompanhada por texto de Marc Lenot e Susana Mendes Silva que apresenta em colaboração com Jari Marjamäki, “Untitled [GET BACK]” de 2023 acompanhada pelo texto de Joana Valsassina.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 23.06.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 4 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste quarto episódio conversamos com duas das artistas convidadas para participar na exposição, neste caso Joana Villaverde que apresenta as obras “Chão” e “Uma Luz” ambas de 2025, acompanhada por texto de Marc Lenot e Susana Mendes Silva que apresenta em colaboração com Jari Marjamäki, “Untitled [GET BACK]” de 2023 acompanhada pelo texto de Joana Valsassina. Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/  Episódio gravado a 23.06.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 04 Jul 2025 16:05:36 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 169 – “O Tempo no âmbito da curadoria e do pensamento” – conversa com Filipa Correia de Sousa e Delfim Sardo</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 3 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste terceiro episódio conversamos com dois dos autores convidados para escrever para a exposição, neste caso Filipa Correia de Sousa, curadora, que escreve sobre a obra/instalação de Sara Mealha e Delfim Sardo, curador, que escreve sobre o Céu de Santa Isabel e sobre a obra de Michael Biberstein.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 18.06.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 3 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste terceiro episódio conversamos com dois dos autores convidados para escrever para a exposição, neste caso Filipa Correia de Sousa, curadora, que escreve sobre a obra/instalação de Sara Mealha e Delfim Sardo, curador, que escreve sobre o Céu de Santa Isabel e sobre a obra de Michael Biberstein.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 18.06.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 3 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporânea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste terceiro episódio conversamos com dois dos autores convidados para escrever para a exposição, neste caso Filipa Correia de Sousa, curadora, que escreve sobre a obra/instalação de Sara Mealha e Delfim Sardo, curador, que escreve sobre o Céu de Santa Isabel e sobre a obra de Michael Biberstein. Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/  Episódio gravado a 18.06.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 23 Jun 2025 08:00:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 168 – “Diante da Obra: logística, montagem e manutenção de uma exposição em trânsito” – Conversa com Florinda Burrinhas, Paulo Fernandes e Pedro Palma</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 2 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporanea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste segundo episódio conversamos com três pessoas com um papel fundamental no processo de produção e montagem da exposição: Pedro Palma (Skog) responsável pela montagem no espaço, Paulo Fernandes (Ocean Cargo) responsável pela recolha, embalamento e transporte das obras e Florinda Burrinhas (MACE) responsável de produção, montagem e manutenção da exposição pelo lado do MACE.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 09.06.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 2 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporanea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste segundo episódio conversamos com três pessoas com um papel fundamental no processo de produção e montagem da exposição: Pedro Palma (Skog) responsável pela montagem no espaço, Paulo Fernandes (Ocean Cargo) responsável pela recolha, embalamento e transporte das obras e Florinda Burrinhas (MACE) responsável de produção, montagem e manutenção da exposição pelo lado do MACE.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 09.06.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 2 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporanea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra. Neste segundo episódio conversamos com três pessoas com um papel fundamental no processo de produção e montagem da exposição: Pedro Palma (Skog) responsável pela montagem no espaço, Paulo Fernandes (Ocean Cargo) responsável pela recolha, embalamento e transporte das obras e Florinda Burrinhas (MACE) responsável de produção, montagem e manutenção da exposição pelo lado do MACE. Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/  Episódio gravado a 09.06.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados  </itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 16 Jun 2025 16:05:31 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 167 – &#34;Nos Bastidores do Tempo – preparar e pensar uma exposição que atravessa geografias e cronologias&#34; – Conversa com Teresa Anacleto, Inês Teixeira e Rita Baleia</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 1 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporanea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra no âmbito da Rede Portuguesa de Arte Contemporânea e com o apoio financeiro da DGArtes.</p><p><br></p><p>Neste primeiro episódio decidimos conversar com o grupo da equipa que está na génese do projecto – desde a fase de candidatura aos apoios da RPAC – até à definição de cronograma, equipas, gestão do projecto, acompanhamento de produção e montagem – Teresa Anacleto que trabalha a full time na Appleton, Inês Teixeira com vasta experiência em produção na área e que trabalha em regime de outsourcing com a Appleton, e Rita Baleia que fez um estágio curricular na Appleton no âmbito da sua licenciatura em Programação e Produção Cultural” na ESAD Caldas da Rainha justamente entre final de janeiro e final de Abril.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 05.06.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 1 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporanea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra no âmbito da Rede Portuguesa de Arte Contemporânea e com o apoio financeiro da DGArtes.</p><p><br></p><p>Neste primeiro episódio decidimos conversar com o grupo da equipa que está na génese do projecto – desde a fase de candidatura aos apoios da RPAC – até à definição de cronograma, equipas, gestão do projecto, acompanhamento de produção e montagem – Teresa Anacleto que trabalha a full time na Appleton, Inês Teixeira com vasta experiência em produção na área e que trabalha em regime de outsourcing com a Appleton, e Rita Baleia que fez um estágio curricular na Appleton no âmbito da sua licenciatura em Programação e Produção Cultural” na ESAD Caldas da Rainha justamente entre final de janeiro e final de Abril.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/diante-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/diante-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 05.06.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final: David Maranha</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 1 da temporada especial do Appleton Podcast sobre a exposição “Diante do Tempo” organizada pela Appleton em parceria com a Cortex Frontal em Arraiolos, o MACE (Museu de Arte Contemporanea) em Elvas, o CCC (Centro de Cultura Contemporânea) de Castelo Branco e o CAV (Centro de Artes Visuais) em Coimbra no âmbito da Rede Portuguesa de Arte Contemporânea e com o apoio financeiro da DGArtes.Neste primeiro episódio decidimos conversar com o grupo da equipa que está na génese do projecto – desde a fase de candidatura aos apoios da RPAC – até à definição de cronograma, equipas, gestão do projecto, acompanhamento de produção e montagem – Teresa Anacleto que trabalha a full time na Appleton, Inês Teixeira com vasta experiência em produção na área e que trabalha em regime de outsourcing com a Appleton, e Rita Baleia que fez um estágio curricular na Appleton no âmbito da sua licenciatura em Programação e Produção Cultural” na ESAD Caldas da Rainha justamente entre final de janeiro e final de Abril. Links: https://appleton.pt/diante-do-tempo/  Episódio gravado a 05.06.2025 Créditos introdução e final: David Maranha http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 06 Jun 2025 17:20:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 166 – “Curar é Cuidar” – Conversa com Adelaide Ginga</title>
            <description><![CDATA[  <p>Adelaide Ginga.</p><p>Historiadora de arte, curadora e museóloga, assume atualmente a direção do MACAM – Museu de Arte Contemporânea Armando Martins.</p><p>Licenciou-se em História da Arte pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de</p><p>Lisboa e obteve o grau de mestre em História Contemporânea pela mesma instituição, como bolseira da FCT. A sua dissertação publicada foi distinguida com o Prémio Vítor de Sá (1999), atribuído pela Universidade do Minho, e com uma Menção Honrosa da Fundação Mário Soares. Posteriormente, concluiu um mestrado em Curadoria e Organização de Exposições na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e, atualmente, é doutoranda em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. Iniciou a sua carreira em 2001 como especialista em arte contemporânea no Instituto de Arte Contemporânea do Ministério da Cultura de Portugal. Mais tarde, coordenou o Departamento Internacional do Instituto das Artes, sendo responsável por diversas representações nacionais em eventos como a Bienal de Veneza, a Bienal de São Paulo e a Quadrienal de Praga. Em 2006, foi nomeada Subdiretora do Instituto das Artes de Lisboa. Em 2007, liderou a renovação da Bienal Internacional de Arte e Cultura de São Tomé e Príncipe, desempenhando as funções de Comissária-Geral das suas 5.ª (2008) e 6.ª (2011) edições. Foi curadora do MNAC (Museu Nacional de Arte Contemporânea) de 2008 a 2021. Entre 2012 e 2016, foi</p><p>professora na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa, onde lecionou a disciplina de Curadoria e Gestão Artística. Em 2016, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, desenvolveu um projeto de investigação internacional em Born Digital/Software-Based Art. É autora de diversos</p><p>projetos curatoriais, publicações e ensaios de história da arte, tendo igualmente apresentado conferências e palestras em eventos nacionais e internacionais.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://macam.pt/en" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://macam.pt/en</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2024/12/30/culturaipsilon/noticia/museu-colecao-arte-armando-martins-inaugurado-marco-2025-2117273" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2024/12/30/culturaipsilon/noticia/museu-colecao-arte-armando-martins-inaugurado-marco-2025-2117273</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/macam-visto-por-dentro-entramos-no-museu-mais-aguardado-de-lisboa-060224" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/macam-visto-por-dentro-entramos-no-museu-mais-aguardado-de-lisboa-060224</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.goodreads.com/book/show/23633123-a-aventura-surrealista" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.goodreads.com/book/show/23633123-a-aventura-surrealista</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.linkedin.com/in/adelaide-ginga-432252235?trk=public_profile_samename-profile&amp;originalSubdomain=pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.linkedin.com/in/adelaide-ginga-432252235?trk=public_profile_samename-profile&amp;originalSubdomain=pt</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.buala.org/pt/autor/adelaide-ginga" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.buala.org/pt/autor/adelaide-ginga</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p11558/e841352/destacavel" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p11558/e841352/destacavel</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2025/03/21/culturaipsilon/noticia/macam-museu-coleccao-privada-tera-hotel-pagarlhe-contas-2126943" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2025/03/21/culturaipsilon/noticia/macam-museu-coleccao-privada-tera-hotel-pagarlhe-contas-2126943</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/um-bar-numa-capela-um-hotel-e-mais-de-200-obras-de-arte-e-o-macam-e-abre-finalmente-no-sabado-031825" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/um-bar-numa-capela-um-hotel-e-mais-de-200-obras-de-arte-e-o-macam-e-abre-finalmente-no-sabado-031825</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://lisboasecreta.co/macam-museu-hotel/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://lisboasecreta.co/macam-museu-hotel/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>31.03.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e</p><p>final: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa –</p><p>Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p><p><br></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Adelaide Ginga.</p><p>Historiadora de arte, curadora e museóloga, assume atualmente a direção do MACAM – Museu de Arte Contemporânea Armando Martins.</p><p>Licenciou-se em História da Arte pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de</p><p>Lisboa e obteve o grau de mestre em História Contemporânea pela mesma instituição, como bolseira da FCT. A sua dissertação publicada foi distinguida com o Prémio Vítor de Sá (1999), atribuído pela Universidade do Minho, e com uma Menção Honrosa da Fundação Mário Soares. Posteriormente, concluiu um mestrado em Curadoria e Organização de Exposições na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e, atualmente, é doutoranda em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. Iniciou a sua carreira em 2001 como especialista em arte contemporânea no Instituto de Arte Contemporânea do Ministério da Cultura de Portugal. Mais tarde, coordenou o Departamento Internacional do Instituto das Artes, sendo responsável por diversas representações nacionais em eventos como a Bienal de Veneza, a Bienal de São Paulo e a Quadrienal de Praga. Em 2006, foi nomeada Subdiretora do Instituto das Artes de Lisboa. Em 2007, liderou a renovação da Bienal Internacional de Arte e Cultura de São Tomé e Príncipe, desempenhando as funções de Comissária-Geral das suas 5.ª (2008) e 6.ª (2011) edições. Foi curadora do MNAC (Museu Nacional de Arte Contemporânea) de 2008 a 2021. Entre 2012 e 2016, foi</p><p>professora na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa, onde lecionou a disciplina de Curadoria e Gestão Artística. Em 2016, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, desenvolveu um projeto de investigação internacional em Born Digital/Software-Based Art. É autora de diversos</p><p>projetos curatoriais, publicações e ensaios de história da arte, tendo igualmente apresentado conferências e palestras em eventos nacionais e internacionais.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://macam.pt/en" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://macam.pt/en</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2024/12/30/culturaipsilon/noticia/museu-colecao-arte-armando-martins-inaugurado-marco-2025-2117273" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2024/12/30/culturaipsilon/noticia/museu-colecao-arte-armando-martins-inaugurado-marco-2025-2117273</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/macam-visto-por-dentro-entramos-no-museu-mais-aguardado-de-lisboa-060224" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/macam-visto-por-dentro-entramos-no-museu-mais-aguardado-de-lisboa-060224</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.goodreads.com/book/show/23633123-a-aventura-surrealista" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.goodreads.com/book/show/23633123-a-aventura-surrealista</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.linkedin.com/in/adelaide-ginga-432252235?trk=public_profile_samename-profile&amp;originalSubdomain=pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.linkedin.com/in/adelaide-ginga-432252235?trk=public_profile_samename-profile&amp;originalSubdomain=pt</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.buala.org/pt/autor/adelaide-ginga" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.buala.org/pt/autor/adelaide-ginga</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p11558/e841352/destacavel" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p11558/e841352/destacavel</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2025/03/21/culturaipsilon/noticia/macam-museu-coleccao-privada-tera-hotel-pagarlhe-contas-2126943" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2025/03/21/culturaipsilon/noticia/macam-museu-coleccao-privada-tera-hotel-pagarlhe-contas-2126943</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/um-bar-numa-capela-um-hotel-e-mais-de-200-obras-de-arte-e-o-macam-e-abre-finalmente-no-sabado-031825" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/um-bar-numa-capela-um-hotel-e-mais-de-200-obras-de-arte-e-o-macam-e-abre-finalmente-no-sabado-031825</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://lisboasecreta.co/macam-museu-hotel/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://lisboasecreta.co/macam-museu-hotel/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>31.03.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e</p><p>final: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa –</p><p>Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p><p><br></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Adelaide Ginga.Historiadora de arte, curadora e museóloga, assume atualmente a direção do MACAM – Museu de Arte Contemporânea Armando Martins.Licenciou-se em História da Arte pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova deLisboa e obteve o grau de mestre em História Contemporânea pela mesma instituição, como bolseira da FCT. A sua dissertação publicada foi distinguida com o Prémio Vítor de Sá (1999), atribuído pela Universidade do Minho, e com uma Menção Honrosa da Fundação Mário Soares. Posteriormente, concluiu um mestrado em Curadoria e Organização de Exposições na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e, atualmente, é doutoranda em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. Iniciou a sua carreira em 2001 como especialista em arte contemporânea no Instituto de Arte Contemporânea do Ministério da Cultura de Portugal. Mais tarde, coordenou o Departamento Internacional do Instituto das Artes, sendo responsável por diversas representações nacionais em eventos como a Bienal de Veneza, a Bienal de São Paulo e a Quadrienal de Praga. Em 2006, foi nomeada Subdiretora do Instituto das Artes de Lisboa. Em 2007, liderou a renovação da Bienal Internacional de Arte e Cultura de São Tomé e Príncipe, desempenhando as funções de Comissária-Geral das suas 5.ª (2008) e 6.ª (2011) edições. Foi curadora do MNAC (Museu Nacional de Arte Contemporânea) de 2008 a 2021. Entre 2012 e 2016, foiprofessora na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa, onde lecionou a disciplina de Curadoria e Gestão Artística. Em 2016, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, desenvolveu um projeto de investigação internacional em Born Digital/Software-Based Art. É autora de diversosprojetos curatoriais, publicações e ensaios de história da arte, tendo igualmente apresentado conferências e palestras em eventos nacionais e internacionais. Links: https://macam.pt/en https://www.publico.pt/2024/12/30/culturaipsilon/noticia/museu-colecao-arte-armando-martins-inaugurado-marco-2025-2117273 https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/macam-visto-por-dentro-entramos-no-museu-mais-aguardado-de-lisboa-060224 https://www.goodreads.com/book/show/23633123-a-aventura-surrealista https://www.linkedin.com/in/adelaide-ginga-432252235?trk=public_profile_samename-profile&amp;originalSubdomain=pt https://www.buala.org/pt/autor/adelaide-ginga https://www.rtp.pt/play/p11558/e841352/destacavel https://www.publico.pt/2025/03/21/culturaipsilon/noticia/macam-museu-coleccao-privada-tera-hotel-pagarlhe-contas-2126943 https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/um-bar-numa-capela-um-hotel-e-mais-de-200-obras-de-arte-e-o-macam-e-abre-finalmente-no-sabado-031825 https://lisboasecreta.co/macam-museu-hotel/ Episódio gravado a31.03.2025 Créditos introdução efinal: David Maranha - Flauta e percussão http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa –Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 17 Apr 2025 15:54:17 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 165 – “E quando as gaivotas a acordarem?” - Conversa com Dayana Lucas</title>
            <description><![CDATA[  <p>Dayana Lucas nasceu em 1987 em Caracas, Venezuela. Em 2003 mudou-se para a Ponta do Sol (Ilha da Madeira), de onde são provenientes os seus pais, e em 2006 para o Porto onde obteve a licenciatura em Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2006—2010). Reside e trabalha no Porto. Foi co-fundadora da Oficina Arara entre 2010—2017 e colabora desde 2010 com o colectivo SOOPA que se desdobra em diversas áreas: música, teatro, cinema e dança contemporânea.</p><p>Enquanto artista desenvolve uma pesquisa prática na área do desenho com particular interesse na passagem do desenho para a escultura e o espaço, tendo apresentado o seu trabalho em diversas exposições colectivas no CIAJG, PORTA33, Sesc Pompéia, Pavilhão Branco, Centro de Artes e Arqueologia de Beja, Culturgest, Fundação Eugénio de Almeida, Centro de Artes de Águeda e Galeria Francisco Fino. Apresentou as exposições individuais: "UM" na Wrong Weather Gallery, "Espírito Manual" na Fundação de Serralves, "Pedra em Flor" no Sismógrafo, "Negro Secreto" na Galeria Lehmann + Silva, "Meandro" na Galeria VNBM, "PULSO" na Galeria Jahn und Jahn / Encounter, "Cifra" no CIAJG e “Perder o nome” na Appleton.</p><p>&nbsp;O seu trabalho integra a Coleção da Fundação de Serralves, Coleção Caixa Geral de Depósitos, Coleção de Arte Contemporânea do Estado, Coleção Municipal de Arte do Porto e diversas coleções privadas. Em 2019 criou a ORINOCO, uma editora de livros e outras edições de artista.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.o-r-i-n-o-c-o.com/pt/edicoes/prova-de-vida-dayana-lucas/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.o-r-i-n-o-c-o.com/pt/edicoes/prova-de-vida-dayana-lucas/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://oficina-arara.pt/category/work/poster/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://oficina-arara.pt/category/work/poster/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://associacaooopsa.wordpress.com/about/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://associacaooopsa.wordpress.com/about/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.lehmanncontemporary.com/artist/dayana-lucas/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.lehmanncontemporary.com/artist/dayana-lucas/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://venhaanosaboamorte.com/artista/dayana-lucas/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://venhaanosaboamorte.com/artista/dayana-lucas/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ciajg.pt/en/detail-eventos/20230930-dayana-lucas-cifra/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ciajg.pt/en/detail-eventos/20230930-dayana-lucas-cifra/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.galeriamunicipaldoporto.pt/pt/programas/outros-programas/visitas-de-estudio/20220208-dayana-lucas/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.galeriamunicipaldoporto.pt/pt/programas/outros-programas/visitas-de-estudio/20220208-dayana-lucas/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://porta33.com/porta33_porto_santo/residencias/content_residencias/dayana-lucas/dayana-lucas.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://porta33.com/porta33_porto_santo/residencias/content_residencias/dayana-lucas/dayana-lucas.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/1803-dayana-lucas/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/1803-dayana-lucas/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2011/04/21/culturaipsilon/noticia/dez-anos-a-comer-soopa-283165" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2011/04/21/culturaipsilon/noticia/dez-anos-a-comer-soopa-283165</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=2u3L3YC_KnI" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=2u3L3YC_KnI</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 04.04.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Kidung · Jessika Kenney · Eyvind Kang The Face of the Earth ℗ 2012 Ideologic Organ</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Dayana Lucas nasceu em 1987 em Caracas, Venezuela. Em 2003 mudou-se para a Ponta do Sol (Ilha da Madeira), de onde são provenientes os seus pais, e em 2006 para o Porto onde obteve a licenciatura em Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2006—2010). Reside e trabalha no Porto. Foi co-fundadora da Oficina Arara entre 2010—2017 e colabora desde 2010 com o colectivo SOOPA que se desdobra em diversas áreas: música, teatro, cinema e dança contemporânea.</p><p>Enquanto artista desenvolve uma pesquisa prática na área do desenho com particular interesse na passagem do desenho para a escultura e o espaço, tendo apresentado o seu trabalho em diversas exposições colectivas no CIAJG, PORTA33, Sesc Pompéia, Pavilhão Branco, Centro de Artes e Arqueologia de Beja, Culturgest, Fundação Eugénio de Almeida, Centro de Artes de Águeda e Galeria Francisco Fino. Apresentou as exposições individuais: "UM" na Wrong Weather Gallery, "Espírito Manual" na Fundação de Serralves, "Pedra em Flor" no Sismógrafo, "Negro Secreto" na Galeria Lehmann + Silva, "Meandro" na Galeria VNBM, "PULSO" na Galeria Jahn und Jahn / Encounter, "Cifra" no CIAJG e “Perder o nome” na Appleton.</p><p>&nbsp;O seu trabalho integra a Coleção da Fundação de Serralves, Coleção Caixa Geral de Depósitos, Coleção de Arte Contemporânea do Estado, Coleção Municipal de Arte do Porto e diversas coleções privadas. Em 2019 criou a ORINOCO, uma editora de livros e outras edições de artista.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.o-r-i-n-o-c-o.com/pt/edicoes/prova-de-vida-dayana-lucas/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.o-r-i-n-o-c-o.com/pt/edicoes/prova-de-vida-dayana-lucas/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://oficina-arara.pt/category/work/poster/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://oficina-arara.pt/category/work/poster/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://associacaooopsa.wordpress.com/about/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://associacaooopsa.wordpress.com/about/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.lehmanncontemporary.com/artist/dayana-lucas/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.lehmanncontemporary.com/artist/dayana-lucas/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://venhaanosaboamorte.com/artista/dayana-lucas/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://venhaanosaboamorte.com/artista/dayana-lucas/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ciajg.pt/en/detail-eventos/20230930-dayana-lucas-cifra/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ciajg.pt/en/detail-eventos/20230930-dayana-lucas-cifra/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.galeriamunicipaldoporto.pt/pt/programas/outros-programas/visitas-de-estudio/20220208-dayana-lucas/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.galeriamunicipaldoporto.pt/pt/programas/outros-programas/visitas-de-estudio/20220208-dayana-lucas/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://porta33.com/porta33_porto_santo/residencias/content_residencias/dayana-lucas/dayana-lucas.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://porta33.com/porta33_porto_santo/residencias/content_residencias/dayana-lucas/dayana-lucas.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/1803-dayana-lucas/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/1803-dayana-lucas/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2011/04/21/culturaipsilon/noticia/dez-anos-a-comer-soopa-283165" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2011/04/21/culturaipsilon/noticia/dez-anos-a-comer-soopa-283165</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=2u3L3YC_KnI" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=2u3L3YC_KnI</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 04.04.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Kidung · Jessika Kenney · Eyvind Kang The Face of the Earth ℗ 2012 Ideologic Organ</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Dayana Lucas nasceu em 1987 em Caracas, Venezuela. Em 2003 mudou-se para a Ponta do Sol (Ilha da Madeira), de onde são provenientes os seus pais, e em 2006 para o Porto onde obteve a licenciatura em Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2006—2010). Reside e trabalha no Porto. Foi co-fundadora da Oficina Arara entre 2010—2017 e colabora desde 2010 com o colectivo SOOPA que se desdobra em diversas áreas: música, teatro, cinema e dança contemporânea.Enquanto artista desenvolve uma pesquisa prática na área do desenho com particular interesse na passagem do desenho para a escultura e o espaço, tendo apresentado o seu trabalho em diversas exposições colectivas no CIAJG, PORTA33, Sesc Pompéia, Pavilhão Branco, Centro de Artes e Arqueologia de Beja, Culturgest, Fundação Eugénio de Almeida, Centro de Artes de Águeda e Galeria Francisco Fino. Apresentou as exposições individuais: &#34;UM&#34; na Wrong Weather Gallery, &#34;Espírito Manual&#34; na Fundação de Serralves, &#34;Pedra em Flor&#34; no Sismógrafo, &#34;Negro Secreto&#34; na Galeria Lehmann + Silva, &#34;Meandro&#34; na Galeria VNBM, &#34;PULSO&#34; na Galeria Jahn und Jahn / Encounter, &#34;Cifra&#34; no CIAJG e “Perder o nome” na Appleton. O seu trabalho integra a Coleção da Fundação de Serralves, Coleção Caixa Geral de Depósitos, Coleção de Arte Contemporânea do Estado, Coleção Municipal de Arte do Porto e diversas coleções privadas. Em 2019 criou a ORINOCO, uma editora de livros e outras edições de artista. Links: https://www.o-r-i-n-o-c-o.com/pt/edicoes/prova-de-vida-dayana-lucas/ https://oficina-arara.pt/category/work/poster/ https://associacaooopsa.wordpress.com/about/ https://www.lehmanncontemporary.com/artist/dayana-lucas/ https://venhaanosaboamorte.com/artista/dayana-lucas/ https://www.ciajg.pt/en/detail-eventos/20230930-dayana-lucas-cifra/ https://www.galeriamunicipaldoporto.pt/pt/programas/outros-programas/visitas-de-estudio/20220208-dayana-lucas/ https://porta33.com/porta33_porto_santo/residencias/content_residencias/dayana-lucas/dayana-lucas.html https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/1803-dayana-lucas/ https://www.publico.pt/2011/04/21/culturaipsilon/noticia/dez-anos-a-comer-soopa-283165 https://www.youtube.com/watch?v=2u3L3YC_KnI Episódio gravado a 04.04.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Kidung · Jessika Kenney · Eyvind Kang The Face of the Earth ℗ 2012 Ideologic Organ http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Sun, 06 Apr 2025 01:04:59 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 164 – “Pelo Museu Habitado” - Conversa com Nuria Enguita</title>
            <description><![CDATA[  <p>Nuria Enguita ( Madrid, 1967)&nbsp;é historiadora, editora e curadora. Licenciada em História e Teoria da Arte pela Universidad Autónoma de Madrid (1990), leccionou teoria e gestão da arte em numerosos centros e universidades e publicou numerosos textos em catálogos e revistas de arte contemporânea como Parkett, Afterall e Concreta.. Entre 1991 e 1998 foi curadora do IVAM, em Valência. Como Directora Artística da Fundació Antoni Tàpies, em Barcelona, entre 1998 e 2008, organizou exposições e publicações de Ligya Clark, Chris Marker, Sanja Ivekovic, Ibon Aranberri, Pedro G. Romero e Steve McQueen, entre outros. Trabalhou ainda em projectos como <em>Tour-ismos. A Derrota da Dissidência </em>e <em>Representações Árabes Contemporâneas</em>, dirigido por Catherine David. Entre 2008 e 2015, como curadora independente, organizou exposições em instituições espanholas e portuguesas. Entre 2012 e 2020 foi editora da Revista Concreta. Entre 2000 e 2014 membro do programa arteypensamiento da UNIA-Universidad Internacional de Andalucía, onde em 2009 liderou o projeto "Narrativas de Fuga", com artistas como Alice Creischer ou Pedro Costa. Foi editora do Afterall Journal, Centro de Investigação da University of the Arts London, entre 2007 e 2014. Foi co-curadora da 31ª Bienal de São Paulo, 2014, do Encuentro Internacional de Medellín em 2011, e da Manifesta 4 em Frankfurt em 2002. Entre 2015 e 2020 foi directora do Centro de Arte Bombas Gens, Valência, onde organizou exposições dedicadas à coleção do centro e exposições temporárias de Sheela Gowda, Anna-Eva Bergman e Irma Blank. É directora do IVAM-Institut Valencià d'Art Modern, entre 2020 e 2024, onde estabeleceu um programa de exposições de grande relevância, tanto ao nível da coleção com exposições como <em>popular</em>, <em>Arte en una tierra baldía (1939-1959)</em> assim como no caso de exposições temporárias: Anni e Josef Albers, Asger Jorn, Grupo Zero, Zanele Muholi, Teresa Lanceta, Anna Boghiguian, Otobong Nkanga, entre outras, e de jovens artistas do contexto local. Durante a sua direção, foi desenvolvido o Programa de Estudos <em>Articulacions</em> em colaboração com as duas universidades públicas de Valência, e os programas públicos adquiriram uma dimensão central no museu. É Directora artística do MAC/ CCB desde Maio de 2024.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/cultura/2024-03-14-Quem-e-Nuria-Enguita-a-curadora-espanhola-escolhida-para-a-direcao-artistica-do-MAC-CCB-0db704c6" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/cultura/2024-03-14-Quem-e-Nuria-Enguita-a-curadora-espanhola-escolhida-para-a-direcao-artistica-do-MAC-CCB-0db704c6</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/2025/entrevista-nuria-enguita" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/2025/entrevista-nuria-enguita</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=S8u8Yz3NrYA" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=S8u8Yz3NrYA</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=i8uJyFySyPk" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=i8uJyFySyPk</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=18SVOyRM3e8" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=18SVOyRM3e8</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galeriamayoral.com/news/68-interviews-with-the-fundacio-antoni-tapies-former-and-interviews-with-the-fundacio-antoni-tapies-former-and/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galeriamayoral.com/news/68-interviews-with-the-fundacio-antoni-tapies-former-and-interviews-with-the-fundacio-antoni-tapies-former-and/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artealdia.com/News/NURIA-ENGUITA-NAMED-DIRECTOR-AT-THE-INSTITUT-VALENCIA-D-ART-MODERN" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artealdia.com/News/NURIA-ENGUITA-NAMED-DIRECTOR-AT-THE-INSTITUT-VALENCIA-D-ART-MODERN</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://editorialconcreta.org/en/author/nuria-enguita-mayo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://editorialconcreta.org/en/author/nuria-enguita-mayo/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ivam.es/en/articulations-ivam-uv-upv-study-programme/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ivam.es/en/articulations-ivam-uv-upv-study-programme/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.p55.art/en/blogs/p55-magazine/nuria-enguita-e-nova-diretora-artistica-do-mac-ccb?srsltid=AfmBOopjPZGTCC-bdXjtTXmtLTkcM9AgqJTD8VrCksH3ybC08eBNZPEs" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.p55.art/en/blogs/p55-magazine/nuria-enguita-e-nova-diretora-artistica-do-mac-ccb?srsltid=AfmBOopjPZGTCC-bdXjtTXmtLTkcM9AgqJTD8VrCksH3ybC08eBNZPEs</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://elpais.com/espana/comunidad-valenciana/2024-03-14/nuria-enguita-nueva-directora-del-museo-de-arte-de-lisboa-tres-semanas-despues-de-dimitir-en-el-ivam.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://elpais.com/espana/comunidad-valenciana/2024-03-14/nuria-enguita-nueva-directora-del-museo-de-arte-de-lisboa-tres-semanas-despues-de-dimitir-en-el-ivam.html</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 27.03.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Feeling Good, Nina Simone, Letra Anthony Newly e Leslie Bricusse, Produção Hal Mooney, Universal Music Group</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Nuria Enguita ( Madrid, 1967)&nbsp;é historiadora, editora e curadora. Licenciada em História e Teoria da Arte pela Universidad Autónoma de Madrid (1990), leccionou teoria e gestão da arte em numerosos centros e universidades e publicou numerosos textos em catálogos e revistas de arte contemporânea como Parkett, Afterall e Concreta.. Entre 1991 e 1998 foi curadora do IVAM, em Valência. Como Directora Artística da Fundació Antoni Tàpies, em Barcelona, entre 1998 e 2008, organizou exposições e publicações de Ligya Clark, Chris Marker, Sanja Ivekovic, Ibon Aranberri, Pedro G. Romero e Steve McQueen, entre outros. Trabalhou ainda em projectos como <em>Tour-ismos. A Derrota da Dissidência </em>e <em>Representações Árabes Contemporâneas</em>, dirigido por Catherine David. Entre 2008 e 2015, como curadora independente, organizou exposições em instituições espanholas e portuguesas. Entre 2012 e 2020 foi editora da Revista Concreta. Entre 2000 e 2014 membro do programa arteypensamiento da UNIA-Universidad Internacional de Andalucía, onde em 2009 liderou o projeto "Narrativas de Fuga", com artistas como Alice Creischer ou Pedro Costa. Foi editora do Afterall Journal, Centro de Investigação da University of the Arts London, entre 2007 e 2014. Foi co-curadora da 31ª Bienal de São Paulo, 2014, do Encuentro Internacional de Medellín em 2011, e da Manifesta 4 em Frankfurt em 2002. Entre 2015 e 2020 foi directora do Centro de Arte Bombas Gens, Valência, onde organizou exposições dedicadas à coleção do centro e exposições temporárias de Sheela Gowda, Anna-Eva Bergman e Irma Blank. É directora do IVAM-Institut Valencià d'Art Modern, entre 2020 e 2024, onde estabeleceu um programa de exposições de grande relevância, tanto ao nível da coleção com exposições como <em>popular</em>, <em>Arte en una tierra baldía (1939-1959)</em> assim como no caso de exposições temporárias: Anni e Josef Albers, Asger Jorn, Grupo Zero, Zanele Muholi, Teresa Lanceta, Anna Boghiguian, Otobong Nkanga, entre outras, e de jovens artistas do contexto local. Durante a sua direção, foi desenvolvido o Programa de Estudos <em>Articulacions</em> em colaboração com as duas universidades públicas de Valência, e os programas públicos adquiriram uma dimensão central no museu. É Directora artística do MAC/ CCB desde Maio de 2024.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/cultura/2024-03-14-Quem-e-Nuria-Enguita-a-curadora-espanhola-escolhida-para-a-direcao-artistica-do-MAC-CCB-0db704c6" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/cultura/2024-03-14-Quem-e-Nuria-Enguita-a-curadora-espanhola-escolhida-para-a-direcao-artistica-do-MAC-CCB-0db704c6</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/2025/entrevista-nuria-enguita" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/2025/entrevista-nuria-enguita</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=S8u8Yz3NrYA" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=S8u8Yz3NrYA</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=i8uJyFySyPk" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=i8uJyFySyPk</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=18SVOyRM3e8" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=18SVOyRM3e8</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galeriamayoral.com/news/68-interviews-with-the-fundacio-antoni-tapies-former-and-interviews-with-the-fundacio-antoni-tapies-former-and/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galeriamayoral.com/news/68-interviews-with-the-fundacio-antoni-tapies-former-and-interviews-with-the-fundacio-antoni-tapies-former-and/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artealdia.com/News/NURIA-ENGUITA-NAMED-DIRECTOR-AT-THE-INSTITUT-VALENCIA-D-ART-MODERN" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artealdia.com/News/NURIA-ENGUITA-NAMED-DIRECTOR-AT-THE-INSTITUT-VALENCIA-D-ART-MODERN</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://editorialconcreta.org/en/author/nuria-enguita-mayo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://editorialconcreta.org/en/author/nuria-enguita-mayo/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ivam.es/en/articulations-ivam-uv-upv-study-programme/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ivam.es/en/articulations-ivam-uv-upv-study-programme/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.p55.art/en/blogs/p55-magazine/nuria-enguita-e-nova-diretora-artistica-do-mac-ccb?srsltid=AfmBOopjPZGTCC-bdXjtTXmtLTkcM9AgqJTD8VrCksH3ybC08eBNZPEs" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.p55.art/en/blogs/p55-magazine/nuria-enguita-e-nova-diretora-artistica-do-mac-ccb?srsltid=AfmBOopjPZGTCC-bdXjtTXmtLTkcM9AgqJTD8VrCksH3ybC08eBNZPEs</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://elpais.com/espana/comunidad-valenciana/2024-03-14/nuria-enguita-nueva-directora-del-museo-de-arte-de-lisboa-tres-semanas-despues-de-dimitir-en-el-ivam.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://elpais.com/espana/comunidad-valenciana/2024-03-14/nuria-enguita-nueva-directora-del-museo-de-arte-de-lisboa-tres-semanas-despues-de-dimitir-en-el-ivam.html</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 27.03.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Feeling Good, Nina Simone, Letra Anthony Newly e Leslie Bricusse, Produção Hal Mooney, Universal Music Group</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Nuria Enguita ( Madrid, 1967) é historiadora, editora e curadora. Licenciada em História e Teoria da Arte pela Universidad Autónoma de Madrid (1990), leccionou teoria e gestão da arte em numerosos centros e universidades e publicou numerosos textos em catálogos e revistas de arte contemporânea como Parkett, Afterall e Concreta.. Entre 1991 e 1998 foi curadora do IVAM, em Valência. Como Directora Artística da Fundació Antoni Tàpies, em Barcelona, entre 1998 e 2008, organizou exposições e publicações de Ligya Clark, Chris Marker, Sanja Ivekovic, Ibon Aranberri, Pedro G. Romero e Steve McQueen, entre outros. Trabalhou ainda em projectos como Tour-ismos. A Derrota da Dissidência e Representações Árabes Contemporâneas, dirigido por Catherine David. Entre 2008 e 2015, como curadora independente, organizou exposições em instituições espanholas e portuguesas. Entre 2012 e 2020 foi editora da Revista Concreta. Entre 2000 e 2014 membro do programa arteypensamiento da UNIA-Universidad Internacional de Andalucía, onde em 2009 liderou o projeto &#34;Narrativas de Fuga&#34;, com artistas como Alice Creischer ou Pedro Costa. Foi editora do Afterall Journal, Centro de Investigação da University of the Arts London, entre 2007 e 2014. Foi co-curadora da 31ª Bienal de São Paulo, 2014, do Encuentro Internacional de Medellín em 2011, e da Manifesta 4 em Frankfurt em 2002. Entre 2015 e 2020 foi directora do Centro de Arte Bombas Gens, Valência, onde organizou exposições dedicadas à coleção do centro e exposições temporárias de Sheela Gowda, Anna-Eva Bergman e Irma Blank. É directora do IVAM-Institut Valencià d&#39;Art Modern, entre 2020 e 2024, onde estabeleceu um programa de exposições de grande relevância, tanto ao nível da coleção com exposições como popular, Arte en una tierra baldía (1939-1959) assim como no caso de exposições temporárias: Anni e Josef Albers, Asger Jorn, Grupo Zero, Zanele Muholi, Teresa Lanceta, Anna Boghiguian, Otobong Nkanga, entre outras, e de jovens artistas do contexto local. Durante a sua direção, foi desenvolvido o Programa de Estudos Articulacions em colaboração com as duas universidades públicas de Valência, e os programas públicos adquiriram uma dimensão central no museu. É Directora artística do MAC/ CCB desde Maio de 2024. Links: https://expresso.pt/cultura/2024-03-14-Quem-e-Nuria-Enguita-a-curadora-espanhola-escolhida-para-a-direcao-artistica-do-MAC-CCB-0db704c6 https://contemporanea.pt/edicoes/2025/entrevista-nuria-enguita https://www.youtube.com/watch?v=S8u8Yz3NrYA https://www.youtube.com/watch?v=i8uJyFySyPk https://www.youtube.com/watch?v=18SVOyRM3e8 https://galeriamayoral.com/news/68-interviews-with-the-fundacio-antoni-tapies-former-and-interviews-with-the-fundacio-antoni-tapies-former-and/ https://www.artealdia.com/News/NURIA-ENGUITA-NAMED-DIRECTOR-AT-THE-INSTITUT-VALENCIA-D-ART-MODERN https://editorialconcreta.org/en/author/nuria-enguita-mayo/ https://ivam.es/en/articulations-ivam-uv-upv-study-programme/ https://www.p55.art/en/blogs/p55-magazine/nuria-enguita-e-nova-diretora-artistica-do-mac-ccb?srsltid=AfmBOopjPZGTCC-bdXjtTXmtLTkcM9AgqJTD8VrCksH3ybC08eBNZPEs https://elpais.com/espana/comunidad-valenciana/2024-03-14/nuria-enguita-nueva-directora-del-museo-de-arte-de-lisboa-tres-semanas-despues-de-dimitir-en-el-ivam.html  Episódio gravado a 27.03.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Feeling Good, Nina Simone, Letra Anthony Newly e Leslie Bricusse, Produção Hal Mooney, Universal Music Group  http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 31 Mar 2025 01:57:04 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 163 – “O curador que faz exposições para escrever sobre artistas” - Conversa com Pedro Lapa</title>
            <description><![CDATA[  <p>Pedro Lapa é professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi diretor artístico do Museu Coleção Berardo entre 2011 e 2017 e diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado, entre 1998 e 2009. Foi também curador da Ellipse Foundation entre 2004 e 2009. É doutorado em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.&nbsp;</p><p>É autor de muitas publicações no domínio da arte moderna e contemporânea, de entre as quais se destacam <em>André Romão. Fauna</em> (2019); <em>Joaquim Rodrigo, a contínua reinvenção da pintura</em> (2016); <em>História e Interregnum. Três obras de Stan Douglas</em> (2015); <em>Arte Portuguesa do Século XX</em> (1910-1960), <em>James Coleman. Mediaespectrologias</em> (2005).</p><p>Comissariou muitas exposições, das quais se destacam <em>Amadeo de Souza-Cardoso</em> (Museu Pushkin, Moscovo), <em>James Coleman</em> (MNAC-MC), <em>Stan Douglas, Interregnum</em> (Museu Coleção Berardo, Lisboa), <em>Alexandre Estrela. Star Gate</em> (MNAC-MC) ou as coletivas <em>More Works About Buildings and Food</em> (Hangar K7, Oeiras), <em>João Maria Gusmão e Pedro Paiva. Intrusão: The Red Square</em> (MNAC-MC), <em>Disseminações</em> (Culturgest, Lisboa), <em>Ângela Ferreira. Em sítio algum</em> (MNAC-MC)<em> Cinco Pintores da Modernidade Portuguesa</em> (Fundació Caixa Catalunya, Barcelona; Museu de Arte Moderna, São Paulo). Em 2001 foi o curador da representação portuguesa à 49ª Bienal de Veneza com o artista João Penalva.</p><p>&nbsp;Foi co-autor, em 1999, do primeiro catálogo raisonné realizado em Portugal, dedicado à obra de Joaquim Rodrigo. O Grémio Literário atribuiu-lhe o Grande Prémio de 2008 pelo seu ensaio <em>Columbano Bordalo Pinheiro, uma arqueologia da modernidade</em>. Em 2010 o Ministro da Cultura de França, Frédéric Mitterrand, concedeu-lhe a distinção de Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras.</p><p>Os projetos atuais em realização consistem num livro sobre arte moderna em Portugal, bem como um livro sobre Alexandre Estrela, um artista cujo trabalho acompanha desde os primeiros anos de emergência da sua obra.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://arquivos.rtp.pt/conteudos/pedro-lapa-2/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://arquivos.rtp.pt/conteudos/pedro-lapa-2/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-HJgEnCUWeQ" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=-HJgEnCUWeQ</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/entrevista-143-pedro-lapa" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/entrevista-143-pedro-lapa</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/museu/historia" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/museu/historia</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://arquivos.rtp.pt/conteudos/pedro-lapa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://arquivos.rtp.pt/conteudos/pedro-lapa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/noticias/cultura/pedro-lapa-e-o-novo-diretor-artistico_n427481" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/noticias/cultura/pedro-lapa-e-o-novo-diretor-artistico_n427481</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sicnoticias.pt/cultura/2011-03-25-pedro-lapa-e-o-novo-director-artistico-do-museu-berardo3" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sicnoticias.pt/cultura/2011-03-25-pedro-lapa-e-o-novo-director-artistico-do-museu-berardo3</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2017/04/06/culturaipsilon/noticia/pedro-lapa-saiu-da-direccao-artistica-do-museu-coleccao-berardo-1767946" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2017/04/06/culturaipsilon/noticia/pedro-lapa-saiu-da-direccao-artistica-do-museu-coleccao-berardo-1767946</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2022/06/21/culturaipsilon/opiniao/bem-desde-coleccao-ellipse-futuro-2010661" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2022/06/21/culturaipsilon/opiniao/bem-desde-coleccao-ellipse-futuro-2010661</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/colecoes-de-arte-ellipse-e-do-bpp-passam-para-a-tutela-do-estado-15355564.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/colecoes-de-arte-ellipse-e-do-bpp-passam-para-a-tutela-do-estado-15355564.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2015/03/23/culturaipsilon/noticia/stan-douglas-expoe-em-outubro-no-museu-berardo-1690029" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2015/03/23/culturaipsilon/noticia/stan-douglas-expoe-em-outubro-no-museu-berardo-1690029</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 18.03.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Steve Reich, Music for a Large Ensemble</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Pedro Lapa é professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi diretor artístico do Museu Coleção Berardo entre 2011 e 2017 e diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado, entre 1998 e 2009. Foi também curador da Ellipse Foundation entre 2004 e 2009. É doutorado em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.&nbsp;</p><p>É autor de muitas publicações no domínio da arte moderna e contemporânea, de entre as quais se destacam <em>André Romão. Fauna</em> (2019); <em>Joaquim Rodrigo, a contínua reinvenção da pintura</em> (2016); <em>História e Interregnum. Três obras de Stan Douglas</em> (2015); <em>Arte Portuguesa do Século XX</em> (1910-1960), <em>James Coleman. Mediaespectrologias</em> (2005).</p><p>Comissariou muitas exposições, das quais se destacam <em>Amadeo de Souza-Cardoso</em> (Museu Pushkin, Moscovo), <em>James Coleman</em> (MNAC-MC), <em>Stan Douglas, Interregnum</em> (Museu Coleção Berardo, Lisboa), <em>Alexandre Estrela. Star Gate</em> (MNAC-MC) ou as coletivas <em>More Works About Buildings and Food</em> (Hangar K7, Oeiras), <em>João Maria Gusmão e Pedro Paiva. Intrusão: The Red Square</em> (MNAC-MC), <em>Disseminações</em> (Culturgest, Lisboa), <em>Ângela Ferreira. Em sítio algum</em> (MNAC-MC)<em> Cinco Pintores da Modernidade Portuguesa</em> (Fundació Caixa Catalunya, Barcelona; Museu de Arte Moderna, São Paulo). Em 2001 foi o curador da representação portuguesa à 49ª Bienal de Veneza com o artista João Penalva.</p><p>&nbsp;Foi co-autor, em 1999, do primeiro catálogo raisonné realizado em Portugal, dedicado à obra de Joaquim Rodrigo. O Grémio Literário atribuiu-lhe o Grande Prémio de 2008 pelo seu ensaio <em>Columbano Bordalo Pinheiro, uma arqueologia da modernidade</em>. Em 2010 o Ministro da Cultura de França, Frédéric Mitterrand, concedeu-lhe a distinção de Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras.</p><p>Os projetos atuais em realização consistem num livro sobre arte moderna em Portugal, bem como um livro sobre Alexandre Estrela, um artista cujo trabalho acompanha desde os primeiros anos de emergência da sua obra.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://arquivos.rtp.pt/conteudos/pedro-lapa-2/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://arquivos.rtp.pt/conteudos/pedro-lapa-2/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-HJgEnCUWeQ" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=-HJgEnCUWeQ</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/entrevista-143-pedro-lapa" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/entrevista-143-pedro-lapa</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/museu/historia" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/museu/historia</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://arquivos.rtp.pt/conteudos/pedro-lapa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://arquivos.rtp.pt/conteudos/pedro-lapa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/noticias/cultura/pedro-lapa-e-o-novo-diretor-artistico_n427481" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/noticias/cultura/pedro-lapa-e-o-novo-diretor-artistico_n427481</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sicnoticias.pt/cultura/2011-03-25-pedro-lapa-e-o-novo-director-artistico-do-museu-berardo3" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sicnoticias.pt/cultura/2011-03-25-pedro-lapa-e-o-novo-director-artistico-do-museu-berardo3</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2017/04/06/culturaipsilon/noticia/pedro-lapa-saiu-da-direccao-artistica-do-museu-coleccao-berardo-1767946" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2017/04/06/culturaipsilon/noticia/pedro-lapa-saiu-da-direccao-artistica-do-museu-coleccao-berardo-1767946</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2022/06/21/culturaipsilon/opiniao/bem-desde-coleccao-ellipse-futuro-2010661" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2022/06/21/culturaipsilon/opiniao/bem-desde-coleccao-ellipse-futuro-2010661</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/colecoes-de-arte-ellipse-e-do-bpp-passam-para-a-tutela-do-estado-15355564.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/colecoes-de-arte-ellipse-e-do-bpp-passam-para-a-tutela-do-estado-15355564.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2015/03/23/culturaipsilon/noticia/stan-douglas-expoe-em-outubro-no-museu-berardo-1690029" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2015/03/23/culturaipsilon/noticia/stan-douglas-expoe-em-outubro-no-museu-berardo-1690029</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 18.03.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Steve Reich, Music for a Large Ensemble</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Pedro Lapa é professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi diretor artístico do Museu Coleção Berardo entre 2011 e 2017 e diretor do Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado, entre 1998 e 2009. Foi também curador da Ellipse Foundation entre 2004 e 2009. É doutorado em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É autor de muitas publicações no domínio da arte moderna e contemporânea, de entre as quais se destacam André Romão. Fauna (2019); Joaquim Rodrigo, a contínua reinvenção da pintura (2016); História e Interregnum. Três obras de Stan Douglas (2015); Arte Portuguesa do Século XX (1910-1960), James Coleman. Mediaespectrologias (2005).Comissariou muitas exposições, das quais se destacam Amadeo de Souza-Cardoso (Museu Pushkin, Moscovo), James Coleman (MNAC-MC), Stan Douglas, Interregnum (Museu Coleção Berardo, Lisboa), Alexandre Estrela. Star Gate (MNAC-MC) ou as coletivas More Works About Buildings and Food (Hangar K7, Oeiras), João Maria Gusmão e Pedro Paiva. Intrusão: The Red Square (MNAC-MC), Disseminações (Culturgest, Lisboa), Ângela Ferreira. Em sítio algum (MNAC-MC) Cinco Pintores da Modernidade Portuguesa (Fundació Caixa Catalunya, Barcelona; Museu de Arte Moderna, São Paulo). Em 2001 foi o curador da representação portuguesa à 49ª Bienal de Veneza com o artista João Penalva. Foi co-autor, em 1999, do primeiro catálogo raisonné realizado em Portugal, dedicado à obra de Joaquim Rodrigo. O Grémio Literário atribuiu-lhe o Grande Prémio de 2008 pelo seu ensaio Columbano Bordalo Pinheiro, uma arqueologia da modernidade. Em 2010 o Ministro da Cultura de França, Frédéric Mitterrand, concedeu-lhe a distinção de Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras.Os projetos atuais em realização consistem num livro sobre arte moderna em Portugal, bem como um livro sobre Alexandre Estrela, um artista cujo trabalho acompanha desde os primeiros anos de emergência da sua obra.  Links: https://arquivos.rtp.pt/conteudos/pedro-lapa-2/ https://www.youtube.com/watch?v=-HJgEnCUWeQ https://www.artecapital.net/entrevista-143-pedro-lapa http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/museu/historia https://arquivos.rtp.pt/conteudos/pedro-lapa/ https://www.rtp.pt/noticias/cultura/pedro-lapa-e-o-novo-diretor-artistico_n427481 https://sicnoticias.pt/cultura/2011-03-25-pedro-lapa-e-o-novo-director-artistico-do-museu-berardo3 https://www.publico.pt/2017/04/06/culturaipsilon/noticia/pedro-lapa-saiu-da-direccao-artistica-do-museu-coleccao-berardo-1767946 https://www.publico.pt/2022/06/21/culturaipsilon/opiniao/bem-desde-coleccao-ellipse-futuro-2010661 https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/colecoes-de-arte-ellipse-e-do-bpp-passam-para-a-tutela-do-estado-15355564.html https://www.publico.pt/2015/03/23/culturaipsilon/noticia/stan-douglas-expoe-em-outubro-no-museu-berardo-1690029  Episódio gravado a 18.03.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Steve Reich, Music for a Large Ensemble http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 24 Mar 2025 00:50:19 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 162 – “A linha que nunca termina” - Conversa com Joana P. R. Neves</title>
            <description><![CDATA[  <p>Joana P. R. Neves é uma escritora e curadora independente sediada em Londres. Entre 1994 e 1998 obteve a licenciatura em Filosofia em França.<em> </em>Concluiu o mestrado em estudos curatoriais na Universidade de Belas Artes de Lisboa em 2002. Nesse mesmo anos foi nomeada curadora de vídeo no C.A.V. (Coimbra, Portugal), onde trabalhou com Julião Sarmento, Maria Lusitano e Gabriel Orozco, entre outros.</p><p>Entre 2003 e 2014 trabalhou como diretora das galerias comerciais Chantal Crousel, scleicher+lange (Paris, França), e ajudou a lançar a Marlborough Contemporary, (Londres, Reino Unido). Entre 2015 e &nbsp;2020, fez o seu doutoramento em História da Arte na Kingston University intitulado: “<em>Seguindo a Linha Indexical, Etienne-Jules Marey, Douglas Huebler, Sol LeWitt</em>.” enquanto desenvolvia &nbsp;um trabalho de pesquisa paralelo sobre a obra da artista alemã sediada em Milão, Irma Blank.&nbsp;Esta investigação deu origem à co-curadoria, entre 2019 e 2023, da exposição itinerante BLANK, (Culturgest Lisboa, MAMCO Genève, CAPC Bordeaux, CCA Tel Aviv, ICA Milano, Museu Villa dei Cedri, Bellinzona, Bombas Gens Valencia) e para a qual co-editou o catálogo homónimo (Koenig Books). Como curadora independente, trabalha para museus e galerias; a sua mais recente exposição colectiva, “Our Ancestors Bloom” Overground, teve lugar na galeria Patrick Heide (Londres).</p><p>É Diretora Artística da Feira de Arte DRAWING NOW desde 2018, e co-lançou o projeto de residências e exposições Worlding em Elephant and Castle, Londres, em dezembro de 2020. Tem colaborado regularmente em publicações e catálogos de arte contemporânea.</p><p>As suas publicações recentes incluem “As One takes one's pulse”, “The Technology of Asemantic Writing”, Centre d'art de Genève (2019); “Unskilled Beauty or Ugly Truth?” (Drawing, Research, Theory Practice, 2020), entre outros.</p><p>Joana P. R. Neves está atualmente a trabalhar no seu primeiro livro, The Female Drawing Machines”, sobre o desenho como tecnologia a partir de uma perspetiva feminista (2026, Bloomsbury). Lançou o podcast Exhibitionistas em janeiro de 2024, onde falam sobre exposições individuais como forma de explorar o corpo de trabalho de um artista.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://exhibitionistaspodcast.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://exhibitionistaspodcast.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://worldingproject.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://worldingproject.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://maat.pt/en/news/ten-exhibitions-see-maat-2025" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://maat.pt/en/news/ten-exhibitions-see-maat-2025</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fondation-pernod-ricard.com/en/person/joana-neves" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fondation-pernod-ricard.com/en/person/joana-neves</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cnap.fr/la-m%C3%A9thode-graphique-et-autres-lignes" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cnap.fr/la-m%C3%A9thode-graphique-et-autres-lignes</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://mrac.laregion.fr/IMG/mrac_documents/5/dossier_presse/DP-Plateforme-Roven.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://mrac.laregion.fr/IMG/mrac_documents/5/dossier_presse/DP-Plateforme-Roven.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://offshore-revue.fr/site/drawing-room-016-salon-du-dessin-contemporain-la-panacee-montpellier/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://offshore-revue.fr/site/drawing-room-016-salon-du-dessin-contemporain-la-panacee-montpellier/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.culturgest.pt/pt/informacoes/livraria/irma-blank-blank/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.culturgest.pt/pt/informacoes/livraria/irma-blank-blank/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.drawingnowparis.com/le-salon/le-comite-de-selection/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.drawingnowparis.com/le-salon/le-comite-de-selection/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.drawingnowparis.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.drawingnowparis.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.drawinglabparis.com/en/expositions/drawing-power-children-of-compost/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.drawinglabparis.com/en/expositions/drawing-power-children-of-compost/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.drawingnowparis.com/evenements/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.drawingnowparis.com/evenements/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.drawinglabparis.com/le-prisme-du-feminin-machine-ovocytes-fils-potions/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.drawinglabparis.com/le-prisme-du-feminin-machine-ovocytes-fils-potions/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.beauxarts.com/expos/drawing-now-art-fair-celebre-le-dessin-contemporain-au-carreau-du-temple/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.beauxarts.com/expos/drawing-now-art-fair-celebre-le-dessin-contemporain-au-carreau-du-temple/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 07.02.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Water · Johnny Flynn and Laura Marling · Letra Johnny Flynn · Produção Ryan Hadlock</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Joana P. R. Neves é uma escritora e curadora independente sediada em Londres. Entre 1994 e 1998 obteve a licenciatura em Filosofia em França.<em> </em>Concluiu o mestrado em estudos curatoriais na Universidade de Belas Artes de Lisboa em 2002. Nesse mesmo anos foi nomeada curadora de vídeo no C.A.V. (Coimbra, Portugal), onde trabalhou com Julião Sarmento, Maria Lusitano e Gabriel Orozco, entre outros.</p><p>Entre 2003 e 2014 trabalhou como diretora das galerias comerciais Chantal Crousel, scleicher+lange (Paris, França), e ajudou a lançar a Marlborough Contemporary, (Londres, Reino Unido). Entre 2015 e &nbsp;2020, fez o seu doutoramento em História da Arte na Kingston University intitulado: “<em>Seguindo a Linha Indexical, Etienne-Jules Marey, Douglas Huebler, Sol LeWitt</em>.” enquanto desenvolvia &nbsp;um trabalho de pesquisa paralelo sobre a obra da artista alemã sediada em Milão, Irma Blank.&nbsp;Esta investigação deu origem à co-curadoria, entre 2019 e 2023, da exposição itinerante BLANK, (Culturgest Lisboa, MAMCO Genève, CAPC Bordeaux, CCA Tel Aviv, ICA Milano, Museu Villa dei Cedri, Bellinzona, Bombas Gens Valencia) e para a qual co-editou o catálogo homónimo (Koenig Books). Como curadora independente, trabalha para museus e galerias; a sua mais recente exposição colectiva, “Our Ancestors Bloom” Overground, teve lugar na galeria Patrick Heide (Londres).</p><p>É Diretora Artística da Feira de Arte DRAWING NOW desde 2018, e co-lançou o projeto de residências e exposições Worlding em Elephant and Castle, Londres, em dezembro de 2020. Tem colaborado regularmente em publicações e catálogos de arte contemporânea.</p><p>As suas publicações recentes incluem “As One takes one's pulse”, “The Technology of Asemantic Writing”, Centre d'art de Genève (2019); “Unskilled Beauty or Ugly Truth?” (Drawing, Research, Theory Practice, 2020), entre outros.</p><p>Joana P. R. Neves está atualmente a trabalhar no seu primeiro livro, The Female Drawing Machines”, sobre o desenho como tecnologia a partir de uma perspetiva feminista (2026, Bloomsbury). Lançou o podcast Exhibitionistas em janeiro de 2024, onde falam sobre exposições individuais como forma de explorar o corpo de trabalho de um artista.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://exhibitionistaspodcast.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://exhibitionistaspodcast.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://worldingproject.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://worldingproject.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://maat.pt/en/news/ten-exhibitions-see-maat-2025" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://maat.pt/en/news/ten-exhibitions-see-maat-2025</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fondation-pernod-ricard.com/en/person/joana-neves" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fondation-pernod-ricard.com/en/person/joana-neves</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cnap.fr/la-m%C3%A9thode-graphique-et-autres-lignes" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cnap.fr/la-m%C3%A9thode-graphique-et-autres-lignes</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://mrac.laregion.fr/IMG/mrac_documents/5/dossier_presse/DP-Plateforme-Roven.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://mrac.laregion.fr/IMG/mrac_documents/5/dossier_presse/DP-Plateforme-Roven.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://offshore-revue.fr/site/drawing-room-016-salon-du-dessin-contemporain-la-panacee-montpellier/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://offshore-revue.fr/site/drawing-room-016-salon-du-dessin-contemporain-la-panacee-montpellier/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.culturgest.pt/pt/informacoes/livraria/irma-blank-blank/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.culturgest.pt/pt/informacoes/livraria/irma-blank-blank/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.drawingnowparis.com/le-salon/le-comite-de-selection/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.drawingnowparis.com/le-salon/le-comite-de-selection/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.drawingnowparis.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.drawingnowparis.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.drawinglabparis.com/en/expositions/drawing-power-children-of-compost/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.drawinglabparis.com/en/expositions/drawing-power-children-of-compost/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.drawingnowparis.com/evenements/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.drawingnowparis.com/evenements/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.drawinglabparis.com/le-prisme-du-feminin-machine-ovocytes-fils-potions/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.drawinglabparis.com/le-prisme-du-feminin-machine-ovocytes-fils-potions/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.beauxarts.com/expos/drawing-now-art-fair-celebre-le-dessin-contemporain-au-carreau-du-temple/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.beauxarts.com/expos/drawing-now-art-fair-celebre-le-dessin-contemporain-au-carreau-du-temple/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 07.02.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Water · Johnny Flynn and Laura Marling · Letra Johnny Flynn · Produção Ryan Hadlock</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Joana P. R. Neves é uma escritora e curadora independente sediada em Londres. Entre 1994 e 1998 obteve a licenciatura em Filosofia em França. Concluiu o mestrado em estudos curatoriais na Universidade de Belas Artes de Lisboa em 2002. Nesse mesmo anos foi nomeada curadora de vídeo no C.A.V. (Coimbra, Portugal), onde trabalhou com Julião Sarmento, Maria Lusitano e Gabriel Orozco, entre outros.Entre 2003 e 2014 trabalhou como diretora das galerias comerciais Chantal Crousel, scleicher+lange (Paris, França), e ajudou a lançar a Marlborough Contemporary, (Londres, Reino Unido). Entre 2015 e  2020, fez o seu doutoramento em História da Arte na Kingston University intitulado: “Seguindo a Linha Indexical, Etienne-Jules Marey, Douglas Huebler, Sol LeWitt.” enquanto desenvolvia  um trabalho de pesquisa paralelo sobre a obra da artista alemã sediada em Milão, Irma Blank. Esta investigação deu origem à co-curadoria, entre 2019 e 2023, da exposição itinerante BLANK, (Culturgest Lisboa, MAMCO Genève, CAPC Bordeaux, CCA Tel Aviv, ICA Milano, Museu Villa dei Cedri, Bellinzona, Bombas Gens Valencia) e para a qual co-editou o catálogo homónimo (Koenig Books). Como curadora independente, trabalha para museus e galerias; a sua mais recente exposição colectiva, “Our Ancestors Bloom” Overground, teve lugar na galeria Patrick Heide (Londres).É Diretora Artística da Feira de Arte DRAWING NOW desde 2018, e co-lançou o projeto de residências e exposições Worlding em Elephant and Castle, Londres, em dezembro de 2020. Tem colaborado regularmente em publicações e catálogos de arte contemporânea.As suas publicações recentes incluem “As One takes one&#39;s pulse”, “The Technology of Asemantic Writing”, Centre d&#39;art de Genève (2019); “Unskilled Beauty or Ugly Truth?” (Drawing, Research, Theory Practice, 2020), entre outros.Joana P. R. Neves está atualmente a trabalhar no seu primeiro livro, The Female Drawing Machines”, sobre o desenho como tecnologia a partir de uma perspetiva feminista (2026, Bloomsbury). Lançou o podcast Exhibitionistas em janeiro de 2024, onde falam sobre exposições individuais como forma de explorar o corpo de trabalho de um artista.  Links: https://exhibitionistaspodcast.com/https://worldingproject.com/ https://maat.pt/en/news/ten-exhibitions-see-maat-2025 https://www.fondation-pernod-ricard.com/en/person/joana-neves https://www.cnap.fr/la-m%C3%A9thode-graphique-et-autres-lignes https://mrac.laregion.fr/IMG/mrac_documents/5/dossier_presse/DP-Plateforme-Roven.pdf http://offshore-revue.fr/site/drawing-room-016-salon-du-dessin-contemporain-la-panacee-montpellier/ https://www.culturgest.pt/pt/informacoes/livraria/irma-blank-blank/ https://www.drawingnowparis.com/le-salon/le-comite-de-selection/ https://www.drawingnowparis.com/ https://www.drawinglabparis.com/en/expositions/drawing-power-children-of-compost/ https://www.drawingnowparis.com/evenements/ https://www.drawinglabparis.com/le-prisme-du-feminin-machine-ovocytes-fils-potions/ https://www.beauxarts.com/expos/drawing-now-art-fair-celebre-le-dessin-contemporain-au-carreau-du-temple/  Episódio gravado a 07.02.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Water · Johnny Flynn and Laura Marling · Letra Johnny Flynn · Produção Ryan Hadlock  http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados    </itunes:summary>
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            <pubDate>Sun, 16 Mar 2025 03:08:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 161 – &#34;Essa liberdade. Parece nada, mas é tudo.&#34; – Conversa com Ana Manso</title>
            <description><![CDATA[  <p>As pinturas e instalações de Ana Manso (Lisboa, 1984) navegam nos espaços entre a contaminação, a intersecção e a troca, atendendo ao potencial infinito que emerge nos detalhes muitas vezes esquecidos e silenciosos da vida quotidiana. Enraizado principalmente na abstração e estendendo-se ocasionalmente da tela ao mural, o seu trabalho emerge de momentos sensoriais sem plano pré-determinado.</p><p>O seu trabalho tem sido apresentado em exposições individuais e coletivas: Buraco (Lisboa, 2024); NEVVEN, (Gotemburgo, 2024); Pedro Cera (Lisboa); Consultório (Chamusca, 2023); Galleria Umberto Di Marino (Nápoles); Centro de Arte Oliva (São João da Madeira, 2022); MARQUISE (Lisboa, 2019); Mudam (Luxemburgo, 2020); UPPERCUT (Lisboa, 2019); Universidade do Minho (Braga, 2019); Museu de Serralves (Porto, 2017); FUTURA (Praga, 2016); Uma Certa Falta de Coerência (Porto, 2016); Ar Sólido (Lisboa, 2016); Museo Nazionale di Capodimonte (Nápoles, 2014); Fondazione Rivolidue (Milão, 2014); Museu da Electricidade (Lisboa, 2011); ou Spike Island (Bristol, 2008); citando alguns. Participou no Prémio EDP Novos Artistas e Prémio Fidelidade Jovens Pintores, em 2011. Ana Manso desenvolveu projetos em residências artísticas em Nova York (International Studio &amp; Curatorial Program, 2022); Málaga (Casa Mahare, 2019); ou Madrid (Matadero Madrid, 2018).</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.anamanso.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.anamanso.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/2024/ana-manso-menstruum" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/2024/ana-manso-menstruum</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2024/03/08/culturaipsilon/noticia/pintura-ana-manso-escapamse-formas-cor-materia-2082449" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2024/03/08/culturaipsilon/noticia/pintura-ana-manso-escapamse-formas-cor-materia-2082449</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://pedrocera.com/artists/ana-manso" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pedrocera.com/artists/ana-manso</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.galleriaumbertodimarino.com/ana-manso/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.galleriaumbertodimarino.com/ana-manso/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/12/04/pulso-de-seda-de-ana-manso-e-rudi-brito-no-buraco/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/12/04/pulso-de-seda-de-ana-manso-e-rudi-brito-no-buraco/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://visao.pt/atualidade/cultura/2020-05-29-museu-do-luxemburgo-exibe-mostra-coletiva-com-artistas-ana-manso-e-pedro-cabrita-reis/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://visao.pt/atualidade/cultura/2020-05-29-museu-do-luxemburgo-exibe-mostra-coletiva-com-artistas-ana-manso-e-pedro-cabrita-reis/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.instituto-camoes.pt/activity/o-que-fazemos/cultura-portuguesa/agenda/praga-magician-s-right-hand" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.instituto-camoes.pt/activity/o-que-fazemos/cultura-portuguesa/agenda/praga-magician-s-right-hand</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 07.03.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: In Our Sleep · Laurie Anderson Bright Red ℗ 1994 Warner Records Inc.</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>As pinturas e instalações de Ana Manso (Lisboa, 1984) navegam nos espaços entre a contaminação, a intersecção e a troca, atendendo ao potencial infinito que emerge nos detalhes muitas vezes esquecidos e silenciosos da vida quotidiana. Enraizado principalmente na abstração e estendendo-se ocasionalmente da tela ao mural, o seu trabalho emerge de momentos sensoriais sem plano pré-determinado.</p><p>O seu trabalho tem sido apresentado em exposições individuais e coletivas: Buraco (Lisboa, 2024); NEVVEN, (Gotemburgo, 2024); Pedro Cera (Lisboa); Consultório (Chamusca, 2023); Galleria Umberto Di Marino (Nápoles); Centro de Arte Oliva (São João da Madeira, 2022); MARQUISE (Lisboa, 2019); Mudam (Luxemburgo, 2020); UPPERCUT (Lisboa, 2019); Universidade do Minho (Braga, 2019); Museu de Serralves (Porto, 2017); FUTURA (Praga, 2016); Uma Certa Falta de Coerência (Porto, 2016); Ar Sólido (Lisboa, 2016); Museo Nazionale di Capodimonte (Nápoles, 2014); Fondazione Rivolidue (Milão, 2014); Museu da Electricidade (Lisboa, 2011); ou Spike Island (Bristol, 2008); citando alguns. Participou no Prémio EDP Novos Artistas e Prémio Fidelidade Jovens Pintores, em 2011. Ana Manso desenvolveu projetos em residências artísticas em Nova York (International Studio &amp; Curatorial Program, 2022); Málaga (Casa Mahare, 2019); ou Madrid (Matadero Madrid, 2018).</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.anamanso.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.anamanso.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/2024/ana-manso-menstruum" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/2024/ana-manso-menstruum</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2024/03/08/culturaipsilon/noticia/pintura-ana-manso-escapamse-formas-cor-materia-2082449" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2024/03/08/culturaipsilon/noticia/pintura-ana-manso-escapamse-formas-cor-materia-2082449</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://pedrocera.com/artists/ana-manso" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pedrocera.com/artists/ana-manso</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.galleriaumbertodimarino.com/ana-manso/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.galleriaumbertodimarino.com/ana-manso/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/12/04/pulso-de-seda-de-ana-manso-e-rudi-brito-no-buraco/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/12/04/pulso-de-seda-de-ana-manso-e-rudi-brito-no-buraco/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://visao.pt/atualidade/cultura/2020-05-29-museu-do-luxemburgo-exibe-mostra-coletiva-com-artistas-ana-manso-e-pedro-cabrita-reis/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://visao.pt/atualidade/cultura/2020-05-29-museu-do-luxemburgo-exibe-mostra-coletiva-com-artistas-ana-manso-e-pedro-cabrita-reis/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.instituto-camoes.pt/activity/o-que-fazemos/cultura-portuguesa/agenda/praga-magician-s-right-hand" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.instituto-camoes.pt/activity/o-que-fazemos/cultura-portuguesa/agenda/praga-magician-s-right-hand</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 07.03.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: In Our Sleep · Laurie Anderson Bright Red ℗ 1994 Warner Records Inc.</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>As pinturas e instalações de Ana Manso (Lisboa, 1984) navegam nos espaços entre a contaminação, a intersecção e a troca, atendendo ao potencial infinito que emerge nos detalhes muitas vezes esquecidos e silenciosos da vida quotidiana. Enraizado principalmente na abstração e estendendo-se ocasionalmente da tela ao mural, o seu trabalho emerge de momentos sensoriais sem plano pré-determinado.O seu trabalho tem sido apresentado em exposições individuais e coletivas: Buraco (Lisboa, 2024); NEVVEN, (Gotemburgo, 2024); Pedro Cera (Lisboa); Consultório (Chamusca, 2023); Galleria Umberto Di Marino (Nápoles); Centro de Arte Oliva (São João da Madeira, 2022); MARQUISE (Lisboa, 2019); Mudam (Luxemburgo, 2020); UPPERCUT (Lisboa, 2019); Universidade do Minho (Braga, 2019); Museu de Serralves (Porto, 2017); FUTURA (Praga, 2016); Uma Certa Falta de Coerência (Porto, 2016); Ar Sólido (Lisboa, 2016); Museo Nazionale di Capodimonte (Nápoles, 2014); Fondazione Rivolidue (Milão, 2014); Museu da Electricidade (Lisboa, 2011); ou Spike Island (Bristol, 2008); citando alguns. Participou no Prémio EDP Novos Artistas e Prémio Fidelidade Jovens Pintores, em 2011. Ana Manso desenvolveu projetos em residências artísticas em Nova York (International Studio &amp; Curatorial Program, 2022); Málaga (Casa Mahare, 2019); ou Madrid (Matadero Madrid, 2018). Links: https://www.anamanso.com/ https://contemporanea.pt/edicoes/2024/ana-manso-menstruum https://www.publico.pt/2024/03/08/culturaipsilon/noticia/pintura-ana-manso-escapamse-formas-cor-materia-2082449 https://pedrocera.com/artists/ana-manso https://www.galleriaumbertodimarino.com/ana-manso/ https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/12/04/pulso-de-seda-de-ana-manso-e-rudi-brito-no-buraco/ https://visao.pt/atualidade/cultura/2020-05-29-museu-do-luxemburgo-exibe-mostra-coletiva-com-artistas-ana-manso-e-pedro-cabrita-reis/ https://www.instituto-camoes.pt/activity/o-que-fazemos/cultura-portuguesa/agenda/praga-magician-s-right-hand  Episódio gravado a 07.03.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: In Our Sleep · Laurie Anderson Bright Red ℗ 1994 Warner Records Inc. http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 08 Mar 2025 03:59:42 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 160 – “Que um erro, em tantos erros, é concerto*” – Conversa com António Poppe</title>
            <description><![CDATA[  <p>António Poppe (Lisboa, 1968)</p><p>Artista visual, performer e poeta, vive e trabalha em Lisboa. Concluiu o curso avançado de artes visuais do Ar.Co, em Lisboa, e estudou escultura e desenho no Royal College of Arts, em Londres. Fez o mestrado em Arte Performativa e Cinema na School of the Art Institute of Chicago, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento.Autor de um trabalho híbrido entre artes visuais, performance e poesia, que apresenta desde 1991 em instituições como o Museu de Serralves, MAAT, Culturgest, Gulbenkian, Fundação Carmona e Costa, Museu Soares dos Reis, Galeria ZDB, Galeria 111, Casa Fernando Pessoa e GIAJG, entre outras. Publicou cinco livros: "Torre de Juan Abad" (Assírio &amp; Alvim), "Livro da Luz" (Documenta), "Medicin" (Douda Correria), "Come Coral" (Douda Correria) e "O Agitador e a Corrente" (com Mumtazz, Mariposa Azual). Destacam-se a exposição antológica "Mil Órbitas" (2019) na ZDB, com curadoria de Natxo Checa, e a participação no projeto performativo "DE CORPO PRESENTE" (2022), a convite do Museu da Cidade do Porto. Trabalhou com o grupo de performance Goat Island (Chicago) e colaborou com artistas como Vera Mantero (Porto 2001, Capital Europeia da Cultura), Mumtazz (6ª edição dos "Encontros para Além da História", CIAJG, Guimarães), Musa Paradisíaca (Quetzal Art Centre, Holanda) e La Familia Gitana (Boca Bienal e Futurama Alentejo, 2021). Nos últimos anos, tem-se dedicado ao projeto "EM VOZ ALTA", desenvolvido com apoio da DGArtes em parceria com BOCA, Osso, Casa de Gigante, Aderno e ZDB, aprofundando a fusão entre as várias disciplinas que compõem a sua prática.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.miguelnabinho.com/pt/antonio-poppe" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.miguelnabinho.com/pt/antonio-poppe</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=uvqUwh_i0Ug" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=uvqUwh_i0Ug</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=KAF5lQSyBec" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=KAF5lQSyBec</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/agenda/musica-cigana-camoes-yanomani-a-soma-dos-seus/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/agenda/musica-cigana-camoes-yanomani-a-soma-dos-seus/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.agendalx.pt/events/event/em-voz-alta/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.agendalx.pt/events/event/em-voz-alta/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/antonio-poppe-mil-orbitas" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/antonio-poppe-mil-orbitas</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.flad.pt/finalistas-do-premio-flad-de-desenho-2023/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.flad.pt/finalistas-do-premio-flad-de-desenho-2023/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/comunidade-enquanto-imunidade/manuscritos-da-comunidade-enquanto-imunidade" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/comunidade-enquanto-imunidade/manuscritos-da-comunidade-enquanto-imunidade</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 27.02.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: The Homeless Wanderer · Tsegue-Maryam Guebrou Ethiopiques, vol. 21: Emahoy (Piano Solo) ℗ Tsegue-Maryam Guebrou / Buda Released on: 1963-01-01 Composer: Tsegue-Maryam Guebrou</p><p>&nbsp;</p><p>*verso de Canção IV, Luís Vaz de Camões</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>António Poppe (Lisboa, 1968)</p><p>Artista visual, performer e poeta, vive e trabalha em Lisboa. Concluiu o curso avançado de artes visuais do Ar.Co, em Lisboa, e estudou escultura e desenho no Royal College of Arts, em Londres. Fez o mestrado em Arte Performativa e Cinema na School of the Art Institute of Chicago, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento.Autor de um trabalho híbrido entre artes visuais, performance e poesia, que apresenta desde 1991 em instituições como o Museu de Serralves, MAAT, Culturgest, Gulbenkian, Fundação Carmona e Costa, Museu Soares dos Reis, Galeria ZDB, Galeria 111, Casa Fernando Pessoa e GIAJG, entre outras. Publicou cinco livros: "Torre de Juan Abad" (Assírio &amp; Alvim), "Livro da Luz" (Documenta), "Medicin" (Douda Correria), "Come Coral" (Douda Correria) e "O Agitador e a Corrente" (com Mumtazz, Mariposa Azual). Destacam-se a exposição antológica "Mil Órbitas" (2019) na ZDB, com curadoria de Natxo Checa, e a participação no projeto performativo "DE CORPO PRESENTE" (2022), a convite do Museu da Cidade do Porto. Trabalhou com o grupo de performance Goat Island (Chicago) e colaborou com artistas como Vera Mantero (Porto 2001, Capital Europeia da Cultura), Mumtazz (6ª edição dos "Encontros para Além da História", CIAJG, Guimarães), Musa Paradisíaca (Quetzal Art Centre, Holanda) e La Familia Gitana (Boca Bienal e Futurama Alentejo, 2021). Nos últimos anos, tem-se dedicado ao projeto "EM VOZ ALTA", desenvolvido com apoio da DGArtes em parceria com BOCA, Osso, Casa de Gigante, Aderno e ZDB, aprofundando a fusão entre as várias disciplinas que compõem a sua prática.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.miguelnabinho.com/pt/antonio-poppe" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.miguelnabinho.com/pt/antonio-poppe</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=uvqUwh_i0Ug" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=uvqUwh_i0Ug</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=KAF5lQSyBec" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=KAF5lQSyBec</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/agenda/musica-cigana-camoes-yanomani-a-soma-dos-seus/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/agenda/musica-cigana-camoes-yanomani-a-soma-dos-seus/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.agendalx.pt/events/event/em-voz-alta/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.agendalx.pt/events/event/em-voz-alta/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/antonio-poppe-mil-orbitas" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/antonio-poppe-mil-orbitas</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.flad.pt/finalistas-do-premio-flad-de-desenho-2023/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.flad.pt/finalistas-do-premio-flad-de-desenho-2023/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/comunidade-enquanto-imunidade/manuscritos-da-comunidade-enquanto-imunidade" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/comunidade-enquanto-imunidade/manuscritos-da-comunidade-enquanto-imunidade</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 27.02.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: The Homeless Wanderer · Tsegue-Maryam Guebrou Ethiopiques, vol. 21: Emahoy (Piano Solo) ℗ Tsegue-Maryam Guebrou / Buda Released on: 1963-01-01 Composer: Tsegue-Maryam Guebrou</p><p>&nbsp;</p><p>*verso de Canção IV, Luís Vaz de Camões</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>António Poppe (Lisboa, 1968)Artista visual, performer e poeta, vive e trabalha em Lisboa. Concluiu o curso avançado de artes visuais do Ar.Co, em Lisboa, e estudou escultura e desenho no Royal College of Arts, em Londres. Fez o mestrado em Arte Performativa e Cinema na School of the Art Institute of Chicago, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento.Autor de um trabalho híbrido entre artes visuais, performance e poesia, que apresenta desde 1991 em instituições como o Museu de Serralves, MAAT, Culturgest, Gulbenkian, Fundação Carmona e Costa, Museu Soares dos Reis, Galeria ZDB, Galeria 111, Casa Fernando Pessoa e GIAJG, entre outras. Publicou cinco livros: &#34;Torre de Juan Abad&#34; (Assírio &amp; Alvim), &#34;Livro da Luz&#34; (Documenta), &#34;Medicin&#34; (Douda Correria), &#34;Come Coral&#34; (Douda Correria) e &#34;O Agitador e a Corrente&#34; (com Mumtazz, Mariposa Azual). Destacam-se a exposição antológica &#34;Mil Órbitas&#34; (2019) na ZDB, com curadoria de Natxo Checa, e a participação no projeto performativo &#34;DE CORPO PRESENTE&#34; (2022), a convite do Museu da Cidade do Porto. Trabalhou com o grupo de performance Goat Island (Chicago) e colaborou com artistas como Vera Mantero (Porto 2001, Capital Europeia da Cultura), Mumtazz (6ª edição dos &#34;Encontros para Além da História&#34;, CIAJG, Guimarães), Musa Paradisíaca (Quetzal Art Centre, Holanda) e La Familia Gitana (Boca Bienal e Futurama Alentejo, 2021). Nos últimos anos, tem-se dedicado ao projeto &#34;EM VOZ ALTA&#34;, desenvolvido com apoio da DGArtes em parceria com BOCA, Osso, Casa de Gigante, Aderno e ZDB, aprofundando a fusão entre as várias disciplinas que compõem a sua prática. Links: https://www.miguelnabinho.com/pt/antonio-poppe https://www.youtube.com/watch?v=uvqUwh_i0Ug https://www.youtube.com/watch?v=KAF5lQSyBec https://gulbenkian.pt/agenda/musica-cigana-camoes-yanomani-a-soma-dos-seus/ https://www.agendalx.pt/events/event/em-voz-alta/ https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/antonio-poppe-mil-orbitas https://www.flad.pt/finalistas-do-premio-flad-de-desenho-2023/ https://contemporanea.pt/edicoes/comunidade-enquanto-imunidade/manuscritos-da-comunidade-enquanto-imunidade  Episódio gravado a 27.02.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: The Homeless Wanderer · Tsegue-Maryam Guebrou Ethiopiques, vol. 21: Emahoy (Piano Solo) ℗ Tsegue-Maryam Guebrou / Buda Released on: 1963-01-01 Composer: Tsegue-Maryam Guebrou *verso de Canção IV, Luís Vaz de Camões http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 28 Feb 2025 01:53:16 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 159 – “O mundo precisa de poesia” – Conversa com André Romão</title>
            <description><![CDATA[  <p>André Romão nasceu em Lisboa em 1984, cidade onde vive. O seu trabalho assume sobretudo a forma de escultura e poesia, explorando ideias de transformação, mutação e fluidez. Partindo da emoção e da intuição, as suas figuras e paisagens oníricas ocupam frequentemente um campo indefinido entre os domínios literário e natural.</p><p>&nbsp;</p><p>O seu trabalho tem sido apresentado em diferentes instituições como o Museu de Serralves (Porto), Centre d'art Contemporain Genève, Liverpool Biennial 2021, MAAT (Lisboa), Museu Berardo (Lisboa), Futura (Praga), The Green Parrot (Barcelona), Macro (Roma), Astrup Fearnley Museet (Oslo), CAPC (Bordéus), Spike Island (Bristol), Kunsthalle Lissabon, entre outras. Recebeu o Prémio EDP Novos Artistas em 2007 e o BES revelação em 2013. Foi artista residente na Kunstlerhaus Bethanien, Berlim (2010), MACRO, Roma (2014) e Gasworks, Londres (2020), entre outros.</p><p>&nbsp;</p><p>A obra de Romão está representada em colecções como a Fundação de Serralves, Fundação Gulbenkian, FRAC Franche-Comté, entre outras.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://andreromaonet.wordpress.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://andreromaonet.wordpress.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2019/04/01/culturaipsilon/noticia/noite-andre-romao-ha-corpos-pulsam-despertam-1866702" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2019/04/01/culturaipsilon/noticia/noite-andre-romao-ha-corpos-pulsam-despertam-1866702</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/04/26/fauna-de-andre-romao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/04/26/fauna-de-andre-romao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/andre-romao-exibe-novas-esculturas-e-poemas-sobre-a-fluidez-dos-corpos-9320081.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/andre-romao-exibe-novas-esculturas-e-poemas-sobre-a-fluidez-dos-corpos-9320081.html</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.galleriaumbertodimarino.com/andre-romao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.galleriaumbertodimarino.com/andre-romao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/andre-romao-le-volpi" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/andre-romao-le-volpi</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.veracortes.com/artists/andre-romao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.veracortes.com/artists/andre-romao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/06-2018/andre-romao-fruits-and-flowers" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/06-2018/andre-romao-fruits-and-flowers</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/en/atividades-serralves/1203-visita-orientada-andre-romao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/en/atividades-serralves/1203-visita-orientada-andre-romao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/en/edition-prize/new-artists-award-2007" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/en/edition-prize/new-artists-award-2007</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 21.02.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Crass - Mother Earth (1979) – interpretada por Crass / letra Crass, Eve Libertine (aka Bronwen Jones), Joy De Vivre, Steve Ignorant / produzida por Crass Records</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>André Romão nasceu em Lisboa em 1984, cidade onde vive. O seu trabalho assume sobretudo a forma de escultura e poesia, explorando ideias de transformação, mutação e fluidez. Partindo da emoção e da intuição, as suas figuras e paisagens oníricas ocupam frequentemente um campo indefinido entre os domínios literário e natural.</p><p>&nbsp;</p><p>O seu trabalho tem sido apresentado em diferentes instituições como o Museu de Serralves (Porto), Centre d'art Contemporain Genève, Liverpool Biennial 2021, MAAT (Lisboa), Museu Berardo (Lisboa), Futura (Praga), The Green Parrot (Barcelona), Macro (Roma), Astrup Fearnley Museet (Oslo), CAPC (Bordéus), Spike Island (Bristol), Kunsthalle Lissabon, entre outras. Recebeu o Prémio EDP Novos Artistas em 2007 e o BES revelação em 2013. Foi artista residente na Kunstlerhaus Bethanien, Berlim (2010), MACRO, Roma (2014) e Gasworks, Londres (2020), entre outros.</p><p>&nbsp;</p><p>A obra de Romão está representada em colecções como a Fundação de Serralves, Fundação Gulbenkian, FRAC Franche-Comté, entre outras.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://andreromaonet.wordpress.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://andreromaonet.wordpress.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2019/04/01/culturaipsilon/noticia/noite-andre-romao-ha-corpos-pulsam-despertam-1866702" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2019/04/01/culturaipsilon/noticia/noite-andre-romao-ha-corpos-pulsam-despertam-1866702</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/04/26/fauna-de-andre-romao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/04/26/fauna-de-andre-romao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/andre-romao-exibe-novas-esculturas-e-poemas-sobre-a-fluidez-dos-corpos-9320081.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/andre-romao-exibe-novas-esculturas-e-poemas-sobre-a-fluidez-dos-corpos-9320081.html</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.galleriaumbertodimarino.com/andre-romao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.galleriaumbertodimarino.com/andre-romao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/andre-romao-le-volpi" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/andre-romao-le-volpi</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.veracortes.com/artists/andre-romao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.veracortes.com/artists/andre-romao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/06-2018/andre-romao-fruits-and-flowers" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/06-2018/andre-romao-fruits-and-flowers</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/en/atividades-serralves/1203-visita-orientada-andre-romao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/en/atividades-serralves/1203-visita-orientada-andre-romao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/en/edition-prize/new-artists-award-2007" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/en/edition-prize/new-artists-award-2007</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 21.02.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Crass - Mother Earth (1979) – interpretada por Crass / letra Crass, Eve Libertine (aka Bronwen Jones), Joy De Vivre, Steve Ignorant / produzida por Crass Records</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>André Romão nasceu em Lisboa em 1984, cidade onde vive. O seu trabalho assume sobretudo a forma de escultura e poesia, explorando ideias de transformação, mutação e fluidez. Partindo da emoção e da intuição, as suas figuras e paisagens oníricas ocupam frequentemente um campo indefinido entre os domínios literário e natural. O seu trabalho tem sido apresentado em diferentes instituições como o Museu de Serralves (Porto), Centre d&#39;art Contemporain Genève, Liverpool Biennial 2021, MAAT (Lisboa), Museu Berardo (Lisboa), Futura (Praga), The Green Parrot (Barcelona), Macro (Roma), Astrup Fearnley Museet (Oslo), CAPC (Bordéus), Spike Island (Bristol), Kunsthalle Lissabon, entre outras. Recebeu o Prémio EDP Novos Artistas em 2007 e o BES revelação em 2013. Foi artista residente na Kunstlerhaus Bethanien, Berlim (2010), MACRO, Roma (2014) e Gasworks, Londres (2020), entre outros. A obra de Romão está representada em colecções como a Fundação de Serralves, Fundação Gulbenkian, FRAC Franche-Comté, entre outras. Links: https://andreromaonet.wordpress.com/ https://www.publico.pt/2019/04/01/culturaipsilon/noticia/noite-andre-romao-ha-corpos-pulsam-despertam-1866702 https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/04/26/fauna-de-andre-romao/ https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/andre-romao-exibe-novas-esculturas-e-poemas-sobre-a-fluidez-dos-corpos-9320081.html  https://www.galleriaumbertodimarino.com/andre-romao/ https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/andre-romao-le-volpi https://www.veracortes.com/artists/andre-romao/ https://contemporanea.pt/edicoes/06-2018/andre-romao-fruits-and-flowers https://www.serralves.pt/en/atividades-serralves/1203-visita-orientada-andre-romao/ https://www.fundacaoedp.pt/en/edition-prize/new-artists-award-2007  Episódio gravado a 21.02.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Crass - Mother Earth (1979) – interpretada por Crass / letra Crass, Eve Libertine (aka Bronwen Jones), Joy De Vivre, Steve Ignorant / produzida por Crass Records  http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados    </itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 22 Feb 2025 13:05:27 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 158 – “Filosofia, Comunicação e L+Arte” – Conversa com Paula Brito Medori</title>
            <description><![CDATA[  <p>Paula Brito Medori, Porto, 1962. Licenciada em Filosofia pela Universidade Católica Portuguesa, especializou-se em comunicação cultural, tendo construído uma carreira sólida na área da imprensa e dos museus. Atualmente, é responsável pelo Gabinete de Comunicação do Atelier-Museu Júlio Pomar, no âmbito da EGEAC. Entre 2011 e 2019, exerceu a mesma função no Museu Nacional de Arte Antiga, onde coordenou campanhas de grande impacto, como “Vamos pôr o Sequeira no lugar certo”, uma das mais bem-sucedidas angariações de fundos para aquisição de património em Portugal. Antes de se dedicar à comunicação institucional, dirigiu e chefiou redações em diversas publicações culturais e científicas, incluindo as revistas <em>L+arte</em>, <em>Arte Ibérica</em> e <em>QUO</em>, bem como a <em>Agenda Cultural</em> de Lisboa. Trabalhou dez anos no jornal Semanário, tendo sido editora das secções Sociedade e Cultura entre outras funções.</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/museu/equipa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/museu/equipa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2011/03/16/jornal/portugal-tem-espaco-para-as-revistas-de-arte-21561148" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2011/03/16/jornal/portugal-tem-espaco-para-as-revistas-de-arte-21561148</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://baimages.gulbenkian.pt/images/winlibimg.aspx?skey=&amp;doc=178069&amp;img=14522" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://baimages.gulbenkian.pt/images/winlibimg.aspx?skey=&amp;doc=178069&amp;img=14522</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.researchgate.net/figure/Luiz-Teixeira-de-Freitas-e-Paula-Brito-Medori-MNAC-MC-2015-Fotografia-de-Paulo-Garcez_fig5_311342533" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.researchgate.net/figure/Luiz-Teixeira-de-Freitas-e-Paula-Brito-Medori-MNAC-MC-2015-Fotografia-de-Paulo-Garcez_fig5_311342533</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://observador.pt/2015/10/01/ja-foi-roubado-um-dos-quadros-expostos-na-rua/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/2015/10/01/ja-foi-roubado-um-dos-quadros-expostos-na-rua/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://fundacaojuliopomar.org/wp-content/uploads/2020/05/paula_brito.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://fundacaojuliopomar.org/wp-content/uploads/2020/05/paula_brito.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2015/12/23/p3/noticia/as-replicas-da-exposicao-comingout-vao-a-leilao-1824980" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2015/12/23/p3/noticia/as-replicas-da-exposicao-comingout-vao-a-leilao-1824980</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.museudearteantiga.pt/exposicoes/vamos-por-o-sequeira-no-lugar-certo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.museudearteantiga.pt/exposicoes/vamos-por-o-sequeira-no-lugar-certo</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://fuel.pt/2015/mnaa/sequeira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://fuel.pt/2015/mnaa/sequeira/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 12.02.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Here Comes The Summer · The Fiery Furnaces EP ℗ The Fiery Furnaces Records Released on 2005-01-25</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Paula Brito Medori, Porto, 1962. Licenciada em Filosofia pela Universidade Católica Portuguesa, especializou-se em comunicação cultural, tendo construído uma carreira sólida na área da imprensa e dos museus. Atualmente, é responsável pelo Gabinete de Comunicação do Atelier-Museu Júlio Pomar, no âmbito da EGEAC. Entre 2011 e 2019, exerceu a mesma função no Museu Nacional de Arte Antiga, onde coordenou campanhas de grande impacto, como “Vamos pôr o Sequeira no lugar certo”, uma das mais bem-sucedidas angariações de fundos para aquisição de património em Portugal. Antes de se dedicar à comunicação institucional, dirigiu e chefiou redações em diversas publicações culturais e científicas, incluindo as revistas <em>L+arte</em>, <em>Arte Ibérica</em> e <em>QUO</em>, bem como a <em>Agenda Cultural</em> de Lisboa. Trabalhou dez anos no jornal Semanário, tendo sido editora das secções Sociedade e Cultura entre outras funções.</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/museu/equipa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/museu/equipa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2011/03/16/jornal/portugal-tem-espaco-para-as-revistas-de-arte-21561148" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2011/03/16/jornal/portugal-tem-espaco-para-as-revistas-de-arte-21561148</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://baimages.gulbenkian.pt/images/winlibimg.aspx?skey=&amp;doc=178069&amp;img=14522" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://baimages.gulbenkian.pt/images/winlibimg.aspx?skey=&amp;doc=178069&amp;img=14522</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.researchgate.net/figure/Luiz-Teixeira-de-Freitas-e-Paula-Brito-Medori-MNAC-MC-2015-Fotografia-de-Paulo-Garcez_fig5_311342533" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.researchgate.net/figure/Luiz-Teixeira-de-Freitas-e-Paula-Brito-Medori-MNAC-MC-2015-Fotografia-de-Paulo-Garcez_fig5_311342533</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://observador.pt/2015/10/01/ja-foi-roubado-um-dos-quadros-expostos-na-rua/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/2015/10/01/ja-foi-roubado-um-dos-quadros-expostos-na-rua/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://fundacaojuliopomar.org/wp-content/uploads/2020/05/paula_brito.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://fundacaojuliopomar.org/wp-content/uploads/2020/05/paula_brito.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2015/12/23/p3/noticia/as-replicas-da-exposicao-comingout-vao-a-leilao-1824980" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2015/12/23/p3/noticia/as-replicas-da-exposicao-comingout-vao-a-leilao-1824980</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.museudearteantiga.pt/exposicoes/vamos-por-o-sequeira-no-lugar-certo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.museudearteantiga.pt/exposicoes/vamos-por-o-sequeira-no-lugar-certo</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://fuel.pt/2015/mnaa/sequeira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://fuel.pt/2015/mnaa/sequeira/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 12.02.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Here Comes The Summer · The Fiery Furnaces EP ℗ The Fiery Furnaces Records Released on 2005-01-25</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Paula Brito Medori, Porto, 1962. Licenciada em Filosofia pela Universidade Católica Portuguesa, especializou-se em comunicação cultural, tendo construído uma carreira sólida na área da imprensa e dos museus. Atualmente, é responsável pelo Gabinete de Comunicação do Atelier-Museu Júlio Pomar, no âmbito da EGEAC. Entre 2011 e 2019, exerceu a mesma função no Museu Nacional de Arte Antiga, onde coordenou campanhas de grande impacto, como “Vamos pôr o Sequeira no lugar certo”, uma das mais bem-sucedidas angariações de fundos para aquisição de património em Portugal. Antes de se dedicar à comunicação institucional, dirigiu e chefiou redações em diversas publicações culturais e científicas, incluindo as revistas L+arte, Arte Ibérica e QUO, bem como a Agenda Cultural de Lisboa. Trabalhou dez anos no jornal Semanário, tendo sido editora das secções Sociedade e Cultura entre outras funções.Links: https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/museu/equipa/ https://www.publico.pt/2011/03/16/jornal/portugal-tem-espaco-para-as-revistas-de-arte-21561148 https://baimages.gulbenkian.pt/images/winlibimg.aspx?skey=&amp;doc=178069&amp;img=14522 https://www.researchgate.net/figure/Luiz-Teixeira-de-Freitas-e-Paula-Brito-Medori-MNAC-MC-2015-Fotografia-de-Paulo-Garcez_fig5_311342533 https://observador.pt/2015/10/01/ja-foi-roubado-um-dos-quadros-expostos-na-rua/ https://fundacaojuliopomar.org/wp-content/uploads/2020/05/paula_brito.pdf https://www.publico.pt/2015/12/23/p3/noticia/as-replicas-da-exposicao-comingout-vao-a-leilao-1824980 http://www.museudearteantiga.pt/exposicoes/vamos-por-o-sequeira-no-lugar-certo https://fuel.pt/2015/mnaa/sequeira/  Episódio gravado a 12.02.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Here Comes The Summer · The Fiery Furnaces EP ℗ The Fiery Furnaces Records Released on 2005-01-25  http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 15 Feb 2025 19:34:50 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 157 – “Forever Young” – Conversa com Miguel Nabinho</title>
            <description><![CDATA[  <p>A Galeria Miguel Nabinho abriu em 2000 e é hoje uma das principais galerias de arte contemporânea da Península Ibérica, representando alguns dos seus artistas de percurso mais consolidado (Ana Jotta, Luisa Cunha, Pedro Cabrita Reis, Jorge Molder, entre outros). Apesar de ter a sua base de colecionadores institucionais e privados baseada em Espanha e Portugal, os seus artistas são reconhecidos internacionalmente através de mostras nas mais conceituadas instituições na Europa e EUA.</p><p>Os conteúdos de divulgação (entrevistas, vídeos, publicações, fotografias) que a Galeria Miguel Nabinho produz para os seus artistas permite que a sua comunicação digital esteja a par com as maiores galerias, museus e instituições do mundo. Isto contribui para um enorme crescimento da galeria e dos seus artistas nos últimos anos.</p><p>O sucesso da Galeria Miguel Nabinho deve-se principalmente à estreita relação que tem com os seus artistas, permitindo-lhes a liberdade e a confiança para fazerem o seu melhor trabalho.</p><p>O fundador da galeria, Miguel Nabinho, estudou Gestão na Universidade Católica Portuguesa e chegou a ter dois restaurantes nos quais estabeleceu uma parceria com a livraria Assírio Alvim, até abrir a sua galeria, que inicialmente se chamou Lisboa 20, a actual galeria Miguel Nabinho. Entretanto abriu uma produtora de filme e fotografia e utilizando estas sinergias lançou dois programas, um na área das artes que se chama “Sem título” e outro sobre política que se chama “Que país é este”. As suas entrevistas a artistas são já documentos fundamentais para quem estuda e trabalha na área das artes.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.miguelnabinho.com/pt/artists" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.miguelnabinho.com/pt/artists</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/user/miguelnabinho" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/user/miguelnabinho</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.timeout.pt/lisboa/pt/arte/galeria-miguel-nabinho" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.timeout.pt/lisboa/pt/arte/galeria-miguel-nabinho</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://lisboa.convida.pt/poi/see-do/galeria-miguel-nabinho-3064" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://lisboa.convida.pt/poi/see-do/galeria-miguel-nabinho-3064</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 29.01.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Alphaville - Forever Young (Version 1) from the 1984 album 'Forever Young'</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>A Galeria Miguel Nabinho abriu em 2000 e é hoje uma das principais galerias de arte contemporânea da Península Ibérica, representando alguns dos seus artistas de percurso mais consolidado (Ana Jotta, Luisa Cunha, Pedro Cabrita Reis, Jorge Molder, entre outros). Apesar de ter a sua base de colecionadores institucionais e privados baseada em Espanha e Portugal, os seus artistas são reconhecidos internacionalmente através de mostras nas mais conceituadas instituições na Europa e EUA.</p><p>Os conteúdos de divulgação (entrevistas, vídeos, publicações, fotografias) que a Galeria Miguel Nabinho produz para os seus artistas permite que a sua comunicação digital esteja a par com as maiores galerias, museus e instituições do mundo. Isto contribui para um enorme crescimento da galeria e dos seus artistas nos últimos anos.</p><p>O sucesso da Galeria Miguel Nabinho deve-se principalmente à estreita relação que tem com os seus artistas, permitindo-lhes a liberdade e a confiança para fazerem o seu melhor trabalho.</p><p>O fundador da galeria, Miguel Nabinho, estudou Gestão na Universidade Católica Portuguesa e chegou a ter dois restaurantes nos quais estabeleceu uma parceria com a livraria Assírio Alvim, até abrir a sua galeria, que inicialmente se chamou Lisboa 20, a actual galeria Miguel Nabinho. Entretanto abriu uma produtora de filme e fotografia e utilizando estas sinergias lançou dois programas, um na área das artes que se chama “Sem título” e outro sobre política que se chama “Que país é este”. As suas entrevistas a artistas são já documentos fundamentais para quem estuda e trabalha na área das artes.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.miguelnabinho.com/pt/artists" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.miguelnabinho.com/pt/artists</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/user/miguelnabinho" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/user/miguelnabinho</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.timeout.pt/lisboa/pt/arte/galeria-miguel-nabinho" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.timeout.pt/lisboa/pt/arte/galeria-miguel-nabinho</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://lisboa.convida.pt/poi/see-do/galeria-miguel-nabinho-3064" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://lisboa.convida.pt/poi/see-do/galeria-miguel-nabinho-3064</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 29.01.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Alphaville - Forever Young (Version 1) from the 1984 album 'Forever Young'</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>A Galeria Miguel Nabinho abriu em 2000 e é hoje uma das principais galerias de arte contemporânea da Península Ibérica, representando alguns dos seus artistas de percurso mais consolidado (Ana Jotta, Luisa Cunha, Pedro Cabrita Reis, Jorge Molder, entre outros). Apesar de ter a sua base de colecionadores institucionais e privados baseada em Espanha e Portugal, os seus artistas são reconhecidos internacionalmente através de mostras nas mais conceituadas instituições na Europa e EUA.Os conteúdos de divulgação (entrevistas, vídeos, publicações, fotografias) que a Galeria Miguel Nabinho produz para os seus artistas permite que a sua comunicação digital esteja a par com as maiores galerias, museus e instituições do mundo. Isto contribui para um enorme crescimento da galeria e dos seus artistas nos últimos anos.O sucesso da Galeria Miguel Nabinho deve-se principalmente à estreita relação que tem com os seus artistas, permitindo-lhes a liberdade e a confiança para fazerem o seu melhor trabalho.O fundador da galeria, Miguel Nabinho, estudou Gestão na Universidade Católica Portuguesa e chegou a ter dois restaurantes nos quais estabeleceu uma parceria com a livraria Assírio Alvim, até abrir a sua galeria, que inicialmente se chamou Lisboa 20, a actual galeria Miguel Nabinho. Entretanto abriu uma produtora de filme e fotografia e utilizando estas sinergias lançou dois programas, um na área das artes que se chama “Sem título” e outro sobre política que se chama “Que país é este”. As suas entrevistas a artistas são já documentos fundamentais para quem estuda e trabalha na área das artes. Links: https://www.miguelnabinho.com/pt/artists https://www.youtube.com/user/miguelnabinho https://www.timeout.pt/lisboa/pt/arte/galeria-miguel-nabinho https://lisboa.convida.pt/poi/see-do/galeria-miguel-nabinho-3064  Episódio gravado a 29.01.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Alphaville - Forever Young (Version 1) from the 1984 album &#39;Forever Young&#39; http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 06 Feb 2025 03:59:01 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 156 – “O artista de atelier” – Conversa com Luís Paulo Costa</title>
            <description><![CDATA[  <p>Luís Paulo Costa (Abrantes, 1968) vive e trabalha entre Lisboa e S. José das Matas. Licenciado pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (1996), iniciou o seu percurso expositivo no final da década de 1990. A sua obra é representada pelas galerias 111(Lisboa), Pedro Oliveira (Porto) e Krinzinger (Viena). Em 2020, realizou uma residência artística na Krinzinger Projekte, na Áustria. A sua prática pictórica é um exercício físico e conceptual que investiga a relação entre realidade e representação. Através da pintura, procura tornar as imagens mais reais, explorando a tensão entre visibilidade e invisibilidade, presença e ausência. O seu trabalho frequentemente assume uma dimensão escultórica, instaurando uma atmosfera de silêncio e incerteza. Está representado em diversas coleções institucionais e privadas, incluindo a Fundação de Serralves, a Fundação EDP/MAAT, o Museu Marta Herford (Alemanha), a Coleção Norlinda e José Lima, a Coleção Teixeira de Freitas, a Fundação Carmona e Costa, a Coleção de Arte Contemporânea do Estado, a Coleção Manuel de Brito, a Fundação Leal Rios, a Coleção José Carlos Santana Pinto, a Coleção Alberto Caetano, a Coleção Figueiredo Ribeiro e a Coleção SILD, entre outras coleções internacionais. Expôs individualmente na Sociedade Nacional de Belas Artes (Lisboa, 2003), no Centro de Artes Visuais de Coimbra (2006), na Appleton Square (Lisboa, 2010), no Museu do Côa (2014), no Pavilhão Branco (Lisboa, 2014), na Fundação Leal Rios (Lisboa, 2015 e 2016), na Fundação Carmona e Costa (Lisboa, 2018), na Krinzinger Projekte (Viena, 2021), e no Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes (2022).Participou em exposições coletivas no Museu de Arte Contemporânea do Chiado, no Centro de Arte Oliva, no Centro Cultural de Belém e na Fundação EDP, entre outras.Tem neste momento patente na galeria 111, em Lisboa, a exposição individual "Flores e outras pinturas" até dia 8 de março de 2025.</p><p>Links:</p><p><br></p><p><a href="https://galerie-krinzinger.at/artists/luis-paulo-costa-3cc46264/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galerie-krinzinger.at/artists/luis-paulo-costa-3cc46264/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2001/09/15/jornal/mostrar-o-que-se-esconde-161810" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2001/09/15/jornal/mostrar-o-que-se-esconde-161810</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-2019/luis-paulo-costa-eco-echo-based-true-story" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-2019/luis-paulo-costa-eco-echo-based-true-story</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/?s=luis+paulo+costa" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/?s=luis+paulo+costa</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cristinaguerra.com/artist/costa-luis-paulo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cristinaguerra.com/artist/costa-luis-paulo/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/luis-paulo-costa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/luis-paulo-costa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.atelierpedrofalcao.com/set-author/luis-paulo-costa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.atelierpedrofalcao.com/set-author/luis-paulo-costa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ramastudios.pt/invited-artists" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ramastudios.pt/invited-artists</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 30.01.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>Créditos música final: Musica Blue Train · John Coltrane Blue Train: The Complete Masters ℗ 2012 Capitol Records, LLC</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Luís Paulo Costa (Abrantes, 1968) vive e trabalha entre Lisboa e S. José das Matas. Licenciado pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (1996), iniciou o seu percurso expositivo no final da década de 1990. A sua obra é representada pelas galerias 111(Lisboa), Pedro Oliveira (Porto) e Krinzinger (Viena). Em 2020, realizou uma residência artística na Krinzinger Projekte, na Áustria. A sua prática pictórica é um exercício físico e conceptual que investiga a relação entre realidade e representação. Através da pintura, procura tornar as imagens mais reais, explorando a tensão entre visibilidade e invisibilidade, presença e ausência. O seu trabalho frequentemente assume uma dimensão escultórica, instaurando uma atmosfera de silêncio e incerteza. Está representado em diversas coleções institucionais e privadas, incluindo a Fundação de Serralves, a Fundação EDP/MAAT, o Museu Marta Herford (Alemanha), a Coleção Norlinda e José Lima, a Coleção Teixeira de Freitas, a Fundação Carmona e Costa, a Coleção de Arte Contemporânea do Estado, a Coleção Manuel de Brito, a Fundação Leal Rios, a Coleção José Carlos Santana Pinto, a Coleção Alberto Caetano, a Coleção Figueiredo Ribeiro e a Coleção SILD, entre outras coleções internacionais. Expôs individualmente na Sociedade Nacional de Belas Artes (Lisboa, 2003), no Centro de Artes Visuais de Coimbra (2006), na Appleton Square (Lisboa, 2010), no Museu do Côa (2014), no Pavilhão Branco (Lisboa, 2014), na Fundação Leal Rios (Lisboa, 2015 e 2016), na Fundação Carmona e Costa (Lisboa, 2018), na Krinzinger Projekte (Viena, 2021), e no Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes (2022).Participou em exposições coletivas no Museu de Arte Contemporânea do Chiado, no Centro de Arte Oliva, no Centro Cultural de Belém e na Fundação EDP, entre outras.Tem neste momento patente na galeria 111, em Lisboa, a exposição individual "Flores e outras pinturas" até dia 8 de março de 2025.</p><p>Links:</p><p><br></p><p><a href="https://galerie-krinzinger.at/artists/luis-paulo-costa-3cc46264/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galerie-krinzinger.at/artists/luis-paulo-costa-3cc46264/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2001/09/15/jornal/mostrar-o-que-se-esconde-161810" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2001/09/15/jornal/mostrar-o-que-se-esconde-161810</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-2019/luis-paulo-costa-eco-echo-based-true-story" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-2019/luis-paulo-costa-eco-echo-based-true-story</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/?s=luis+paulo+costa" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/?s=luis+paulo+costa</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cristinaguerra.com/artist/costa-luis-paulo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cristinaguerra.com/artist/costa-luis-paulo/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/luis-paulo-costa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/luis-paulo-costa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.atelierpedrofalcao.com/set-author/luis-paulo-costa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.atelierpedrofalcao.com/set-author/luis-paulo-costa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ramastudios.pt/invited-artists" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ramastudios.pt/invited-artists</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 30.01.2025</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>Créditos música final: Musica Blue Train · John Coltrane Blue Train: The Complete Masters ℗ 2012 Capitol Records, LLC</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Luís Paulo Costa (Abrantes, 1968) vive e trabalha entre Lisboa e S. José das Matas. Licenciado pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (1996), iniciou o seu percurso expositivo no final da década de 1990. A sua obra é representada pelas galerias 111(Lisboa), Pedro Oliveira (Porto) e Krinzinger (Viena). Em 2020, realizou uma residência artística na Krinzinger Projekte, na Áustria. A sua prática pictórica é um exercício físico e conceptual que investiga a relação entre realidade e representação. Através da pintura, procura tornar as imagens mais reais, explorando a tensão entre visibilidade e invisibilidade, presença e ausência. O seu trabalho frequentemente assume uma dimensão escultórica, instaurando uma atmosfera de silêncio e incerteza. Está representado em diversas coleções institucionais e privadas, incluindo a Fundação de Serralves, a Fundação EDP/MAAT, o Museu Marta Herford (Alemanha), a Coleção Norlinda e José Lima, a Coleção Teixeira de Freitas, a Fundação Carmona e Costa, a Coleção de Arte Contemporânea do Estado, a Coleção Manuel de Brito, a Fundação Leal Rios, a Coleção José Carlos Santana Pinto, a Coleção Alberto Caetano, a Coleção Figueiredo Ribeiro e a Coleção SILD, entre outras coleções internacionais. Expôs individualmente na Sociedade Nacional de Belas Artes (Lisboa, 2003), no Centro de Artes Visuais de Coimbra (2006), na Appleton Square (Lisboa, 2010), no Museu do Côa (2014), no Pavilhão Branco (Lisboa, 2014), na Fundação Leal Rios (Lisboa, 2015 e 2016), na Fundação Carmona e Costa (Lisboa, 2018), na Krinzinger Projekte (Viena, 2021), e no Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes (2022).Participou em exposições coletivas no Museu de Arte Contemporânea do Chiado, no Centro de Arte Oliva, no Centro Cultural de Belém e na Fundação EDP, entre outras.Tem neste momento patente na galeria 111, em Lisboa, a exposição individual &#34;Flores e outras pinturas&#34; até dia 8 de março de 2025.Links:https://galerie-krinzinger.at/artists/luis-paulo-costa-3cc46264/ https://www.publico.pt/2001/09/15/jornal/mostrar-o-que-se-esconde-161810 https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-2019/luis-paulo-costa-eco-echo-based-true-story https://umbigomagazine.com/pt/?s=luis+paulo+costa https://www.cristinaguerra.com/artist/costa-luis-paulo/ https://appleton.pt/luis-paulo-costa/ https://www.atelierpedrofalcao.com/set-author/luis-paulo-costa/ https://www.ramastudios.pt/invited-artists Episódio gravado a 30.01.2025 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussãoCréditos música final: Musica Blue Train · John Coltrane Blue Train: The Complete Masters ℗ 2012 Capitol Records, LLC http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 01 Feb 2025 16:07:46 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 155 – “A galeria institucional” – Conversa com Nuno Centeno</title>
            <description><![CDATA[  <p>Nuno Centeno (n. 1979, Porto, Portugal), fundador/director da Galeria Nuno Centeno, foi nomeado pela Artnet como <em>Europe’s 10 Most Respected Art Dealers </em>em 2016. Em 2018, foi galardoado com o <em>Frieze New York Focus Prize</em>, sendo descrito como “arrojado” e “apresentando o trabalho de artistas com um diálogo interessante”, resultando numa “frescura equilibrada”. Nesse mesmo ano, Nuno foi selecionado como <em>40 Under 40 Europe 2018 </em>da Apollo International Art Maganize, que celebra a próxima geração de inovadores, inspiradores e líderes empreendedores do mundo da arte. Integrou o comité de seleção da feira de arte ARCO Lisboa, assim como o conselho consultivo do departamento de cultura e arte da Câmara Municipal do Porto. Nuno Centeno é filho de Sobral Centeno, um artista português de renome.</p><p>A Galeria Nuno Centeno foi fundada por Nuno Centeno em 2007, inicialmente com o nome <em>Reflexus Contemporary Art</em>, situada numa moradia, no Porto. O impacto cultural da galeria rapidamente criou um crescimento rápido de visibilidade e reconhecimento, levando à sua expansão e mudança para instalações maiores, em 2009. Em 2011, o nome foi alterado para Galeria Nuno Centeno, como é conhecida atualmente. Nesse mesmo ano, a galeria começou a representar um grupo de artistas internacionais emergentes e consagrados. Nos últimos anos, Nuno Centeno fundou e dirigiu o espaço <em>Artist Book Gallery </em>(um projeto dedicado a livros de artista de edição única) e co-fundou o <em>The Spot </em>(um projeto ao ar livre).</p><p>Desde o início do seu percurso profissional, Nuno Centeno já realizou cerca de 200 exposições, tanto a nível nacional, como internacional. Participou em múltiplas feiras e eventos internacionais de arte, como a Frieze London &amp; New York; Independent Brussels &amp; New York; Miami Art Basel; ARCO Madrid &amp; Lisboa; Artissima; Art Brussels; Zona Maco Mexico; Liste Basel; CONDO London e CONDO São Paulo; Friend Of a Friend Warsaw; Drawing Room Lisboa.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.nunocenteno.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nunocenteno.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/entrevista-260-nuno-centeno" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/entrevista-260-nuno-centeno</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gerador.eu/entrevista-a-nuno-centeno-a-cultura-e-a-maior-arma-que-um-pais-pode-ter/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gerador.eu/entrevista-a-nuno-centeno-a-cultura-e-a-maior-arma-que-um-pais-pode-ter/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://visao.pt/visaose7e/sair/2019-01-22-o-gosto-dos-outros-nuno-centeno/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://visao.pt/visaose7e/sair/2019-01-22-o-gosto-dos-outros-nuno-centeno/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.apollo-magazine.com/nuno-centeno-apollo-40-under-40-europe-the-business/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.apollo-magazine.com/nuno-centeno-apollo-40-under-40-europe-the-business/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/nuno-centeno-entre-os-melhores-galeristas-da-europa-5308020.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/nuno-centeno-entre-os-melhores-galeristas-da-europa-5308020.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.theartnewspaper.com/2018/05/03/and-the-frieze-new-york-stand-prizes-go-to-nuno-centeno-jhaveri-contemporary-and-cooper-cole-gallery" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.theartnewspaper.com/2018/05/03/and-the-frieze-new-york-stand-prizes-go-to-nuno-centeno-jhaveri-contemporary-and-cooper-cole-gallery</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2018/05/06/culturaipsilon/noticia/galeria-portuguesa-nuno-centeno-premiada-como-melhor-espaco-da-feira-frieze-new-york-1827375" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2018/05/06/culturaipsilon/noticia/galeria-portuguesa-nuno-centeno-premiada-como-melhor-espaco-da-feira-frieze-new-york-1827375</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Mindtrain de Yoko Ono</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Nuno Centeno (n. 1979, Porto, Portugal), fundador/director da Galeria Nuno Centeno, foi nomeado pela Artnet como <em>Europe’s 10 Most Respected Art Dealers </em>em 2016. Em 2018, foi galardoado com o <em>Frieze New York Focus Prize</em>, sendo descrito como “arrojado” e “apresentando o trabalho de artistas com um diálogo interessante”, resultando numa “frescura equilibrada”. Nesse mesmo ano, Nuno foi selecionado como <em>40 Under 40 Europe 2018 </em>da Apollo International Art Maganize, que celebra a próxima geração de inovadores, inspiradores e líderes empreendedores do mundo da arte. Integrou o comité de seleção da feira de arte ARCO Lisboa, assim como o conselho consultivo do departamento de cultura e arte da Câmara Municipal do Porto. Nuno Centeno é filho de Sobral Centeno, um artista português de renome.</p><p>A Galeria Nuno Centeno foi fundada por Nuno Centeno em 2007, inicialmente com o nome <em>Reflexus Contemporary Art</em>, situada numa moradia, no Porto. O impacto cultural da galeria rapidamente criou um crescimento rápido de visibilidade e reconhecimento, levando à sua expansão e mudança para instalações maiores, em 2009. Em 2011, o nome foi alterado para Galeria Nuno Centeno, como é conhecida atualmente. Nesse mesmo ano, a galeria começou a representar um grupo de artistas internacionais emergentes e consagrados. Nos últimos anos, Nuno Centeno fundou e dirigiu o espaço <em>Artist Book Gallery </em>(um projeto dedicado a livros de artista de edição única) e co-fundou o <em>The Spot </em>(um projeto ao ar livre).</p><p>Desde o início do seu percurso profissional, Nuno Centeno já realizou cerca de 200 exposições, tanto a nível nacional, como internacional. Participou em múltiplas feiras e eventos internacionais de arte, como a Frieze London &amp; New York; Independent Brussels &amp; New York; Miami Art Basel; ARCO Madrid &amp; Lisboa; Artissima; Art Brussels; Zona Maco Mexico; Liste Basel; CONDO London e CONDO São Paulo; Friend Of a Friend Warsaw; Drawing Room Lisboa.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.nunocenteno.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nunocenteno.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/entrevista-260-nuno-centeno" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/entrevista-260-nuno-centeno</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gerador.eu/entrevista-a-nuno-centeno-a-cultura-e-a-maior-arma-que-um-pais-pode-ter/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gerador.eu/entrevista-a-nuno-centeno-a-cultura-e-a-maior-arma-que-um-pais-pode-ter/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://visao.pt/visaose7e/sair/2019-01-22-o-gosto-dos-outros-nuno-centeno/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://visao.pt/visaose7e/sair/2019-01-22-o-gosto-dos-outros-nuno-centeno/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.apollo-magazine.com/nuno-centeno-apollo-40-under-40-europe-the-business/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.apollo-magazine.com/nuno-centeno-apollo-40-under-40-europe-the-business/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/nuno-centeno-entre-os-melhores-galeristas-da-europa-5308020.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/nuno-centeno-entre-os-melhores-galeristas-da-europa-5308020.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.theartnewspaper.com/2018/05/03/and-the-frieze-new-york-stand-prizes-go-to-nuno-centeno-jhaveri-contemporary-and-cooper-cole-gallery" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.theartnewspaper.com/2018/05/03/and-the-frieze-new-york-stand-prizes-go-to-nuno-centeno-jhaveri-contemporary-and-cooper-cole-gallery</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2018/05/06/culturaipsilon/noticia/galeria-portuguesa-nuno-centeno-premiada-como-melhor-espaco-da-feira-frieze-new-york-1827375" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2018/05/06/culturaipsilon/noticia/galeria-portuguesa-nuno-centeno-premiada-como-melhor-espaco-da-feira-frieze-new-york-1827375</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Mindtrain de Yoko Ono</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Nuno Centeno (n. 1979, Porto, Portugal), fundador/director da Galeria Nuno Centeno, foi nomeado pela Artnet como Europe’s 10 Most Respected Art Dealers em 2016. Em 2018, foi galardoado com o Frieze New York Focus Prize, sendo descrito como “arrojado” e “apresentando o trabalho de artistas com um diálogo interessante”, resultando numa “frescura equilibrada”. Nesse mesmo ano, Nuno foi selecionado como 40 Under 40 Europe 2018 da Apollo International Art Maganize, que celebra a próxima geração de inovadores, inspiradores e líderes empreendedores do mundo da arte. Integrou o comité de seleção da feira de arte ARCO Lisboa, assim como o conselho consultivo do departamento de cultura e arte da Câmara Municipal do Porto. Nuno Centeno é filho de Sobral Centeno, um artista português de renome.A Galeria Nuno Centeno foi fundada por Nuno Centeno em 2007, inicialmente com o nome Reflexus Contemporary Art, situada numa moradia, no Porto. O impacto cultural da galeria rapidamente criou um crescimento rápido de visibilidade e reconhecimento, levando à sua expansão e mudança para instalações maiores, em 2009. Em 2011, o nome foi alterado para Galeria Nuno Centeno, como é conhecida atualmente. Nesse mesmo ano, a galeria começou a representar um grupo de artistas internacionais emergentes e consagrados. Nos últimos anos, Nuno Centeno fundou e dirigiu o espaço Artist Book Gallery (um projeto dedicado a livros de artista de edição única) e co-fundou o The Spot (um projeto ao ar livre).Desde o início do seu percurso profissional, Nuno Centeno já realizou cerca de 200 exposições, tanto a nível nacional, como internacional. Participou em múltiplas feiras e eventos internacionais de arte, como a Frieze London &amp; New York; Independent Brussels &amp; New York; Miami Art Basel; ARCO Madrid &amp; Lisboa; Artissima; Art Brussels; Zona Maco Mexico; Liste Basel; CONDO London e CONDO São Paulo; Friend Of a Friend Warsaw; Drawing Room Lisboa. Links: https://www.nunocenteno.com/ https://www.artecapital.net/entrevista-260-nuno-centeno https://gerador.eu/entrevista-a-nuno-centeno-a-cultura-e-a-maior-arma-que-um-pais-pode-ter/ https://visao.pt/visaose7e/sair/2019-01-22-o-gosto-dos-outros-nuno-centeno/ https://www.apollo-magazine.com/nuno-centeno-apollo-40-under-40-europe-the-business/ https://www.dn.pt/arquivo/diario-de-noticias/nuno-centeno-entre-os-melhores-galeristas-da-europa-5308020.html https://www.theartnewspaper.com/2018/05/03/and-the-frieze-new-york-stand-prizes-go-to-nuno-centeno-jhaveri-contemporary-and-cooper-cole-gallery https://www.publico.pt/2018/05/06/culturaipsilon/noticia/galeria-portuguesa-nuno-centeno-premiada-como-melhor-espaco-da-feira-frieze-new-york-1827375  Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Mindtrain de Yoko Ono http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados  </itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 25 Jan 2025 01:11:42 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 154 – “Por trás do Sol” – Conversa com Sara Bichão e Luísa Especial</title>
            <description><![CDATA[  <p>O processo de trabalho de Sara Bichão liga-se a canais emocionais: curar, purgar, perpetuar, brincar. As obras são escultóricas com uma atmosfera cromática própria que, por vezes, são activadas pela artista através de acções performativas. Os materiais utilizados são muitas vezes recolhidos/oferecidos/roubados, ou provenientes de outros recursos reciclados e orgânicos. Mais recentemente, Sara Bichão tem vindo a explorar também a escrita experimental.</p><p>Sara Bichão está atualmente a desenvolver uma colaboração a longo prazo com La S Grand Atelier - Art Brut et Contemporain, na Bélgica.</p><p>Foi artista residente na Residency Unlimited (Nova Iorque, EUA) e Finisterrae (Ouessant, FR) em 2022, e participou noutras residências nos últimos anos, incluindo: Porta 33 (2020, Madeira, Portugal); Cité Internationale des Arts (2019, Paris, FR); Artistes en Résidence (2017, Clermont Ferrand, FR). Recebeu bolsas de estudo do Instituto Francês (2019, 2022), da Fundação Calouste Gulbenkian (2014) e da Fundação Luso-Americana (2022).</p><p>Uma seleção das suas exposições individuais inclui: Lightless, Fundação de Serralves, (2024, Porto); Before I Get Sick na MEEL, Press (2021, Lisboa); What is the thing, What is it na Galeria Filomena Soares (2020, Lisboa); Find me, I kill you na Fundação Calouste Gulbenkian (2018, Lisboa); (2017) Coastal na Barbara Davis Gallery (2017, Houston); My Sun Cries na Fundação Portuguesa das Comunicações (2016, Lisboa); Somebody's Address na Rooster Gallery (2014, Nova Iorque).</p><p>Participou em exposições colectivas no Museu de Arte Contemporânea de Lyon (2019 e 2024, França); na Galeria Martin Janda (Viena, 2023); no 68 Art Institute (2022, Copenhaga); Passerelle Centro de Arte Contemporânea (2022, França); Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia MAAT (2017 e 2022, Portugal); BoCA - Bienal de Artes Contemporâneas (2021, Portugal); Porta33 (2021, Portugal); Centro de Arte Contemporânea em Troyes (2019, França); Atelier-Museu Júlio Pomar (2018, Portugal); Diagrama (2015, México); Kulturni Centar Beograda (2015, Sérvia); Galeria Rita Urso (2014, Itália) e Galeria Arevalo (2012, EUA). Sara Bichão foi selecionada para o Prémio de Desenho FLAD (2021), Anteciparte'09 (2009), Fidelidade Mundial - Jovens Pintores (2009), BPI - FBAUL (2008).</p><p>O seu trabalho faz parte de colecções de arte como: Fundación ARCO, Espanha, Coleção Antoine de Galbert, França; MidFirst Bank Collection, Arizona, EUA, CACE (Coleção de Arte Contemporânea do Estado); FLAD (Fundação Luso Americana); Fundação PLMJ; Fundação EDP - MAAT; Fundação Calouste Gulbenkian; Fundação Carmona e Costa; em Portugal</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sarabichao.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sarabichao.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.gfilomenasoares.com/artists/sara-bichao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.gfilomenasoares.com/artists/sara-bichao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aN-R_8gJj0k" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=aN-R_8gJj0k</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/agenda/sara-bichao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/museu/agenda/sara-bichao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.bocabienal.org/artistas/sara-bichao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.bocabienal.org/artistas/sara-bichao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/2024/sara-bichao-quando-nao-ha-luz" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/2024/sara-bichao-quando-nao-ha-luz</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://air351.art/residencies/sara-bichao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://air351.art/residencies/sara-bichao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sarabichao.com/umbigo-20-years/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sarabichao.com/umbigo-20-years/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 20.12.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Things Behind the Sun - Brad Mehldau - Live in Tokyo ℗ 2004 Nonesuch Records Inc. Writer: Nick Drake</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>O processo de trabalho de Sara Bichão liga-se a canais emocionais: curar, purgar, perpetuar, brincar. As obras são escultóricas com uma atmosfera cromática própria que, por vezes, são activadas pela artista através de acções performativas. Os materiais utilizados são muitas vezes recolhidos/oferecidos/roubados, ou provenientes de outros recursos reciclados e orgânicos. Mais recentemente, Sara Bichão tem vindo a explorar também a escrita experimental.</p><p>Sara Bichão está atualmente a desenvolver uma colaboração a longo prazo com La S Grand Atelier - Art Brut et Contemporain, na Bélgica.</p><p>Foi artista residente na Residency Unlimited (Nova Iorque, EUA) e Finisterrae (Ouessant, FR) em 2022, e participou noutras residências nos últimos anos, incluindo: Porta 33 (2020, Madeira, Portugal); Cité Internationale des Arts (2019, Paris, FR); Artistes en Résidence (2017, Clermont Ferrand, FR). Recebeu bolsas de estudo do Instituto Francês (2019, 2022), da Fundação Calouste Gulbenkian (2014) e da Fundação Luso-Americana (2022).</p><p>Uma seleção das suas exposições individuais inclui: Lightless, Fundação de Serralves, (2024, Porto); Before I Get Sick na MEEL, Press (2021, Lisboa); What is the thing, What is it na Galeria Filomena Soares (2020, Lisboa); Find me, I kill you na Fundação Calouste Gulbenkian (2018, Lisboa); (2017) Coastal na Barbara Davis Gallery (2017, Houston); My Sun Cries na Fundação Portuguesa das Comunicações (2016, Lisboa); Somebody's Address na Rooster Gallery (2014, Nova Iorque).</p><p>Participou em exposições colectivas no Museu de Arte Contemporânea de Lyon (2019 e 2024, França); na Galeria Martin Janda (Viena, 2023); no 68 Art Institute (2022, Copenhaga); Passerelle Centro de Arte Contemporânea (2022, França); Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia MAAT (2017 e 2022, Portugal); BoCA - Bienal de Artes Contemporâneas (2021, Portugal); Porta33 (2021, Portugal); Centro de Arte Contemporânea em Troyes (2019, França); Atelier-Museu Júlio Pomar (2018, Portugal); Diagrama (2015, México); Kulturni Centar Beograda (2015, Sérvia); Galeria Rita Urso (2014, Itália) e Galeria Arevalo (2012, EUA). Sara Bichão foi selecionada para o Prémio de Desenho FLAD (2021), Anteciparte'09 (2009), Fidelidade Mundial - Jovens Pintores (2009), BPI - FBAUL (2008).</p><p>O seu trabalho faz parte de colecções de arte como: Fundación ARCO, Espanha, Coleção Antoine de Galbert, França; MidFirst Bank Collection, Arizona, EUA, CACE (Coleção de Arte Contemporânea do Estado); FLAD (Fundação Luso Americana); Fundação PLMJ; Fundação EDP - MAAT; Fundação Calouste Gulbenkian; Fundação Carmona e Costa; em Portugal</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sarabichao.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sarabichao.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.gfilomenasoares.com/artists/sara-bichao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.gfilomenasoares.com/artists/sara-bichao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aN-R_8gJj0k" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=aN-R_8gJj0k</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/agenda/sara-bichao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/museu/agenda/sara-bichao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.bocabienal.org/artistas/sara-bichao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.bocabienal.org/artistas/sara-bichao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/2024/sara-bichao-quando-nao-ha-luz" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/2024/sara-bichao-quando-nao-ha-luz</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://air351.art/residencies/sara-bichao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://air351.art/residencies/sara-bichao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sarabichao.com/umbigo-20-years/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sarabichao.com/umbigo-20-years/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 20.12.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Things Behind the Sun - Brad Mehldau - Live in Tokyo ℗ 2004 Nonesuch Records Inc. Writer: Nick Drake</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>O processo de trabalho de Sara Bichão liga-se a canais emocionais: curar, purgar, perpetuar, brincar. As obras são escultóricas com uma atmosfera cromática própria que, por vezes, são activadas pela artista através de acções performativas. Os materiais utilizados são muitas vezes recolhidos/oferecidos/roubados, ou provenientes de outros recursos reciclados e orgânicos. Mais recentemente, Sara Bichão tem vindo a explorar também a escrita experimental.Sara Bichão está atualmente a desenvolver uma colaboração a longo prazo com La S Grand Atelier - Art Brut et Contemporain, na Bélgica.Foi artista residente na Residency Unlimited (Nova Iorque, EUA) e Finisterrae (Ouessant, FR) em 2022, e participou noutras residências nos últimos anos, incluindo: Porta 33 (2020, Madeira, Portugal); Cité Internationale des Arts (2019, Paris, FR); Artistes en Résidence (2017, Clermont Ferrand, FR). Recebeu bolsas de estudo do Instituto Francês (2019, 2022), da Fundação Calouste Gulbenkian (2014) e da Fundação Luso-Americana (2022).Uma seleção das suas exposições individuais inclui: Lightless, Fundação de Serralves, (2024, Porto); Before I Get Sick na MEEL, Press (2021, Lisboa); What is the thing, What is it na Galeria Filomena Soares (2020, Lisboa); Find me, I kill you na Fundação Calouste Gulbenkian (2018, Lisboa); (2017) Coastal na Barbara Davis Gallery (2017, Houston); My Sun Cries na Fundação Portuguesa das Comunicações (2016, Lisboa); Somebody&#39;s Address na Rooster Gallery (2014, Nova Iorque).Participou em exposições colectivas no Museu de Arte Contemporânea de Lyon (2019 e 2024, França); na Galeria Martin Janda (Viena, 2023); no 68 Art Institute (2022, Copenhaga); Passerelle Centro de Arte Contemporânea (2022, França); Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia MAAT (2017 e 2022, Portugal); BoCA - Bienal de Artes Contemporâneas (2021, Portugal); Porta33 (2021, Portugal); Centro de Arte Contemporânea em Troyes (2019, França); Atelier-Museu Júlio Pomar (2018, Portugal); Diagrama (2015, México); Kulturni Centar Beograda (2015, Sérvia); Galeria Rita Urso (2014, Itália) e Galeria Arevalo (2012, EUA). Sara Bichão foi selecionada para o Prémio de Desenho FLAD (2021), Anteciparte&#39;09 (2009), Fidelidade Mundial - Jovens Pintores (2009), BPI - FBAUL (2008).O seu trabalho faz parte de colecções de arte como: Fundación ARCO, Espanha, Coleção Antoine de Galbert, França; MidFirst Bank Collection, Arizona, EUA, CACE (Coleção de Arte Contemporânea do Estado); FLAD (Fundação Luso Americana); Fundação PLMJ; Fundação EDP - MAAT; Fundação Calouste Gulbenkian; Fundação Carmona e Costa; em Portugal Links: https://sarabichao.com/ https://www.gfilomenasoares.com/artists/sara-bichao/ https://www.youtube.com/watch?v=aN-R_8gJj0k https://gulbenkian.pt/museu/agenda/sara-bichao/ https://www.bocabienal.org/artistas/sara-bichao/ https://contemporanea.pt/edicoes/2024/sara-bichao-quando-nao-ha-luz https://air351.art/residencies/sara-bichao/ https://sarabichao.com/umbigo-20-years/  Episódio gravado a 20.12.2024 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Things Behind the Sun - Brad Mehldau - Live in Tokyo ℗ 2004 Nonesuch Records Inc. Writer: Nick Drake http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 26 Dec 2024 21:09:21 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 153 – “50 anos da Galeria Raquel Arnaud” – Conversa com Raquel Arnaud na voz de Beatriz Morelli</title>
            <description><![CDATA[  <p>Raquel Arnaud, São Paulo, 1935</p><p>Precursora no mercado de arte brasileira e fundamental para o desenvolvimento e consolidação da arte contemporânea, a Galeria Raquel Arnaud foi criada em 1973, com o nome de Gabinete de Arte. Com espaços marcantes assinados por arquitetos como Lina Bo Bardi, Ruy Ohtake e Felippe Crescenti, o Gabinete passou por diferentes endereços como as avenidas Nove de Julho e Brigadeiro Luís Antônio, além do espaço que havia pertencido ao Subdistrito Comercial de Arte, na rua Artur de Azevedo, em Pinheiros, no qual permaneceu de 1992 a 2011.</p><p><br></p><p>O foco no segmento da abstração geométrica e a atenção especial dada às investigações da arte contemporânea – arte construtiva e cinética, instalações, esculturas, pinturas, desenhos e objetos – perpetuaram a Galeria Raquel Arnaud no Brasil e no exterior, tanto por sua coerência como pela contribuição singular para valorização e consolidação da arte brasileira. Para isso, contribuíram de forma fundamental artistas como Amilcar de Castro, Willys de Castro, Lygia Clark, Mira Schendel, Sergio Camargo, Waltercio Caldas, Iole de Freitas e Arthur Luiz Piza, entre outros.</p><p><br></p><p>Atualmente com sede na rua Fidalga, 125, em Vila Madalena, a Galeria Raquel Arnaud representa artistas reconhecidos nacional e internacionalmente – Waltercio Caldas, Carlos Cruz-Díez, Arthur Luiz Piza, Sérvulo Esmeraldo, Iole de Freitas, Maria Carmen Perlingeiro, Carlos Zilio e Tuneu. Os mais jovens atestam a consolidação de novas linguagens contemporâneas – Frida Baranek, Geórgia Kyriakakis, Euvaldo, Alberto Martins, Carla Chaim, Carlos Nunes e Ding Musa.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://raquelarnaud.com/en/homepage/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://raquelarnaud.com/en/homepage/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artbasel.com/catalog/gallery/1129/Galeria-Raquel-Arnaud?lang=en" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artbasel.com/catalog/gallery/1129/Galeria-Raquel-Arnaud?lang=en</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.sp-arte.com/en/editorial/raquel-arnaud-half-a-century-of-coherence/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sp-arte.com/en/editorial/raquel-arnaud-half-a-century-of-coherence/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://exame.com/casual/a-dama-das-artes-raquel-arnaud-comemora-50-anos-de-galeria-com-restrospectiva/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://exame.com/casual/a-dama-das-artes-raquel-arnaud-comemora-50-anos-de-galeria-com-restrospectiva/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://vejasp.abril.com.br/estabelecimento/gabinete-de-arte-raquel-arnaud" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://vejasp.abril.com.br/estabelecimento/gabinete-de-arte-raquel-arnaud</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=OAbbOFbe8Jg" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=OAbbOFbe8Jg</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 17.10.2024 (Conversa com Beatriz Morelli, que leu as repostas enviadas por Raquel Arnaud)</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Wave de António Carlos Jobim (1967)</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Raquel Arnaud, São Paulo, 1935</p><p>Precursora no mercado de arte brasileira e fundamental para o desenvolvimento e consolidação da arte contemporânea, a Galeria Raquel Arnaud foi criada em 1973, com o nome de Gabinete de Arte. Com espaços marcantes assinados por arquitetos como Lina Bo Bardi, Ruy Ohtake e Felippe Crescenti, o Gabinete passou por diferentes endereços como as avenidas Nove de Julho e Brigadeiro Luís Antônio, além do espaço que havia pertencido ao Subdistrito Comercial de Arte, na rua Artur de Azevedo, em Pinheiros, no qual permaneceu de 1992 a 2011.</p><p><br></p><p>O foco no segmento da abstração geométrica e a atenção especial dada às investigações da arte contemporânea – arte construtiva e cinética, instalações, esculturas, pinturas, desenhos e objetos – perpetuaram a Galeria Raquel Arnaud no Brasil e no exterior, tanto por sua coerência como pela contribuição singular para valorização e consolidação da arte brasileira. Para isso, contribuíram de forma fundamental artistas como Amilcar de Castro, Willys de Castro, Lygia Clark, Mira Schendel, Sergio Camargo, Waltercio Caldas, Iole de Freitas e Arthur Luiz Piza, entre outros.</p><p><br></p><p>Atualmente com sede na rua Fidalga, 125, em Vila Madalena, a Galeria Raquel Arnaud representa artistas reconhecidos nacional e internacionalmente – Waltercio Caldas, Carlos Cruz-Díez, Arthur Luiz Piza, Sérvulo Esmeraldo, Iole de Freitas, Maria Carmen Perlingeiro, Carlos Zilio e Tuneu. Os mais jovens atestam a consolidação de novas linguagens contemporâneas – Frida Baranek, Geórgia Kyriakakis, Euvaldo, Alberto Martins, Carla Chaim, Carlos Nunes e Ding Musa.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://raquelarnaud.com/en/homepage/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://raquelarnaud.com/en/homepage/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artbasel.com/catalog/gallery/1129/Galeria-Raquel-Arnaud?lang=en" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artbasel.com/catalog/gallery/1129/Galeria-Raquel-Arnaud?lang=en</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.sp-arte.com/en/editorial/raquel-arnaud-half-a-century-of-coherence/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sp-arte.com/en/editorial/raquel-arnaud-half-a-century-of-coherence/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://exame.com/casual/a-dama-das-artes-raquel-arnaud-comemora-50-anos-de-galeria-com-restrospectiva/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://exame.com/casual/a-dama-das-artes-raquel-arnaud-comemora-50-anos-de-galeria-com-restrospectiva/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://vejasp.abril.com.br/estabelecimento/gabinete-de-arte-raquel-arnaud" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://vejasp.abril.com.br/estabelecimento/gabinete-de-arte-raquel-arnaud</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=OAbbOFbe8Jg" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=OAbbOFbe8Jg</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 17.10.2024 (Conversa com Beatriz Morelli, que leu as repostas enviadas por Raquel Arnaud)</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Wave de António Carlos Jobim (1967)</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Raquel Arnaud, São Paulo, 1935Precursora no mercado de arte brasileira e fundamental para o desenvolvimento e consolidação da arte contemporânea, a Galeria Raquel Arnaud foi criada em 1973, com o nome de Gabinete de Arte. Com espaços marcantes assinados por arquitetos como Lina Bo Bardi, Ruy Ohtake e Felippe Crescenti, o Gabinete passou por diferentes endereços como as avenidas Nove de Julho e Brigadeiro Luís Antônio, além do espaço que havia pertencido ao Subdistrito Comercial de Arte, na rua Artur de Azevedo, em Pinheiros, no qual permaneceu de 1992 a 2011.O foco no segmento da abstração geométrica e a atenção especial dada às investigações da arte contemporânea – arte construtiva e cinética, instalações, esculturas, pinturas, desenhos e objetos – perpetuaram a Galeria Raquel Arnaud no Brasil e no exterior, tanto por sua coerência como pela contribuição singular para valorização e consolidação da arte brasileira. Para isso, contribuíram de forma fundamental artistas como Amilcar de Castro, Willys de Castro, Lygia Clark, Mira Schendel, Sergio Camargo, Waltercio Caldas, Iole de Freitas e Arthur Luiz Piza, entre outros.Atualmente com sede na rua Fidalga, 125, em Vila Madalena, a Galeria Raquel Arnaud representa artistas reconhecidos nacional e internacionalmente – Waltercio Caldas, Carlos Cruz-Díez, Arthur Luiz Piza, Sérvulo Esmeraldo, Iole de Freitas, Maria Carmen Perlingeiro, Carlos Zilio e Tuneu. Os mais jovens atestam a consolidação de novas linguagens contemporâneas – Frida Baranek, Geórgia Kyriakakis, Euvaldo, Alberto Martins, Carla Chaim, Carlos Nunes e Ding Musa.  Links: https://raquelarnaud.com/en/homepage/ https://www.artbasel.com/catalog/gallery/1129/Galeria-Raquel-Arnaud?lang=en https://www.sp-arte.com/en/editorial/raquel-arnaud-half-a-century-of-coherence/ https://exame.com/casual/a-dama-das-artes-raquel-arnaud-comemora-50-anos-de-galeria-com-restrospectiva/ https://vejasp.abril.com.br/estabelecimento/gabinete-de-arte-raquel-arnaud https://www.youtube.com/watch?v=OAbbOFbe8Jg  Episódio gravado a 17.10.2024 (Conversa com Beatriz Morelli, que leu as repostas enviadas por Raquel Arnaud) Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Wave de António Carlos Jobim (1967) http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados   </itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 13 Dec 2024 19:49:03 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 152 – “A vida é amiga da arte*” – Conversa com Nuno Crespo</title>
            <description><![CDATA[  <p>Nuno Crespo nasceu em Lisboa em 1975. É licenciado e doutorado em filosofia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É professor e director da Escola das Artes, Universidade Católica Portuguesa, e investigador do Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR).</p><p>É crítico de arte e membro do conselho editorial do&nbsp;<em>Ípsilon</em>&nbsp;(suplemento cultural do jornal&nbsp;<em>Público</em>). A sua actividade de investigação tem sido dedicada, principalmente, ao cruzamento entre arte, arquitectura e filosofia, e a autores como Kant, Wittgenstein, Walter Benjamin, Peter Zumthor e Adolf Loos. De entre as suas publicações podem destacar-se trabalhos sobre Adriana Molder, Axel Hütte, Bernd e Hilla Becher, Candida Höffer, Daniel Blaufuks, Fassbinder, Gerhard Richter, Luísa Cunha, Miguel Ângelo Rocha, Nuno Cera, Rui Chafes, Vasco Araújo, entre outros, bem como os livros publicados: “Textos Públicos. Arte Portuguesa Contemporânea 2003-2023” (2024), “Julião Sarmento: Olhar Animal” (2014), “Wittgenstein e a Estética” (2011) e “Corpo Impossível” (2007). Fez parte do colectivo de comissários do Prémio EDP – Novos Artistas (2006-2011) e BESPhoto (2007-2009). Como curador, foi responsável pelas exposições «Fantasmas», de Nuno Cera (CCB) , «Corpo Impossível», com Adriana Molder, Noé Sendas, Rui Chafes e Vasco Araújo (Palácio de Queluz), «Encontro Marcado», de Adriana Molder (Museu de Belas Artes de Oviedo, Espanha), pela exposição antológica de Pires Vieira no Museu da Cidade de Lisboa, «Involucão», de Rui Chafes (Casa-Museu Teixeira Lopes), «Serralves», de João Luís Carrilho da Graça (Appleton Square), «Fragmentos. Arte Contemporânea na Colecção Berardo» (Museu de Arte Contemporânea de Elvas), «Aires Mateus. Voids» (Appleton Square), «Riso: Uma Exposição a Sério», Museu da Eletricidade Lisboa, «Paisagem Como Arquitectura» Garagem Sul do CCB, Lisboa, «Antes e Depois» (Miguel Ângelo Rocha), Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, «Haus Wittgenstein. 90 anos», MAAT, Fundação EDP (em coprodução com a associação de arquitetura austríaca), Lisboa, «O que pode a arte? 50 anos do maio de 68», Atelier- Museu Júlio Pomar, Lisboa, «Arenário» (Francisco Tropa), Sala de Exposições da Escola das Artes, Porto e «Julião Sarmento. Film Works», Sala de Exposições da Escola das Artes, Porto, entre outras.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://artes.porto.ucp.pt/pt-pt/pessoa/nuno-crespo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artes.porto.ucp.pt/pt-pt/pessoa/nuno-crespo</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/07/07/entrevista-a-nuno-crespo-diretor-da-escola-das-artes-da-universidade-catolica-portuguesa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/07/07/entrevista-a-nuno-crespo-diretor-da-escola-das-artes-da-universidade-catolica-portuguesa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/programa/tv/p33458/e4" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/programa/tv/p33458/e4</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/autor/nuno-crespo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/autor/nuno-crespo</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.buala.org/pt/cara-a-cara/os-nacionalismos-nao-sao-discursos-inocuos-tem-raca-e-genero-entrevista-a-lilia-schwarcz" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.buala.org/pt/cara-a-cara/os-nacionalismos-nao-sao-discursos-inocuos-tem-raca-e-genero-entrevista-a-lilia-schwarcz</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maat.pt/pt/exhibition/haus-wittgenstein-arte-arquitetura-e-filosofia" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maat.pt/pt/exhibition/haus-wittgenstein-arte-arquitetura-e-filosofia</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/pensar-escola-alem-da-escola" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/pensar-escola-alem-da-escola</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 14.11.2024</p><p>&nbsp;</p><p>*o título é um verso da música escolhida pelo convidado</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Força Estranha / Interpretação Gal Costa / Letra Caetano Veloso / Produção Guilherme Araújo e Roberto Menescal</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Nuno Crespo nasceu em Lisboa em 1975. É licenciado e doutorado em filosofia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É professor e director da Escola das Artes, Universidade Católica Portuguesa, e investigador do Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR).</p><p>É crítico de arte e membro do conselho editorial do&nbsp;<em>Ípsilon</em>&nbsp;(suplemento cultural do jornal&nbsp;<em>Público</em>). A sua actividade de investigação tem sido dedicada, principalmente, ao cruzamento entre arte, arquitectura e filosofia, e a autores como Kant, Wittgenstein, Walter Benjamin, Peter Zumthor e Adolf Loos. De entre as suas publicações podem destacar-se trabalhos sobre Adriana Molder, Axel Hütte, Bernd e Hilla Becher, Candida Höffer, Daniel Blaufuks, Fassbinder, Gerhard Richter, Luísa Cunha, Miguel Ângelo Rocha, Nuno Cera, Rui Chafes, Vasco Araújo, entre outros, bem como os livros publicados: “Textos Públicos. Arte Portuguesa Contemporânea 2003-2023” (2024), “Julião Sarmento: Olhar Animal” (2014), “Wittgenstein e a Estética” (2011) e “Corpo Impossível” (2007). Fez parte do colectivo de comissários do Prémio EDP – Novos Artistas (2006-2011) e BESPhoto (2007-2009). Como curador, foi responsável pelas exposições «Fantasmas», de Nuno Cera (CCB) , «Corpo Impossível», com Adriana Molder, Noé Sendas, Rui Chafes e Vasco Araújo (Palácio de Queluz), «Encontro Marcado», de Adriana Molder (Museu de Belas Artes de Oviedo, Espanha), pela exposição antológica de Pires Vieira no Museu da Cidade de Lisboa, «Involucão», de Rui Chafes (Casa-Museu Teixeira Lopes), «Serralves», de João Luís Carrilho da Graça (Appleton Square), «Fragmentos. Arte Contemporânea na Colecção Berardo» (Museu de Arte Contemporânea de Elvas), «Aires Mateus. Voids» (Appleton Square), «Riso: Uma Exposição a Sério», Museu da Eletricidade Lisboa, «Paisagem Como Arquitectura» Garagem Sul do CCB, Lisboa, «Antes e Depois» (Miguel Ângelo Rocha), Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, «Haus Wittgenstein. 90 anos», MAAT, Fundação EDP (em coprodução com a associação de arquitetura austríaca), Lisboa, «O que pode a arte? 50 anos do maio de 68», Atelier- Museu Júlio Pomar, Lisboa, «Arenário» (Francisco Tropa), Sala de Exposições da Escola das Artes, Porto e «Julião Sarmento. Film Works», Sala de Exposições da Escola das Artes, Porto, entre outras.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://artes.porto.ucp.pt/pt-pt/pessoa/nuno-crespo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artes.porto.ucp.pt/pt-pt/pessoa/nuno-crespo</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/07/07/entrevista-a-nuno-crespo-diretor-da-escola-das-artes-da-universidade-catolica-portuguesa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/07/07/entrevista-a-nuno-crespo-diretor-da-escola-das-artes-da-universidade-catolica-portuguesa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/programa/tv/p33458/e4" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/programa/tv/p33458/e4</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/autor/nuno-crespo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/autor/nuno-crespo</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.buala.org/pt/cara-a-cara/os-nacionalismos-nao-sao-discursos-inocuos-tem-raca-e-genero-entrevista-a-lilia-schwarcz" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.buala.org/pt/cara-a-cara/os-nacionalismos-nao-sao-discursos-inocuos-tem-raca-e-genero-entrevista-a-lilia-schwarcz</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maat.pt/pt/exhibition/haus-wittgenstein-arte-arquitetura-e-filosofia" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maat.pt/pt/exhibition/haus-wittgenstein-arte-arquitetura-e-filosofia</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/pensar-escola-alem-da-escola" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/pensar-escola-alem-da-escola</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 14.11.2024</p><p>&nbsp;</p><p>*o título é um verso da música escolhida pelo convidado</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Força Estranha / Interpretação Gal Costa / Letra Caetano Veloso / Produção Guilherme Araújo e Roberto Menescal</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Nuno Crespo nasceu em Lisboa em 1975. É licenciado e doutorado em filosofia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É professor e director da Escola das Artes, Universidade Católica Portuguesa, e investigador do Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes (CITAR).É crítico de arte e membro do conselho editorial do Ípsilon (suplemento cultural do jornal Público). A sua actividade de investigação tem sido dedicada, principalmente, ao cruzamento entre arte, arquitectura e filosofia, e a autores como Kant, Wittgenstein, Walter Benjamin, Peter Zumthor e Adolf Loos. De entre as suas publicações podem destacar-se trabalhos sobre Adriana Molder, Axel Hütte, Bernd e Hilla Becher, Candida Höffer, Daniel Blaufuks, Fassbinder, Gerhard Richter, Luísa Cunha, Miguel Ângelo Rocha, Nuno Cera, Rui Chafes, Vasco Araújo, entre outros, bem como os livros publicados: “Textos Públicos. Arte Portuguesa Contemporânea 2003-2023” (2024), “Julião Sarmento: Olhar Animal” (2014), “Wittgenstein e a Estética” (2011) e “Corpo Impossível” (2007). Fez parte do colectivo de comissários do Prémio EDP – Novos Artistas (2006-2011) e BESPhoto (2007-2009). Como curador, foi responsável pelas exposições «Fantasmas», de Nuno Cera (CCB) , «Corpo Impossível», com Adriana Molder, Noé Sendas, Rui Chafes e Vasco Araújo (Palácio de Queluz), «Encontro Marcado», de Adriana Molder (Museu de Belas Artes de Oviedo, Espanha), pela exposição antológica de Pires Vieira no Museu da Cidade de Lisboa, «Involucão», de Rui Chafes (Casa-Museu Teixeira Lopes), «Serralves», de João Luís Carrilho da Graça (Appleton Square), «Fragmentos. Arte Contemporânea na Colecção Berardo» (Museu de Arte Contemporânea de Elvas), «Aires Mateus. Voids» (Appleton Square), «Riso: Uma Exposição a Sério», Museu da Eletricidade Lisboa, «Paisagem Como Arquitectura» Garagem Sul do CCB, Lisboa, «Antes e Depois» (Miguel Ângelo Rocha), Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, «Haus Wittgenstein. 90 anos», MAAT, Fundação EDP (em coprodução com a associação de arquitetura austríaca), Lisboa, «O que pode a arte? 50 anos do maio de 68», Atelier- Museu Júlio Pomar, Lisboa, «Arenário» (Francisco Tropa), Sala de Exposições da Escola das Artes, Porto e «Julião Sarmento. Film Works», Sala de Exposições da Escola das Artes, Porto, entre outras.Links: https://artes.porto.ucp.pt/pt-pt/pessoa/nuno-crespo https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/07/07/entrevista-a-nuno-crespo-diretor-da-escola-das-artes-da-universidade-catolica-portuguesa/ https://www.rtp.pt/programa/tv/p33458/e4 https://www.publico.pt/autor/nuno-crespo https://www.buala.org/pt/cara-a-cara/os-nacionalismos-nao-sao-discursos-inocuos-tem-raca-e-genero-entrevista-a-lilia-schwarcz https://www.maat.pt/pt/exhibition/haus-wittgenstein-arte-arquitetura-e-filosofia https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/pensar-escola-alem-da-escola Episódio gravado a 14.11.2024 *o título é um verso da música escolhida pelo convidado Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Força Estranha / Interpretação Gal Costa / Letra Caetano Veloso / Produção Guilherme Araújo e Roberto Menescal http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 06 Dec 2024 02:06:10 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 151 – “A pintura tocada pela escultura” – Conversa com Manuel Caldeira</title>
            <description><![CDATA[  <p>Manuel Caldeira nasceu em Oeiras em 1979, estudou Pintura na Byam Shaw School of Art, Londres e no Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Visual, onde foi aluno bolseiro da Bolsa José de Guimarães e da Fundação Carmona e Costa, terminando em 2006 o Curso Avançado de Artes Plásticas. Participou no curso de Artes Visuais do programa Criatividade e Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian. É tutor no Curso Avançado de artes plásticas do Ar.Co. Em 2015 foi finalista do Prémio EDP Novos Artistas , em 2023 foi finalista do Prémio FLAD Desenho. O seu trabalho tem tido o Desenho como disciplina central, que depois se ramifica para outros médios como a escultura e pintura. Das exposições que integrou destacam-se Break a Leg e Acapella na Rui Freire Fine Arts; Vapor2 em Rockaway Beach NY; Spettacolo na Galeria João Esteves de Oliveira, 2017; Prémio EDP Novos Artistas no Museu da Electricidade em 2015; Araruta (colaboração com Ana Jotta) na Galeria João Esteves de Oliveira; Antes que me lembre na Fundação Carmona e Costa em 2012).</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.manuelcaldeirastudio.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.manuelcaldeirastudio.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/pt/artista/manuel-caldeira" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/pt/artista/manuel-caldeira</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/exposicao-753-manuel-caldeira-acapella" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/exposicao-753-manuel-caldeira-acapella</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rui-freire.com/en/artists/45-manuel-caldeira/works/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rui-freire.com/en/artists/45-manuel-caldeira/works/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.flad.pt/finalistas-do-premio-flad-de-desenho-2023/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.flad.pt/finalistas-do-premio-flad-de-desenho-2023/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 28.11.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Beneath the Rose de Micah P. Hinson</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Manuel Caldeira nasceu em Oeiras em 1979, estudou Pintura na Byam Shaw School of Art, Londres e no Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Visual, onde foi aluno bolseiro da Bolsa José de Guimarães e da Fundação Carmona e Costa, terminando em 2006 o Curso Avançado de Artes Plásticas. Participou no curso de Artes Visuais do programa Criatividade e Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian. É tutor no Curso Avançado de artes plásticas do Ar.Co. Em 2015 foi finalista do Prémio EDP Novos Artistas , em 2023 foi finalista do Prémio FLAD Desenho. O seu trabalho tem tido o Desenho como disciplina central, que depois se ramifica para outros médios como a escultura e pintura. Das exposições que integrou destacam-se Break a Leg e Acapella na Rui Freire Fine Arts; Vapor2 em Rockaway Beach NY; Spettacolo na Galeria João Esteves de Oliveira, 2017; Prémio EDP Novos Artistas no Museu da Electricidade em 2015; Araruta (colaboração com Ana Jotta) na Galeria João Esteves de Oliveira; Antes que me lembre na Fundação Carmona e Costa em 2012).</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.manuelcaldeirastudio.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.manuelcaldeirastudio.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/pt/artista/manuel-caldeira" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/pt/artista/manuel-caldeira</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/exposicao-753-manuel-caldeira-acapella" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/exposicao-753-manuel-caldeira-acapella</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rui-freire.com/en/artists/45-manuel-caldeira/works/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rui-freire.com/en/artists/45-manuel-caldeira/works/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.flad.pt/finalistas-do-premio-flad-de-desenho-2023/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.flad.pt/finalistas-do-premio-flad-de-desenho-2023/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 28.11.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Beneath the Rose de Micah P. Hinson</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Manuel Caldeira nasceu em Oeiras em 1979, estudou Pintura na Byam Shaw School of Art, Londres e no Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Visual, onde foi aluno bolseiro da Bolsa José de Guimarães e da Fundação Carmona e Costa, terminando em 2006 o Curso Avançado de Artes Plásticas. Participou no curso de Artes Visuais do programa Criatividade e Criação Artística da Fundação Calouste Gulbenkian. É tutor no Curso Avançado de artes plásticas do Ar.Co. Em 2015 foi finalista do Prémio EDP Novos Artistas , em 2023 foi finalista do Prémio FLAD Desenho. O seu trabalho tem tido o Desenho como disciplina central, que depois se ramifica para outros médios como a escultura e pintura. Das exposições que integrou destacam-se Break a Leg e Acapella na Rui Freire Fine Arts; Vapor2 em Rockaway Beach NY; Spettacolo na Galeria João Esteves de Oliveira, 2017; Prémio EDP Novos Artistas no Museu da Electricidade em 2015; Araruta (colaboração com Ana Jotta) na Galeria João Esteves de Oliveira; Antes que me lembre na Fundação Carmona e Costa em 2012).Links: https://www.manuelcaldeirastudio.com/ https://www.fundacaoedp.pt/pt/artista/manuel-caldeira https://www.artecapital.net/exposicao-753-manuel-caldeira-acapella https://www.rui-freire.com/en/artists/45-manuel-caldeira/works/ https://www.flad.pt/finalistas-do-premio-flad-de-desenho-2023/  Episódio gravado a 28.11.2024 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Beneath the Rose de Micah P. Hinson http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 30 Nov 2024 12:44:24 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 150 - &#34;Com desassombro&#34; - Conversa com Nuno Faria</title>
            <description><![CDATA[  <p>Nuno Faria (Lisboa, 1971)</p><p>É professor na Escola Superior de Design das Caldas da Rainha. Trabalhou no Instituto de Arte Contemporânea do Ministério da Cultura de Portugal (1997-2003) e na Fundação Calouste Gulbenkian (2003-2009).&nbsp;Viveu e trabalhou no Algarve entre 2007 e 2012, onde fundou (em Loulé, em 2009) o projecto Mobilehome - Escola de Arte Nómada, Experimental e Independente. Em 2012-2013 foi-lhe atribuído o Prémio de Crítica e Ensaística de Arte e Arquitectura AICA/Fundação Carmona e Costa. Foi diretor artístico do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, em Guimarães (2013-2019) e do Museu da Cidade do Porto (2019-2022). Ao longo de 20 anos, como curador, trabalhou com artistas de várias gerações, portugueses e estrangeiros, em contexto institucional e independente, em localizações centrais e mais periféricas, em Portugal e no estrangeiro. Em 2024 foi nomeado director do Museu Arpad Szenes Vieira da Silva, em Lisboa.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2024/02/22/culturaipsilon/noticia/nuno-faria-novo-director-museu-fundacao-vieira-silva-2081314" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2024/02/22/culturaipsilon/noticia/nuno-faria-novo-director-museu-fundacao-vieira-silva-2081314</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.jn.pt/6163604021/entre-palavras-e-imagens-um-exercicio-de-curadoria-de-nuno-faria/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.jn.pt/6163604021/entre-palavras-e-imagens-um-exercicio-de-curadoria-de-nuno-faria/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ciajg.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ciajg.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.galeriamunicipaldoporto.pt/pt/edicoes/quatro-elementos/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.galeriamunicipaldoporto.pt/pt/edicoes/quatro-elementos/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://museudoporto.pt/recurso/nuno-faria-em-entrevista-os-museus-passam-por-fases-de-transformacao-ao-longo-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://museudoporto.pt/recurso/nuno-faria-em-entrevista-os-museus-passam-por-fases-de-transformacao-ao-longo-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/01-2018/entrevista-com-nuno-faria" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/01-2018/entrevista-com-nuno-faria</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/entrevista-163-nuno-faria" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/entrevista-163-nuno-faria</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 10.10.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Metamorfose Ambulante / Interpretada e escrita por Raul Seixas / Produzida por Mazola e Raul Seixas</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Nuno Faria (Lisboa, 1971)</p><p>É professor na Escola Superior de Design das Caldas da Rainha. Trabalhou no Instituto de Arte Contemporânea do Ministério da Cultura de Portugal (1997-2003) e na Fundação Calouste Gulbenkian (2003-2009).&nbsp;Viveu e trabalhou no Algarve entre 2007 e 2012, onde fundou (em Loulé, em 2009) o projecto Mobilehome - Escola de Arte Nómada, Experimental e Independente. Em 2012-2013 foi-lhe atribuído o Prémio de Crítica e Ensaística de Arte e Arquitectura AICA/Fundação Carmona e Costa. Foi diretor artístico do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, em Guimarães (2013-2019) e do Museu da Cidade do Porto (2019-2022). Ao longo de 20 anos, como curador, trabalhou com artistas de várias gerações, portugueses e estrangeiros, em contexto institucional e independente, em localizações centrais e mais periféricas, em Portugal e no estrangeiro. Em 2024 foi nomeado director do Museu Arpad Szenes Vieira da Silva, em Lisboa.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2024/02/22/culturaipsilon/noticia/nuno-faria-novo-director-museu-fundacao-vieira-silva-2081314" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2024/02/22/culturaipsilon/noticia/nuno-faria-novo-director-museu-fundacao-vieira-silva-2081314</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.jn.pt/6163604021/entre-palavras-e-imagens-um-exercicio-de-curadoria-de-nuno-faria/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.jn.pt/6163604021/entre-palavras-e-imagens-um-exercicio-de-curadoria-de-nuno-faria/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ciajg.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ciajg.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.galeriamunicipaldoporto.pt/pt/edicoes/quatro-elementos/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.galeriamunicipaldoporto.pt/pt/edicoes/quatro-elementos/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://museudoporto.pt/recurso/nuno-faria-em-entrevista-os-museus-passam-por-fases-de-transformacao-ao-longo-do-tempo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://museudoporto.pt/recurso/nuno-faria-em-entrevista-os-museus-passam-por-fases-de-transformacao-ao-longo-do-tempo/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/01-2018/entrevista-com-nuno-faria" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/01-2018/entrevista-com-nuno-faria</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/entrevista-163-nuno-faria" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/entrevista-163-nuno-faria</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 10.10.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Metamorfose Ambulante / Interpretada e escrita por Raul Seixas / Produzida por Mazola e Raul Seixas</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>© Appleton, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Nuno Faria (Lisboa, 1971)É professor na Escola Superior de Design das Caldas da Rainha. Trabalhou no Instituto de Arte Contemporânea do Ministério da Cultura de Portugal (1997-2003) e na Fundação Calouste Gulbenkian (2003-2009). Viveu e trabalhou no Algarve entre 2007 e 2012, onde fundou (em Loulé, em 2009) o projecto Mobilehome - Escola de Arte Nómada, Experimental e Independente. Em 2012-2013 foi-lhe atribuído o Prémio de Crítica e Ensaística de Arte e Arquitectura AICA/Fundação Carmona e Costa. Foi diretor artístico do Centro Internacional das Artes José de Guimarães, em Guimarães (2013-2019) e do Museu da Cidade do Porto (2019-2022). Ao longo de 20 anos, como curador, trabalhou com artistas de várias gerações, portugueses e estrangeiros, em contexto institucional e independente, em localizações centrais e mais periféricas, em Portugal e no estrangeiro. Em 2024 foi nomeado director do Museu Arpad Szenes Vieira da Silva, em Lisboa. Links: https://www.publico.pt/2024/02/22/culturaipsilon/noticia/nuno-faria-novo-director-museu-fundacao-vieira-silva-2081314 https://www.jn.pt/6163604021/entre-palavras-e-imagens-um-exercicio-de-curadoria-de-nuno-faria/ https://www.ciajg.pt/ https://www.galeriamunicipaldoporto.pt/pt/edicoes/quatro-elementos/ https://museudoporto.pt/recurso/nuno-faria-em-entrevista-os-museus-passam-por-fases-de-transformacao-ao-longo-do-tempo/ https://contemporanea.pt/edicoes/01-2018/entrevista-com-nuno-faria https://www.artecapital.net/entrevista-163-nuno-faria  Episódio gravado a 10.10.2024 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Metamorfose Ambulante / Interpretada e escrita por Raul Seixas / Produzida por Mazola e Raul Seixas http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes    © Appleton, todos os direitos reservados  </itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 23 Nov 2024 15:18:42 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 149 – “The hissing of summer sands” – Conversa com Catarina Mourão e Catarina Câmara Pereira</title>
            <description><![CDATA[  <p>Catarina Mourão estudou Música, Direito e Cinema (Mestrado na Universidade de Bristol e Doutoramento pela Universidade de Edimburgo, bolseira da FCT em ambos). Fundadora da AporDOC (Associação pelo Documentário Português). Dá aulas de Cinema e Documentário desde 1998 em diferentes Licenciaturas e Mestrados. Em 2000 cria com Catarina Alves Costa a Laranja Azul, produtora independente de cinema. É neste contexto que realiza os seus filmes que têm sido sempre premiados e exibidos em festivais internacionais e distribuídos em sala e na televisão. As suas áreas principais de investigação são o documentário, o ensaio cinematográfico, a memória, o arquivo e a autobiografia. É docente no mestrado de Artes e Multimedia da FBAUL, colabora também com a ESTC (Escola Superior de Teatro e Cinema).</p><p>&nbsp;</p><p>Catarina Câmara Pereira nasceu e reside em Lisboa, onde tem vindo a desenvolver uma carreira artística desde 1995. Formou-se em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e aprofundou os seus estudos ao completar um mestrado intitulado “Zona de Sombra (reflexão sobre a obra poética de Paul Celan)”. Posteriormente, realizou um doutoramento em Artes Plásticas/Instalação. Lecciona no Departamento de Artes Plásticas da ESAD.cr desde 1998. Ao longo de seu percurso artístico, tem explorado as tensões entre universos subterrâneos e oníricos da realidade e sua impossibilidade de comunicação. Utilizando materiais variados, como aço, pintura e fotografia, sua obra investiga o isolamento e a inefabilidade da vida interior, criando ilusões e superfícies intangíveis que o espectador não pode penetrar. Esse distanciamento convida o observador a reflectir sobre as complexidades da experiência humana e os limites da compreensão. Trabalha actualmente na criação de dioramas que exploram o paradoxo entre a exposição de um acontecimento e a impossibilidade de acesso a essa vivência, aprofundando a impenetrabilidade através da construção de superfícies de contacto e isolamento, acentuando as barreiras entre a experiência interior e a impossibilidade de sua percepção externa.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.laranja-azul.com/directors/directors-page-catarina-mourao" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.laranja-azul.com/directors/directors-page-catarina-mourao</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.portugalfilm.org/directors_detail.php?cd_director=3" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.portugalfilm.org/directors_detail.php?cd_director=3</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.filmin.pt/realizadora/catarina-mourao" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.filmin.pt/realizadora/catarina-mourao</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/agenda/a-dama-de-chandor-de-catarina-mourao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/agenda/a-dama-de-chandor-de-catarina-mourao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2016/11/02/culturaipsilon/noticia/segredos-de-familia-1749588" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2016/11/02/culturaipsilon/noticia/segredos-de-familia-1749588</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoplmj.com/index.php?mod=artistas&amp;id=347" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoplmj.com/index.php?mod=artistas&amp;id=347</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cascais.pt/noticia/exposicao-de-arte-na-paisagem-inauguracao-da-landart-cascais-traz-artistas-plasticos-quinta" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cascais.pt/noticia/exposicao-de-arte-na-paisagem-inauguracao-da-landart-cascais-traz-artistas-plasticos-quinta</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/espaco_arte_contemporanea/exposicoes_detalhe_07.aspx" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/espaco_arte_contemporanea/exposicoes_detalhe_07.aspx</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/revista/culturas/exposicoes/2024-04-04-Exposicoes-Os-fantasmas-a-tres-dimensoes-de-Catarina-Camara-Pereira-e-Catarina-Mourao-28b5db18" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/revista/culturas/exposicoes/2024-04-04-Exposicoes-Os-fantasmas-a-tres-dimensoes-de-Catarina-Camara-Pereira-e-Catarina-Mourao-28b5db18</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/catarina-mourao-catarina-camara-pereira/?lang=pt-pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/catarina-mourao-catarina-camara-pereira/?lang=pt-pt</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 07.11.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: A Young Girl's Complaint / Tsege Mariam Gebru</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Catarina Mourão estudou Música, Direito e Cinema (Mestrado na Universidade de Bristol e Doutoramento pela Universidade de Edimburgo, bolseira da FCT em ambos). Fundadora da AporDOC (Associação pelo Documentário Português). Dá aulas de Cinema e Documentário desde 1998 em diferentes Licenciaturas e Mestrados. Em 2000 cria com Catarina Alves Costa a Laranja Azul, produtora independente de cinema. É neste contexto que realiza os seus filmes que têm sido sempre premiados e exibidos em festivais internacionais e distribuídos em sala e na televisão. As suas áreas principais de investigação são o documentário, o ensaio cinematográfico, a memória, o arquivo e a autobiografia. É docente no mestrado de Artes e Multimedia da FBAUL, colabora também com a ESTC (Escola Superior de Teatro e Cinema).</p><p>&nbsp;</p><p>Catarina Câmara Pereira nasceu e reside em Lisboa, onde tem vindo a desenvolver uma carreira artística desde 1995. Formou-se em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e aprofundou os seus estudos ao completar um mestrado intitulado “Zona de Sombra (reflexão sobre a obra poética de Paul Celan)”. Posteriormente, realizou um doutoramento em Artes Plásticas/Instalação. Lecciona no Departamento de Artes Plásticas da ESAD.cr desde 1998. Ao longo de seu percurso artístico, tem explorado as tensões entre universos subterrâneos e oníricos da realidade e sua impossibilidade de comunicação. Utilizando materiais variados, como aço, pintura e fotografia, sua obra investiga o isolamento e a inefabilidade da vida interior, criando ilusões e superfícies intangíveis que o espectador não pode penetrar. Esse distanciamento convida o observador a reflectir sobre as complexidades da experiência humana e os limites da compreensão. Trabalha actualmente na criação de dioramas que exploram o paradoxo entre a exposição de um acontecimento e a impossibilidade de acesso a essa vivência, aprofundando a impenetrabilidade através da construção de superfícies de contacto e isolamento, acentuando as barreiras entre a experiência interior e a impossibilidade de sua percepção externa.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.laranja-azul.com/directors/directors-page-catarina-mourao" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.laranja-azul.com/directors/directors-page-catarina-mourao</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.portugalfilm.org/directors_detail.php?cd_director=3" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.portugalfilm.org/directors_detail.php?cd_director=3</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.filmin.pt/realizadora/catarina-mourao" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.filmin.pt/realizadora/catarina-mourao</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/agenda/a-dama-de-chandor-de-catarina-mourao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/agenda/a-dama-de-chandor-de-catarina-mourao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2016/11/02/culturaipsilon/noticia/segredos-de-familia-1749588" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2016/11/02/culturaipsilon/noticia/segredos-de-familia-1749588</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoplmj.com/index.php?mod=artistas&amp;id=347" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoplmj.com/index.php?mod=artistas&amp;id=347</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cascais.pt/noticia/exposicao-de-arte-na-paisagem-inauguracao-da-landart-cascais-traz-artistas-plasticos-quinta" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cascais.pt/noticia/exposicao-de-arte-na-paisagem-inauguracao-da-landart-cascais-traz-artistas-plasticos-quinta</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/espaco_arte_contemporanea/exposicoes_detalhe_07.aspx" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/espaco_arte_contemporanea/exposicoes_detalhe_07.aspx</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/revista/culturas/exposicoes/2024-04-04-Exposicoes-Os-fantasmas-a-tres-dimensoes-de-Catarina-Camara-Pereira-e-Catarina-Mourao-28b5db18" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/revista/culturas/exposicoes/2024-04-04-Exposicoes-Os-fantasmas-a-tres-dimensoes-de-Catarina-Camara-Pereira-e-Catarina-Mourao-28b5db18</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/catarina-mourao-catarina-camara-pereira/?lang=pt-pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/catarina-mourao-catarina-camara-pereira/?lang=pt-pt</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 07.11.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: A Young Girl's Complaint / Tsege Mariam Gebru</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Catarina Mourão estudou Música, Direito e Cinema (Mestrado na Universidade de Bristol e Doutoramento pela Universidade de Edimburgo, bolseira da FCT em ambos). Fundadora da AporDOC (Associação pelo Documentário Português). Dá aulas de Cinema e Documentário desde 1998 em diferentes Licenciaturas e Mestrados. Em 2000 cria com Catarina Alves Costa a Laranja Azul, produtora independente de cinema. É neste contexto que realiza os seus filmes que têm sido sempre premiados e exibidos em festivais internacionais e distribuídos em sala e na televisão. As suas áreas principais de investigação são o documentário, o ensaio cinematográfico, a memória, o arquivo e a autobiografia. É docente no mestrado de Artes e Multimedia da FBAUL, colabora também com a ESTC (Escola Superior de Teatro e Cinema). Catarina Câmara Pereira nasceu e reside em Lisboa, onde tem vindo a desenvolver uma carreira artística desde 1995. Formou-se em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e aprofundou os seus estudos ao completar um mestrado intitulado “Zona de Sombra (reflexão sobre a obra poética de Paul Celan)”. Posteriormente, realizou um doutoramento em Artes Plásticas/Instalação. Lecciona no Departamento de Artes Plásticas da ESAD.cr desde 1998. Ao longo de seu percurso artístico, tem explorado as tensões entre universos subterrâneos e oníricos da realidade e sua impossibilidade de comunicação. Utilizando materiais variados, como aço, pintura e fotografia, sua obra investiga o isolamento e a inefabilidade da vida interior, criando ilusões e superfícies intangíveis que o espectador não pode penetrar. Esse distanciamento convida o observador a reflectir sobre as complexidades da experiência humana e os limites da compreensão. Trabalha actualmente na criação de dioramas que exploram o paradoxo entre a exposição de um acontecimento e a impossibilidade de acesso a essa vivência, aprofundando a impenetrabilidade através da construção de superfícies de contacto e isolamento, acentuando as barreiras entre a experiência interior e a impossibilidade de sua percepção externa.Links: https://www.laranja-azul.com/directors/directors-page-catarina-mourao https://www.portugalfilm.org/directors_detail.php?cd_director=3 https://www.filmin.pt/realizadora/catarina-mourao https://gulbenkian.pt/agenda/a-dama-de-chandor-de-catarina-mourao/ https://www.publico.pt/2016/11/02/culturaipsilon/noticia/segredos-de-familia-1749588 https://www.fundacaoplmj.com/index.php?mod=artistas&amp;id=347 https://www.cascais.pt/noticia/exposicao-de-arte-na-paisagem-inauguracao-da-landart-cascais-traz-artistas-plasticos-quinta https://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/espaco_arte_contemporanea/exposicoes_detalhe_07.aspx https://expresso.pt/revista/culturas/exposicoes/2024-04-04-Exposicoes-Os-fantasmas-a-tres-dimensoes-de-Catarina-Camara-Pereira-e-Catarina-Mourao-28b5db18 https://appleton.pt/catarina-mourao-catarina-camara-pereira/?lang=pt-pt Episódio gravado a 07.11.2024 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: A Young Girl&#39;s Complaint / Tsege Mariam Gebru http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes   </itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 14 Nov 2024 21:29:14 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 148 – “Self Evident :)” – Conversa com Luísa Santos</title>
            <description><![CDATA[  <p>Luísa Santos (1980, Lisboa)</p><p>Doutorada em Estudos de Cultura pela Humboldt &amp; Viadrina School of Governance, Berlim, e Mestre in Curating Contemporary Art pela Royal College of Art, Londres, Luísa Santos é Professora Auxiliar e Investigadora em Estudos Artísticos desde 2016 na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa. Curadora independente desde 2009, integrou o CuratorLab da Konstfack, em Estocolmo, em 2013 e, desde 2019, é research fellow na European School of Governance&nbsp;(EUSG), em Berlim. Directora artística do&nbsp;<em>4Cs: from Conflict to Conviviality through Creativity and Culture</em>, que iniciou 2017, do <em>Institution(ing)s,</em> com 10 instituições Europeias, desde 2023, e, também desde 2023, do <em>Arctic Routes, Southern Ways</em>, uma colaboração entre instituições Portuguesas e Norueguesas. Luísa Santos faz parte dos comités editoriais e científicos das revistas Estúdio, Gama, Croma e do Yearbook of Moving Image Studies (YoMIS - Research Group Moving Image Kiel), Büchner-Verlag e, desde 2021, é membro do comité de investigação do HANGAR, em Lisboa. Tem colaborado com instituições como Tensta Konsthall, SAVVY Contemporary – Laboratory of Form-Ideas, Fundació Antoni Tápies, Museet for Samtidskunst, P28, Museu Gulbenkian, Carpe Diem Arte &amp; Pesquisa, Anozero, Frankfurter Kunstvrein, OK-Centrum, e fez a curadoria de várias exposições com artistas como Miguel Palma, Nikolaj Larsen, Yorgos Zois, Ângela Ferreira, Amira Hanafi, Marilá Dardot, Jeppe Hein, Jane Jin Kaisen, e Rouzbeh Akhbari. Tendo publicado extensivamente nos domínios da arte e sociedade, Luísa Santos é responsável pela edição da série the politics of immaterial cultures a publicar com a Routledge.&nbsp;Desde 2018, é co-directora da nanogaleria, que co-fundou com Ana Fabíola Maurício.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ciencia.ucp.pt/en/persons/lu%C3%ADsa-santos" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ciencia.ucp.pt/en/persons/lu%C3%ADsa-santos</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://blog.artcuratorgrid.com/interviews-with-luisa-santos-joana-patrao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://blog.artcuratorgrid.com/interviews-with-luisa-santos-joana-patrao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.4cs-conflict-conviviality.eu/tag/luisa-santos/posts" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.4cs-conflict-conviviality.eu/tag/luisa-santos/posts</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://blog.artcuratorgrid.com/a-letter-from-our-founder/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://blog.artcuratorgrid.com/a-letter-from-our-founder/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?app=desktop&amp;v=DCp1ae5nhSI" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?app=desktop&amp;v=DCp1ae5nhSI</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.pure.ed.ac.uk/ws/portalfiles/portal/305350668/Abstracts.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.pure.ed.ac.uk/ws/portalfiles/portal/305350668/Abstracts.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://nanogaleria.weebly.com/about.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://nanogaleria.weebly.com/about.html</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 18.10.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Self Evident (live) / Ani DiFranco</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Luísa Santos (1980, Lisboa)</p><p>Doutorada em Estudos de Cultura pela Humboldt &amp; Viadrina School of Governance, Berlim, e Mestre in Curating Contemporary Art pela Royal College of Art, Londres, Luísa Santos é Professora Auxiliar e Investigadora em Estudos Artísticos desde 2016 na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa. Curadora independente desde 2009, integrou o CuratorLab da Konstfack, em Estocolmo, em 2013 e, desde 2019, é research fellow na European School of Governance&nbsp;(EUSG), em Berlim. Directora artística do&nbsp;<em>4Cs: from Conflict to Conviviality through Creativity and Culture</em>, que iniciou 2017, do <em>Institution(ing)s,</em> com 10 instituições Europeias, desde 2023, e, também desde 2023, do <em>Arctic Routes, Southern Ways</em>, uma colaboração entre instituições Portuguesas e Norueguesas. Luísa Santos faz parte dos comités editoriais e científicos das revistas Estúdio, Gama, Croma e do Yearbook of Moving Image Studies (YoMIS - Research Group Moving Image Kiel), Büchner-Verlag e, desde 2021, é membro do comité de investigação do HANGAR, em Lisboa. Tem colaborado com instituições como Tensta Konsthall, SAVVY Contemporary – Laboratory of Form-Ideas, Fundació Antoni Tápies, Museet for Samtidskunst, P28, Museu Gulbenkian, Carpe Diem Arte &amp; Pesquisa, Anozero, Frankfurter Kunstvrein, OK-Centrum, e fez a curadoria de várias exposições com artistas como Miguel Palma, Nikolaj Larsen, Yorgos Zois, Ângela Ferreira, Amira Hanafi, Marilá Dardot, Jeppe Hein, Jane Jin Kaisen, e Rouzbeh Akhbari. Tendo publicado extensivamente nos domínios da arte e sociedade, Luísa Santos é responsável pela edição da série the politics of immaterial cultures a publicar com a Routledge.&nbsp;Desde 2018, é co-directora da nanogaleria, que co-fundou com Ana Fabíola Maurício.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ciencia.ucp.pt/en/persons/lu%C3%ADsa-santos" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ciencia.ucp.pt/en/persons/lu%C3%ADsa-santos</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://blog.artcuratorgrid.com/interviews-with-luisa-santos-joana-patrao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://blog.artcuratorgrid.com/interviews-with-luisa-santos-joana-patrao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.4cs-conflict-conviviality.eu/tag/luisa-santos/posts" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.4cs-conflict-conviviality.eu/tag/luisa-santos/posts</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://blog.artcuratorgrid.com/a-letter-from-our-founder/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://blog.artcuratorgrid.com/a-letter-from-our-founder/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?app=desktop&amp;v=DCp1ae5nhSI" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?app=desktop&amp;v=DCp1ae5nhSI</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.pure.ed.ac.uk/ws/portalfiles/portal/305350668/Abstracts.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.pure.ed.ac.uk/ws/portalfiles/portal/305350668/Abstracts.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://nanogaleria.weebly.com/about.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://nanogaleria.weebly.com/about.html</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 18.10.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Self Evident (live) / Ani DiFranco</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Luísa Santos (1980, Lisboa)Doutorada em Estudos de Cultura pela Humboldt &amp; Viadrina School of Governance, Berlim, e Mestre in Curating Contemporary Art pela Royal College of Art, Londres, Luísa Santos é Professora Auxiliar e Investigadora em Estudos Artísticos desde 2016 na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica Portuguesa. Curadora independente desde 2009, integrou o CuratorLab da Konstfack, em Estocolmo, em 2013 e, desde 2019, é research fellow na European School of Governance (EUSG), em Berlim. Directora artística do 4Cs: from Conflict to Conviviality through Creativity and Culture, que iniciou 2017, do Institution(ing)s, com 10 instituições Europeias, desde 2023, e, também desde 2023, do Arctic Routes, Southern Ways, uma colaboração entre instituições Portuguesas e Norueguesas. Luísa Santos faz parte dos comités editoriais e científicos das revistas Estúdio, Gama, Croma e do Yearbook of Moving Image Studies (YoMIS - Research Group Moving Image Kiel), Büchner-Verlag e, desde 2021, é membro do comité de investigação do HANGAR, em Lisboa. Tem colaborado com instituições como Tensta Konsthall, SAVVY Contemporary – Laboratory of Form-Ideas, Fundació Antoni Tápies, Museet for Samtidskunst, P28, Museu Gulbenkian, Carpe Diem Arte &amp; Pesquisa, Anozero, Frankfurter Kunstvrein, OK-Centrum, e fez a curadoria de várias exposições com artistas como Miguel Palma, Nikolaj Larsen, Yorgos Zois, Ângela Ferreira, Amira Hanafi, Marilá Dardot, Jeppe Hein, Jane Jin Kaisen, e Rouzbeh Akhbari. Tendo publicado extensivamente nos domínios da arte e sociedade, Luísa Santos é responsável pela edição da série the politics of immaterial cultures a publicar com a Routledge. Desde 2018, é co-directora da nanogaleria, que co-fundou com Ana Fabíola Maurício.  Links: https://ciencia.ucp.pt/en/persons/lu%C3%ADsa-santos https://blog.artcuratorgrid.com/interviews-with-luisa-santos-joana-patrao/ https://www.4cs-conflict-conviviality.eu/tag/luisa-santos/posts https://blog.artcuratorgrid.com/a-letter-from-our-founder/ https://www.youtube.com/watch?app=desktop&amp;v=DCp1ae5nhSI https://www.pure.ed.ac.uk/ws/portalfiles/portal/305350668/Abstracts.pdf https://nanogaleria.weebly.com/about.html Episódio gravado a 18.10.2024 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Self Evident (live) / Ani DiFranco http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes   </itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 07 Nov 2024 22:35:42 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 147 – “Córtex e Natureza-Morta” – Conversa com Mercedes Vidal-Abarca e Eduardo Freitas</title>
            <description><![CDATA[  <p>Córtex Frontal é um projeto cultural multidisciplinar criado em 2015 e sediado em Arraiolos, distrito de Évora, Alentejo. Córtex Frontal organiza residências artísticas, workshops, exposições e tenta envolver-se nos projetos artísticos locais e regionais no domínio das Artes Visuais, Performativas, Literatura ou Música.O seu objetivo é promover atividades a nível local, nacional e internacional, colaborando com instituições públicas ou privadas, envolvendo artistas e comunidades diversificadas. Córtex Frontal integra a RPAC - Rede Portuguesa de Arte Contemporânea.</p><p><br></p><p>Mercedes Vidal-Abarca (Vitória, Espanha 1980). Mestrado em Psicologia da Educação e Linguística. Viveu e trabalhou na França, Inglaterra, Eslovénia e Rússia antes de vir a Portugal em 2008. Curso de Desenho e Pintura no ARCO e de História da Arte na UNIR (Universidade da Rioja). Foi fundadora da Associação Cultural Córtexcult em Arraiolos. Desde 2015, assume a Direção Artística no projeto Córtex Frontal da mesma Associação. Criadora da Plataforma The Concerned Collector que fomenta o coleccionismo de arte. Vive e trabalha entre Arraiolos e Lisboa.</p><p><br></p><p>Eduardo Freitas (Brasil, 1990) Vive e trabalha em Portugal desde 2017.É doutorando no curso de Arte Contemporânea na Universidade de Coimbra (Bolseiro FCT), e concluiu o mestrado de Práticas Artísticas em Artes Visuais (2019), na Universidade de Évora. Expõe regularmente, destacando-se as exposições colectivas e individuais: XXIII Bienal Internacional de Arte de Cerveira (Cerveira, PT 2024); Planta de Emergência (Projeto Com Data e Hora Marcada), Oficinas do Convento em parceria com Associação Pó de Vir a Ser, Osso - Associação Cultural e Maus Hábitos (Montemor-o-Novo, Évora, Caldas da Rainha e Vila Real, PT 2024); En.talho, Galeria Municipal (Montemor-o-Novo, PT 2024); Em.prego, La Junqueira Artists Residency (Lisboa, PT 2022); Tracing the Infrathing, Galeria Monitor (Lisboa, PT 2022); Em Tempos de Opacidade, Centro de Ação Cultural (Maringá, BR 2022); Concurso/Prémio Arte Jovem Fundação Millenium BCP (Lisboa, PT 2020); Memórias Disruptivas, Museu de Arte Contemporânea do Paraná (Curitiba, BR 2019). O seu trabalho foi premiado variadas vezes, nacional e internacionalmente. Entre as residências artísticas que realizou, destaca-se a colaboração contínua com a Associação Pó de Vir a Ser (Évora) nos últimos anos.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p>htt<a href="https://www.cortexfrontal.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">ps://www.cortexfrontal.org/</a></p><p>&nbsp;</p><p>ht<a href="https://www.youtube.com/watch?v=mAfgIqfSFBE" rel="noopener noreferrer" target="_blank">tps://www.youtube.com/watch?v=mAfgIqfSFBE</a></p><p><br></p><p>h<a href="https://alentejoilustrado.pt/mercedes-quis-criar-uma-residencia-de-artistas-nasceu-a-cortex-frontal/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">ttps://alentejoilustrado.pt/mercedes-quis-criar-uma-residencia-de-artistas-nasceu-a-cortex-frontal/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p8854/e694091/faces-iniciativas-culturais-com-rosto" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p8854/e694091/faces-iniciativas-culturais-com-rosto</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://omagaleria.com/Eduardo-Freitas" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://omagaleria.com/Eduardo-Freitas</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.porta33.com/porta33_madeira/exposicoes/content_exposicoes/eduardo-freitas/eduardo-freitas.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.porta33.com/porta33_madeira/exposicoes/content_exposicoes/eduardo-freitas/eduardo-freitas.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.catalogodasartes.com.br/artista/EDUARDO%20FREITAS/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.catalogodasartes.com.br/artista/EDUARDO%20FREITAS/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 30.10.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Erbarme Dich – Johann Sebastian Bach / Interpretado por: Andreas Scholl, Collegium Vocale Gent, Philippe Herreweghe</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Córtex Frontal é um projeto cultural multidisciplinar criado em 2015 e sediado em Arraiolos, distrito de Évora, Alentejo. Córtex Frontal organiza residências artísticas, workshops, exposições e tenta envolver-se nos projetos artísticos locais e regionais no domínio das Artes Visuais, Performativas, Literatura ou Música.O seu objetivo é promover atividades a nível local, nacional e internacional, colaborando com instituições públicas ou privadas, envolvendo artistas e comunidades diversificadas. Córtex Frontal integra a RPAC - Rede Portuguesa de Arte Contemporânea.</p><p><br></p><p>Mercedes Vidal-Abarca (Vitória, Espanha 1980). Mestrado em Psicologia da Educação e Linguística. Viveu e trabalhou na França, Inglaterra, Eslovénia e Rússia antes de vir a Portugal em 2008. Curso de Desenho e Pintura no ARCO e de História da Arte na UNIR (Universidade da Rioja). Foi fundadora da Associação Cultural Córtexcult em Arraiolos. Desde 2015, assume a Direção Artística no projeto Córtex Frontal da mesma Associação. Criadora da Plataforma The Concerned Collector que fomenta o coleccionismo de arte. Vive e trabalha entre Arraiolos e Lisboa.</p><p><br></p><p>Eduardo Freitas (Brasil, 1990) Vive e trabalha em Portugal desde 2017.É doutorando no curso de Arte Contemporânea na Universidade de Coimbra (Bolseiro FCT), e concluiu o mestrado de Práticas Artísticas em Artes Visuais (2019), na Universidade de Évora. Expõe regularmente, destacando-se as exposições colectivas e individuais: XXIII Bienal Internacional de Arte de Cerveira (Cerveira, PT 2024); Planta de Emergência (Projeto Com Data e Hora Marcada), Oficinas do Convento em parceria com Associação Pó de Vir a Ser, Osso - Associação Cultural e Maus Hábitos (Montemor-o-Novo, Évora, Caldas da Rainha e Vila Real, PT 2024); En.talho, Galeria Municipal (Montemor-o-Novo, PT 2024); Em.prego, La Junqueira Artists Residency (Lisboa, PT 2022); Tracing the Infrathing, Galeria Monitor (Lisboa, PT 2022); Em Tempos de Opacidade, Centro de Ação Cultural (Maringá, BR 2022); Concurso/Prémio Arte Jovem Fundação Millenium BCP (Lisboa, PT 2020); Memórias Disruptivas, Museu de Arte Contemporânea do Paraná (Curitiba, BR 2019). O seu trabalho foi premiado variadas vezes, nacional e internacionalmente. Entre as residências artísticas que realizou, destaca-se a colaboração contínua com a Associação Pó de Vir a Ser (Évora) nos últimos anos.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p>htt<a href="https://www.cortexfrontal.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">ps://www.cortexfrontal.org/</a></p><p>&nbsp;</p><p>ht<a href="https://www.youtube.com/watch?v=mAfgIqfSFBE" rel="noopener noreferrer" target="_blank">tps://www.youtube.com/watch?v=mAfgIqfSFBE</a></p><p><br></p><p>h<a href="https://alentejoilustrado.pt/mercedes-quis-criar-uma-residencia-de-artistas-nasceu-a-cortex-frontal/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">ttps://alentejoilustrado.pt/mercedes-quis-criar-uma-residencia-de-artistas-nasceu-a-cortex-frontal/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p8854/e694091/faces-iniciativas-culturais-com-rosto" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p8854/e694091/faces-iniciativas-culturais-com-rosto</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://omagaleria.com/Eduardo-Freitas" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://omagaleria.com/Eduardo-Freitas</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.porta33.com/porta33_madeira/exposicoes/content_exposicoes/eduardo-freitas/eduardo-freitas.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.porta33.com/porta33_madeira/exposicoes/content_exposicoes/eduardo-freitas/eduardo-freitas.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.catalogodasartes.com.br/artista/EDUARDO%20FREITAS/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.catalogodasartes.com.br/artista/EDUARDO%20FREITAS/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 30.10.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Erbarme Dich – Johann Sebastian Bach / Interpretado por: Andreas Scholl, Collegium Vocale Gent, Philippe Herreweghe</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Córtex Frontal é um projeto cultural multidisciplinar criado em 2015 e sediado em Arraiolos, distrito de Évora, Alentejo. Córtex Frontal organiza residências artísticas, workshops, exposições e tenta envolver-se nos projetos artísticos locais e regionais no domínio das Artes Visuais, Performativas, Literatura ou Música.O seu objetivo é promover atividades a nível local, nacional e internacional, colaborando com instituições públicas ou privadas, envolvendo artistas e comunidades diversificadas. Córtex Frontal integra a RPAC - Rede Portuguesa de Arte Contemporânea.Mercedes Vidal-Abarca (Vitória, Espanha 1980). Mestrado em Psicologia da Educação e Linguística. Viveu e trabalhou na França, Inglaterra, Eslovénia e Rússia antes de vir a Portugal em 2008. Curso de Desenho e Pintura no ARCO e de História da Arte na UNIR (Universidade da Rioja). Foi fundadora da Associação Cultural Córtexcult em Arraiolos. Desde 2015, assume a Direção Artística no projeto Córtex Frontal da mesma Associação. Criadora da Plataforma The Concerned Collector que fomenta o coleccionismo de arte. Vive e trabalha entre Arraiolos e Lisboa.Eduardo Freitas (Brasil, 1990) Vive e trabalha em Portugal desde 2017.É doutorando no curso de Arte Contemporânea na Universidade de Coimbra (Bolseiro FCT), e concluiu o mestrado de Práticas Artísticas em Artes Visuais (2019), na Universidade de Évora. Expõe regularmente, destacando-se as exposições colectivas e individuais: XXIII Bienal Internacional de Arte de Cerveira (Cerveira, PT 2024); Planta de Emergência (Projeto Com Data e Hora Marcada), Oficinas do Convento em parceria com Associação Pó de Vir a Ser, Osso - Associação Cultural e Maus Hábitos (Montemor-o-Novo, Évora, Caldas da Rainha e Vila Real, PT 2024); En.talho, Galeria Municipal (Montemor-o-Novo, PT 2024); Em.prego, La Junqueira Artists Residency (Lisboa, PT 2022); Tracing the Infrathing, Galeria Monitor (Lisboa, PT 2022); Em Tempos de Opacidade, Centro de Ação Cultural (Maringá, BR 2022); Concurso/Prémio Arte Jovem Fundação Millenium BCP (Lisboa, PT 2020); Memórias Disruptivas, Museu de Arte Contemporânea do Paraná (Curitiba, BR 2019). O seu trabalho foi premiado variadas vezes, nacional e internacionalmente. Entre as residências artísticas que realizou, destaca-se a colaboração contínua com a Associação Pó de Vir a Ser (Évora) nos últimos anos. Links: https://www.cortexfrontal.org/ https://www.youtube.com/watch?v=mAfgIqfSFBEhttps://alentejoilustrado.pt/mercedes-quis-criar-uma-residencia-de-artistas-nasceu-a-cortex-frontal/https://www.rtp.pt/play/p8854/e694091/faces-iniciativas-culturais-com-rosto https://omagaleria.com/Eduardo-Freitas https://www.porta33.com/porta33_madeira/exposicoes/content_exposicoes/eduardo-freitas/eduardo-freitas.html https://www.catalogodasartes.com.br/artista/EDUARDO%20FREITAS/ Episódio gravado a 30.10.2024 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Erbarme Dich – Johann Sebastian Bach / Interpretado por: Andreas Scholl, Collegium Vocale Gent, Philippe Herreweghe http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes   </itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 31 Oct 2024 22:24:30 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 146 – “Não há luta sem Festa*” – Conversa com João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira</title>
            <description><![CDATA[  <p><strong>João Pedro Vale</strong>&nbsp;(Lisboa, 1976) licenciou-se em Escultura na FBAUL, e estudou na Maumaus, em Lisboa.&nbsp;<strong>Nuno Alexandre Ferreira</strong>&nbsp;(Torres Vedras, 1973) estudou Sociologia na Universidade Nova de Lisboa.</p><p>Iniciaram a sua atividade artística no final da década de 1990, começando desde cedo a trabalhar em conjunto e realizando projetos que se destacam pela diversidade de meios, suportes e linguagens. Inauguraram no dia 10 do passado mês de julho a Casa Vale Ferreira, a sua primeira exposição antológica, ocupando a quase totalidade da Casa de Serralves, no Porto; e inauguraram Climacz, este sábado na Appleton Square, em Lisboa.</p><p>De entre os seus projetos mais recentes, inclui-se a participação em festivais como Fabric, Fall River (EUA) em 2022; Walk&amp;Talk, São Miguel, Açores (Portugal) em 2021; e MOVE19, Centre Pompidou, Paris (França), e LIAF19 — Lofoten International Art Festival, Svolvær (Noruega) em 2019. Destacam-se as exposições individuais na Rialto6, Lisboa (Portugal) em 2022; no MAAT, Lisboa, e no Museu Marítimo de Ílhavo, Ílhavo (Portugal) em 2019; na Galeria Presença, Porto, e na Galeria Cristina Guerra, Lisboa (Portugal) em 2018; e a criação de um espetáculo de circo para a primeira edição da BoCA em 2017. Participaram em exposições em locais como Haus der Kunst, Munique (Alemanha); Frac Nouvelle-Aquitaine MÉCA, Bordeaux (França); Galeria Leme, Estação Pinacoteca e Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, São Paulo (Brasil); NURTURart, Nova Iorque, e Smithsonian Museum, Washington (EUA); Museo de Arte Contemporáneo Unión Fenosa, Corunha, (Espanha); Centre d’art Pasquart (Suíça); Gasworks, Londres (Reino Unido); Museu de Serralves, Porto, Galeria Filomena Soares, Fundação PLMJ, Museu do Chiado, Museu Coleção Berardo e CAM – Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (Portugal). Os seus filmes foram apresentados em festivais como Artprojx Cinema, Nova Iorque (EUA), Cineport, João Pessoa (Brasil), Temps d’Images, Queer Lisboa e Lisbon and Estoril Film Festival (Portugal). Realizaram inúmeras residências artísticas: em 2008, ISCP – International Studio and Curatorial Program, Nova Iorque (EUA); em 2019, em Lofoten (Noruega); em 2018 e 2020, Cité International des Arts, Paris (França). A sua obra está representada em diversas coleções nacionais e internacionais, como Tate, Fundação EDP, Fundação de Serralves, Museu do Chiado ou Fundação Calouste Gulbenkian. Entre 2014 e 2017, criaram o projeto BREGAS, em Xabregas, com o objetivo de apoiar e promover projetos de artistas e curadores locais. Atualmente, a programação decorre no ateliê que partilham na Curraleira, em Lisboa.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.joaopedrovale.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.joaopedrovale.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/casa-vale-ferreira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/casa-vale-ferreira/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/10/01/casa-vale-ferreira-joao-pedro-vale-nuno-alexandre-ferreira-na-casa-do-museu-de-serralves/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/10/01/casa-vale-ferreira-joao-pedro-vale-nuno-alexandre-ferreira-na-casa-do-museu-de-serralves/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/noticias/cultura/a-arte-e-o-amor-casam-se-em-serralves-com-exposicao-casa-vale-ferreira_n1585166" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/noticias/cultura/a-arte-e-o-amor-casam-se-em-serralves-com-exposicao-casa-vale-ferreira_n1585166</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.bocabienal.org/joao-pedro-vale-nuno-alexandre-ferreira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.bocabienal.org/joao-pedro-vale-nuno-alexandre-ferreira/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cristinaguerra.com/artist/ferreira-alexandre-joao-pedro-vale-nuno-1642702346636/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cristinaguerra.com/artist/ferreira-alexandre-joao-pedro-vale-nuno-1642702346636/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.johnromao.com/Joao-Pedro-Vale-Nuno-Alexandre-Ferreira" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.johnromao.com/Joao-Pedro-Vale-Nuno-Alexandre-Ferreira</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2018/03/09/artclip-joao-pedro-vale-e-nuno-alexandre-ferreira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2018/03/09/artclip-joao-pedro-vale-e-nuno-alexandre-ferreira/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://artfacts.net/exhibition/joao-pedro-vale-nuno-alexandre-ferreira:-climacz/1212792" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artfacts.net/exhibition/joao-pedro-vale-nuno-alexandre-ferreira:-climacz/1212792</a></p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 23.10.2024</p><p>&nbsp;</p><p>* O título é uma apropriação da frase de José Carlos</p><p>Tavares, que participou na festa em 1995 no Climacz. Testemunho recolhido pelos artistas.</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Dance with Me / Underground Sound Of Lisbon / Escrita por DJ Vibe e Doctor J</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory</p><p>Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral</p><p>das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p><strong>João Pedro Vale</strong>&nbsp;(Lisboa, 1976) licenciou-se em Escultura na FBAUL, e estudou na Maumaus, em Lisboa.&nbsp;<strong>Nuno Alexandre Ferreira</strong>&nbsp;(Torres Vedras, 1973) estudou Sociologia na Universidade Nova de Lisboa.</p><p>Iniciaram a sua atividade artística no final da década de 1990, começando desde cedo a trabalhar em conjunto e realizando projetos que se destacam pela diversidade de meios, suportes e linguagens. Inauguraram no dia 10 do passado mês de julho a Casa Vale Ferreira, a sua primeira exposição antológica, ocupando a quase totalidade da Casa de Serralves, no Porto; e inauguraram Climacz, este sábado na Appleton Square, em Lisboa.</p><p>De entre os seus projetos mais recentes, inclui-se a participação em festivais como Fabric, Fall River (EUA) em 2022; Walk&amp;Talk, São Miguel, Açores (Portugal) em 2021; e MOVE19, Centre Pompidou, Paris (França), e LIAF19 — Lofoten International Art Festival, Svolvær (Noruega) em 2019. Destacam-se as exposições individuais na Rialto6, Lisboa (Portugal) em 2022; no MAAT, Lisboa, e no Museu Marítimo de Ílhavo, Ílhavo (Portugal) em 2019; na Galeria Presença, Porto, e na Galeria Cristina Guerra, Lisboa (Portugal) em 2018; e a criação de um espetáculo de circo para a primeira edição da BoCA em 2017. Participaram em exposições em locais como Haus der Kunst, Munique (Alemanha); Frac Nouvelle-Aquitaine MÉCA, Bordeaux (França); Galeria Leme, Estação Pinacoteca e Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, São Paulo (Brasil); NURTURart, Nova Iorque, e Smithsonian Museum, Washington (EUA); Museo de Arte Contemporáneo Unión Fenosa, Corunha, (Espanha); Centre d’art Pasquart (Suíça); Gasworks, Londres (Reino Unido); Museu de Serralves, Porto, Galeria Filomena Soares, Fundação PLMJ, Museu do Chiado, Museu Coleção Berardo e CAM – Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (Portugal). Os seus filmes foram apresentados em festivais como Artprojx Cinema, Nova Iorque (EUA), Cineport, João Pessoa (Brasil), Temps d’Images, Queer Lisboa e Lisbon and Estoril Film Festival (Portugal). Realizaram inúmeras residências artísticas: em 2008, ISCP – International Studio and Curatorial Program, Nova Iorque (EUA); em 2019, em Lofoten (Noruega); em 2018 e 2020, Cité International des Arts, Paris (França). A sua obra está representada em diversas coleções nacionais e internacionais, como Tate, Fundação EDP, Fundação de Serralves, Museu do Chiado ou Fundação Calouste Gulbenkian. Entre 2014 e 2017, criaram o projeto BREGAS, em Xabregas, com o objetivo de apoiar e promover projetos de artistas e curadores locais. Atualmente, a programação decorre no ateliê que partilham na Curraleira, em Lisboa.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.joaopedrovale.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.joaopedrovale.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/casa-vale-ferreira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/casa-vale-ferreira/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/10/01/casa-vale-ferreira-joao-pedro-vale-nuno-alexandre-ferreira-na-casa-do-museu-de-serralves/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/10/01/casa-vale-ferreira-joao-pedro-vale-nuno-alexandre-ferreira-na-casa-do-museu-de-serralves/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/noticias/cultura/a-arte-e-o-amor-casam-se-em-serralves-com-exposicao-casa-vale-ferreira_n1585166" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/noticias/cultura/a-arte-e-o-amor-casam-se-em-serralves-com-exposicao-casa-vale-ferreira_n1585166</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.bocabienal.org/joao-pedro-vale-nuno-alexandre-ferreira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.bocabienal.org/joao-pedro-vale-nuno-alexandre-ferreira/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cristinaguerra.com/artist/ferreira-alexandre-joao-pedro-vale-nuno-1642702346636/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cristinaguerra.com/artist/ferreira-alexandre-joao-pedro-vale-nuno-1642702346636/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.johnromao.com/Joao-Pedro-Vale-Nuno-Alexandre-Ferreira" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.johnromao.com/Joao-Pedro-Vale-Nuno-Alexandre-Ferreira</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2018/03/09/artclip-joao-pedro-vale-e-nuno-alexandre-ferreira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2018/03/09/artclip-joao-pedro-vale-e-nuno-alexandre-ferreira/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://artfacts.net/exhibition/joao-pedro-vale-nuno-alexandre-ferreira:-climacz/1212792" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artfacts.net/exhibition/joao-pedro-vale-nuno-alexandre-ferreira:-climacz/1212792</a></p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 23.10.2024</p><p>&nbsp;</p><p>* O título é uma apropriação da frase de José Carlos</p><p>Tavares, que participou na festa em 1995 no Climacz. Testemunho recolhido pelos artistas.</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Dance with Me / Underground Sound Of Lisbon / Escrita por DJ Vibe e Doctor J</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory</p><p>Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral</p><p>das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>João Pedro Vale (Lisboa, 1976) licenciou-se em Escultura na FBAUL, e estudou na Maumaus, em Lisboa. Nuno Alexandre Ferreira (Torres Vedras, 1973) estudou Sociologia na Universidade Nova de Lisboa.Iniciaram a sua atividade artística no final da década de 1990, começando desde cedo a trabalhar em conjunto e realizando projetos que se destacam pela diversidade de meios, suportes e linguagens. Inauguraram no dia 10 do passado mês de julho a Casa Vale Ferreira, a sua primeira exposição antológica, ocupando a quase totalidade da Casa de Serralves, no Porto; e inauguraram Climacz, este sábado na Appleton Square, em Lisboa.De entre os seus projetos mais recentes, inclui-se a participação em festivais como Fabric, Fall River (EUA) em 2022; Walk&amp;Talk, São Miguel, Açores (Portugal) em 2021; e MOVE19, Centre Pompidou, Paris (França), e LIAF19 — Lofoten International Art Festival, Svolvær (Noruega) em 2019. Destacam-se as exposições individuais na Rialto6, Lisboa (Portugal) em 2022; no MAAT, Lisboa, e no Museu Marítimo de Ílhavo, Ílhavo (Portugal) em 2019; na Galeria Presença, Porto, e na Galeria Cristina Guerra, Lisboa (Portugal) em 2018; e a criação de um espetáculo de circo para a primeira edição da BoCA em 2017. Participaram em exposições em locais como Haus der Kunst, Munique (Alemanha); Frac Nouvelle-Aquitaine MÉCA, Bordeaux (França); Galeria Leme, Estação Pinacoteca e Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica, São Paulo (Brasil); NURTURart, Nova Iorque, e Smithsonian Museum, Washington (EUA); Museo de Arte Contemporáneo Unión Fenosa, Corunha, (Espanha); Centre d’art Pasquart (Suíça); Gasworks, Londres (Reino Unido); Museu de Serralves, Porto, Galeria Filomena Soares, Fundação PLMJ, Museu do Chiado, Museu Coleção Berardo e CAM – Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa (Portugal). Os seus filmes foram apresentados em festivais como Artprojx Cinema, Nova Iorque (EUA), Cineport, João Pessoa (Brasil), Temps d’Images, Queer Lisboa e Lisbon and Estoril Film Festival (Portugal). Realizaram inúmeras residências artísticas: em 2008, ISCP – International Studio and Curatorial Program, Nova Iorque (EUA); em 2019, em Lofoten (Noruega); em 2018 e 2020, Cité International des Arts, Paris (França). A sua obra está representada em diversas coleções nacionais e internacionais, como Tate, Fundação EDP, Fundação de Serralves, Museu do Chiado ou Fundação Calouste Gulbenkian. Entre 2014 e 2017, criaram o projeto BREGAS, em Xabregas, com o objetivo de apoiar e promover projetos de artistas e curadores locais. Atualmente, a programação decorre no ateliê que partilham na Curraleira, em Lisboa. Links: https://www.joaopedrovale.com/ https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/casa-vale-ferreira/ https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/10/01/casa-vale-ferreira-joao-pedro-vale-nuno-alexandre-ferreira-na-casa-do-museu-de-serralves/ https://www.rtp.pt/noticias/cultura/a-arte-e-o-amor-casam-se-em-serralves-com-exposicao-casa-vale-ferreira_n1585166 https://www.bocabienal.org/joao-pedro-vale-nuno-alexandre-ferreira/ https://www.cristinaguerra.com/artist/ferreira-alexandre-joao-pedro-vale-nuno-1642702346636/ https://www.johnromao.com/Joao-Pedro-Vale-Nuno-Alexandre-Ferreira https://umbigomagazine.com/pt/blog/2018/03/09/artclip-joao-pedro-vale-e-nuno-alexandre-ferreira/ https://artfacts.net/exhibition/joao-pedro-vale-nuno-alexandre-ferreira:-climacz/1212792  Episódio gravado a 23.10.2024 * O título é uma apropriação da frase de José CarlosTavares, que participou na festa em 1995 no Climacz. Testemunho recolhido pelos artistas. Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Dance with Me / Underground Sound Of Lisbon / Escrita por DJ Vibe e Doctor J http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStoryHotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geraldas Artes  </itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 25 Oct 2024 01:44:32 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 145 – “O duplo e o acaso” – Conversa com Jorge Molder</title>
            <description><![CDATA[  <p>Jorge Molder, Lisboa, 1947. Licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. A partir do final dos anos 70 dedica-se à fotografia, alicerçando todo o seu trabalho na pesquisa sobre a auto-representação, frequentemente evocando personagens do mundo literário e artístico como Joseph Conrad, Samuel Beckett, Lucian Freud e Francis Bacon, através da construção de narrativas seriadas ficcionadas. As diferentes séries articulam-se numa sequência performativa na qual o artista constrói um universo a partir das suas referências filosóficas, cinematográficas e literárias. Neste jogo de ambivalências encontramos também a própria fotografia e a sua história, no confronto entre o registo documental da realidade e a sua dimensão espectral. Entre 1990 e 2009 foi o diretor do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian. O artista representou Portugal nas Bienais de São Paulo (1994) e de Veneza (1999). Em 2007, recebeu o prémio da AICA/Associação Internacional de Críticos de Arte, em 2010 o Grande Prémio EDP/Arte, e em 2014 o Prémio da&nbsp;Sociedade Portuguesa de Autores.</p><p>A sua obra tem sido exibida em exposições nacionais e internacionais em instituições de renome, entre outros, MAAT, Lisboa, Centre Georges Pompidou, Paris, Centro Cultural de Belém, Lisboa; Serralves, Porto, Hamburger Kunsthalle, Hamburgo, Palazzo Fortuny Veneza, Palais des Beaux-arts de Bruxelas, e Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; e está representada em diversas coleções públicas e privadas, nacionais e internacionais.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.miguelnabinho.com/jorgemolder/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.miguelnabinho.com/jorgemolder/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/1999/05/28/jornal/o-fotografo-e-o-seu-duplo-em-veneza-134104" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/1999/05/28/jornal/o-fotografo-e-o-seu-duplo-em-veneza-134104</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://rr.sapo.pt/noticia/vida/2023/04/10/jorge-molder-revela-22-obras-ineditas-na-exposicao-grandes-planos/327107/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://rr.sapo.pt/noticia/vida/2023/04/10/jorge-molder-revela-22-obras-ineditas-na-exposicao-grandes-planos/327107/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2013/01/26/culturaipsilon/noticia/fotografia-de-jorge-molder-e-primeira-obra-de-arte-portuguesa-a-entrar-na-colecao-da-unesco-1582181" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2013/01/26/culturaipsilon/noticia/fotografia-de-jorge-molder-e-primeira-obra-de-arte-portuguesa-a-entrar-na-colecao-da-unesco-1582181</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://aica.pt/awards/aica-mc-millennium-bcp" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://aica.pt/awards/aica-mc-millennium-bcp</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/pt/edicao-premio/grande-premio-fundacao-edp-arte-2010" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/pt/edicao-premio/grande-premio-fundacao-edp-arte-2010</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/cam/artist/jorge-molder/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/cam/artist/jorge-molder/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2023/conversa-com-jorge-molder" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2023/conversa-com-jorge-molder</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/2104-jorge-molder-obras-da-colecao-de-serralves/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/2104-jorge-molder-obras-da-colecao-de-serralves/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 26.09.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Nardis, Interpretado por Bill Evans Trio, Escrita por Miles Davis, Produzida por Orrin Keepnews</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Jorge Molder, Lisboa, 1947. Licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. A partir do final dos anos 70 dedica-se à fotografia, alicerçando todo o seu trabalho na pesquisa sobre a auto-representação, frequentemente evocando personagens do mundo literário e artístico como Joseph Conrad, Samuel Beckett, Lucian Freud e Francis Bacon, através da construção de narrativas seriadas ficcionadas. As diferentes séries articulam-se numa sequência performativa na qual o artista constrói um universo a partir das suas referências filosóficas, cinematográficas e literárias. Neste jogo de ambivalências encontramos também a própria fotografia e a sua história, no confronto entre o registo documental da realidade e a sua dimensão espectral. Entre 1990 e 2009 foi o diretor do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian. O artista representou Portugal nas Bienais de São Paulo (1994) e de Veneza (1999). Em 2007, recebeu o prémio da AICA/Associação Internacional de Críticos de Arte, em 2010 o Grande Prémio EDP/Arte, e em 2014 o Prémio da&nbsp;Sociedade Portuguesa de Autores.</p><p>A sua obra tem sido exibida em exposições nacionais e internacionais em instituições de renome, entre outros, MAAT, Lisboa, Centre Georges Pompidou, Paris, Centro Cultural de Belém, Lisboa; Serralves, Porto, Hamburger Kunsthalle, Hamburgo, Palazzo Fortuny Veneza, Palais des Beaux-arts de Bruxelas, e Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; e está representada em diversas coleções públicas e privadas, nacionais e internacionais.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.miguelnabinho.com/jorgemolder/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.miguelnabinho.com/jorgemolder/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/1999/05/28/jornal/o-fotografo-e-o-seu-duplo-em-veneza-134104" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/1999/05/28/jornal/o-fotografo-e-o-seu-duplo-em-veneza-134104</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://rr.sapo.pt/noticia/vida/2023/04/10/jorge-molder-revela-22-obras-ineditas-na-exposicao-grandes-planos/327107/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://rr.sapo.pt/noticia/vida/2023/04/10/jorge-molder-revela-22-obras-ineditas-na-exposicao-grandes-planos/327107/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2013/01/26/culturaipsilon/noticia/fotografia-de-jorge-molder-e-primeira-obra-de-arte-portuguesa-a-entrar-na-colecao-da-unesco-1582181" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2013/01/26/culturaipsilon/noticia/fotografia-de-jorge-molder-e-primeira-obra-de-arte-portuguesa-a-entrar-na-colecao-da-unesco-1582181</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://aica.pt/awards/aica-mc-millennium-bcp" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://aica.pt/awards/aica-mc-millennium-bcp</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/pt/edicao-premio/grande-premio-fundacao-edp-arte-2010" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/pt/edicao-premio/grande-premio-fundacao-edp-arte-2010</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/cam/artist/jorge-molder/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/cam/artist/jorge-molder/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2023/conversa-com-jorge-molder" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2023/conversa-com-jorge-molder</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/2104-jorge-molder-obras-da-colecao-de-serralves/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/2104-jorge-molder-obras-da-colecao-de-serralves/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 26.09.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Nardis, Interpretado por Bill Evans Trio, Escrita por Miles Davis, Produzida por Orrin Keepnews</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Jorge Molder, Lisboa, 1947. Licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. A partir do final dos anos 70 dedica-se à fotografia, alicerçando todo o seu trabalho na pesquisa sobre a auto-representação, frequentemente evocando personagens do mundo literário e artístico como Joseph Conrad, Samuel Beckett, Lucian Freud e Francis Bacon, através da construção de narrativas seriadas ficcionadas. As diferentes séries articulam-se numa sequência performativa na qual o artista constrói um universo a partir das suas referências filosóficas, cinematográficas e literárias. Neste jogo de ambivalências encontramos também a própria fotografia e a sua história, no confronto entre o registo documental da realidade e a sua dimensão espectral. Entre 1990 e 2009 foi o diretor do Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian. O artista representou Portugal nas Bienais de São Paulo (1994) e de Veneza (1999). Em 2007, recebeu o prémio da AICA/Associação Internacional de Críticos de Arte, em 2010 o Grande Prémio EDP/Arte, e em 2014 o Prémio da Sociedade Portuguesa de Autores.A sua obra tem sido exibida em exposições nacionais e internacionais em instituições de renome, entre outros, MAAT, Lisboa, Centre Georges Pompidou, Paris, Centro Cultural de Belém, Lisboa; Serralves, Porto, Hamburger Kunsthalle, Hamburgo, Palazzo Fortuny Veneza, Palais des Beaux-arts de Bruxelas, e Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; e está representada em diversas coleções públicas e privadas, nacionais e internacionais. Links: https://www.miguelnabinho.com/jorgemolder/ https://www.publico.pt/1999/05/28/jornal/o-fotografo-e-o-seu-duplo-em-veneza-134104 https://rr.sapo.pt/noticia/vida/2023/04/10/jorge-molder-revela-22-obras-ineditas-na-exposicao-grandes-planos/327107/ https://www.publico.pt/2013/01/26/culturaipsilon/noticia/fotografia-de-jorge-molder-e-primeira-obra-de-arte-portuguesa-a-entrar-na-colecao-da-unesco-1582181 https://aica.pt/awards/aica-mc-millennium-bcp https://www.fundacaoedp.pt/pt/edicao-premio/grande-premio-fundacao-edp-arte-2010 https://gulbenkian.pt/cam/artist/jorge-molder/ https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2023/conversa-com-jorge-molder https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/2104-jorge-molder-obras-da-colecao-de-serralves/  Episódio gravado a 26.09.2024 Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: Nardis, Interpretado por Bill Evans Trio, Escrita por Miles Davis, Produzida por Orrin Keepnews http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes  </itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 18 Oct 2024 08:27:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 144 – “Embate no feminino” – Conversa com Francisca Aires Mateus</title>
            <description><![CDATA[  <p>Francisca Aires Mateus (1992) vive e trabalha em Lisboa. O seu trabalho desenvolve-se na interseção entre as esferas das artes visuais e da música. Nesta confluência de linguagens e processos, Francisca Aires Mateus utiliza vários tipos de práticas e dispositivos, desde o desenho e performance até ao vídeo e som.</p><p>Aires Mateus concluiu com Distinção o seu mestrado em Fine Art Media na Slade School of Fine Art - University College London, em 2017. Em 2015, licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e obteve o seu diploma de licenciatura em Violino pelo Associated Board of the Royal Schools of Music, Londres, Reino Unido. Recentemente, concluiu uma Pós-graduação em Arte Sonora na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.</p><p>Francisca Aires Mateus venceu o Prémio Santander Edifício dos Leões em 2021 e foi nomeada para o Prémio Sonae Media Art em 2019. Em 2018, foi-lhe atribuída uma bolsa integral para uma residência artística na Universidade Batista de Hong Kong e foi também uma das vencedoras do concurso Jovens Artistas Portugueses Emergentes. Em 2016, recebeu uma bolsa integral da Fundação Calouste Gulbenkian. É actualmente uma das 10 finalistas do Prémio Norberto Fernandes 2024, na categoria Jovens Artistas</p><p>Recentemente, Aires Mateus apresentou as exposições individuais ESTENDAL, Casa Azul (2022), ARACNE, NoNo (2021), Rainha da Noite, Armário (2019) e One Centimetre Apart, Águas-Livres 8 (2018). Participou também em várias exposições coletivas em lugares como: Arbag, Lisboa, Set, Londres, Brotéria, Lisboa, Zaratan, Lisboa, OSSO, Caldas da Rainha, MNAC, Lisboa HKBU, Hong Kong, Bloomsbury Studio Theatre, Londres, Cript Gallery Londres e Chalton Gallery, Londres.</p><p>Francisca Aires Mateus também desenvolveu vários projetos de curadoria e produção, como São Roque em Londres e Casa da Dona Laura em Lisboa. Estes projetos contaram com a participação de mais de 150 artistas nacionais e internacionais em várias exposições coletivas e individuais.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.franciscaairesmateus.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.franciscaairesmateus.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://o-armario.a-montra.com/armario.php?artista=francisca-aires-mateus" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://o-armario.a-montra.com/armario.php?artista=francisca-aires-mateus</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.altice.pt/pt/media/comunicados/2024/abril/premio-de-arte-da-fundacao-altice-ja-tem-finalistas" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.altice.pt/pt/media/comunicados/2024/abril/premio-de-arte-da-fundacao-altice-ja-tem-finalistas</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/01/21/sonae-media-art-2019-francisca-aires-mateus/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/01/21/sonae-media-art-2019-francisca-aires-mateus/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.sonae.pt/pt/media/press-releases/premio-sonae-media-art-2019-exposicao-das-obras-dos-cinco-artistas-finalistas/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sonae.pt/pt/media/press-releases/premio-sonae-media-art-2019-exposicao-das-obras-dos-cinco-artistas-finalistas/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.santander.pt/pdfs/investor-relations/imprensa/2021/Vencedor_Premio_de_Arte_Edificio_dos_Leoes.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.santander.pt/pdfs/investor-relations/imprensa/2021/Vencedor_Premio_de_Arte_Edificio_dos_Leoes.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2024/09/25/percepcao-de-embate/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2024/09/25/percepcao-de-embate/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 09.10.2024</p><p><br></p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p><br></p><p>Créditos música final: Symphony No. 8 in E Flat Major "Symphony of a Thousand" / Pt. 1: Veni, creator spiritus / Performed by Gustavo Dudamel Los Angeles Master Chorale Los Angeles Philharmonic Pacific Chorale / Written by Gustav Mahler / Produced by Dmitriy Lipay</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Francisca Aires Mateus (1992) vive e trabalha em Lisboa. O seu trabalho desenvolve-se na interseção entre as esferas das artes visuais e da música. Nesta confluência de linguagens e processos, Francisca Aires Mateus utiliza vários tipos de práticas e dispositivos, desde o desenho e performance até ao vídeo e som.</p><p>Aires Mateus concluiu com Distinção o seu mestrado em Fine Art Media na Slade School of Fine Art - University College London, em 2017. Em 2015, licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e obteve o seu diploma de licenciatura em Violino pelo Associated Board of the Royal Schools of Music, Londres, Reino Unido. Recentemente, concluiu uma Pós-graduação em Arte Sonora na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.</p><p>Francisca Aires Mateus venceu o Prémio Santander Edifício dos Leões em 2021 e foi nomeada para o Prémio Sonae Media Art em 2019. Em 2018, foi-lhe atribuída uma bolsa integral para uma residência artística na Universidade Batista de Hong Kong e foi também uma das vencedoras do concurso Jovens Artistas Portugueses Emergentes. Em 2016, recebeu uma bolsa integral da Fundação Calouste Gulbenkian. É actualmente uma das 10 finalistas do Prémio Norberto Fernandes 2024, na categoria Jovens Artistas</p><p>Recentemente, Aires Mateus apresentou as exposições individuais ESTENDAL, Casa Azul (2022), ARACNE, NoNo (2021), Rainha da Noite, Armário (2019) e One Centimetre Apart, Águas-Livres 8 (2018). Participou também em várias exposições coletivas em lugares como: Arbag, Lisboa, Set, Londres, Brotéria, Lisboa, Zaratan, Lisboa, OSSO, Caldas da Rainha, MNAC, Lisboa HKBU, Hong Kong, Bloomsbury Studio Theatre, Londres, Cript Gallery Londres e Chalton Gallery, Londres.</p><p>Francisca Aires Mateus também desenvolveu vários projetos de curadoria e produção, como São Roque em Londres e Casa da Dona Laura em Lisboa. Estes projetos contaram com a participação de mais de 150 artistas nacionais e internacionais em várias exposições coletivas e individuais.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.franciscaairesmateus.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.franciscaairesmateus.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://o-armario.a-montra.com/armario.php?artista=francisca-aires-mateus" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://o-armario.a-montra.com/armario.php?artista=francisca-aires-mateus</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.altice.pt/pt/media/comunicados/2024/abril/premio-de-arte-da-fundacao-altice-ja-tem-finalistas" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.altice.pt/pt/media/comunicados/2024/abril/premio-de-arte-da-fundacao-altice-ja-tem-finalistas</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/01/21/sonae-media-art-2019-francisca-aires-mateus/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/01/21/sonae-media-art-2019-francisca-aires-mateus/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.sonae.pt/pt/media/press-releases/premio-sonae-media-art-2019-exposicao-das-obras-dos-cinco-artistas-finalistas/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sonae.pt/pt/media/press-releases/premio-sonae-media-art-2019-exposicao-das-obras-dos-cinco-artistas-finalistas/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.santander.pt/pdfs/investor-relations/imprensa/2021/Vencedor_Premio_de_Arte_Edificio_dos_Leoes.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.santander.pt/pdfs/investor-relations/imprensa/2021/Vencedor_Premio_de_Arte_Edificio_dos_Leoes.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2024/09/25/percepcao-de-embate/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2024/09/25/percepcao-de-embate/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 09.10.2024</p><p><br></p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p><br></p><p>Créditos música final: Symphony No. 8 in E Flat Major "Symphony of a Thousand" / Pt. 1: Veni, creator spiritus / Performed by Gustavo Dudamel Los Angeles Master Chorale Los Angeles Philharmonic Pacific Chorale / Written by Gustav Mahler / Produced by Dmitriy Lipay</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Francisca Aires Mateus (1992) vive e trabalha em Lisboa. O seu trabalho desenvolve-se na interseção entre as esferas das artes visuais e da música. Nesta confluência de linguagens e processos, Francisca Aires Mateus utiliza vários tipos de práticas e dispositivos, desde o desenho e performance até ao vídeo e som.Aires Mateus concluiu com Distinção o seu mestrado em Fine Art Media na Slade School of Fine Art - University College London, em 2017. Em 2015, licenciou-se em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa e obteve o seu diploma de licenciatura em Violino pelo Associated Board of the Royal Schools of Music, Londres, Reino Unido. Recentemente, concluiu uma Pós-graduação em Arte Sonora na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.Francisca Aires Mateus venceu o Prémio Santander Edifício dos Leões em 2021 e foi nomeada para o Prémio Sonae Media Art em 2019. Em 2018, foi-lhe atribuída uma bolsa integral para uma residência artística na Universidade Batista de Hong Kong e foi também uma das vencedoras do concurso Jovens Artistas Portugueses Emergentes. Em 2016, recebeu uma bolsa integral da Fundação Calouste Gulbenkian. É actualmente uma das 10 finalistas do Prémio Norberto Fernandes 2024, na categoria Jovens ArtistasRecentemente, Aires Mateus apresentou as exposições individuais ESTENDAL, Casa Azul (2022), ARACNE, NoNo (2021), Rainha da Noite, Armário (2019) e One Centimetre Apart, Águas-Livres 8 (2018). Participou também em várias exposições coletivas em lugares como: Arbag, Lisboa, Set, Londres, Brotéria, Lisboa, Zaratan, Lisboa, OSSO, Caldas da Rainha, MNAC, Lisboa HKBU, Hong Kong, Bloomsbury Studio Theatre, Londres, Cript Gallery Londres e Chalton Gallery, Londres.Francisca Aires Mateus também desenvolveu vários projetos de curadoria e produção, como São Roque em Londres e Casa da Dona Laura em Lisboa. Estes projetos contaram com a participação de mais de 150 artistas nacionais e internacionais em várias exposições coletivas e individuais. Links: https://www.franciscaairesmateus.com/ https://o-armario.a-montra.com/armario.php?artista=francisca-aires-mateus https://www.altice.pt/pt/media/comunicados/2024/abril/premio-de-arte-da-fundacao-altice-ja-tem-finalistas https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/01/21/sonae-media-art-2019-francisca-aires-mateus/ https://www.sonae.pt/pt/media/press-releases/premio-sonae-media-art-2019-exposicao-das-obras-dos-cinco-artistas-finalistas/ https://www.santander.pt/pdfs/investor-relations/imprensa/2021/Vencedor_Premio_de_Arte_Edificio_dos_Leoes.pdf https://umbigomagazine.com/en/blog/2024/09/25/percepcao-de-embate/ Episódio gravado a 09.10.2024Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussãoCréditos música final: Symphony No. 8 in E Flat Major &#34;Symphony of a Thousand&#34; / Pt. 1: Veni, creator spiritus / Performed by Gustavo Dudamel Los Angeles Master Chorale Los Angeles Philharmonic Pacific Chorale / Written by Gustav Mahler / Produced by Dmitriy Lipay http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <title>Episódio 143 – “Todo o olhar é político” – Conversa com Ding Musa</title>
            <description><![CDATA[  <p>Ding Musa, São Paulo 1979</p><p>O trabalho de Ding Musa, embora centrado na fotografia, abrange também vídeo, desenho e instalação. O artista investiga a autoconstrução do homem na sociedade através do seu olhar, por meio de um conjunto de metáforas onde frequentemente aparecem unidades de construção, como grades, cubos, formas geométricos e tijolos – utilizados também, notadamente, por artistas minimalistas da década de 1960. Da tradição construtiva das décadas de 1950 e 1960, Ding Musa absorve o interesse pelo raciocínio lógico, apresentado em seu trabalho não como condição de certeza, mas contextual: duplos enganosamente iguais, mas sutilmente diferentes, convidam a um estado de atenção aos conceitos de unidade, representação e ponto de vista. Ding Musa estudou Música e Geografia na Universidade de São Paulo e é formado em Fotografia pelo Senac. A partir de 2002, começou a expor seu trabalho em mostras nacionais e internacionais. Participou das residências de arte tactileBOSCH (País de Gales, 2004); Carpe Diem Arte e Pesquisa (Portugal, 2012); e C.A.J. Artist In Residence Program (Japão, 2015). Trabalhou como diretor de fotografia para cinema, curtas-metragens, séries e documentários, participando do longa-metragem&nbsp;<em>Campo da Paz</em>, realizado na Palestina. Suas obras estão em diversos museus do Brasil e do exterior, entre eles os Museus de Arte Moderna de Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza (Centro Dragão do Mar), os Museus de Arte Contemporânea de Goiás e do Paraná, o Museu do Estado do Pará, entre outros. Recentemente, o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e o Museu de Arte do Rio Grande do Sul adquiriram séries de obras do artista. A Galeria Raquel Arnaud representa o artista desde 2014, ano em que apresentou a exposição individual “Equações”</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://raquelarnaud.com/en/artistas/ding-musa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://raquelarnaud.com/en/artistas/ding-musa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://poncerobles.com/wp-content/uploads/DOSSIER-DE-ARTISTA_DING-MUSA.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://poncerobles.com/wp-content/uploads/DOSSIER-DE-ARTISTA_DING-MUSA.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.premiopipa.com/pag/ding-musa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.premiopipa.com/pag/ding-musa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.carpe.pt/pt-pt/node/11" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.carpe.pt/pt-pt/node/11</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://artebrasileiros.com.br/arte/exposicoes/estratagemas-da-resistencia-ao-fascismo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artebrasileiros.com.br/arte/exposicoes/estratagemas-da-resistencia-ao-fascismo/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galatea.art/exhibitions/29-refundacao-galeria-reocupa-ocupacao-9-de-julho-sao-paulo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galatea.art/exhibitions/29-refundacao-galeria-reocupa-ocupacao-9-de-julho-sao-paulo/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.premiopipa.com/2023/09/refundacao-reune-cerca-de-130-trabalhos-de-mais-de-100-artistas-de-todo-o-territorio-nacional/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.premiopipa.com/2023/09/refundacao-reune-cerca-de-130-trabalhos-de-mais-de-100-artistas-de-todo-o-territorio-nacional/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/09/25/percepcao-de-embate/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/09/25/percepcao-de-embate/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 23.09.2024</p><p><br></p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: “Por Enquanto”, Cássia Eller, escrita por Renato Russo, produção Wanderson Clayton, Universal Music Ltda.</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Ding Musa, São Paulo 1979</p><p>O trabalho de Ding Musa, embora centrado na fotografia, abrange também vídeo, desenho e instalação. O artista investiga a autoconstrução do homem na sociedade através do seu olhar, por meio de um conjunto de metáforas onde frequentemente aparecem unidades de construção, como grades, cubos, formas geométricos e tijolos – utilizados também, notadamente, por artistas minimalistas da década de 1960. Da tradição construtiva das décadas de 1950 e 1960, Ding Musa absorve o interesse pelo raciocínio lógico, apresentado em seu trabalho não como condição de certeza, mas contextual: duplos enganosamente iguais, mas sutilmente diferentes, convidam a um estado de atenção aos conceitos de unidade, representação e ponto de vista. Ding Musa estudou Música e Geografia na Universidade de São Paulo e é formado em Fotografia pelo Senac. A partir de 2002, começou a expor seu trabalho em mostras nacionais e internacionais. Participou das residências de arte tactileBOSCH (País de Gales, 2004); Carpe Diem Arte e Pesquisa (Portugal, 2012); e C.A.J. Artist In Residence Program (Japão, 2015). Trabalhou como diretor de fotografia para cinema, curtas-metragens, séries e documentários, participando do longa-metragem&nbsp;<em>Campo da Paz</em>, realizado na Palestina. Suas obras estão em diversos museus do Brasil e do exterior, entre eles os Museus de Arte Moderna de Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza (Centro Dragão do Mar), os Museus de Arte Contemporânea de Goiás e do Paraná, o Museu do Estado do Pará, entre outros. Recentemente, o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e o Museu de Arte do Rio Grande do Sul adquiriram séries de obras do artista. A Galeria Raquel Arnaud representa o artista desde 2014, ano em que apresentou a exposição individual “Equações”</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://raquelarnaud.com/en/artistas/ding-musa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://raquelarnaud.com/en/artistas/ding-musa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://poncerobles.com/wp-content/uploads/DOSSIER-DE-ARTISTA_DING-MUSA.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://poncerobles.com/wp-content/uploads/DOSSIER-DE-ARTISTA_DING-MUSA.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.premiopipa.com/pag/ding-musa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.premiopipa.com/pag/ding-musa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.carpe.pt/pt-pt/node/11" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.carpe.pt/pt-pt/node/11</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://artebrasileiros.com.br/arte/exposicoes/estratagemas-da-resistencia-ao-fascismo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artebrasileiros.com.br/arte/exposicoes/estratagemas-da-resistencia-ao-fascismo/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galatea.art/exhibitions/29-refundacao-galeria-reocupa-ocupacao-9-de-julho-sao-paulo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galatea.art/exhibitions/29-refundacao-galeria-reocupa-ocupacao-9-de-julho-sao-paulo/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.premiopipa.com/2023/09/refundacao-reune-cerca-de-130-trabalhos-de-mais-de-100-artistas-de-todo-o-territorio-nacional/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.premiopipa.com/2023/09/refundacao-reune-cerca-de-130-trabalhos-de-mais-de-100-artistas-de-todo-o-territorio-nacional/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/09/25/percepcao-de-embate/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/09/25/percepcao-de-embate/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 23.09.2024</p><p><br></p><p>Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: “Por Enquanto”, Cássia Eller, escrita por Renato Russo, produção Wanderson Clayton, Universal Music Ltda.</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes</p><p>&nbsp;</p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Ding Musa, São Paulo 1979O trabalho de Ding Musa, embora centrado na fotografia, abrange também vídeo, desenho e instalação. O artista investiga a autoconstrução do homem na sociedade através do seu olhar, por meio de um conjunto de metáforas onde frequentemente aparecem unidades de construção, como grades, cubos, formas geométricos e tijolos – utilizados também, notadamente, por artistas minimalistas da década de 1960. Da tradição construtiva das décadas de 1950 e 1960, Ding Musa absorve o interesse pelo raciocínio lógico, apresentado em seu trabalho não como condição de certeza, mas contextual: duplos enganosamente iguais, mas sutilmente diferentes, convidam a um estado de atenção aos conceitos de unidade, representação e ponto de vista. Ding Musa estudou Música e Geografia na Universidade de São Paulo e é formado em Fotografia pelo Senac. A partir de 2002, começou a expor seu trabalho em mostras nacionais e internacionais. Participou das residências de arte tactileBOSCH (País de Gales, 2004); Carpe Diem Arte e Pesquisa (Portugal, 2012); e C.A.J. Artist In Residence Program (Japão, 2015). Trabalhou como diretor de fotografia para cinema, curtas-metragens, séries e documentários, participando do longa-metragem Campo da Paz, realizado na Palestina. Suas obras estão em diversos museus do Brasil e do exterior, entre eles os Museus de Arte Moderna de Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza (Centro Dragão do Mar), os Museus de Arte Contemporânea de Goiás e do Paraná, o Museu do Estado do Pará, entre outros. Recentemente, o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e o Museu de Arte do Rio Grande do Sul adquiriram séries de obras do artista. A Galeria Raquel Arnaud representa o artista desde 2014, ano em que apresentou a exposição individual “Equações”Links: https://raquelarnaud.com/en/artistas/ding-musa/ https://poncerobles.com/wp-content/uploads/DOSSIER-DE-ARTISTA_DING-MUSA.pdf https://www.premiopipa.com/pag/ding-musa/ https://www.carpe.pt/pt-pt/node/11 https://artebrasileiros.com.br/arte/exposicoes/estratagemas-da-resistencia-ao-fascismo/ https://galatea.art/exhibitions/29-refundacao-galeria-reocupa-ocupacao-9-de-julho-sao-paulo/ https://www.premiopipa.com/2023/09/refundacao-reune-cerca-de-130-trabalhos-de-mais-de-100-artistas-de-todo-o-territorio-nacional/ https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/09/25/percepcao-de-embate/  Episódio gravado a 23.09.2024Créditos introdução: David Maranha - Flauta e percussão Créditos música final: “Por Enquanto”, Cássia Eller, escrita por Renato Russo, produção Wanderson Clayton, Universal Music Ltda. http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes © Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 03 Oct 2024 22:27:51 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 142 – Nos bastidores da FARRA – Conversa com Patrícia Machado e Luís Alves Vicente</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 12 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Patrícia Machado, Elvas, 1981. Técnica Superior da Câmara Municipal de Elvas desde 2006. Licenciada em Antropologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, no ano de 2004. Pós-graduada em Museus e Educação pela Universidade de Évora no ano de 2007 e Mestre em Museologia pela Universidade de Évora no ano de 2010. Desempenho de funções de conceção/organização das atividades promovidas pelo sector de Museus e Património do Município. Co-autora do Projeto de Museografia do Museu de Arqueologia e Etnografia de Elvas António Tomás Pires, inaugurado a 31 de maio de 2021. Desde o ano de 2010, responsável técnica pelo Museu de Arte Contemporânea de Elvas, com funções de diretora executiva.</p><p>&nbsp;</p><p>Luís Alves Vicente é licenciado em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa e mestre em Gestão pelo ISEG. Depois de ter trabalhado como jornalista com contribuições para o Diário de Notícias e Jornal Económico, trabalhou como criativo no projeto Inspiring Future. Atualmente é guionista numa agência de comunicação e publica opinião em vários meios (Público, Setenta e Quatro, entre outros). Criou as newsletter&nbsp;<em>Latitude Ocasional</em>&nbsp;e&nbsp;<em>12 Pessoas em Fúria</em>&nbsp;e os podcast Leitura Ocasional e&nbsp;<em>Rivalidade e Bom Senso</em>. Atualmente faz comentário político através do TikTok. Mais ligado à cultura e à arte contemporânea, tem vindo a gerir as redes sociais de vários projetos e instituições, como o Chapitô, Portugal Art Encounters, e MACE, com destaque para a coordenação de comunicação dos projetos “15 Anos de MACE - Aqui Somos Rede” e "FARRA".</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://cm-elvas.pt/descobrir/cultura/museus/museu-de-arte-contemporanea/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://cm-elvas.pt/descobrir/cultura/museus/museu-de-arte-contemporanea/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://col-antoniocachola.com/?page_id=2346&amp;lang=pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://col-antoniocachola.com/?page_id=2346&amp;lang=pt</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.patrimonio.pt/post/2018/02/20/patr%C3%ADcia-machado" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.patrimonio.pt/post/2018/02/20/patr%C3%ADcia-machado</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-5JuPXX2hxY" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=-5JuPXX2hxY</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/autor/luis-alves-vicente" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/autor/luis-alves-vicente</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://leitor.jornaleconomico.pt/autor/luis-alves-vicente" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://leitor.jornaleconomico.pt/autor/luis-alves-vicente</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://linkedin.com/in/laavicente/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://linkedin.com/in/laavicente/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 22.07.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 12 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Patrícia Machado, Elvas, 1981. Técnica Superior da Câmara Municipal de Elvas desde 2006. Licenciada em Antropologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, no ano de 2004. Pós-graduada em Museus e Educação pela Universidade de Évora no ano de 2007 e Mestre em Museologia pela Universidade de Évora no ano de 2010. Desempenho de funções de conceção/organização das atividades promovidas pelo sector de Museus e Património do Município. Co-autora do Projeto de Museografia do Museu de Arqueologia e Etnografia de Elvas António Tomás Pires, inaugurado a 31 de maio de 2021. Desde o ano de 2010, responsável técnica pelo Museu de Arte Contemporânea de Elvas, com funções de diretora executiva.</p><p>&nbsp;</p><p>Luís Alves Vicente é licenciado em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa e mestre em Gestão pelo ISEG. Depois de ter trabalhado como jornalista com contribuições para o Diário de Notícias e Jornal Económico, trabalhou como criativo no projeto Inspiring Future. Atualmente é guionista numa agência de comunicação e publica opinião em vários meios (Público, Setenta e Quatro, entre outros). Criou as newsletter&nbsp;<em>Latitude Ocasional</em>&nbsp;e&nbsp;<em>12 Pessoas em Fúria</em>&nbsp;e os podcast Leitura Ocasional e&nbsp;<em>Rivalidade e Bom Senso</em>. Atualmente faz comentário político através do TikTok. Mais ligado à cultura e à arte contemporânea, tem vindo a gerir as redes sociais de vários projetos e instituições, como o Chapitô, Portugal Art Encounters, e MACE, com destaque para a coordenação de comunicação dos projetos “15 Anos de MACE - Aqui Somos Rede” e "FARRA".</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://cm-elvas.pt/descobrir/cultura/museus/museu-de-arte-contemporanea/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://cm-elvas.pt/descobrir/cultura/museus/museu-de-arte-contemporanea/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://col-antoniocachola.com/?page_id=2346&amp;lang=pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://col-antoniocachola.com/?page_id=2346&amp;lang=pt</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.patrimonio.pt/post/2018/02/20/patr%C3%ADcia-machado" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.patrimonio.pt/post/2018/02/20/patr%C3%ADcia-machado</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-5JuPXX2hxY" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=-5JuPXX2hxY</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/autor/luis-alves-vicente" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/autor/luis-alves-vicente</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://leitor.jornaleconomico.pt/autor/luis-alves-vicente" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://leitor.jornaleconomico.pt/autor/luis-alves-vicente</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://linkedin.com/in/laavicente/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://linkedin.com/in/laavicente/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 22.07.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 12 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal. Patrícia Machado, Elvas, 1981. Técnica Superior da Câmara Municipal de Elvas desde 2006. Licenciada em Antropologia pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, no ano de 2004. Pós-graduada em Museus e Educação pela Universidade de Évora no ano de 2007 e Mestre em Museologia pela Universidade de Évora no ano de 2010. Desempenho de funções de conceção/organização das atividades promovidas pelo sector de Museus e Património do Município. Co-autora do Projeto de Museografia do Museu de Arqueologia e Etnografia de Elvas António Tomás Pires, inaugurado a 31 de maio de 2021. Desde o ano de 2010, responsável técnica pelo Museu de Arte Contemporânea de Elvas, com funções de diretora executiva. Luís Alves Vicente é licenciado em Jornalismo pela Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa e mestre em Gestão pelo ISEG. Depois de ter trabalhado como jornalista com contribuições para o Diário de Notícias e Jornal Económico, trabalhou como criativo no projeto Inspiring Future. Atualmente é guionista numa agência de comunicação e publica opinião em vários meios (Público, Setenta e Quatro, entre outros). Criou as newsletter Latitude Ocasional e 12 Pessoas em Fúria e os podcast Leitura Ocasional e Rivalidade e Bom Senso. Atualmente faz comentário político através do TikTok. Mais ligado à cultura e à arte contemporânea, tem vindo a gerir as redes sociais de vários projetos e instituições, como o Chapitô, Portugal Art Encounters, e MACE, com destaque para a coordenação de comunicação dos projetos “15 Anos de MACE - Aqui Somos Rede” e &#34;FARRA&#34;. Links: https://cm-elvas.pt/descobrir/cultura/museus/museu-de-arte-contemporanea/ https://col-antoniocachola.com/?page_id=2346&amp;lang=pt https://www.patrimonio.pt/post/2018/02/20/patr%C3%ADcia-machado https://www.youtube.com/watch?v=-5JuPXX2hxY https://www.publico.pt/autor/luis-alves-vicente https://leitor.jornaleconomico.pt/autor/luis-alves-vicente https://linkedin.com/in/laavicente/ https://farra.pt/  Episódio gravado a 22.07.2024 Créditos introdução e final:David Maranha - GuitarraManuel Mota - Guitarra http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa - DGArtes© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 24 Aug 2024 09:00:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 141 – A CACE no MACE – Conversa com Sandra Vieira Jürgens e Francisca Portugal</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 11 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Sandra Vieira Jürgens é curadora, historiadora de arte e professora universitária. Atualmente, é Curadora da Coleção de Arte Contemporânea do Estado. Foi investigadora de pós-doutoramento, bolseira FCT no Instituto de História da Arte (IHA, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa). É doutorada pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (2014), licenciada em História da Arte pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (1997) e pós-graduada em História da Arte Contemporânea pela FCSH-UNL (2000) e em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação pelo ISCTE – Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (2003). Integrou o programa internacional de Residências de Investigação 2015-2016 do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madrid. Dirigiu a revista online Wrong Wrong e a plataforma digital raum (2014-2022). É autora do livro "Instalações Provisórias: Independência, autonomia, alternativa e informalidade. Artistas e exposições em Portugal no século XX" (2016). É vice-presidente da AICA Portugal - Associação Internacional de Críticos de Arte.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Francisca Portugal&nbsp;é curadora independente e escritora em Lisboa e Berlim. Com Mestrado em Curadoria (Goldsmiths College of London), a sua prática centra-se na criação de terreno para a experimentação, o discurso e o intercâmbio.</p><p>Investigando a intersecção da amizade com as práticas curatoriais, desenvolveu projetos em Lisboa, Porto, Londres, Berlim e Paris. Colaborou com Lisbon Art Weekend, Berlin Art Prize, AZAN Contemporary, Duplex Air e escreveu para a revista UMBIGO.</p><p>Recentemente, iniciou uma prática curatorial e editorial entre Portugal e Espanha, focando-se em mentes subversivas e críticas, familiarizadas com recursos online e projectos virtuais.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://colecaodoestado.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://colecaodoestado.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sandravieirajurgens.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sandravieirajurgens.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sandravieirajurgens.wordpress.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sandravieirajurgens.wordpress.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/02/16/entrevista-a-sandra-vieira-jurgens-curadora-da-cace/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/02/16/entrevista-a-sandra-vieira-jurgens-curadora-da-cace/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://franciscaportugal.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://franciscaportugal.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/author/franciscaportugal/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/author/franciscaportugal/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/colecao-de-arte-contemporanea-do-estado/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/colecao-de-arte-contemporanea-do-estado/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 18.07.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 11 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Sandra Vieira Jürgens é curadora, historiadora de arte e professora universitária. Atualmente, é Curadora da Coleção de Arte Contemporânea do Estado. Foi investigadora de pós-doutoramento, bolseira FCT no Instituto de História da Arte (IHA, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa). É doutorada pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (2014), licenciada em História da Arte pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (1997) e pós-graduada em História da Arte Contemporânea pela FCSH-UNL (2000) e em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação pelo ISCTE – Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (2003). Integrou o programa internacional de Residências de Investigação 2015-2016 do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madrid. Dirigiu a revista online Wrong Wrong e a plataforma digital raum (2014-2022). É autora do livro "Instalações Provisórias: Independência, autonomia, alternativa e informalidade. Artistas e exposições em Portugal no século XX" (2016). É vice-presidente da AICA Portugal - Associação Internacional de Críticos de Arte.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Francisca Portugal&nbsp;é curadora independente e escritora em Lisboa e Berlim. Com Mestrado em Curadoria (Goldsmiths College of London), a sua prática centra-se na criação de terreno para a experimentação, o discurso e o intercâmbio.</p><p>Investigando a intersecção da amizade com as práticas curatoriais, desenvolveu projetos em Lisboa, Porto, Londres, Berlim e Paris. Colaborou com Lisbon Art Weekend, Berlin Art Prize, AZAN Contemporary, Duplex Air e escreveu para a revista UMBIGO.</p><p>Recentemente, iniciou uma prática curatorial e editorial entre Portugal e Espanha, focando-se em mentes subversivas e críticas, familiarizadas com recursos online e projectos virtuais.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://colecaodoestado.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://colecaodoestado.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sandravieirajurgens.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sandravieirajurgens.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sandravieirajurgens.wordpress.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sandravieirajurgens.wordpress.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/02/16/entrevista-a-sandra-vieira-jurgens-curadora-da-cace/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/02/16/entrevista-a-sandra-vieira-jurgens-curadora-da-cace/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://franciscaportugal.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://franciscaportugal.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/author/franciscaportugal/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/author/franciscaportugal/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/colecao-de-arte-contemporanea-do-estado/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/colecao-de-arte-contemporanea-do-estado/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 18.07.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 11 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal. Sandra Vieira Jürgens é curadora, historiadora de arte e professora universitária. Atualmente, é Curadora da Coleção de Arte Contemporânea do Estado. Foi investigadora de pós-doutoramento, bolseira FCT no Instituto de História da Arte (IHA, FCSH, Universidade NOVA de Lisboa). É doutorada pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa (2014), licenciada em História da Arte pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (1997) e pós-graduada em História da Arte Contemporânea pela FCSH-UNL (2000) e em Comunicação, Cultura e Tecnologias da Informação pelo ISCTE – Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (2003). Integrou o programa internacional de Residências de Investigação 2015-2016 do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madrid. Dirigiu a revista online Wrong Wrong e a plataforma digital raum (2014-2022). É autora do livro &#34;Instalações Provisórias: Independência, autonomia, alternativa e informalidade. Artistas e exposições em Portugal no século XX&#34; (2016). É vice-presidente da AICA Portugal - Associação Internacional de Críticos de Arte. Francisca Portugal é curadora independente e escritora em Lisboa e Berlim. Com Mestrado em Curadoria (Goldsmiths College of London), a sua prática centra-se na criação de terreno para a experimentação, o discurso e o intercâmbio.Investigando a intersecção da amizade com as práticas curatoriais, desenvolveu projetos em Lisboa, Porto, Londres, Berlim e Paris. Colaborou com Lisbon Art Weekend, Berlin Art Prize, AZAN Contemporary, Duplex Air e escreveu para a revista UMBIGO.Recentemente, iniciou uma prática curatorial e editorial entre Portugal e Espanha, focando-se em mentes subversivas e críticas, familiarizadas com recursos online e projectos virtuais. Links: https://colecaodoestado.pt/ https://sandravieirajurgens.com/ https://sandravieirajurgens.wordpress.com/ https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/02/16/entrevista-a-sandra-vieira-jurgens-curadora-da-cace/ https://franciscaportugal.pt/ https://umbigomagazine.com/pt/blog/author/franciscaportugal/ https://farra.pt/portfolio-item/colecao-de-arte-contemporanea-do-estado/ Episódio gravado a 18.07.2024 Créditos introdução e final:David Maranha - GuitarraManuel Mota - Guitarra http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa - DGArtes © Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 22 Aug 2024 09:00:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 140 – Novas comissões – Conversa com Sofia Caetano / Quéréla e João Marçal / O Armário</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 10 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Sofia Caetano nasceu em 1987, em Ponta Delgada – no arquipélago dos Açores. Licenciou-se em Belas Artes - Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Estudou Realização na RESTART e Fotografia no Instituto Português de Fotografia e estagiou como fotojornalista na revista VISÃO. Completou o Master of Fine Arts em Media Art na Emerson College, em Boston, nos E.U.A., onde mais tarde leccionou. O seu trabalho divide-se entre a escrita e realização de cinema, e a investigação/experimentação da relação entre o video, a instalação e a pintura. Investiga comédia, a interação com o espectador e a toxicidade do mundo contemporâneo. Sofia participou em exposições colectivas e a solo em Lisboa, Ponta Delgada, Nazaré, Porto, Las Palmas e Boston. Foi finalista, em 2017, do prémio SONAE Media Art, e expôs no Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado. Em 2019 o seu trabalho foi selecionado para o FUSO Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa, e apresentado no MAAT, em Lisboa. No mesmo ano fez uma digressão pelos E.U.A., apresentando a sua instalação multimédia itinerante a bordo de uma autocaravana, POISON GARDEN by Queen of Discomfort, desde a costa Este americana até à Oeste. Sofia é co-directora da Spectacular House, uma produtora audiovisual, foi curadora da galeria GATE e encontra-se a produzir a sua primeira longa-metragem, O Homem Mais Feliz, uma comédia musical de ficção científica.</p><p>&nbsp;</p><p>João Marçal, nascido em 1980, em Coruche, é artista plástico, atualmente a viver e trabalhar em Lisboa. É licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes do Porto e mestre em Práticas Artísticas Contemporâneas pela mesma instituição. Atualmente é bolseiro da FCT e encontra-se a desenvolver a tese de Doutoramento em Belas Artes, especialidade Pintura, na</p><p>Faculdade de Belas Artes de Lisboa. O seu trabalho artístico desenvolve-se quase exclusivamente no domínio da pintura, recorrendo pontualmente, ao longo dos anos, a diversos meios como: desenho/ilustração, som, escultura, cerâmica, objetos encontrados e pintura mural. Entre 2005 e 2022 desenvolveu um projeto a solo na área da música eletrónica sob o pseudónimo Marçal dos Campos.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.sofiacaetano.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sofiacaetano.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://fonsecamacedo.com/artistasposts/sofia-caetano/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://fonsecamacedo.com/artistasposts/sofia-caetano/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://andafala.org/Artistas/Sofia_Caetano?site=walktalk&amp;Edicao=2021" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://andafala.org/Artistas/Sofia_Caetano?site=walktalk&amp;Edicao=2021</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://joaomarcal.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://joaomarcal.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://o-armario.a-montra.com/armario.php?artista=joao-marcal" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://o-armario.a-montra.com/armario.php?artista=joao-marcal</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/10/17/oh-my-dog-joao-marcal-na-galeria-minuta/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/10/17/oh-my-dog-joao-marcal-na-galeria-minuta/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://myspace.com/marcaldoscampos" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://myspace.com/marcaldoscampos</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/o-armario/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/o-armario/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/querela/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/querela/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>15.07.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 10 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Sofia Caetano nasceu em 1987, em Ponta Delgada – no arquipélago dos Açores. Licenciou-se em Belas Artes - Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Estudou Realização na RESTART e Fotografia no Instituto Português de Fotografia e estagiou como fotojornalista na revista VISÃO. Completou o Master of Fine Arts em Media Art na Emerson College, em Boston, nos E.U.A., onde mais tarde leccionou. O seu trabalho divide-se entre a escrita e realização de cinema, e a investigação/experimentação da relação entre o video, a instalação e a pintura. Investiga comédia, a interação com o espectador e a toxicidade do mundo contemporâneo. Sofia participou em exposições colectivas e a solo em Lisboa, Ponta Delgada, Nazaré, Porto, Las Palmas e Boston. Foi finalista, em 2017, do prémio SONAE Media Art, e expôs no Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado. Em 2019 o seu trabalho foi selecionado para o FUSO Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa, e apresentado no MAAT, em Lisboa. No mesmo ano fez uma digressão pelos E.U.A., apresentando a sua instalação multimédia itinerante a bordo de uma autocaravana, POISON GARDEN by Queen of Discomfort, desde a costa Este americana até à Oeste. Sofia é co-directora da Spectacular House, uma produtora audiovisual, foi curadora da galeria GATE e encontra-se a produzir a sua primeira longa-metragem, O Homem Mais Feliz, uma comédia musical de ficção científica.</p><p>&nbsp;</p><p>João Marçal, nascido em 1980, em Coruche, é artista plástico, atualmente a viver e trabalhar em Lisboa. É licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes do Porto e mestre em Práticas Artísticas Contemporâneas pela mesma instituição. Atualmente é bolseiro da FCT e encontra-se a desenvolver a tese de Doutoramento em Belas Artes, especialidade Pintura, na</p><p>Faculdade de Belas Artes de Lisboa. O seu trabalho artístico desenvolve-se quase exclusivamente no domínio da pintura, recorrendo pontualmente, ao longo dos anos, a diversos meios como: desenho/ilustração, som, escultura, cerâmica, objetos encontrados e pintura mural. Entre 2005 e 2022 desenvolveu um projeto a solo na área da música eletrónica sob o pseudónimo Marçal dos Campos.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.sofiacaetano.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sofiacaetano.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://fonsecamacedo.com/artistasposts/sofia-caetano/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://fonsecamacedo.com/artistasposts/sofia-caetano/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://andafala.org/Artistas/Sofia_Caetano?site=walktalk&amp;Edicao=2021" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://andafala.org/Artistas/Sofia_Caetano?site=walktalk&amp;Edicao=2021</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://joaomarcal.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://joaomarcal.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://o-armario.a-montra.com/armario.php?artista=joao-marcal" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://o-armario.a-montra.com/armario.php?artista=joao-marcal</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/10/17/oh-my-dog-joao-marcal-na-galeria-minuta/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/10/17/oh-my-dog-joao-marcal-na-galeria-minuta/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://myspace.com/marcaldoscampos" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://myspace.com/marcaldoscampos</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/o-armario/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/o-armario/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/querela/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/querela/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>15.07.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 10 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal. Sofia Caetano nasceu em 1987, em Ponta Delgada – no arquipélago dos Açores. Licenciou-se em Belas Artes - Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Estudou Realização na RESTART e Fotografia no Instituto Português de Fotografia e estagiou como fotojornalista na revista VISÃO. Completou o Master of Fine Arts em Media Art na Emerson College, em Boston, nos E.U.A., onde mais tarde leccionou. O seu trabalho divide-se entre a escrita e realização de cinema, e a investigação/experimentação da relação entre o video, a instalação e a pintura. Investiga comédia, a interação com o espectador e a toxicidade do mundo contemporâneo. Sofia participou em exposições colectivas e a solo em Lisboa, Ponta Delgada, Nazaré, Porto, Las Palmas e Boston. Foi finalista, em 2017, do prémio SONAE Media Art, e expôs no Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado. Em 2019 o seu trabalho foi selecionado para o FUSO Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa, e apresentado no MAAT, em Lisboa. No mesmo ano fez uma digressão pelos E.U.A., apresentando a sua instalação multimédia itinerante a bordo de uma autocaravana, POISON GARDEN by Queen of Discomfort, desde a costa Este americana até à Oeste. Sofia é co-directora da Spectacular House, uma produtora audiovisual, foi curadora da galeria GATE e encontra-se a produzir a sua primeira longa-metragem, O Homem Mais Feliz, uma comédia musical de ficção científica. João Marçal, nascido em 1980, em Coruche, é artista plástico, atualmente a viver e trabalhar em Lisboa. É licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes do Porto e mestre em Práticas Artísticas Contemporâneas pela mesma instituição. Atualmente é bolseiro da FCT e encontra-se a desenvolver a tese de Doutoramento em Belas Artes, especialidade Pintura, naFaculdade de Belas Artes de Lisboa. O seu trabalho artístico desenvolve-se quase exclusivamente no domínio da pintura, recorrendo pontualmente, ao longo dos anos, a diversos meios como: desenho/ilustração, som, escultura, cerâmica, objetos encontrados e pintura mural. Entre 2005 e 2022 desenvolveu um projeto a solo na área da música eletrónica sob o pseudónimo Marçal dos Campos. Links: https://www.sofiacaetano.com/ https://fonsecamacedo.com/artistasposts/sofia-caetano/ https://andafala.org/Artistas/Sofia_Caetano?site=walktalk&amp;Edicao=2021 https://joaomarcal.com/ https://o-armario.a-montra.com/armario.php?artista=joao-marcal https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/10/17/oh-my-dog-joao-marcal-na-galeria-minuta/ https://myspace.com/marcaldoscampos https://farra.pt/portfolio-item/o-armario/ https://farra.pt/portfolio-item/querela/ Episódio gravado a15.07.2024 Créditos introdução e final:David Maranha - GuitarraManuel Mota - Guitarra http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa - DGArtes© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 15 Aug 2024 09:00:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 139 – Laboratórios de Mediação – Conversa com Alice Geirinhas e Francisco Trêpa</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 9 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Francisco Trêpa é um artista português que vive em Lisboa. Com formação em cerâmica pela Escola António Arroio, é licenciado em Escultura e Mestre em Arte Multimédia pela FBAUL. Exibe nacional e internacionalmente desde 2015, individual e colectivamente, em diversas galerias e instituições. É finalista do Prémio Novos Artistas Fundação EDP 2024.”</p><p>&nbsp;</p><p>Alice Geirinhas&nbsp;é uma artista visual que na sua investigação e criação artística – desenho e ilustração, instalação, vídeo e performance - explora temas feministas, questões de identidade, sexualidade e igualdade de género.</p><p>Natural de Évora, Alice Geirinhas vive e trabalha em Lisboa.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galeriasmunicipais.pt/exposicoes/existem-pedras-nos-olhos/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galeriasmunicipais.pt/exposicoes/existem-pedras-nos-olhos/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/revista/culturas/exposicoes/2024-03-21-Exposicoes-Alice-Geirinhas-e-a-politica-do-corpo-na-Quadrum-3f683dbd" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/revista/culturas/exposicoes/2024-03-21-Exposicoes-Alice-Geirinhas-e-a-politica-do-corpo-na-Quadrum-3f683dbd</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://repositorio.ul.pt/handle/10451/29379" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://repositorio.ul.pt/handle/10451/29379</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://revistainteract.pt/28/processo-girlschool/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://revistainteract.pt/28/processo-girlschool/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dgartes.gov.pt/pt/evento/2222" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dgartes.gov.pt/pt/evento/2222</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://franciscotrepa.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://franciscotrepa.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galeriafoco.com/pt/artists/francisco-trepa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galeriafoco.com/pt/artists/francisco-trepa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2024/04/30/culturaipsilon/noticia/francisco-trepa-usa-escultura-suporte-imaginacao-2088529" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2024/04/30/culturaipsilon/noticia/francisco-trepa-usa-escultura-suporte-imaginacao-2088529</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/05/02/sobre-flor-cadaver-de-francisco-trepa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/05/02/sobre-flor-cadaver-de-francisco-trepa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/pt/premio/premio-novos-artistas-fundacao-edp" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/pt/premio/premio-novos-artistas-fundacao-edp</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/programa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/programa/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 15.07.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 9 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Francisco Trêpa é um artista português que vive em Lisboa. Com formação em cerâmica pela Escola António Arroio, é licenciado em Escultura e Mestre em Arte Multimédia pela FBAUL. Exibe nacional e internacionalmente desde 2015, individual e colectivamente, em diversas galerias e instituições. É finalista do Prémio Novos Artistas Fundação EDP 2024.”</p><p>&nbsp;</p><p>Alice Geirinhas&nbsp;é uma artista visual que na sua investigação e criação artística – desenho e ilustração, instalação, vídeo e performance - explora temas feministas, questões de identidade, sexualidade e igualdade de género.</p><p>Natural de Évora, Alice Geirinhas vive e trabalha em Lisboa.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galeriasmunicipais.pt/exposicoes/existem-pedras-nos-olhos/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galeriasmunicipais.pt/exposicoes/existem-pedras-nos-olhos/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/revista/culturas/exposicoes/2024-03-21-Exposicoes-Alice-Geirinhas-e-a-politica-do-corpo-na-Quadrum-3f683dbd" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/revista/culturas/exposicoes/2024-03-21-Exposicoes-Alice-Geirinhas-e-a-politica-do-corpo-na-Quadrum-3f683dbd</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://repositorio.ul.pt/handle/10451/29379" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://repositorio.ul.pt/handle/10451/29379</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://revistainteract.pt/28/processo-girlschool/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://revistainteract.pt/28/processo-girlschool/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dgartes.gov.pt/pt/evento/2222" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dgartes.gov.pt/pt/evento/2222</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://franciscotrepa.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://franciscotrepa.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galeriafoco.com/pt/artists/francisco-trepa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galeriafoco.com/pt/artists/francisco-trepa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2024/04/30/culturaipsilon/noticia/francisco-trepa-usa-escultura-suporte-imaginacao-2088529" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2024/04/30/culturaipsilon/noticia/francisco-trepa-usa-escultura-suporte-imaginacao-2088529</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/05/02/sobre-flor-cadaver-de-francisco-trepa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/05/02/sobre-flor-cadaver-de-francisco-trepa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/pt/premio/premio-novos-artistas-fundacao-edp" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/pt/premio/premio-novos-artistas-fundacao-edp</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/programa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/programa/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 15.07.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 9 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal. Francisco Trêpa é um artista português que vive em Lisboa. Com formação em cerâmica pela Escola António Arroio, é licenciado em Escultura e Mestre em Arte Multimédia pela FBAUL. Exibe nacional e internacionalmente desde 2015, individual e colectivamente, em diversas galerias e instituições. É finalista do Prémio Novos Artistas Fundação EDP 2024.” Alice Geirinhas é uma artista visual que na sua investigação e criação artística – desenho e ilustração, instalação, vídeo e performance - explora temas feministas, questões de identidade, sexualidade e igualdade de género.Natural de Évora, Alice Geirinhas vive e trabalha em Lisboa. Links: https://galeriasmunicipais.pt/exposicoes/existem-pedras-nos-olhos/ https://expresso.pt/revista/culturas/exposicoes/2024-03-21-Exposicoes-Alice-Geirinhas-e-a-politica-do-corpo-na-Quadrum-3f683dbd https://repositorio.ul.pt/handle/10451/29379 https://revistainteract.pt/28/processo-girlschool/ https://www.dgartes.gov.pt/pt/evento/2222 https://franciscotrepa.com/ https://galeriafoco.com/pt/artists/francisco-trepa/ https://www.publico.pt/2024/04/30/culturaipsilon/noticia/francisco-trepa-usa-escultura-suporte-imaginacao-2088529 https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/05/02/sobre-flor-cadaver-de-francisco-trepa/ https://www.fundacaoedp.pt/pt/premio/premio-novos-artistas-fundacao-edp https://farra.pt/programa/ Episódio gravado a 15.07.2024 Créditos introdução e final:David Maranha - GuitarraManuel Mota - Guitarra http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa - DGArtes© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 08 Aug 2024 09:00:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 138 - Colecções privadas – Conversa com Susana Stoyanova (Coleção João Luis Traça) e Lourenço Egreja (Coleção Millennium BCP)</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 8 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Susana Stoyanova, licenciada em Pintura, pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, com Pós- Graduação em Mercado da Arte e Colecionismo pela NOVA FCSH (Lisboa), e cedo se iniciou no meio artístico como Assistente de Produção e Comunicação, progressivamente caminhando no sentido da Gestão de Coleções de Arte privadas. A sua trajetória profissional dos últimos 14 anos é marcada por uma acção diversificada no cenário da arte contemporânea, onde tem desempenhado papéis importantes na organização e logística de obras de arte no âmbito das Coleções de Arte privadas, assim como na concepção e execução de projetos expositivos e editoriais, nomeadamente na edição e produção de catálogos e livros de artista. Recentemente abriu o seu leque de experiências profissionais, a projetos onde colabora como Produtora de exposições, bem como a outros de cariz curatorial, nomeadamente com a curadoria da exposição “Por um Rio.Por um Fio” com obras da Coleção João Luís Traca.</p><p>&nbsp;</p><p>Lourenço Egreja é o curador do Carpe Diem – Arte e Pesquisa (Lisboa, Portugal), plataforma de pesquisa, experimentação e estudos no âmbito da arte contemporânea, desde Janeiro de</p><p>2009. Lourenço Egreja tem vindo a desenvolverem projectos curatoriais a nível nacional e internacional tais como o projeto Arte Jovem, desde 2016, O programa Cultural da Abreu Advogados, desde 2019, o FARRA em Elvas, e o Tour dos Múltiplos Limited Editions do Carpe Diem, desde 2010. Recentemente foi convidado a dirigir a Feira JUSTLX 2018 no Museu da Carris, a Seção Portuguesa na JUSTMADX em 2019, e a segunda edição da JUSTLX em Lisboano mesmo ano. A experiência no painel de seleção dos projetos artísticos originou convites para integrar o júri de seleção dos candidatos ao programa INOV-ART (Ministério da Cultura), o Gabinete Fulbright em Lisboa, GAU (Galeria de Arte Urbana), Câmara Municipal de Lisboa, Fundação Bienal de Cerveira, entre outros. Lourenço Egreja é Mestre em estudos Museológicos e História de Arte pela CUNY, EUA, licenciado em História pela Universidade Lusíada de Lisboa e foi bolseiro do programa Erasmus através do qual estudou, durante um ano, no programa de História da Universidade de Barcelona.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://fundacaomillenniumbcp.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://fundacaomillenniumbcp.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://institutodehistoriadaarte.com/research/seed-projects/estudo-da-coleccao-do-millenium-bcp-de-pintura-portuguesa-dos-seculos-xix-xx/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://institutodehistoriadaarte.com/research/seed-projects/estudo-da-coleccao-do-millenium-bcp-de-pintura-portuguesa-dos-seculos-xix-xx/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.lacs.pt/pt/entrevista-com-lourenco-egreja-carpe-diem/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.lacs.pt/pt/entrevista-com-lourenco-egreja-carpe-diem/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sigarra.up.pt/fbaup/pt/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=29302" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sigarra.up.pt/fbaup/pt/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=29302</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dgartes.gov.pt/en/node/5495" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dgartes.gov.pt/en/node/5495</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galeriasmunicipais.pt/wp-content/uploads/2022/01/GM_SaraAndre_FS_PT_web.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galeriasmunicipais.pt/wp-content/uploads/2022/01/GM_SaraAndre_FS_PT_web.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.linkedin.com/in/susana-stoyanova-22a76035?originalSubdomain=pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.linkedin.com/in/susana-stoyanova-22a76035?originalSubdomain=pt</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/colecao-joao-luis-traca-2/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/colecao-joao-luis-traca-2/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/colecao-millenium-bcp/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/colecao-millenium-bcp/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>17.07.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e</p><p>final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 8 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Susana Stoyanova, licenciada em Pintura, pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, com Pós- Graduação em Mercado da Arte e Colecionismo pela NOVA FCSH (Lisboa), e cedo se iniciou no meio artístico como Assistente de Produção e Comunicação, progressivamente caminhando no sentido da Gestão de Coleções de Arte privadas. A sua trajetória profissional dos últimos 14 anos é marcada por uma acção diversificada no cenário da arte contemporânea, onde tem desempenhado papéis importantes na organização e logística de obras de arte no âmbito das Coleções de Arte privadas, assim como na concepção e execução de projetos expositivos e editoriais, nomeadamente na edição e produção de catálogos e livros de artista. Recentemente abriu o seu leque de experiências profissionais, a projetos onde colabora como Produtora de exposições, bem como a outros de cariz curatorial, nomeadamente com a curadoria da exposição “Por um Rio.Por um Fio” com obras da Coleção João Luís Traca.</p><p>&nbsp;</p><p>Lourenço Egreja é o curador do Carpe Diem – Arte e Pesquisa (Lisboa, Portugal), plataforma de pesquisa, experimentação e estudos no âmbito da arte contemporânea, desde Janeiro de</p><p>2009. Lourenço Egreja tem vindo a desenvolverem projectos curatoriais a nível nacional e internacional tais como o projeto Arte Jovem, desde 2016, O programa Cultural da Abreu Advogados, desde 2019, o FARRA em Elvas, e o Tour dos Múltiplos Limited Editions do Carpe Diem, desde 2010. Recentemente foi convidado a dirigir a Feira JUSTLX 2018 no Museu da Carris, a Seção Portuguesa na JUSTMADX em 2019, e a segunda edição da JUSTLX em Lisboano mesmo ano. A experiência no painel de seleção dos projetos artísticos originou convites para integrar o júri de seleção dos candidatos ao programa INOV-ART (Ministério da Cultura), o Gabinete Fulbright em Lisboa, GAU (Galeria de Arte Urbana), Câmara Municipal de Lisboa, Fundação Bienal de Cerveira, entre outros. Lourenço Egreja é Mestre em estudos Museológicos e História de Arte pela CUNY, EUA, licenciado em História pela Universidade Lusíada de Lisboa e foi bolseiro do programa Erasmus através do qual estudou, durante um ano, no programa de História da Universidade de Barcelona.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://fundacaomillenniumbcp.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://fundacaomillenniumbcp.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://institutodehistoriadaarte.com/research/seed-projects/estudo-da-coleccao-do-millenium-bcp-de-pintura-portuguesa-dos-seculos-xix-xx/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://institutodehistoriadaarte.com/research/seed-projects/estudo-da-coleccao-do-millenium-bcp-de-pintura-portuguesa-dos-seculos-xix-xx/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.lacs.pt/pt/entrevista-com-lourenco-egreja-carpe-diem/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.lacs.pt/pt/entrevista-com-lourenco-egreja-carpe-diem/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sigarra.up.pt/fbaup/pt/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=29302" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sigarra.up.pt/fbaup/pt/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=29302</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dgartes.gov.pt/en/node/5495" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dgartes.gov.pt/en/node/5495</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galeriasmunicipais.pt/wp-content/uploads/2022/01/GM_SaraAndre_FS_PT_web.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galeriasmunicipais.pt/wp-content/uploads/2022/01/GM_SaraAndre_FS_PT_web.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.linkedin.com/in/susana-stoyanova-22a76035?originalSubdomain=pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.linkedin.com/in/susana-stoyanova-22a76035?originalSubdomain=pt</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/colecao-joao-luis-traca-2/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/colecao-joao-luis-traca-2/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/colecao-millenium-bcp/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/colecao-millenium-bcp/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>17.07.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e</p><p>final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 8 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal. Susana Stoyanova, licenciada em Pintura, pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, com Pós- Graduação em Mercado da Arte e Colecionismo pela NOVA FCSH (Lisboa), e cedo se iniciou no meio artístico como Assistente de Produção e Comunicação, progressivamente caminhando no sentido da Gestão de Coleções de Arte privadas. A sua trajetória profissional dos últimos 14 anos é marcada por uma acção diversificada no cenário da arte contemporânea, onde tem desempenhado papéis importantes na organização e logística de obras de arte no âmbito das Coleções de Arte privadas, assim como na concepção e execução de projetos expositivos e editoriais, nomeadamente na edição e produção de catálogos e livros de artista. Recentemente abriu o seu leque de experiências profissionais, a projetos onde colabora como Produtora de exposições, bem como a outros de cariz curatorial, nomeadamente com a curadoria da exposição “Por um Rio.Por um Fio” com obras da Coleção João Luís Traca. Lourenço Egreja é o curador do Carpe Diem – Arte e Pesquisa (Lisboa, Portugal), plataforma de pesquisa, experimentação e estudos no âmbito da arte contemporânea, desde Janeiro de2009. Lourenço Egreja tem vindo a desenvolverem projectos curatoriais a nível nacional e internacional tais como o projeto Arte Jovem, desde 2016, O programa Cultural da Abreu Advogados, desde 2019, o FARRA em Elvas, e o Tour dos Múltiplos Limited Editions do Carpe Diem, desde 2010. Recentemente foi convidado a dirigir a Feira JUSTLX 2018 no Museu da Carris, a Seção Portuguesa na JUSTMADX em 2019, e a segunda edição da JUSTLX em Lisboano mesmo ano. A experiência no painel de seleção dos projetos artísticos originou convites para integrar o júri de seleção dos candidatos ao programa INOV-ART (Ministério da Cultura), o Gabinete Fulbright em Lisboa, GAU (Galeria de Arte Urbana), Câmara Municipal de Lisboa, Fundação Bienal de Cerveira, entre outros. Lourenço Egreja é Mestre em estudos Museológicos e História de Arte pela CUNY, EUA, licenciado em História pela Universidade Lusíada de Lisboa e foi bolseiro do programa Erasmus através do qual estudou, durante um ano, no programa de História da Universidade de Barcelona. Links: https://fundacaomillenniumbcp.pt/ https://institutodehistoriadaarte.com/research/seed-projects/estudo-da-coleccao-do-millenium-bcp-de-pintura-portuguesa-dos-seculos-xix-xx/ https://www.lacs.pt/pt/entrevista-com-lourenco-egreja-carpe-diem/ https://sigarra.up.pt/fbaup/pt/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=29302 https://www.dgartes.gov.pt/en/node/5495 https://galeriasmunicipais.pt/wp-content/uploads/2022/01/GM_SaraAndre_FS_PT_web.pdf https://www.linkedin.com/in/susana-stoyanova-22a76035?originalSubdomain=pt https://farra.pt/portfolio-item/colecao-joao-luis-traca-2/ https://farra.pt/portfolio-item/colecao-millenium-bcp/ Episódio gravado a17.07.2024 Créditos introdução efinal:David Maranha - GuitarraManuel Mota - Guitarra  http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa - DGArtes© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 01 Aug 2024 09:00:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 137 – Programa de Performances – Conversa com Carla Santana, Rita Castro Neves e Daniel Moreira e David Maranha</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 7 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Carla Santana<em>&nbsp;</em>é compositora, música de electrónica e artista sonora, cria paisagens sonoras através de gravações de campo, captações electro-acústicas e sintetizadores. Cria a solo como Quatroconnection. Compõe para teatro e dança. Integra projectos de improvisação como Rodrigo Brandão (com Rodrigo Amado, Hernâni Faustino e João Valinho), Quarto Com Luz (com Samuel Gapp, Michael Schiefel, Helena Espvall e J.Valinho), VGO, IKB, Isotope Ensemble. Pertence ao colectivo LANTANA.</p><p>&nbsp;</p><p>David Maranha&nbsp;é um músico veterano de órgão nascido em 1969 na Figueira da Foz, Portugal. A música de Maranha explora os domínios da improvisação livre e da "música drone" com semelhanças e influências de compositores clássicos de vanguarda, dos primeiros artistas drone e da cena&nbsp;<em>krautrock</em>, em particular a colaboração de Tony Conrad e Faust. Os seus álbuns&nbsp;<em>Marches Of The New World</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Antarctica</em>&nbsp;são excelentes mostras de peças hipnóticas lentas ao estilo&nbsp;<em>Krautrock</em>. Para além disso, David Maranha faz parte de vários grupos (Osso Exotico, Curia) e tem colaborado com muitos músicos (Chris Cutler, Z'ev) ao longo das décadas.</p><p>&nbsp;</p><p>Daniel Moreira e Rita Castro Neves vivem e trabalham entre o Porto e a Beira Alta. Com percursos artísticos separados, começam a trabalhar em colaboração em 2015, iniciando um projeto longo a propósito da natureza. O seu trabalho parte muitas vezes do lugar em que se encontram, e de uma prática assente de investigação, explorando frequentemente noções de território, ciência, o rural, a ecologia, a biopolítica e a preservação ambiental. Atentos às possibilidades das matérias, encontram soluções simples, mesmo para resultados complexos e de larga escala, que são frequentemente devedoras dos saberes tradicionais e populares. Em 2020 iniciam o projeto da Escola de Macieira, numa antiga escola primária do Plano dos Centenários na Serra de São Macário e em 2021 o projeto de arte postal Caixa de Correio, no seu estúdio no Porto.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://jazz.pt/breves/carla-santana--frazao-santos-e-hernani-faustino-vao-a-lota" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://jazz.pt/breves/carla-santana--frazao-santos-e-hernani-faustino-vao-a-lota</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.mun-setubal.pt/sons-da-arrabida-em-ambiente-intimista/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.mun-setubal.pt/sons-da-arrabida-em-ambiente-intimista/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ritacastroneves.com/pt/casa-comum-com-daniel-moreira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ritacastroneves.com/pt/casa-comum-com-daniel-moreira/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://escolademacieira.com/about/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://escolademacieira.com/about/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/11/29/faca-na-pedra-na-appleton/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/11/29/faca-na-pedra-na-appleton/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://davidmaranha.blogspot.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://davidmaranha.blogspot.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://bodyspace.net/entrevistas/244-david-maranha/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://bodyspace.net/entrevistas/244-david-maranha/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/david-maranha-manuel-mota/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/david-maranha-manuel-mota/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.coffeepaste.com/en/event/f-nFnIl2zTa1/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.coffeepaste.com/en/event/f-nFnIl2zTa1/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/programa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/programa/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>16.07.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 7 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Carla Santana<em>&nbsp;</em>é compositora, música de electrónica e artista sonora, cria paisagens sonoras através de gravações de campo, captações electro-acústicas e sintetizadores. Cria a solo como Quatroconnection. Compõe para teatro e dança. Integra projectos de improvisação como Rodrigo Brandão (com Rodrigo Amado, Hernâni Faustino e João Valinho), Quarto Com Luz (com Samuel Gapp, Michael Schiefel, Helena Espvall e J.Valinho), VGO, IKB, Isotope Ensemble. Pertence ao colectivo LANTANA.</p><p>&nbsp;</p><p>David Maranha&nbsp;é um músico veterano de órgão nascido em 1969 na Figueira da Foz, Portugal. A música de Maranha explora os domínios da improvisação livre e da "música drone" com semelhanças e influências de compositores clássicos de vanguarda, dos primeiros artistas drone e da cena&nbsp;<em>krautrock</em>, em particular a colaboração de Tony Conrad e Faust. Os seus álbuns&nbsp;<em>Marches Of The New World</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Antarctica</em>&nbsp;são excelentes mostras de peças hipnóticas lentas ao estilo&nbsp;<em>Krautrock</em>. Para além disso, David Maranha faz parte de vários grupos (Osso Exotico, Curia) e tem colaborado com muitos músicos (Chris Cutler, Z'ev) ao longo das décadas.</p><p>&nbsp;</p><p>Daniel Moreira e Rita Castro Neves vivem e trabalham entre o Porto e a Beira Alta. Com percursos artísticos separados, começam a trabalhar em colaboração em 2015, iniciando um projeto longo a propósito da natureza. O seu trabalho parte muitas vezes do lugar em que se encontram, e de uma prática assente de investigação, explorando frequentemente noções de território, ciência, o rural, a ecologia, a biopolítica e a preservação ambiental. Atentos às possibilidades das matérias, encontram soluções simples, mesmo para resultados complexos e de larga escala, que são frequentemente devedoras dos saberes tradicionais e populares. Em 2020 iniciam o projeto da Escola de Macieira, numa antiga escola primária do Plano dos Centenários na Serra de São Macário e em 2021 o projeto de arte postal Caixa de Correio, no seu estúdio no Porto.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://jazz.pt/breves/carla-santana--frazao-santos-e-hernani-faustino-vao-a-lota" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://jazz.pt/breves/carla-santana--frazao-santos-e-hernani-faustino-vao-a-lota</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.mun-setubal.pt/sons-da-arrabida-em-ambiente-intimista/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.mun-setubal.pt/sons-da-arrabida-em-ambiente-intimista/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ritacastroneves.com/pt/casa-comum-com-daniel-moreira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ritacastroneves.com/pt/casa-comum-com-daniel-moreira/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://escolademacieira.com/about/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://escolademacieira.com/about/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/11/29/faca-na-pedra-na-appleton/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/11/29/faca-na-pedra-na-appleton/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://davidmaranha.blogspot.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://davidmaranha.blogspot.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://bodyspace.net/entrevistas/244-david-maranha/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://bodyspace.net/entrevistas/244-david-maranha/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/david-maranha-manuel-mota/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/david-maranha-manuel-mota/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.coffeepaste.com/en/event/f-nFnIl2zTa1/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.coffeepaste.com/en/event/f-nFnIl2zTa1/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/programa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/programa/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>16.07.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 7 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal. Carla Santana é compositora, música de electrónica e artista sonora, cria paisagens sonoras através de gravações de campo, captações electro-acústicas e sintetizadores. Cria a solo como Quatroconnection. Compõe para teatro e dança. Integra projectos de improvisação como Rodrigo Brandão (com Rodrigo Amado, Hernâni Faustino e João Valinho), Quarto Com Luz (com Samuel Gapp, Michael Schiefel, Helena Espvall e J.Valinho), VGO, IKB, Isotope Ensemble. Pertence ao colectivo LANTANA. David Maranha é um músico veterano de órgão nascido em 1969 na Figueira da Foz, Portugal. A música de Maranha explora os domínios da improvisação livre e da &#34;música drone&#34; com semelhanças e influências de compositores clássicos de vanguarda, dos primeiros artistas drone e da cena krautrock, em particular a colaboração de Tony Conrad e Faust. Os seus álbuns Marches Of The New World e Antarctica são excelentes mostras de peças hipnóticas lentas ao estilo Krautrock. Para além disso, David Maranha faz parte de vários grupos (Osso Exotico, Curia) e tem colaborado com muitos músicos (Chris Cutler, Z&#39;ev) ao longo das décadas. Daniel Moreira e Rita Castro Neves vivem e trabalham entre o Porto e a Beira Alta. Com percursos artísticos separados, começam a trabalhar em colaboração em 2015, iniciando um projeto longo a propósito da natureza. O seu trabalho parte muitas vezes do lugar em que se encontram, e de uma prática assente de investigação, explorando frequentemente noções de território, ciência, o rural, a ecologia, a biopolítica e a preservação ambiental. Atentos às possibilidades das matérias, encontram soluções simples, mesmo para resultados complexos e de larga escala, que são frequentemente devedoras dos saberes tradicionais e populares. Em 2020 iniciam o projeto da Escola de Macieira, numa antiga escola primária do Plano dos Centenários na Serra de São Macário e em 2021 o projeto de arte postal Caixa de Correio, no seu estúdio no Porto. Links: https://jazz.pt/breves/carla-santana--frazao-santos-e-hernani-faustino-vao-a-lota https://www.mun-setubal.pt/sons-da-arrabida-em-ambiente-intimista/ https://ritacastroneves.com/pt/casa-comum-com-daniel-moreira/ https://escolademacieira.com/about/ https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/11/29/faca-na-pedra-na-appleton/ https://davidmaranha.blogspot.com/ https://bodyspace.net/entrevistas/244-david-maranha/ https://appleton.pt/david-maranha-manuel-mota/ https://www.coffeepaste.com/en/event/f-nFnIl2zTa1/ https://farra.pt/programa/ Episódio gravado a16.07.2024 Créditos introdução e final:David Maranha - GuitarraManuel Mota - Guitarra  http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa - DGArtes© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 25 Jul 2024 09:00:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 136 – Residências FARRA na Torre parte 2 – Conversa com Eugénia Mussa e António Poppe</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 6 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>António Poppe. Poeta, artista visual, performer, vive e trabalha em Lisboa. Concluiu o curso avançado de artes visuais do Ar.Co, em Lisboa, e estudou desenho e escultura no Royal College of Arts, Londres. Fez o mestrado em Arte Performativa e Cinema pela School of the Art Institute of Chicago, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento. Autor de um trabalho híbrido entre as artes visuais, a performance e a poesia, que tem apresentado desde 1991, em várias instituições culturais e galerias como, o Museu de Serralves, MAAT, Culturgest, Gulbenkian, Fundação Carmona e Costa, Museu Soares dos Reis, Galeria ZDB, Galeria 111, Casa Fernando Pessoa, GIAJG, entre outros. Publicou cinco livros : Torre de Juan Abad (Assírio e Alvim), Livro da Luz (Documenta), Medicin (Douda Correria), Come Coral (Douda Correria), O Agitador e a Corrente (escrito com Mumtazz e publicado na Mariposa Azual).</p><p>&nbsp;</p><p>Eugénia Mussa&nbsp;(Maputo, 1978) vive e trabalha em Lisboa. A sua infância passa por entre os bairros de Matola e Polana em Maputo, Moçambique, durante a guerra civil moçambicana. Apenas no ano de 1983 mudou-se para Portugal, criando um leque de trabalhos reflexo do seu percurso de vida e memória do que havia sido o seu contexto. Nas suas pinturas, a artista não confronta diretamente o tema da identidade africana por si, optando por abordar figurativamente através de elementos que remetam memórias, imagens e sentimentos colhidos ao longo do seu percurso. Eugénia Mussa emprega uma técnica impressionista de pintura a óleo com aleatoriedade musical, flutuando livremente entre estilos, géneros, ou paradigmas pré-estabelecidos.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.monitoronline.org/eugenia-mussa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.monitoronline.org/eugenia-mussa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/programa/tv/p29872/e17" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/programa/tv/p29872/e17</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/06/18/release-the-chicken-eugenia-mussa-na-monitor/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/06/18/release-the-chicken-eugenia-mussa-na-monitor/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/antonio-poppe-mil-orbitas" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/antonio-poppe-mil-orbitas</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ifyouwalkthegalaxies.com/antonio-poppe/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ifyouwalkthegalaxies.com/antonio-poppe/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://bocabienal.org/en/artistas/antonio-poppe-e-la-familia-gitana/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://bocabienal.org/en/artistas/antonio-poppe-e-la-familia-gitana/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/residencias-farra/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/residencias-farra/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 11.07.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 6 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>António Poppe. Poeta, artista visual, performer, vive e trabalha em Lisboa. Concluiu o curso avançado de artes visuais do Ar.Co, em Lisboa, e estudou desenho e escultura no Royal College of Arts, Londres. Fez o mestrado em Arte Performativa e Cinema pela School of the Art Institute of Chicago, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento. Autor de um trabalho híbrido entre as artes visuais, a performance e a poesia, que tem apresentado desde 1991, em várias instituições culturais e galerias como, o Museu de Serralves, MAAT, Culturgest, Gulbenkian, Fundação Carmona e Costa, Museu Soares dos Reis, Galeria ZDB, Galeria 111, Casa Fernando Pessoa, GIAJG, entre outros. Publicou cinco livros : Torre de Juan Abad (Assírio e Alvim), Livro da Luz (Documenta), Medicin (Douda Correria), Come Coral (Douda Correria), O Agitador e a Corrente (escrito com Mumtazz e publicado na Mariposa Azual).</p><p>&nbsp;</p><p>Eugénia Mussa&nbsp;(Maputo, 1978) vive e trabalha em Lisboa. A sua infância passa por entre os bairros de Matola e Polana em Maputo, Moçambique, durante a guerra civil moçambicana. Apenas no ano de 1983 mudou-se para Portugal, criando um leque de trabalhos reflexo do seu percurso de vida e memória do que havia sido o seu contexto. Nas suas pinturas, a artista não confronta diretamente o tema da identidade africana por si, optando por abordar figurativamente através de elementos que remetam memórias, imagens e sentimentos colhidos ao longo do seu percurso. Eugénia Mussa emprega uma técnica impressionista de pintura a óleo com aleatoriedade musical, flutuando livremente entre estilos, géneros, ou paradigmas pré-estabelecidos.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.monitoronline.org/eugenia-mussa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.monitoronline.org/eugenia-mussa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/programa/tv/p29872/e17" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/programa/tv/p29872/e17</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/06/18/release-the-chicken-eugenia-mussa-na-monitor/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/06/18/release-the-chicken-eugenia-mussa-na-monitor/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/antonio-poppe-mil-orbitas" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/antonio-poppe-mil-orbitas</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ifyouwalkthegalaxies.com/antonio-poppe/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ifyouwalkthegalaxies.com/antonio-poppe/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://bocabienal.org/en/artistas/antonio-poppe-e-la-familia-gitana/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://bocabienal.org/en/artistas/antonio-poppe-e-la-familia-gitana/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/residencias-farra/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/residencias-farra/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 11.07.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 6 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal. António Poppe. Poeta, artista visual, performer, vive e trabalha em Lisboa. Concluiu o curso avançado de artes visuais do Ar.Co, em Lisboa, e estudou desenho e escultura no Royal College of Arts, Londres. Fez o mestrado em Arte Performativa e Cinema pela School of the Art Institute of Chicago, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação Luso Americana para o Desenvolvimento. Autor de um trabalho híbrido entre as artes visuais, a performance e a poesia, que tem apresentado desde 1991, em várias instituições culturais e galerias como, o Museu de Serralves, MAAT, Culturgest, Gulbenkian, Fundação Carmona e Costa, Museu Soares dos Reis, Galeria ZDB, Galeria 111, Casa Fernando Pessoa, GIAJG, entre outros. Publicou cinco livros : Torre de Juan Abad (Assírio e Alvim), Livro da Luz (Documenta), Medicin (Douda Correria), Come Coral (Douda Correria), O Agitador e a Corrente (escrito com Mumtazz e publicado na Mariposa Azual). Eugénia Mussa (Maputo, 1978) vive e trabalha em Lisboa. A sua infância passa por entre os bairros de Matola e Polana em Maputo, Moçambique, durante a guerra civil moçambicana. Apenas no ano de 1983 mudou-se para Portugal, criando um leque de trabalhos reflexo do seu percurso de vida e memória do que havia sido o seu contexto. Nas suas pinturas, a artista não confronta diretamente o tema da identidade africana por si, optando por abordar figurativamente através de elementos que remetam memórias, imagens e sentimentos colhidos ao longo do seu percurso. Eugénia Mussa emprega uma técnica impressionista de pintura a óleo com aleatoriedade musical, flutuando livremente entre estilos, géneros, ou paradigmas pré-estabelecidos. Links: https://www.monitoronline.org/eugenia-mussa/ https://www.rtp.pt/programa/tv/p29872/e17 https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/06/18/release-the-chicken-eugenia-mussa-na-monitor/ https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/antonio-poppe-mil-orbitas https://ifyouwalkthegalaxies.com/antonio-poppe/ https://bocabienal.org/en/artistas/antonio-poppe-e-la-familia-gitana/ https://farra.pt/portfolio-item/residencias-farra/ Episódio gravado a 11.07.2024 Créditos introdução e final:David Maranha - GuitarraManuel Mota - Guitarra  http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa - DGArtes© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <title>Episódio 135 – Espaços independentes – Conversa com Patrícia Portela e Sérgio Fazenda Rodrigues</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 5 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Patrícia Portela (1974).&nbsp;Autora de performances e obras literárias, estudou cenografia, cinema, dramaturgia, dança e filosofia. É reconhecida nacional e internacionalmente “pela peculiaridade da sua obra”, e recebeu por ela vários prémios das quais destaca o Prémio Madalena Azeredo de Perdigão/FCG para os espectáculos Flatland&nbsp;I (2004) Wasteband (menção honrosa 2003). Foi Finalista do Prémio Multimédia Sonae/MNACC 2015 para Parasomnia e, mais recentemente, foi finalista do Prémio Correntes d’Escritas e prémio Ciranda 2022 pela sua obra literária&nbsp;<em>Hífen</em>. É autora de vários romances e novelas e cronista no JL desde 2017. Fundou o Cem Dramaturgias (2001), concebeu a primeira edição do PACAP – performance advanced arts program do Forum Dança (2015), dirigiu o Teatro Viriato em Viseu durante uma pandemia, e leciona com regularidade na Escola Superior de Teatro e Cinema. É actualmente directora artística da Rua Das Gaivotas 6.</p><p>&nbsp;</p><p>Sérgio Fazenda Rodrigues (1973) é arquitecto, curador e editor. Foi professor na Universidade dos Açores (2005-2012), na Escola Universitária Vasco da Gama (2013/14) e na Faculdade de Belas Artes, da Universidade de Lisboa (2019/20), dedicando-se actualmente à divulgação, crı́tica e curadoria de artes visuais. É membro da Associação Internacional de Crı́ticos de Arte (AICA), tendo participado em 2015 na sua direção, em Portugal. É fundador e curador do espaço independente Kindred Spirit, em Lisboa. Com Celina Brás, é sócio da empresa Making Art Happen, que reúne a revista de arte Contemporânea e a APP Portugal Art Guide. Foi assessor cultural permanente do Governo Regional dos Açores / Direcção Regional da Cultura, tendo entre 2010 e 2012 sido responsável pela gestão da Colecção de Arte Contemporânea do Governo Regional dos Açores e pela programação de exposições no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas. O seu trabalho tem-se desenvolvido de forma independente, em colaboração com instituições, galerias, coleccionadores e espaços independentes em Portugal, Espanha, Bélgica e Inglaterra.</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://patriciaportela.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://patriciaportela.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ruadasgaivotas6.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ruadasgaivotas6.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2024/05/09/culturaipsilon/noticia/patricia-portela-invade-praca-sonhar-revolucoes-futuras-2089726" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2024/05/09/culturaipsilon/noticia/patricia-portela-invade-praca-sonhar-revolucoes-futuras-2089726</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://kindredspiritprojects.com/about/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://kindredspiritprojects.com/about/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=qTZCgeXAq9U" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=qTZCgeXAq9U</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/autor/sergio-fazenda-rodrigues" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/autor/sergio-fazenda-rodrigues</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/kindred-spirit/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/kindred-spirit/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/rua-das-gaivotas-6/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/rua-das-gaivotas-6/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>24.06.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p><br></p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 5 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Patrícia Portela (1974).&nbsp;Autora de performances e obras literárias, estudou cenografia, cinema, dramaturgia, dança e filosofia. É reconhecida nacional e internacionalmente “pela peculiaridade da sua obra”, e recebeu por ela vários prémios das quais destaca o Prémio Madalena Azeredo de Perdigão/FCG para os espectáculos Flatland&nbsp;I (2004) Wasteband (menção honrosa 2003). Foi Finalista do Prémio Multimédia Sonae/MNACC 2015 para Parasomnia e, mais recentemente, foi finalista do Prémio Correntes d’Escritas e prémio Ciranda 2022 pela sua obra literária&nbsp;<em>Hífen</em>. É autora de vários romances e novelas e cronista no JL desde 2017. Fundou o Cem Dramaturgias (2001), concebeu a primeira edição do PACAP – performance advanced arts program do Forum Dança (2015), dirigiu o Teatro Viriato em Viseu durante uma pandemia, e leciona com regularidade na Escola Superior de Teatro e Cinema. É actualmente directora artística da Rua Das Gaivotas 6.</p><p>&nbsp;</p><p>Sérgio Fazenda Rodrigues (1973) é arquitecto, curador e editor. Foi professor na Universidade dos Açores (2005-2012), na Escola Universitária Vasco da Gama (2013/14) e na Faculdade de Belas Artes, da Universidade de Lisboa (2019/20), dedicando-se actualmente à divulgação, crı́tica e curadoria de artes visuais. É membro da Associação Internacional de Crı́ticos de Arte (AICA), tendo participado em 2015 na sua direção, em Portugal. É fundador e curador do espaço independente Kindred Spirit, em Lisboa. Com Celina Brás, é sócio da empresa Making Art Happen, que reúne a revista de arte Contemporânea e a APP Portugal Art Guide. Foi assessor cultural permanente do Governo Regional dos Açores / Direcção Regional da Cultura, tendo entre 2010 e 2012 sido responsável pela gestão da Colecção de Arte Contemporânea do Governo Regional dos Açores e pela programação de exposições no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas. O seu trabalho tem-se desenvolvido de forma independente, em colaboração com instituições, galerias, coleccionadores e espaços independentes em Portugal, Espanha, Bélgica e Inglaterra.</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://patriciaportela.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://patriciaportela.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ruadasgaivotas6.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ruadasgaivotas6.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2024/05/09/culturaipsilon/noticia/patricia-portela-invade-praca-sonhar-revolucoes-futuras-2089726" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2024/05/09/culturaipsilon/noticia/patricia-portela-invade-praca-sonhar-revolucoes-futuras-2089726</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://kindredspiritprojects.com/about/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://kindredspiritprojects.com/about/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=qTZCgeXAq9U" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=qTZCgeXAq9U</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/autor/sergio-fazenda-rodrigues" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/autor/sergio-fazenda-rodrigues</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/kindred-spirit/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/kindred-spirit/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/rua-das-gaivotas-6/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/rua-das-gaivotas-6/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>24.06.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p><br></p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 5 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal. Patrícia Portela (1974). Autora de performances e obras literárias, estudou cenografia, cinema, dramaturgia, dança e filosofia. É reconhecida nacional e internacionalmente “pela peculiaridade da sua obra”, e recebeu por ela vários prémios das quais destaca o Prémio Madalena Azeredo de Perdigão/FCG para os espectáculos Flatland I (2004) Wasteband (menção honrosa 2003). Foi Finalista do Prémio Multimédia Sonae/MNACC 2015 para Parasomnia e, mais recentemente, foi finalista do Prémio Correntes d’Escritas e prémio Ciranda 2022 pela sua obra literária Hífen. É autora de vários romances e novelas e cronista no JL desde 2017. Fundou o Cem Dramaturgias (2001), concebeu a primeira edição do PACAP – performance advanced arts program do Forum Dança (2015), dirigiu o Teatro Viriato em Viseu durante uma pandemia, e leciona com regularidade na Escola Superior de Teatro e Cinema. É actualmente directora artística da Rua Das Gaivotas 6. Sérgio Fazenda Rodrigues (1973) é arquitecto, curador e editor. Foi professor na Universidade dos Açores (2005-2012), na Escola Universitária Vasco da Gama (2013/14) e na Faculdade de Belas Artes, da Universidade de Lisboa (2019/20), dedicando-se actualmente à divulgação, crı́tica e curadoria de artes visuais. É membro da Associação Internacional de Crı́ticos de Arte (AICA), tendo participado em 2015 na sua direção, em Portugal. É fundador e curador do espaço independente Kindred Spirit, em Lisboa. Com Celina Brás, é sócio da empresa Making Art Happen, que reúne a revista de arte Contemporânea e a APP Portugal Art Guide. Foi assessor cultural permanente do Governo Regional dos Açores / Direcção Regional da Cultura, tendo entre 2010 e 2012 sido responsável pela gestão da Colecção de Arte Contemporânea do Governo Regional dos Açores e pela programação de exposições no Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas. O seu trabalho tem-se desenvolvido de forma independente, em colaboração com instituições, galerias, coleccionadores e espaços independentes em Portugal, Espanha, Bélgica e Inglaterra.  Links: https://patriciaportela.pt/ https://ruadasgaivotas6.pt/ https://www.publico.pt/2024/05/09/culturaipsilon/noticia/patricia-portela-invade-praca-sonhar-revolucoes-futuras-2089726 https://kindredspiritprojects.com/about/ https://www.youtube.com/watch?v=qTZCgeXAq9U https://www.publico.pt/autor/sergio-fazenda-rodrigues https://farra.pt/portfolio-item/kindred-spirit/ https://farra.pt/portfolio-item/rua-das-gaivotas-6/ Episódio gravado a24.06.2024 Créditos introdução e final:David Maranha - GuitarraManuel Mota - Guitarra http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral / A2P / MyStory Hotels© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <title>Episódio 134 – Residências FARRA na Torre parte 1 – Conversa com  Joana da Conceição e Odete</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 4 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Joana da Conceição. Nasceu em Rebordões em 1981.Vive e</p><p>trabalha em Lisboa. Concluiu a Licenciatura em Artes Plásticas – Pintura em 2004, e o Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas em 2008, ambos pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Juntamente com André Abel formam desde 2005 a Tropa Macaca, duo de composição eletrónica contemporânea. Foi distinguida com o Prémio Anteciparte Millenium BCP (2005) e vencedora da 5ª Edição da Parceria Atelier-Museu Júlio Pomar/ EGEAC e RU – Residency Unlimited, NY (2020). Bolseira Inov-art no Rio de Janeiro, no Capacete Residências Artísticas (2010- 2011), participou nas Residências da ZDB (2011) e na Residência Artística Lagamas promovida pela Cournelius Foundation (2013). Em 2018 co-fundou Toda Matéria, um colectivo multimedial feminino de formação variável.</p><p>&nbsp;</p><p>Odete é uma ativista, artista, performer, produtora e DJ</p><p>transgénero portuguesa&nbsp;que em 2021 venceu a primeira edição do concurso RExFORM, Projeto Internacional de Performance realizado a partir de uma colaboração entre o&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/MAAT" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Maat</a>&nbsp;e a BoCA – Biennial of Contemporary Arts. Odete trabalha entre a performance, o texto, as artes visuais e a música. O seu trabalho é obcecado pela escrita historiográfica, utilizando o erotismo e a paranoia como duas formas somáticas de se relacionar com os materiais de arquivo. Escreve através do seu corpo, especulando biografias de personagens históricas através de prazeres epidérmicos: moda, personalidade, presença, fragrância, graça, sensibilidade. Afirma ser uma filha bastarda de Lúcifer, descendente da prática medieval de pactos satânicos para alterar o corpo sexuado de alguém. Ultimamente, tem pesquisado e trabalhado em torno da construção de pontos de ligação entre histórias "efeminadas", desde o Castrati barroco até aos dândis do século XIX.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.joanadaconceicao.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.joanadaconceicao.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.lehmannsilva.com/artist/joana-da-conceicao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.lehmannsilva.com/artist/joana-da-conceicao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2022/joana-da-conceicao-humanta" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2022/joana-da-conceicao-humanta</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://odete.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://odete.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://bocabienal.org/artistas/odete/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://bocabienal.org/artistas/odete/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/agenda/odete/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/agenda/odete/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/residencias-farra/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/residencias-farra/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 25.06.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory</p><p>Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 4 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Joana da Conceição. Nasceu em Rebordões em 1981.Vive e</p><p>trabalha em Lisboa. Concluiu a Licenciatura em Artes Plásticas – Pintura em 2004, e o Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas em 2008, ambos pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Juntamente com André Abel formam desde 2005 a Tropa Macaca, duo de composição eletrónica contemporânea. Foi distinguida com o Prémio Anteciparte Millenium BCP (2005) e vencedora da 5ª Edição da Parceria Atelier-Museu Júlio Pomar/ EGEAC e RU – Residency Unlimited, NY (2020). Bolseira Inov-art no Rio de Janeiro, no Capacete Residências Artísticas (2010- 2011), participou nas Residências da ZDB (2011) e na Residência Artística Lagamas promovida pela Cournelius Foundation (2013). Em 2018 co-fundou Toda Matéria, um colectivo multimedial feminino de formação variável.</p><p>&nbsp;</p><p>Odete é uma ativista, artista, performer, produtora e DJ</p><p>transgénero portuguesa&nbsp;que em 2021 venceu a primeira edição do concurso RExFORM, Projeto Internacional de Performance realizado a partir de uma colaboração entre o&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/MAAT" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Maat</a>&nbsp;e a BoCA – Biennial of Contemporary Arts. Odete trabalha entre a performance, o texto, as artes visuais e a música. O seu trabalho é obcecado pela escrita historiográfica, utilizando o erotismo e a paranoia como duas formas somáticas de se relacionar com os materiais de arquivo. Escreve através do seu corpo, especulando biografias de personagens históricas através de prazeres epidérmicos: moda, personalidade, presença, fragrância, graça, sensibilidade. Afirma ser uma filha bastarda de Lúcifer, descendente da prática medieval de pactos satânicos para alterar o corpo sexuado de alguém. Ultimamente, tem pesquisado e trabalhado em torno da construção de pontos de ligação entre histórias "efeminadas", desde o Castrati barroco até aos dândis do século XIX.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.joanadaconceicao.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.joanadaconceicao.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.lehmannsilva.com/artist/joana-da-conceicao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.lehmannsilva.com/artist/joana-da-conceicao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2022/joana-da-conceicao-humanta" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2022/joana-da-conceicao-humanta</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://odete.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://odete.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://bocabienal.org/artistas/odete/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://bocabienal.org/artistas/odete/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/agenda/odete/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/agenda/odete/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/residencias-farra/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/residencias-farra/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 25.06.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory</p><p>Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 4 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal. Joana da Conceição. Nasceu em Rebordões em 1981.Vive etrabalha em Lisboa. Concluiu a Licenciatura em Artes Plásticas – Pintura em 2004, e o Mestrado em Práticas Artísticas Contemporâneas em 2008, ambos pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Juntamente com André Abel formam desde 2005 a Tropa Macaca, duo de composição eletrónica contemporânea. Foi distinguida com o Prémio Anteciparte Millenium BCP (2005) e vencedora da 5ª Edição da Parceria Atelier-Museu Júlio Pomar/ EGEAC e RU – Residency Unlimited, NY (2020). Bolseira Inov-art no Rio de Janeiro, no Capacete Residências Artísticas (2010- 2011), participou nas Residências da ZDB (2011) e na Residência Artística Lagamas promovida pela Cournelius Foundation (2013). Em 2018 co-fundou Toda Matéria, um colectivo multimedial feminino de formação variável. Odete é uma ativista, artista, performer, produtora e DJtransgénero portuguesa que em 2021 venceu a primeira edição do concurso RExFORM, Projeto Internacional de Performance realizado a partir de uma colaboração entre o Maat e a BoCA – Biennial of Contemporary Arts. Odete trabalha entre a performance, o texto, as artes visuais e a música. O seu trabalho é obcecado pela escrita historiográfica, utilizando o erotismo e a paranoia como duas formas somáticas de se relacionar com os materiais de arquivo. Escreve através do seu corpo, especulando biografias de personagens históricas através de prazeres epidérmicos: moda, personalidade, presença, fragrância, graça, sensibilidade. Afirma ser uma filha bastarda de Lúcifer, descendente da prática medieval de pactos satânicos para alterar o corpo sexuado de alguém. Ultimamente, tem pesquisado e trabalhado em torno da construção de pontos de ligação entre histórias &#34;efeminadas&#34;, desde o Castrati barroco até aos dândis do século XIX. Links: https://www.joanadaconceicao.com/ https://www.lehmannsilva.com/artist/joana-da-conceicao/ https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2022/joana-da-conceicao-humanta https://odete.pt/ https://bocabienal.org/artistas/odete/ https://gulbenkian.pt/agenda/odete/ https://farra.pt/portfolio-item/residencias-farra/ Episódio gravado a 25.06.2024 Créditos introdução e final:David Maranha - GuitarraManuel Mota - Guitarra http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStoryHotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa - DGArtes© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 03 Jul 2024 18:23:03 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 133 – Território Falante e outros Laboratórios de Mediação – Conversa com  Cátia Terrinca e Tiago Candeias</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 3 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Cátia Terrinca<strong> </strong>trabalha como actriz, dramaturgista e encenadora, sobretudo no Alentejo e em Cabo Verde. É directora do UMCOLETIVO, no contexto do qual co-programou o Festival A Salto e o ACTO (ambos em Elvas).</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Tiago Candeias é investigador, Mediador Cultural,</p><p>Curador. Mestre em História e Patrimónios e Licenciado em Património Cultural, pela Universidade do Algarve. Pós-graduado em Curadoria de Arte, é Doutorando em História da Arte na NOVA FCSH. É Bolseiro de Investigação no DINÂMIA'CET-ISCTE e escreve regularmente para a Revista Umbigo.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umcoletivo.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umcoletivo.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2023/02/03/culturaipsilon/noticia/armada-intimidade-catia-terrinca-2037222" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2023/02/03/culturaipsilon/noticia/armada-intimidade-catia-terrinca-2037222</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.jornaldenegocios.pt/weekend/detalhe/de-um-a-salto-a-elvas-ou-mergulhe-noutro-festival" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.jornaldenegocios.pt/weekend/detalhe/de-um-a-salto-a-elvas-ou-mergulhe-noutro-festival</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://anoeuropeujuventude.ipdj.gov.pt/activities/conversa-com-tiago-candeias-construindo-pontes-entre-os-jovens-e-o-patrimonio-cultural-2/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://anoeuropeujuventude.ipdj.gov.pt/activities/conversa-com-tiago-candeias-construindo-pontes-entre-os-jovens-e-o-patrimonio-cultural-2/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://nortealentejo.pt/2022/02/21/tiago-candeias-e-embaixador-jovem-do-patrimonio-europeu-2022/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://nortealentejo.pt/2022/02/21/tiago-candeias-e-embaixador-jovem-do-patrimonio-europeu-2022/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/revista/culturas/exposicoes/2024-02-29-Exposicoes-em-Elvas-ha-Sempre-e-Nunca-Mais-as-liberdades-a-que-temos-direito-15501181" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/revista/culturas/exposicoes/2024-02-29-Exposicoes-em-Elvas-ha-Sempre-e-Nunca-Mais-as-liberdades-a-que-temos-direito-15501181</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/programa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/programa/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 20.06.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e</p><p>final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 3 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Cátia Terrinca<strong> </strong>trabalha como actriz, dramaturgista e encenadora, sobretudo no Alentejo e em Cabo Verde. É directora do UMCOLETIVO, no contexto do qual co-programou o Festival A Salto e o ACTO (ambos em Elvas).</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Tiago Candeias é investigador, Mediador Cultural,</p><p>Curador. Mestre em História e Patrimónios e Licenciado em Património Cultural, pela Universidade do Algarve. Pós-graduado em Curadoria de Arte, é Doutorando em História da Arte na NOVA FCSH. É Bolseiro de Investigação no DINÂMIA'CET-ISCTE e escreve regularmente para a Revista Umbigo.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umcoletivo.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umcoletivo.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2023/02/03/culturaipsilon/noticia/armada-intimidade-catia-terrinca-2037222" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2023/02/03/culturaipsilon/noticia/armada-intimidade-catia-terrinca-2037222</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.jornaldenegocios.pt/weekend/detalhe/de-um-a-salto-a-elvas-ou-mergulhe-noutro-festival" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.jornaldenegocios.pt/weekend/detalhe/de-um-a-salto-a-elvas-ou-mergulhe-noutro-festival</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://anoeuropeujuventude.ipdj.gov.pt/activities/conversa-com-tiago-candeias-construindo-pontes-entre-os-jovens-e-o-patrimonio-cultural-2/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://anoeuropeujuventude.ipdj.gov.pt/activities/conversa-com-tiago-candeias-construindo-pontes-entre-os-jovens-e-o-patrimonio-cultural-2/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://nortealentejo.pt/2022/02/21/tiago-candeias-e-embaixador-jovem-do-patrimonio-europeu-2022/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://nortealentejo.pt/2022/02/21/tiago-candeias-e-embaixador-jovem-do-patrimonio-europeu-2022/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/revista/culturas/exposicoes/2024-02-29-Exposicoes-em-Elvas-ha-Sempre-e-Nunca-Mais-as-liberdades-a-que-temos-direito-15501181" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/revista/culturas/exposicoes/2024-02-29-Exposicoes-em-Elvas-ha-Sempre-e-Nunca-Mais-as-liberdades-a-que-temos-direito-15501181</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/programa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/programa/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 20.06.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e</p><p>final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 3 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal. Cátia Terrinca trabalha como actriz, dramaturgista e encenadora, sobretudo no Alentejo e em Cabo Verde. É directora do UMCOLETIVO, no contexto do qual co-programou o Festival A Salto e o ACTO (ambos em Elvas). Tiago Candeias é investigador, Mediador Cultural,Curador. Mestre em História e Patrimónios e Licenciado em Património Cultural, pela Universidade do Algarve. Pós-graduado em Curadoria de Arte, é Doutorando em História da Arte na NOVA FCSH. É Bolseiro de Investigação no DINÂMIA&#39;CET-ISCTE e escreve regularmente para a Revista Umbigo. Links: https://umcoletivo.pt/ https://www.publico.pt/2023/02/03/culturaipsilon/noticia/armada-intimidade-catia-terrinca-2037222 https://www.jornaldenegocios.pt/weekend/detalhe/de-um-a-salto-a-elvas-ou-mergulhe-noutro-festival https://anoeuropeujuventude.ipdj.gov.pt/activities/conversa-com-tiago-candeias-construindo-pontes-entre-os-jovens-e-o-patrimonio-cultural-2/ https://nortealentejo.pt/2022/02/21/tiago-candeias-e-embaixador-jovem-do-patrimonio-europeu-2022/ https://expresso.pt/revista/culturas/exposicoes/2024-02-29-Exposicoes-em-Elvas-ha-Sempre-e-Nunca-Mais-as-liberdades-a-que-temos-direito-15501181 https://farra.pt/programa/  Episódio gravado a 20.06.2024 Créditos introdução efinal:David Maranha - GuitarraManuel Mota - Guitarra  http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa - DGArtes© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 28 Jun 2024 08:34:47 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 132 – Artists Run Spaces – Conversa com Sofia Montanha, Henrique Loja, Mauro Cerqueira e André Sousa</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 2 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Mala&nbsp;é um espaço gerido por&nbsp;Sofia Montanha e Henrique Loja.</p><p>Em janeiro de 2020, iniciaram o espaço nómada de exposições Supermala, que cruza a moda DoItYourself com a produção de arte contemporânea. Desde então, já receberam exposições em Viena, Genebra, Madrid e Lisboa. Em abril de 2021, iniciaram a Mala, uma galeria de arte gerida por artistas, que visa produzir, promover e apoiar artistas portugueses e internacionais em início de carreira.</p><p>&nbsp;</p><p>Uma certa falta de coerência&nbsp;é um espaço criado e gerido por Mauro Cerqueira e André Sousa, dedicado à arte contemporânea, que pretende dinamizar a vida cultural do Porto.</p><p>É uma galeria gerida por artistas onde outros artistas podem apresentar e discutir os seus projectos.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://supermala.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://supermala.org/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umacertafaltadecoerencia.blogspot.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umacertafaltadecoerencia.blogspot.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/supermala/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/supermala/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/uma-certa-falta-de-coerencia/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/uma-certa-falta-de-coerencia/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/supermala/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/supermala/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/uma-certa-falta-de-coerencia/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/uma-certa-falta-de-coerencia/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>20.06.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e</p><p>final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 2 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Mala&nbsp;é um espaço gerido por&nbsp;Sofia Montanha e Henrique Loja.</p><p>Em janeiro de 2020, iniciaram o espaço nómada de exposições Supermala, que cruza a moda DoItYourself com a produção de arte contemporânea. Desde então, já receberam exposições em Viena, Genebra, Madrid e Lisboa. Em abril de 2021, iniciaram a Mala, uma galeria de arte gerida por artistas, que visa produzir, promover e apoiar artistas portugueses e internacionais em início de carreira.</p><p>&nbsp;</p><p>Uma certa falta de coerência&nbsp;é um espaço criado e gerido por Mauro Cerqueira e André Sousa, dedicado à arte contemporânea, que pretende dinamizar a vida cultural do Porto.</p><p>É uma galeria gerida por artistas onde outros artistas podem apresentar e discutir os seus projectos.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://supermala.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://supermala.org/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umacertafaltadecoerencia.blogspot.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umacertafaltadecoerencia.blogspot.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/supermala/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/supermala/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/uma-certa-falta-de-coerencia/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/uma-certa-falta-de-coerencia/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/supermala/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/supermala/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/uma-certa-falta-de-coerencia/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/uma-certa-falta-de-coerencia/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>20.06.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e</p><p>final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 2 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal. Mala é um espaço gerido por Sofia Montanha e Henrique Loja.Em janeiro de 2020, iniciaram o espaço nómada de exposições Supermala, que cruza a moda DoItYourself com a produção de arte contemporânea. Desde então, já receberam exposições em Viena, Genebra, Madrid e Lisboa. Em abril de 2021, iniciaram a Mala, uma galeria de arte gerida por artistas, que visa produzir, promover e apoiar artistas portugueses e internacionais em início de carreira. Uma certa falta de coerência é um espaço criado e gerido por Mauro Cerqueira e André Sousa, dedicado à arte contemporânea, que pretende dinamizar a vida cultural do Porto.É uma galeria gerida por artistas onde outros artistas podem apresentar e discutir os seus projectos. Links: https://supermala.org/ https://umacertafaltadecoerencia.blogspot.com/ https://farra.pt/portfolio-item/supermala/ https://farra.pt/portfolio-item/uma-certa-falta-de-coerencia/ https://farra.pt/portfolio-item/supermala/ https://farra.pt/portfolio-item/uma-certa-falta-de-coerencia/ Episódio gravado a20.06.2024 Créditos introdução efinal:David Maranha - GuitarraManuel Mota - Guitarra http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa - DGArtes© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 26 Jun 2024 09:00:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 131 – FARRA e RPAC – Conversa com Ana Cristina Cachola, Mercedes Vidal-Abarca  e Andreia Guimarães</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 1 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Ana Cristina Cachola, doutorada em Estudos de Cultura pela Universidade Católica Portuguesa. Entre 2017 e 2020, desenvolveu a investigação de pós-doc "A Guerra como Modo de Ver: visualidade bélica na arte contemporânea", financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. É investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Cultura e integra a equipe do projeto europeu 4Cs. Curadora independente, desenvolve programas expositivos nacionais e internacionais, e é responsável pelo projeto curatorial "quéréla" em Lisboa. Suas áreas de investigação incluem Estudos Artísticos, Curatoriais, Teorias da Representação e Estudos de Género. Autora de várias publicações sobre arte contemporânea e práticas feministas interseccionais.</p><p>&nbsp;</p><p>Mercedes Vidal-Abarca<strong> </strong>(Vitoria, Espanha) Depois de viver e estudar em vários países desde os 18 anos, chegou a Portugal em 2008 onde estudou artes plásticas na SBA, Arco e MArt. A ideia de criar uma associação cultural no âmbito das artes num contexto multidisciplinar nasceu em 2014 e começou a funcionar em 2015 sob a sua direção. A relação entre projectos e instituições artísticas, outros agentes culturais e a população local é a sua prioridade, e a cada ano tem-se fortalecido graças a parcerias estratégicas.</p><p>&nbsp;</p><p>Andreia Magalhães<strong>&nbsp;</strong>tem desenvolvido a sua atividade profissional nas áreas da gestão de coleções, programação e produção de exposições.&nbsp;É doutorada pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, tendo desenvolvido parte do programa de doutoramento no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque.&nbsp;É Professora Auxiliar Convidada da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Em Portugal, trabalhou no Museu da Faculdade de Belas Artes, no Museu Nacional de Soares dos Reis e no Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Fora do país trabalhou no Instituto Holandês para Media Art /Montevideo, o Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía, os Museus de Arte Moderna de Nova Iorque e de São Francisco e no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Entre 2013 e 2016 coordenou o serviço de Museologia do Museu do Douro; desde 2017 dirige o Centro de Arte Oliva em São João da Madeira.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://cm-elvas.pt/descobrir/cultura/museus/museu-de-arte-contemporanea/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://cm-elvas.pt/descobrir/cultura/museus/museu-de-arte-contemporanea/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://observador.pt/especiais/no-museu-com-antonio-cachola/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/especiais/no-museu-com-antonio-cachola/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://col-antoniocachola.com%0D/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://col-antoniocachola.com</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cortexfrontal.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cortexfrontal.org/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://centrodearteoliva.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://centrodearteoliva.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/querela/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/querela/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/colecao-a-cachola/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/colecao-a-cachola/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/colecao-norlinda-e-jose-lima/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/colecao-norlinda-e-jose-lima/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/cortex-frontal/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/cortex-frontal/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/appleton-associacao-cultural/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/appleton-associacao-cultural/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>17.06.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 1 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal.</p><p>&nbsp;</p><p>Ana Cristina Cachola, doutorada em Estudos de Cultura pela Universidade Católica Portuguesa. Entre 2017 e 2020, desenvolveu a investigação de pós-doc "A Guerra como Modo de Ver: visualidade bélica na arte contemporânea", financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. É investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Cultura e integra a equipe do projeto europeu 4Cs. Curadora independente, desenvolve programas expositivos nacionais e internacionais, e é responsável pelo projeto curatorial "quéréla" em Lisboa. Suas áreas de investigação incluem Estudos Artísticos, Curatoriais, Teorias da Representação e Estudos de Género. Autora de várias publicações sobre arte contemporânea e práticas feministas interseccionais.</p><p>&nbsp;</p><p>Mercedes Vidal-Abarca<strong> </strong>(Vitoria, Espanha) Depois de viver e estudar em vários países desde os 18 anos, chegou a Portugal em 2008 onde estudou artes plásticas na SBA, Arco e MArt. A ideia de criar uma associação cultural no âmbito das artes num contexto multidisciplinar nasceu em 2014 e começou a funcionar em 2015 sob a sua direção. A relação entre projectos e instituições artísticas, outros agentes culturais e a população local é a sua prioridade, e a cada ano tem-se fortalecido graças a parcerias estratégicas.</p><p>&nbsp;</p><p>Andreia Magalhães<strong>&nbsp;</strong>tem desenvolvido a sua atividade profissional nas áreas da gestão de coleções, programação e produção de exposições.&nbsp;É doutorada pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, tendo desenvolvido parte do programa de doutoramento no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque.&nbsp;É Professora Auxiliar Convidada da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Em Portugal, trabalhou no Museu da Faculdade de Belas Artes, no Museu Nacional de Soares dos Reis e no Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Fora do país trabalhou no Instituto Holandês para Media Art /Montevideo, o Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía, os Museus de Arte Moderna de Nova Iorque e de São Francisco e no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Entre 2013 e 2016 coordenou o serviço de Museologia do Museu do Douro; desde 2017 dirige o Centro de Arte Oliva em São João da Madeira.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://cm-elvas.pt/descobrir/cultura/museus/museu-de-arte-contemporanea/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://cm-elvas.pt/descobrir/cultura/museus/museu-de-arte-contemporanea/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://observador.pt/especiais/no-museu-com-antonio-cachola/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/especiais/no-museu-com-antonio-cachola/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://col-antoniocachola.com%0D/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://col-antoniocachola.com</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cortexfrontal.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cortexfrontal.org/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://centrodearteoliva.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://centrodearteoliva.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/querela/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/querela/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/colecao-a-cachola/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/colecao-a-cachola/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/colecao-norlinda-e-jose-lima/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/colecao-norlinda-e-jose-lima/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/cortex-frontal/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/cortex-frontal/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://farra.pt/portfolio-item/appleton-associacao-cultural/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://farra.pt/portfolio-item/appleton-associacao-cultural/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>17.06.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - DGArtes</p><p><br></p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 1 da temporada especial do Appleton Podcast - FARRA - numa parceria com o MACE, Centro de Arte Oliva e Córtex Frontal. Ana Cristina Cachola, doutorada em Estudos de Cultura pela Universidade Católica Portuguesa. Entre 2017 e 2020, desenvolveu a investigação de pós-doc &#34;A Guerra como Modo de Ver: visualidade bélica na arte contemporânea&#34;, financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. É investigadora do Centro de Estudos de Comunicação e Cultura e integra a equipe do projeto europeu 4Cs. Curadora independente, desenvolve programas expositivos nacionais e internacionais, e é responsável pelo projeto curatorial &#34;quéréla&#34; em Lisboa. Suas áreas de investigação incluem Estudos Artísticos, Curatoriais, Teorias da Representação e Estudos de Género. Autora de várias publicações sobre arte contemporânea e práticas feministas interseccionais. Mercedes Vidal-Abarca (Vitoria, Espanha) Depois de viver e estudar em vários países desde os 18 anos, chegou a Portugal em 2008 onde estudou artes plásticas na SBA, Arco e MArt. A ideia de criar uma associação cultural no âmbito das artes num contexto multidisciplinar nasceu em 2014 e começou a funcionar em 2015 sob a sua direção. A relação entre projectos e instituições artísticas, outros agentes culturais e a população local é a sua prioridade, e a cada ano tem-se fortalecido graças a parcerias estratégicas. Andreia Magalhães tem desenvolvido a sua atividade profissional nas áreas da gestão de coleções, programação e produção de exposições. É doutorada pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, tendo desenvolvido parte do programa de doutoramento no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque. É Professora Auxiliar Convidada da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Em Portugal, trabalhou no Museu da Faculdade de Belas Artes, no Museu Nacional de Soares dos Reis e no Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Fora do país trabalhou no Instituto Holandês para Media Art /Montevideo, o Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofía, os Museus de Arte Moderna de Nova Iorque e de São Francisco e no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo. Entre 2013 e 2016 coordenou o serviço de Museologia do Museu do Douro; desde 2017 dirige o Centro de Arte Oliva em São João da Madeira.  Links: https://cm-elvas.pt/descobrir/cultura/museus/museu-de-arte-contemporanea/ https://observador.pt/especiais/no-museu-com-antonio-cachola/ https://col-antoniocachola.com https://www.cortexfrontal.org/ https://centrodearteoliva.pt/ https://farra.pt/portfolio-item/querela/ https://farra.pt/portfolio-item/colecao-a-cachola/ https://farra.pt/portfolio-item/colecao-norlinda-e-jose-lima/ https://farra.pt/portfolio-item/cortex-frontal/ https://farra.pt/portfolio-item/appleton-associacao-cultural/ Episódio gravado a17.06.2024 Créditos introdução e final:David Maranha - GuitarraManuel Mota - Guitarra http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa - DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa Financiamento:República Portuguesa - DGArtes© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 21 Jun 2024 01:25:16 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 130 – “Exercício experimental da liberdade*” – Conversa com João Fernandes</title>
            <description><![CDATA[  <p>João Fernandes (Bragança, Portugal, 1964) é Diretor Artístico do Instituto Moreira Salles desde agosto de 2019. Antes, foi Subdiretor Artístico do Museu Reina Sofía (Madrid), entre 2012 e 2019. Anteriormente, desempenhou igualmente as funções de Diretor do Museu de Serralves (Porto) entre 2003 e 2012, tendo sido Diretor Adjunto deste Museu entre 1996 e 2002.</p><p>João Fernandes licenciou-se em línguas e literaturas modernas na Universidade do Porto. Foi professor de Estudos Linguísticos no Instituto Politécnico do Porto entre 1988 e 1995. Como curador independente, programou e organizou as Jornadas de Arte Contemporânea do Porto, diversas representações de Portugal nas Bienais de São Paulo, Veneza e Joanesburgo, assim como várias exposições em Portugal e em vários países europeus. É membro de diversos organismos consultivos de museus internacionais e tem participado de vários júris, assim como publicado numerosos textos em catálogos de exposições, revistas e jornais.</p><p><br></p><p>*O título é inspirado numa expressão de Mário Pedrosa citado por João Fernandes na conversa “A Arte é um exercício experimental da liberdade”</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ims.com.br/2019/05/10/ims-tem-novo-diretor-artistico/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ims.com.br/2019/05/10/ims-tem-novo-diretor-artistico/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sandravieirajurgens.com/joao-fernandes-entrevista-tudo-e-possivel-quando-falamos-de-arte" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sandravieirajurgens.com/joao-fernandes-entrevista-tudo-e-possivel-quando-falamos-de-arte</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/lusa/curador-joao-fernandes-na-lista-dos-mais-influentes-na-arte-contemporanea-a-nivel-global-10221061.html/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/lusa/curador-joao-fernandes-na-lista-dos-mais-influentes-na-arte-contemporanea-a-nivel-global-10221061.html/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/cultura/2017-11-26-Joao-Fernandes-Os-meus-professores-foram-os-artistas" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/cultura/2017-11-26-Joao-Fernandes-Os-meus-professores-foram-os-artistas</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.tsf.pt/portugal/cultura/a-cultura-portuguesa-tem-de-se-descolonizar-da-sua-propria-historia-12537609.html/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.tsf.pt/portugal/cultura/a-cultura-portuguesa-tem-de-se-descolonizar-da-sua-propria-historia-12537609.html/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2019/05/10/culturaipsilon/noticia/joao-fernandes-sai-reina-sofia-ir-dirigir-instituto-moreira-salles-brasil-1872240" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2019/05/10/culturaipsilon/noticia/joao-fernandes-sai-reina-sofia-ir-dirigir-instituto-moreira-salles-brasil-1872240</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=yzEQ_LfSK5I" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=yzEQ_LfSK5I</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 09.04.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p><br></p><p>Música final: Nhamandu Miri © Memória Viva Guarani, escrita por Sapucai, produzida por MCD</p><p>(Nhamundi miri significa pequeno sol em guarani)</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>João Fernandes (Bragança, Portugal, 1964) é Diretor Artístico do Instituto Moreira Salles desde agosto de 2019. Antes, foi Subdiretor Artístico do Museu Reina Sofía (Madrid), entre 2012 e 2019. Anteriormente, desempenhou igualmente as funções de Diretor do Museu de Serralves (Porto) entre 2003 e 2012, tendo sido Diretor Adjunto deste Museu entre 1996 e 2002.</p><p>João Fernandes licenciou-se em línguas e literaturas modernas na Universidade do Porto. Foi professor de Estudos Linguísticos no Instituto Politécnico do Porto entre 1988 e 1995. Como curador independente, programou e organizou as Jornadas de Arte Contemporânea do Porto, diversas representações de Portugal nas Bienais de São Paulo, Veneza e Joanesburgo, assim como várias exposições em Portugal e em vários países europeus. É membro de diversos organismos consultivos de museus internacionais e tem participado de vários júris, assim como publicado numerosos textos em catálogos de exposições, revistas e jornais.</p><p><br></p><p>*O título é inspirado numa expressão de Mário Pedrosa citado por João Fernandes na conversa “A Arte é um exercício experimental da liberdade”</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ims.com.br/2019/05/10/ims-tem-novo-diretor-artistico/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ims.com.br/2019/05/10/ims-tem-novo-diretor-artistico/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sandravieirajurgens.com/joao-fernandes-entrevista-tudo-e-possivel-quando-falamos-de-arte" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sandravieirajurgens.com/joao-fernandes-entrevista-tudo-e-possivel-quando-falamos-de-arte</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/lusa/curador-joao-fernandes-na-lista-dos-mais-influentes-na-arte-contemporanea-a-nivel-global-10221061.html/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/lusa/curador-joao-fernandes-na-lista-dos-mais-influentes-na-arte-contemporanea-a-nivel-global-10221061.html/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/cultura/2017-11-26-Joao-Fernandes-Os-meus-professores-foram-os-artistas" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/cultura/2017-11-26-Joao-Fernandes-Os-meus-professores-foram-os-artistas</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.tsf.pt/portugal/cultura/a-cultura-portuguesa-tem-de-se-descolonizar-da-sua-propria-historia-12537609.html/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.tsf.pt/portugal/cultura/a-cultura-portuguesa-tem-de-se-descolonizar-da-sua-propria-historia-12537609.html/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2019/05/10/culturaipsilon/noticia/joao-fernandes-sai-reina-sofia-ir-dirigir-instituto-moreira-salles-brasil-1872240" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2019/05/10/culturaipsilon/noticia/joao-fernandes-sai-reina-sofia-ir-dirigir-instituto-moreira-salles-brasil-1872240</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=yzEQ_LfSK5I" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=yzEQ_LfSK5I</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 09.04.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p><br></p><p>Música final: Nhamandu Miri © Memória Viva Guarani, escrita por Sapucai, produzida por MCD</p><p>(Nhamundi miri significa pequeno sol em guarani)</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>João Fernandes (Bragança, Portugal, 1964) é Diretor Artístico do Instituto Moreira Salles desde agosto de 2019. Antes, foi Subdiretor Artístico do Museu Reina Sofía (Madrid), entre 2012 e 2019. Anteriormente, desempenhou igualmente as funções de Diretor do Museu de Serralves (Porto) entre 2003 e 2012, tendo sido Diretor Adjunto deste Museu entre 1996 e 2002.João Fernandes licenciou-se em línguas e literaturas modernas na Universidade do Porto. Foi professor de Estudos Linguísticos no Instituto Politécnico do Porto entre 1988 e 1995. Como curador independente, programou e organizou as Jornadas de Arte Contemporânea do Porto, diversas representações de Portugal nas Bienais de São Paulo, Veneza e Joanesburgo, assim como várias exposições em Portugal e em vários países europeus. É membro de diversos organismos consultivos de museus internacionais e tem participado de vários júris, assim como publicado numerosos textos em catálogos de exposições, revistas e jornais.*O título é inspirado numa expressão de Mário Pedrosa citado por João Fernandes na conversa “A Arte é um exercício experimental da liberdade”Links: https://ims.com.br/2019/05/10/ims-tem-novo-diretor-artistico/ https://sandravieirajurgens.com/joao-fernandes-entrevista-tudo-e-possivel-quando-falamos-de-arte https://www.dn.pt/lusa/curador-joao-fernandes-na-lista-dos-mais-influentes-na-arte-contemporanea-a-nivel-global-10221061.html/ https://expresso.pt/cultura/2017-11-26-Joao-Fernandes-Os-meus-professores-foram-os-artistas https://www.tsf.pt/portugal/cultura/a-cultura-portuguesa-tem-de-se-descolonizar-da-sua-propria-historia-12537609.html/ https://www.publico.pt/2019/05/10/culturaipsilon/noticia/joao-fernandes-sai-reina-sofia-ir-dirigir-instituto-moreira-salles-brasil-1872240 https://www.youtube.com/watch?v=yzEQ_LfSK5I Episódio gravado a 09.04.2024 Créditos introdução:David Maranha - GuitarraManuel Mota - GuitarraMúsica final: Nhamandu Miri © Memória Viva Guarani, escrita por Sapucai, produzida por MCD(Nhamundi miri significa pequeno sol em guarani) http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 13 Jun 2024 11:59:05 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 129 – “O espaço, a curadoria.” – Conversa com Joana Valsassina</title>
            <description><![CDATA[  <p>Joana Valsassina é curadora do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, onde coordena o Programa Nacional de Itinerâncias da Coleção de Serralves. Formada em museologia pela</p><p>New York University e em arquitetura pela Universidade de Lisboa, trabalhou anteriormente</p><p>como curadora independente e integrou equipas curatoriais de instituições como o MAAT, em Lisboa, o MoMA e o The Drawing Center em Nova Iorque.</p><p>Ao longo do seu percurso profissional tem trabalhado com artistas portugueses e internacionais como Leonor Antunes, Julião Sarmento, Cabrita, Silvestre Pestana, Rui Chafes, Pope.L, Susana Mendes Silva, Ana Guedes, Claire Santa Coloma, Sara Chang Yan, Joanna Piotrowska, Horácio Furtuoso, Gabriela Salazar ou Jennifer May.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://momsgallery67.com/whats-motherly-about-moms-gallery" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://momsgallery67.com/whats-motherly-about-moms-gallery</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2018/06/20/remain-alert-and-have-a-safe-day/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2018/06/20/remain-alert-and-have-a-safe-day/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.moma.org/calendar/exhibitions/3931" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.moma.org/calendar/exhibitions/3931</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=6dLRkjFcCcA" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=6dLRkjFcCcA</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=5bGpSNzIwV0" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=5bGpSNzIwV0</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 22.03.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p><br></p><p>Música final: Capicua, Quadrado Perfeito, Universal Music Portugal SA</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Joana Valsassina é curadora do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, onde coordena o Programa Nacional de Itinerâncias da Coleção de Serralves. Formada em museologia pela</p><p>New York University e em arquitetura pela Universidade de Lisboa, trabalhou anteriormente</p><p>como curadora independente e integrou equipas curatoriais de instituições como o MAAT, em Lisboa, o MoMA e o The Drawing Center em Nova Iorque.</p><p>Ao longo do seu percurso profissional tem trabalhado com artistas portugueses e internacionais como Leonor Antunes, Julião Sarmento, Cabrita, Silvestre Pestana, Rui Chafes, Pope.L, Susana Mendes Silva, Ana Guedes, Claire Santa Coloma, Sara Chang Yan, Joanna Piotrowska, Horácio Furtuoso, Gabriela Salazar ou Jennifer May.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://momsgallery67.com/whats-motherly-about-moms-gallery" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://momsgallery67.com/whats-motherly-about-moms-gallery</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2018/06/20/remain-alert-and-have-a-safe-day/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2018/06/20/remain-alert-and-have-a-safe-day/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.moma.org/calendar/exhibitions/3931" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.moma.org/calendar/exhibitions/3931</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=6dLRkjFcCcA" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=6dLRkjFcCcA</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=5bGpSNzIwV0" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=5bGpSNzIwV0</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 22.03.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p><br></p><p>Música final: Capicua, Quadrado Perfeito, Universal Music Portugal SA</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Joana Valsassina é curadora do Museu de Arte Contemporânea de Serralves, onde coordena o Programa Nacional de Itinerâncias da Coleção de Serralves. Formada em museologia pelaNew York University e em arquitetura pela Universidade de Lisboa, trabalhou anteriormentecomo curadora independente e integrou equipas curatoriais de instituições como o MAAT, em Lisboa, o MoMA e o The Drawing Center em Nova Iorque.Ao longo do seu percurso profissional tem trabalhado com artistas portugueses e internacionais como Leonor Antunes, Julião Sarmento, Cabrita, Silvestre Pestana, Rui Chafes, Pope.L, Susana Mendes Silva, Ana Guedes, Claire Santa Coloma, Sara Chang Yan, Joanna Piotrowska, Horácio Furtuoso, Gabriela Salazar ou Jennifer May. Links: https://momsgallery67.com/whats-motherly-about-moms-gallery https://umbigomagazine.com/pt/blog/2018/06/20/remain-alert-and-have-a-safe-day/ https://www.moma.org/calendar/exhibitions/3931 https://www.youtube.com/watch?v=6dLRkjFcCcA https://www.youtube.com/watch?v=5bGpSNzIwV0  Episódio gravado a 22.03.2024 Créditos introdução:David Maranha - GuitarraManuel Mota - GuitarraMúsica final: Capicua, Quadrado Perfeito, Universal Music Portugal SA http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 07 Jun 2024 19:20:33 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 128 – “Ressintonização afectiva” – Conversa com Catarina Mil-Homens</title>
            <description><![CDATA[  <p>Catarina Mil-Homens é uma artista e investigadora portuguesa com uma prática artística multidisciplinar que abrange os meios da instalação, desenho, vídeo, pintura e escultura. A sua investigação centra-se na exploração do papel da consciência na relação entre mente e corpo, com um interesse especial no impacto desta relação nas emoções, na saúde e nas construções sociais e identitárias.</p><p>&nbsp;</p><p>O trabalho de Mil-Homens caracteriza-se por um profundo envolvimento com as questões fundamentais que estão na base da nossa experiência do mundo que nos rodeia. Em última análise, o seu processo criativo é impulsionado por um desejo de explorar os limites da experiência humana e de ultrapassar as fronteiras do que atualmente compreendemos sobre a natureza da realidade.</p><p>&nbsp;</p><p>Mil-Homens tem uma formação artística diversificada, tendo-se licenciado com um Research MFA pela VCA - The University of Melbourne, uma licenciatura em Pintura pela Universidade de Lisboa e uma licenciatura em Design pelo IADE - Faculdade de Design, Tecnologia e Comunicação. Mil-Homens estudou também representação na Academia de Cinema e Televisão de Lisboa e ourivesaria na Contacto Direct Goldsmith School de Lisboa</p><p>.</p><p>Mil-Homens recebeu a bolsa da VCA - Victorian College of the Arts Foundation Bursary e a bolsa da Auchant Foundation. A sua obra <em>We Are Also The Ghost</em> foi apresentada na exposição principal de Arte Macau: The Statistics of Fortune - Bienal Internacional de Arte de Macau 2023, CN. As suas exposições anteriores incluem exposições individuais e colectivas, tais como: “We Are Also The Ghost” na galeria UmaLulik, 2022, PT. “[tempo] destempo”, Plataforma Revolver, 2022, PT; “On The Blade”, Uma Lulik__ gallery, 2019, PT; “Intermater, Arcade project space”, 2017, AU; “Who is Mr Favisar?”, Trocadelo gallery, 2015, AU; “Summer Calling”, Sala do veado, Museu Nacional de História Natural, 2013, PT; e “It's Not Always Straight”, Galeria Módulo, 2013, PT.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.catarinamilhomens.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.catarinamilhomens.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umalulikgallery.com/artistas/catarina-mil-homens-3/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umalulikgallery.com/artistas/catarina-mil-homens-3/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/09/29/we-are-also-the-ghosts-catarina-mil-homens-na-uma-lulik_/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/09/29/we-are-also-the-ghosts-catarina-mil-homens-na-uma-lulik_/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://eumoceano.pt/artistas/catarina-mil-homens/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://eumoceano.pt/artistas/catarina-mil-homens/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=0LOmA3DvwZw" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=0LOmA3DvwZw</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 28.05.2024</p><p><br></p><p>Créditos introdução:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>Música final: Claude Debussy - Prelude to the Afternoon of a Faun</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Catarina Mil-Homens é uma artista e investigadora portuguesa com uma prática artística multidisciplinar que abrange os meios da instalação, desenho, vídeo, pintura e escultura. A sua investigação centra-se na exploração do papel da consciência na relação entre mente e corpo, com um interesse especial no impacto desta relação nas emoções, na saúde e nas construções sociais e identitárias.</p><p>&nbsp;</p><p>O trabalho de Mil-Homens caracteriza-se por um profundo envolvimento com as questões fundamentais que estão na base da nossa experiência do mundo que nos rodeia. Em última análise, o seu processo criativo é impulsionado por um desejo de explorar os limites da experiência humana e de ultrapassar as fronteiras do que atualmente compreendemos sobre a natureza da realidade.</p><p>&nbsp;</p><p>Mil-Homens tem uma formação artística diversificada, tendo-se licenciado com um Research MFA pela VCA - The University of Melbourne, uma licenciatura em Pintura pela Universidade de Lisboa e uma licenciatura em Design pelo IADE - Faculdade de Design, Tecnologia e Comunicação. Mil-Homens estudou também representação na Academia de Cinema e Televisão de Lisboa e ourivesaria na Contacto Direct Goldsmith School de Lisboa</p><p>.</p><p>Mil-Homens recebeu a bolsa da VCA - Victorian College of the Arts Foundation Bursary e a bolsa da Auchant Foundation. A sua obra <em>We Are Also The Ghost</em> foi apresentada na exposição principal de Arte Macau: The Statistics of Fortune - Bienal Internacional de Arte de Macau 2023, CN. As suas exposições anteriores incluem exposições individuais e colectivas, tais como: “We Are Also The Ghost” na galeria UmaLulik, 2022, PT. “[tempo] destempo”, Plataforma Revolver, 2022, PT; “On The Blade”, Uma Lulik__ gallery, 2019, PT; “Intermater, Arcade project space”, 2017, AU; “Who is Mr Favisar?”, Trocadelo gallery, 2015, AU; “Summer Calling”, Sala do veado, Museu Nacional de História Natural, 2013, PT; e “It's Not Always Straight”, Galeria Módulo, 2013, PT.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.catarinamilhomens.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.catarinamilhomens.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umalulikgallery.com/artistas/catarina-mil-homens-3/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umalulikgallery.com/artistas/catarina-mil-homens-3/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/09/29/we-are-also-the-ghosts-catarina-mil-homens-na-uma-lulik_/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/09/29/we-are-also-the-ghosts-catarina-mil-homens-na-uma-lulik_/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://eumoceano.pt/artistas/catarina-mil-homens/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://eumoceano.pt/artistas/catarina-mil-homens/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=0LOmA3DvwZw" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=0LOmA3DvwZw</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 28.05.2024</p><p><br></p><p>Créditos introdução:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;</p><p>Música final: Claude Debussy - Prelude to the Afternoon of a Faun</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Catarina Mil-Homens é uma artista e investigadora portuguesa com uma prática artística multidisciplinar que abrange os meios da instalação, desenho, vídeo, pintura e escultura. A sua investigação centra-se na exploração do papel da consciência na relação entre mente e corpo, com um interesse especial no impacto desta relação nas emoções, na saúde e nas construções sociais e identitárias. O trabalho de Mil-Homens caracteriza-se por um profundo envolvimento com as questões fundamentais que estão na base da nossa experiência do mundo que nos rodeia. Em última análise, o seu processo criativo é impulsionado por um desejo de explorar os limites da experiência humana e de ultrapassar as fronteiras do que atualmente compreendemos sobre a natureza da realidade. Mil-Homens tem uma formação artística diversificada, tendo-se licenciado com um Research MFA pela VCA - The University of Melbourne, uma licenciatura em Pintura pela Universidade de Lisboa e uma licenciatura em Design pelo IADE - Faculdade de Design, Tecnologia e Comunicação. Mil-Homens estudou também representação na Academia de Cinema e Televisão de Lisboa e ourivesaria na Contacto Direct Goldsmith School de Lisboa.Mil-Homens recebeu a bolsa da VCA - Victorian College of the Arts Foundation Bursary e a bolsa da Auchant Foundation. A sua obra We Are Also The Ghost foi apresentada na exposição principal de Arte Macau: The Statistics of Fortune - Bienal Internacional de Arte de Macau 2023, CN. As suas exposições anteriores incluem exposições individuais e colectivas, tais como: “We Are Also The Ghost” na galeria UmaLulik, 2022, PT. “[tempo] destempo”, Plataforma Revolver, 2022, PT; “On The Blade”, Uma Lulik__ gallery, 2019, PT; “Intermater, Arcade project space”, 2017, AU; “Who is Mr Favisar?”, Trocadelo gallery, 2015, AU; “Summer Calling”, Sala do veado, Museu Nacional de História Natural, 2013, PT; e “It&#39;s Not Always Straight”, Galeria Módulo, 2013, PT.  Links: https://www.catarinamilhomens.com/ https://umalulikgallery.com/artistas/catarina-mil-homens-3/ https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/09/29/we-are-also-the-ghosts-catarina-mil-homens-na-uma-lulik_/ https://eumoceano.pt/artistas/catarina-mil-homens/ https://www.youtube.com/watch?v=0LOmA3DvwZw  Episódio gravado a 28.05.2024Créditos introdução:David Maranha - GuitarraManuel Mota - Guitarra Música final: Claude Debussy - Prelude to the Afternoon of a Faun http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 31 May 2024 17:18:29 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 127 – “History of the future” – Conversa com Suso Fandiño</title>
            <description><![CDATA[  <p>Suso Fandiño (1971) nasceu e cresceu em Santiago de Compostela, Espanha. Em adolescente, gostava de ver livros de arte ilustrados, mostrou interesse pelo cinema,</p><p>pelas artes visuais e pela cena musical underground, sendo membro ativo de várias bandas locais. Estudou História da Arte na Universidade de Santiago de Compostela e Artes na Universidade de Vigo.</p><p>Nos anos iniciais da sua carreira, fez parte de um movimento emergente na Galiza, que se destacou pela mudança de direção nos conceitos artísticos em relação à geração anterior (Geração Atlântica - próxima do neo-expressionismo do início dos anos oitenta).</p><p>Em 2001, realizou a sua primeira exposição individual Coleção de amostras; na Galeria Ad Hoc de Vigo, dirigida por Inés Ramiro. No ano seguinte, participou também na exposição MARCO Indisciplinados;, comissariada por Nuria Güel. Suso Fandiño inicia aqui a sua aproximação ao apropriacionismo e à utilização da história da arte como matéria-prima nas suas obras.</p><p>Em 2011 mudou-se para Londres desenvolvendo vários projectos em diferentes áreas. Mapping, Ephemeral Landscapes e Short-lived exhibitions fazem parte desta</p><p>etapa no seu projeto pessoal e carreira.</p><p>Ao longo da sua carreira, tem vindo a retirar imagens e formas de obras de artistas e fotógrafos conhecidos e de renome, minando as noções convencionais de</p><p>originalidade, mestria artística e autoria. As suas obras levam a cabo um debate sobre a situação atual das artes e a sua relação com o contexto político e social envolvente. Outras propostas têm-se centrado no texto como ferramenta, estando estas normalmente relacionadas com os métodos de aprendizagem académicos e a sua relação com a arte e os artistas. “A personalidade do artista” é também tema em algumas das suas obras - o seu papel atual na sociedade e no ambiente geral da arte e da cultura.</p><p>As suas obras foram adquiridas por colecionadores de todo o mundo, museus e instituições de arte, sendo considerado um membro importante da sua geração.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://susofandino.com/fandino/en/bio" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://susofandino.com/fandino/en/bio</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://cgac.xunta.gal/en/exhibitions/suso-fandino-wunderkammer-0" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://cgac.xunta.gal/en/exhibitions/suso-fandino-wunderkammer-0</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.galeriapedrooliveira.com/salaposteite/press/press_suso_fandino_ES.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.galeriapedrooliveira.com/salaposteite/press/press_suso_fandino_ES.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.uvigo.gal/es/universidad/comunicacion/duvi/artista-profesor-suso-fandino-explora-cgac-dimension-politica-arte" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.uvigo.gal/es/universidad/comunicacion/duvi/artista-profesor-suso-fandino-explora-cgac-dimension-politica-arte</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.marcovigo.com/es/content/suso-fandino-0" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.marcovigo.com/es/content/suso-fandino-0</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.lavozdegalicia.es/noticia/santiago/2022/02/08/cgac-pone-foco-obra-artista-compostelano-suso-fandino/0003_202202S8C69915.htm" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.lavozdegalicia.es/noticia/santiago/2022/02/08/cgac-pone-foco-obra-artista-compostelano-suso-fandino/0003_202202S8C69915.htm</a></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=SPDXX-f1ZwE" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=SPDXX-f1ZwE</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 23.05.2024</p><p><br></p><p>Créditos introdução:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Créditos música final:</p><p>It's The End Of The World As We Know It</p><p>Performed by R.E.M. / Written by Michael Stipe, Mike Mills, Peter Buck, William Thomas Berry / Produced by Scott Litt, R.E.M.</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Suso Fandiño (1971) nasceu e cresceu em Santiago de Compostela, Espanha. Em adolescente, gostava de ver livros de arte ilustrados, mostrou interesse pelo cinema,</p><p>pelas artes visuais e pela cena musical underground, sendo membro ativo de várias bandas locais. Estudou História da Arte na Universidade de Santiago de Compostela e Artes na Universidade de Vigo.</p><p>Nos anos iniciais da sua carreira, fez parte de um movimento emergente na Galiza, que se destacou pela mudança de direção nos conceitos artísticos em relação à geração anterior (Geração Atlântica - próxima do neo-expressionismo do início dos anos oitenta).</p><p>Em 2001, realizou a sua primeira exposição individual Coleção de amostras; na Galeria Ad Hoc de Vigo, dirigida por Inés Ramiro. No ano seguinte, participou também na exposição MARCO Indisciplinados;, comissariada por Nuria Güel. Suso Fandiño inicia aqui a sua aproximação ao apropriacionismo e à utilização da história da arte como matéria-prima nas suas obras.</p><p>Em 2011 mudou-se para Londres desenvolvendo vários projectos em diferentes áreas. Mapping, Ephemeral Landscapes e Short-lived exhibitions fazem parte desta</p><p>etapa no seu projeto pessoal e carreira.</p><p>Ao longo da sua carreira, tem vindo a retirar imagens e formas de obras de artistas e fotógrafos conhecidos e de renome, minando as noções convencionais de</p><p>originalidade, mestria artística e autoria. As suas obras levam a cabo um debate sobre a situação atual das artes e a sua relação com o contexto político e social envolvente. Outras propostas têm-se centrado no texto como ferramenta, estando estas normalmente relacionadas com os métodos de aprendizagem académicos e a sua relação com a arte e os artistas. “A personalidade do artista” é também tema em algumas das suas obras - o seu papel atual na sociedade e no ambiente geral da arte e da cultura.</p><p>As suas obras foram adquiridas por colecionadores de todo o mundo, museus e instituições de arte, sendo considerado um membro importante da sua geração.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://susofandino.com/fandino/en/bio" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://susofandino.com/fandino/en/bio</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://cgac.xunta.gal/en/exhibitions/suso-fandino-wunderkammer-0" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://cgac.xunta.gal/en/exhibitions/suso-fandino-wunderkammer-0</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.galeriapedrooliveira.com/salaposteite/press/press_suso_fandino_ES.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.galeriapedrooliveira.com/salaposteite/press/press_suso_fandino_ES.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.uvigo.gal/es/universidad/comunicacion/duvi/artista-profesor-suso-fandino-explora-cgac-dimension-politica-arte" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.uvigo.gal/es/universidad/comunicacion/duvi/artista-profesor-suso-fandino-explora-cgac-dimension-politica-arte</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.marcovigo.com/es/content/suso-fandino-0" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.marcovigo.com/es/content/suso-fandino-0</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.lavozdegalicia.es/noticia/santiago/2022/02/08/cgac-pone-foco-obra-artista-compostelano-suso-fandino/0003_202202S8C69915.htm" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.lavozdegalicia.es/noticia/santiago/2022/02/08/cgac-pone-foco-obra-artista-compostelano-suso-fandino/0003_202202S8C69915.htm</a></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=SPDXX-f1ZwE" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=SPDXX-f1ZwE</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 23.05.2024</p><p><br></p><p>Créditos introdução:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Créditos música final:</p><p>It's The End Of The World As We Know It</p><p>Performed by R.E.M. / Written by Michael Stipe, Mike Mills, Peter Buck, William Thomas Berry / Produced by Scott Litt, R.E.M.</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Suso Fandiño (1971) nasceu e cresceu em Santiago de Compostela, Espanha. Em adolescente, gostava de ver livros de arte ilustrados, mostrou interesse pelo cinema,pelas artes visuais e pela cena musical underground, sendo membro ativo de várias bandas locais. Estudou História da Arte na Universidade de Santiago de Compostela e Artes na Universidade de Vigo.Nos anos iniciais da sua carreira, fez parte de um movimento emergente na Galiza, que se destacou pela mudança de direção nos conceitos artísticos em relação à geração anterior (Geração Atlântica - próxima do neo-expressionismo do início dos anos oitenta).Em 2001, realizou a sua primeira exposição individual Coleção de amostras; na Galeria Ad Hoc de Vigo, dirigida por Inés Ramiro. No ano seguinte, participou também na exposição MARCO Indisciplinados;, comissariada por Nuria Güel. Suso Fandiño inicia aqui a sua aproximação ao apropriacionismo e à utilização da história da arte como matéria-prima nas suas obras.Em 2011 mudou-se para Londres desenvolvendo vários projectos em diferentes áreas. Mapping, Ephemeral Landscapes e Short-lived exhibitions fazem parte destaetapa no seu projeto pessoal e carreira.Ao longo da sua carreira, tem vindo a retirar imagens e formas de obras de artistas e fotógrafos conhecidos e de renome, minando as noções convencionais deoriginalidade, mestria artística e autoria. As suas obras levam a cabo um debate sobre a situação atual das artes e a sua relação com o contexto político e social envolvente. Outras propostas têm-se centrado no texto como ferramenta, estando estas normalmente relacionadas com os métodos de aprendizagem académicos e a sua relação com a arte e os artistas. “A personalidade do artista” é também tema em algumas das suas obras - o seu papel atual na sociedade e no ambiente geral da arte e da cultura.As suas obras foram adquiridas por colecionadores de todo o mundo, museus e instituições de arte, sendo considerado um membro importante da sua geração. Links: http://susofandino.com/fandino/en/bio https://cgac.xunta.gal/en/exhibitions/suso-fandino-wunderkammer-0 https://www.galeriapedrooliveira.com/salaposteite/press/press_suso_fandino_ES.pdf https://www.uvigo.gal/es/universidad/comunicacion/duvi/artista-profesor-suso-fandino-explora-cgac-dimension-politica-arte https://www.marcovigo.com/es/content/suso-fandino-0 https://www.lavozdegalicia.es/noticia/santiago/2022/02/08/cgac-pone-foco-obra-artista-compostelano-suso-fandino/0003_202202S8C69915.htmhttps://www.youtube.com/watch?v=SPDXX-f1ZwE Episódio gravado a 23.05.2024Créditos introdução:David Maranha - GuitarraManuel Mota - Guitarra  Créditos música final:It&#39;s The End Of The World As We Know ItPerformed by R.E.M. / Written by Michael Stipe, Mike Mills, Peter Buck, William Thomas Berry / Produced by Scott Litt, R.E.M. http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados </itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 25 May 2024 01:09:23 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 126 - &#34;Fazer ou Morrer&#34; - Conversa com Bárbara Paz</title>
            <description><![CDATA[  <p>Bárbara Paz, Brasil (Rio Grande do Sul) 1974 é atriz, realizadora, produtora e artista visual. No teatro, trabalhou em mais de 25 peças, protagonizando espetáculos de Oscar Wilde a Tennessee Williams. Em 2013, pela sua trajetória como atriz, recebeu do Ministério da Cultura a Medalha Cavaleiro 2013, Honra ao Mérito Cultural do Ministério da Cultura.</p><p>Na TV Bárbara já participou em várias séries e novelas. Apresentou por 4 anos o programa A Arte do Encontro, no Canal Brasil, onde conversava com grandes nomes do cenário artístico brasileiro. No cinema, como atriz participou em várias longas e curtas- metragens incluindo Meu amigo Hindu, último filme de Hector Babenco ao lado de Willem Dafoe. Como realizadora entrou no universo das curtas-metragens, produzindo e dirigindo programas e filmes. O Documentário "Babenco - Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou" a sua primeira longa-metragem, teve estreia no grande Festival Internacional de Veneza, ganhando o prêmio de Melhor Documentário Venice Classics 2019. O filme viajou o mundo por vários Festivais recebendo inúmeros prêmios entre os quais 4 prêmios no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2021, incluindo Melhor Documentário e Melhor Primeira Direção. O filme foi indicado para representar o Brasil como melhor filme internacional no Oscar (93rd Academy Awards). Em 2018 publicou o livro ' Mr.Babenco Solilóquio a dois sem um (memórias e poemas de Hector Babenco) pela Editora Nós. Durante o isolamento social Bárbara criou um diário visual da sua solidão, através de fotos e Video-arte e dirigiu a curta-metragem ATO sobre a solidão filmado em Ouro Preto durante a pandemia. O filme teve estreia no ano seguinte - 2021 novamente no Festival Internacional de Veneza e ganhou o Grande Otelo no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro Melhor curta-metragem ficção 2022 Atualmente Bárbara está com a exposição AUTO-Acusação - Sobre suas cicatrizes que passou por São Paulo, Rio de Janeiro chegando agora à Europa a Portugal aqui na Appleton. Está em fase de desenvolvimento do seu próximo filme.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.barbarapaz.com.br/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.barbarapaz.com.br/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/05/barbara-paz-revisita-objetos-que-cortaram-seu-corpo-em-exposicao-em-sao-paulo.shtml" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/05/barbara-paz-revisita-objetos-que-cortaram-seu-corpo-em-exposicao-em-sao-paulo.shtml</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://diariodorio.com/barbara-paz-estreia-mostra-auto-acusacao-neste-sabado-no-centro-de-artes-helio-oiticica/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://diariodorio.com/barbara-paz-estreia-mostra-auto-acusacao-neste-sabado-no-centro-de-artes-helio-oiticica/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p260/e769618/prova-oral" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p260/e769618/prova-oral</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/6132285264/atriz-barbara-paz-apresenta-seu-eu-real-em-exposicao-audiovisual-ate-quinta-feira-em-lisboa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/6132285264/atriz-barbara-paz-apresenta-seu-eu-real-em-exposicao-audiovisual-ate-quinta-feira-em-lisboa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p12709/e768478/ensaio" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p12709/e768478/ensaio</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://institutodecinema.com.br/mais/conteudo/barbara-paz-vence-importante-premio-de-cinema-em-festival-de-veneza-pela-direcao-de-babenco-alguem-tem-que-ouvir-o-coracao-e-dizer-parou" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://institutodecinema.com.br/mais/conteudo/barbara-paz-vence-importante-premio-de-cinema-em-festival-de-veneza-pela-direcao-de-babenco-alguem-tem-que-ouvir-o-coracao-e-dizer-parou</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=TLoWOIkKmEU" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=TLoWOIkKmEU</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://c7nema.net/entrevistas/item/104531-o-pequeno-grande-ato-de-barbara-paz-em-veneza.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://c7nema.net/entrevistas/item/104531-o-pequeno-grande-ato-de-barbara-paz-em-veneza.html</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 15.05.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p><br></p><p>Créditos música final:</p><p>Provided to YouTube by Universal Music Group I'll Be Your Mirror · The Velvet Underground · Nico The Velvet Underground &amp; Nico 45th Anniversary ℗ A Republic Records Release; ℗ 1967 UMG Recordings, Inc. Released on: 2012-01-01 Producer: Andy Warhol Associated Performer, Recording Arranger: The Velvet Underground Studio Personnel, Engineer: Omi Haden Studio Personnel, Engineer: Norman Dolph Studio Personnel, Engineer: John Licata Composer Lyricist: Lou Reed Auto-generated by YouTube.</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Bárbara Paz, Brasil (Rio Grande do Sul) 1974 é atriz, realizadora, produtora e artista visual. No teatro, trabalhou em mais de 25 peças, protagonizando espetáculos de Oscar Wilde a Tennessee Williams. Em 2013, pela sua trajetória como atriz, recebeu do Ministério da Cultura a Medalha Cavaleiro 2013, Honra ao Mérito Cultural do Ministério da Cultura.</p><p>Na TV Bárbara já participou em várias séries e novelas. Apresentou por 4 anos o programa A Arte do Encontro, no Canal Brasil, onde conversava com grandes nomes do cenário artístico brasileiro. No cinema, como atriz participou em várias longas e curtas- metragens incluindo Meu amigo Hindu, último filme de Hector Babenco ao lado de Willem Dafoe. Como realizadora entrou no universo das curtas-metragens, produzindo e dirigindo programas e filmes. O Documentário "Babenco - Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou" a sua primeira longa-metragem, teve estreia no grande Festival Internacional de Veneza, ganhando o prêmio de Melhor Documentário Venice Classics 2019. O filme viajou o mundo por vários Festivais recebendo inúmeros prêmios entre os quais 4 prêmios no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2021, incluindo Melhor Documentário e Melhor Primeira Direção. O filme foi indicado para representar o Brasil como melhor filme internacional no Oscar (93rd Academy Awards). Em 2018 publicou o livro ' Mr.Babenco Solilóquio a dois sem um (memórias e poemas de Hector Babenco) pela Editora Nós. Durante o isolamento social Bárbara criou um diário visual da sua solidão, através de fotos e Video-arte e dirigiu a curta-metragem ATO sobre a solidão filmado em Ouro Preto durante a pandemia. O filme teve estreia no ano seguinte - 2021 novamente no Festival Internacional de Veneza e ganhou o Grande Otelo no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro Melhor curta-metragem ficção 2022 Atualmente Bárbara está com a exposição AUTO-Acusação - Sobre suas cicatrizes que passou por São Paulo, Rio de Janeiro chegando agora à Europa a Portugal aqui na Appleton. Está em fase de desenvolvimento do seu próximo filme.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.barbarapaz.com.br/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.barbarapaz.com.br/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/05/barbara-paz-revisita-objetos-que-cortaram-seu-corpo-em-exposicao-em-sao-paulo.shtml" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/05/barbara-paz-revisita-objetos-que-cortaram-seu-corpo-em-exposicao-em-sao-paulo.shtml</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://diariodorio.com/barbara-paz-estreia-mostra-auto-acusacao-neste-sabado-no-centro-de-artes-helio-oiticica/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://diariodorio.com/barbara-paz-estreia-mostra-auto-acusacao-neste-sabado-no-centro-de-artes-helio-oiticica/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p260/e769618/prova-oral" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p260/e769618/prova-oral</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/6132285264/atriz-barbara-paz-apresenta-seu-eu-real-em-exposicao-audiovisual-ate-quinta-feira-em-lisboa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/6132285264/atriz-barbara-paz-apresenta-seu-eu-real-em-exposicao-audiovisual-ate-quinta-feira-em-lisboa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p12709/e768478/ensaio" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p12709/e768478/ensaio</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://institutodecinema.com.br/mais/conteudo/barbara-paz-vence-importante-premio-de-cinema-em-festival-de-veneza-pela-direcao-de-babenco-alguem-tem-que-ouvir-o-coracao-e-dizer-parou" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://institutodecinema.com.br/mais/conteudo/barbara-paz-vence-importante-premio-de-cinema-em-festival-de-veneza-pela-direcao-de-babenco-alguem-tem-que-ouvir-o-coracao-e-dizer-parou</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=TLoWOIkKmEU" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=TLoWOIkKmEU</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://c7nema.net/entrevistas/item/104531-o-pequeno-grande-ato-de-barbara-paz-em-veneza.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://c7nema.net/entrevistas/item/104531-o-pequeno-grande-ato-de-barbara-paz-em-veneza.html</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 15.05.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p><br></p><p>Créditos música final:</p><p>Provided to YouTube by Universal Music Group I'll Be Your Mirror · The Velvet Underground · Nico The Velvet Underground &amp; Nico 45th Anniversary ℗ A Republic Records Release; ℗ 1967 UMG Recordings, Inc. Released on: 2012-01-01 Producer: Andy Warhol Associated Performer, Recording Arranger: The Velvet Underground Studio Personnel, Engineer: Omi Haden Studio Personnel, Engineer: Norman Dolph Studio Personnel, Engineer: John Licata Composer Lyricist: Lou Reed Auto-generated by YouTube.</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Bárbara Paz, Brasil (Rio Grande do Sul) 1974 é atriz, realizadora, produtora e artista visual. No teatro, trabalhou em mais de 25 peças, protagonizando espetáculos de Oscar Wilde a Tennessee Williams. Em 2013, pela sua trajetória como atriz, recebeu do Ministério da Cultura a Medalha Cavaleiro 2013, Honra ao Mérito Cultural do Ministério da Cultura.Na TV Bárbara já participou em várias séries e novelas. Apresentou por 4 anos o programa A Arte do Encontro, no Canal Brasil, onde conversava com grandes nomes do cenário artístico brasileiro. No cinema, como atriz participou em várias longas e curtas- metragens incluindo Meu amigo Hindu, último filme de Hector Babenco ao lado de Willem Dafoe. Como realizadora entrou no universo das curtas-metragens, produzindo e dirigindo programas e filmes. O Documentário &#34;Babenco - Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou&#34; a sua primeira longa-metragem, teve estreia no grande Festival Internacional de Veneza, ganhando o prêmio de Melhor Documentário Venice Classics 2019. O filme viajou o mundo por vários Festivais recebendo inúmeros prêmios entre os quais 4 prêmios no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de 2021, incluindo Melhor Documentário e Melhor Primeira Direção. O filme foi indicado para representar o Brasil como melhor filme internacional no Oscar (93rd Academy Awards). Em 2018 publicou o livro &#39; Mr.Babenco Solilóquio a dois sem um (memórias e poemas de Hector Babenco) pela Editora Nós. Durante o isolamento social Bárbara criou um diário visual da sua solidão, através de fotos e Video-arte e dirigiu a curta-metragem ATO sobre a solidão filmado em Ouro Preto durante a pandemia. O filme teve estreia no ano seguinte - 2021 novamente no Festival Internacional de Veneza e ganhou o Grande Otelo no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro Melhor curta-metragem ficção 2022 Atualmente Bárbara está com a exposição AUTO-Acusação - Sobre suas cicatrizes que passou por São Paulo, Rio de Janeiro chegando agora à Europa a Portugal aqui na Appleton. Está em fase de desenvolvimento do seu próximo filme. Links: https://www.barbarapaz.com.br/ https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/05/barbara-paz-revisita-objetos-que-cortaram-seu-corpo-em-exposicao-em-sao-paulo.shtml https://diariodorio.com/barbara-paz-estreia-mostra-auto-acusacao-neste-sabado-no-centro-de-artes-helio-oiticica/ https://www.rtp.pt/play/p260/e769618/prova-oral https://www.dn.pt/6132285264/atriz-barbara-paz-apresenta-seu-eu-real-em-exposicao-audiovisual-ate-quinta-feira-em-lisboa/ https://www.rtp.pt/play/p12709/e768478/ensaio https://institutodecinema.com.br/mais/conteudo/barbara-paz-vence-importante-premio-de-cinema-em-festival-de-veneza-pela-direcao-de-babenco-alguem-tem-que-ouvir-o-coracao-e-dizer-parou https://www.youtube.com/watch?v=TLoWOIkKmEU https://c7nema.net/entrevistas/item/104531-o-pequeno-grande-ato-de-barbara-paz-em-veneza.html Episódio gravado a 15.05.2024 Créditos introdução:David Maranha - GuitarraManuel Mota - GuitarraCréditos música final:Provided to YouTube by Universal Music Group I&#39;ll Be Your Mirror · The Velvet Underground · Nico The Velvet Underground &amp; Nico 45th Anniversary ℗ A Republic Records Release; ℗ 1967 UMG Recordings, Inc. Released on: 2012-01-01 Producer: Andy Warhol Associated Performer, Recording Arranger: The Velvet Underground Studio Personnel, Engineer: Omi Haden Studio Personnel, Engineer: Norman Dolph Studio Personnel, Engineer: John Licata Composer Lyricist: Lou Reed Auto-generated by YouTube. http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 15 May 2024 21:22:58 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 125 – “As sequências de micro-eventos” – Conversa com António Júlio Duarte</title>
            <description><![CDATA[  <p>António Júlio Duarte (Lisboa, 1965) vive e trabalha em Lisboa.</p><p>Nas suas palavras: “Fotografo cidades movimentadas e pessoas atribuladas, criaturas encurraladas e coisas improváveis. São o meu mapa do mundo. Sou atraído por elas, movido pela simpatia e pelo desassossego que partilhamos. Travo conhecimento com estes seres inquietos nos seus afazeres triviais e disposições quotidianas, neles pressinto e tento captar a tensão vital que é o desejo universal pela vida e pelo sentido.”</p><p>Estudou fotografia na AR.CO, em Lisboa e no Royal College of Art em Londres, através de uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian.</p><p>O seu trabalho é exibido regularmente, em Portugal e no estrangeiro, desde 1990, participando com uma das vozes mais singulares e consistentes na compreensão da fotografia hoje. Destacam-se as seguintes exposições individuais:&nbsp;<em>Guiné-Bissau 1990</em>&nbsp;(Galeria Bruno Murias, Lisboa, 2023),&nbsp;<em>FEBRE</em>&nbsp;(Museu de Arte Contemporânea – Fundação de Serralves, Porto, 2023),&nbsp;<em>CRIATURA</em>&nbsp;(O Armário, Lisboa, 2021),&nbsp;<em>Eclipse</em>&nbsp;(Galeria Bruno Múrias, Lisboa, 2020),&nbsp;<em>White Noise</em>&nbsp;(Quartel da Arte Contemporânea de Abrantes, Coleção Figueiredo Ribeiro,&nbsp;Abrantes, 2017),&nbsp;<em>América</em>&nbsp;(Galeria Pedro Alfacinha, Lisboa, 2017),&nbsp;<em>Suspension of Disbelief</em>&nbsp;(CAV, Coimbra, 2016),&nbsp;<em>Mercúrio</em>&nbsp;(Galeria Zé dos Bois, Lisboa, 2015) e&nbsp;<em>Japão 1997</em>&nbsp;(Centro Cultural Vila Flor, Guimarães, 2013).</p><p>É autor de vários livros, entre outros:&nbsp;<em>Guiné-Bissau 1990</em>&nbsp;(2023),&nbsp;<em>Against the Day</em>&nbsp;(2019),&nbsp;<em>Japan Drug&nbsp;</em>(2014),&nbsp;<em>Deviation of the Sun</em>&nbsp;(2013) e&nbsp;<em>White Noise</em>&nbsp;(2011),&nbsp;publicados pela&nbsp;Pierre von Kleist Editions.</p><p>A sua obra integra diversas e prestigiadas coleções privadas e institucionais em Portugal e no estrangeiro.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://antoniojulioduarte.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://antoniojulioduarte.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.brunomurias.com/pt-pt/artists/antonio-julio-duarte/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.brunomurias.com/pt-pt/artists/antonio-julio-duarte/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/antonio-julio-duarte-febre/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/antonio-julio-duarte-febre/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/cam/artist/antnio-jlio-duarte/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/cam/artist/antnio-jlio-duarte/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/programa/tv/p30791/e1" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/programa/tv/p30791/e1</a></p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 26.04.2024</p><p><br></p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>António Júlio Duarte (Lisboa, 1965) vive e trabalha em Lisboa.</p><p>Nas suas palavras: “Fotografo cidades movimentadas e pessoas atribuladas, criaturas encurraladas e coisas improváveis. São o meu mapa do mundo. Sou atraído por elas, movido pela simpatia e pelo desassossego que partilhamos. Travo conhecimento com estes seres inquietos nos seus afazeres triviais e disposições quotidianas, neles pressinto e tento captar a tensão vital que é o desejo universal pela vida e pelo sentido.”</p><p>Estudou fotografia na AR.CO, em Lisboa e no Royal College of Art em Londres, através de uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian.</p><p>O seu trabalho é exibido regularmente, em Portugal e no estrangeiro, desde 1990, participando com uma das vozes mais singulares e consistentes na compreensão da fotografia hoje. Destacam-se as seguintes exposições individuais:&nbsp;<em>Guiné-Bissau 1990</em>&nbsp;(Galeria Bruno Murias, Lisboa, 2023),&nbsp;<em>FEBRE</em>&nbsp;(Museu de Arte Contemporânea – Fundação de Serralves, Porto, 2023),&nbsp;<em>CRIATURA</em>&nbsp;(O Armário, Lisboa, 2021),&nbsp;<em>Eclipse</em>&nbsp;(Galeria Bruno Múrias, Lisboa, 2020),&nbsp;<em>White Noise</em>&nbsp;(Quartel da Arte Contemporânea de Abrantes, Coleção Figueiredo Ribeiro,&nbsp;Abrantes, 2017),&nbsp;<em>América</em>&nbsp;(Galeria Pedro Alfacinha, Lisboa, 2017),&nbsp;<em>Suspension of Disbelief</em>&nbsp;(CAV, Coimbra, 2016),&nbsp;<em>Mercúrio</em>&nbsp;(Galeria Zé dos Bois, Lisboa, 2015) e&nbsp;<em>Japão 1997</em>&nbsp;(Centro Cultural Vila Flor, Guimarães, 2013).</p><p>É autor de vários livros, entre outros:&nbsp;<em>Guiné-Bissau 1990</em>&nbsp;(2023),&nbsp;<em>Against the Day</em>&nbsp;(2019),&nbsp;<em>Japan Drug&nbsp;</em>(2014),&nbsp;<em>Deviation of the Sun</em>&nbsp;(2013) e&nbsp;<em>White Noise</em>&nbsp;(2011),&nbsp;publicados pela&nbsp;Pierre von Kleist Editions.</p><p>A sua obra integra diversas e prestigiadas coleções privadas e institucionais em Portugal e no estrangeiro.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://antoniojulioduarte.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://antoniojulioduarte.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.brunomurias.com/pt-pt/artists/antonio-julio-duarte/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.brunomurias.com/pt-pt/artists/antonio-julio-duarte/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/antonio-julio-duarte-febre/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/antonio-julio-duarte-febre/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/cam/artist/antnio-jlio-duarte/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/cam/artist/antnio-jlio-duarte/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/programa/tv/p30791/e1" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/programa/tv/p30791/e1</a></p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 26.04.2024</p><p><br></p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>António Júlio Duarte (Lisboa, 1965) vive e trabalha em Lisboa.Nas suas palavras: “Fotografo cidades movimentadas e pessoas atribuladas, criaturas encurraladas e coisas improváveis. São o meu mapa do mundo. Sou atraído por elas, movido pela simpatia e pelo desassossego que partilhamos. Travo conhecimento com estes seres inquietos nos seus afazeres triviais e disposições quotidianas, neles pressinto e tento captar a tensão vital que é o desejo universal pela vida e pelo sentido.”Estudou fotografia na AR.CO, em Lisboa e no Royal College of Art em Londres, através de uma bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian.O seu trabalho é exibido regularmente, em Portugal e no estrangeiro, desde 1990, participando com uma das vozes mais singulares e consistentes na compreensão da fotografia hoje. Destacam-se as seguintes exposições individuais: Guiné-Bissau 1990 (Galeria Bruno Murias, Lisboa, 2023), FEBRE (Museu de Arte Contemporânea – Fundação de Serralves, Porto, 2023), CRIATURA (O Armário, Lisboa, 2021), Eclipse (Galeria Bruno Múrias, Lisboa, 2020), White Noise (Quartel da Arte Contemporânea de Abrantes, Coleção Figueiredo Ribeiro, Abrantes, 2017), América (Galeria Pedro Alfacinha, Lisboa, 2017), Suspension of Disbelief (CAV, Coimbra, 2016), Mercúrio (Galeria Zé dos Bois, Lisboa, 2015) e Japão 1997 (Centro Cultural Vila Flor, Guimarães, 2013).É autor de vários livros, entre outros: Guiné-Bissau 1990 (2023), Against the Day (2019), Japan Drug (2014), Deviation of the Sun (2013) e White Noise (2011), publicados pela Pierre von Kleist Editions.A sua obra integra diversas e prestigiadas coleções privadas e institucionais em Portugal e no estrangeiro. Links: https://antoniojulioduarte.pt/ https://www.brunomurias.com/pt-pt/artists/antonio-julio-duarte/ https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/antonio-julio-duarte-febre/ https://gulbenkian.pt/cam/artist/antnio-jlio-duarte/ https://www.rtp.pt/programa/tv/p30791/e1  Episódio gravado a 26.04.2024Créditos introdução e final:David Maranha - GuitarraManuel Mota - Guitarrahttp://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 02 May 2024 19:25:13 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 124 – “A Liberdade é o direito sem avesso” – Conversa com Gisela Casimiro</title>
            <description><![CDATA[  <p>Gisela Casimiro nasceu na Guiné-Bissau, em 1984</p><p>É uma escritora, artista, performer, curadora e activista portuguesa. Publicou Erosão em 2018, Giz (poesia), Estendais (crónicas) em 2023, e o texto e dramaturgia de Casa com Árvores Dentro, espectáculo encenado por Cláudia Semedo e estreado no Teatro Municipal Amélia Rey Colaço, em 2022. É autora de vários textos em revistas e antologias. Participou, entre outras antologias nacionais e internacionais, como por exemplo a “Reconstituição Portuguesa”&nbsp;de Viton Araújo e Diego Tórgo, premiada em Cannes. A sua obra está traduzida para turco, mandarim, alemão, espanhol e inglês Foi convidada de festivais literários em Portugal, Turquia, Macau, Moçambique e Alemanha. Traduziu «Sister Outsider» de Audre Lorde. Atuou em espetáculos de Ana Borralho &amp; João Galante, Romeo Castellucci, Raquel André e Cristina Carvalhal. Fez o apoio à dramaturgia de «Blackface!», de Marco Mendonça</p><p>Entre outros projectos, participou em exposições nas Galerias Municipais do Porto, da mostra colectiva A/A8 no Museu Nacional de Etnologia em 2019. Em 2020 inaugurou n' O Armário a exposição individual de poesia visual "O que perdi em estômago, ganhei em coração", sob a curadoria de Ana Cristina Cachola (projecto "Quéréla").&nbsp;</p><p><br></p><p>O título é um excerto da frase de Gisela Casimiro no âmbito da celebração dos 48 anos do 25 de Abril, a convite da CML, a frase completa é:</p><p>“A Liberdade tem mais rostos que bandeiras, mais filhos que fronteiras. A Liberdade é o direito sem avesso, a nossa respiração o vento que a guia através do medo para chegar à escolha.”</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://linktr.ee/giselacasimiro?utm_source=linktree_profile_share" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://linktr.ee/giselacasimiro?utm_source=linktree_profile_share</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/podcasts/a-beleza-das-pequenas-coisas/2023-05-19-Gisela-Casimiro-Acontecem-me-pessoas-que-se-transformam-em-poemas.-Mas-a-poesia-surge-me-ate-na-piscina-quando-reparo-numa-luz-diferente-0d496526" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/podcasts/a-beleza-das-pequenas-coisas/2023-05-19-Gisela-Casimiro-Acontecem-me-pessoas-que-se-transformam-em-poemas.-Mas-a-poesia-surge-me-ate-na-piscina-quando-reparo-numa-luz-diferente-0d496526</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.buala.org/pt/autor/gisela-casimiro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.buala.org/pt/autor/gisela-casimiro</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.orfeunegro.org/collections/orfeu-negro/products/irma-marginal" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.orfeunegro.org/collections/orfeu-negro/products/irma-marginal</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://afrolis.pt/da-autobiografia-a-reflexao-uma-conversa-com-gisela-casimiro/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://afrolis.pt/da-autobiografia-a-reflexao-uma-conversa-com-gisela-casimiro/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://tr.ee/ZNCynsfX7e" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://tr.ee/ZNCynsfX7e</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://arquivos.rtp.pt/conteudos/os-filhos-da-madrugada-gisela-casimiro/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://arquivos.rtp.pt/conteudos/os-filhos-da-madrugada-gisela-casimiro/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p11463/casa-com-arvores-dentro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p11463/casa-com-arvores-dentro</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://marketeer.sapo.pt/cannes-lions-fcb-lisboa-traz-o-primeiro-grand-prix-de-design-para-portugal/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://marketeer.sapo.pt/cannes-lions-fcb-lisboa-traz-o-primeiro-grand-prix-de-design-para-portugal/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 22.04.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Gisela Casimiro nasceu na Guiné-Bissau, em 1984</p><p>É uma escritora, artista, performer, curadora e activista portuguesa. Publicou Erosão em 2018, Giz (poesia), Estendais (crónicas) em 2023, e o texto e dramaturgia de Casa com Árvores Dentro, espectáculo encenado por Cláudia Semedo e estreado no Teatro Municipal Amélia Rey Colaço, em 2022. É autora de vários textos em revistas e antologias. Participou, entre outras antologias nacionais e internacionais, como por exemplo a “Reconstituição Portuguesa”&nbsp;de Viton Araújo e Diego Tórgo, premiada em Cannes. A sua obra está traduzida para turco, mandarim, alemão, espanhol e inglês Foi convidada de festivais literários em Portugal, Turquia, Macau, Moçambique e Alemanha. Traduziu «Sister Outsider» de Audre Lorde. Atuou em espetáculos de Ana Borralho &amp; João Galante, Romeo Castellucci, Raquel André e Cristina Carvalhal. Fez o apoio à dramaturgia de «Blackface!», de Marco Mendonça</p><p>Entre outros projectos, participou em exposições nas Galerias Municipais do Porto, da mostra colectiva A/A8 no Museu Nacional de Etnologia em 2019. Em 2020 inaugurou n' O Armário a exposição individual de poesia visual "O que perdi em estômago, ganhei em coração", sob a curadoria de Ana Cristina Cachola (projecto "Quéréla").&nbsp;</p><p><br></p><p>O título é um excerto da frase de Gisela Casimiro no âmbito da celebração dos 48 anos do 25 de Abril, a convite da CML, a frase completa é:</p><p>“A Liberdade tem mais rostos que bandeiras, mais filhos que fronteiras. A Liberdade é o direito sem avesso, a nossa respiração o vento que a guia através do medo para chegar à escolha.”</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://linktr.ee/giselacasimiro?utm_source=linktree_profile_share" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://linktr.ee/giselacasimiro?utm_source=linktree_profile_share</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/podcasts/a-beleza-das-pequenas-coisas/2023-05-19-Gisela-Casimiro-Acontecem-me-pessoas-que-se-transformam-em-poemas.-Mas-a-poesia-surge-me-ate-na-piscina-quando-reparo-numa-luz-diferente-0d496526" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/podcasts/a-beleza-das-pequenas-coisas/2023-05-19-Gisela-Casimiro-Acontecem-me-pessoas-que-se-transformam-em-poemas.-Mas-a-poesia-surge-me-ate-na-piscina-quando-reparo-numa-luz-diferente-0d496526</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.buala.org/pt/autor/gisela-casimiro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.buala.org/pt/autor/gisela-casimiro</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.orfeunegro.org/collections/orfeu-negro/products/irma-marginal" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.orfeunegro.org/collections/orfeu-negro/products/irma-marginal</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://afrolis.pt/da-autobiografia-a-reflexao-uma-conversa-com-gisela-casimiro/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://afrolis.pt/da-autobiografia-a-reflexao-uma-conversa-com-gisela-casimiro/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://tr.ee/ZNCynsfX7e" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://tr.ee/ZNCynsfX7e</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://arquivos.rtp.pt/conteudos/os-filhos-da-madrugada-gisela-casimiro/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://arquivos.rtp.pt/conteudos/os-filhos-da-madrugada-gisela-casimiro/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p11463/casa-com-arvores-dentro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p11463/casa-com-arvores-dentro</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://marketeer.sapo.pt/cannes-lions-fcb-lisboa-traz-o-primeiro-grand-prix-de-design-para-portugal/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://marketeer.sapo.pt/cannes-lions-fcb-lisboa-traz-o-primeiro-grand-prix-de-design-para-portugal/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 22.04.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Gisela Casimiro nasceu na Guiné-Bissau, em 1984É uma escritora, artista, performer, curadora e activista portuguesa. Publicou Erosão em 2018, Giz (poesia), Estendais (crónicas) em 2023, e o texto e dramaturgia de Casa com Árvores Dentro, espectáculo encenado por Cláudia Semedo e estreado no Teatro Municipal Amélia Rey Colaço, em 2022. É autora de vários textos em revistas e antologias. Participou, entre outras antologias nacionais e internacionais, como por exemplo a “Reconstituição Portuguesa” de Viton Araújo e Diego Tórgo, premiada em Cannes. A sua obra está traduzida para turco, mandarim, alemão, espanhol e inglês Foi convidada de festivais literários em Portugal, Turquia, Macau, Moçambique e Alemanha. Traduziu «Sister Outsider» de Audre Lorde. Atuou em espetáculos de Ana Borralho &amp; João Galante, Romeo Castellucci, Raquel André e Cristina Carvalhal. Fez o apoio à dramaturgia de «Blackface!», de Marco MendonçaEntre outros projectos, participou em exposições nas Galerias Municipais do Porto, da mostra colectiva A/A8 no Museu Nacional de Etnologia em 2019. Em 2020 inaugurou n&#39; O Armário a exposição individual de poesia visual &#34;O que perdi em estômago, ganhei em coração&#34;, sob a curadoria de Ana Cristina Cachola (projecto &#34;Quéréla&#34;). O título é um excerto da frase de Gisela Casimiro no âmbito da celebração dos 48 anos do 25 de Abril, a convite da CML, a frase completa é:“A Liberdade tem mais rostos que bandeiras, mais filhos que fronteiras. A Liberdade é o direito sem avesso, a nossa respiração o vento que a guia através do medo para chegar à escolha.” Links: https://linktr.ee/giselacasimiro?utm_source=linktree_profile_share https://expresso.pt/podcasts/a-beleza-das-pequenas-coisas/2023-05-19-Gisela-Casimiro-Acontecem-me-pessoas-que-se-transformam-em-poemas.-Mas-a-poesia-surge-me-ate-na-piscina-quando-reparo-numa-luz-diferente-0d496526 https://www.buala.org/pt/autor/gisela-casimiro https://www.orfeunegro.org/collections/orfeu-negro/products/irma-marginal https://afrolis.pt/da-autobiografia-a-reflexao-uma-conversa-com-gisela-casimiro/ https://tr.ee/ZNCynsfX7e https://arquivos.rtp.pt/conteudos/os-filhos-da-madrugada-gisela-casimiro/ https://www.rtp.pt/play/p11463/casa-com-arvores-dentro https://marketeer.sapo.pt/cannes-lions-fcb-lisboa-traz-o-primeiro-grand-prix-de-design-para-portugal/  Episódio gravado a 22.04.2024 Créditos introdução e final:David Maranha - GuitarraManuel Mota - Guitarrahttp://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 27 Apr 2024 19:39:15 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 123 – “Em vez de aviões, andorinhas” – Conversa com Luiza Teixeira de Freitas</title>
            <description><![CDATA[  <p>Luiza&nbsp;Teixeira de Freitas é&nbsp;curadora&nbsp;de arte&nbsp;independente.&nbsp;Entre os vários projetos em que está envolvida destaca-se o trabalho curatorial e de consultoria com coleções privadas, bem como o trabalho ativo com publicações&nbsp;independentes e livros de artista, tendo lançado a sua própria editora, Taffimai, em 2018. Embora com base em Portugal, trabalha frequentemente com projetos em São Paulo, Nova Iorque, Londres, Los Angeles e no Médio Oriente, entre outros. É consultora de estratégia da Delfina Foundation, em Londres, e faz parte do Conselho da Bidoun.</p><p>Na área da saúde,&nbsp;completou em 2022 a pós-graduação em Cuidados Paliativos Pediátricos, área que vem desenvolvendo e seguindo de perto. Faz parte do grupo de comunicação da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos e faz consultoria em variados projetos que envolvem arte e saúde. É desde janeiro de 2020,&nbsp;presidente da Operação Nariz Vermelho, uma associação sem fins lucrativos que tem a missão de levar alegria às crianças hospitalizadas, aos seus familiares e acompanhantes e aos profissionais dos hospitais.</p><p><br></p><p>(O título deste podcast é uma apropriação de um título de um artigo escrito pela Luiza durante a pandemia)</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.luizateixeiradefreitas.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.luizateixeiradefreitas.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.coleccaoteixeiradefreitas.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.coleccaoteixeiradefreitas.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://narizvermelho.pt/rigor/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://narizvermelho.pt/rigor/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.taffimai.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.taffimai.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://artishockrevista.com/2023/02/27/sur-zonamaco-2023-entrevista-luiza-teixeira-de-freitas/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artishockrevista.com/2023/02/27/sur-zonamaco-2023-entrevista-luiza-teixeira-de-freitas/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2020/04/27/impar/noticia/avioes-andorinhas-1912997" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2020/04/27/impar/noticia/avioes-andorinhas-1912997</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=6yMFGlM9aIQ" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=6yMFGlM9aIQ</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.sp-arte.com/editorial/nova-curadora-do-solo-luiza-teixeira-de-freitas-compartilha-expectativas-para-a-sp-arte2016/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sp-arte.com/editorial/nova-curadora-do-solo-luiza-teixeira-de-freitas-compartilha-expectativas-para-a-sp-arte2016/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 19.03.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Luiza&nbsp;Teixeira de Freitas é&nbsp;curadora&nbsp;de arte&nbsp;independente.&nbsp;Entre os vários projetos em que está envolvida destaca-se o trabalho curatorial e de consultoria com coleções privadas, bem como o trabalho ativo com publicações&nbsp;independentes e livros de artista, tendo lançado a sua própria editora, Taffimai, em 2018. Embora com base em Portugal, trabalha frequentemente com projetos em São Paulo, Nova Iorque, Londres, Los Angeles e no Médio Oriente, entre outros. É consultora de estratégia da Delfina Foundation, em Londres, e faz parte do Conselho da Bidoun.</p><p>Na área da saúde,&nbsp;completou em 2022 a pós-graduação em Cuidados Paliativos Pediátricos, área que vem desenvolvendo e seguindo de perto. Faz parte do grupo de comunicação da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos e faz consultoria em variados projetos que envolvem arte e saúde. É desde janeiro de 2020,&nbsp;presidente da Operação Nariz Vermelho, uma associação sem fins lucrativos que tem a missão de levar alegria às crianças hospitalizadas, aos seus familiares e acompanhantes e aos profissionais dos hospitais.</p><p><br></p><p>(O título deste podcast é uma apropriação de um título de um artigo escrito pela Luiza durante a pandemia)</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.luizateixeiradefreitas.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.luizateixeiradefreitas.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.coleccaoteixeiradefreitas.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.coleccaoteixeiradefreitas.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://narizvermelho.pt/rigor/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://narizvermelho.pt/rigor/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.taffimai.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.taffimai.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://artishockrevista.com/2023/02/27/sur-zonamaco-2023-entrevista-luiza-teixeira-de-freitas/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artishockrevista.com/2023/02/27/sur-zonamaco-2023-entrevista-luiza-teixeira-de-freitas/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2020/04/27/impar/noticia/avioes-andorinhas-1912997" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2020/04/27/impar/noticia/avioes-andorinhas-1912997</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=6yMFGlM9aIQ" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=6yMFGlM9aIQ</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.sp-arte.com/editorial/nova-curadora-do-solo-luiza-teixeira-de-freitas-compartilha-expectativas-para-a-sp-arte2016/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sp-arte.com/editorial/nova-curadora-do-solo-luiza-teixeira-de-freitas-compartilha-expectativas-para-a-sp-arte2016/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 19.03.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Luiza Teixeira de Freitas é curadora de arte independente. Entre os vários projetos em que está envolvida destaca-se o trabalho curatorial e de consultoria com coleções privadas, bem como o trabalho ativo com publicações independentes e livros de artista, tendo lançado a sua própria editora, Taffimai, em 2018. Embora com base em Portugal, trabalha frequentemente com projetos em São Paulo, Nova Iorque, Londres, Los Angeles e no Médio Oriente, entre outros. É consultora de estratégia da Delfina Foundation, em Londres, e faz parte do Conselho da Bidoun.Na área da saúde, completou em 2022 a pós-graduação em Cuidados Paliativos Pediátricos, área que vem desenvolvendo e seguindo de perto. Faz parte do grupo de comunicação da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos e faz consultoria em variados projetos que envolvem arte e saúde. É desde janeiro de 2020, presidente da Operação Nariz Vermelho, uma associação sem fins lucrativos que tem a missão de levar alegria às crianças hospitalizadas, aos seus familiares e acompanhantes e aos profissionais dos hospitais.(O título deste podcast é uma apropriação de um título de um artigo escrito pela Luiza durante a pandemia) Links: https://www.luizateixeiradefreitas.com/ https://www.coleccaoteixeiradefreitas.com/ https://narizvermelho.pt/rigor/ https://www.taffimai.pt/ https://artishockrevista.com/2023/02/27/sur-zonamaco-2023-entrevista-luiza-teixeira-de-freitas/ https://www.publico.pt/2020/04/27/impar/noticia/avioes-andorinhas-1912997 https://www.youtube.com/watch?v=6yMFGlM9aIQ https://www.sp-arte.com/editorial/nova-curadora-do-solo-luiza-teixeira-de-freitas-compartilha-expectativas-para-a-sp-arte2016/  Episódio gravado a 19.03.2024 Créditos introdução e final:David Maranha - GuitarraManuel Mota - Guitarrahttp://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 17 Apr 2024 19:20:12 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 122 - &#34;O forro das coisas&#34; - Conversa com Vasco Araújo</title>
            <description><![CDATA[  <p>Vasco Araújo, nasceu em Lisboa, em 1975. Concluiu a licenciatura em Escultura pela FBAUL, frequentou o Curso Avançado de Artes Plásticas da Maumaus em Lisboa. Integrou ainda programas de residências, como Récollets (2005), Paris; Core Program (2003/04), Houston. Em 2003 recebeu o Prémio EDP Novos Artistas, Portugal. Desde então tem participado em diversas exposições individuais e colectivas tanto nacional como internacionalmente: “Momento à parte”, MAAT – Fundação EDP, Lisboa, Portugal (2019); Vasco Araújo”, M-Museum, Leuven, Belgica, (2018); “Decolonial desires”, Autograph ABP, Londres, U.K. (2016); “Potestad”, MALBA - Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina.(2015) “Under the Influence of Psyche”, The Power Plant, Toronto (2014); “Debret”, Pinacoteca do Estado de S. Paulo, S. Paulo (2013); “Eco” Jeu de Paume, Paris (2008); “Em Vivo Contacto”, 28º Bienal de S. Paulo, São Paulo (2008); “Experience of Art”; La Biennale di Venezia. 51th International Exhibition of Art, Veneza (2005); “The World Maybe Fantastic” Biennale of Sydney (2002), Sydney. O seu trabalho está publicado em vários livros e catálogos e representado em várias colecções, públicas e privadas.</p><p>&nbsp;</p><p>No final do podcast:</p><p>Excerto sonoro de “Duettino”, 2001</p><p>Cortesia do artista</p><p>Ficha técnica:</p><p>Vídeo</p><p>Texto de “Don Giovanni” de W.A. Mozart</p><p>Duração: 2’06”, Loop</p><p>Dimensões variáveis</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.vascoaraujo.org/upcoming" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.vascoaraujo.org/upcoming</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.franciscofino.com/artists/33-vasco-araujo/biography/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.franciscofino.com/artists/33-vasco-araujo/biography/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/vasco-araujo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/vasco-araujo</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maat.pt/pt/exhibition/vasco-araujo-momento-parte" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maat.pt/pt/exhibition/vasco-araujo-momento-parte</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/arquivo/2005/amp/arte-portuguesa-bem-vista-na-bienal-de-veneza-628239.html/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/arquivo/2005/amp/arte-portuguesa-bem-vista-na-bienal-de-veneza-628239.html/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://museuafrobrasil.org.br/pesquisa/portugal-portugueses/artistas/2016/08/22/vasco-ara%C3%BAjo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://museuafrobrasil.org.br/pesquisa/portugal-portugueses/artistas/2016/08/22/vasco-ara%C3%BAjo</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/noticias/cultura/artista-portugues-apresenta-performance-na-bienal-de-sao-paulo_n167793" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/noticias/cultura/artista-portugues-apresenta-performance-na-bienal-de-sao-paulo_n167793</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/noticias/cultura/artista-portugues-apresenta-performance-na-bienal-de-sao-paulo_n167793" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/noticias/cultura/artista-portugues-apresenta-performance-na-bienal-de-sao-paulo_n167793</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>14.03.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Vasco Araújo, nasceu em Lisboa, em 1975. Concluiu a licenciatura em Escultura pela FBAUL, frequentou o Curso Avançado de Artes Plásticas da Maumaus em Lisboa. Integrou ainda programas de residências, como Récollets (2005), Paris; Core Program (2003/04), Houston. Em 2003 recebeu o Prémio EDP Novos Artistas, Portugal. Desde então tem participado em diversas exposições individuais e colectivas tanto nacional como internacionalmente: “Momento à parte”, MAAT – Fundação EDP, Lisboa, Portugal (2019); Vasco Araújo”, M-Museum, Leuven, Belgica, (2018); “Decolonial desires”, Autograph ABP, Londres, U.K. (2016); “Potestad”, MALBA - Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina.(2015) “Under the Influence of Psyche”, The Power Plant, Toronto (2014); “Debret”, Pinacoteca do Estado de S. Paulo, S. Paulo (2013); “Eco” Jeu de Paume, Paris (2008); “Em Vivo Contacto”, 28º Bienal de S. Paulo, São Paulo (2008); “Experience of Art”; La Biennale di Venezia. 51th International Exhibition of Art, Veneza (2005); “The World Maybe Fantastic” Biennale of Sydney (2002), Sydney. O seu trabalho está publicado em vários livros e catálogos e representado em várias colecções, públicas e privadas.</p><p>&nbsp;</p><p>No final do podcast:</p><p>Excerto sonoro de “Duettino”, 2001</p><p>Cortesia do artista</p><p>Ficha técnica:</p><p>Vídeo</p><p>Texto de “Don Giovanni” de W.A. Mozart</p><p>Duração: 2’06”, Loop</p><p>Dimensões variáveis</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.vascoaraujo.org/upcoming" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.vascoaraujo.org/upcoming</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.franciscofino.com/artists/33-vasco-araujo/biography/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.franciscofino.com/artists/33-vasco-araujo/biography/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/vasco-araujo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/vasco-araujo</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maat.pt/pt/exhibition/vasco-araujo-momento-parte" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maat.pt/pt/exhibition/vasco-araujo-momento-parte</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/arquivo/2005/amp/arte-portuguesa-bem-vista-na-bienal-de-veneza-628239.html/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/arquivo/2005/amp/arte-portuguesa-bem-vista-na-bienal-de-veneza-628239.html/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://museuafrobrasil.org.br/pesquisa/portugal-portugueses/artistas/2016/08/22/vasco-ara%C3%BAjo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://museuafrobrasil.org.br/pesquisa/portugal-portugueses/artistas/2016/08/22/vasco-ara%C3%BAjo</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/noticias/cultura/artista-portugues-apresenta-performance-na-bienal-de-sao-paulo_n167793" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/noticias/cultura/artista-portugues-apresenta-performance-na-bienal-de-sao-paulo_n167793</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/noticias/cultura/artista-portugues-apresenta-performance-na-bienal-de-sao-paulo_n167793" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/noticias/cultura/artista-portugues-apresenta-performance-na-bienal-de-sao-paulo_n167793</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>14.03.2024</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos introdução e final:</p><p>David Maranha - Guitarra</p><p>Manuel Mota - Guitarra</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Vasco Araújo, nasceu em Lisboa, em 1975. Concluiu a licenciatura em Escultura pela FBAUL, frequentou o Curso Avançado de Artes Plásticas da Maumaus em Lisboa. Integrou ainda programas de residências, como Récollets (2005), Paris; Core Program (2003/04), Houston. Em 2003 recebeu o Prémio EDP Novos Artistas, Portugal. Desde então tem participado em diversas exposições individuais e colectivas tanto nacional como internacionalmente: “Momento à parte”, MAAT – Fundação EDP, Lisboa, Portugal (2019); Vasco Araújo”, M-Museum, Leuven, Belgica, (2018); “Decolonial desires”, Autograph ABP, Londres, U.K. (2016); “Potestad”, MALBA - Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina.(2015) “Under the Influence of Psyche”, The Power Plant, Toronto (2014); “Debret”, Pinacoteca do Estado de S. Paulo, S. Paulo (2013); “Eco” Jeu de Paume, Paris (2008); “Em Vivo Contacto”, 28º Bienal de S. Paulo, São Paulo (2008); “Experience of Art”; La Biennale di Venezia. 51th International Exhibition of Art, Veneza (2005); “The World Maybe Fantastic” Biennale of Sydney (2002), Sydney. O seu trabalho está publicado em vários livros e catálogos e representado em várias colecções, públicas e privadas. No final do podcast:Excerto sonoro de “Duettino”, 2001Cortesia do artistaFicha técnica:VídeoTexto de “Don Giovanni” de W.A. MozartDuração: 2’06”, LoopDimensões variáveis  Links: http://www.vascoaraujo.org/upcoming https://www.franciscofino.com/artists/33-vasco-araujo/biography/ https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/vasco-araujo https://www.maat.pt/pt/exhibition/vasco-araujo-momento-parte https://www.dn.pt/arquivo/2005/amp/arte-portuguesa-bem-vista-na-bienal-de-veneza-628239.html/ http://museuafrobrasil.org.br/pesquisa/portugal-portugueses/artistas/2016/08/22/vasco-ara%C3%BAjo https://www.rtp.pt/noticias/cultura/artista-portugues-apresenta-performance-na-bienal-de-sao-paulo_n167793 https://www.rtp.pt/noticias/cultura/artista-portugues-apresenta-performance-na-bienal-de-sao-paulo_n167793  Episódio gravado a14.03.2024 Créditos introdução e final:David Maranha - GuitarraManuel Mota - Guitarrahttp://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa© Appleton Associação Cultural, todos os direitos reservados</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 27 Mar 2024 22:51:18 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 121 – “Álbum de Família” – Conversa com João Pinharanda, Manuel Costa Cabral com colaboração de Dinorah Lucas</title>
            <description><![CDATA[  <p>Maria da Graça Carmona e Costa iniciou a sua atividade na Galeria Quadrum, em Lisboa, na década de 1970, na altura um dos principais espaços das artes visuais no país. No final dos anos 1980, fundou o gabinete Giefarte, a que se sucedeu, em 1997, a Fundação Carmona e Costa, com o objetivo de dinamizar iniciativas de arte contemporânea portuguesa, como exposições, conferências, edição de livros e catálogos. Em 2000, a fundação criou a Bolsa Fulbright/Fundação Carmona e Costa de apoio à arte portuguesa e a Bolsa de Estudos para alunos do Ar.Co -- Centro de Arte e Comunicação Visual de Lisboa. Para completar esta bio citamos o texto publicado no site da Fundação EDP no dia da sua morte, em janeiro deste ano: "A sua ação como colecionadora, galerista, mecenas e presidente da sua Fundação foi decisiva para artistas, curadores, produtores, designers e instituições. Senhora de uma rara e requintada elegância e de uma invulgar sensibilidade cultural e consciência cívica, nada do que se passou na arte em Portugal lhe foi indiferente e a sua ligação à arte e aos que a criam foi exemplar de dedicação, entusiasmo e verdadeiro amor. De várias maneiras e por diversos meios promoveu, apoiou, protegeu e dinamizou permanentemente a arte em Portugal".</p><p><br></p><p>"Num país em que escasseiam, em contexto museológico, as possibilidades de ver arte portuguesa contemporânea, a oportunidade que se oferece através desta vasta coleção, pela primeira vez mostrada ao público, é excecional. Maria da Graça Carmona e Costa reuniu estas obras no contexto da fundação que instituiu e dirigiu com o seu marido Vítor Carmona e Costa e o que agora se mostra configura a utopia de um museu que faz falta ao país. Reflexo de um gosto pessoal, sempre aberto à mudança, reflexo da densa rede de amizades e relações pessoais que a colecionadora estabeleceu, as obras permitem uma visão abrangente sobre a criação portuguesa contemporânea consolidada, mas sempre atenta ao surgimento de novas propostas. No conjunto das coleções privadas e públicas conhecidas equiparáveis, esta é sem dúvida uma das mais extensas e uma das mais abrangentes em termos de gosto, fugindo, não raras vezes, aos cânones dominantes em cada uma das diferentes épocas em que se construiu. A coleção articula-se com a intensa atividade de mecenas e de programação de exposições e iniciativas paralelas que Maria da Graça promove, havendo uma fusão permanente e sem fissuras, um efeito de espelhamento, entre as obras que reúne e as atividades da fundação, entre estas e a vida e gostos da sua mentora. Das especificidades da coleção destacam-se, para além da extensão e diversidade das obras que a integram, os numerosos exemplos em que podemos seguir, ao longo do tempo, as carreiras de alguns artistas (possibilidade rara no conjunto das coleções nacionais), a predominância do desenho como disciplina de referência em muitas das obras adquiridas, o intenso programa editorial paralelo com a produção direta ou apoio a mais de duas centenas de catálogos e livros sobre arte.</p><p>A Coleção Fundação Carmona e Costa foi e continua a ser constituída não como investimento mas como modo de reconhecimento e distribuição de valor. Com os seus instrumentos de análise, acumulados por décadas de observação e de seguimento e intervenção na realidade criativa nacional, Maria da Graça foi criando o seu puzzle pessoal, sem qualquer intenção historicista, sem a ambição de esgotar a realidade, guiada pelo seu prazer, enorme intuição e amor pela arte e pelos artistas, compondo ao longo destas décadas um verdadeiro álbum de família onde cada imagem testemunha uma relação pessoal e uma memória. Mais do que poder ser seguida ou ilustrada a partir da coleção, parte da história da arte contemporânea nacional revela-se na própria coleção e muitas das obras constituem-se como elementos factuais dessa mesma história. Procurámos, nesta exposição, através do acompanhamento das múltiplas linhas que tecem e cruzam a coleção e os tempos da criação artística, perceber a realidade e expressão de uma vontade." João Pinharanda e Manuel Costa Cabral</p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/homepage/index.aspx</p><p><br></p><p>https://maat.pt/pt/event/album-de-familia-obras-da-colecao-fundacao-carmona-e-costa</p><p><br></p><p>https://www.fundacaoedp.pt/pt/noticias/album-de-familia-obras-da-colecao-fundacao-carmona-e-costa</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/11/17/album-de-familia-como-uma-paisagem-escutar-o-batimento-da-propria-casa/</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2023/10/20/culturaipsilon/noticia/maria-graca-carmona-costa-coleccionadora-exemplar-2066960</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 29.02.2024</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Maria da Graça Carmona e Costa iniciou a sua atividade na Galeria Quadrum, em Lisboa, na década de 1970, na altura um dos principais espaços das artes visuais no país. No final dos anos 1980, fundou o gabinete Giefarte, a que se sucedeu, em 1997, a Fundação Carmona e Costa, com o objetivo de dinamizar iniciativas de arte contemporânea portuguesa, como exposições, conferências, edição de livros e catálogos. Em 2000, a fundação criou a Bolsa Fulbright/Fundação Carmona e Costa de apoio à arte portuguesa e a Bolsa de Estudos para alunos do Ar.Co -- Centro de Arte e Comunicação Visual de Lisboa. Para completar esta bio citamos o texto publicado no site da Fundação EDP no dia da sua morte, em janeiro deste ano: "A sua ação como colecionadora, galerista, mecenas e presidente da sua Fundação foi decisiva para artistas, curadores, produtores, designers e instituições. Senhora de uma rara e requintada elegância e de uma invulgar sensibilidade cultural e consciência cívica, nada do que se passou na arte em Portugal lhe foi indiferente e a sua ligação à arte e aos que a criam foi exemplar de dedicação, entusiasmo e verdadeiro amor. De várias maneiras e por diversos meios promoveu, apoiou, protegeu e dinamizou permanentemente a arte em Portugal".</p><p><br></p><p>"Num país em que escasseiam, em contexto museológico, as possibilidades de ver arte portuguesa contemporânea, a oportunidade que se oferece através desta vasta coleção, pela primeira vez mostrada ao público, é excecional. Maria da Graça Carmona e Costa reuniu estas obras no contexto da fundação que instituiu e dirigiu com o seu marido Vítor Carmona e Costa e o que agora se mostra configura a utopia de um museu que faz falta ao país. Reflexo de um gosto pessoal, sempre aberto à mudança, reflexo da densa rede de amizades e relações pessoais que a colecionadora estabeleceu, as obras permitem uma visão abrangente sobre a criação portuguesa contemporânea consolidada, mas sempre atenta ao surgimento de novas propostas. No conjunto das coleções privadas e públicas conhecidas equiparáveis, esta é sem dúvida uma das mais extensas e uma das mais abrangentes em termos de gosto, fugindo, não raras vezes, aos cânones dominantes em cada uma das diferentes épocas em que se construiu. A coleção articula-se com a intensa atividade de mecenas e de programação de exposições e iniciativas paralelas que Maria da Graça promove, havendo uma fusão permanente e sem fissuras, um efeito de espelhamento, entre as obras que reúne e as atividades da fundação, entre estas e a vida e gostos da sua mentora. Das especificidades da coleção destacam-se, para além da extensão e diversidade das obras que a integram, os numerosos exemplos em que podemos seguir, ao longo do tempo, as carreiras de alguns artistas (possibilidade rara no conjunto das coleções nacionais), a predominância do desenho como disciplina de referência em muitas das obras adquiridas, o intenso programa editorial paralelo com a produção direta ou apoio a mais de duas centenas de catálogos e livros sobre arte.</p><p>A Coleção Fundação Carmona e Costa foi e continua a ser constituída não como investimento mas como modo de reconhecimento e distribuição de valor. Com os seus instrumentos de análise, acumulados por décadas de observação e de seguimento e intervenção na realidade criativa nacional, Maria da Graça foi criando o seu puzzle pessoal, sem qualquer intenção historicista, sem a ambição de esgotar a realidade, guiada pelo seu prazer, enorme intuição e amor pela arte e pelos artistas, compondo ao longo destas décadas um verdadeiro álbum de família onde cada imagem testemunha uma relação pessoal e uma memória. Mais do que poder ser seguida ou ilustrada a partir da coleção, parte da história da arte contemporânea nacional revela-se na própria coleção e muitas das obras constituem-se como elementos factuais dessa mesma história. Procurámos, nesta exposição, através do acompanhamento das múltiplas linhas que tecem e cruzam a coleção e os tempos da criação artística, perceber a realidade e expressão de uma vontade." João Pinharanda e Manuel Costa Cabral</p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/homepage/index.aspx</p><p><br></p><p>https://maat.pt/pt/event/album-de-familia-obras-da-colecao-fundacao-carmona-e-costa</p><p><br></p><p>https://www.fundacaoedp.pt/pt/noticias/album-de-familia-obras-da-colecao-fundacao-carmona-e-costa</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/11/17/album-de-familia-como-uma-paisagem-escutar-o-batimento-da-propria-casa/</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2023/10/20/culturaipsilon/noticia/maria-graca-carmona-costa-coleccionadora-exemplar-2066960</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 29.02.2024</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Maria da Graça Carmona e Costa iniciou a sua atividade na Galeria Quadrum, em Lisboa, na década de 1970, na altura um dos principais espaços das artes visuais no país. No final dos anos 1980, fundou o gabinete Giefarte, a que se sucedeu, em 1997, a Fundação Carmona e Costa, com o objetivo de dinamizar iniciativas de arte contemporânea portuguesa, como exposições, conferências, edição de livros e catálogos. Em 2000, a fundação criou a Bolsa Fulbright/Fundação Carmona e Costa de apoio à arte portuguesa e a Bolsa de Estudos para alunos do Ar.Co -- Centro de Arte e Comunicação Visual de Lisboa. Para completar esta bio citamos o texto publicado no site da Fundação EDP no dia da sua morte, em janeiro deste ano: &#34;A sua ação como colecionadora, galerista, mecenas e presidente da sua Fundação foi decisiva para artistas, curadores, produtores, designers e instituições. Senhora de uma rara e requintada elegância e de uma invulgar sensibilidade cultural e consciência cívica, nada do que se passou na arte em Portugal lhe foi indiferente e a sua ligação à arte e aos que a criam foi exemplar de dedicação, entusiasmo e verdadeiro amor. De várias maneiras e por diversos meios promoveu, apoiou, protegeu e dinamizou permanentemente a arte em Portugal&#34;.&#34;Num país em que escasseiam, em contexto museológico, as possibilidades de ver arte portuguesa contemporânea, a oportunidade que se oferece através desta vasta coleção, pela primeira vez mostrada ao público, é excecional. Maria da Graça Carmona e Costa reuniu estas obras no contexto da fundação que instituiu e dirigiu com o seu marido Vítor Carmona e Costa e o que agora se mostra configura a utopia de um museu que faz falta ao país. Reflexo de um gosto pessoal, sempre aberto à mudança, reflexo da densa rede de amizades e relações pessoais que a colecionadora estabeleceu, as obras permitem uma visão abrangente sobre a criação portuguesa contemporânea consolidada, mas sempre atenta ao surgimento de novas propostas. No conjunto das coleções privadas e públicas conhecidas equiparáveis, esta é sem dúvida uma das mais extensas e uma das mais abrangentes em termos de gosto, fugindo, não raras vezes, aos cânones dominantes em cada uma das diferentes épocas em que se construiu. A coleção articula-se com a intensa atividade de mecenas e de programação de exposições e iniciativas paralelas que Maria da Graça promove, havendo uma fusão permanente e sem fissuras, um efeito de espelhamento, entre as obras que reúne e as atividades da fundação, entre estas e a vida e gostos da sua mentora. Das especificidades da coleção destacam-se, para além da extensão e diversidade das obras que a integram, os numerosos exemplos em que podemos seguir, ao longo do tempo, as carreiras de alguns artistas (possibilidade rara no conjunto das coleções nacionais), a predominância do desenho como disciplina de referência em muitas das obras adquiridas, o intenso programa editorial paralelo com a produção direta ou apoio a mais de duas centenas de catálogos e livros sobre arte.A Coleção Fundação Carmona e Costa foi e continua a ser constituída não como investimento mas como modo de reconhecimento e distribuição de valor. Com os seus instrumentos de análise, acumulados por décadas de observação e de seguimento e intervenção na realidade criativa nacional, Maria da Graça foi criando o seu puzzle pessoal, sem qualquer intenção historicista, sem a ambição de esgotar a realidade, guiada pelo seu prazer, enorme intuição e amor pela arte e pelos artistas, compondo ao longo destas décadas um verdadeiro álbum de família onde cada imagem testemunha uma relação pessoal e uma memória. Mais do que poder ser seguida ou ilustrada a partir da coleção, parte da história da arte contemporânea nacional revela-se na própria coleção e muitas das obras constituem-se como elementos factuais dessa mesma história. Procurámos, nesta exposição, através do acompanhamento das múltiplas linhas que tecem e cruzam a coleção e os tempos da criação artística, perceber a realidade e expressão de uma vontade.&#34; João Pinharanda e Manuel Costa Cabral Links:https://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/homepage/index.aspxhttps://maat.pt/pt/event/album-de-familia-obras-da-colecao-fundacao-carmona-e-costahttps://www.fundacaoedp.pt/pt/noticias/album-de-familia-obras-da-colecao-fundacao-carmona-e-costahttps://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/11/17/album-de-familia-como-uma-paisagem-escutar-o-batimento-da-propria-casa/https://www.publico.pt/2023/10/20/culturaipsilon/noticia/maria-graca-carmona-costa-coleccionadora-exemplar-2066960  Episódio gravado a 29.02.2024 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa </itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 14 Mar 2024 18:30:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 120 - &#34;Percussão e percepção&#34; - Conversa com João Biscainho</title>
            <description><![CDATA[  <p>João Biscainho (Portalegre, 1979) é artista e curador. O seu trabalho artístico e de investigação curatorial tem-se desenvolvido&nbsp;a partir das relações entre a arte e a tecnologia; a vida, a sua representação e simulação artificial; o questionamento recorrente da história</p><p>(entre outras ficções sociais) enquanto dispositivo de produção de cultura. O seu trabalho&nbsp;tem integrado exposições individuais e coletivas, em galerias e instituições como: Appleton Square, Galeria Fundação Amélia de Mello, SE8 Gallery (Londres), Galeria</p><p>Quadrum, Fundação Carmona e Costa, Whitechapel Art Gallery (Londres), MoCA Skopje</p><p>(Skopje), Chauffeur (Sydney), Luís Serpa Projectos.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p>https://www.joaobiscainho.com/</p><p><br></p><p>http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/programacao/O-Caminho-para-a-Luz-porque-Passa-pela-Luz</p><p><br></p><p>https://cpf.org.pt/noticias/a-galeria-millennium-bcp-volta-a-abrir-portas-a-arte-aos-artistas-e-ao-publico/</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/02/27/ladainhas-e-percussao-na-appleton/</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/10/27/joao-biscainho-body-terminals-na-chauffeur-sydney/</p><p><br></p><p>https://givetocatolica.ucp.pt/exposicao-uncanny-river&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 21.02.2024</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>João Biscainho (Portalegre, 1979) é artista e curador. O seu trabalho artístico e de investigação curatorial tem-se desenvolvido&nbsp;a partir das relações entre a arte e a tecnologia; a vida, a sua representação e simulação artificial; o questionamento recorrente da história</p><p>(entre outras ficções sociais) enquanto dispositivo de produção de cultura. O seu trabalho&nbsp;tem integrado exposições individuais e coletivas, em galerias e instituições como: Appleton Square, Galeria Fundação Amélia de Mello, SE8 Gallery (Londres), Galeria</p><p>Quadrum, Fundação Carmona e Costa, Whitechapel Art Gallery (Londres), MoCA Skopje</p><p>(Skopje), Chauffeur (Sydney), Luís Serpa Projectos.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p>https://www.joaobiscainho.com/</p><p><br></p><p>http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/programacao/O-Caminho-para-a-Luz-porque-Passa-pela-Luz</p><p><br></p><p>https://cpf.org.pt/noticias/a-galeria-millennium-bcp-volta-a-abrir-portas-a-arte-aos-artistas-e-ao-publico/</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/02/27/ladainhas-e-percussao-na-appleton/</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/10/27/joao-biscainho-body-terminals-na-chauffeur-sydney/</p><p><br></p><p>https://givetocatolica.ucp.pt/exposicao-uncanny-river&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 21.02.2024</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>João Biscainho (Portalegre, 1979) é artista e curador. O seu trabalho artístico e de investigação curatorial tem-se desenvolvido a partir das relações entre a arte e a tecnologia; a vida, a sua representação e simulação artificial; o questionamento recorrente da história(entre outras ficções sociais) enquanto dispositivo de produção de cultura. O seu trabalho tem integrado exposições individuais e coletivas, em galerias e instituições como: Appleton Square, Galeria Fundação Amélia de Mello, SE8 Gallery (Londres), GaleriaQuadrum, Fundação Carmona e Costa, Whitechapel Art Gallery (Londres), MoCA Skopje(Skopje), Chauffeur (Sydney), Luís Serpa Projectos. Links: https://www.joaobiscainho.com/http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/programacao/O-Caminho-para-a-Luz-porque-Passa-pela-Luzhttps://cpf.org.pt/noticias/a-galeria-millennium-bcp-volta-a-abrir-portas-a-arte-aos-artistas-e-ao-publico/https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/02/27/ladainhas-e-percussao-na-appleton/https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/10/27/joao-biscainho-body-terminals-na-chauffeur-sydney/https://givetocatolica.ucp.pt/exposicao-uncanny-river  Episódio gravado a 21.02.2024 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa </itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 06 Mar 2024 16:51:13 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 119 – “This Torch Song” – Conversa com Isabel Cordovil</title>
            <description><![CDATA[  <p>Isabel Cordovil. Nasceu em Lisboa, 1994, onde vive e trabalha. Completou a sua educação entre a HEAD Geneva University of Art and Design, CH, a Athens School of Fine Arts (Erasmus), a Universidade de Belas Artes de Lisboa e a Central Saint Martins, University of Arts London, UK (Orientation for art and design).</p><p>Das suas exposições individuais destacam-se DOS COSAS TAN DESIGUALES, 2024 na Galeria Pedro Cera em Madrid; MATTER IS SOVEREIGN, 2022, Galeria Uma Lulik, Lisboa; A HOLE IN THE SHAPE OF GOD, 2022, Lièvre, Basileia, Suíça; THE SUNLIGHT WILL BREAK THE PARTY, Rua das Gaivotas 2022, Lisboa; DAY RAVE - NATURE IS HEALING, 2020 Al-vista, Zurique; COMO ÁGUA NA ÁGUA, 2019, Egeu, Lisboa; UNTITLED (A TALE OF TWO BODIES),2019, OKO, Genebra.</p><p>Das exposições colectivas destacam-se FRESH BREEZE, 2023, Camões Berlim, com curadoria de Sandra Viera Jungers, A FOTOGRAFIA NA COLECÇÃO CACHOLA 2023, MACE, com curadoria de Sergio Mah, Elvas; PROFANAÇÕES, com curadoria de David Reves, Culturgest Porto; QUEM NOS SALVA, 2022 com curadoria de Ana Cristina Cachola, Museu de Arte Contemporânea de Elvas; IF ONLY, 2022 com curadoria de Hugo Cantedrel, Mono, Lisboa; LOVERS, 2022 curadoria de Fábio Colaço, Zaratan, Lisboa PT UM CORPO, UM RIO, 2021 com curadoria de David Silva Revés, Galeria Liminare Lisboa PT DIP ME IN THE RIVER, DROP ME IN THE WATER, 2021, com curadoria de Carolina Trigueiros, Galeria Pedro Cera, Lisbon CHAIN REACTION, 2021 Culturgest, Porto; GRAN TOUR, 2019 Head Genebra,</p><p>A sua obra faz parte de coleções como Culturgest, Coleção de Arte contemporânea do Estado, Coleção António Cachola, Coleção Norlinda e José Lima, Coleção Santander Artistas Emergentes, entre outras.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://isabelcordovil.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://isabelcordovil.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://eumoceano.pt/artistas/isabel-cordovil/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://eumoceano.pt/artistas/isabel-cordovil/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.pedrocera.com/artists/isabel-cordovil/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.pedrocera.com/artists/isabel-cordovil/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://open.spotify.com/episode/1NeWMoaPWanZiHyrTM5ACq" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://open.spotify.com/episode/1NeWMoaPWanZiHyrTM5ACq</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/04/26/entrevista-com-isabel-cordovil-autora-da-capa-do-mes-da-umbigo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/04/26/entrevista-com-isabel-cordovil-autora-da-capa-do-mes-da-umbigo/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/escolhas-101-artecapital-isabel-cordovil" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/escolhas-101-artecapital-isabel-cordovil</a></p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Dame Judi Dench sings "Send in the Clowns" from 'A Little Night Music' at the BBC Proms 2010, Sondheim's 80th Birthday Celebration (from Youtube)</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 16.02.2024</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Isabel Cordovil. Nasceu em Lisboa, 1994, onde vive e trabalha. Completou a sua educação entre a HEAD Geneva University of Art and Design, CH, a Athens School of Fine Arts (Erasmus), a Universidade de Belas Artes de Lisboa e a Central Saint Martins, University of Arts London, UK (Orientation for art and design).</p><p>Das suas exposições individuais destacam-se DOS COSAS TAN DESIGUALES, 2024 na Galeria Pedro Cera em Madrid; MATTER IS SOVEREIGN, 2022, Galeria Uma Lulik, Lisboa; A HOLE IN THE SHAPE OF GOD, 2022, Lièvre, Basileia, Suíça; THE SUNLIGHT WILL BREAK THE PARTY, Rua das Gaivotas 2022, Lisboa; DAY RAVE - NATURE IS HEALING, 2020 Al-vista, Zurique; COMO ÁGUA NA ÁGUA, 2019, Egeu, Lisboa; UNTITLED (A TALE OF TWO BODIES),2019, OKO, Genebra.</p><p>Das exposições colectivas destacam-se FRESH BREEZE, 2023, Camões Berlim, com curadoria de Sandra Viera Jungers, A FOTOGRAFIA NA COLECÇÃO CACHOLA 2023, MACE, com curadoria de Sergio Mah, Elvas; PROFANAÇÕES, com curadoria de David Reves, Culturgest Porto; QUEM NOS SALVA, 2022 com curadoria de Ana Cristina Cachola, Museu de Arte Contemporânea de Elvas; IF ONLY, 2022 com curadoria de Hugo Cantedrel, Mono, Lisboa; LOVERS, 2022 curadoria de Fábio Colaço, Zaratan, Lisboa PT UM CORPO, UM RIO, 2021 com curadoria de David Silva Revés, Galeria Liminare Lisboa PT DIP ME IN THE RIVER, DROP ME IN THE WATER, 2021, com curadoria de Carolina Trigueiros, Galeria Pedro Cera, Lisbon CHAIN REACTION, 2021 Culturgest, Porto; GRAN TOUR, 2019 Head Genebra,</p><p>A sua obra faz parte de coleções como Culturgest, Coleção de Arte contemporânea do Estado, Coleção António Cachola, Coleção Norlinda e José Lima, Coleção Santander Artistas Emergentes, entre outras.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://isabelcordovil.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://isabelcordovil.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://eumoceano.pt/artistas/isabel-cordovil/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://eumoceano.pt/artistas/isabel-cordovil/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.pedrocera.com/artists/isabel-cordovil/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.pedrocera.com/artists/isabel-cordovil/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://open.spotify.com/episode/1NeWMoaPWanZiHyrTM5ACq" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://open.spotify.com/episode/1NeWMoaPWanZiHyrTM5ACq</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/04/26/entrevista-com-isabel-cordovil-autora-da-capa-do-mes-da-umbigo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/04/26/entrevista-com-isabel-cordovil-autora-da-capa-do-mes-da-umbigo/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/escolhas-101-artecapital-isabel-cordovil" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/escolhas-101-artecapital-isabel-cordovil</a></p><p>&nbsp;</p><p>Créditos música final: Dame Judi Dench sings "Send in the Clowns" from 'A Little Night Music' at the BBC Proms 2010, Sondheim's 80th Birthday Celebration (from Youtube)</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 16.02.2024</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Isabel Cordovil. Nasceu em Lisboa, 1994, onde vive e trabalha. Completou a sua educação entre a HEAD Geneva University of Art and Design, CH, a Athens School of Fine Arts (Erasmus), a Universidade de Belas Artes de Lisboa e a Central Saint Martins, University of Arts London, UK (Orientation for art and design).Das suas exposições individuais destacam-se DOS COSAS TAN DESIGUALES, 2024 na Galeria Pedro Cera em Madrid; MATTER IS SOVEREIGN, 2022, Galeria Uma Lulik, Lisboa; A HOLE IN THE SHAPE OF GOD, 2022, Lièvre, Basileia, Suíça; THE SUNLIGHT WILL BREAK THE PARTY, Rua das Gaivotas 2022, Lisboa; DAY RAVE - NATURE IS HEALING, 2020 Al-vista, Zurique; COMO ÁGUA NA ÁGUA, 2019, Egeu, Lisboa; UNTITLED (A TALE OF TWO BODIES),2019, OKO, Genebra.Das exposições colectivas destacam-se FRESH BREEZE, 2023, Camões Berlim, com curadoria de Sandra Viera Jungers, A FOTOGRAFIA NA COLECÇÃO CACHOLA 2023, MACE, com curadoria de Sergio Mah, Elvas; PROFANAÇÕES, com curadoria de David Reves, Culturgest Porto; QUEM NOS SALVA, 2022 com curadoria de Ana Cristina Cachola, Museu de Arte Contemporânea de Elvas; IF ONLY, 2022 com curadoria de Hugo Cantedrel, Mono, Lisboa; LOVERS, 2022 curadoria de Fábio Colaço, Zaratan, Lisboa PT UM CORPO, UM RIO, 2021 com curadoria de David Silva Revés, Galeria Liminare Lisboa PT DIP ME IN THE RIVER, DROP ME IN THE WATER, 2021, com curadoria de Carolina Trigueiros, Galeria Pedro Cera, Lisbon CHAIN REACTION, 2021 Culturgest, Porto; GRAN TOUR, 2019 Head Genebra,A sua obra faz parte de coleções como Culturgest, Coleção de Arte contemporânea do Estado, Coleção António Cachola, Coleção Norlinda e José Lima, Coleção Santander Artistas Emergentes, entre outras. Links: https://isabelcordovil.com/ https://eumoceano.pt/artistas/isabel-cordovil/ https://www.pedrocera.com/artists/isabel-cordovil/ https://open.spotify.com/episode/1NeWMoaPWanZiHyrTM5ACq https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/04/26/entrevista-com-isabel-cordovil-autora-da-capa-do-mes-da-umbigo/ https://www.artecapital.net/escolhas-101-artecapital-isabel-cordovil Créditos música final: Dame Judi Dench sings &#34;Send in the Clowns&#34; from &#39;A Little Night Music&#39; at the BBC Proms 2010, Sondheim&#39;s 80th Birthday Celebration (from Youtube)Episódio gravado a 16.02.2024 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 20 Feb 2024 19:03:34 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 118 - &#34;Como pode a vida ter lugar, ou persistir (...)&#34; - Conversa com Horácio Frutuoso</title>
            <description><![CDATA[  <p>Horácio Frutuoso (1991) vive e trabalha em Lisboa, estudou pintura na Faculdade de Belas Artes do Porto onde foi atribuído o prémio de aquisição 2012/2013 aquando a conclusão do curso.&nbsp;</p><p>Durante o período em que viveu na cidade do Porto esteve envolvido na criação ou direcção de vários projectos artísticos como o&nbsp;<em>Sintoma</em>, a&nbsp;<em>Painel</em>, ou o&nbsp;<em>Expedição</em>.&nbsp;</p><p>A sua prática artística desenvolve-se no campo da pintura e do desenho gráfico, explorando códigos e simbologias da linguagem, relações históricas e de representações sociais. Tem também desenvolvido com frequência projectos editoriais, mantendo uma colaboração regular com o Teatro Praga desde 2016.&nbsp;Em Abril de 2023 desenhou e concebeu a cenografia para ‘ÃO’ de Teatro Praga, estreado no Teatro do Bairro Alto em Lisboa, e em Outubro do mesmo ano a intervenção ‘Harvest Rituals’ no Lux-Frágil em Lisboa.&nbsp;O seu trabalho é apresentado em diferentes exposições e projectos curatoriais tendo já mostrado em espaços como o Museu de Serralves, MAAT, MNAC - Museu do Chiado, Culturgest Porto, Galeria Municipal do Porto, CIAJG - Guimarães, CAV - Coimbra, Cordoaria Nacional, Atelier Museu Júlio Pomar, Appleton Square, ou o Centro de Arte Oliva em São João da Madeira.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://horaciofrutuoso.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://horaciofrutuoso.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/1902-horacio-furtuoso/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/1902-horacio-furtuoso/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://bocabienal.org/artistas-residentes-2021/horacio-frutuoso/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://bocabienal.org/artistas-residentes-2021/horacio-frutuoso/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/01/09/a-enigmatica-zone-de-horacio-frutuoso/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/01/09/a-enigmatica-zone-de-horacio-frutuoso/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12-2020/horacio-frutuoso-sage-comme-une-image" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12-2020/horacio-frutuoso-sage-comme-une-image</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/11/03/sage-comme-une-image-de-horacio-frutuoso/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/11/03/sage-comme-une-image-de-horacio-frutuoso/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/programa/tv/p32048/e2" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/programa/tv/p32048/e2</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maat.pt/pt/event/lado-b-horacio-frutuoso-1" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maat.pt/pt/event/lado-b-horacio-frutuoso-1</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://teatropraga.com/props/2022-delirar-a-anatomia-2/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://teatropraga.com/props/2022-delirar-a-anatomia-2/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maushabitos.com/events/outras-conversas-entre-vistas-com-o-baeta-horacio-frutuoso/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maushabitos.com/events/outras-conversas-entre-vistas-com-o-baeta-horacio-frutuoso/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 31.01.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Horácio Frutuoso (1991) vive e trabalha em Lisboa, estudou pintura na Faculdade de Belas Artes do Porto onde foi atribuído o prémio de aquisição 2012/2013 aquando a conclusão do curso.&nbsp;</p><p>Durante o período em que viveu na cidade do Porto esteve envolvido na criação ou direcção de vários projectos artísticos como o&nbsp;<em>Sintoma</em>, a&nbsp;<em>Painel</em>, ou o&nbsp;<em>Expedição</em>.&nbsp;</p><p>A sua prática artística desenvolve-se no campo da pintura e do desenho gráfico, explorando códigos e simbologias da linguagem, relações históricas e de representações sociais. Tem também desenvolvido com frequência projectos editoriais, mantendo uma colaboração regular com o Teatro Praga desde 2016.&nbsp;Em Abril de 2023 desenhou e concebeu a cenografia para ‘ÃO’ de Teatro Praga, estreado no Teatro do Bairro Alto em Lisboa, e em Outubro do mesmo ano a intervenção ‘Harvest Rituals’ no Lux-Frágil em Lisboa.&nbsp;O seu trabalho é apresentado em diferentes exposições e projectos curatoriais tendo já mostrado em espaços como o Museu de Serralves, MAAT, MNAC - Museu do Chiado, Culturgest Porto, Galeria Municipal do Porto, CIAJG - Guimarães, CAV - Coimbra, Cordoaria Nacional, Atelier Museu Júlio Pomar, Appleton Square, ou o Centro de Arte Oliva em São João da Madeira.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://horaciofrutuoso.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://horaciofrutuoso.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/1902-horacio-furtuoso/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/1902-horacio-furtuoso/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://bocabienal.org/artistas-residentes-2021/horacio-frutuoso/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://bocabienal.org/artistas-residentes-2021/horacio-frutuoso/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/01/09/a-enigmatica-zone-de-horacio-frutuoso/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/01/09/a-enigmatica-zone-de-horacio-frutuoso/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12-2020/horacio-frutuoso-sage-comme-une-image" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12-2020/horacio-frutuoso-sage-comme-une-image</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/11/03/sage-comme-une-image-de-horacio-frutuoso/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/11/03/sage-comme-une-image-de-horacio-frutuoso/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/programa/tv/p32048/e2" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/programa/tv/p32048/e2</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maat.pt/pt/event/lado-b-horacio-frutuoso-1" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maat.pt/pt/event/lado-b-horacio-frutuoso-1</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://teatropraga.com/props/2022-delirar-a-anatomia-2/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://teatropraga.com/props/2022-delirar-a-anatomia-2/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maushabitos.com/events/outras-conversas-entre-vistas-com-o-baeta-horacio-frutuoso/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maushabitos.com/events/outras-conversas-entre-vistas-com-o-baeta-horacio-frutuoso/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 31.01.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Horácio Frutuoso (1991) vive e trabalha em Lisboa, estudou pintura na Faculdade de Belas Artes do Porto onde foi atribuído o prémio de aquisição 2012/2013 aquando a conclusão do curso. Durante o período em que viveu na cidade do Porto esteve envolvido na criação ou direcção de vários projectos artísticos como o Sintoma, a Painel, ou o Expedição. A sua prática artística desenvolve-se no campo da pintura e do desenho gráfico, explorando códigos e simbologias da linguagem, relações históricas e de representações sociais. Tem também desenvolvido com frequência projectos editoriais, mantendo uma colaboração regular com o Teatro Praga desde 2016. Em Abril de 2023 desenhou e concebeu a cenografia para ‘ÃO’ de Teatro Praga, estreado no Teatro do Bairro Alto em Lisboa, e em Outubro do mesmo ano a intervenção ‘Harvest Rituals’ no Lux-Frágil em Lisboa. O seu trabalho é apresentado em diferentes exposições e projectos curatoriais tendo já mostrado em espaços como o Museu de Serralves, MAAT, MNAC - Museu do Chiado, Culturgest Porto, Galeria Municipal do Porto, CIAJG - Guimarães, CAV - Coimbra, Cordoaria Nacional, Atelier Museu Júlio Pomar, Appleton Square, ou o Centro de Arte Oliva em São João da Madeira.  Links: https://horaciofrutuoso.com/ https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/1902-horacio-furtuoso/ https://bocabienal.org/artistas-residentes-2021/horacio-frutuoso/ https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/01/09/a-enigmatica-zone-de-horacio-frutuoso/ https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12-2020/horacio-frutuoso-sage-comme-une-image https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/11/03/sage-comme-une-image-de-horacio-frutuoso/ https://www.rtp.pt/programa/tv/p32048/e2 https://www.maat.pt/pt/event/lado-b-horacio-frutuoso-1 http://teatropraga.com/props/2022-delirar-a-anatomia-2/ https://www.maushabitos.com/events/outras-conversas-entre-vistas-com-o-baeta-horacio-frutuoso/  Episódio gravado a 31.01.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 01 Feb 2024 22:59:47 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 117 - &#34;Acumulador ou arquivista?&#34; - Conversa com Nuno Nunes-Ferreira</title>
            <description><![CDATA[  <p>Nuno Nunes-Ferreira nasceu em 1976, em Lisboa, e vive e trabalha em Santarém. Expõe com regularidade desde 2000. Das suas exposições individuais mais recentes destacamos: Monsieur Valadares, Balcony, Lisboa (2022); Café Central, Galeria Juan Silió, Madrid (2021); A Palavra, Convento São Francisco, Coimbra, (2020); Dois anos e meio, Balcony, Lisboa (2019); A qué hora impieza la revolución?, Galeria Juan Silió, Santander, Espanha (2017) e 1440 minutos, Galeria Baginski, Lisboa (2016). Participou em inúmeras exposições coletivas, entre as quais: Herança, Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa (2021); FLORA, Atelier Museu Júlio Pomar, Lisboa, (2021); Fazer de casa labirinto, Balcony, Lisboa (2020); Alianza del ojo y del alma, Centro Cultural “Los Arenales”, Biblioteca y Archivo de Cantabria, Santander (2019); crónicas del mundo actual, Fundación Valentin de Madariaga, Sevilha, Espanha (2018); O que eu sou, MAAT, Lisboa (2017); Portugal em Flagrante, Operação 1, 2 e 3, Museu Calouste Gulbenkian, Lisboa (2017). Os seus trabalhos estão presentes em diversas coleções, nomeadamente na Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação EDP, IVAM, MAAT, FLAD, EGEAC, MU.SA, Câmara Municipal de Vila Verde, Câmara Municipal de Tavira, Coleção Norlinda e José Lima, Colecção Figueiredo Ribeiro, Colecção José Carlos Santana Pinto, Censored Collection by Tatxo Benet, Colección Kells, Fundación Hortensia Herrero, Colección Norte de Arte Contemporáneo, Fundación Focus Abengoa, Fundació Sorigué, Colección DKV, Fundação Bienal de Cerveira, Museo de Arte Moderno y Contemporáneo de Santander, Liberty Seguros, Colección Olor Visual, Colección ACB, Juan Uslé, Oliva Arauna entre outras. Entre os principais prémios destacam-se: Prémio Fundación Hortensia Herrero (2014), Prémio de Pintura Focus Abengoa - Menção Especial (2009), Artista Emergente, Ron Brugal Arco ´07 (2007), II Prémio Lexmark European Art - Representação Portuguesa (2004).</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.nunonunes-ferreira.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nunonunes-ferreira.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://juansilio.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://juansilio.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://balcony.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://balcony.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.instituto-camoes.pt/activity/o-que-fazemos/cultura-portuguesa/agenda/9860" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.instituto-camoes.pt/activity/o-que-fazemos/cultura-portuguesa/agenda/9860</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/01/24/vigilantes-partos/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/01/24/vigilantes-partos/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/cam/artist/nuno-nunes-ferreira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/cam/artist/nuno-nunes-ferreira/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2007/02/15/jornal/carlos-bunga-joana-vasconcelos-e-nuno-nunes-ferreira-136840" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2007/02/15/jornal/carlos-bunga-joana-vasconcelos-e-nuno-nunes-ferreira-136840</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/nuno-nunes-ferreira-dois-anos-e-meio" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/nuno-nunes-ferreira-dois-anos-e-meio</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/11/03/nuno-nunes-ferreira-monsieur-valadares-na-balcony/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/11/03/nuno-nunes-ferreira-monsieur-valadares-na-balcony/</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 22.01.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Nuno Nunes-Ferreira nasceu em 1976, em Lisboa, e vive e trabalha em Santarém. Expõe com regularidade desde 2000. Das suas exposições individuais mais recentes destacamos: Monsieur Valadares, Balcony, Lisboa (2022); Café Central, Galeria Juan Silió, Madrid (2021); A Palavra, Convento São Francisco, Coimbra, (2020); Dois anos e meio, Balcony, Lisboa (2019); A qué hora impieza la revolución?, Galeria Juan Silió, Santander, Espanha (2017) e 1440 minutos, Galeria Baginski, Lisboa (2016). Participou em inúmeras exposições coletivas, entre as quais: Herança, Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa (2021); FLORA, Atelier Museu Júlio Pomar, Lisboa, (2021); Fazer de casa labirinto, Balcony, Lisboa (2020); Alianza del ojo y del alma, Centro Cultural “Los Arenales”, Biblioteca y Archivo de Cantabria, Santander (2019); crónicas del mundo actual, Fundación Valentin de Madariaga, Sevilha, Espanha (2018); O que eu sou, MAAT, Lisboa (2017); Portugal em Flagrante, Operação 1, 2 e 3, Museu Calouste Gulbenkian, Lisboa (2017). Os seus trabalhos estão presentes em diversas coleções, nomeadamente na Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação EDP, IVAM, MAAT, FLAD, EGEAC, MU.SA, Câmara Municipal de Vila Verde, Câmara Municipal de Tavira, Coleção Norlinda e José Lima, Colecção Figueiredo Ribeiro, Colecção José Carlos Santana Pinto, Censored Collection by Tatxo Benet, Colección Kells, Fundación Hortensia Herrero, Colección Norte de Arte Contemporáneo, Fundación Focus Abengoa, Fundació Sorigué, Colección DKV, Fundação Bienal de Cerveira, Museo de Arte Moderno y Contemporáneo de Santander, Liberty Seguros, Colección Olor Visual, Colección ACB, Juan Uslé, Oliva Arauna entre outras. Entre os principais prémios destacam-se: Prémio Fundación Hortensia Herrero (2014), Prémio de Pintura Focus Abengoa - Menção Especial (2009), Artista Emergente, Ron Brugal Arco ´07 (2007), II Prémio Lexmark European Art - Representação Portuguesa (2004).</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.nunonunes-ferreira.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.nunonunes-ferreira.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://juansilio.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://juansilio.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://balcony.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://balcony.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.instituto-camoes.pt/activity/o-que-fazemos/cultura-portuguesa/agenda/9860" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.instituto-camoes.pt/activity/o-que-fazemos/cultura-portuguesa/agenda/9860</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/01/24/vigilantes-partos/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/01/24/vigilantes-partos/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/cam/artist/nuno-nunes-ferreira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/cam/artist/nuno-nunes-ferreira/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2007/02/15/jornal/carlos-bunga-joana-vasconcelos-e-nuno-nunes-ferreira-136840" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2007/02/15/jornal/carlos-bunga-joana-vasconcelos-e-nuno-nunes-ferreira-136840</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/nuno-nunes-ferreira-dois-anos-e-meio" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/nuno-nunes-ferreira-dois-anos-e-meio</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/11/03/nuno-nunes-ferreira-monsieur-valadares-na-balcony/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/11/03/nuno-nunes-ferreira-monsieur-valadares-na-balcony/</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 22.01.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Nuno Nunes-Ferreira nasceu em 1976, em Lisboa, e vive e trabalha em Santarém. Expõe com regularidade desde 2000. Das suas exposições individuais mais recentes destacamos: Monsieur Valadares, Balcony, Lisboa (2022); Café Central, Galeria Juan Silió, Madrid (2021); A Palavra, Convento São Francisco, Coimbra, (2020); Dois anos e meio, Balcony, Lisboa (2019); A qué hora impieza la revolución?, Galeria Juan Silió, Santander, Espanha (2017) e 1440 minutos, Galeria Baginski, Lisboa (2016). Participou em inúmeras exposições coletivas, entre as quais: Herança, Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa (2021); FLORA, Atelier Museu Júlio Pomar, Lisboa, (2021); Fazer de casa labirinto, Balcony, Lisboa (2020); Alianza del ojo y del alma, Centro Cultural “Los Arenales”, Biblioteca y Archivo de Cantabria, Santander (2019); crónicas del mundo actual, Fundación Valentin de Madariaga, Sevilha, Espanha (2018); O que eu sou, MAAT, Lisboa (2017); Portugal em Flagrante, Operação 1, 2 e 3, Museu Calouste Gulbenkian, Lisboa (2017). Os seus trabalhos estão presentes em diversas coleções, nomeadamente na Fundação Calouste Gulbenkian, Fundação EDP, IVAM, MAAT, FLAD, EGEAC, MU.SA, Câmara Municipal de Vila Verde, Câmara Municipal de Tavira, Coleção Norlinda e José Lima, Colecção Figueiredo Ribeiro, Colecção José Carlos Santana Pinto, Censored Collection by Tatxo Benet, Colección Kells, Fundación Hortensia Herrero, Colección Norte de Arte Contemporáneo, Fundación Focus Abengoa, Fundació Sorigué, Colección DKV, Fundação Bienal de Cerveira, Museo de Arte Moderno y Contemporáneo de Santander, Liberty Seguros, Colección Olor Visual, Colección ACB, Juan Uslé, Oliva Arauna entre outras. Entre os principais prémios destacam-se: Prémio Fundación Hortensia Herrero (2014), Prémio de Pintura Focus Abengoa - Menção Especial (2009), Artista Emergente, Ron Brugal Arco ´07 (2007), II Prémio Lexmark European Art - Representação Portuguesa (2004). Links: https://www.nunonunes-ferreira.com/ https://juansilio.com/ https://balcony.pt/ https://www.instituto-camoes.pt/activity/o-que-fazemos/cultura-portuguesa/agenda/9860 https://umbigomagazine.com/pt/blog/2024/01/24/vigilantes-partos/ https://gulbenkian.pt/cam/artist/nuno-nunes-ferreira/ https://www.publico.pt/2007/02/15/jornal/carlos-bunga-joana-vasconcelos-e-nuno-nunes-ferreira-136840 https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/nuno-nunes-ferreira-dois-anos-e-meio https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/11/03/nuno-nunes-ferreira-monsieur-valadares-na-balcony/Episódio gravado a 22.01.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 29 Jan 2024 19:16:56 +0000</pubDate>
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            <title>Especial Balanço 2023</title>
            <description><![CDATA[  <p>Excertos dos 28 podcasts de 2023, temporada 8, 9 e 10, com:</p><p><br></p><p>Jorge Vaz de Carvalho&nbsp;</p><p>Rita Faden</p><p>Anabela Mota Ribeiro</p><p>Teresa Nicolau</p><p>João Taborda da Gama</p><p>Carminho</p><p>Isabel Rodrigues da Costa</p><p>Joana Sousa Monteiro&nbsp;</p><p>Marta Rema</p><p>Francisco Aires Mateus&nbsp;</p><p>Inês Grosso</p><p>Sandra Cinto e Albano Afonso</p><p>Musa paradisiaca&nbsp;</p><p>Ricardo Jacinto</p><p>Vera Mota</p><p>Ramiro Guerreiro&nbsp;</p><p>Antonia Gaeta&nbsp;</p><p>João Pimenta Gomes</p><p>Leka Mendes</p><p>Sara &amp; André&nbsp;</p><p>Francisco Tropa</p><p>Filipa Valladares&nbsp;</p><p>Luísa Especial</p><p>Pedro Tudela</p><p>Sara Mealha</p><p>Filipe Alarcão</p><p>Luís Silva</p><p>Patrícia Garrido</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p><br></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Excertos dos 28 podcasts de 2023, temporada 8, 9 e 10, com:</p><p><br></p><p>Jorge Vaz de Carvalho&nbsp;</p><p>Rita Faden</p><p>Anabela Mota Ribeiro</p><p>Teresa Nicolau</p><p>João Taborda da Gama</p><p>Carminho</p><p>Isabel Rodrigues da Costa</p><p>Joana Sousa Monteiro&nbsp;</p><p>Marta Rema</p><p>Francisco Aires Mateus&nbsp;</p><p>Inês Grosso</p><p>Sandra Cinto e Albano Afonso</p><p>Musa paradisiaca&nbsp;</p><p>Ricardo Jacinto</p><p>Vera Mota</p><p>Ramiro Guerreiro&nbsp;</p><p>Antonia Gaeta&nbsp;</p><p>João Pimenta Gomes</p><p>Leka Mendes</p><p>Sara &amp; André&nbsp;</p><p>Francisco Tropa</p><p>Filipa Valladares&nbsp;</p><p>Luísa Especial</p><p>Pedro Tudela</p><p>Sara Mealha</p><p>Filipe Alarcão</p><p>Luís Silva</p><p>Patrícia Garrido</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p><br></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Excertos dos 28 podcasts de 2023, temporada 8, 9 e 10, com:Jorge Vaz de Carvalho Rita FadenAnabela Mota RibeiroTeresa NicolauJoão Taborda da GamaCarminhoIsabel Rodrigues da CostaJoana Sousa Monteiro Marta RemaFrancisco Aires Mateus Inês GrossoSandra Cinto e Albano AfonsoMusa paradisiaca Ricardo JacintoVera MotaRamiro Guerreiro Antonia Gaeta João Pimenta GomesLeka MendesSara &amp; André Francisco TropaFilipa Valladares Luísa EspecialPedro TudelaSara MealhaFilipe AlarcãoLuís SilvaPatrícia Garridohttp://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa </itunes:summary>
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            <pubDate>Sun, 31 Dec 2023 17:38:44 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 116 - &#34;Memória abstracta&#34; - Conversa com Patrícia Garrido</title>
            <description><![CDATA[  <p>Patrícia Garrido, Lisboa 1963. Vive e trabalha em Lisboa. A artista formou-se em pintura na Escola Superior de Belas-Artes em Lisboa (ESBAL). Participou em inúmeras exposições colectivas que incluem: Mais Tempo, Menos História, Fundação de Serralves, Porto (1996); O Império Contra-Ataca, Galeria ZDB, Lisboa (1998); Squatters, Galeria do CRUARB, Porto (2001). As exposições individuais incluem: T1, Fundação Serralves, Porto (1998); Móveis ao Cubo, Desenhos ao Acaso, TREM Galeria Municipal de Arte, Faro (2009); Peças Mais ou Menos Recentes, Fundação EDP, Museu Nacional Soares dos Reis e Galeria Fernando Santos, Porto (2013), Interior, Giefarte 2022.</p><p>O seu trabalho é apresentado nas seguintes colecções: Museu do Chiado, Fundação de Serralves, Museu de Arte Contemporânea do Funchal, Fundação EDP, Coleção António Cachola e também a Coleção Banco Privado. Recebeu o Prémio União Latina em 2001. A partir dos princípios de montagem, apropriação interventiva e construção abstracta, a artista cria objectos que apelam à leitura atenta dos seus próprios processos, surpresa e natureza intrínseca. Isolados ou concebidos para diálogos no espaço, têm a presença e o apelo táctil da escultura, mas também a capacidade de desenho e o desafio intrigante da sua referência simbólica latente.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.miguelnabinho.com/pt/patricia-garrido" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.miguelnabinho.com/pt/patricia-garrido</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://eumoceano.pt/artistas/patricia-garrido/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://eumoceano.pt/artistas/patricia-garrido/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/04/18/interior-patricia-garrido-na-giefarte/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/04/18/interior-patricia-garrido-na-giefarte/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/1999/04/09/jornal/prazeres-e-abjeccoes-de-patricia-garrido-131889" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/1999/04/09/jornal/prazeres-e-abjeccoes-de-patricia-garrido-131889</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2000/01/28/jornal/a-melhor-posicao-para-morrer-139286" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2000/01/28/jornal/a-melhor-posicao-para-morrer-139286</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://fonsecamacedo.com/artistasposts/patricia-garrido/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://fonsecamacedo.com/artistasposts/patricia-garrido/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.porta33.com/porta33_madeira/exposicoes/content_exposicoes/patricia_garrido/patricia_garrido.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.porta33.com/porta33_madeira/exposicoes/content_exposicoes/patricia_garrido/patricia_garrido.html</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 27.12.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Patrícia Garrido, Lisboa 1963. Vive e trabalha em Lisboa. A artista formou-se em pintura na Escola Superior de Belas-Artes em Lisboa (ESBAL). Participou em inúmeras exposições colectivas que incluem: Mais Tempo, Menos História, Fundação de Serralves, Porto (1996); O Império Contra-Ataca, Galeria ZDB, Lisboa (1998); Squatters, Galeria do CRUARB, Porto (2001). As exposições individuais incluem: T1, Fundação Serralves, Porto (1998); Móveis ao Cubo, Desenhos ao Acaso, TREM Galeria Municipal de Arte, Faro (2009); Peças Mais ou Menos Recentes, Fundação EDP, Museu Nacional Soares dos Reis e Galeria Fernando Santos, Porto (2013), Interior, Giefarte 2022.</p><p>O seu trabalho é apresentado nas seguintes colecções: Museu do Chiado, Fundação de Serralves, Museu de Arte Contemporânea do Funchal, Fundação EDP, Coleção António Cachola e também a Coleção Banco Privado. Recebeu o Prémio União Latina em 2001. A partir dos princípios de montagem, apropriação interventiva e construção abstracta, a artista cria objectos que apelam à leitura atenta dos seus próprios processos, surpresa e natureza intrínseca. Isolados ou concebidos para diálogos no espaço, têm a presença e o apelo táctil da escultura, mas também a capacidade de desenho e o desafio intrigante da sua referência simbólica latente.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.miguelnabinho.com/pt/patricia-garrido" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.miguelnabinho.com/pt/patricia-garrido</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://eumoceano.pt/artistas/patricia-garrido/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://eumoceano.pt/artistas/patricia-garrido/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/04/18/interior-patricia-garrido-na-giefarte/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/04/18/interior-patricia-garrido-na-giefarte/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/1999/04/09/jornal/prazeres-e-abjeccoes-de-patricia-garrido-131889" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/1999/04/09/jornal/prazeres-e-abjeccoes-de-patricia-garrido-131889</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2000/01/28/jornal/a-melhor-posicao-para-morrer-139286" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2000/01/28/jornal/a-melhor-posicao-para-morrer-139286</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://fonsecamacedo.com/artistasposts/patricia-garrido/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://fonsecamacedo.com/artistasposts/patricia-garrido/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.porta33.com/porta33_madeira/exposicoes/content_exposicoes/patricia_garrido/patricia_garrido.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.porta33.com/porta33_madeira/exposicoes/content_exposicoes/patricia_garrido/patricia_garrido.html</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 27.12.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Patrícia Garrido, Lisboa 1963. Vive e trabalha em Lisboa. A artista formou-se em pintura na Escola Superior de Belas-Artes em Lisboa (ESBAL). Participou em inúmeras exposições colectivas que incluem: Mais Tempo, Menos História, Fundação de Serralves, Porto (1996); O Império Contra-Ataca, Galeria ZDB, Lisboa (1998); Squatters, Galeria do CRUARB, Porto (2001). As exposições individuais incluem: T1, Fundação Serralves, Porto (1998); Móveis ao Cubo, Desenhos ao Acaso, TREM Galeria Municipal de Arte, Faro (2009); Peças Mais ou Menos Recentes, Fundação EDP, Museu Nacional Soares dos Reis e Galeria Fernando Santos, Porto (2013), Interior, Giefarte 2022.O seu trabalho é apresentado nas seguintes colecções: Museu do Chiado, Fundação de Serralves, Museu de Arte Contemporânea do Funchal, Fundação EDP, Coleção António Cachola e também a Coleção Banco Privado. Recebeu o Prémio União Latina em 2001. A partir dos princípios de montagem, apropriação interventiva e construção abstracta, a artista cria objectos que apelam à leitura atenta dos seus próprios processos, surpresa e natureza intrínseca. Isolados ou concebidos para diálogos no espaço, têm a presença e o apelo táctil da escultura, mas também a capacidade de desenho e o desafio intrigante da sua referência simbólica latente. Links: https://www.miguelnabinho.com/pt/patricia-garrido https://eumoceano.pt/artistas/patricia-garrido/ https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/04/18/interior-patricia-garrido-na-giefarte/ https://www.publico.pt/1999/04/09/jornal/prazeres-e-abjeccoes-de-patricia-garrido-131889 https://www.publico.pt/2000/01/28/jornal/a-melhor-posicao-para-morrer-139286 https://fonsecamacedo.com/artistasposts/patricia-garrido/ https://www.porta33.com/porta33_madeira/exposicoes/content_exposicoes/patricia_garrido/patricia_garrido.html Episódio gravado a 27.12.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 29 Dec 2023 14:33:49 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 115 - &#34;A Kunsthalle de Lisboa&#34; - Conversa com Luís Silva</title>
            <description><![CDATA[  <p>Luís Silva é um escritor e curador que vive em Lisboa, onde atualmente é Diretor da Kunsthalle Lissabon, uma instituição de arte contemporânea que co-fundou com João Mourão em 2009. Uma seleção de exposições recentes que comissariou inclui solos de Teresa Solar, Sara Sadik, La Chola Poblete, Jonathas de Andrade, Gabriel Chaile, Federico Herrero, Manuel Solano, Sheroanawe Hakihiiwe, Ad Minoliti, Zheng Bo, Laure Prouvost, Caroline Mesquita, Engel Leonardo, Sol Calero, Naufus Ramirez-Figueroa e Nathalie Du Pasquier, para além de exposições em instituições como CRAC Alsace, Pivô, MAAT, Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, MACE, Extra City e David Roberts Art Foundation. Em 2022 foi co-curador do Pavilhão de Portugal na 59ª Bienal de Veneza, com um projeto da artista plástica, cineasta e escritora Isadora Neves Marques. Em 2017-2019 foi co-curador da secção Disegni da Artissima, dedicada a desenvolvimentos recentes no desenho, e em 2015-2017 foi co-curador da Zona Maco Sur, a secção de projectos individuais da feira de arte contemporânea da Cidade do México. Para além da sua prática curatorial, Luís Silva tem contribuído para publicações como a Art Review, CURA. e Art Nexus e co-editou a série de livros "Performing the Institution(al)", abordando desenvolvimentos recentes na prática institucional, bem como várias monografias dedicadas à prática de artistas como Mariana Caló &amp; Francisco Queimadela, Naufus Ramírez-Figueroa, Pedro Barateiro, André Guedes e Haris Epaminonda e Daniel Gustav Cramer.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.kunsthalle-lissabon.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.kunsthalle-lissabon.org/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2021/11/17/culturaipsilon/noticia/pedro-neves-marques-vai-representar-portugal-bienal-arte-veneza-1985374" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2021/11/17/culturaipsilon/noticia/pedro-neves-marques-vai-representar-portugal-bienal-arte-veneza-1985374</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://artguide.artforum.com/artguide/kunsthalle-lissabon-7816" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artguide.artforum.com/artguide/kunsthalle-lissabon-7816</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.pivo.org.br/en/exhibitions/rollypolly-kunsthalle-lissabon/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.pivo.org.br/en/exhibitions/rollypolly-kunsthalle-lissabon/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/entrevista-128-luis-silva-kunsthalle-lissabon" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/entrevista-128-luis-silva-kunsthalle-lissabon</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.andafala.org/Artistas/Joao_Mourao_e_Luis_Silva?site=walktalk&amp;Edicao=2018" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.andafala.org/Artistas/Joao_Mourao_e_Luis_Silva?site=walktalk&amp;Edicao=2018</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galeriasmunicipais.pt/programa-publico/conversa-entre-pedro-neves-marques-e-luis-silva/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galeriasmunicipais.pt/programa-publico/conversa-entre-pedro-neves-marques-e-luis-silva/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2022/vampiros-no-espa%C3%A7o" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2022/vampiros-no-espa%C3%A7o</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.kunsthalle-lissabon.org/publicacoes/performing-the-institutional-volume-3" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.kunsthalle-lissabon.org/publicacoes/performing-the-institutional-volume-3</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artissima.art/en/artissimalive-disegni-luis-silva-e-joao-mourao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artissima.art/en/artissimalive-disegni-luis-silva-e-joao-mourao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/en/atividades-serralves/23-jul-visita-orientada-carla-filipe/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/en/atividades-serralves/23-jul-visita-orientada-carla-filipe/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://iisforinstitute.icaphila.org/posts/conversation-with-joao-murao-and-luis-silva-kunsthalle-lissabon-part-i" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://iisforinstitute.icaphila.org/posts/conversation-with-joao-murao-and-luis-silva-kunsthalle-lissabon-part-i</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 04.12.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Luís Silva é um escritor e curador que vive em Lisboa, onde atualmente é Diretor da Kunsthalle Lissabon, uma instituição de arte contemporânea que co-fundou com João Mourão em 2009. Uma seleção de exposições recentes que comissariou inclui solos de Teresa Solar, Sara Sadik, La Chola Poblete, Jonathas de Andrade, Gabriel Chaile, Federico Herrero, Manuel Solano, Sheroanawe Hakihiiwe, Ad Minoliti, Zheng Bo, Laure Prouvost, Caroline Mesquita, Engel Leonardo, Sol Calero, Naufus Ramirez-Figueroa e Nathalie Du Pasquier, para além de exposições em instituições como CRAC Alsace, Pivô, MAAT, Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, MACE, Extra City e David Roberts Art Foundation. Em 2022 foi co-curador do Pavilhão de Portugal na 59ª Bienal de Veneza, com um projeto da artista plástica, cineasta e escritora Isadora Neves Marques. Em 2017-2019 foi co-curador da secção Disegni da Artissima, dedicada a desenvolvimentos recentes no desenho, e em 2015-2017 foi co-curador da Zona Maco Sur, a secção de projectos individuais da feira de arte contemporânea da Cidade do México. Para além da sua prática curatorial, Luís Silva tem contribuído para publicações como a Art Review, CURA. e Art Nexus e co-editou a série de livros "Performing the Institution(al)", abordando desenvolvimentos recentes na prática institucional, bem como várias monografias dedicadas à prática de artistas como Mariana Caló &amp; Francisco Queimadela, Naufus Ramírez-Figueroa, Pedro Barateiro, André Guedes e Haris Epaminonda e Daniel Gustav Cramer.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.kunsthalle-lissabon.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.kunsthalle-lissabon.org/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2021/11/17/culturaipsilon/noticia/pedro-neves-marques-vai-representar-portugal-bienal-arte-veneza-1985374" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2021/11/17/culturaipsilon/noticia/pedro-neves-marques-vai-representar-portugal-bienal-arte-veneza-1985374</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://artguide.artforum.com/artguide/kunsthalle-lissabon-7816" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artguide.artforum.com/artguide/kunsthalle-lissabon-7816</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.pivo.org.br/en/exhibitions/rollypolly-kunsthalle-lissabon/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.pivo.org.br/en/exhibitions/rollypolly-kunsthalle-lissabon/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/entrevista-128-luis-silva-kunsthalle-lissabon" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/entrevista-128-luis-silva-kunsthalle-lissabon</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.andafala.org/Artistas/Joao_Mourao_e_Luis_Silva?site=walktalk&amp;Edicao=2018" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.andafala.org/Artistas/Joao_Mourao_e_Luis_Silva?site=walktalk&amp;Edicao=2018</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galeriasmunicipais.pt/programa-publico/conversa-entre-pedro-neves-marques-e-luis-silva/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galeriasmunicipais.pt/programa-publico/conversa-entre-pedro-neves-marques-e-luis-silva/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2022/vampiros-no-espa%C3%A7o" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2022/vampiros-no-espa%C3%A7o</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.kunsthalle-lissabon.org/publicacoes/performing-the-institutional-volume-3" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.kunsthalle-lissabon.org/publicacoes/performing-the-institutional-volume-3</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artissima.art/en/artissimalive-disegni-luis-silva-e-joao-mourao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artissima.art/en/artissimalive-disegni-luis-silva-e-joao-mourao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/en/atividades-serralves/23-jul-visita-orientada-carla-filipe/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/en/atividades-serralves/23-jul-visita-orientada-carla-filipe/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://iisforinstitute.icaphila.org/posts/conversation-with-joao-murao-and-luis-silva-kunsthalle-lissabon-part-i" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://iisforinstitute.icaphila.org/posts/conversation-with-joao-murao-and-luis-silva-kunsthalle-lissabon-part-i</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 04.12.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Luís Silva é um escritor e curador que vive em Lisboa, onde atualmente é Diretor da Kunsthalle Lissabon, uma instituição de arte contemporânea que co-fundou com João Mourão em 2009. Uma seleção de exposições recentes que comissariou inclui solos de Teresa Solar, Sara Sadik, La Chola Poblete, Jonathas de Andrade, Gabriel Chaile, Federico Herrero, Manuel Solano, Sheroanawe Hakihiiwe, Ad Minoliti, Zheng Bo, Laure Prouvost, Caroline Mesquita, Engel Leonardo, Sol Calero, Naufus Ramirez-Figueroa e Nathalie Du Pasquier, para além de exposições em instituições como CRAC Alsace, Pivô, MAAT, Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, MACE, Extra City e David Roberts Art Foundation. Em 2022 foi co-curador do Pavilhão de Portugal na 59ª Bienal de Veneza, com um projeto da artista plástica, cineasta e escritora Isadora Neves Marques. Em 2017-2019 foi co-curador da secção Disegni da Artissima, dedicada a desenvolvimentos recentes no desenho, e em 2015-2017 foi co-curador da Zona Maco Sur, a secção de projectos individuais da feira de arte contemporânea da Cidade do México. Para além da sua prática curatorial, Luís Silva tem contribuído para publicações como a Art Review, CURA. e Art Nexus e co-editou a série de livros &#34;Performing the Institution(al)&#34;, abordando desenvolvimentos recentes na prática institucional, bem como várias monografias dedicadas à prática de artistas como Mariana Caló &amp; Francisco Queimadela, Naufus Ramírez-Figueroa, Pedro Barateiro, André Guedes e Haris Epaminonda e Daniel Gustav Cramer.Links: https://www.kunsthalle-lissabon.org/ https://www.publico.pt/2021/11/17/culturaipsilon/noticia/pedro-neves-marques-vai-representar-portugal-bienal-arte-veneza-1985374 https://artguide.artforum.com/artguide/kunsthalle-lissabon-7816 https://www.pivo.org.br/en/exhibitions/rollypolly-kunsthalle-lissabon/ https://www.artecapital.net/entrevista-128-luis-silva-kunsthalle-lissabon https://www.andafala.org/Artistas/Joao_Mourao_e_Luis_Silva?site=walktalk&amp;Edicao=2018 https://galeriasmunicipais.pt/programa-publico/conversa-entre-pedro-neves-marques-e-luis-silva/ https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2022/vampiros-no-espa%C3%A7o https://www.kunsthalle-lissabon.org/publicacoes/performing-the-institutional-volume-3 https://www.artissima.art/en/artissimalive-disegni-luis-silva-e-joao-mourao/ https://www.serralves.pt/en/atividades-serralves/23-jul-visita-orientada-carla-filipe/ https://iisforinstitute.icaphila.org/posts/conversation-with-joao-murao-and-luis-silva-kunsthalle-lissabon-part-i Episódio gravado a 04.12.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa </itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 15 Dec 2023 01:43:16 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 114 - &#34;O Design e a Matéria&#34; - Conversa com Filipe Alarcão</title>
            <description><![CDATA[  <p>Filipe Alarcão, nascido em Lisboa, fez a licenciatura em Design de Equipamento na Faculdade de Belas Artes de Lisboa e posteriormente obteve o Master em Design Industrial na Domus Academy de Milão, cidade onde trabalhou com o Arquitecto e Designer Michele De Lucchi entre 1995 e 1997. É Professor-Adjunto na ESAD-Caldas da Rainha e membro do Li-Da, Laboratório de Investigação em Design e Artes. A sua actividade como designer engloba áreas de projecto que vão desde o design de produtos, espaços e museografia, assim como mais esporadicamente instalações em espaços de galeria. Filipe Alarcão desenvolve os seus próprios projetos de mobiliário, equipamento urbano, iluminação, cerâmica e vidro trabalhando com diversas empresas, tais como, Vista Alegre, Molde Ceramics, Corticeira Amorim, Iduna, TemaHome, Schréder, Larus e Loja da Atalaia, entre outras. Desenvolve ainda a actividade de curadoria e direcção de design, dos quais se destacam o projecto O1 para a Vista Alegre/Atlantis, Reshuffle para a Temahome, Materia em co-autoria com a Experimenta Design para a Amorim. Idealizou e coordenou o projecto de edição do livro The Cork Book, com design gráfico do atelier de design gráfico italiano FM Milano, para a Amorim, destacado com uma menção honrosa no conceituado prémio de design Compasso D’Oro. Obteve o Prémio Nacional de Design e o seu trabalho está representado em diversas colecções públicas e privadas e no MUDE, Museu do Design e da Moda – Colecção Francisco Capelo, onde fez uma exposição individual em 2011/2012.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.amorim.com/pt/media/noticias/filipe-alarcao-a-cortica-agrega-uma-serie-de-caracteristicas-que-encontramos-dispersas-em-outros/2174/</p><p><br></p><p>https://www.mude.pt/exposicoes/introspetiva-filipe-alarcao-designer_21.html</p><p><br></p><p>https://arquivos.rtp.pt/conteudos/dois-designers-filipe-alarcao-e-pedro-silva-dias/</p><p><br></p><p>https://expresso.pt/arquivo/10-perguntas-a.-por-ines-meneses/2018-04-15-Filipe-Alarcao-Na-natureza-tudo-parece-estar-no-sitio-certo</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2011/07/22/jornal/filipe-alarcao-em-introspectiva-no-mude-22539384</p><p><br></p><p>https://appleton.pt/filipe-alarcao/?lang=pt-pt</p><p><br></p><p>https://www.amorim.com/en/media/news/the-cork-book-wins-an-european-design-award/1722/</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 07.11.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Filipe Alarcão, nascido em Lisboa, fez a licenciatura em Design de Equipamento na Faculdade de Belas Artes de Lisboa e posteriormente obteve o Master em Design Industrial na Domus Academy de Milão, cidade onde trabalhou com o Arquitecto e Designer Michele De Lucchi entre 1995 e 1997. É Professor-Adjunto na ESAD-Caldas da Rainha e membro do Li-Da, Laboratório de Investigação em Design e Artes. A sua actividade como designer engloba áreas de projecto que vão desde o design de produtos, espaços e museografia, assim como mais esporadicamente instalações em espaços de galeria. Filipe Alarcão desenvolve os seus próprios projetos de mobiliário, equipamento urbano, iluminação, cerâmica e vidro trabalhando com diversas empresas, tais como, Vista Alegre, Molde Ceramics, Corticeira Amorim, Iduna, TemaHome, Schréder, Larus e Loja da Atalaia, entre outras. Desenvolve ainda a actividade de curadoria e direcção de design, dos quais se destacam o projecto O1 para a Vista Alegre/Atlantis, Reshuffle para a Temahome, Materia em co-autoria com a Experimenta Design para a Amorim. Idealizou e coordenou o projecto de edição do livro The Cork Book, com design gráfico do atelier de design gráfico italiano FM Milano, para a Amorim, destacado com uma menção honrosa no conceituado prémio de design Compasso D’Oro. Obteve o Prémio Nacional de Design e o seu trabalho está representado em diversas colecções públicas e privadas e no MUDE, Museu do Design e da Moda – Colecção Francisco Capelo, onde fez uma exposição individual em 2011/2012.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.amorim.com/pt/media/noticias/filipe-alarcao-a-cortica-agrega-uma-serie-de-caracteristicas-que-encontramos-dispersas-em-outros/2174/</p><p><br></p><p>https://www.mude.pt/exposicoes/introspetiva-filipe-alarcao-designer_21.html</p><p><br></p><p>https://arquivos.rtp.pt/conteudos/dois-designers-filipe-alarcao-e-pedro-silva-dias/</p><p><br></p><p>https://expresso.pt/arquivo/10-perguntas-a.-por-ines-meneses/2018-04-15-Filipe-Alarcao-Na-natureza-tudo-parece-estar-no-sitio-certo</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2011/07/22/jornal/filipe-alarcao-em-introspectiva-no-mude-22539384</p><p><br></p><p>https://appleton.pt/filipe-alarcao/?lang=pt-pt</p><p><br></p><p>https://www.amorim.com/en/media/news/the-cork-book-wins-an-european-design-award/1722/</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 07.11.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Filipe Alarcão, nascido em Lisboa, fez a licenciatura em Design de Equipamento na Faculdade de Belas Artes de Lisboa e posteriormente obteve o Master em Design Industrial na Domus Academy de Milão, cidade onde trabalhou com o Arquitecto e Designer Michele De Lucchi entre 1995 e 1997. É Professor-Adjunto na ESAD-Caldas da Rainha e membro do Li-Da, Laboratório de Investigação em Design e Artes. A sua actividade como designer engloba áreas de projecto que vão desde o design de produtos, espaços e museografia, assim como mais esporadicamente instalações em espaços de galeria. Filipe Alarcão desenvolve os seus próprios projetos de mobiliário, equipamento urbano, iluminação, cerâmica e vidro trabalhando com diversas empresas, tais como, Vista Alegre, Molde Ceramics, Corticeira Amorim, Iduna, TemaHome, Schréder, Larus e Loja da Atalaia, entre outras. Desenvolve ainda a actividade de curadoria e direcção de design, dos quais se destacam o projecto O1 para a Vista Alegre/Atlantis, Reshuffle para a Temahome, Materia em co-autoria com a Experimenta Design para a Amorim. Idealizou e coordenou o projecto de edição do livro The Cork Book, com design gráfico do atelier de design gráfico italiano FM Milano, para a Amorim, destacado com uma menção honrosa no conceituado prémio de design Compasso D’Oro. Obteve o Prémio Nacional de Design e o seu trabalho está representado em diversas colecções públicas e privadas e no MUDE, Museu do Design e da Moda – Colecção Francisco Capelo, onde fez uma exposição individual em 2011/2012. Links:https://www.amorim.com/pt/media/noticias/filipe-alarcao-a-cortica-agrega-uma-serie-de-caracteristicas-que-encontramos-dispersas-em-outros/2174/https://www.mude.pt/exposicoes/introspetiva-filipe-alarcao-designer_21.htmlhttps://arquivos.rtp.pt/conteudos/dois-designers-filipe-alarcao-e-pedro-silva-dias/https://expresso.pt/arquivo/10-perguntas-a.-por-ines-meneses/2018-04-15-Filipe-Alarcao-Na-natureza-tudo-parece-estar-no-sitio-certohttps://www.publico.pt/2011/07/22/jornal/filipe-alarcao-em-introspectiva-no-mude-22539384https://appleton.pt/filipe-alarcao/?lang=pt-pthttps://www.amorim.com/en/media/news/the-cork-book-wins-an-european-design-award/1722/ Episódio gravado a 07.11.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Sun, 03 Dec 2023 20:53:32 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 113 - &#34;Bravura (sem meia)&#34; - Conversa com Sara Mealha</title>
            <description><![CDATA[  <p>Sara Mealha nasceu em Lisboa em 1995. Em 2017, concluiu o curso de Pintura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Desde de 2017 que expõe regularmente em exposições colectivas e individuais. Destacam-se "A Dispensa" (Pavilhão 31, 2017), "Cola-Cuspo" (Espaço AZ, 2018), "Cabra Cega" (Galeria Balcony, 2019), "A Longa Sombra" (Maus Hábitos, 2020). Fez a sua primeira exposição individual, "Primeiro Socorro", na Travessa da Ermida em 2018. Destacam-se também as exposições "Às Nove a Caminho" (Galeria Balcony, 2019), "Ou Não, Sim" (Casa da Cerca, 2021) e "Ne Pas Plier" (Zaratan Arte Contemporânea, 2023).</p><p>Tem obras nas coleções Caixa Geral de de Depósitos, Colecção Fernando Ribeiro, assim como em coleções privadas.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/07/29/as-nove-a-caminho-de-sara-mealha/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/07/29/as-nove-a-caminho-de-sara-mealha/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://zaratan.pt/pt/exhibit/108" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://zaratan.pt/pt/exhibit/108</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/inquerito-471-artistas/inquerito-471-artistas" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/inquerito-471-artistas/inquerito-471-artistas</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://drawingroom.pt/portfolio/sara-mealha/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://drawingroom.pt/portfolio/sara-mealha/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/exposicao-619-sara-mealha-tango" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/exposicao-619-sara-mealha-tango</a></p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 14.11.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Sara Mealha nasceu em Lisboa em 1995. Em 2017, concluiu o curso de Pintura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Desde de 2017 que expõe regularmente em exposições colectivas e individuais. Destacam-se "A Dispensa" (Pavilhão 31, 2017), "Cola-Cuspo" (Espaço AZ, 2018), "Cabra Cega" (Galeria Balcony, 2019), "A Longa Sombra" (Maus Hábitos, 2020). Fez a sua primeira exposição individual, "Primeiro Socorro", na Travessa da Ermida em 2018. Destacam-se também as exposições "Às Nove a Caminho" (Galeria Balcony, 2019), "Ou Não, Sim" (Casa da Cerca, 2021) e "Ne Pas Plier" (Zaratan Arte Contemporânea, 2023).</p><p>Tem obras nas coleções Caixa Geral de de Depósitos, Colecção Fernando Ribeiro, assim como em coleções privadas.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/07/29/as-nove-a-caminho-de-sara-mealha/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/07/29/as-nove-a-caminho-de-sara-mealha/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://zaratan.pt/pt/exhibit/108" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://zaratan.pt/pt/exhibit/108</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/inquerito-471-artistas/inquerito-471-artistas" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/inquerito-471-artistas/inquerito-471-artistas</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://drawingroom.pt/portfolio/sara-mealha/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://drawingroom.pt/portfolio/sara-mealha/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/exposicao-619-sara-mealha-tango" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/exposicao-619-sara-mealha-tango</a></p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 14.11.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Sara Mealha nasceu em Lisboa em 1995. Em 2017, concluiu o curso de Pintura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Desde de 2017 que expõe regularmente em exposições colectivas e individuais. Destacam-se &#34;A Dispensa&#34; (Pavilhão 31, 2017), &#34;Cola-Cuspo&#34; (Espaço AZ, 2018), &#34;Cabra Cega&#34; (Galeria Balcony, 2019), &#34;A Longa Sombra&#34; (Maus Hábitos, 2020). Fez a sua primeira exposição individual, &#34;Primeiro Socorro&#34;, na Travessa da Ermida em 2018. Destacam-se também as exposições &#34;Às Nove a Caminho&#34; (Galeria Balcony, 2019), &#34;Ou Não, Sim&#34; (Casa da Cerca, 2021) e &#34;Ne Pas Plier&#34; (Zaratan Arte Contemporânea, 2023).Tem obras nas coleções Caixa Geral de de Depósitos, Colecção Fernando Ribeiro, assim como em coleções privadas. Links: https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/07/29/as-nove-a-caminho-de-sara-mealha/ https://zaratan.pt/pt/exhibit/108 https://contemporanea.pt/edicoes/inquerito-471-artistas/inquerito-471-artistas https://drawingroom.pt/portfolio/sara-mealha/ https://www.artecapital.net/exposicao-619-sara-mealha-tango Episódio gravado a 14.11.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa </itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 20 Nov 2023 06:37:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 112 – “Matéria sonora” – Conversa com Pedro Tudela</title>
            <description><![CDATA[  <p>Pedro Tudela, nasceu em Viseu em 1962</p><p>Artista Plástico, Músico e Cenógrafo. Professor Auxiliar na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto. Membro fundador do colectivo @c (http://www.at-c.org) Membro fundador da editora Crónica (http://www.cronicaelectronica.org) Em 1987, conclui licenciatura em Pintura pela ESBAP, Escola Superior de Belas Artes do Porto. Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian no período de estudante da Escola Superior de Belas Artes do Porto. Em 2003, presta provas de Aptidão Pedagógica e Capacidade Científica na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto onde conclui o Doutoramento em Arte e Design em 2011. Entre 1981 e 1987, enquanto aluno da [esbap], foi co-fundador do grupo missionário: organizou exposições nacionais e internacionais de pintura, arte postal e performance.</p><p>De 1995 a 1996, foi autor e apresentador dos programas de rádio “escolhe um dedo” e “atmosfera reduzida” na xfm. Em 1992, por ocasião da exposição “mute...life” funda o colectivo multimedia mute life dept. [MLd]</p><p>Expõe com regularidade desde 1981 em Portugal e no estrangeiro. No trabalho como Artista plástico foi representado pela Galeria Graça Brandão. Participa em diversas mostras, performances e feiras de arte internacionais, entre 1980 e 2010. É representado pela Kubikgallery desde 2011. Recebeu vários prémios de pintura e desenho e está representado em museus e colecções particulares dentro e fora do Pais. Tem discos editados a solo, com o colectivo MLd e essencialmente com o colectivo @c, colaborou e participou em diversas compilações nacionais e estrangeiras. Vive e trabalha no Porto</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://pedrotudela.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://pedrotudela.org/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://kubikgallery.com/artistas/pedro-tudela/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://kubikgallery.com/artistas/pedro-tudela/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2014/05/02/culturaipsilon/noticia/quando-a-arte-reverbera-no-espaco-333799" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2014/05/02/culturaipsilon/noticia/quando-a-arte-reverbera-no-espaco-333799</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/entrevista-207-pedro-tudela" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/entrevista-207-pedro-tudela</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/07/23/awdi%CB%88t%C9%94rju-de-pedro-tudela/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/07/23/awdi%CB%88t%C9%94rju-de-pedro-tudela/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://arquipelagocentrodeartes.azores.gov.pt/pt/programacao/c-pedro-tudela-e-miguel-carvalhais-rafael-toral/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://arquipelagocentrodeartes.azores.gov.pt/pt/programacao/c-pedro-tudela-e-miguel-carvalhais-rafael-toral/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 03.11.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Pedro Tudela, nasceu em Viseu em 1962</p><p>Artista Plástico, Músico e Cenógrafo. Professor Auxiliar na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto. Membro fundador do colectivo @c (http://www.at-c.org) Membro fundador da editora Crónica (http://www.cronicaelectronica.org) Em 1987, conclui licenciatura em Pintura pela ESBAP, Escola Superior de Belas Artes do Porto. Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian no período de estudante da Escola Superior de Belas Artes do Porto. Em 2003, presta provas de Aptidão Pedagógica e Capacidade Científica na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto onde conclui o Doutoramento em Arte e Design em 2011. Entre 1981 e 1987, enquanto aluno da [esbap], foi co-fundador do grupo missionário: organizou exposições nacionais e internacionais de pintura, arte postal e performance.</p><p>De 1995 a 1996, foi autor e apresentador dos programas de rádio “escolhe um dedo” e “atmosfera reduzida” na xfm. Em 1992, por ocasião da exposição “mute...life” funda o colectivo multimedia mute life dept. [MLd]</p><p>Expõe com regularidade desde 1981 em Portugal e no estrangeiro. No trabalho como Artista plástico foi representado pela Galeria Graça Brandão. Participa em diversas mostras, performances e feiras de arte internacionais, entre 1980 e 2010. É representado pela Kubikgallery desde 2011. Recebeu vários prémios de pintura e desenho e está representado em museus e colecções particulares dentro e fora do Pais. Tem discos editados a solo, com o colectivo MLd e essencialmente com o colectivo @c, colaborou e participou em diversas compilações nacionais e estrangeiras. Vive e trabalha no Porto</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://pedrotudela.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://pedrotudela.org/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://kubikgallery.com/artistas/pedro-tudela/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://kubikgallery.com/artistas/pedro-tudela/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2014/05/02/culturaipsilon/noticia/quando-a-arte-reverbera-no-espaco-333799" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2014/05/02/culturaipsilon/noticia/quando-a-arte-reverbera-no-espaco-333799</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/entrevista-207-pedro-tudela" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/entrevista-207-pedro-tudela</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/07/23/awdi%CB%88t%C9%94rju-de-pedro-tudela/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/07/23/awdi%CB%88t%C9%94rju-de-pedro-tudela/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://arquipelagocentrodeartes.azores.gov.pt/pt/programacao/c-pedro-tudela-e-miguel-carvalhais-rafael-toral/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://arquipelagocentrodeartes.azores.gov.pt/pt/programacao/c-pedro-tudela-e-miguel-carvalhais-rafael-toral/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 03.11.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Pedro Tudela, nasceu em Viseu em 1962Artista Plástico, Músico e Cenógrafo. Professor Auxiliar na Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto. Membro fundador do colectivo @c (http://www.at-c.org) Membro fundador da editora Crónica (http://www.cronicaelectronica.org) Em 1987, conclui licenciatura em Pintura pela ESBAP, Escola Superior de Belas Artes do Porto. Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian no período de estudante da Escola Superior de Belas Artes do Porto. Em 2003, presta provas de Aptidão Pedagógica e Capacidade Científica na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto onde conclui o Doutoramento em Arte e Design em 2011. Entre 1981 e 1987, enquanto aluno da [esbap], foi co-fundador do grupo missionário: organizou exposições nacionais e internacionais de pintura, arte postal e performance.De 1995 a 1996, foi autor e apresentador dos programas de rádio “escolhe um dedo” e “atmosfera reduzida” na xfm. Em 1992, por ocasião da exposição “mute...life” funda o colectivo multimedia mute life dept. [MLd]Expõe com regularidade desde 1981 em Portugal e no estrangeiro. No trabalho como Artista plástico foi representado pela Galeria Graça Brandão. Participa em diversas mostras, performances e feiras de arte internacionais, entre 1980 e 2010. É representado pela Kubikgallery desde 2011. Recebeu vários prémios de pintura e desenho e está representado em museus e colecções particulares dentro e fora do Pais. Tem discos editados a solo, com o colectivo MLd e essencialmente com o colectivo @c, colaborou e participou em diversas compilações nacionais e estrangeiras. Vive e trabalha no Porto Links: http://pedrotudela.org/ https://kubikgallery.com/artistas/pedro-tudela/ https://www.publico.pt/2014/05/02/culturaipsilon/noticia/quando-a-arte-reverbera-no-espaco-333799 https://www.artecapital.net/entrevista-207-pedro-tudela https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/07/23/awdi%CB%88t%C9%94rju-de-pedro-tudela/ https://arquipelagocentrodeartes.azores.gov.pt/pt/programacao/c-pedro-tudela-e-miguel-carvalhais-rafael-toral/  Episódio gravado a 03.11.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa </itunes:summary>
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            <pubDate>Sun, 12 Nov 2023 16:23:27 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 111 - &#34;AiR 351 e a curadoria em várias frentes&#34; - Conversa com Luísa Especial</title>
            <description><![CDATA[  <p>Luisa Especial</p><p>Directora&nbsp;Artística e co-fundadora da AiR&nbsp;351.&nbsp;Paralelamente, tem colaborado com instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, Museu de Serralves,</p><p>Culturgest, MAAT, a colecção de fotografia Novo Banco, Museu Berardo. Editou recentemente o livro Luísa Jacinto, No One Knows, (AiR 351, 2022), e escreveu o Posfácio para Antes que Adoeça, Before I Get Sick, de Sara Bichão (Documenta, 2021). Coordenadora editorial e editora de texto de Fotografia, Modo de Usar (Documenta, 2015). Entre as suas curadorias incluem-se as exposições: Negócios Estrangeiros / Affaires Étrangeres (co-cur., 2022), programa de performances e</p><p>exposições concebido por&nbsp;Art&nbsp;by Translation e AiR 351 e apresentado em Les Laboratoires d´Aubervilliers, YGrec, CAC Torres Vedras e Palácio de Belém; Defeito Desfeito de Diogo Bolota, QuARTel de Abrantes (cat., 2020); Souvenirs of Fire, de Katarina Poliacikova, no Museu de História Natural de Lisboa; Linguistic Spill at the Boiler Hall, de Gary Hill (co-cur.), MAAT; e Segunda Natureza, MAAT e Kreeger Museum, Washington (cat.). Foi responsável pela organização de projectos e estabelecimento de parcerias e apoio aos artistas em</p><p>residência no âmbito de organizações como Residency Unlimited, Carpe Diem Arte e Pesquisa e Atelier Concorde. Doutorada em Sociologia da Arte (ISCTE), Mestre em Estudos Curatoriais (FBAUL) e Licenciada em História da Arte (FLUL), beneficiou de bolsas da FCT –Fundação para a Ciência e para a Tecnologia para a realização de ambas as dissertações.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/02/01/air-351-entrevista-com-os-fundadores-do-programa-de-residencias/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/02/01/air-351-entrevista-com-os-fundadores-do-programa-de-residencias/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://air351.art/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://air351.art/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://temporadaportugalfranca.pt/portfolio/negocios-estrangeiros-affaires-etrangeres/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://temporadaportugalfranca.pt/portfolio/negocios-estrangeiros-affaires-etrangeres/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maat.pt/en/exhibition/gary-hill-linguistic-spill-boiler-hall" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maat.pt/en/exhibition/gary-hill-linguistic-spill-boiler-hall</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://residencyunlimited.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://residencyunlimited.org/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://makingarthappen.com/tag/luisa-especial/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://makingarthappen.com/tag/luisa-especial/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://residencyunlimited.org/support-carpe-diem-art-and-research-for-its-5th-anniversary/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://residencyunlimited.org/support-carpe-diem-art-and-research-for-its-5th-anniversary/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>25.10.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Luisa Especial</p><p>Directora&nbsp;Artística e co-fundadora da AiR&nbsp;351.&nbsp;Paralelamente, tem colaborado com instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, Museu de Serralves,</p><p>Culturgest, MAAT, a colecção de fotografia Novo Banco, Museu Berardo. Editou recentemente o livro Luísa Jacinto, No One Knows, (AiR 351, 2022), e escreveu o Posfácio para Antes que Adoeça, Before I Get Sick, de Sara Bichão (Documenta, 2021). Coordenadora editorial e editora de texto de Fotografia, Modo de Usar (Documenta, 2015). Entre as suas curadorias incluem-se as exposições: Negócios Estrangeiros / Affaires Étrangeres (co-cur., 2022), programa de performances e</p><p>exposições concebido por&nbsp;Art&nbsp;by Translation e AiR 351 e apresentado em Les Laboratoires d´Aubervilliers, YGrec, CAC Torres Vedras e Palácio de Belém; Defeito Desfeito de Diogo Bolota, QuARTel de Abrantes (cat., 2020); Souvenirs of Fire, de Katarina Poliacikova, no Museu de História Natural de Lisboa; Linguistic Spill at the Boiler Hall, de Gary Hill (co-cur.), MAAT; e Segunda Natureza, MAAT e Kreeger Museum, Washington (cat.). Foi responsável pela organização de projectos e estabelecimento de parcerias e apoio aos artistas em</p><p>residência no âmbito de organizações como Residency Unlimited, Carpe Diem Arte e Pesquisa e Atelier Concorde. Doutorada em Sociologia da Arte (ISCTE), Mestre em Estudos Curatoriais (FBAUL) e Licenciada em História da Arte (FLUL), beneficiou de bolsas da FCT –Fundação para a Ciência e para a Tecnologia para a realização de ambas as dissertações.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/02/01/air-351-entrevista-com-os-fundadores-do-programa-de-residencias/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/02/01/air-351-entrevista-com-os-fundadores-do-programa-de-residencias/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://air351.art/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://air351.art/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://temporadaportugalfranca.pt/portfolio/negocios-estrangeiros-affaires-etrangeres/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://temporadaportugalfranca.pt/portfolio/negocios-estrangeiros-affaires-etrangeres/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maat.pt/en/exhibition/gary-hill-linguistic-spill-boiler-hall" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maat.pt/en/exhibition/gary-hill-linguistic-spill-boiler-hall</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://residencyunlimited.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://residencyunlimited.org/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://makingarthappen.com/tag/luisa-especial/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://makingarthappen.com/tag/luisa-especial/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://residencyunlimited.org/support-carpe-diem-art-and-research-for-its-5th-anniversary/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://residencyunlimited.org/support-carpe-diem-art-and-research-for-its-5th-anniversary/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>25.10.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Luisa EspecialDirectora Artística e co-fundadora da AiR 351. Paralelamente, tem colaborado com instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, Museu de Serralves,Culturgest, MAAT, a colecção de fotografia Novo Banco, Museu Berardo. Editou recentemente o livro Luísa Jacinto, No One Knows, (AiR 351, 2022), e escreveu o Posfácio para Antes que Adoeça, Before I Get Sick, de Sara Bichão (Documenta, 2021). Coordenadora editorial e editora de texto de Fotografia, Modo de Usar (Documenta, 2015). Entre as suas curadorias incluem-se as exposições: Negócios Estrangeiros / Affaires Étrangeres (co-cur., 2022), programa de performances eexposições concebido por Art by Translation e AiR 351 e apresentado em Les Laboratoires d´Aubervilliers, YGrec, CAC Torres Vedras e Palácio de Belém; Defeito Desfeito de Diogo Bolota, QuARTel de Abrantes (cat., 2020); Souvenirs of Fire, de Katarina Poliacikova, no Museu de História Natural de Lisboa; Linguistic Spill at the Boiler Hall, de Gary Hill (co-cur.), MAAT; e Segunda Natureza, MAAT e Kreeger Museum, Washington (cat.). Foi responsável pela organização de projectos e estabelecimento de parcerias e apoio aos artistas emresidência no âmbito de organizações como Residency Unlimited, Carpe Diem Arte e Pesquisa e Atelier Concorde. Doutorada em Sociologia da Arte (ISCTE), Mestre em Estudos Curatoriais (FBAUL) e Licenciada em História da Arte (FLUL), beneficiou de bolsas da FCT –Fundação para a Ciência e para a Tecnologia para a realização de ambas as dissertações. Links: https://umbigomagazine.com/pt/blog/2023/02/01/air-351-entrevista-com-os-fundadores-do-programa-de-residencias/ https://air351.art/ https://temporadaportugalfranca.pt/portfolio/negocios-estrangeiros-affaires-etrangeres/ https://www.maat.pt/en/exhibition/gary-hill-linguistic-spill-boiler-hall https://residencyunlimited.org/ https://makingarthappen.com/tag/luisa-especial/ https://residencyunlimited.org/support-carpe-diem-art-and-research-for-its-5th-anniversary/  Episódio gravado a25.10.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 04 Nov 2023 11:10:41 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 110 - &#34;Os livros&#34; - Conversa com Filipa Valladares</title>
            <description><![CDATA[  <p>Filipa Valladares, curadora, editora e livreira. Licenciada pela Faculdade Belas Artes da Universidade de Lisboa (1996). Pós-graduação em Estudos Curatoriais, pela mesma universidade em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian (2005). Foi coordenadora da Fundació Foto Colectania em Portugal (2001/2009). Desde 2007 tem sido professora convidada em diversas Universidades e escolas de arte. Como curadora destacam-se as exposições: <em>Dias Úteis </em>de Catarina Botelho (Lisboa 2009); <em>Terrae</em> de Manel Armengol (Lisboa 2010); <em>PAPEL</em> de Marta Castelo, em colaboração com José Luis Neto (Lisboa 2013); <em>Num lugar entre o vento</em> de Rui Dias Monteiro (Porto 2014). Em co-curadoria com Maria do Mar Fazenda<em>: Olhares Contemporâneos no MNAA</em> (Lisboa 2012); <em>Lei de Ohm - Museu da Eletricidade</em> (Lisboa 2014). Em 2011 fundou, com Paulo Catrica, a Associação STET - livros &amp; fotografias, que abre uma livraria especializada em fotografia e livros de artista, edita várias publicações e organiza regularmente eventos relacionados com edições.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://stet-livros-fotografias.com/</p><p><br></p><p>https://drawingroom.pt/equipa/</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2011/09/18/jornal/apaixonados-por-fotografia-22905962</p><p><br></p><p>https://atelierdelisboa.pt/filipa-valladares</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 18.10.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p><br></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Filipa Valladares, curadora, editora e livreira. Licenciada pela Faculdade Belas Artes da Universidade de Lisboa (1996). Pós-graduação em Estudos Curatoriais, pela mesma universidade em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian (2005). Foi coordenadora da Fundació Foto Colectania em Portugal (2001/2009). Desde 2007 tem sido professora convidada em diversas Universidades e escolas de arte. Como curadora destacam-se as exposições: <em>Dias Úteis </em>de Catarina Botelho (Lisboa 2009); <em>Terrae</em> de Manel Armengol (Lisboa 2010); <em>PAPEL</em> de Marta Castelo, em colaboração com José Luis Neto (Lisboa 2013); <em>Num lugar entre o vento</em> de Rui Dias Monteiro (Porto 2014). Em co-curadoria com Maria do Mar Fazenda<em>: Olhares Contemporâneos no MNAA</em> (Lisboa 2012); <em>Lei de Ohm - Museu da Eletricidade</em> (Lisboa 2014). Em 2011 fundou, com Paulo Catrica, a Associação STET - livros &amp; fotografias, que abre uma livraria especializada em fotografia e livros de artista, edita várias publicações e organiza regularmente eventos relacionados com edições.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://stet-livros-fotografias.com/</p><p><br></p><p>https://drawingroom.pt/equipa/</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2011/09/18/jornal/apaixonados-por-fotografia-22905962</p><p><br></p><p>https://atelierdelisboa.pt/filipa-valladares</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 18.10.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p><br></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Filipa Valladares, curadora, editora e livreira. Licenciada pela Faculdade Belas Artes da Universidade de Lisboa (1996). Pós-graduação em Estudos Curatoriais, pela mesma universidade em parceria com a Fundação Calouste Gulbenkian (2005). Foi coordenadora da Fundació Foto Colectania em Portugal (2001/2009). Desde 2007 tem sido professora convidada em diversas Universidades e escolas de arte. Como curadora destacam-se as exposições: Dias Úteis de Catarina Botelho (Lisboa 2009); Terrae de Manel Armengol (Lisboa 2010); PAPEL de Marta Castelo, em colaboração com José Luis Neto (Lisboa 2013); Num lugar entre o vento de Rui Dias Monteiro (Porto 2014). Em co-curadoria com Maria do Mar Fazenda: Olhares Contemporâneos no MNAA (Lisboa 2012); Lei de Ohm - Museu da Eletricidade (Lisboa 2014). Em 2011 fundou, com Paulo Catrica, a Associação STET - livros &amp; fotografias, que abre uma livraria especializada em fotografia e livros de artista, edita várias publicações e organiza regularmente eventos relacionados com edições.Links:https://stet-livros-fotografias.com/https://drawingroom.pt/equipa/https://www.publico.pt/2011/09/18/jornal/apaixonados-por-fotografia-22905962https://atelierdelisboa.pt/filipa-valladares Episódio gravado a 18.10.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa </itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 23 Oct 2023 12:59:16 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 109 - &#34;A magia, o olhar. A percepção.&#34; - Conversa com Francisco Tropa</title>
            <description><![CDATA[  <p>Francisco Tropa nasceu em 1968 e vive e trabalha em Lisboa.</p><p>O tempo, os contos e a estética formal são os principais elementos do seu trabalho. O artista liga histórias, recontando mitologias, tecnologias, ciência e sociedades. Tropa utiliza vários meios - escultura, desenho, performance, gravura, instalação, fotografia e filme - para transmitir uma série de reflexões catalisadas pelas diferentes tradições da escultura e da ciência. As suas instalações abundam em objectos precisos e preciosos, formas geométricas e elaboradas, protótipos delicados e máquinas complexas. A noção de tempo é o elemento mais evidente das suas peças. O tempo é também determinante no trabalho de atelier do artista, que por vezes desenvolve os seus projectos ao longo de vários anos.</p><p>Para além de representar Portugal na Bienal de Veneza (2011), participou também na Bienal de Rennes (2012), na Bienal de Istambul (2011), na Manifesta (2000), na Bienal de Melbourne (1999) e na Bienal de São Paulo (1998). Algumas das suas exposições individuais mais recentes incluem: O Coração e os Pulmões, Museu de arte moderna de Paris, França (2022); Che Vuoi? Le Creux de l'Enfer, Thiers, França (2022); O Pirgo de Chaves, Fundaçào Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal (2019); Scripta, Centro National da Dança, Paris, França (2018); Gigante, Centro Pompidou, Paris, França (2018);</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><br></p><p><a href="https://www.galeriewolff.com/artists/Francisco-Tropa" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.galeriewolff.com/artists/Francisco-Tropa</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.quadradoazul.pt/en/qa/artist/francisco/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.quadradoazul.pt/en/qa/artist/francisco/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2023/francisco-tropa-o-coracao-e-os-pulmoes" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2023/francisco-tropa-o-coracao-e-os-pulmoes</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/cam/agenda/francisco-tropa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/cam/agenda/francisco-tropa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2011/04/20/culturaipsilon/noticia/francisco-tropa-apresenta-scenario-que-representa-portugal-em-veneza-1490628" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2011/04/20/culturaipsilon/noticia/francisco-tropa-apresenta-scenario-que-representa-portugal-em-veneza-1490628</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://makingarthappen.com/2011/06/12/bienal-de-veneza-2011-francisco-tropa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://makingarthappen.com/2011/06/12/bienal-de-veneza-2011-francisco-tropa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 05.10.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Francisco Tropa nasceu em 1968 e vive e trabalha em Lisboa.</p><p>O tempo, os contos e a estética formal são os principais elementos do seu trabalho. O artista liga histórias, recontando mitologias, tecnologias, ciência e sociedades. Tropa utiliza vários meios - escultura, desenho, performance, gravura, instalação, fotografia e filme - para transmitir uma série de reflexões catalisadas pelas diferentes tradições da escultura e da ciência. As suas instalações abundam em objectos precisos e preciosos, formas geométricas e elaboradas, protótipos delicados e máquinas complexas. A noção de tempo é o elemento mais evidente das suas peças. O tempo é também determinante no trabalho de atelier do artista, que por vezes desenvolve os seus projectos ao longo de vários anos.</p><p>Para além de representar Portugal na Bienal de Veneza (2011), participou também na Bienal de Rennes (2012), na Bienal de Istambul (2011), na Manifesta (2000), na Bienal de Melbourne (1999) e na Bienal de São Paulo (1998). Algumas das suas exposições individuais mais recentes incluem: O Coração e os Pulmões, Museu de arte moderna de Paris, França (2022); Che Vuoi? Le Creux de l'Enfer, Thiers, França (2022); O Pirgo de Chaves, Fundaçào Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal (2019); Scripta, Centro National da Dança, Paris, França (2018); Gigante, Centro Pompidou, Paris, França (2018);</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><br></p><p><a href="https://www.galeriewolff.com/artists/Francisco-Tropa" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.galeriewolff.com/artists/Francisco-Tropa</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.quadradoazul.pt/en/qa/artist/francisco/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.quadradoazul.pt/en/qa/artist/francisco/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2023/francisco-tropa-o-coracao-e-os-pulmoes" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2023/francisco-tropa-o-coracao-e-os-pulmoes</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/cam/agenda/francisco-tropa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/cam/agenda/francisco-tropa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2011/04/20/culturaipsilon/noticia/francisco-tropa-apresenta-scenario-que-representa-portugal-em-veneza-1490628" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2011/04/20/culturaipsilon/noticia/francisco-tropa-apresenta-scenario-que-representa-portugal-em-veneza-1490628</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://makingarthappen.com/2011/06/12/bienal-de-veneza-2011-francisco-tropa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://makingarthappen.com/2011/06/12/bienal-de-veneza-2011-francisco-tropa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 05.10.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Francisco Tropa nasceu em 1968 e vive e trabalha em Lisboa.O tempo, os contos e a estética formal são os principais elementos do seu trabalho. O artista liga histórias, recontando mitologias, tecnologias, ciência e sociedades. Tropa utiliza vários meios - escultura, desenho, performance, gravura, instalação, fotografia e filme - para transmitir uma série de reflexões catalisadas pelas diferentes tradições da escultura e da ciência. As suas instalações abundam em objectos precisos e preciosos, formas geométricas e elaboradas, protótipos delicados e máquinas complexas. A noção de tempo é o elemento mais evidente das suas peças. O tempo é também determinante no trabalho de atelier do artista, que por vezes desenvolve os seus projectos ao longo de vários anos.Para além de representar Portugal na Bienal de Veneza (2011), participou também na Bienal de Rennes (2012), na Bienal de Istambul (2011), na Manifesta (2000), na Bienal de Melbourne (1999) e na Bienal de São Paulo (1998). Algumas das suas exposições individuais mais recentes incluem: O Coração e os Pulmões, Museu de arte moderna de Paris, França (2022); Che Vuoi? Le Creux de l&#39;Enfer, Thiers, França (2022); O Pirgo de Chaves, Fundaçào Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal (2019); Scripta, Centro National da Dança, Paris, França (2018); Gigante, Centro Pompidou, Paris, França (2018); Links:https://www.galeriewolff.com/artists/Francisco-Tropa https://www.quadradoazul.pt/en/qa/artist/francisco/ https://www.serralves.pt/ https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2023/francisco-tropa-o-coracao-e-os-pulmoes https://gulbenkian.pt/cam/agenda/francisco-tropa/ https://www.publico.pt/2011/04/20/culturaipsilon/noticia/francisco-tropa-apresenta-scenario-que-representa-portugal-em-veneza-1490628 https://makingarthappen.com/2011/06/12/bienal-de-veneza-2011-francisco-tropa/ Episódio gravado a 05.10.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 12 Oct 2023 17:37:29 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 108 - &#34;André e Sara&#34; - Conversa com Sara &amp; André</title>
            <description><![CDATA[  <p>Sara &amp; André&nbsp;nasceram em 1980 e 1979, em Lisboa, onde vivem e trabalham e estudaram, respetivamente, Realização Plástica do Espetáculo na Escola Superior de Teatro e Cinema (Lisboa, 1999-2005) e Artes Plásticas na Escola Superior de Arte e Design (Caldas da Rainha 1999-2005).&nbsp;Juntos estudaram Pintura na Sociedade Nacional de Belas Artes (Lisboa, 2008-2011). Expõem regularmente desde 2006.</p><p>Realizaram e participaram em diversas exposições individuais e colectivas, em museus, galerias e espaços independentes de vários países entre as quais assinalam as recentes <em>O Colecionador de Belas Artes</em> na Galeria Quadrum / Galerias Municipais (Lisboa, 2022); <em>People at work / People at sports</em> (com Vítor Teixeira) na Galeria do Sol (Porto, 2022) e <em>48 artistas, 48 anos de liberdade</em> no MAAT (Lisboa, 2022).</p><p>Em 2014 apresentaram a individual <em>Exercício de Estilo</em> no MNAC-Museu do Chiado (Lisboa) em torno da obra de Julião Sarmento. Em 2017 comissariaram o ciclo de exposições <em>Curated Curators</em>, na Zaratan – Arte Contemporânea (Lisboa), do qual surgiu o livro&nbsp;<em>Uma Breve História da Curadoria </em>(Documenta, Lisboa, 2019). Em 2021 conceberam a edição especial da revista Contemporânea <em>Inquérito a 263 Artistas </em>(Lisboa). Integraram a Comissão de Aquisição de Arte Contemporânea do Ministério da Cultura (2019-2020), que os levou a co-comissariar a exposição <em>Memórias Infinitas</em> no Museu Ibérico de Arqueologia e Arte MIAA (Abrantes, 2021). Estão representados em diversas coleções públicas e privadas e o seu trabalho é regularmente publicado em livros e revistas especializadas.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://balcony.pt/sara-andre/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://balcony.pt/sara-andre/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://sara-e-andre.blogspot.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://sara-e-andre.blogspot.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2022/04/15/culturaipsilon/noticia/sara-andre-meio-artistico-portugues-2002371" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2022/04/15/culturaipsilon/noticia/sara-andre-meio-artistico-portugues-2002371</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.sistemasolar.pt/pt/produto/406/pt/uma-breve-historia-da-curadoria/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sistemasolar.pt/pt/produto/406/pt/uma-breve-historia-da-curadoria/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2022/06/01/sara-andre-o-colecionador-de-belas-artes-na-galeria-quadrum/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2022/06/01/sara-andre-o-colecionador-de-belas-artes-na-galeria-quadrum/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://zaratan.pt/pt/artist/26" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://zaratan.pt/pt/artist/26</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/inquerito-471-artistas/inquerito-471-artistas" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/inquerito-471-artistas/inquerito-471-artistas</a></p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 27.09.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Sara &amp; André&nbsp;nasceram em 1980 e 1979, em Lisboa, onde vivem e trabalham e estudaram, respetivamente, Realização Plástica do Espetáculo na Escola Superior de Teatro e Cinema (Lisboa, 1999-2005) e Artes Plásticas na Escola Superior de Arte e Design (Caldas da Rainha 1999-2005).&nbsp;Juntos estudaram Pintura na Sociedade Nacional de Belas Artes (Lisboa, 2008-2011). Expõem regularmente desde 2006.</p><p>Realizaram e participaram em diversas exposições individuais e colectivas, em museus, galerias e espaços independentes de vários países entre as quais assinalam as recentes <em>O Colecionador de Belas Artes</em> na Galeria Quadrum / Galerias Municipais (Lisboa, 2022); <em>People at work / People at sports</em> (com Vítor Teixeira) na Galeria do Sol (Porto, 2022) e <em>48 artistas, 48 anos de liberdade</em> no MAAT (Lisboa, 2022).</p><p>Em 2014 apresentaram a individual <em>Exercício de Estilo</em> no MNAC-Museu do Chiado (Lisboa) em torno da obra de Julião Sarmento. Em 2017 comissariaram o ciclo de exposições <em>Curated Curators</em>, na Zaratan – Arte Contemporânea (Lisboa), do qual surgiu o livro&nbsp;<em>Uma Breve História da Curadoria </em>(Documenta, Lisboa, 2019). Em 2021 conceberam a edição especial da revista Contemporânea <em>Inquérito a 263 Artistas </em>(Lisboa). Integraram a Comissão de Aquisição de Arte Contemporânea do Ministério da Cultura (2019-2020), que os levou a co-comissariar a exposição <em>Memórias Infinitas</em> no Museu Ibérico de Arqueologia e Arte MIAA (Abrantes, 2021). Estão representados em diversas coleções públicas e privadas e o seu trabalho é regularmente publicado em livros e revistas especializadas.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://balcony.pt/sara-andre/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://balcony.pt/sara-andre/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://sara-e-andre.blogspot.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://sara-e-andre.blogspot.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2022/04/15/culturaipsilon/noticia/sara-andre-meio-artistico-portugues-2002371" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2022/04/15/culturaipsilon/noticia/sara-andre-meio-artistico-portugues-2002371</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.sistemasolar.pt/pt/produto/406/pt/uma-breve-historia-da-curadoria/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sistemasolar.pt/pt/produto/406/pt/uma-breve-historia-da-curadoria/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2022/06/01/sara-andre-o-colecionador-de-belas-artes-na-galeria-quadrum/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2022/06/01/sara-andre-o-colecionador-de-belas-artes-na-galeria-quadrum/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://zaratan.pt/pt/artist/26" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://zaratan.pt/pt/artist/26</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/inquerito-471-artistas/inquerito-471-artistas" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/inquerito-471-artistas/inquerito-471-artistas</a></p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 27.09.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Sara &amp; André nasceram em 1980 e 1979, em Lisboa, onde vivem e trabalham e estudaram, respetivamente, Realização Plástica do Espetáculo na Escola Superior de Teatro e Cinema (Lisboa, 1999-2005) e Artes Plásticas na Escola Superior de Arte e Design (Caldas da Rainha 1999-2005). Juntos estudaram Pintura na Sociedade Nacional de Belas Artes (Lisboa, 2008-2011). Expõem regularmente desde 2006.Realizaram e participaram em diversas exposições individuais e colectivas, em museus, galerias e espaços independentes de vários países entre as quais assinalam as recentes O Colecionador de Belas Artes na Galeria Quadrum / Galerias Municipais (Lisboa, 2022); People at work / People at sports (com Vítor Teixeira) na Galeria do Sol (Porto, 2022) e 48 artistas, 48 anos de liberdade no MAAT (Lisboa, 2022).Em 2014 apresentaram a individual Exercício de Estilo no MNAC-Museu do Chiado (Lisboa) em torno da obra de Julião Sarmento. Em 2017 comissariaram o ciclo de exposições Curated Curators, na Zaratan – Arte Contemporânea (Lisboa), do qual surgiu o livro Uma Breve História da Curadoria (Documenta, Lisboa, 2019). Em 2021 conceberam a edição especial da revista Contemporânea Inquérito a 263 Artistas (Lisboa). Integraram a Comissão de Aquisição de Arte Contemporânea do Ministério da Cultura (2019-2020), que os levou a co-comissariar a exposição Memórias Infinitas no Museu Ibérico de Arqueologia e Arte MIAA (Abrantes, 2021). Estão representados em diversas coleções públicas e privadas e o seu trabalho é regularmente publicado em livros e revistas especializadas.  Links: https://balcony.pt/sara-andre/ http://sara-e-andre.blogspot.com/ https://www.publico.pt/2022/04/15/culturaipsilon/noticia/sara-andre-meio-artistico-portugues-2002371 https://www.sistemasolar.pt/pt/produto/406/pt/uma-breve-historia-da-curadoria/ https://umbigomagazine.com/en/blog/2022/06/01/sara-andre-o-colecionador-de-belas-artes-na-galeria-quadrum/ https://zaratan.pt/pt/artist/26 https://contemporanea.pt/edicoes/inquerito-471-artistas/inquerito-471-artistas Episódio gravado a 27.09.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 02 Oct 2023 10:18:46 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 107 - &#34;A Bom Bordo&#34; -Conversa com Leka Mendes</title>
            <description><![CDATA[  <p>Leka Mendes (São Paulo, 1980) Licenciada em Desenho Industrial na Universidade de Belas Artes (2004), onde antes frequentou arquitetura. Com a pesquisa ancorada na fotografia e imagem, a sua produção desdobra-se em tecidos, instalações, fotografias, objetos e desenhos. Nos seus trabalhos atuais faz uso de vestígios da cidade ao recolher fragmentos produzidos pela atividade humana nesta era, o lixo urbano-industrial-tecnológico, sendo na maioria destroços de construção civil, restos têxteis e plásticos. Interessa-se pelas narrativas da passagem do ser humano na Terra e pelos seus efeitos na transformação da paisagem.</p><p>Conta com obras em coleções públicas no Centro Cultural São Paulo, Museu de Arte do Rio de Janeiro e <em>The Fine Art Laboratory</em>, em Tokyo, Japão, entre outros.</p><p>Das suas exposições individuais mais recentes destacam-se: “Ao entrar nas profundezas, pense nas alturas” (curadoria Ana Roman, Marli Matsumoto Arte Contemporânea, 2023) Observatório de imagens inalcançáveis (Temporada de Projetos, Paço das Artes, 2022).</p><p>Participou em muitas exposições coletivas entre as quais: Ligando os pontos, (curadoria Julie Dumont, Tropi Galpão, RJ 2023); Espumas Siderais (Marli Matsumoto Arte Contemporânea, SP, 2021),&nbsp;Segunda Naturaleza, (Galeria Fernando Pradilla, Madrid, ES, 2020), 16º Abre Alas (A Gentil Carioca, Rio de Janeiro, 2020),&nbsp;Novíssimos, (Galeria Ibeu, RJ 2018), <em>Biblioteca do Amor</em> (curadoria de Sandra Cinto, CAC _ Contemporary Arts Center, Cincinnati, EUA, 2017 até 2019), <em>Haciendo Dias</em>, (curadoria Juan José Santos, Centex, Valparaiso, Chile, 2017), Mapa estratigráfico (Museu de Arte de Ribeirão Preto, 2014)</p><p>&nbsp;</p><p>Final: “Argonautas” - Letra e música: Caetano Veloso / Interpretado por Caetano Veloso e Chico Buarque em “Caetano e Chico, juntos e ao vivo”, 1972</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.lekamendes.com.br/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.lekamendes.com.br/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.marlimatsumoto.com.br/t/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.marlimatsumoto.com.br/t/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=MgeAUH40dq4" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=MgeAUH40dq4</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artequeacontece.com.br/evento/leka-mendes-na-marli-matsumoto/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artequeacontece.com.br/evento/leka-mendes-na-marli-matsumoto/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.piscina-art.com/blog/2022/10/18/observatrio-de-imagens-inalcanveis-leka-mendes-em-conversa-com-ana-roman" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.piscina-art.com/blog/2022/10/18/observatrio-de-imagens-inalcanveis-leka-mendes-em-conversa-com-ana-roman</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.sp-arte.com/foto/midias/2018/circuito-atelies-abertos-18-08/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sp-arte.com/foto/midias/2018/circuito-atelies-abertos-18-08/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 16.09.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Leka Mendes (São Paulo, 1980) Licenciada em Desenho Industrial na Universidade de Belas Artes (2004), onde antes frequentou arquitetura. Com a pesquisa ancorada na fotografia e imagem, a sua produção desdobra-se em tecidos, instalações, fotografias, objetos e desenhos. Nos seus trabalhos atuais faz uso de vestígios da cidade ao recolher fragmentos produzidos pela atividade humana nesta era, o lixo urbano-industrial-tecnológico, sendo na maioria destroços de construção civil, restos têxteis e plásticos. Interessa-se pelas narrativas da passagem do ser humano na Terra e pelos seus efeitos na transformação da paisagem.</p><p>Conta com obras em coleções públicas no Centro Cultural São Paulo, Museu de Arte do Rio de Janeiro e <em>The Fine Art Laboratory</em>, em Tokyo, Japão, entre outros.</p><p>Das suas exposições individuais mais recentes destacam-se: “Ao entrar nas profundezas, pense nas alturas” (curadoria Ana Roman, Marli Matsumoto Arte Contemporânea, 2023) Observatório de imagens inalcançáveis (Temporada de Projetos, Paço das Artes, 2022).</p><p>Participou em muitas exposições coletivas entre as quais: Ligando os pontos, (curadoria Julie Dumont, Tropi Galpão, RJ 2023); Espumas Siderais (Marli Matsumoto Arte Contemporânea, SP, 2021),&nbsp;Segunda Naturaleza, (Galeria Fernando Pradilla, Madrid, ES, 2020), 16º Abre Alas (A Gentil Carioca, Rio de Janeiro, 2020),&nbsp;Novíssimos, (Galeria Ibeu, RJ 2018), <em>Biblioteca do Amor</em> (curadoria de Sandra Cinto, CAC _ Contemporary Arts Center, Cincinnati, EUA, 2017 até 2019), <em>Haciendo Dias</em>, (curadoria Juan José Santos, Centex, Valparaiso, Chile, 2017), Mapa estratigráfico (Museu de Arte de Ribeirão Preto, 2014)</p><p>&nbsp;</p><p>Final: “Argonautas” - Letra e música: Caetano Veloso / Interpretado por Caetano Veloso e Chico Buarque em “Caetano e Chico, juntos e ao vivo”, 1972</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.lekamendes.com.br/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.lekamendes.com.br/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.marlimatsumoto.com.br/t/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.marlimatsumoto.com.br/t/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=MgeAUH40dq4" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=MgeAUH40dq4</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artequeacontece.com.br/evento/leka-mendes-na-marli-matsumoto/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artequeacontece.com.br/evento/leka-mendes-na-marli-matsumoto/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.piscina-art.com/blog/2022/10/18/observatrio-de-imagens-inalcanveis-leka-mendes-em-conversa-com-ana-roman" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.piscina-art.com/blog/2022/10/18/observatrio-de-imagens-inalcanveis-leka-mendes-em-conversa-com-ana-roman</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.sp-arte.com/foto/midias/2018/circuito-atelies-abertos-18-08/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sp-arte.com/foto/midias/2018/circuito-atelies-abertos-18-08/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 16.09.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Leka Mendes (São Paulo, 1980) Licenciada em Desenho Industrial na Universidade de Belas Artes (2004), onde antes frequentou arquitetura. Com a pesquisa ancorada na fotografia e imagem, a sua produção desdobra-se em tecidos, instalações, fotografias, objetos e desenhos. Nos seus trabalhos atuais faz uso de vestígios da cidade ao recolher fragmentos produzidos pela atividade humana nesta era, o lixo urbano-industrial-tecnológico, sendo na maioria destroços de construção civil, restos têxteis e plásticos. Interessa-se pelas narrativas da passagem do ser humano na Terra e pelos seus efeitos na transformação da paisagem.Conta com obras em coleções públicas no Centro Cultural São Paulo, Museu de Arte do Rio de Janeiro e The Fine Art Laboratory, em Tokyo, Japão, entre outros.Das suas exposições individuais mais recentes destacam-se: “Ao entrar nas profundezas, pense nas alturas” (curadoria Ana Roman, Marli Matsumoto Arte Contemporânea, 2023) Observatório de imagens inalcançáveis (Temporada de Projetos, Paço das Artes, 2022).Participou em muitas exposições coletivas entre as quais: Ligando os pontos, (curadoria Julie Dumont, Tropi Galpão, RJ 2023); Espumas Siderais (Marli Matsumoto Arte Contemporânea, SP, 2021), Segunda Naturaleza, (Galeria Fernando Pradilla, Madrid, ES, 2020), 16º Abre Alas (A Gentil Carioca, Rio de Janeiro, 2020), Novíssimos, (Galeria Ibeu, RJ 2018), Biblioteca do Amor (curadoria de Sandra Cinto, CAC _ Contemporary Arts Center, Cincinnati, EUA, 2017 até 2019), Haciendo Dias, (curadoria Juan José Santos, Centex, Valparaiso, Chile, 2017), Mapa estratigráfico (Museu de Arte de Ribeirão Preto, 2014) Final: “Argonautas” - Letra e música: Caetano Veloso / Interpretado por Caetano Veloso e Chico Buarque em “Caetano e Chico, juntos e ao vivo”, 1972  Links: https://www.lekamendes.com.br/ https://www.marlimatsumoto.com.br/t/ https://www.youtube.com/watch?v=MgeAUH40dq4 https://www.artequeacontece.com.br/evento/leka-mendes-na-marli-matsumoto/ https://www.piscina-art.com/blog/2022/10/18/observatrio-de-imagens-inalcanveis-leka-mendes-em-conversa-com-ana-roman https://www.sp-arte.com/foto/midias/2018/circuito-atelies-abertos-18-08/  Episódio gravado a 16.09.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 22 Sep 2023 10:30:56 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 106 - &#34;Micro-Ressonâncias&#34; - Conversa com João Pimenta Gomes</title>
            <description><![CDATA[  <p>João Pimenta Gomes (Lisboa, 1989) é artista visual e músico, vive e trabalha em Lisboa. Estudou Produção Musical, Fotografia e Desenho e é professor convidado de Som e Imagem na Escola das Artes da Universidade Católica do Porto.</p><p>&nbsp;</p><p>A prática artística de João Pimenta Gomes parte de referências do campo da música e explora as relações entre o espaço e o corpo através da manipulação de sintetizadores modulares, imagens, vídeos e objetos. Proporcionando encontros entre o analógico e o digital, o sensorial e o conceptual, é no cruzamento com a performance e em eventos ao vivo que o artista amplia estas relações e encontros estendendo-os à interação com o espectador. No contacto com as obras, este é convidado a observar a génese da ideia musical e da composição sonora, fazendo do corpo – da sua aproximação, afastamento ou modelação – um elemento central no processo de criação.</p><p>Os seus projectos, performances e exposições incluem a exposição colectiva Esfíngico Frontal (com curadoria de Germano Dushá), Galeria Mendes Wood DM, São Paulo, 2023; Poly-Free, MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Lisboa, 2022; Alto Mar / Metavox, Palácio Nacional de Belém, Lisboa e Les Laboratoires d'Aubervilliers, Aubervilliers, 2022; Doppelganger III, Sound &amp; Future, Plataforma Revólver, Lisboa, 2022; e Doppelganger VII, Lux Frágil, Lisboa, 2022; Clouds, Kunstraum Botschaft, Berlim, 2021; Trabalho de Inverno, Galeria Quadrado Azul, Lisboa, 2021, enquanto membro do grupo Matéria Simples com o qual criou também A Ilha de Calipso, Appleton Garagem, Lisboa, 2020; e Micro Ressonâncias (Appleton Box, Lisboa, 2020).</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.joaopimentagomes.com/</p><p><br></p><p>https://www.veracortes.com/artists/joao-pimenta-gomes/</p><p><br></p><p>https://www.maat.pt/pt/exhibition/gabinete-joao-pimenta-gomes</p><p><br></p><p>https://www.artecapital.net/entrevista-315-joao-pimenta-gomes</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/10/12/entrevista-com-joao-pimenta-gomes-autor-da-capa-do-mes-da-umbigo/</p><p><br></p><p>https://artebrasileiros.com.br/arte/mendes-wood-dm-novo-espaco/</p><p><br></p><p>https://ateliefidalga.com.br/galerias/joao-pimenta-gomes-pt</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 28.07.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>João Pimenta Gomes (Lisboa, 1989) é artista visual e músico, vive e trabalha em Lisboa. Estudou Produção Musical, Fotografia e Desenho e é professor convidado de Som e Imagem na Escola das Artes da Universidade Católica do Porto.</p><p>&nbsp;</p><p>A prática artística de João Pimenta Gomes parte de referências do campo da música e explora as relações entre o espaço e o corpo através da manipulação de sintetizadores modulares, imagens, vídeos e objetos. Proporcionando encontros entre o analógico e o digital, o sensorial e o conceptual, é no cruzamento com a performance e em eventos ao vivo que o artista amplia estas relações e encontros estendendo-os à interação com o espectador. No contacto com as obras, este é convidado a observar a génese da ideia musical e da composição sonora, fazendo do corpo – da sua aproximação, afastamento ou modelação – um elemento central no processo de criação.</p><p>Os seus projectos, performances e exposições incluem a exposição colectiva Esfíngico Frontal (com curadoria de Germano Dushá), Galeria Mendes Wood DM, São Paulo, 2023; Poly-Free, MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Lisboa, 2022; Alto Mar / Metavox, Palácio Nacional de Belém, Lisboa e Les Laboratoires d'Aubervilliers, Aubervilliers, 2022; Doppelganger III, Sound &amp; Future, Plataforma Revólver, Lisboa, 2022; e Doppelganger VII, Lux Frágil, Lisboa, 2022; Clouds, Kunstraum Botschaft, Berlim, 2021; Trabalho de Inverno, Galeria Quadrado Azul, Lisboa, 2021, enquanto membro do grupo Matéria Simples com o qual criou também A Ilha de Calipso, Appleton Garagem, Lisboa, 2020; e Micro Ressonâncias (Appleton Box, Lisboa, 2020).</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.joaopimentagomes.com/</p><p><br></p><p>https://www.veracortes.com/artists/joao-pimenta-gomes/</p><p><br></p><p>https://www.maat.pt/pt/exhibition/gabinete-joao-pimenta-gomes</p><p><br></p><p>https://www.artecapital.net/entrevista-315-joao-pimenta-gomes</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/10/12/entrevista-com-joao-pimenta-gomes-autor-da-capa-do-mes-da-umbigo/</p><p><br></p><p>https://artebrasileiros.com.br/arte/mendes-wood-dm-novo-espaco/</p><p><br></p><p>https://ateliefidalga.com.br/galerias/joao-pimenta-gomes-pt</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 28.07.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>João Pimenta Gomes (Lisboa, 1989) é artista visual e músico, vive e trabalha em Lisboa. Estudou Produção Musical, Fotografia e Desenho e é professor convidado de Som e Imagem na Escola das Artes da Universidade Católica do Porto. A prática artística de João Pimenta Gomes parte de referências do campo da música e explora as relações entre o espaço e o corpo através da manipulação de sintetizadores modulares, imagens, vídeos e objetos. Proporcionando encontros entre o analógico e o digital, o sensorial e o conceptual, é no cruzamento com a performance e em eventos ao vivo que o artista amplia estas relações e encontros estendendo-os à interação com o espectador. No contacto com as obras, este é convidado a observar a génese da ideia musical e da composição sonora, fazendo do corpo – da sua aproximação, afastamento ou modelação – um elemento central no processo de criação.Os seus projectos, performances e exposições incluem a exposição colectiva Esfíngico Frontal (com curadoria de Germano Dushá), Galeria Mendes Wood DM, São Paulo, 2023; Poly-Free, MAAT - Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Lisboa, 2022; Alto Mar / Metavox, Palácio Nacional de Belém, Lisboa e Les Laboratoires d&#39;Aubervilliers, Aubervilliers, 2022; Doppelganger III, Sound &amp; Future, Plataforma Revólver, Lisboa, 2022; e Doppelganger VII, Lux Frágil, Lisboa, 2022; Clouds, Kunstraum Botschaft, Berlim, 2021; Trabalho de Inverno, Galeria Quadrado Azul, Lisboa, 2021, enquanto membro do grupo Matéria Simples com o qual criou também A Ilha de Calipso, Appleton Garagem, Lisboa, 2020; e Micro Ressonâncias (Appleton Box, Lisboa, 2020).  Links:https://www.joaopimentagomes.com/https://www.veracortes.com/artists/joao-pimenta-gomes/https://www.maat.pt/pt/exhibition/gabinete-joao-pimenta-gomeshttps://www.artecapital.net/entrevista-315-joao-pimenta-gomeshttps://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/10/12/entrevista-com-joao-pimenta-gomes-autor-da-capa-do-mes-da-umbigo/https://artebrasileiros.com.br/arte/mendes-wood-dm-novo-espaco/https://ateliefidalga.com.br/galerias/joao-pimenta-gomes-pt  Episódio gravado a 28.07.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 29 Jul 2023 08:16:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 105 - &#34;Ver de Verão&#34; - Conversa com Antonia Gaeta</title>
            <description><![CDATA[  <p>Antonia Gaeta, nascida em Lanciano, Itália, é Licenciada em&nbsp;Conservação dos Bens Culturais pela Universidade de Bolonha,&nbsp;veio para Portugal em&nbsp;2003&nbsp;onde completou o Mestrado em Estudos Curatoriais na Universidade de Belas-Artes de Lisboa, mais tarde doutorou-se em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. Desde&nbsp;2005, trabalha como curadora independente, sendo que do seu percurso mais recente se destacam as seguintes exposições:&nbsp;<em>Cangiante</em>&nbsp;com obras da Colecção Caixa Geral de Depósitos,&nbsp;<em>Andrómeda</em>&nbsp;de Luciana Fina,&nbsp;<em>Sereno Variável</em>&nbsp;da Colecção Treger Saint Silvestre,&nbsp;no Centro de Arte Oliva,&nbsp;<em>Hot Stuff</em>&nbsp;com trabalhos de&nbsp;Adelhyd van Bender&nbsp;na Galeria Delmes &amp; Zander&nbsp;e, ainda,&nbsp;<em>Ex-Votos para o Século XXI</em>&nbsp;de Miguel Carneiro no VERÃO, espaço cuja programação é da sua responsabilidade e que data de&nbsp;Outubro&nbsp;2019 até ao presente.</p><p>&nbsp;</p><p>“Dizem que os italianos estão imunes à síndrome de Stendhal porque acostumados desde tenra idade a estar&nbsp;rodeados pela beleza. Quando era “minúscula”, o meu sonho era trabalhar numa bomba de gasolina. Aos 4 anos queria ter uma loja de ferragens. Aos 5, num périplo com os meus pais e irmãos pela Umbria e Toscana, estava aberta para novas aventuras. Em Orvieto, visitamos o Pozzo di San Patrizio. Tirei uma fotografia do lugar, com uma maquina Agfamatic 2008 pocket que a minha mãe me tinha dado de presente nos meus anos. Esta foto esteve no meu quarto, em cima da secretária, durante a escola primária, o ciclo e o liceu. Logo a seguir passamos por Siena onde vi pela primeira vez a Maestá (Madonna in Trono) de Duccio di Buoninsegna. Comecei a chorar sem aparente explicação. Um ou dois anos mais tarde, numa viagem com a escola em Roma, visitei o Ara Pacis. Tive que me encostar na velha estrutura de alumínio dourado que protegia o monumento para não cair ao chão. Em 1989, a minha mãe nos levou a conhecer Paris. Eu sonhava com ver a Mona Lisa, a Gioconda, mas lembro muito bem de ter ficado decepcionada com a escala, pois imaginava algo majestosamente grande e imponente. No final da tarde deste mesmo dia, fomos arrastados para o Pompidou. A exposição apresentada no museu era Les Magiciens de la Terre. Não fazia a mais mínima ideia do que estava a ver mas alguma coisa tinha mudado. No avião comuniquei à minha mãe que não iria ser artista mas que, ainda não sabendo bem como, iria trabalhar com arte. O meu avô entretanto tinha perdido a vista e decidido que, entre todos os netos, eu seria a indicada para ser os olhos dele. Para o ajudar com as palavras cruzadas, para ler os livros quando não os conseguia encontrar em áudio cassete, para descrever as obras dos museus, partes de filmes, mas sobretudo para ir à rua e relatar os ambientes, eu passei a ser os olhos dele. Esta prática desenvolvida em tão tenra idade criou um habito que ainda hoje mantenho: olhar para depois narrar, ouvir para poder reproduzir, absorver para conseguir reformular. Após ter terminado a Licenciatura em Conservazione dei Beni Culturali na Universidade de Bologna,&nbsp;em 2003&nbsp;mudei-me para Lisboa e desde 2005 desenvolvo projectos de investigação, edição e curadoria com instituições artísticas em Portugal e no estrangeiro e tenho textos publicados em catálogos e revistas especializadas. Com o Mestrado em Curadoria terminado (FBAUL), em 2008 comecei a trabalhar pela Direcção Geral das Artes/MC enquanto coordenadora executiva das Bienais de Arte de Veneza e São Paulo. Em 2011 inscrevi-me no Doutoramento em Arte Contemporânea (UC) que entretanto concluí e em 2015 iniciei uma colaboração regular com a Colecção Treger Saint Silvestre. Em 2019 abri em Lisboa o VERÃO, um espaço de experimentação no âmbito das artes visuais e aproveitei o desacelerar causado pela pandemia para realizar o curso profissional de Marceneira-Embutidora/Entalhadora (FRESS) para começar também a pensar com as mãos.”</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/entrevista-antonia-gaeta" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/entrevista-antonia-gaeta</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.facebook.com/people/VER%C3%83O/100071194254555/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.facebook.com/people/VER%C3%83O/100071194254555/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://centrodearteoliva.pt/exposicao/ninguem-so-eu/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://centrodearteoliva.pt/exposicao/ninguem-so-eu/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=YXzWuoBZLUY" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=YXzWuoBZLUY</a></p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 07.06.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Antonia Gaeta, nascida em Lanciano, Itália, é Licenciada em&nbsp;Conservação dos Bens Culturais pela Universidade de Bolonha,&nbsp;veio para Portugal em&nbsp;2003&nbsp;onde completou o Mestrado em Estudos Curatoriais na Universidade de Belas-Artes de Lisboa, mais tarde doutorou-se em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. Desde&nbsp;2005, trabalha como curadora independente, sendo que do seu percurso mais recente se destacam as seguintes exposições:&nbsp;<em>Cangiante</em>&nbsp;com obras da Colecção Caixa Geral de Depósitos,&nbsp;<em>Andrómeda</em>&nbsp;de Luciana Fina,&nbsp;<em>Sereno Variável</em>&nbsp;da Colecção Treger Saint Silvestre,&nbsp;no Centro de Arte Oliva,&nbsp;<em>Hot Stuff</em>&nbsp;com trabalhos de&nbsp;Adelhyd van Bender&nbsp;na Galeria Delmes &amp; Zander&nbsp;e, ainda,&nbsp;<em>Ex-Votos para o Século XXI</em>&nbsp;de Miguel Carneiro no VERÃO, espaço cuja programação é da sua responsabilidade e que data de&nbsp;Outubro&nbsp;2019 até ao presente.</p><p>&nbsp;</p><p>“Dizem que os italianos estão imunes à síndrome de Stendhal porque acostumados desde tenra idade a estar&nbsp;rodeados pela beleza. Quando era “minúscula”, o meu sonho era trabalhar numa bomba de gasolina. Aos 4 anos queria ter uma loja de ferragens. Aos 5, num périplo com os meus pais e irmãos pela Umbria e Toscana, estava aberta para novas aventuras. Em Orvieto, visitamos o Pozzo di San Patrizio. Tirei uma fotografia do lugar, com uma maquina Agfamatic 2008 pocket que a minha mãe me tinha dado de presente nos meus anos. Esta foto esteve no meu quarto, em cima da secretária, durante a escola primária, o ciclo e o liceu. Logo a seguir passamos por Siena onde vi pela primeira vez a Maestá (Madonna in Trono) de Duccio di Buoninsegna. Comecei a chorar sem aparente explicação. Um ou dois anos mais tarde, numa viagem com a escola em Roma, visitei o Ara Pacis. Tive que me encostar na velha estrutura de alumínio dourado que protegia o monumento para não cair ao chão. Em 1989, a minha mãe nos levou a conhecer Paris. Eu sonhava com ver a Mona Lisa, a Gioconda, mas lembro muito bem de ter ficado decepcionada com a escala, pois imaginava algo majestosamente grande e imponente. No final da tarde deste mesmo dia, fomos arrastados para o Pompidou. A exposição apresentada no museu era Les Magiciens de la Terre. Não fazia a mais mínima ideia do que estava a ver mas alguma coisa tinha mudado. No avião comuniquei à minha mãe que não iria ser artista mas que, ainda não sabendo bem como, iria trabalhar com arte. O meu avô entretanto tinha perdido a vista e decidido que, entre todos os netos, eu seria a indicada para ser os olhos dele. Para o ajudar com as palavras cruzadas, para ler os livros quando não os conseguia encontrar em áudio cassete, para descrever as obras dos museus, partes de filmes, mas sobretudo para ir à rua e relatar os ambientes, eu passei a ser os olhos dele. Esta prática desenvolvida em tão tenra idade criou um habito que ainda hoje mantenho: olhar para depois narrar, ouvir para poder reproduzir, absorver para conseguir reformular. Após ter terminado a Licenciatura em Conservazione dei Beni Culturali na Universidade de Bologna,&nbsp;em 2003&nbsp;mudei-me para Lisboa e desde 2005 desenvolvo projectos de investigação, edição e curadoria com instituições artísticas em Portugal e no estrangeiro e tenho textos publicados em catálogos e revistas especializadas. Com o Mestrado em Curadoria terminado (FBAUL), em 2008 comecei a trabalhar pela Direcção Geral das Artes/MC enquanto coordenadora executiva das Bienais de Arte de Veneza e São Paulo. Em 2011 inscrevi-me no Doutoramento em Arte Contemporânea (UC) que entretanto concluí e em 2015 iniciei uma colaboração regular com a Colecção Treger Saint Silvestre. Em 2019 abri em Lisboa o VERÃO, um espaço de experimentação no âmbito das artes visuais e aproveitei o desacelerar causado pela pandemia para realizar o curso profissional de Marceneira-Embutidora/Entalhadora (FRESS) para começar também a pensar com as mãos.”</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/entrevista-antonia-gaeta" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/entrevista-antonia-gaeta</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.facebook.com/people/VER%C3%83O/100071194254555/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.facebook.com/people/VER%C3%83O/100071194254555/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://centrodearteoliva.pt/exposicao/ninguem-so-eu/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://centrodearteoliva.pt/exposicao/ninguem-so-eu/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=YXzWuoBZLUY" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=YXzWuoBZLUY</a></p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 07.06.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Antonia Gaeta, nascida em Lanciano, Itália, é Licenciada em Conservação dos Bens Culturais pela Universidade de Bolonha, veio para Portugal em 2003 onde completou o Mestrado em Estudos Curatoriais na Universidade de Belas-Artes de Lisboa, mais tarde doutorou-se em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. Desde 2005, trabalha como curadora independente, sendo que do seu percurso mais recente se destacam as seguintes exposições: Cangiante com obras da Colecção Caixa Geral de Depósitos, Andrómeda de Luciana Fina, Sereno Variável da Colecção Treger Saint Silvestre, no Centro de Arte Oliva, Hot Stuff com trabalhos de Adelhyd van Bender na Galeria Delmes &amp; Zander e, ainda, Ex-Votos para o Século XXI de Miguel Carneiro no VERÃO, espaço cuja programação é da sua responsabilidade e que data de Outubro 2019 até ao presente. “Dizem que os italianos estão imunes à síndrome de Stendhal porque acostumados desde tenra idade a estar rodeados pela beleza. Quando era “minúscula”, o meu sonho era trabalhar numa bomba de gasolina. Aos 4 anos queria ter uma loja de ferragens. Aos 5, num périplo com os meus pais e irmãos pela Umbria e Toscana, estava aberta para novas aventuras. Em Orvieto, visitamos o Pozzo di San Patrizio. Tirei uma fotografia do lugar, com uma maquina Agfamatic 2008 pocket que a minha mãe me tinha dado de presente nos meus anos. Esta foto esteve no meu quarto, em cima da secretária, durante a escola primária, o ciclo e o liceu. Logo a seguir passamos por Siena onde vi pela primeira vez a Maestá (Madonna in Trono) de Duccio di Buoninsegna. Comecei a chorar sem aparente explicação. Um ou dois anos mais tarde, numa viagem com a escola em Roma, visitei o Ara Pacis. Tive que me encostar na velha estrutura de alumínio dourado que protegia o monumento para não cair ao chão. Em 1989, a minha mãe nos levou a conhecer Paris. Eu sonhava com ver a Mona Lisa, a Gioconda, mas lembro muito bem de ter ficado decepcionada com a escala, pois imaginava algo majestosamente grande e imponente. No final da tarde deste mesmo dia, fomos arrastados para o Pompidou. A exposição apresentada no museu era Les Magiciens de la Terre. Não fazia a mais mínima ideia do que estava a ver mas alguma coisa tinha mudado. No avião comuniquei à minha mãe que não iria ser artista mas que, ainda não sabendo bem como, iria trabalhar com arte. O meu avô entretanto tinha perdido a vista e decidido que, entre todos os netos, eu seria a indicada para ser os olhos dele. Para o ajudar com as palavras cruzadas, para ler os livros quando não os conseguia encontrar em áudio cassete, para descrever as obras dos museus, partes de filmes, mas sobretudo para ir à rua e relatar os ambientes, eu passei a ser os olhos dele. Esta prática desenvolvida em tão tenra idade criou um habito que ainda hoje mantenho: olhar para depois narrar, ouvir para poder reproduzir, absorver para conseguir reformular. Após ter terminado a Licenciatura em Conservazione dei Beni Culturali na Universidade de Bologna, em 2003 mudei-me para Lisboa e desde 2005 desenvolvo projectos de investigação, edição e curadoria com instituições artísticas em Portugal e no estrangeiro e tenho textos publicados em catálogos e revistas especializadas. Com o Mestrado em Curadoria terminado (FBAUL), em 2008 comecei a trabalhar pela Direcção Geral das Artes/MC enquanto coordenadora executiva das Bienais de Arte de Veneza e São Paulo. Em 2011 inscrevi-me no Doutoramento em Arte Contemporânea (UC) que entretanto concluí e em 2015 iniciei uma colaboração regular com a Colecção Treger Saint Silvestre. Em 2019 abri em Lisboa o VERÃO, um espaço de experimentação no âmbito das artes visuais e aproveitei o desacelerar causado pela pandemia para realizar o curso profissional de Marceneira-Embutidora/Entalhadora (FRESS) para começar também a pensar com as mãos.”Links: https://contemporanea.pt/edicoes/07-08-09-2021/entrevista-antonia-gaeta https://www.facebook.com/people/VER%C3%83O/100071194254555/ https://centrodearteoliva.pt/exposicao/ninguem-so-eu/ https://www.youtube.com/watch?v=YXzWuoBZLUY  Episódio gravado a 07.06.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 24 Jul 2023 23:43:56 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 104 - &#34;Bolsa Appleton&#34; - Conversa com Ramiro Guerreiro</title>
            <description><![CDATA[  <p>Ramiro Guerreiro, Lisboa 1978, tem desenvolvido e exposto trabalho desde a década de 2000, explorando criticamente a relação entre corpo, espaço e arquitectura. Tem realizado várias instalações site-specific e criado obras utilizando o desenho, performance, vídeo, publicações impressas, para além de trabalhar com, e a partir de, objectos documentais. Recorrendo por vezes a uma atitude irónica perante a realidade urbana circundante, as suas propostas procuram investigar modos alternativos de uso das cidades e dos seus elementos constituintes. Ramiro Guerreiro investiga assim, empiricamente, as formas como a arquitectura e a política urbanas condicionam e controlam os nossos modos de ver, ser e sentir e procura contrariar os invisíveis mecanismos de controlo.</p><p>Guerreiro frequentou o curso de Arquitectura na Universidade do Porto e posteriormente o Programa de Estudos Independentes da Maumaus - Escola de Artes Visuais, Lisboa. Fez residências artísticas na Casa de Velazquez em Madrid (2008) e na Künstlerhaus Bethanien em Berlim (2015), ambas com bolsas da Fundação C. Gulbenkian, fez o programa Le Pavillon do Palais de Tokyo, em Paris (2010) com bolsa do Min. da Cultura da República Francesa, entre outras residências de menor duração. Esteve em Bruxelas de setembro de 2022 a março de 2022 com a Bolsa Appleton.</p><p>Colabora regularmente com outros artistas, coreógrafos e colectivos, em variados formatos de apresentação tanto como intérprete, autor ou co-autor.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p>https://www.lehmannsilva.com/artist/ramiro-guerreiro/</p><p><br></p><p>https://contemporanea.pt/edicoes/06-07-2019/ramiro-guerreiro-moi-aussi</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2005/07/12/jornal/bes-revelacao-distingue-quatro-artistas-29818</p><p><br></p><p>https://www.artecapital.net/recomendacoes_ev.php?ref=724</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=wNr2k1bAV9g</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 02.06.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Ramiro Guerreiro, Lisboa 1978, tem desenvolvido e exposto trabalho desde a década de 2000, explorando criticamente a relação entre corpo, espaço e arquitectura. Tem realizado várias instalações site-specific e criado obras utilizando o desenho, performance, vídeo, publicações impressas, para além de trabalhar com, e a partir de, objectos documentais. Recorrendo por vezes a uma atitude irónica perante a realidade urbana circundante, as suas propostas procuram investigar modos alternativos de uso das cidades e dos seus elementos constituintes. Ramiro Guerreiro investiga assim, empiricamente, as formas como a arquitectura e a política urbanas condicionam e controlam os nossos modos de ver, ser e sentir e procura contrariar os invisíveis mecanismos de controlo.</p><p>Guerreiro frequentou o curso de Arquitectura na Universidade do Porto e posteriormente o Programa de Estudos Independentes da Maumaus - Escola de Artes Visuais, Lisboa. Fez residências artísticas na Casa de Velazquez em Madrid (2008) e na Künstlerhaus Bethanien em Berlim (2015), ambas com bolsas da Fundação C. Gulbenkian, fez o programa Le Pavillon do Palais de Tokyo, em Paris (2010) com bolsa do Min. da Cultura da República Francesa, entre outras residências de menor duração. Esteve em Bruxelas de setembro de 2022 a março de 2022 com a Bolsa Appleton.</p><p>Colabora regularmente com outros artistas, coreógrafos e colectivos, em variados formatos de apresentação tanto como intérprete, autor ou co-autor.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p>https://www.lehmannsilva.com/artist/ramiro-guerreiro/</p><p><br></p><p>https://contemporanea.pt/edicoes/06-07-2019/ramiro-guerreiro-moi-aussi</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2005/07/12/jornal/bes-revelacao-distingue-quatro-artistas-29818</p><p><br></p><p>https://www.artecapital.net/recomendacoes_ev.php?ref=724</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=wNr2k1bAV9g</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 02.06.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Ramiro Guerreiro, Lisboa 1978, tem desenvolvido e exposto trabalho desde a década de 2000, explorando criticamente a relação entre corpo, espaço e arquitectura. Tem realizado várias instalações site-specific e criado obras utilizando o desenho, performance, vídeo, publicações impressas, para além de trabalhar com, e a partir de, objectos documentais. Recorrendo por vezes a uma atitude irónica perante a realidade urbana circundante, as suas propostas procuram investigar modos alternativos de uso das cidades e dos seus elementos constituintes. Ramiro Guerreiro investiga assim, empiricamente, as formas como a arquitectura e a política urbanas condicionam e controlam os nossos modos de ver, ser e sentir e procura contrariar os invisíveis mecanismos de controlo.Guerreiro frequentou o curso de Arquitectura na Universidade do Porto e posteriormente o Programa de Estudos Independentes da Maumaus - Escola de Artes Visuais, Lisboa. Fez residências artísticas na Casa de Velazquez em Madrid (2008) e na Künstlerhaus Bethanien em Berlim (2015), ambas com bolsas da Fundação C. Gulbenkian, fez o programa Le Pavillon do Palais de Tokyo, em Paris (2010) com bolsa do Min. da Cultura da República Francesa, entre outras residências de menor duração. Esteve em Bruxelas de setembro de 2022 a março de 2022 com a Bolsa Appleton.Colabora regularmente com outros artistas, coreógrafos e colectivos, em variados formatos de apresentação tanto como intérprete, autor ou co-autor.Links: https://www.lehmannsilva.com/artist/ramiro-guerreiro/https://contemporanea.pt/edicoes/06-07-2019/ramiro-guerreiro-moi-aussihttps://www.publico.pt/2005/07/12/jornal/bes-revelacao-distingue-quatro-artistas-29818https://www.artecapital.net/recomendacoes_ev.php?ref=724https://www.youtube.com/watch?v=wNr2k1bAV9g Episódio gravado a 02.06.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa   </itunes:summary>
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            <pubDate>Sun, 16 Jul 2023 16:45:34 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 103 - &#34;Get Back - Haze&#34; - Conversa com Vera Mota</title>
            <description><![CDATA[  <p>Vera Mota (1982) vive e trabalha no Porto. É licenciada em Artes Plásticas – Escultura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2000-2005) e Mestre em Práticas Artísticas Contemporâneas pela mesma instituição (2006-2008), tendo concluído o curso de Pesquisa e Criação Coreográfica no Fórum Dança, Lisboa (2005-2006).</p><p>Com apresentações públicas regulares desde 2003, destacam-se entre as exposições individuais mais recentes, SEM CORPO/<em>DISEMBODIED, </em>Museu de Arte Contemporânea de Serralves, <em>From within the midst of things, </em>L21 Gallery, Palma (ES), 2022; <em>Ventriloquismo, </em>Galeria Bruno Múrias, Lisboa, 2021; <em>Levar a cabeça aos pés, </em>Galeria Pedro Cera, Lisboa, 2018. Destaca-se ainda a apresentação da performance <em>Curva Contínua </em>no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto; <em>Head</em>, EVA international Ireland’s Biennial, Limerick (IE), 2018; <em>What is the color when black is burned?</em>, SESC Belenzinho, São Paulo, (BR), 2014. Em 2012 apresentou <em>SCHEMA&nbsp;</em>na Appleton Square.</p><p>A sua obra está representada na Coleção de arte contemporânea do estado Português; Coleção António Cachola - MACE, Elvas; Coleção Ilídio Pinho, Porto; Centro de Arte Oliva - Coleção Norlinda e José Lima, São João da Madeira; Coleção PLMJ, Lisboa e Coleção Maria e Armando Cabral.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.brunomurias.com/pt-pt/artists/vera-mota/</p><p><br></p><p>https://veramota.com/</p><p><br></p><p>https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/vera-mota-sem-corpo/</p><p><br></p><p>https://www.maushabitos.com/en/events/apneia-sprint-pedro-tudela-e-vera-mota-2/</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=c5TKay8wn10</p><p><br></p><p>https://vimeo.com/577670393</p><p><br></p><p>https://www.cascais.pt/noticia/exposicao-artemar-no-paredao-2023</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 17.06.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Vera Mota (1982) vive e trabalha no Porto. É licenciada em Artes Plásticas – Escultura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2000-2005) e Mestre em Práticas Artísticas Contemporâneas pela mesma instituição (2006-2008), tendo concluído o curso de Pesquisa e Criação Coreográfica no Fórum Dança, Lisboa (2005-2006).</p><p>Com apresentações públicas regulares desde 2003, destacam-se entre as exposições individuais mais recentes, SEM CORPO/<em>DISEMBODIED, </em>Museu de Arte Contemporânea de Serralves, <em>From within the midst of things, </em>L21 Gallery, Palma (ES), 2022; <em>Ventriloquismo, </em>Galeria Bruno Múrias, Lisboa, 2021; <em>Levar a cabeça aos pés, </em>Galeria Pedro Cera, Lisboa, 2018. Destaca-se ainda a apresentação da performance <em>Curva Contínua </em>no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto; <em>Head</em>, EVA international Ireland’s Biennial, Limerick (IE), 2018; <em>What is the color when black is burned?</em>, SESC Belenzinho, São Paulo, (BR), 2014. Em 2012 apresentou <em>SCHEMA&nbsp;</em>na Appleton Square.</p><p>A sua obra está representada na Coleção de arte contemporânea do estado Português; Coleção António Cachola - MACE, Elvas; Coleção Ilídio Pinho, Porto; Centro de Arte Oliva - Coleção Norlinda e José Lima, São João da Madeira; Coleção PLMJ, Lisboa e Coleção Maria e Armando Cabral.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.brunomurias.com/pt-pt/artists/vera-mota/</p><p><br></p><p>https://veramota.com/</p><p><br></p><p>https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/vera-mota-sem-corpo/</p><p><br></p><p>https://www.maushabitos.com/en/events/apneia-sprint-pedro-tudela-e-vera-mota-2/</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=c5TKay8wn10</p><p><br></p><p>https://vimeo.com/577670393</p><p><br></p><p>https://www.cascais.pt/noticia/exposicao-artemar-no-paredao-2023</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 17.06.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Vera Mota (1982) vive e trabalha no Porto. É licenciada em Artes Plásticas – Escultura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (2000-2005) e Mestre em Práticas Artísticas Contemporâneas pela mesma instituição (2006-2008), tendo concluído o curso de Pesquisa e Criação Coreográfica no Fórum Dança, Lisboa (2005-2006).Com apresentações públicas regulares desde 2003, destacam-se entre as exposições individuais mais recentes, SEM CORPO/DISEMBODIED, Museu de Arte Contemporânea de Serralves, From within the midst of things, L21 Gallery, Palma (ES), 2022; Ventriloquismo, Galeria Bruno Múrias, Lisboa, 2021; Levar a cabeça aos pés, Galeria Pedro Cera, Lisboa, 2018. Destaca-se ainda a apresentação da performance Curva Contínua no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, Porto; Head, EVA international Ireland’s Biennial, Limerick (IE), 2018; What is the color when black is burned?, SESC Belenzinho, São Paulo, (BR), 2014. Em 2012 apresentou SCHEMA na Appleton Square.A sua obra está representada na Coleção de arte contemporânea do estado Português; Coleção António Cachola - MACE, Elvas; Coleção Ilídio Pinho, Porto; Centro de Arte Oliva - Coleção Norlinda e José Lima, São João da Madeira; Coleção PLMJ, Lisboa e Coleção Maria e Armando Cabral. Links:https://www.brunomurias.com/pt-pt/artists/vera-mota/https://veramota.com/https://www.serralves.pt/ciclo-serralves/vera-mota-sem-corpo/https://www.maushabitos.com/en/events/apneia-sprint-pedro-tudela-e-vera-mota-2/https://www.youtube.com/watch?v=c5TKay8wn10https://vimeo.com/577670393https://www.cascais.pt/noticia/exposicao-artemar-no-paredao-2023 Episódio gravado a 17.06.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa   </itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 29 Jun 2023 13:55:50 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 102 - &#34;Invasor&#34; - Conversa com Ricardo Jacinto</title>
            <description><![CDATA[  <p>Ricardo Jacinto</p><p>Músico, artista visual ou arquiteto com pesquisa artística e académica focada nas relações entre som, improvisação e território em práticas transdisciplinares. É membro do coletivo OSSO e entre 2014-18 foi investigador no Sonic Arts Research Center, Queens University Belfast. Com grande interesse em processos colaborativos, desde 1998 tem desenvolvido inúmeros projetos com outros artistas, músicos, arquitetos ou performers e apresentado o seu trabalho em exposições individuais e coletivas, concertos e performances.&nbsp;</p><p>Como violoncelista e compositor Ricardo Jacinto tem sido ativo na comunidade de improvisação livre e música experimental trabalhando com músicos como Joana Gama, Adriana Sá, Marina Dzukliev, Rodrigo Pinheiro, Norberto Lobo, Pascal Niggenkemper, Lucas Ligetti, João Pais Filipe, Luis Lopes, Angélica Salvi, Gustavo Costa ou Susana Santos Silva, entre muitos outros.&nbsp;</p><p>De momento dedica-se ao desenvolvimento do seu projecto a solo para violoncelo, electrónica e objectos ressonantes, integra o trio THE SELVA (com o contrabaixista Gonçalo Almeida e o baterista Nuno Morão) e dirige o ensemble MEDUSA Unit (com Alvaro Rosso (contrabaixo) , André Hencleeday (piano), Eleonor Picas (harpa), João Almeida (trompete), Nuno Morão (percussão), Suse Ribeiro (espacialização sonora) e Yaw Tembe (trompete). Lançou vários álbuns e apareceu em muitos outros como convidado. A sua música está editada pela Clean Feed, Shhpuma Records, OSSO e Creative Sources.&nbsp;</p><p>É representado pela Galeria Bruno Múrias e as suas instalações e esculturas estão presentes em várias coleções nacionais: Fundação de Serralves, Caixa Geral de Depósitos, Fundação Leal Rios ou Fundação António Cachola. Em colaboração com Pancho Guedes representou Portugal na 10ª Bienal de Veneza de Arquitectura 2006 e o seu trabalho foi apresentado em diferentes locais como a Culturgest (Lisboa e Porto), Fundação de Serralves, Fundação Calouste Gulbenkian, Palais de Tokyo, Mudam_Luxembourg, Teatro Maria Matos, Teatro do Bairro Alto, Museo Vostell, Casa da Música, CCB, Manifesta 08, Frac Loraine_Metz, OK CENTRE_Linz ou Artissima_Turin.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://ricardojacinto.net/</p><p><br></p><p>https://www.brunomurias.com/pt-pt/artists/ricardo-jacinto/</p><p><br></p><p>https://www.osso.pt/en/about/</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2006/05/18/jornal/pancho-guedes-e-ricardo-jacinto--na-bienal-de-veneza-79274</p><p><br></p><p>https://pre2018.culturgest.pt/2008/ricardo_jacinto_lx.html#gsc.tab=0</p><p><br></p><p>https://gulbenkian.pt/historia-das-exposicoes/monographies/1356/</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 30.01.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Ricardo Jacinto</p><p>Músico, artista visual ou arquiteto com pesquisa artística e académica focada nas relações entre som, improvisação e território em práticas transdisciplinares. É membro do coletivo OSSO e entre 2014-18 foi investigador no Sonic Arts Research Center, Queens University Belfast. Com grande interesse em processos colaborativos, desde 1998 tem desenvolvido inúmeros projetos com outros artistas, músicos, arquitetos ou performers e apresentado o seu trabalho em exposições individuais e coletivas, concertos e performances.&nbsp;</p><p>Como violoncelista e compositor Ricardo Jacinto tem sido ativo na comunidade de improvisação livre e música experimental trabalhando com músicos como Joana Gama, Adriana Sá, Marina Dzukliev, Rodrigo Pinheiro, Norberto Lobo, Pascal Niggenkemper, Lucas Ligetti, João Pais Filipe, Luis Lopes, Angélica Salvi, Gustavo Costa ou Susana Santos Silva, entre muitos outros.&nbsp;</p><p>De momento dedica-se ao desenvolvimento do seu projecto a solo para violoncelo, electrónica e objectos ressonantes, integra o trio THE SELVA (com o contrabaixista Gonçalo Almeida e o baterista Nuno Morão) e dirige o ensemble MEDUSA Unit (com Alvaro Rosso (contrabaixo) , André Hencleeday (piano), Eleonor Picas (harpa), João Almeida (trompete), Nuno Morão (percussão), Suse Ribeiro (espacialização sonora) e Yaw Tembe (trompete). Lançou vários álbuns e apareceu em muitos outros como convidado. A sua música está editada pela Clean Feed, Shhpuma Records, OSSO e Creative Sources.&nbsp;</p><p>É representado pela Galeria Bruno Múrias e as suas instalações e esculturas estão presentes em várias coleções nacionais: Fundação de Serralves, Caixa Geral de Depósitos, Fundação Leal Rios ou Fundação António Cachola. Em colaboração com Pancho Guedes representou Portugal na 10ª Bienal de Veneza de Arquitectura 2006 e o seu trabalho foi apresentado em diferentes locais como a Culturgest (Lisboa e Porto), Fundação de Serralves, Fundação Calouste Gulbenkian, Palais de Tokyo, Mudam_Luxembourg, Teatro Maria Matos, Teatro do Bairro Alto, Museo Vostell, Casa da Música, CCB, Manifesta 08, Frac Loraine_Metz, OK CENTRE_Linz ou Artissima_Turin.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://ricardojacinto.net/</p><p><br></p><p>https://www.brunomurias.com/pt-pt/artists/ricardo-jacinto/</p><p><br></p><p>https://www.osso.pt/en/about/</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2006/05/18/jornal/pancho-guedes-e-ricardo-jacinto--na-bienal-de-veneza-79274</p><p><br></p><p>https://pre2018.culturgest.pt/2008/ricardo_jacinto_lx.html#gsc.tab=0</p><p><br></p><p>https://gulbenkian.pt/historia-das-exposicoes/monographies/1356/</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 30.01.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Ricardo JacintoMúsico, artista visual ou arquiteto com pesquisa artística e académica focada nas relações entre som, improvisação e território em práticas transdisciplinares. É membro do coletivo OSSO e entre 2014-18 foi investigador no Sonic Arts Research Center, Queens University Belfast. Com grande interesse em processos colaborativos, desde 1998 tem desenvolvido inúmeros projetos com outros artistas, músicos, arquitetos ou performers e apresentado o seu trabalho em exposições individuais e coletivas, concertos e performances. Como violoncelista e compositor Ricardo Jacinto tem sido ativo na comunidade de improvisação livre e música experimental trabalhando com músicos como Joana Gama, Adriana Sá, Marina Dzukliev, Rodrigo Pinheiro, Norberto Lobo, Pascal Niggenkemper, Lucas Ligetti, João Pais Filipe, Luis Lopes, Angélica Salvi, Gustavo Costa ou Susana Santos Silva, entre muitos outros. De momento dedica-se ao desenvolvimento do seu projecto a solo para violoncelo, electrónica e objectos ressonantes, integra o trio THE SELVA (com o contrabaixista Gonçalo Almeida e o baterista Nuno Morão) e dirige o ensemble MEDUSA Unit (com Alvaro Rosso (contrabaixo) , André Hencleeday (piano), Eleonor Picas (harpa), João Almeida (trompete), Nuno Morão (percussão), Suse Ribeiro (espacialização sonora) e Yaw Tembe (trompete). Lançou vários álbuns e apareceu em muitos outros como convidado. A sua música está editada pela Clean Feed, Shhpuma Records, OSSO e Creative Sources. É representado pela Galeria Bruno Múrias e as suas instalações e esculturas estão presentes em várias coleções nacionais: Fundação de Serralves, Caixa Geral de Depósitos, Fundação Leal Rios ou Fundação António Cachola. Em colaboração com Pancho Guedes representou Portugal na 10ª Bienal de Veneza de Arquitectura 2006 e o seu trabalho foi apresentado em diferentes locais como a Culturgest (Lisboa e Porto), Fundação de Serralves, Fundação Calouste Gulbenkian, Palais de Tokyo, Mudam_Luxembourg, Teatro Maria Matos, Teatro do Bairro Alto, Museo Vostell, Casa da Música, CCB, Manifesta 08, Frac Loraine_Metz, OK CENTRE_Linz ou Artissima_Turin.Links:https://ricardojacinto.net/https://www.brunomurias.com/pt-pt/artists/ricardo-jacinto/https://www.osso.pt/en/about/https://www.publico.pt/2006/05/18/jornal/pancho-guedes-e-ricardo-jacinto--na-bienal-de-veneza-79274https://pre2018.culturgest.pt/2008/ricardo_jacinto_lx.html#gsc.tab=0https://gulbenkian.pt/historia-das-exposicoes/monographies/1356/Episódio gravado a 30.01.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa  </itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 09 Jun 2023 08:24:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 101 - &#34;Solar&#34; - Conversa com Musa paradisiaca</title>
            <description><![CDATA[  <p><em>Musa paradisiaca</em> é uma dupla de artistas composta por Eduardo Guerra (Lisboa, 1986) e Miguel Ferrão (Lisboa, 1986). Formada em 2010, assumiu o nome taxonómico criado pelo botânico Carl Linnaeus para uma espécie de banana. Parodiando o contexto epistemológico da tarefa de identificar e catalogar o mundo, <em>Musa paradisiaca</em> busca conjurar valores, atitudes e normas em conflito.</p><p>Assumindo uma atitude dialógica, sempre presente nos seus processos de trabalho, <em>Musa paradisiaca</em> procura, nos espaços intersticiais do “comum”, visões de mundo mais ambíguas, manifestando-as através de instalações audiovisuais e objectos escultóricos.</p><p>Marcada por uma tensão entre a verbalidade e a não-verbalidade presentes na própria linguagem, não através da negação da fala mas antes, mediante a sua exacerbação, a prática de <em>Musa paradisiaca</em> presta uma atenção particular ao que se diz, a quem diz e como se diz.</p><p>Esta forma de comunicar fora de um léxico pré-definido, capaz de produzir um contacto menos mediado com o mundo, transformou a prática de <em>Musa paradisiaca</em> num formato de relação definido por qualidades hápticas e agregadoras que põem em evidência imaginários colectivos não-consensuais e alternativos.</p><p>&nbsp;</p><p>Em “Solar” <em>Musa paradisíaca </em>conta com a colaboração de Claudia Pestana em co-produção com a Balaclava Noir.</p><p>&nbsp;</p><p>(Este podcast foi gravado com o artista Eduardo Guerra)</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.musaparadisiaca.net/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.musaparadisiaca.net/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/pt/artista/musa-paradisiaca" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/pt/artista/musa-paradisiaca</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.bocabienal.org/musa-paradisiaca/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.bocabienal.org/musa-paradisiaca/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://21-22.anozero-bienaldecoimbra.pt/artists/musa-paradisiaca" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://21-22.anozero-bienaldecoimbra.pt/artists/musa-paradisiaca</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://col-antoniocachola.com/?cat=1278&amp;lang=pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://col-antoniocachola.com/?cat=1278&amp;lang=pt</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.quadradoazul.pt/en/qa/artist/paradisiaca-musa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.quadradoazul.pt/en/qa/artist/paradisiaca-musa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2020/musa-paradisiaca-i-beeholder" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2020/musa-paradisiaca-i-beeholder</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 30.05.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p><em>Musa paradisiaca</em> é uma dupla de artistas composta por Eduardo Guerra (Lisboa, 1986) e Miguel Ferrão (Lisboa, 1986). Formada em 2010, assumiu o nome taxonómico criado pelo botânico Carl Linnaeus para uma espécie de banana. Parodiando o contexto epistemológico da tarefa de identificar e catalogar o mundo, <em>Musa paradisiaca</em> busca conjurar valores, atitudes e normas em conflito.</p><p>Assumindo uma atitude dialógica, sempre presente nos seus processos de trabalho, <em>Musa paradisiaca</em> procura, nos espaços intersticiais do “comum”, visões de mundo mais ambíguas, manifestando-as através de instalações audiovisuais e objectos escultóricos.</p><p>Marcada por uma tensão entre a verbalidade e a não-verbalidade presentes na própria linguagem, não através da negação da fala mas antes, mediante a sua exacerbação, a prática de <em>Musa paradisiaca</em> presta uma atenção particular ao que se diz, a quem diz e como se diz.</p><p>Esta forma de comunicar fora de um léxico pré-definido, capaz de produzir um contacto menos mediado com o mundo, transformou a prática de <em>Musa paradisiaca</em> num formato de relação definido por qualidades hápticas e agregadoras que põem em evidência imaginários colectivos não-consensuais e alternativos.</p><p>&nbsp;</p><p>Em “Solar” <em>Musa paradisíaca </em>conta com a colaboração de Claudia Pestana em co-produção com a Balaclava Noir.</p><p>&nbsp;</p><p>(Este podcast foi gravado com o artista Eduardo Guerra)</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.musaparadisiaca.net/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.musaparadisiaca.net/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/pt/artista/musa-paradisiaca" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/pt/artista/musa-paradisiaca</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.bocabienal.org/musa-paradisiaca/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.bocabienal.org/musa-paradisiaca/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://21-22.anozero-bienaldecoimbra.pt/artists/musa-paradisiaca" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://21-22.anozero-bienaldecoimbra.pt/artists/musa-paradisiaca</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://col-antoniocachola.com/?cat=1278&amp;lang=pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://col-antoniocachola.com/?cat=1278&amp;lang=pt</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.quadradoazul.pt/en/qa/artist/paradisiaca-musa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.quadradoazul.pt/en/qa/artist/paradisiaca-musa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2020/musa-paradisiaca-i-beeholder" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2020/musa-paradisiaca-i-beeholder</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 30.05.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Musa paradisiaca é uma dupla de artistas composta por Eduardo Guerra (Lisboa, 1986) e Miguel Ferrão (Lisboa, 1986). Formada em 2010, assumiu o nome taxonómico criado pelo botânico Carl Linnaeus para uma espécie de banana. Parodiando o contexto epistemológico da tarefa de identificar e catalogar o mundo, Musa paradisiaca busca conjurar valores, atitudes e normas em conflito.Assumindo uma atitude dialógica, sempre presente nos seus processos de trabalho, Musa paradisiaca procura, nos espaços intersticiais do “comum”, visões de mundo mais ambíguas, manifestando-as através de instalações audiovisuais e objectos escultóricos.Marcada por uma tensão entre a verbalidade e a não-verbalidade presentes na própria linguagem, não através da negação da fala mas antes, mediante a sua exacerbação, a prática de Musa paradisiaca presta uma atenção particular ao que se diz, a quem diz e como se diz.Esta forma de comunicar fora de um léxico pré-definido, capaz de produzir um contacto menos mediado com o mundo, transformou a prática de Musa paradisiaca num formato de relação definido por qualidades hápticas e agregadoras que põem em evidência imaginários colectivos não-consensuais e alternativos. Em “Solar” Musa paradisíaca conta com a colaboração de Claudia Pestana em co-produção com a Balaclava Noir. (Este podcast foi gravado com o artista Eduardo Guerra) Links: https://www.musaparadisiaca.net/ https://www.fundacaoedp.pt/pt/artista/musa-paradisiaca https://www.bocabienal.org/musa-paradisiaca/ https://21-22.anozero-bienaldecoimbra.pt/artists/musa-paradisiaca https://col-antoniocachola.com/?cat=1278&amp;lang=pt https://www.quadradoazul.pt/en/qa/artist/paradisiaca-musa/ https://contemporanea.pt/edicoes/01-02-03-2020/musa-paradisiaca-i-beeholder Episódio gravado a 30.05.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 01 Jun 2023 14:00:51 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 100 - &#34;Um oceano inteiro para nadar&#34; - Conversa com Sandra Cinto e Albano Afonso</title>
            <description><![CDATA[  <p>Sandra Cinto, Santo André (SP), 1968. Vive e trabalha em São Paulo (SP).</p><p>Ao longo da sua carreira, Sandra Cinto tem desenvolvido um rico vocabulário de símbolos e linhas para criar paisagens líricas e narrativas entre fantasia e realidade. Usando o desenho como ponto de partida, a artista frequentemente dialoga com a arquitetura evocando paisagens fantásticas que servem como uma metáfora da odisseia humana e também extrapolando os limites e possibilidades do desenho. A artista trabalha também com escultura, instalação, fotografia e gravura.</p><p>Formada em artes plásticas, Sandra Cinto começa a sua carreira em 1990, quando ainda era estudante, produzindo representações do céu e das nuvens inspiradas no surrealista René Magritte. O seu estilo único funde o poder visual e a estética poética para criar composições que fazem alusão à mitologia. A sua prática artística é caracterizada por obras delicadas, onde ela normalmente desenha à caneta sobre um fundo amplo, geralmente azul. Em 1998, a artista participou de 24ª Bienal de São Paulo, onde a tela não era um suporte convencional, e sim a parede do próprio prédio.</p><p>As suas obras fazem parte de importantes coleções, tais como: Fundación ARCO (Madrid); Instituto Inhotim (Brumadinho); Institute of Contemporary Art (Boston); Museum of Modern Art (Nova York); entre outras.</p><p>Entre suas exposições individuais mais recentes estão: "Das ideias na cabeça aos olhos no céu", 2020 curadoria de Paulo Herkenhoff, Itaú Cultural, São Paulo; "Cosmic Garden", 2020, Ginza Maison Hermès "Le Forum", Tóquio, Japão; "Landscape of a Lifetime", 2019, Dallas Museum of Art, Dallas, EUA; "Noturno", 2019, Casa Triângulo, São Paulo e Appleton Square, Lisboa; "Dibujos", 2018, Galeria Fernando Pradilla, Madrid; "Two forces", 2016, Tanya Bonakdar Gallery, Nova York; "Acaso e Necessidade", 2016, Casa Triângulo, São Paulo; "Sandra Cinto: Chance and Necessity", 2016, West Gallery, USF Contemporary Art Museum, Florida; "A Day in Eternity", curadoria de Yuki Kondo, 2015, Aomori Contemporary Art Center, Aomori, Japão; "En Silencio" curadoria de David Barro, 2014, Matadero - Centro de Creación Contemporánea, Madri, Espanha; "La otra orilla", curadoria de David Barro, 2014, Centro Atlántico de Arte Moderno, Ilhas Canárias, Espanha; "Encontro das Águas" 2012-2014, Olympic Sculpture Park Pavilion, Seattle Art Museum, Seattle, EUA; entre outros.</p><p>&nbsp;</p><p>Albano Afonso, São Paulo, 1964. Vive e trabalha em São Paulo.</p><p>Artista visual. Estudou na Faculdade de Arte Alcântara Machado (Faam), em Santos, São Paulo. Expõe desde 1991 – e em 1994 realiza sua primeira exposição individual, no Centro Cultural São Paulo (CCSP), na capital paulista. No mesmo ano é premiado no 21º Salão de Arte Contemporânea de Santo André e é contemplado com o prêmio aquisição do Museu de Arte Contemporânea de Santo André. Em 2006 a editora Dardo, de Santiago de Compostela, Espanha, lança um livro sobre o artista.</p><p>Albano Afonso explora nas suas obras diferentes elementos do cotidiano contemporâneo, criando uma conexão com a história da arte, a fotografia, o autorretrato e a natureza morta, sempre com uma linguagem atual.</p><p>albano usa luz, sombras e imagens manipuladas para refletir sobre os valores e percepções do tempo presente, de uma forma que funde passado, presente e futuro; criando um retrato atemporal que parece estar se diluindo, mas ainda travado no tempo.</p><p>As suas exposições individuais selecionadas são: Igreja da Universidade e DIDAC, Santiago de Compostela, Espanha [2019]; Casa Triângulo, São Paulo, Brasil [2018]; Aomori Contemporary Art Center, Aomori, Japão [2017]; Museu Brasileiro de Escultura, MuBE, São Paulo, Brasil [2016]; 21C Museum, Cincinnati, EUA [2015]; Contemporary Arts Center, Cincinnati, EUA[2015]; Oi Futuro, Rio de Janeiro, Brasil [2014]; Museu de Arte de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, Brasil [2014]; Invaliden1 Galerie, Berlim, Alemanha [2013]; Bodson Gallery, Bruchelas, Bélgica [2012]; Casa Triângulo, São Paulo, Brasil [2010].</p><p>Passou por instituições muito relevantes tais como: Georg Kargl Gallery, Viena, Áustria; Fernelmont Contemporary Art Festival, Belgica; SixtyEight Art Institute, Copenhagem, Museu de Arte Contemporânea - USP, São Paulo; Phoenix Art Museum, no US; Osnova Gallery, Moscovo; Instituto Tomie Ohtake, São Paulo; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Musashino Art University Gallery, Tóquio; Museu de Arte Moderna de São Paulo; CAB Art Center, Bruxelas; Kiosko Alfonso/PALEXCO, na Coruña; Palacio da Belas Artes em Bruxelas; Centro Galego de Arte Contemporánea – CGAC em Santiago de Compostela; e participou na 29º Bienal de São Paulo</p><p>Faz parte de importantes coleções públicas, entre outras: 21c Museum Foundation's, Louisville, Kentucky, EUA; CAB, Art Center, Bruxelas; Museu de Arte Contemporânea do Rio de Janeiro, Inhotim - Centro de Arte Contemporânea, Brumadinho, Brasil; Museu de Arte Moderna de São Paulo; Pinacoteca da Cidade de São Paul; Centro Cultural São Paulo; Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, Brasil; University of Essex Collection of Latin American Art, Inglaterra; Fundação ARCO - Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela; Fundación Pedro Barrié de la Maza - Vigo, Espanha; Coleção BES, Lisboa, Portugal.</p><p>&nbsp;</p><p>Nota: O título "Um oceano inteiro para nadar" é uma apropriação do título de uma exposição luso-brasileira na Culturgest comissariada por Paulo Reis em 2000, que se inspira no título do vídeo de Karen Harley, "Com o oceano inteiro para nadar" sobre a vida e a obra de Leonilson.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p>http<a href="https://ateliefidalga.com.br/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">s://ateliefidalga.com.br/</a></p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>htt<a href="https://www.casatriangulo.com/pt/artists/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">ps://www.casatriangulo.com/pt/artists/</a></p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>ht<a href="https://www.premiopipa.com/pag/artistas/sandra-cinto/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">tps://www.premiopipa.com/pag/artistas/sandra-cinto/</a></p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>h<a href="https://www.inhotim.org.br/eventos/bastidores-restauro-sandra-cinto/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">ttps://www.inhotim.org.br/eventos/bastidores-restauro-sandra-cinto/</a></p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=fal7RgwChrQ" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=fal7RgwChrQ</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.muralsoflajolla.com/sandra-cinto" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.muralsoflajolla.com/sandra-cinto</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://imagesintile.com/portfolio/sandra-cinto-open-landscape-cleveland-clinic-mura" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://imagesintile.com/portfolio/sandra-cinto-open-landscape-cleveland-clinic-mura</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.sp-arte.com/artistas/albano-afonso/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sp-arte.com/artistas/albano-afonso/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=4EeQkNXgQMM" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=4EeQkNXgQMM</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Gt0536q_9L8" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=Gt0536q_9L8</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=6-GeeFiCgXI" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=6-GeeFiCgXI</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-3GYNRs-o-c" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=-3GYNRs-o-c</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 15.05.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Sandra Cinto, Santo André (SP), 1968. Vive e trabalha em São Paulo (SP).</p><p>Ao longo da sua carreira, Sandra Cinto tem desenvolvido um rico vocabulário de símbolos e linhas para criar paisagens líricas e narrativas entre fantasia e realidade. Usando o desenho como ponto de partida, a artista frequentemente dialoga com a arquitetura evocando paisagens fantásticas que servem como uma metáfora da odisseia humana e também extrapolando os limites e possibilidades do desenho. A artista trabalha também com escultura, instalação, fotografia e gravura.</p><p>Formada em artes plásticas, Sandra Cinto começa a sua carreira em 1990, quando ainda era estudante, produzindo representações do céu e das nuvens inspiradas no surrealista René Magritte. O seu estilo único funde o poder visual e a estética poética para criar composições que fazem alusão à mitologia. A sua prática artística é caracterizada por obras delicadas, onde ela normalmente desenha à caneta sobre um fundo amplo, geralmente azul. Em 1998, a artista participou de 24ª Bienal de São Paulo, onde a tela não era um suporte convencional, e sim a parede do próprio prédio.</p><p>As suas obras fazem parte de importantes coleções, tais como: Fundación ARCO (Madrid); Instituto Inhotim (Brumadinho); Institute of Contemporary Art (Boston); Museum of Modern Art (Nova York); entre outras.</p><p>Entre suas exposições individuais mais recentes estão: "Das ideias na cabeça aos olhos no céu", 2020 curadoria de Paulo Herkenhoff, Itaú Cultural, São Paulo; "Cosmic Garden", 2020, Ginza Maison Hermès "Le Forum", Tóquio, Japão; "Landscape of a Lifetime", 2019, Dallas Museum of Art, Dallas, EUA; "Noturno", 2019, Casa Triângulo, São Paulo e Appleton Square, Lisboa; "Dibujos", 2018, Galeria Fernando Pradilla, Madrid; "Two forces", 2016, Tanya Bonakdar Gallery, Nova York; "Acaso e Necessidade", 2016, Casa Triângulo, São Paulo; "Sandra Cinto: Chance and Necessity", 2016, West Gallery, USF Contemporary Art Museum, Florida; "A Day in Eternity", curadoria de Yuki Kondo, 2015, Aomori Contemporary Art Center, Aomori, Japão; "En Silencio" curadoria de David Barro, 2014, Matadero - Centro de Creación Contemporánea, Madri, Espanha; "La otra orilla", curadoria de David Barro, 2014, Centro Atlántico de Arte Moderno, Ilhas Canárias, Espanha; "Encontro das Águas" 2012-2014, Olympic Sculpture Park Pavilion, Seattle Art Museum, Seattle, EUA; entre outros.</p><p>&nbsp;</p><p>Albano Afonso, São Paulo, 1964. Vive e trabalha em São Paulo.</p><p>Artista visual. Estudou na Faculdade de Arte Alcântara Machado (Faam), em Santos, São Paulo. Expõe desde 1991 – e em 1994 realiza sua primeira exposição individual, no Centro Cultural São Paulo (CCSP), na capital paulista. No mesmo ano é premiado no 21º Salão de Arte Contemporânea de Santo André e é contemplado com o prêmio aquisição do Museu de Arte Contemporânea de Santo André. Em 2006 a editora Dardo, de Santiago de Compostela, Espanha, lança um livro sobre o artista.</p><p>Albano Afonso explora nas suas obras diferentes elementos do cotidiano contemporâneo, criando uma conexão com a história da arte, a fotografia, o autorretrato e a natureza morta, sempre com uma linguagem atual.</p><p>albano usa luz, sombras e imagens manipuladas para refletir sobre os valores e percepções do tempo presente, de uma forma que funde passado, presente e futuro; criando um retrato atemporal que parece estar se diluindo, mas ainda travado no tempo.</p><p>As suas exposições individuais selecionadas são: Igreja da Universidade e DIDAC, Santiago de Compostela, Espanha [2019]; Casa Triângulo, São Paulo, Brasil [2018]; Aomori Contemporary Art Center, Aomori, Japão [2017]; Museu Brasileiro de Escultura, MuBE, São Paulo, Brasil [2016]; 21C Museum, Cincinnati, EUA [2015]; Contemporary Arts Center, Cincinnati, EUA[2015]; Oi Futuro, Rio de Janeiro, Brasil [2014]; Museu de Arte de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, Brasil [2014]; Invaliden1 Galerie, Berlim, Alemanha [2013]; Bodson Gallery, Bruchelas, Bélgica [2012]; Casa Triângulo, São Paulo, Brasil [2010].</p><p>Passou por instituições muito relevantes tais como: Georg Kargl Gallery, Viena, Áustria; Fernelmont Contemporary Art Festival, Belgica; SixtyEight Art Institute, Copenhagem, Museu de Arte Contemporânea - USP, São Paulo; Phoenix Art Museum, no US; Osnova Gallery, Moscovo; Instituto Tomie Ohtake, São Paulo; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Musashino Art University Gallery, Tóquio; Museu de Arte Moderna de São Paulo; CAB Art Center, Bruxelas; Kiosko Alfonso/PALEXCO, na Coruña; Palacio da Belas Artes em Bruxelas; Centro Galego de Arte Contemporánea – CGAC em Santiago de Compostela; e participou na 29º Bienal de São Paulo</p><p>Faz parte de importantes coleções públicas, entre outras: 21c Museum Foundation's, Louisville, Kentucky, EUA; CAB, Art Center, Bruxelas; Museu de Arte Contemporânea do Rio de Janeiro, Inhotim - Centro de Arte Contemporânea, Brumadinho, Brasil; Museu de Arte Moderna de São Paulo; Pinacoteca da Cidade de São Paul; Centro Cultural São Paulo; Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, Brasil; University of Essex Collection of Latin American Art, Inglaterra; Fundação ARCO - Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela; Fundación Pedro Barrié de la Maza - Vigo, Espanha; Coleção BES, Lisboa, Portugal.</p><p>&nbsp;</p><p>Nota: O título "Um oceano inteiro para nadar" é uma apropriação do título de uma exposição luso-brasileira na Culturgest comissariada por Paulo Reis em 2000, que se inspira no título do vídeo de Karen Harley, "Com o oceano inteiro para nadar" sobre a vida e a obra de Leonilson.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p>http<a href="https://ateliefidalga.com.br/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">s://ateliefidalga.com.br/</a></p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>htt<a href="https://www.casatriangulo.com/pt/artists/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">ps://www.casatriangulo.com/pt/artists/</a></p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>ht<a href="https://www.premiopipa.com/pag/artistas/sandra-cinto/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">tps://www.premiopipa.com/pag/artistas/sandra-cinto/</a></p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>h<a href="https://www.inhotim.org.br/eventos/bastidores-restauro-sandra-cinto/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">ttps://www.inhotim.org.br/eventos/bastidores-restauro-sandra-cinto/</a></p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=fal7RgwChrQ" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=fal7RgwChrQ</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.muralsoflajolla.com/sandra-cinto" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.muralsoflajolla.com/sandra-cinto</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://imagesintile.com/portfolio/sandra-cinto-open-landscape-cleveland-clinic-mura" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://imagesintile.com/portfolio/sandra-cinto-open-landscape-cleveland-clinic-mura</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.sp-arte.com/artistas/albano-afonso/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sp-arte.com/artistas/albano-afonso/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=4EeQkNXgQMM" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=4EeQkNXgQMM</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Gt0536q_9L8" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=Gt0536q_9L8</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=6-GeeFiCgXI" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=6-GeeFiCgXI</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-3GYNRs-o-c" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=-3GYNRs-o-c</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 15.05.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Sandra Cinto, Santo André (SP), 1968. Vive e trabalha em São Paulo (SP).Ao longo da sua carreira, Sandra Cinto tem desenvolvido um rico vocabulário de símbolos e linhas para criar paisagens líricas e narrativas entre fantasia e realidade. Usando o desenho como ponto de partida, a artista frequentemente dialoga com a arquitetura evocando paisagens fantásticas que servem como uma metáfora da odisseia humana e também extrapolando os limites e possibilidades do desenho. A artista trabalha também com escultura, instalação, fotografia e gravura.Formada em artes plásticas, Sandra Cinto começa a sua carreira em 1990, quando ainda era estudante, produzindo representações do céu e das nuvens inspiradas no surrealista René Magritte. O seu estilo único funde o poder visual e a estética poética para criar composições que fazem alusão à mitologia. A sua prática artística é caracterizada por obras delicadas, onde ela normalmente desenha à caneta sobre um fundo amplo, geralmente azul. Em 1998, a artista participou de 24ª Bienal de São Paulo, onde a tela não era um suporte convencional, e sim a parede do próprio prédio.As suas obras fazem parte de importantes coleções, tais como: Fundación ARCO (Madrid); Instituto Inhotim (Brumadinho); Institute of Contemporary Art (Boston); Museum of Modern Art (Nova York); entre outras.Entre suas exposições individuais mais recentes estão: &#34;Das ideias na cabeça aos olhos no céu&#34;, 2020 curadoria de Paulo Herkenhoff, Itaú Cultural, São Paulo; &#34;Cosmic Garden&#34;, 2020, Ginza Maison Hermès &#34;Le Forum&#34;, Tóquio, Japão; &#34;Landscape of a Lifetime&#34;, 2019, Dallas Museum of Art, Dallas, EUA; &#34;Noturno&#34;, 2019, Casa Triângulo, São Paulo e Appleton Square, Lisboa; &#34;Dibujos&#34;, 2018, Galeria Fernando Pradilla, Madrid; &#34;Two forces&#34;, 2016, Tanya Bonakdar Gallery, Nova York; &#34;Acaso e Necessidade&#34;, 2016, Casa Triângulo, São Paulo; &#34;Sandra Cinto: Chance and Necessity&#34;, 2016, West Gallery, USF Contemporary Art Museum, Florida; &#34;A Day in Eternity&#34;, curadoria de Yuki Kondo, 2015, Aomori Contemporary Art Center, Aomori, Japão; &#34;En Silencio&#34; curadoria de David Barro, 2014, Matadero - Centro de Creación Contemporánea, Madri, Espanha; &#34;La otra orilla&#34;, curadoria de David Barro, 2014, Centro Atlántico de Arte Moderno, Ilhas Canárias, Espanha; &#34;Encontro das Águas&#34; 2012-2014, Olympic Sculpture Park Pavilion, Seattle Art Museum, Seattle, EUA; entre outros. Albano Afonso, São Paulo, 1964. Vive e trabalha em São Paulo.Artista visual. Estudou na Faculdade de Arte Alcântara Machado (Faam), em Santos, São Paulo. Expõe desde 1991 – e em 1994 realiza sua primeira exposição individual, no Centro Cultural São Paulo (CCSP), na capital paulista. No mesmo ano é premiado no 21º Salão de Arte Contemporânea de Santo André e é contemplado com o prêmio aquisição do Museu de Arte Contemporânea de Santo André. Em 2006 a editora Dardo, de Santiago de Compostela, Espanha, lança um livro sobre o artista.Albano Afonso explora nas suas obras diferentes elementos do cotidiano contemporâneo, criando uma conexão com a história da arte, a fotografia, o autorretrato e a natureza morta, sempre com uma linguagem atual.albano usa luz, sombras e imagens manipuladas para refletir sobre os valores e percepções do tempo presente, de uma forma que funde passado, presente e futuro; criando um retrato atemporal que parece estar se diluindo, mas ainda travado no tempo.As suas exposições individuais selecionadas são: Igreja da Universidade e DIDAC, Santiago de Compostela, Espanha [2019]; Casa Triângulo, São Paulo, Brasil [2018]; Aomori Contemporary Art Center, Aomori, Japão [2017]; Museu Brasileiro de Escultura, MuBE, São Paulo, Brasil [2016]; 21C Museum, Cincinnati, EUA [2015]; Contemporary Arts Center, Cincinnati, EUA[2015]; Oi Futuro, Rio de Janeiro, Brasil [2014]; Museu de Arte de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, Brasil [2014]; Invaliden1 Galerie, Berlim, Alemanha [2013]; Bodson Gallery, Bruchelas, Bélgica [2012]; Casa Triângulo, São Paulo, Brasil [2010].Passou por instituições muito relevantes tais como: Georg Kargl Gallery, Viena, Áustria; Fernelmont Contemporary Art Festival, Belgica; SixtyEight Art Institute, Copenhagem, Museu de Arte Contemporânea - USP, São Paulo; Phoenix Art Museum, no US; Osnova Gallery, Moscovo; Instituto Tomie Ohtake, São Paulo; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Musashino Art University Gallery, Tóquio; Museu de Arte Moderna de São Paulo; CAB Art Center, Bruxelas; Kiosko Alfonso/PALEXCO, na Coruña; Palacio da Belas Artes em Bruxelas; Centro Galego de Arte Contemporánea – CGAC em Santiago de Compostela; e participou na 29º Bienal de São PauloFaz parte de importantes coleções públicas, entre outras: 21c Museum Foundation&#39;s, Louisville, Kentucky, EUA; CAB, Art Center, Bruxelas; Museu de Arte Contemporânea do Rio de Janeiro, Inhotim - Centro de Arte Contemporânea, Brumadinho, Brasil; Museu de Arte Moderna de São Paulo; Pinacoteca da Cidade de São Paul; Centro Cultural São Paulo; Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto, Brasil; University of Essex Collection of Latin American Art, Inglaterra; Fundação ARCO - Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela; Fundación Pedro Barrié de la Maza - Vigo, Espanha; Coleção BES, Lisboa, Portugal. Nota: O título &#34;Um oceano inteiro para nadar&#34; é uma apropriação do título de uma exposição luso-brasileira na Culturgest comissariada por Paulo Reis em 2000, que se inspira no título do vídeo de Karen Harley, &#34;Com o oceano inteiro para nadar&#34; sobre a vida e a obra de Leonilson.Links: https://ateliefidalga.com.br/ https://www.casatriangulo.com/pt/artists/ https://www.premiopipa.com/pag/artistas/sandra-cinto/ https://www.inhotim.org.br/eventos/bastidores-restauro-sandra-cinto/ https://www.youtube.com/watch?v=fal7RgwChrQ https://www.muralsoflajolla.com/sandra-cinto https://imagesintile.com/portfolio/sandra-cinto-open-landscape-cleveland-clinic-mura https://www.sp-arte.com/artistas/albano-afonso/ https://www.youtube.com/watch?v=4EeQkNXgQMM https://www.youtube.com/watch?v=Gt0536q_9L8 https://www.youtube.com/watch?v=6-GeeFiCgXI https://www.youtube.com/watch?v=-3GYNRs-o-c Episódio gravado a 15.05.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 16 May 2023 23:25:30 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 99 - &#34;Curadoria e Curiosidade&#34; - Conversa com Inês Grosso</title>
            <description><![CDATA[  <p>Inês Grosso, nasceu em Lisboa, em 1982. Licenciada em História de Arte pela Universidade do Porto obteve o grau de mestre em Estudos Curatoriais, atribuído pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian. Foi curadora assistente no Instituto Inhotim, em Minas Gerais, no Brasil (2011 a 2015). Foi curadora no MAAT, em Lisboa, onde coordenou as actividades públicas e internacionais da instituição &nbsp;(2015 a 2021). É Curadora Chefe da Fundação de Serralves desde 2021.</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://curatorsintl.org/about/collaborators/7013-ins-grosso" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://curatorsintl.org/about/collaborators/7013-ins-grosso</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/06-2018/entrevista-elmgreen-dragset" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/06-2018/entrevista-elmgreen-dragset</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/01-2018/entrevista-alexandre-melo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/01-2018/entrevista-alexandre-melo</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=rjJ3OTjJMys" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=rjJ3OTjJMys</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.arteinformado.com/guia/f/ins-grosso-165406" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.arteinformado.com/guia/f/ins-grosso-165406</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.inhotim.org.br/institucional/sobre/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.inhotim.org.br/institucional/sobre/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maat.pt/en" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maat.pt/en</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 04.02.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Inês Grosso, nasceu em Lisboa, em 1982. Licenciada em História de Arte pela Universidade do Porto obteve o grau de mestre em Estudos Curatoriais, atribuído pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian. Foi curadora assistente no Instituto Inhotim, em Minas Gerais, no Brasil (2011 a 2015). Foi curadora no MAAT, em Lisboa, onde coordenou as actividades públicas e internacionais da instituição &nbsp;(2015 a 2021). É Curadora Chefe da Fundação de Serralves desde 2021.</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://curatorsintl.org/about/collaborators/7013-ins-grosso" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://curatorsintl.org/about/collaborators/7013-ins-grosso</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/06-2018/entrevista-elmgreen-dragset" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/06-2018/entrevista-elmgreen-dragset</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/01-2018/entrevista-alexandre-melo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/01-2018/entrevista-alexandre-melo</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=rjJ3OTjJMys" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=rjJ3OTjJMys</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.arteinformado.com/guia/f/ins-grosso-165406" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.arteinformado.com/guia/f/ins-grosso-165406</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.inhotim.org.br/institucional/sobre/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.inhotim.org.br/institucional/sobre/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maat.pt/en" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maat.pt/en</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 04.02.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Inês Grosso, nasceu em Lisboa, em 1982. Licenciada em História de Arte pela Universidade do Porto obteve o grau de mestre em Estudos Curatoriais, atribuído pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa em colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian. Foi curadora assistente no Instituto Inhotim, em Minas Gerais, no Brasil (2011 a 2015). Foi curadora no MAAT, em Lisboa, onde coordenou as actividades públicas e internacionais da instituição  (2015 a 2021). É Curadora Chefe da Fundação de Serralves desde 2021.Links: https://curatorsintl.org/about/collaborators/7013-ins-grosso https://contemporanea.pt/edicoes/06-2018/entrevista-elmgreen-dragset https://contemporanea.pt/edicoes/01-2018/entrevista-alexandre-melo https://www.youtube.com/watch?v=rjJ3OTjJMys https://www.arteinformado.com/guia/f/ins-grosso-165406 https://www.inhotim.org.br/institucional/sobre/ https://www.maat.pt/en https://www.serralves.pt/  Episódio gravado a 04.02.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 06 May 2023 15:23:38 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 98 - &#34;Scarti&#34; - Conversa com Francisco Aires Mateus</title>
            <description><![CDATA[  <p>Francisco Aires Mateus (Lisboa, 1964) licenciou-se em arquitectura pela Universidade Técnica de Lisboa. Em 1988 fundou, com o irmão Manuel, o atelier Aires Mateus.</p><p>O seu trabalho desenvolve-se desde a escala da casa unifamiliar àquela da infraestrutura urbana, passando por edifícios e equipamentos de todo o tipo, com uma especial vocação para os programas culturais. Entre as suas obras mais premiadas e publicadas, destacam-se as residências assistidas em Alcácer do Sal e o Museu do Farol de Cascais. Entre os projectos mais recentes: o Centro de Arte Contemporânea Olivier Debré em Tours, o Museu de Belas Artes de Reims e o Campus em Toulouse da Toulouse Business School.</p><p>É professor na Universidade Autónoma de Lisboa desde 1998, e na Academia de Arquitectura de Mendrisio desde 2001.&nbsp;Lecionou em várias universidades entre as quais a Oslo School of Architecture e a Graduate School of Design da Universidade de Harvard.</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos “La Calle”: Radar Kadafi / Universal Music Portugal, 1987</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.airesmateus.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.airesmateus.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.archdaily.com/tag/francisco-aires-mateus" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.archdaily.com/tag/francisco-aires-mateus</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://architizer.com/firms/aires-mateus/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://architizer.com/firms/aires-mateus/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://elcroquis.es/products/aires-mateus" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://elcroquis.es/products/aires-mateus</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.construir.pt/2022/11/08/as-instalacoes-dos-aires-mateus-criadas-para-a-bienal-de-veneza-em-livro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.construir.pt/2022/11/08/as-instalacoes-dos-aires-mateus-criadas-para-a-bienal-de-veneza-em-livro</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/arq_des-64-12%C2%AA-bienal-de-arquitectura-de-veneza-people-meet-in-architecture-" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/arq_des-64-12%C2%AA-bienal-de-arquitectura-de-veneza-people-meet-in-architecture-</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://arquivos.rtp.pt/conteudos/francisco-aires-mateus/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://arquivos.rtp.pt/conteudos/francisco-aires-mateus/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Radar_Kadafi" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pt.wikipedia.org/wiki/Radar_Kadafi</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.filmin.pt/curta/casa-na-comporta" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.filmin.pt/curta/casa-na-comporta</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 21.04.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Francisco Aires Mateus (Lisboa, 1964) licenciou-se em arquitectura pela Universidade Técnica de Lisboa. Em 1988 fundou, com o irmão Manuel, o atelier Aires Mateus.</p><p>O seu trabalho desenvolve-se desde a escala da casa unifamiliar àquela da infraestrutura urbana, passando por edifícios e equipamentos de todo o tipo, com uma especial vocação para os programas culturais. Entre as suas obras mais premiadas e publicadas, destacam-se as residências assistidas em Alcácer do Sal e o Museu do Farol de Cascais. Entre os projectos mais recentes: o Centro de Arte Contemporânea Olivier Debré em Tours, o Museu de Belas Artes de Reims e o Campus em Toulouse da Toulouse Business School.</p><p>É professor na Universidade Autónoma de Lisboa desde 1998, e na Academia de Arquitectura de Mendrisio desde 2001.&nbsp;Lecionou em várias universidades entre as quais a Oslo School of Architecture e a Graduate School of Design da Universidade de Harvard.</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos “La Calle”: Radar Kadafi / Universal Music Portugal, 1987</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.airesmateus.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.airesmateus.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.archdaily.com/tag/francisco-aires-mateus" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.archdaily.com/tag/francisco-aires-mateus</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://architizer.com/firms/aires-mateus/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://architizer.com/firms/aires-mateus/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://elcroquis.es/products/aires-mateus" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://elcroquis.es/products/aires-mateus</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.construir.pt/2022/11/08/as-instalacoes-dos-aires-mateus-criadas-para-a-bienal-de-veneza-em-livro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.construir.pt/2022/11/08/as-instalacoes-dos-aires-mateus-criadas-para-a-bienal-de-veneza-em-livro</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/arq_des-64-12%C2%AA-bienal-de-arquitectura-de-veneza-people-meet-in-architecture-" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/arq_des-64-12%C2%AA-bienal-de-arquitectura-de-veneza-people-meet-in-architecture-</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://arquivos.rtp.pt/conteudos/francisco-aires-mateus/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://arquivos.rtp.pt/conteudos/francisco-aires-mateus/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Radar_Kadafi" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pt.wikipedia.org/wiki/Radar_Kadafi</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.filmin.pt/curta/casa-na-comporta" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.filmin.pt/curta/casa-na-comporta</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 21.04.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Francisco Aires Mateus (Lisboa, 1964) licenciou-se em arquitectura pela Universidade Técnica de Lisboa. Em 1988 fundou, com o irmão Manuel, o atelier Aires Mateus.O seu trabalho desenvolve-se desde a escala da casa unifamiliar àquela da infraestrutura urbana, passando por edifícios e equipamentos de todo o tipo, com uma especial vocação para os programas culturais. Entre as suas obras mais premiadas e publicadas, destacam-se as residências assistidas em Alcácer do Sal e o Museu do Farol de Cascais. Entre os projectos mais recentes: o Centro de Arte Contemporânea Olivier Debré em Tours, o Museu de Belas Artes de Reims e o Campus em Toulouse da Toulouse Business School.É professor na Universidade Autónoma de Lisboa desde 1998, e na Academia de Arquitectura de Mendrisio desde 2001. Lecionou em várias universidades entre as quais a Oslo School of Architecture e a Graduate School of Design da Universidade de Harvard. Créditos “La Calle”: Radar Kadafi / Universal Music Portugal, 1987Links: https://www.airesmateus.com/ https://www.archdaily.com/tag/francisco-aires-mateus https://architizer.com/firms/aires-mateus/ https://elcroquis.es/products/aires-mateus https://www.construir.pt/2022/11/08/as-instalacoes-dos-aires-mateus-criadas-para-a-bienal-de-veneza-em-livro https://www.artecapital.net/arq_des-64-12%C2%AA-bienal-de-arquitectura-de-veneza-people-meet-in-architecture- https://arquivos.rtp.pt/conteudos/francisco-aires-mateus/ https://pt.wikipedia.org/wiki/Radar_Kadafi https://www.filmin.pt/curta/casa-na-comporta  Episódio gravado a 21.04.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 28 Apr 2023 19:52:41 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 97 - &#34;Atlas da Solidão&#34; - Conversa com Marta Rema</title>
            <description><![CDATA[  <p>Marta Rema nasceu em Torres Novas e vive em Lisboa. Escreve, é coordenadora editorial da revista Electra e responsável pela área de Projetos Curatoriais da efabula. Com formação em Filosofia e em Estudos Curatoriais, a partir de 1995 assumiu a inquietação com o silêncio na relação com a escrita, expandido a investigação a outras relações, nomeadamente com o corpo, com o tempo, com a linguagem, a música, o cinema e com as artes plásticas. Atualmente, trabalha acerca de sistemas de resistência, tendo colocado a investigação sobre o silêncio e a solidão no núcleo desses dispositivos.</p><p>Concebeu e dirigiu o programa “As coisas fundadas no silêncio”, que decorreu em Lisboa, em 2020. O seu projeto de curadoria “Muitas vezes marquei encontro comigo próprio no ponto zero”, que igualmente propunha uma reflexão sobre o silêncio, obteve o prémio Júlio Pomar (edição 2018-19). Comissariou a exposição “Como silenciar uma poeta”, de Susana Mendes Silva (MNAC) e três exposições sobre design na galeria Round the Corner (2012) de João Machado, "O efeito de um livro expandido para além da forma"; Margarida Garcia, "Wintering" e Sara Lamúrias, "The Birdwatchers". Em 2021 criou o programa Atlas da Solidão que decorre atualmente na Appleton até dia 29 de abril.</p><p>Inventariou e catalogou o acervo documental e bibliográfico do espólio de Agostinho da Silva para a Associação Agostinho da Silva em Lisboa. Trabalhou em produção, coordenação e comunicação entre 2009 e 2021, nomeadamente nas associações Artéria – Humanizing Architecture, Artes e Engenhos, Máquina Agradável, AADK Portugal e na produtora Terratreme Filmes com dois filmes de Susana Nobre, Vida Activa (2014) e Provas e Exorcismos  (2015). Fez a voz-off do documentário de ficção Naçara, de Ana Pissarra e José Nascimento, a estrear ainda este ano.</p><p>Nas artes performativas foi intérprete em "Drifting/Em Deriva" de António Pedro Lopes e Gustavo Ciríaco (Negócio/ZDB, 2012), criou as peças "Bardo" (com Sofia Borges, 2012), "Jacarandá" (com Jonas Lopes, 2013), "Arlequina" (solo, 2013) e, em 2020, foi intérprete da leitura performativa da conferência de Judith Teixeira, numa performance de Susana Mendes da Silva integrada na exposição "Como silenciar uma poeta".</p><p>Autora da peça de teatro "Como um quarto sem telhado" (Coleção de Textos de Teatro do Teatro D. Maria II), apresentada no Festival de Leituras Encenadas em 2016, com encenação de Paula Diogo. Os seus contos e ensaios estão publicados em diversas plataformas online e periódicos. Escreve desde 2010 no seu blogue fogos locais.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://fogoslocais.blogspot.com/&nbsp;</p><p><br></p><p>https://efabula.pt/projects/solitude-atlas/</p><p><br></p><p>https://www.fundacaoedp.pt/en/content/electra-magazine</p><p><br></p><p>https://www.coffeepaste.com/en/artigo/marta-rema-e-o-atlas-da-solidao/</p><p><br></p><p>https://www.dn.pt/lusa/marta-rema-venceu-a-3-edicao-do-premio-de-curadoria-atelier-museu-julio-pomar-10156031.html</p><p><br></p><p>https://comunidadeculturaearte.com/tag/marta-rema/</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 19.04.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Marta Rema nasceu em Torres Novas e vive em Lisboa. Escreve, é coordenadora editorial da revista Electra e responsável pela área de Projetos Curatoriais da efabula. Com formação em Filosofia e em Estudos Curatoriais, a partir de 1995 assumiu a inquietação com o silêncio na relação com a escrita, expandido a investigação a outras relações, nomeadamente com o corpo, com o tempo, com a linguagem, a música, o cinema e com as artes plásticas. Atualmente, trabalha acerca de sistemas de resistência, tendo colocado a investigação sobre o silêncio e a solidão no núcleo desses dispositivos.</p><p>Concebeu e dirigiu o programa “As coisas fundadas no silêncio”, que decorreu em Lisboa, em 2020. O seu projeto de curadoria “Muitas vezes marquei encontro comigo próprio no ponto zero”, que igualmente propunha uma reflexão sobre o silêncio, obteve o prémio Júlio Pomar (edição 2018-19). Comissariou a exposição “Como silenciar uma poeta”, de Susana Mendes Silva (MNAC) e três exposições sobre design na galeria Round the Corner (2012) de João Machado, "O efeito de um livro expandido para além da forma"; Margarida Garcia, "Wintering" e Sara Lamúrias, "The Birdwatchers". Em 2021 criou o programa Atlas da Solidão que decorre atualmente na Appleton até dia 29 de abril.</p><p>Inventariou e catalogou o acervo documental e bibliográfico do espólio de Agostinho da Silva para a Associação Agostinho da Silva em Lisboa. Trabalhou em produção, coordenação e comunicação entre 2009 e 2021, nomeadamente nas associações Artéria – Humanizing Architecture, Artes e Engenhos, Máquina Agradável, AADK Portugal e na produtora Terratreme Filmes com dois filmes de Susana Nobre, Vida Activa (2014) e Provas e Exorcismos  (2015). Fez a voz-off do documentário de ficção Naçara, de Ana Pissarra e José Nascimento, a estrear ainda este ano.</p><p>Nas artes performativas foi intérprete em "Drifting/Em Deriva" de António Pedro Lopes e Gustavo Ciríaco (Negócio/ZDB, 2012), criou as peças "Bardo" (com Sofia Borges, 2012), "Jacarandá" (com Jonas Lopes, 2013), "Arlequina" (solo, 2013) e, em 2020, foi intérprete da leitura performativa da conferência de Judith Teixeira, numa performance de Susana Mendes da Silva integrada na exposição "Como silenciar uma poeta".</p><p>Autora da peça de teatro "Como um quarto sem telhado" (Coleção de Textos de Teatro do Teatro D. Maria II), apresentada no Festival de Leituras Encenadas em 2016, com encenação de Paula Diogo. Os seus contos e ensaios estão publicados em diversas plataformas online e periódicos. Escreve desde 2010 no seu blogue fogos locais.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://fogoslocais.blogspot.com/&nbsp;</p><p><br></p><p>https://efabula.pt/projects/solitude-atlas/</p><p><br></p><p>https://www.fundacaoedp.pt/en/content/electra-magazine</p><p><br></p><p>https://www.coffeepaste.com/en/artigo/marta-rema-e-o-atlas-da-solidao/</p><p><br></p><p>https://www.dn.pt/lusa/marta-rema-venceu-a-3-edicao-do-premio-de-curadoria-atelier-museu-julio-pomar-10156031.html</p><p><br></p><p>https://comunidadeculturaearte.com/tag/marta-rema/</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 19.04.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Marta Rema nasceu em Torres Novas e vive em Lisboa. Escreve, é coordenadora editorial da revista Electra e responsável pela área de Projetos Curatoriais da efabula. Com formação em Filosofia e em Estudos Curatoriais, a partir de 1995 assumiu a inquietação com o silêncio na relação com a escrita, expandido a investigação a outras relações, nomeadamente com o corpo, com o tempo, com a linguagem, a música, o cinema e com as artes plásticas. Atualmente, trabalha acerca de sistemas de resistência, tendo colocado a investigação sobre o silêncio e a solidão no núcleo desses dispositivos.Concebeu e dirigiu o programa “As coisas fundadas no silêncio”, que decorreu em Lisboa, em 2020. O seu projeto de curadoria “Muitas vezes marquei encontro comigo próprio no ponto zero”, que igualmente propunha uma reflexão sobre o silêncio, obteve o prémio Júlio Pomar (edição 2018-19). Comissariou a exposição “Como silenciar uma poeta”, de Susana Mendes Silva (MNAC) e três exposições sobre design na galeria Round the Corner (2012) de João Machado, &#34;O efeito de um livro expandido para além da forma&#34;; Margarida Garcia, &#34;Wintering&#34; e Sara Lamúrias, &#34;The Birdwatchers&#34;. Em 2021 criou o programa Atlas da Solidão que decorre atualmente na Appleton até dia 29 de abril.Inventariou e catalogou o acervo documental e bibliográfico do espólio de Agostinho da Silva para a Associação Agostinho da Silva em Lisboa. Trabalhou em produção, coordenação e comunicação entre 2009 e 2021, nomeadamente nas associações Artéria – Humanizing Architecture, Artes e Engenhos, Máquina Agradável, AADK Portugal e na produtora Terratreme Filmes com dois filmes de Susana Nobre, Vida Activa (2014) e Provas e Exorcismos  (2015). Fez a voz-off do documentário de ficção Naçara, de Ana Pissarra e José Nascimento, a estrear ainda este ano.Nas artes performativas foi intérprete em &#34;Drifting/Em Deriva&#34; de António Pedro Lopes e Gustavo Ciríaco (Negócio/ZDB, 2012), criou as peças &#34;Bardo&#34; (com Sofia Borges, 2012), &#34;Jacarandá&#34; (com Jonas Lopes, 2013), &#34;Arlequina&#34; (solo, 2013) e, em 2020, foi intérprete da leitura performativa da conferência de Judith Teixeira, numa performance de Susana Mendes da Silva integrada na exposição &#34;Como silenciar uma poeta&#34;.Autora da peça de teatro &#34;Como um quarto sem telhado&#34; (Coleção de Textos de Teatro do Teatro D. Maria II), apresentada no Festival de Leituras Encenadas em 2016, com encenação de Paula Diogo. Os seus contos e ensaios estão publicados em diversas plataformas online e periódicos. Escreve desde 2010 no seu blogue fogos locais.Links:https://fogoslocais.blogspot.com/ https://efabula.pt/projects/solitude-atlas/https://www.fundacaoedp.pt/en/content/electra-magazinehttps://www.coffeepaste.com/en/artigo/marta-rema-e-o-atlas-da-solidao/https://www.dn.pt/lusa/marta-rema-venceu-a-3-edicao-do-premio-de-curadoria-atelier-museu-julio-pomar-10156031.htmlhttps://comunidadeculturaearte.com/tag/marta-rema/ Episódio gravado a 19.04.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral / A2P / MyStory Hotels Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 21 Apr 2023 17:47:17 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 96 - Isabel Rodrigues Costa</title>
            <description><![CDATA[  <p>Isabel Rodrigues Costa, Caldas da Rainha, março de 1992. É actriz e encenadora. Trabalha em teatro, cinema e em curadoria de artes visuais e artes performativas. É diplomada em teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema, tendo completado a sua formação na Universidade de Warwick - Reino Unido e na UNIRIO, Brasil - Rio de Janeiro. É membro do colectivo artístico “Os Possessos” desde 2014. Na área da curadoria trabalhou no Paço Imperial, no Rio de Janeiro e na Galeria Luis Serpa. Em 2016 termina o mestrado Eramus Mundus Crossways in Cultural Narratives, tendo passado pela Universidade Nova de Lisboa, pela Universidade de Perpignan, em França, e pela Universidade de Guelph, no Canadá. Em cinema, trabalhou com Miguel Clara Vasconcelos, Miguel Nunes, Guilherme Daniel, Pedro Neves Marques, Leonor Noivo e Susana Nobre. Em 2017 iniciou a criação de projectos a solo, apresenta então a sua primeira criação “Estufa-Fria - A Caminho de uma Nova Esfera de Relações” na Bienal de Jovens Criadores, e a primeira edição do Projeto Manifesta um projecto produzido por Os Possessos. Em 2019 dirige e apresenta as criações “Maratona de Manifestos” e “Salão Para o Século XXI.” Em 2020/21 é curadora do "Ciclo de Reenactments - Performance Arte Portuguesa" e em 2022, assume a co-curadoria com Joana Kramer Horta do ciclo "Sound and Future - Four Tools to Unblock the Present". No final de 2021 é-lhe atribuída a Bolsa de Criação Espaço do Tempo BPI Fundação La Caixa, para o espectáculo "Som e Fúria", que estreou há uma semana, em Março 2023 no Teatro do Bairro Alto.. Actualmente colabora com a Plataforma Revólver e com a revista ArteCapital.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.isabeldacosta.com/biografia-e-cv.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.isabeldacosta.com/biografia-e-cv.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ospossessos.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ospossessos.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://teatrodobairroalto.pt/espetaculo/som-e-furia-isabel-rodrigues-costa-20230309/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://teatrodobairroalto.pt/espetaculo/som-e-furia-isabel-rodrigues-costa-20230309/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gerador.eu/o-ocio-que-move-o-mundo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gerador.eu/o-ocio-que-move-o-mundo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>23.03.2023</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt</a></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Isabel Rodrigues Costa, Caldas da Rainha, março de 1992. É actriz e encenadora. Trabalha em teatro, cinema e em curadoria de artes visuais e artes performativas. É diplomada em teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema, tendo completado a sua formação na Universidade de Warwick - Reino Unido e na UNIRIO, Brasil - Rio de Janeiro. É membro do colectivo artístico “Os Possessos” desde 2014. Na área da curadoria trabalhou no Paço Imperial, no Rio de Janeiro e na Galeria Luis Serpa. Em 2016 termina o mestrado Eramus Mundus Crossways in Cultural Narratives, tendo passado pela Universidade Nova de Lisboa, pela Universidade de Perpignan, em França, e pela Universidade de Guelph, no Canadá. Em cinema, trabalhou com Miguel Clara Vasconcelos, Miguel Nunes, Guilherme Daniel, Pedro Neves Marques, Leonor Noivo e Susana Nobre. Em 2017 iniciou a criação de projectos a solo, apresenta então a sua primeira criação “Estufa-Fria - A Caminho de uma Nova Esfera de Relações” na Bienal de Jovens Criadores, e a primeira edição do Projeto Manifesta um projecto produzido por Os Possessos. Em 2019 dirige e apresenta as criações “Maratona de Manifestos” e “Salão Para o Século XXI.” Em 2020/21 é curadora do "Ciclo de Reenactments - Performance Arte Portuguesa" e em 2022, assume a co-curadoria com Joana Kramer Horta do ciclo "Sound and Future - Four Tools to Unblock the Present". No final de 2021 é-lhe atribuída a Bolsa de Criação Espaço do Tempo BPI Fundação La Caixa, para o espectáculo "Som e Fúria", que estreou há uma semana, em Março 2023 no Teatro do Bairro Alto.. Actualmente colabora com a Plataforma Revólver e com a revista ArteCapital.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.isabeldacosta.com/biografia-e-cv.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.isabeldacosta.com/biografia-e-cv.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ospossessos.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ospossessos.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://teatrodobairroalto.pt/espetaculo/som-e-furia-isabel-rodrigues-costa-20230309/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://teatrodobairroalto.pt/espetaculo/som-e-furia-isabel-rodrigues-costa-20230309/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gerador.eu/o-ocio-que-move-o-mundo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gerador.eu/o-ocio-que-move-o-mundo/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>23.03.2023</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt</a></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Isabel Rodrigues Costa, Caldas da Rainha, março de 1992. É actriz e encenadora. Trabalha em teatro, cinema e em curadoria de artes visuais e artes performativas. É diplomada em teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema, tendo completado a sua formação na Universidade de Warwick - Reino Unido e na UNIRIO, Brasil - Rio de Janeiro. É membro do colectivo artístico “Os Possessos” desde 2014. Na área da curadoria trabalhou no Paço Imperial, no Rio de Janeiro e na Galeria Luis Serpa. Em 2016 termina o mestrado Eramus Mundus Crossways in Cultural Narratives, tendo passado pela Universidade Nova de Lisboa, pela Universidade de Perpignan, em França, e pela Universidade de Guelph, no Canadá. Em cinema, trabalhou com Miguel Clara Vasconcelos, Miguel Nunes, Guilherme Daniel, Pedro Neves Marques, Leonor Noivo e Susana Nobre. Em 2017 iniciou a criação de projectos a solo, apresenta então a sua primeira criação “Estufa-Fria - A Caminho de uma Nova Esfera de Relações” na Bienal de Jovens Criadores, e a primeira edição do Projeto Manifesta um projecto produzido por Os Possessos. Em 2019 dirige e apresenta as criações “Maratona de Manifestos” e “Salão Para o Século XXI.” Em 2020/21 é curadora do &#34;Ciclo de Reenactments - Performance Arte Portuguesa&#34; e em 2022, assume a co-curadoria com Joana Kramer Horta do ciclo &#34;Sound and Future - Four Tools to Unblock the Present&#34;. No final de 2021 é-lhe atribuída a Bolsa de Criação Espaço do Tempo BPI Fundação La Caixa, para o espectáculo &#34;Som e Fúria&#34;, que estreou há uma semana, em Março 2023 no Teatro do Bairro Alto.. Actualmente colabora com a Plataforma Revólver e com a revista ArteCapital. Links: http://www.isabeldacosta.com/biografia-e-cv.html https://www.ospossessos.com/ https://teatrodobairroalto.pt/espetaculo/som-e-furia-isabel-rodrigues-costa-20230309/ https://gerador.eu/o-ocio-que-move-o-mundo/ Episódio gravado a23.03.2023  http://www.appleton.pt</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 30 Mar 2023 13:34:45 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 95 - Anabela Mota Ribeiro</title>
            <description><![CDATA[  <p>Anabela Mota Ribeiro nasceu em 1971 em Trás-os-Montes. Vive e trabalha em Lisboa. Licenciatura e mestrado em Filosofia pela Universidade Nova de Lisboa. No doutoramento, que frequenta, prossegue o estudo do escritor brasileiro Machado de Assis. Foi&nbsp;<em>visiting research fellow</em>&nbsp;da&nbsp;<em>Brown University</em>&nbsp;em 2019. Publicou os livros&nbsp;<em>O Sonho de um Curioso</em>&nbsp;(2003), com 14 entrevistas,&nbsp;<em>Este Ser e não Ser - Cinco Conversas com Maria de Sousa</em>&nbsp;(2016),&nbsp;<em>Paula Rego por Paula Rego</em>&nbsp;(2016),&nbsp;<em>A Flor Amarela - Ímpeto e Melancolia em Machado de Assis</em>&nbsp;(2017) e&nbsp;<em>Por Saramago</em>&nbsp;(2018) "Os Filhos da Madrugada" (2021 e 2022).</p><p>Jornalista&nbsp;<em>freelance</em>, colaborou com diversos jornais e revistas. Autora e apresentadora de programas de televisão. Os mais recentes:&nbsp;<em>Curso de Cultura Geral</em>&nbsp;(2017 e 2018, RTP2), e&nbsp;<em>Os Filhos da Madrugada</em> (2021 e 2022) e Calendário do Advento, 28 entrevistas sobre o Natal, em 2022,&nbsp;ambos na RTP3.&nbsp;</p><p>Enquanto programadora cultural, colabora com instituições de referência. Entre outros projetos, assinou, com José Eduardo Agualusa, a curadoria da Feira do Livro do Porto em 2017, 2018 e 2020. É membro do Conselho Geral da Universidade de Coimbra. Desde 2013 disponibiliza o seu arquivo no site <a href="http://www.anabelamotaribeiro.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">www.anabelamotaribeiro.pt</a></p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><a href="https://anabelamotaribeiro.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://anabelamotaribeiro.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/autor/anabela-mota-ribeiro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/autor/anabela-mota-ribeiro</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/estar-em-casa-2a-edicao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/estar-em-casa-2a-edicao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ccdr-n.pt/noticia/servicos/19-municipios-da-regiao-juntos-no-festival-somos-douro-1194" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ccdr-n.pt/noticia/servicos/19-municipios-da-regiao-juntos-no-festival-somos-douro-1194</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p8721/os-filhos-da-madrugada" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p8721/os-filhos-da-madrugada</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p10987/calendario-do-advento" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p10987/calendario-do-advento</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 15.03.2023</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos “Põe os teus braços à volta de mim”: Gabriela Schaaf / single editado pela Decca, 1978</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt</a></p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral /A2P</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Anabela Mota Ribeiro nasceu em 1971 em Trás-os-Montes. Vive e trabalha em Lisboa. Licenciatura e mestrado em Filosofia pela Universidade Nova de Lisboa. No doutoramento, que frequenta, prossegue o estudo do escritor brasileiro Machado de Assis. Foi&nbsp;<em>visiting research fellow</em>&nbsp;da&nbsp;<em>Brown University</em>&nbsp;em 2019. Publicou os livros&nbsp;<em>O Sonho de um Curioso</em>&nbsp;(2003), com 14 entrevistas,&nbsp;<em>Este Ser e não Ser - Cinco Conversas com Maria de Sousa</em>&nbsp;(2016),&nbsp;<em>Paula Rego por Paula Rego</em>&nbsp;(2016),&nbsp;<em>A Flor Amarela - Ímpeto e Melancolia em Machado de Assis</em>&nbsp;(2017) e&nbsp;<em>Por Saramago</em>&nbsp;(2018) "Os Filhos da Madrugada" (2021 e 2022).</p><p>Jornalista&nbsp;<em>freelance</em>, colaborou com diversos jornais e revistas. Autora e apresentadora de programas de televisão. Os mais recentes:&nbsp;<em>Curso de Cultura Geral</em>&nbsp;(2017 e 2018, RTP2), e&nbsp;<em>Os Filhos da Madrugada</em> (2021 e 2022) e Calendário do Advento, 28 entrevistas sobre o Natal, em 2022,&nbsp;ambos na RTP3.&nbsp;</p><p>Enquanto programadora cultural, colabora com instituições de referência. Entre outros projetos, assinou, com José Eduardo Agualusa, a curadoria da Feira do Livro do Porto em 2017, 2018 e 2020. É membro do Conselho Geral da Universidade de Coimbra. Desde 2013 disponibiliza o seu arquivo no site <a href="http://www.anabelamotaribeiro.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">www.anabelamotaribeiro.pt</a></p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><a href="https://anabelamotaribeiro.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://anabelamotaribeiro.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/autor/anabela-mota-ribeiro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/autor/anabela-mota-ribeiro</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/estar-em-casa-2a-edicao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/estar-em-casa-2a-edicao/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ccdr-n.pt/noticia/servicos/19-municipios-da-regiao-juntos-no-festival-somos-douro-1194" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ccdr-n.pt/noticia/servicos/19-municipios-da-regiao-juntos-no-festival-somos-douro-1194</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p8721/os-filhos-da-madrugada" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p8721/os-filhos-da-madrugada</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p10987/calendario-do-advento" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p10987/calendario-do-advento</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 15.03.2023</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos “Põe os teus braços à volta de mim”: Gabriela Schaaf / single editado pela Decca, 1978</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt</a></p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral /A2P</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Anabela Mota Ribeiro nasceu em 1971 em Trás-os-Montes. Vive e trabalha em Lisboa. Licenciatura e mestrado em Filosofia pela Universidade Nova de Lisboa. No doutoramento, que frequenta, prossegue o estudo do escritor brasileiro Machado de Assis. Foi visiting research fellow da Brown University em 2019. Publicou os livros O Sonho de um Curioso (2003), com 14 entrevistas, Este Ser e não Ser - Cinco Conversas com Maria de Sousa (2016), Paula Rego por Paula Rego (2016), A Flor Amarela - Ímpeto e Melancolia em Machado de Assis (2017) e Por Saramago (2018) &#34;Os Filhos da Madrugada&#34; (2021 e 2022).Jornalista freelance, colaborou com diversos jornais e revistas. Autora e apresentadora de programas de televisão. Os mais recentes: Curso de Cultura Geral (2017 e 2018, RTP2), e Os Filhos da Madrugada (2021 e 2022) e Calendário do Advento, 28 entrevistas sobre o Natal, em 2022, ambos na RTP3. Enquanto programadora cultural, colabora com instituições de referência. Entre outros projetos, assinou, com José Eduardo Agualusa, a curadoria da Feira do Livro do Porto em 2017, 2018 e 2020. É membro do Conselho Geral da Universidade de Coimbra. Desde 2013 disponibiliza o seu arquivo no site www.anabelamotaribeiro.pt Links:https://anabelamotaribeiro.pt/ https://www.publico.pt/autor/anabela-mota-ribeiro https://www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/estar-em-casa-2a-edicao/ https://www.ccdr-n.pt/noticia/servicos/19-municipios-da-regiao-juntos-no-festival-somos-douro-1194 https://www.rtp.pt/play/p8721/os-filhos-da-madrugada https://www.rtp.pt/play/p10987/calendario-do-advento Episódio gravado a 15.03.2023 Créditos “Põe os teus braços à volta de mim”: Gabriela Schaaf / single editado pela Decca, 1978 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral /A2P Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 17 Mar 2023 23:13:03 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 94 - Carminho</title>
            <description><![CDATA[  <p>Carminho, Lisboa 1984</p><p>Filha da conceituada fadista Teresa Siqueira, Carminho nasce no meio das guitarras e das vozes do fado, tendo marcado a sua estreia a cantar em público aos doze anos, no Coliseu dos Recreios (Lisboa). Desde cedo foi tentada a gravar álbuns mas decide esperar.&nbsp;</p><p>Licencia-se em Marketing e Publicidade e percebe que cantar exigia uma maturidade e um mundo que ainda não</p><p>tinha. Durante um ano viaja pelo mundo, participa em missões humanitárias e regressa a Lisboa decidida a entregar-se por inteiro a um percurso artístico.&nbsp;</p><p>“Fado”, o seu primeiro disco, é editado em 2009. Alcança a platina (resultado invejável para uma estreia), recebe distinção de melhor álbum de 2011 para a revista britânica "Songlines", apresenta-se na Womex 2011(Copenhaga) e na sede parisiense da UNESCO no âmbito da candidatura do Fado a património mundial. A</p><p>tudo soma uma digressão em que espalha a sua voz e talento por vários territórios. No mesmo ano, colabora com Pablo Alborán em “Perdoname” e torna-se na primeira artista portuguesa a atingir o número 1 do top espanhol.&nbsp;</p><p>Em 2012, edita o seu segundo álbum, intitulado “ALMA”. Depois de passar pelas principais salas da Europa e do Mundo, realiza o sonho de gravar com Milton Nascimento, Chico Buarque e Nana Caymmi, que resulta numa reedição de “Alma” com três novos temas. Carminho começa assim a conquistar o Brasil com concertos esgotados. A afirmação como a mais internacional das artistas portugueses é consumada e</p><p>distinguida em Portugal com um Globo de Ouro e o Prémio Carlos Paredes, vendo ambos os seus álbuns atingirem a marca da dupla platina.&nbsp;</p><p>“Canto” é editado no final de 2014 e a sua relação com o Brasil ganha raízes ainda mais profundas, com a</p><p>primeira parceria de Caetano Veloso com o seu filho mais novo Tom, que lhe oferecem o inédito “O Sol, Eu e Tu”. “Canto” inclui também o single “Chuva no Mar”, que conta com a participação de Marisa Monte e que assina co-autoria do tema com Arnaldo Antunes.</p><p>Essa relação fortíssima com o Brasil atinge um dos momentos mais consistentes já em 2016, na sequência</p><p>de um convite endereçado pela família de António Carlos Jobim e grava “Carminho canta Tom Jobim”, com a última banda que o acompanhou ao vivo nos seus últimos dez anos, partilhando temas com Chico Buarque, Maria Bethânia e Marisa Monte.</p><p>Prémios e platinas sucedem-se ao lançamento do álbum.</p><p>“Maria” de 2018 constitui o título que Carminho escolheu para o quinto da sua carreira, um álbum que assina a produção e inclui várias canções de sua autoria. Um disco emocionante que assimila tudo aquilo que Carminho aprendeu directamente das suas raízes do</p><p>fado, respeitando a verdade das palavras e da linguagem tradicional, mas ao mesmo tempo com um olhar livre e contemporâneo sobre o mundo que a inspira, reinterpretando muito do que aprendeu com o fado desde pequena.&nbsp;</p><p>2023 é ano de “Portuguesa”, um manifesto cultural assinado por Carminho que eleva os padrões do Fado e que a coloca como uma artista incomparável com a sua voz, talento, composição e perseverança artística.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p>https://www.carminhomusic.com/</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 26.01.2023</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos “Praias Desertas”: Interpretada, escrita e produzida por Carminho / 2023 Maria Music</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt</a></p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral /A2P</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Carminho, Lisboa 1984</p><p>Filha da conceituada fadista Teresa Siqueira, Carminho nasce no meio das guitarras e das vozes do fado, tendo marcado a sua estreia a cantar em público aos doze anos, no Coliseu dos Recreios (Lisboa). Desde cedo foi tentada a gravar álbuns mas decide esperar.&nbsp;</p><p>Licencia-se em Marketing e Publicidade e percebe que cantar exigia uma maturidade e um mundo que ainda não</p><p>tinha. Durante um ano viaja pelo mundo, participa em missões humanitárias e regressa a Lisboa decidida a entregar-se por inteiro a um percurso artístico.&nbsp;</p><p>“Fado”, o seu primeiro disco, é editado em 2009. Alcança a platina (resultado invejável para uma estreia), recebe distinção de melhor álbum de 2011 para a revista britânica "Songlines", apresenta-se na Womex 2011(Copenhaga) e na sede parisiense da UNESCO no âmbito da candidatura do Fado a património mundial. A</p><p>tudo soma uma digressão em que espalha a sua voz e talento por vários territórios. No mesmo ano, colabora com Pablo Alborán em “Perdoname” e torna-se na primeira artista portuguesa a atingir o número 1 do top espanhol.&nbsp;</p><p>Em 2012, edita o seu segundo álbum, intitulado “ALMA”. Depois de passar pelas principais salas da Europa e do Mundo, realiza o sonho de gravar com Milton Nascimento, Chico Buarque e Nana Caymmi, que resulta numa reedição de “Alma” com três novos temas. Carminho começa assim a conquistar o Brasil com concertos esgotados. A afirmação como a mais internacional das artistas portugueses é consumada e</p><p>distinguida em Portugal com um Globo de Ouro e o Prémio Carlos Paredes, vendo ambos os seus álbuns atingirem a marca da dupla platina.&nbsp;</p><p>“Canto” é editado no final de 2014 e a sua relação com o Brasil ganha raízes ainda mais profundas, com a</p><p>primeira parceria de Caetano Veloso com o seu filho mais novo Tom, que lhe oferecem o inédito “O Sol, Eu e Tu”. “Canto” inclui também o single “Chuva no Mar”, que conta com a participação de Marisa Monte e que assina co-autoria do tema com Arnaldo Antunes.</p><p>Essa relação fortíssima com o Brasil atinge um dos momentos mais consistentes já em 2016, na sequência</p><p>de um convite endereçado pela família de António Carlos Jobim e grava “Carminho canta Tom Jobim”, com a última banda que o acompanhou ao vivo nos seus últimos dez anos, partilhando temas com Chico Buarque, Maria Bethânia e Marisa Monte.</p><p>Prémios e platinas sucedem-se ao lançamento do álbum.</p><p>“Maria” de 2018 constitui o título que Carminho escolheu para o quinto da sua carreira, um álbum que assina a produção e inclui várias canções de sua autoria. Um disco emocionante que assimila tudo aquilo que Carminho aprendeu directamente das suas raízes do</p><p>fado, respeitando a verdade das palavras e da linguagem tradicional, mas ao mesmo tempo com um olhar livre e contemporâneo sobre o mundo que a inspira, reinterpretando muito do que aprendeu com o fado desde pequena.&nbsp;</p><p>2023 é ano de “Portuguesa”, um manifesto cultural assinado por Carminho que eleva os padrões do Fado e que a coloca como uma artista incomparável com a sua voz, talento, composição e perseverança artística.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p>https://www.carminhomusic.com/</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 26.01.2023</p><p>&nbsp;</p><p>Créditos “Praias Desertas”: Interpretada, escrita e produzida por Carminho / 2023 Maria Music</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt</a></p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral /A2P</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Carminho, Lisboa 1984Filha da conceituada fadista Teresa Siqueira, Carminho nasce no meio das guitarras e das vozes do fado, tendo marcado a sua estreia a cantar em público aos doze anos, no Coliseu dos Recreios (Lisboa). Desde cedo foi tentada a gravar álbuns mas decide esperar. Licencia-se em Marketing e Publicidade e percebe que cantar exigia uma maturidade e um mundo que ainda nãotinha. Durante um ano viaja pelo mundo, participa em missões humanitárias e regressa a Lisboa decidida a entregar-se por inteiro a um percurso artístico. “Fado”, o seu primeiro disco, é editado em 2009. Alcança a platina (resultado invejável para uma estreia), recebe distinção de melhor álbum de 2011 para a revista britânica &#34;Songlines&#34;, apresenta-se na Womex 2011(Copenhaga) e na sede parisiense da UNESCO no âmbito da candidatura do Fado a património mundial. Atudo soma uma digressão em que espalha a sua voz e talento por vários territórios. No mesmo ano, colabora com Pablo Alborán em “Perdoname” e torna-se na primeira artista portuguesa a atingir o número 1 do top espanhol. Em 2012, edita o seu segundo álbum, intitulado “ALMA”. Depois de passar pelas principais salas da Europa e do Mundo, realiza o sonho de gravar com Milton Nascimento, Chico Buarque e Nana Caymmi, que resulta numa reedição de “Alma” com três novos temas. Carminho começa assim a conquistar o Brasil com concertos esgotados. A afirmação como a mais internacional das artistas portugueses é consumada edistinguida em Portugal com um Globo de Ouro e o Prémio Carlos Paredes, vendo ambos os seus álbuns atingirem a marca da dupla platina. “Canto” é editado no final de 2014 e a sua relação com o Brasil ganha raízes ainda mais profundas, com aprimeira parceria de Caetano Veloso com o seu filho mais novo Tom, que lhe oferecem o inédito “O Sol, Eu e Tu”. “Canto” inclui também o single “Chuva no Mar”, que conta com a participação de Marisa Monte e que assina co-autoria do tema com Arnaldo Antunes.Essa relação fortíssima com o Brasil atinge um dos momentos mais consistentes já em 2016, na sequênciade um convite endereçado pela família de António Carlos Jobim e grava “Carminho canta Tom Jobim”, com a última banda que o acompanhou ao vivo nos seus últimos dez anos, partilhando temas com Chico Buarque, Maria Bethânia e Marisa Monte.Prémios e platinas sucedem-se ao lançamento do álbum.“Maria” de 2018 constitui o título que Carminho escolheu para o quinto da sua carreira, um álbum que assina a produção e inclui várias canções de sua autoria. Um disco emocionante que assimila tudo aquilo que Carminho aprendeu directamente das suas raízes dofado, respeitando a verdade das palavras e da linguagem tradicional, mas ao mesmo tempo com um olhar livre e contemporâneo sobre o mundo que a inspira, reinterpretando muito do que aprendeu com o fado desde pequena. 2023 é ano de “Portuguesa”, um manifesto cultural assinado por Carminho que eleva os padrões do Fado e que a coloca como uma artista incomparável com a sua voz, talento, composição e perseverança artística. Links: https://www.carminhomusic.com/ Episódio gravado a 26.01.2023 Créditos “Praias Desertas”: Interpretada, escrita e produzida por Carminho / 2023 Maria Music http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral /A2P Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 10 Mar 2023 12:59:27 +0000</pubDate>
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        <item>
            <title>Episódio 93 - Rita Faden</title>
            <description><![CDATA[  <p>Rita Faden</p><p>É Presidente do Conselho de Administração e do Conselho Executivo da FLAD - Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento - desde Janeiro de 2019.</p><p>Tem uma longa carreira na Administração Pública portuguesa nas áreas dos negócios estrangeiros, assuntos europeus, justiça, segurança e defesa.</p><p>Exerceu vários cargos de chefia tendo sido Directora-Geral no Ministério dos Negócios Estrangeiros, no Ministério da Justiça e no Ministério da Administração Interna. Foi ainda membro do Conselho Directivo do Instituto Nacional da Propriedade Industrial.</p><p>Tem uma vasta experiência de representação do Estado português e de negociação internacional no quadro da União Europeia e das Nações Unidas.</p><p>Foi Chefe de Gabinete do Primeiro Ministro entre 2015 e 2018.</p><p>É licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e pós-graduada em Estudos Europeus pela Universidade Católica Portuguesa.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.flad.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.flad.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/dinheiro/rita-faden-vamos-assistir-a-um-novo-ciclo-de-investimento-americano-em-portugal-14982796.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/dinheiro/rita-faden-vamos-assistir-a-um-novo-ciclo-de-investimento-americano-em-portugal-14982796.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.tsf.pt/portugal/sociedade/posicao-estrategica-dos-acores-e-uma-mais-valia-e-deve-ser-explorada-14982957.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.tsf.pt/portugal/sociedade/posicao-estrategica-dos-acores-e-uma-mais-valia-e-deve-ser-explorada-14982957.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maat.pt/en/event/what-drives-contemporary-art-collector" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maat.pt/en/event/what-drives-contemporary-art-collector</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=G8YAD_XnaS0" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=G8YAD_XnaS0</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2019/01/25/politica/noticia/exchefe-gabinete-costa-nomeada-presidente-flad-1859528" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2019/01/25/politica/noticia/exchefe-gabinete-costa-nomeada-presidente-flad-1859528</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 03.03.2023</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt</a></p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral /A2P</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Rita Faden</p><p>É Presidente do Conselho de Administração e do Conselho Executivo da FLAD - Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento - desde Janeiro de 2019.</p><p>Tem uma longa carreira na Administração Pública portuguesa nas áreas dos negócios estrangeiros, assuntos europeus, justiça, segurança e defesa.</p><p>Exerceu vários cargos de chefia tendo sido Directora-Geral no Ministério dos Negócios Estrangeiros, no Ministério da Justiça e no Ministério da Administração Interna. Foi ainda membro do Conselho Directivo do Instituto Nacional da Propriedade Industrial.</p><p>Tem uma vasta experiência de representação do Estado português e de negociação internacional no quadro da União Europeia e das Nações Unidas.</p><p>Foi Chefe de Gabinete do Primeiro Ministro entre 2015 e 2018.</p><p>É licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e pós-graduada em Estudos Europeus pela Universidade Católica Portuguesa.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.flad.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.flad.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/dinheiro/rita-faden-vamos-assistir-a-um-novo-ciclo-de-investimento-americano-em-portugal-14982796.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/dinheiro/rita-faden-vamos-assistir-a-um-novo-ciclo-de-investimento-americano-em-portugal-14982796.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.tsf.pt/portugal/sociedade/posicao-estrategica-dos-acores-e-uma-mais-valia-e-deve-ser-explorada-14982957.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.tsf.pt/portugal/sociedade/posicao-estrategica-dos-acores-e-uma-mais-valia-e-deve-ser-explorada-14982957.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.maat.pt/en/event/what-drives-contemporary-art-collector" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.maat.pt/en/event/what-drives-contemporary-art-collector</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=G8YAD_XnaS0" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=G8YAD_XnaS0</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2019/01/25/politica/noticia/exchefe-gabinete-costa-nomeada-presidente-flad-1859528" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2019/01/25/politica/noticia/exchefe-gabinete-costa-nomeada-presidente-flad-1859528</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 03.03.2023</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt</a></p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral /A2P</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Rita FadenÉ Presidente do Conselho de Administração e do Conselho Executivo da FLAD - Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento - desde Janeiro de 2019.Tem uma longa carreira na Administração Pública portuguesa nas áreas dos negócios estrangeiros, assuntos europeus, justiça, segurança e defesa.Exerceu vários cargos de chefia tendo sido Directora-Geral no Ministério dos Negócios Estrangeiros, no Ministério da Justiça e no Ministério da Administração Interna. Foi ainda membro do Conselho Directivo do Instituto Nacional da Propriedade Industrial.Tem uma vasta experiência de representação do Estado português e de negociação internacional no quadro da União Europeia e das Nações Unidas.Foi Chefe de Gabinete do Primeiro Ministro entre 2015 e 2018.É licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e pós-graduada em Estudos Europeus pela Universidade Católica Portuguesa. Links: https://www.flad.pt/ https://www.dn.pt/dinheiro/rita-faden-vamos-assistir-a-um-novo-ciclo-de-investimento-americano-em-portugal-14982796.html https://www.tsf.pt/portugal/sociedade/posicao-estrategica-dos-acores-e-uma-mais-valia-e-deve-ser-explorada-14982957.html https://www.maat.pt/en/event/what-drives-contemporary-art-collector https://www.youtube.com/watch?v=G8YAD_XnaS0 https://www.publico.pt/2019/01/25/politica/noticia/exchefe-gabinete-costa-nomeada-presidente-flad-1859528Episódio gravado a 03.03.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral /A2P Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 03 Mar 2023 10:51:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 92 - João Taborda da Gama</title>
            <description><![CDATA[  <p>João Taborda da Gama, Lisboa 1977.</p><p>Licenciado em Direito (2000) e Mestre (2004) pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, foi visiting researcher na NYU (2010) e na Georgetown University (2013).</p><p>É assistente da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa, onde coordena a Pós-graduação em Fiscalidade e é doutorando em Direito Fiscal. Árbitro do Centro de Arbitragem Administrativa e advogado, foi consultor do Presidente da República entre 2011 e 2013 e Secretário de Estado da Administração Local em 2015. Foi membro do Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais (2017-2021). É membro do Practice Council do International Tax Program da New York University, senior advisor do Albright Stonebridge Group e sócio fundador da Gama Glória Advogados. Trabalha desde 2014 na área do direito das substâncias controladas e políticas de drogas com pacientes, empresas, governos e ONG’s, em Portugal e no estrangeiro. Publicou em 2022 “Regular e Proteger – por uma nova política de drogas” e em 2023, “Direito Psicadélico”.</p><p>Tem vários artigos publicados em revistas científicas portuguesas e estrangeiras. É coautor de “Manual de Direito Fiscal Angolano” (2010), com o Professor Saldanha Sanches, com quem colaborou profissional e academicamente entre 2003 e 2010.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.gamagloria.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.gamagloria.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://fd.lisboa.ucp.pt/pt-pt/pessoa/joao-taborda-da-gama" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://fd.lisboa.ucp.pt/pt-pt/pessoa/joao-taborda-da-gama</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://arquivos.rtp.pt/conteudos/joao-taborda-da-gama/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://arquivos.rtp.pt/conteudos/joao-taborda-da-gama/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ensino.eu/multimedia/podcasts/joao-taborda-da-gama/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ensino.eu/multimedia/podcasts/joao-taborda-da-gama/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.capeladorato.org/2015/12/13/joao-taborda-da-gama-conversa-sobre-deus/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.capeladorato.org/2015/12/13/joao-taborda-da-gama-conversa-sobre-deus/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/joao-taborda-da-gama/a-hora-da-canabis-medicinal-quinhentos-anos-depois-8974635.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/joao-taborda-da-gama/a-hora-da-canabis-medicinal-quinhentos-anos-depois-8974635.html</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 14.02.2023</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt</a></p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral /A2P</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>João Taborda da Gama, Lisboa 1977.</p><p>Licenciado em Direito (2000) e Mestre (2004) pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, foi visiting researcher na NYU (2010) e na Georgetown University (2013).</p><p>É assistente da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa, onde coordena a Pós-graduação em Fiscalidade e é doutorando em Direito Fiscal. Árbitro do Centro de Arbitragem Administrativa e advogado, foi consultor do Presidente da República entre 2011 e 2013 e Secretário de Estado da Administração Local em 2015. Foi membro do Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais (2017-2021). É membro do Practice Council do International Tax Program da New York University, senior advisor do Albright Stonebridge Group e sócio fundador da Gama Glória Advogados. Trabalha desde 2014 na área do direito das substâncias controladas e políticas de drogas com pacientes, empresas, governos e ONG’s, em Portugal e no estrangeiro. Publicou em 2022 “Regular e Proteger – por uma nova política de drogas” e em 2023, “Direito Psicadélico”.</p><p>Tem vários artigos publicados em revistas científicas portuguesas e estrangeiras. É coautor de “Manual de Direito Fiscal Angolano” (2010), com o Professor Saldanha Sanches, com quem colaborou profissional e academicamente entre 2003 e 2010.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.gamagloria.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.gamagloria.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://fd.lisboa.ucp.pt/pt-pt/pessoa/joao-taborda-da-gama" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://fd.lisboa.ucp.pt/pt-pt/pessoa/joao-taborda-da-gama</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://arquivos.rtp.pt/conteudos/joao-taborda-da-gama/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://arquivos.rtp.pt/conteudos/joao-taborda-da-gama/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ensino.eu/multimedia/podcasts/joao-taborda-da-gama/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ensino.eu/multimedia/podcasts/joao-taborda-da-gama/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.capeladorato.org/2015/12/13/joao-taborda-da-gama-conversa-sobre-deus/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.capeladorato.org/2015/12/13/joao-taborda-da-gama-conversa-sobre-deus/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/joao-taborda-da-gama/a-hora-da-canabis-medicinal-quinhentos-anos-depois-8974635.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/joao-taborda-da-gama/a-hora-da-canabis-medicinal-quinhentos-anos-depois-8974635.html</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 14.02.2023</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt</a></p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral /A2P</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>João Taborda da Gama, Lisboa 1977.Licenciado em Direito (2000) e Mestre (2004) pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, foi visiting researcher na NYU (2010) e na Georgetown University (2013).É assistente da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa, onde coordena a Pós-graduação em Fiscalidade e é doutorando em Direito Fiscal. Árbitro do Centro de Arbitragem Administrativa e advogado, foi consultor do Presidente da República entre 2011 e 2013 e Secretário de Estado da Administração Local em 2015. Foi membro do Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais (2017-2021). É membro do Practice Council do International Tax Program da New York University, senior advisor do Albright Stonebridge Group e sócio fundador da Gama Glória Advogados. Trabalha desde 2014 na área do direito das substâncias controladas e políticas de drogas com pacientes, empresas, governos e ONG’s, em Portugal e no estrangeiro. Publicou em 2022 “Regular e Proteger – por uma nova política de drogas” e em 2023, “Direito Psicadélico”.Tem vários artigos publicados em revistas científicas portuguesas e estrangeiras. É coautor de “Manual de Direito Fiscal Angolano” (2010), com o Professor Saldanha Sanches, com quem colaborou profissional e academicamente entre 2003 e 2010. Links: https://www.gamagloria.com/ https://fd.lisboa.ucp.pt/pt-pt/pessoa/joao-taborda-da-gama https://arquivos.rtp.pt/conteudos/joao-taborda-da-gama/ https://www.ensino.eu/multimedia/podcasts/joao-taborda-da-gama/ https://www.capeladorato.org/2015/12/13/joao-taborda-da-gama-conversa-sobre-deus/ https://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/joao-taborda-da-gama/a-hora-da-canabis-medicinal-quinhentos-anos-depois-8974635.html Episódio gravado a 14.02.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral /A2P Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 24 Feb 2023 19:16:26 +0000</pubDate>
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        <item>
            <title>Episódio 91 - Joana Sousa Monteiro</title>
            <description><![CDATA[  <p>Joana Sousa Monteiro, nascida em Lisboa, é museóloga. É diretora do Museu de Lisboa desde 2015.</p><p>Foi assessora da Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa para a área dos museus e do património (2010-2015). Foi Coordenadora-adjunta da Rede Portuguesa de Museus no Instituto Português de Museus (2000 a 2010). Anteriormente foi técnica do Instituto de Arte Contemporânea e colaboradora do Museu Nacional de Arte Contemporânea.</p><p>É licenciada em História, variante História da Arte (Universidade Nova), pós-graduada em Museologia (Universidade Lusófona), e pós-graduada em Gestão e Empreendedorismo Cultural e Criativo (ISCTE).</p><p>Foi membro da direção da Comissão Nacional Portuguesa do Conselho Internacional de Museus-ICOM, ICOM Portugal (2014-2016), e foi presidente do Comité Internacional de Museus de Cidade do ICOM-CAMOC (de 2016 a 2022).&nbsp;</p><p><br></p><p>Links:</p><p><a href="https://nomundodosmuseus.hypotheses.org/tag/joana-sousa-monteiro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://nomundodosmuseus.hypotheses.org/tag/joana-sousa-monteiro</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.dn.pt/sociedade/gosto-de-muitos-sitios-mas-nao-ha-nenhum-como-a-minha-terra-a-bela-lisboa-14946023.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/sociedade/gosto-de-muitos-sitios-mas-nao-ha-nenhum-como-a-minha-terra-a-bela-lisboa-14946023.html</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.museudelisboa.pt/pt/sobre-nos" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.museudelisboa.pt/pt/sobre-nos</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.terraesplendida.com/os-segredos-de-a-luz-de-lisboa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.terraesplendida.com/os-segredos-de-a-luz-de-lisboa/</a></p><p><br></p><p><a href="https://mouseion.pt/2013/01/mais-e-novos-museus-joana-sousa-monteiro/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://mouseion.pt/2013/01/mais-e-novos-museus-joana-sousa-monteiro/</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 08.02.2023</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.appleton.pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt</a></p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral /A2P</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Joana Sousa Monteiro, nascida em Lisboa, é museóloga. É diretora do Museu de Lisboa desde 2015.</p><p>Foi assessora da Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa para a área dos museus e do património (2010-2015). Foi Coordenadora-adjunta da Rede Portuguesa de Museus no Instituto Português de Museus (2000 a 2010). Anteriormente foi técnica do Instituto de Arte Contemporânea e colaboradora do Museu Nacional de Arte Contemporânea.</p><p>É licenciada em História, variante História da Arte (Universidade Nova), pós-graduada em Museologia (Universidade Lusófona), e pós-graduada em Gestão e Empreendedorismo Cultural e Criativo (ISCTE).</p><p>Foi membro da direção da Comissão Nacional Portuguesa do Conselho Internacional de Museus-ICOM, ICOM Portugal (2014-2016), e foi presidente do Comité Internacional de Museus de Cidade do ICOM-CAMOC (de 2016 a 2022).&nbsp;</p><p><br></p><p>Links:</p><p><a href="https://nomundodosmuseus.hypotheses.org/tag/joana-sousa-monteiro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://nomundodosmuseus.hypotheses.org/tag/joana-sousa-monteiro</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.dn.pt/sociedade/gosto-de-muitos-sitios-mas-nao-ha-nenhum-como-a-minha-terra-a-bela-lisboa-14946023.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/sociedade/gosto-de-muitos-sitios-mas-nao-ha-nenhum-como-a-minha-terra-a-bela-lisboa-14946023.html</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.museudelisboa.pt/pt/sobre-nos" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.museudelisboa.pt/pt/sobre-nos</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.terraesplendida.com/os-segredos-de-a-luz-de-lisboa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.terraesplendida.com/os-segredos-de-a-luz-de-lisboa/</a></p><p><br></p><p><a href="https://mouseion.pt/2013/01/mais-e-novos-museus-joana-sousa-monteiro/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://mouseion.pt/2013/01/mais-e-novos-museus-joana-sousa-monteiro/</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 08.02.2023</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.appleton.pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt</a></p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral /A2P</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Joana Sousa Monteiro, nascida em Lisboa, é museóloga. É diretora do Museu de Lisboa desde 2015.Foi assessora da Vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Lisboa para a área dos museus e do património (2010-2015). Foi Coordenadora-adjunta da Rede Portuguesa de Museus no Instituto Português de Museus (2000 a 2010). Anteriormente foi técnica do Instituto de Arte Contemporânea e colaboradora do Museu Nacional de Arte Contemporânea.É licenciada em História, variante História da Arte (Universidade Nova), pós-graduada em Museologia (Universidade Lusófona), e pós-graduada em Gestão e Empreendedorismo Cultural e Criativo (ISCTE).Foi membro da direção da Comissão Nacional Portuguesa do Conselho Internacional de Museus-ICOM, ICOM Portugal (2014-2016), e foi presidente do Comité Internacional de Museus de Cidade do ICOM-CAMOC (de 2016 a 2022). Links:https://nomundodosmuseus.hypotheses.org/tag/joana-sousa-monteirohttps://www.dn.pt/sociedade/gosto-de-muitos-sitios-mas-nao-ha-nenhum-como-a-minha-terra-a-bela-lisboa-14946023.htmlhttps://www.museudelisboa.pt/pt/sobre-noshttps://www.terraesplendida.com/os-segredos-de-a-luz-de-lisboa/https://mouseion.pt/2013/01/mais-e-novos-museus-joana-sousa-monteiro/Episódio gravado a 08.02.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral /A2P Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 17 Feb 2023 01:03:30 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 90 - Teresa Nicolau</title>
            <description><![CDATA[  <p>Teresa Nicolau</p><p>Licenciada em Ciências da Comunicação, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas</p><p>da Universidade Nova de Lisboa, como bolseira da Fundação LusoAmericana para o Desenvolvimento (2001) fez o Curso de Realização da New York Film Academy. É pós-graduada em Filosofia com especialização em Estética e Filosofia da Arte.</p><p>Frequentou ainda o Mestrado em Estudos Comparatistas da Universidade de Lisboa com tese sobre a obra cinematográfica do realizador angolano Ruy Duarte de Carvalho.</p><p>Jornalista na área de Arte e Espectáculos na RTP é actualmente Editora de Cultura da mesma estação televisiva. Foi crítica de cinema na Antena 1. Conduz desde 2015, o programa diários “As horas extraordinárias”. Foi Júri em Festivais de cinema Nacionais e do ICAM. Entre outros trabalhos foi Programadora do ciclo de cinema e vídeo “Imagens Lusófonas”. Teresa Nicolau foi distinguida com o Prémio de Jornalismo Cultural da SPA em 2020.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/programa/tv/p41785" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/programa/tv/p41785</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ciencia.iscte-iul.pt/publications/teresa-nicolau-cultura-nao-e-um-fait-diver/78466" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ciencia.iscte-iul.pt/publications/teresa-nicolau-cultura-nao-e-um-fait-diver/78466</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.spautores.pt/teresa-nicolau-premio-jornalismo-cultural-spa-2020/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.spautores.pt/teresa-nicolau-premio-jornalismo-cultural-spa-2020/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://podcasts.apple.com/pt/podcast/as-horas-extraordin%C3%A1rias/id1610114589" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://podcasts.apple.com/pt/podcast/as-horas-extraordin%C3%A1rias/id1610114589</a></p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 06.02.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral /A2P</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Teresa Nicolau</p><p>Licenciada em Ciências da Comunicação, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas</p><p>da Universidade Nova de Lisboa, como bolseira da Fundação LusoAmericana para o Desenvolvimento (2001) fez o Curso de Realização da New York Film Academy. É pós-graduada em Filosofia com especialização em Estética e Filosofia da Arte.</p><p>Frequentou ainda o Mestrado em Estudos Comparatistas da Universidade de Lisboa com tese sobre a obra cinematográfica do realizador angolano Ruy Duarte de Carvalho.</p><p>Jornalista na área de Arte e Espectáculos na RTP é actualmente Editora de Cultura da mesma estação televisiva. Foi crítica de cinema na Antena 1. Conduz desde 2015, o programa diários “As horas extraordinárias”. Foi Júri em Festivais de cinema Nacionais e do ICAM. Entre outros trabalhos foi Programadora do ciclo de cinema e vídeo “Imagens Lusófonas”. Teresa Nicolau foi distinguida com o Prémio de Jornalismo Cultural da SPA em 2020.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/programa/tv/p41785" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/programa/tv/p41785</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ciencia.iscte-iul.pt/publications/teresa-nicolau-cultura-nao-e-um-fait-diver/78466" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ciencia.iscte-iul.pt/publications/teresa-nicolau-cultura-nao-e-um-fait-diver/78466</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.spautores.pt/teresa-nicolau-premio-jornalismo-cultural-spa-2020/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.spautores.pt/teresa-nicolau-premio-jornalismo-cultural-spa-2020/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://podcasts.apple.com/pt/podcast/as-horas-extraordin%C3%A1rias/id1610114589" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://podcasts.apple.com/pt/podcast/as-horas-extraordin%C3%A1rias/id1610114589</a></p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 06.02.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral /A2P</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Teresa NicolauLicenciada em Ciências da Comunicação, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanasda Universidade Nova de Lisboa, como bolseira da Fundação LusoAmericana para o Desenvolvimento (2001) fez o Curso de Realização da New York Film Academy. É pós-graduada em Filosofia com especialização em Estética e Filosofia da Arte.Frequentou ainda o Mestrado em Estudos Comparatistas da Universidade de Lisboa com tese sobre a obra cinematográfica do realizador angolano Ruy Duarte de Carvalho.Jornalista na área de Arte e Espectáculos na RTP é actualmente Editora de Cultura da mesma estação televisiva. Foi crítica de cinema na Antena 1. Conduz desde 2015, o programa diários “As horas extraordinárias”. Foi Júri em Festivais de cinema Nacionais e do ICAM. Entre outros trabalhos foi Programadora do ciclo de cinema e vídeo “Imagens Lusófonas”. Teresa Nicolau foi distinguida com o Prémio de Jornalismo Cultural da SPA em 2020. Links: https://www.rtp.pt/programa/tv/p41785 https://ciencia.iscte-iul.pt/publications/teresa-nicolau-cultura-nao-e-um-fait-diver/78466 https://www.spautores.pt/teresa-nicolau-premio-jornalismo-cultural-spa-2020/ https://podcasts.apple.com/pt/podcast/as-horas-extraordin%C3%A1rias/id1610114589 Episódio gravado a 06.02.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral /A2P Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 09 Feb 2023 22:33:33 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 89 - Jorge Vaz de Carvalho</title>
            <description><![CDATA[  <p>Jorge Vaz de Carvalho, 1955</p><p>Ensaísta, tradutor, poeta, e cantor lírico. É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, mestre em Literaturas Comparadas pela Universidade Nova de Lisboa e doutor em Estudos de Cultura na Universidade Católica de Lisboa. É professor e Coordenador Científico da área de Estudos Artísticos da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica de Lisboa. Tendo iniciado os estudos musicais em criança, trocou a actividade docente pela de cantor lírico, tendo-se estreado em 1984 no Teatro Nacional de São Carlos e desenvolvendo desde então uma notável carreira internacional como barítono. Foi director da Orquestra Nacional do Porto entre 1999 e 2006, tendo liderado o processo de construção da formação sinfónica, e director do Instituto das Artes entre 2005 e 2007. O seu trabalho literário inclui obras de poesia (A Lenta Rendição da Luz Relógio d’Água, 1992), conto, ensaio (Jorge de Sena: sinais de Fogo como romance de formação, Prémio PEN Clube 2010 e Prémio Jorge de Sena 2011) e tradução (Ciência Nova de Giambattista Vico, Prémio de Tradução Científica e Técnica FCT/União Latina 2006; Canções de Inocência e de Experiência de William Blake Assírio &amp; Alvim, 2009; Vida Nova de Dante Alighieri Relógio d’Água, 2010; obras de Umberto Eco; George Steiner, Tolstoi ou Dostoievski; Ulysses de James Joyce (Grande Prémio de Tradução Literária APT/SPA 2015) e Emma de Jane Austen, entre outros.</p><p>Exerce ainda constante actividade de conferencista, em Portugal e no estrangeiro.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://imprensanacional.pt/jorge-vaz-de-carvalho/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://imprensanacional.pt/jorge-vaz-de-carvalho/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://visao.sapo.pt/jornaldeletras/letras/2022-01-13-jorge-vaz-de-carvalho-traduzir-o-genio-de-dante/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://visao.sapo.pt/jornaldeletras/letras/2022-01-13-jorge-vaz-de-carvalho-traduzir-o-genio-de-dante/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://arquivos.rtp.pt/conteudos/jorge-vaz-de-carvalho/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://arquivos.rtp.pt/conteudos/jorge-vaz-de-carvalho/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ensina.rtp.pt/etiqueta/jorge-vaz-de-carvalho/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ensina.rtp.pt/etiqueta/jorge-vaz-de-carvalho/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.sabado.pt/sabermais/jorge-vaz-de-carvalho" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sabado.pt/sabermais/jorge-vaz-de-carvalho</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2022/02/02/culturaipsilon/noticia/ulisses-retrato-romance-arte-total-1993907" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2022/02/02/culturaipsilon/noticia/ulisses-retrato-romance-arte-total-1993907</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2005/10/01/jornal/baritono-jorge-vaz-de-carvalho-no-instituto-das-artes-e-a-grande-surpresa-41670" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2005/10/01/jornal/baritono-jorge-vaz-de-carvalho-no-instituto-das-artes-e-a-grande-surpresa-41670</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2005/11/12/jornal/jorge-vaz-de-carvalho-diz-que-a-musica-e-a-area-artistica-com-mais-dificuldades-48441" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2005/11/12/jornal/jorge-vaz-de-carvalho-diz-que-a-musica-e-a-area-artistica-com-mais-dificuldades-48441</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 27.01.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral /A2P</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Jorge Vaz de Carvalho, 1955</p><p>Ensaísta, tradutor, poeta, e cantor lírico. É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, mestre em Literaturas Comparadas pela Universidade Nova de Lisboa e doutor em Estudos de Cultura na Universidade Católica de Lisboa. É professor e Coordenador Científico da área de Estudos Artísticos da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica de Lisboa. Tendo iniciado os estudos musicais em criança, trocou a actividade docente pela de cantor lírico, tendo-se estreado em 1984 no Teatro Nacional de São Carlos e desenvolvendo desde então uma notável carreira internacional como barítono. Foi director da Orquestra Nacional do Porto entre 1999 e 2006, tendo liderado o processo de construção da formação sinfónica, e director do Instituto das Artes entre 2005 e 2007. O seu trabalho literário inclui obras de poesia (A Lenta Rendição da Luz Relógio d’Água, 1992), conto, ensaio (Jorge de Sena: sinais de Fogo como romance de formação, Prémio PEN Clube 2010 e Prémio Jorge de Sena 2011) e tradução (Ciência Nova de Giambattista Vico, Prémio de Tradução Científica e Técnica FCT/União Latina 2006; Canções de Inocência e de Experiência de William Blake Assírio &amp; Alvim, 2009; Vida Nova de Dante Alighieri Relógio d’Água, 2010; obras de Umberto Eco; George Steiner, Tolstoi ou Dostoievski; Ulysses de James Joyce (Grande Prémio de Tradução Literária APT/SPA 2015) e Emma de Jane Austen, entre outros.</p><p>Exerce ainda constante actividade de conferencista, em Portugal e no estrangeiro.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://imprensanacional.pt/jorge-vaz-de-carvalho/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://imprensanacional.pt/jorge-vaz-de-carvalho/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://visao.sapo.pt/jornaldeletras/letras/2022-01-13-jorge-vaz-de-carvalho-traduzir-o-genio-de-dante/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://visao.sapo.pt/jornaldeletras/letras/2022-01-13-jorge-vaz-de-carvalho-traduzir-o-genio-de-dante/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://arquivos.rtp.pt/conteudos/jorge-vaz-de-carvalho/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://arquivos.rtp.pt/conteudos/jorge-vaz-de-carvalho/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ensina.rtp.pt/etiqueta/jorge-vaz-de-carvalho/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ensina.rtp.pt/etiqueta/jorge-vaz-de-carvalho/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.sabado.pt/sabermais/jorge-vaz-de-carvalho" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sabado.pt/sabermais/jorge-vaz-de-carvalho</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2022/02/02/culturaipsilon/noticia/ulisses-retrato-romance-arte-total-1993907" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2022/02/02/culturaipsilon/noticia/ulisses-retrato-romance-arte-total-1993907</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2005/10/01/jornal/baritono-jorge-vaz-de-carvalho-no-instituto-das-artes-e-a-grande-surpresa-41670" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2005/10/01/jornal/baritono-jorge-vaz-de-carvalho-no-instituto-das-artes-e-a-grande-surpresa-41670</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2005/11/12/jornal/jorge-vaz-de-carvalho-diz-que-a-musica-e-a-area-artistica-com-mais-dificuldades-48441" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2005/11/12/jornal/jorge-vaz-de-carvalho-diz-que-a-musica-e-a-area-artistica-com-mais-dificuldades-48441</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 27.01.2023</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral /A2P</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Jorge Vaz de Carvalho, 1955Ensaísta, tradutor, poeta, e cantor lírico. É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, mestre em Literaturas Comparadas pela Universidade Nova de Lisboa e doutor em Estudos de Cultura na Universidade Católica de Lisboa. É professor e Coordenador Científico da área de Estudos Artísticos da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica de Lisboa. Tendo iniciado os estudos musicais em criança, trocou a actividade docente pela de cantor lírico, tendo-se estreado em 1984 no Teatro Nacional de São Carlos e desenvolvendo desde então uma notável carreira internacional como barítono. Foi director da Orquestra Nacional do Porto entre 1999 e 2006, tendo liderado o processo de construção da formação sinfónica, e director do Instituto das Artes entre 2005 e 2007. O seu trabalho literário inclui obras de poesia (A Lenta Rendição da Luz Relógio d’Água, 1992), conto, ensaio (Jorge de Sena: sinais de Fogo como romance de formação, Prémio PEN Clube 2010 e Prémio Jorge de Sena 2011) e tradução (Ciência Nova de Giambattista Vico, Prémio de Tradução Científica e Técnica FCT/União Latina 2006; Canções de Inocência e de Experiência de William Blake Assírio &amp; Alvim, 2009; Vida Nova de Dante Alighieri Relógio d’Água, 2010; obras de Umberto Eco; George Steiner, Tolstoi ou Dostoievski; Ulysses de James Joyce (Grande Prémio de Tradução Literária APT/SPA 2015) e Emma de Jane Austen, entre outros.Exerce ainda constante actividade de conferencista, em Portugal e no estrangeiro.  Links: https://imprensanacional.pt/jorge-vaz-de-carvalho/ https://visao.sapo.pt/jornaldeletras/letras/2022-01-13-jorge-vaz-de-carvalho-traduzir-o-genio-de-dante/ https://arquivos.rtp.pt/conteudos/jorge-vaz-de-carvalho/ https://ensina.rtp.pt/etiqueta/jorge-vaz-de-carvalho/ https://www.sabado.pt/sabermais/jorge-vaz-de-carvalho https://www.publico.pt/2022/02/02/culturaipsilon/noticia/ulisses-retrato-romance-arte-total-1993907 https://www.publico.pt/2005/10/01/jornal/baritono-jorge-vaz-de-carvalho-no-instituto-das-artes-e-a-grande-surpresa-41670 https://www.publico.pt/2005/11/12/jornal/jorge-vaz-de-carvalho-diz-que-a-musica-e-a-area-artistica-com-mais-dificuldades-48441Episódio gravado a 27.01.2023 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral /A2P Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 03 Feb 2023 18:03:30 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 88 - &#34;O desenho como ponto de chegada&#34; - Conversa com Pedro Gomes</title>
            <description><![CDATA[  <p>Pedro Gomes, Moçambique 1972, vive e trabalha em Lisboa. Em 1998 terminou o Master in Fine Arts no Chelsea College of Art, Londres depois de ter concluído o curso Avançado de Artes Plásticas no Ar.Co em Lisboa (1991-96), Em 1997-98 foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.</p><p>Das suas exposições individuais destacam-se: SPECTRUM 48 K, Galeria Presença, Porto, 2022, O MERGULHO, Casa das Artes de Tavira, ENCONTRO ÀS CEGAS, Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa, ambas em 2020, A ÓTICA DO UTILIZADOR, Appleton Square, Lisboa em 2019. UM QUARENTA na Galeria Diferença, Lisboa, URBE, Museu Arpad Szenes - Vieira da Silva, Lisboa, e um solo Project na Drawing Room em 2018. PANORAMA. 16 DE SETEMBRO, Galeria Presença, Porto em 2017, A TORRE, Galeria Miguel Nabinho, Lisboa, em 2016. id, galeria 111, Porto em 2012, id, galeria 111, e Pavilhão Branco do Museu da Cidade, Lisboa em 2011. Amnésia, Galeria 111, Porto e Lisboa e Atelier, Empty Cube, Appleton Square, Lisboa, em 2009. TEC., Museu da Electricidade, Lisboa, From Combat to Leisure, Museu de Arte Contemporânea de Elvas, em 2008. Imagens Impressas, Galeria Filomena Soares, Lisboa, 2007. Sinais Exteriores, Galeria Filomena Soares, Lisboa, Ter, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa, Ter / Contacto, Museu Grão Vasco, Viseu, Contacto, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, Coimbra Palleiros, A Chocolataría, Santiago de Compostela todas em 2005. Vá Para Fora Cá Dentro, Galeria Filomena Soares, Lisboa, 2002. Controle Remoto, Museu de Arte Contemporânea, Fortaleza de São Tiago, Funchal e Acesso, Galeria Presença, Porto, 2001.</p><p>&nbsp;Participou em inúmeras exposições colectivas destacando-se: PORQUÊ? A arte contemporânea em diálogo com o pensamento de José Saramago , Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa em 2022, The Peepshow. Artistas da Coleção de Arte Portuguesa Fundação EDP, MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Lisboa, em 2021; A guerra como modo de ver: obras da Coleção António Cachola, MACE - Museu de Arte Contemporânea de Elvas, 2019; As Casas na Colecção do CAM, Centro de Arte Moderna - Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 2016; A Ciência do Desenho, Casa da Cerca, Almada em 2012, Ponto de Vista: Obras da Colecção da Fundação PLMJ, Museu da Cidade, Lisboa, 2008; 50 Anos de Arte Portuguesa, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, em 2007, NonStopOpening-Lisboa, Galeria ZDB, 2000, Sete Artistas ao Décimo Mês, CAM, Fundação Calouste Gulbenkian, em 1996.</p><p>Em 2019, faz o Mural de Homenagem ao Fado. Largo de Santo Antoninho, Lisboa e em 2015 a Escultura dos 25 anos da meia maratona de Lisboa, Lisboa, projectos de arte publica. Recentemente participou no projeto&nbsp;<em>Contra-parede</em>, com curadoria de Hugo Dinis, que apresenta obras suas em diálogo&nbsp;com obras dos artistas Ana Vidigal e Nuno Nunes-Ferreira, numa exposição itinerante por Tavira, Caldas da Rainha, Abrantes e Vila Nova de Foz Côa.</p><p>A sua obra está representada nas seguintes coleccções: Museu Calouste Gulbenkian - Colecção Moderna, Lisboa, Colecção António Cachola, MACE - Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Colecção de Arte Fundação EDP, Lisboa, MUDAS. Museu de Arte Contemporânea da Madeira, Funchal, Fundação PLMJ, Lisboa, Coleção Manuel de Brito, Oeiras, Coleção Norlinda e José Lima, Oliva Creative Factory, São João da Madeira Coleção Fundação Leal Rios, Lisboa, Coleção de Arte do Estado, Portugal.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sites.google.com/site/pedrogomesarte/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sites.google.com/site/pedrogomesarte/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/pedro-gomes/?lang=pt-pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/pedro-gomes/?lang=pt-pt</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://col-antoniocachola.com/?cat=550&amp;lang=pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://col-antoniocachola.com/?cat=550&amp;lang=pt</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/03/30/25-anos-de-trabalhos-de-pedro-gomes-no-mnac/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/03/30/25-anos-de-trabalhos-de-pedro-gomes-no-mnac/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://maat.pt/index.php/pt/event/lado-b-pedro-gomes-1" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://maat.pt/index.php/pt/event/lado-b-pedro-gomes-1</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/cultura/2020-08-15-Materia-dada.-Pedro-Gomes-as-cegas-no-Chiado" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/cultura/2020-08-15-Materia-dada.-Pedro-Gomes-as-cegas-no-Chiado</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://drawingroom.pt/portfolio/pedro-gomes-2/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://drawingroom.pt/portfolio/pedro-gomes-2/</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 22.12.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Pedro Gomes, Moçambique 1972, vive e trabalha em Lisboa. Em 1998 terminou o Master in Fine Arts no Chelsea College of Art, Londres depois de ter concluído o curso Avançado de Artes Plásticas no Ar.Co em Lisboa (1991-96), Em 1997-98 foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.</p><p>Das suas exposições individuais destacam-se: SPECTRUM 48 K, Galeria Presença, Porto, 2022, O MERGULHO, Casa das Artes de Tavira, ENCONTRO ÀS CEGAS, Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa, ambas em 2020, A ÓTICA DO UTILIZADOR, Appleton Square, Lisboa em 2019. UM QUARENTA na Galeria Diferença, Lisboa, URBE, Museu Arpad Szenes - Vieira da Silva, Lisboa, e um solo Project na Drawing Room em 2018. PANORAMA. 16 DE SETEMBRO, Galeria Presença, Porto em 2017, A TORRE, Galeria Miguel Nabinho, Lisboa, em 2016. id, galeria 111, Porto em 2012, id, galeria 111, e Pavilhão Branco do Museu da Cidade, Lisboa em 2011. Amnésia, Galeria 111, Porto e Lisboa e Atelier, Empty Cube, Appleton Square, Lisboa, em 2009. TEC., Museu da Electricidade, Lisboa, From Combat to Leisure, Museu de Arte Contemporânea de Elvas, em 2008. Imagens Impressas, Galeria Filomena Soares, Lisboa, 2007. Sinais Exteriores, Galeria Filomena Soares, Lisboa, Ter, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa, Ter / Contacto, Museu Grão Vasco, Viseu, Contacto, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, Coimbra Palleiros, A Chocolataría, Santiago de Compostela todas em 2005. Vá Para Fora Cá Dentro, Galeria Filomena Soares, Lisboa, 2002. Controle Remoto, Museu de Arte Contemporânea, Fortaleza de São Tiago, Funchal e Acesso, Galeria Presença, Porto, 2001.</p><p>&nbsp;Participou em inúmeras exposições colectivas destacando-se: PORQUÊ? A arte contemporânea em diálogo com o pensamento de José Saramago , Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa em 2022, The Peepshow. Artistas da Coleção de Arte Portuguesa Fundação EDP, MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Lisboa, em 2021; A guerra como modo de ver: obras da Coleção António Cachola, MACE - Museu de Arte Contemporânea de Elvas, 2019; As Casas na Colecção do CAM, Centro de Arte Moderna - Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 2016; A Ciência do Desenho, Casa da Cerca, Almada em 2012, Ponto de Vista: Obras da Colecção da Fundação PLMJ, Museu da Cidade, Lisboa, 2008; 50 Anos de Arte Portuguesa, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, em 2007, NonStopOpening-Lisboa, Galeria ZDB, 2000, Sete Artistas ao Décimo Mês, CAM, Fundação Calouste Gulbenkian, em 1996.</p><p>Em 2019, faz o Mural de Homenagem ao Fado. Largo de Santo Antoninho, Lisboa e em 2015 a Escultura dos 25 anos da meia maratona de Lisboa, Lisboa, projectos de arte publica. Recentemente participou no projeto&nbsp;<em>Contra-parede</em>, com curadoria de Hugo Dinis, que apresenta obras suas em diálogo&nbsp;com obras dos artistas Ana Vidigal e Nuno Nunes-Ferreira, numa exposição itinerante por Tavira, Caldas da Rainha, Abrantes e Vila Nova de Foz Côa.</p><p>A sua obra está representada nas seguintes coleccções: Museu Calouste Gulbenkian - Colecção Moderna, Lisboa, Colecção António Cachola, MACE - Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Colecção de Arte Fundação EDP, Lisboa, MUDAS. Museu de Arte Contemporânea da Madeira, Funchal, Fundação PLMJ, Lisboa, Coleção Manuel de Brito, Oeiras, Coleção Norlinda e José Lima, Oliva Creative Factory, São João da Madeira Coleção Fundação Leal Rios, Lisboa, Coleção de Arte do Estado, Portugal.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sites.google.com/site/pedrogomesarte/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sites.google.com/site/pedrogomesarte/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/pedro-gomes/?lang=pt-pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/pedro-gomes/?lang=pt-pt</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://col-antoniocachola.com/?cat=550&amp;lang=pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://col-antoniocachola.com/?cat=550&amp;lang=pt</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/03/30/25-anos-de-trabalhos-de-pedro-gomes-no-mnac/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/03/30/25-anos-de-trabalhos-de-pedro-gomes-no-mnac/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://maat.pt/index.php/pt/event/lado-b-pedro-gomes-1" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://maat.pt/index.php/pt/event/lado-b-pedro-gomes-1</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/cultura/2020-08-15-Materia-dada.-Pedro-Gomes-as-cegas-no-Chiado" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/cultura/2020-08-15-Materia-dada.-Pedro-Gomes-as-cegas-no-Chiado</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://drawingroom.pt/portfolio/pedro-gomes-2/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://drawingroom.pt/portfolio/pedro-gomes-2/</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 22.12.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Pedro Gomes, Moçambique 1972, vive e trabalha em Lisboa. Em 1998 terminou o Master in Fine Arts no Chelsea College of Art, Londres depois de ter concluído o curso Avançado de Artes Plásticas no Ar.Co em Lisboa (1991-96), Em 1997-98 foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.Das suas exposições individuais destacam-se: SPECTRUM 48 K, Galeria Presença, Porto, 2022, O MERGULHO, Casa das Artes de Tavira, ENCONTRO ÀS CEGAS, Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa, ambas em 2020, A ÓTICA DO UTILIZADOR, Appleton Square, Lisboa em 2019. UM QUARENTA na Galeria Diferença, Lisboa, URBE, Museu Arpad Szenes - Vieira da Silva, Lisboa, e um solo Project na Drawing Room em 2018. PANORAMA. 16 DE SETEMBRO, Galeria Presença, Porto em 2017, A TORRE, Galeria Miguel Nabinho, Lisboa, em 2016. id, galeria 111, Porto em 2012, id, galeria 111, e Pavilhão Branco do Museu da Cidade, Lisboa em 2011. Amnésia, Galeria 111, Porto e Lisboa e Atelier, Empty Cube, Appleton Square, Lisboa, em 2009. TEC., Museu da Electricidade, Lisboa, From Combat to Leisure, Museu de Arte Contemporânea de Elvas, em 2008. Imagens Impressas, Galeria Filomena Soares, Lisboa, 2007. Sinais Exteriores, Galeria Filomena Soares, Lisboa, Ter, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa, Ter / Contacto, Museu Grão Vasco, Viseu, Contacto, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, Coimbra Palleiros, A Chocolataría, Santiago de Compostela todas em 2005. Vá Para Fora Cá Dentro, Galeria Filomena Soares, Lisboa, 2002. Controle Remoto, Museu de Arte Contemporânea, Fortaleza de São Tiago, Funchal e Acesso, Galeria Presença, Porto, 2001. Participou em inúmeras exposições colectivas destacando-se: PORQUÊ? A arte contemporânea em diálogo com o pensamento de José Saramago , Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, Lisboa em 2022, The Peepshow. Artistas da Coleção de Arte Portuguesa Fundação EDP, MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Lisboa, em 2021; A guerra como modo de ver: obras da Coleção António Cachola, MACE - Museu de Arte Contemporânea de Elvas, 2019; As Casas na Colecção do CAM, Centro de Arte Moderna - Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 2016; A Ciência do Desenho, Casa da Cerca, Almada em 2012, Ponto de Vista: Obras da Colecção da Fundação PLMJ, Museu da Cidade, Lisboa, 2008; 50 Anos de Arte Portuguesa, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, em 2007, NonStopOpening-Lisboa, Galeria ZDB, 2000, Sete Artistas ao Décimo Mês, CAM, Fundação Calouste Gulbenkian, em 1996.Em 2019, faz o Mural de Homenagem ao Fado. Largo de Santo Antoninho, Lisboa e em 2015 a Escultura dos 25 anos da meia maratona de Lisboa, Lisboa, projectos de arte publica. Recentemente participou no projeto Contra-parede, com curadoria de Hugo Dinis, que apresenta obras suas em diálogo com obras dos artistas Ana Vidigal e Nuno Nunes-Ferreira, numa exposição itinerante por Tavira, Caldas da Rainha, Abrantes e Vila Nova de Foz Côa.A sua obra está representada nas seguintes coleccções: Museu Calouste Gulbenkian - Colecção Moderna, Lisboa, Colecção António Cachola, MACE - Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Colecção de Arte Fundação EDP, Lisboa, MUDAS. Museu de Arte Contemporânea da Madeira, Funchal, Fundação PLMJ, Lisboa, Coleção Manuel de Brito, Oeiras, Coleção Norlinda e José Lima, Oliva Creative Factory, São João da Madeira Coleção Fundação Leal Rios, Lisboa, Coleção de Arte do Estado, Portugal. Links: https://sites.google.com/site/pedrogomesarte/ https://appleton.pt/pedro-gomes/?lang=pt-pt https://col-antoniocachola.com/?cat=550&amp;lang=pt https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/03/30/25-anos-de-trabalhos-de-pedro-gomes-no-mnac/ https://maat.pt/index.php/pt/event/lado-b-pedro-gomes-1 https://expresso.pt/cultura/2020-08-15-Materia-dada.-Pedro-Gomes-as-cegas-no-Chiado https://drawingroom.pt/portfolio/pedro-gomes-2/Episódio gravado a 22.12.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 23 Dec 2022 19:00:24 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 87 - &#34;She will take the risk&#34; - Conversa com Carolina Trigueiros</title>
            <description><![CDATA[  <p>Carolina Forjaz Trigueiros</p><p>Licenciada em Comunicação Cultural entre Lisboa e Barcelona e com uma pós-graduação em Curadoria de Arte na Universidade Nova de Lisboa, integrou o programa Kuma International Summer School sobre arte contemporânea no contexto pós-guerra e reconciliação, com foco na antiga Jugoslávia. Desde 2022 é directora da galeria Jahn und Jahn em Lisboa. No passado colaborou como assessora artística e produtora na BoCA - Biennial of Contemporary Arts, e integrou a equipa da revista de arte Umbigo. Entre outros, foi curadora da exposição “Dip me in the river, drop me in the water!” (Galeria Pedro Cera - Lisboa, 2021); “cauda e cabeça” (Artes - Porto, 2020); “I will take the risk” (Azan - Lisboa, 2019); “One Shot” (Rua das Gaivotas 6 - Lisboa, 2018). Em 2019 organizou o projecto artístico em cabines telefónicas no espaço público, “On The Line” e, em 2018 foi programadora de artes visuais no festival Exquisito (Lisboa). Já coordenou e realizou debates, visitas guiadas e conversas. Escreve com frequência para vários artistas.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.artcuratorgrid.com/users/carolina-trigueiros/posts</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/pt/blog/author/carolinatrigueiros/</p><p><br></p><p>https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/e-um-momento-muito-entusiasmante-para-abrir-uma-galeria-de-arte-em-lisboa-101322</p><p><br></p><p>https://gerador.eu/i-will-take-the-risk-a-geracao-de-90-a-olhar-as-suas-possibilidades-nos-olhos/</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/09/02/dip-me-in-the-river-drop-me-in-the-water-na-galeria-pedro-cera/</p><p><br></p><p>https://www.nit.pt/cultura/teatro-e-exposicoes/esta-quinta-feira-os-telefones-publicos-lisboa-vao-estar-tocar</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 09.12.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Carolina Forjaz Trigueiros</p><p>Licenciada em Comunicação Cultural entre Lisboa e Barcelona e com uma pós-graduação em Curadoria de Arte na Universidade Nova de Lisboa, integrou o programa Kuma International Summer School sobre arte contemporânea no contexto pós-guerra e reconciliação, com foco na antiga Jugoslávia. Desde 2022 é directora da galeria Jahn und Jahn em Lisboa. No passado colaborou como assessora artística e produtora na BoCA - Biennial of Contemporary Arts, e integrou a equipa da revista de arte Umbigo. Entre outros, foi curadora da exposição “Dip me in the river, drop me in the water!” (Galeria Pedro Cera - Lisboa, 2021); “cauda e cabeça” (Artes - Porto, 2020); “I will take the risk” (Azan - Lisboa, 2019); “One Shot” (Rua das Gaivotas 6 - Lisboa, 2018). Em 2019 organizou o projecto artístico em cabines telefónicas no espaço público, “On The Line” e, em 2018 foi programadora de artes visuais no festival Exquisito (Lisboa). Já coordenou e realizou debates, visitas guiadas e conversas. Escreve com frequência para vários artistas.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.artcuratorgrid.com/users/carolina-trigueiros/posts</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/pt/blog/author/carolinatrigueiros/</p><p><br></p><p>https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/e-um-momento-muito-entusiasmante-para-abrir-uma-galeria-de-arte-em-lisboa-101322</p><p><br></p><p>https://gerador.eu/i-will-take-the-risk-a-geracao-de-90-a-olhar-as-suas-possibilidades-nos-olhos/</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/09/02/dip-me-in-the-river-drop-me-in-the-water-na-galeria-pedro-cera/</p><p><br></p><p>https://www.nit.pt/cultura/teatro-e-exposicoes/esta-quinta-feira-os-telefones-publicos-lisboa-vao-estar-tocar</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 09.12.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Carolina Forjaz TrigueirosLicenciada em Comunicação Cultural entre Lisboa e Barcelona e com uma pós-graduação em Curadoria de Arte na Universidade Nova de Lisboa, integrou o programa Kuma International Summer School sobre arte contemporânea no contexto pós-guerra e reconciliação, com foco na antiga Jugoslávia. Desde 2022 é directora da galeria Jahn und Jahn em Lisboa. No passado colaborou como assessora artística e produtora na BoCA - Biennial of Contemporary Arts, e integrou a equipa da revista de arte Umbigo. Entre outros, foi curadora da exposição “Dip me in the river, drop me in the water!” (Galeria Pedro Cera - Lisboa, 2021); “cauda e cabeça” (Artes - Porto, 2020); “I will take the risk” (Azan - Lisboa, 2019); “One Shot” (Rua das Gaivotas 6 - Lisboa, 2018). Em 2019 organizou o projecto artístico em cabines telefónicas no espaço público, “On The Line” e, em 2018 foi programadora de artes visuais no festival Exquisito (Lisboa). Já coordenou e realizou debates, visitas guiadas e conversas. Escreve com frequência para vários artistas.Links:https://www.artcuratorgrid.com/users/carolina-trigueiros/postshttps://umbigomagazine.com/pt/blog/author/carolinatrigueiros/https://www.timeout.pt/lisboa/pt/noticias/e-um-momento-muito-entusiasmante-para-abrir-uma-galeria-de-arte-em-lisboa-101322https://gerador.eu/i-will-take-the-risk-a-geracao-de-90-a-olhar-as-suas-possibilidades-nos-olhos/https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/09/02/dip-me-in-the-river-drop-me-in-the-water-na-galeria-pedro-cera/https://www.nit.pt/cultura/teatro-e-exposicoes/esta-quinta-feira-os-telefones-publicos-lisboa-vao-estar-tocar Episódio gravado a 09.12.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 17 Dec 2022 15:30:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 86 - &#34;Ice Ice Baby&#34; - Conversa com Maria Ana Vasco Costa</title>
            <description><![CDATA[  <p>Maria Ana Vasco Costa é artista visual, vive e trabalha em Lisboa.</p><p>A sua prática centra-se essencialmente em escultura e intervenções sites-specific, utilizando a cerâmica como material de eleição.</p><p>É formada em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, completando a sua formação em Cerâmica no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual tendo finalizado com Projecto Avançado de Arte Plásticas.</p><p>Foi selecionada para o Mostyn Open 19 e as suas intervenções têm sido premiadas nos Surface Design Awards, UK, em 2016, 2017 e em 2018.</p><p>Maria Ana expõe regularmente o seu trabalho em Portugal e no estrangeiro: Exposições individuais:&nbsp;“5 a.m.” Galeria Fonseca Macedo, Açores (2022); “Viridian”, Taffimai(2022); ”Ice Ice Baby” Appleton (2021) "Água d ́Alto", Galeria Municipal de Arte, Almada (2019); ”Veículo Longo”, Casa Atelier Vieira da Silva (2019) Exposições Colectivas: ”Pintura: Campo de Observação II”, Galeria Cristina Guerra (2021);”Pitching itself a tent where we all may enter” Quetzal Art Centre, (2021) “No Feminino “ Galeria Fonseca Macedo, Ponta Delgada (2019);“The Land of the Glazed Cities” Imperial Palace, Beijing (2019); “Do presente para o futuro”, Museu Nacional do Azulejo, Lisboa (2018); “Portugal Tropical”, Merzbau Gallery, Miami (2016); “Primeira Escolha”, Museu José Malhoa, Caldas da Rainha (2016); “Mostyn 19 Agora”, Mostyn, Landudno, Wales (2015), “HD”, Espaço AZ, Lisboa (2014) e “ABECEDÁRIO - 40 Anos do Ar.Co”, Museu do Chiado, Lisboa, Portugal (2013).</p><p>Maria Ana fez em 2022 uma escultura pública de homenagem a Simone Veil, por ocasião do encerramento da Temporada Portugal França a convite da Câmara Municipal de Lisboa e é co-responsável pelo departamento de Cerâmica do Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação visual</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://mavcstudio.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://mavcstudio.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://jeannebucherjaeger.com/artist/vasco-costa-maria-ana/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://jeannebucherjaeger.com/artist/vasco-costa-maria-ana/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.lisboa.pt/atualidade/noticias/detalhe/simone-veil-homenageada-em-lisboa" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.lisboa.pt/atualidade/noticias/detalhe/simone-veil-homenageada-em-lisboa</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2020/06/14/culturaipsilon/noticia/arquitectura-paredes-dancam-luz-1920013" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2020/06/14/culturaipsilon/noticia/arquitectura-paredes-dancam-luz-1920013</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://vimeo.com/228050057" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://vimeo.com/228050057</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p10004/terra-historias-da-ceramica" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p10004/terra-historias-da-ceramica</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p3958/e320958/criar-pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p3958/e320958/criar-pt</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 25.11.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Maria Ana Vasco Costa é artista visual, vive e trabalha em Lisboa.</p><p>A sua prática centra-se essencialmente em escultura e intervenções sites-specific, utilizando a cerâmica como material de eleição.</p><p>É formada em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, completando a sua formação em Cerâmica no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual tendo finalizado com Projecto Avançado de Arte Plásticas.</p><p>Foi selecionada para o Mostyn Open 19 e as suas intervenções têm sido premiadas nos Surface Design Awards, UK, em 2016, 2017 e em 2018.</p><p>Maria Ana expõe regularmente o seu trabalho em Portugal e no estrangeiro: Exposições individuais:&nbsp;“5 a.m.” Galeria Fonseca Macedo, Açores (2022); “Viridian”, Taffimai(2022); ”Ice Ice Baby” Appleton (2021) "Água d ́Alto", Galeria Municipal de Arte, Almada (2019); ”Veículo Longo”, Casa Atelier Vieira da Silva (2019) Exposições Colectivas: ”Pintura: Campo de Observação II”, Galeria Cristina Guerra (2021);”Pitching itself a tent where we all may enter” Quetzal Art Centre, (2021) “No Feminino “ Galeria Fonseca Macedo, Ponta Delgada (2019);“The Land of the Glazed Cities” Imperial Palace, Beijing (2019); “Do presente para o futuro”, Museu Nacional do Azulejo, Lisboa (2018); “Portugal Tropical”, Merzbau Gallery, Miami (2016); “Primeira Escolha”, Museu José Malhoa, Caldas da Rainha (2016); “Mostyn 19 Agora”, Mostyn, Landudno, Wales (2015), “HD”, Espaço AZ, Lisboa (2014) e “ABECEDÁRIO - 40 Anos do Ar.Co”, Museu do Chiado, Lisboa, Portugal (2013).</p><p>Maria Ana fez em 2022 uma escultura pública de homenagem a Simone Veil, por ocasião do encerramento da Temporada Portugal França a convite da Câmara Municipal de Lisboa e é co-responsável pelo departamento de Cerâmica do Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação visual</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://mavcstudio.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://mavcstudio.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://jeannebucherjaeger.com/artist/vasco-costa-maria-ana/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://jeannebucherjaeger.com/artist/vasco-costa-maria-ana/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.lisboa.pt/atualidade/noticias/detalhe/simone-veil-homenageada-em-lisboa" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.lisboa.pt/atualidade/noticias/detalhe/simone-veil-homenageada-em-lisboa</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2020/06/14/culturaipsilon/noticia/arquitectura-paredes-dancam-luz-1920013" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2020/06/14/culturaipsilon/noticia/arquitectura-paredes-dancam-luz-1920013</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://vimeo.com/228050057" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://vimeo.com/228050057</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p10004/terra-historias-da-ceramica" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p10004/terra-historias-da-ceramica</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p3958/e320958/criar-pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p3958/e320958/criar-pt</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 25.11.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Maria Ana Vasco Costa é artista visual, vive e trabalha em Lisboa.A sua prática centra-se essencialmente em escultura e intervenções sites-specific, utilizando a cerâmica como material de eleição.É formada em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, completando a sua formação em Cerâmica no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual tendo finalizado com Projecto Avançado de Arte Plásticas.Foi selecionada para o Mostyn Open 19 e as suas intervenções têm sido premiadas nos Surface Design Awards, UK, em 2016, 2017 e em 2018.Maria Ana expõe regularmente o seu trabalho em Portugal e no estrangeiro: Exposições individuais: “5 a.m.” Galeria Fonseca Macedo, Açores (2022); “Viridian”, Taffimai(2022); ”Ice Ice Baby” Appleton (2021) &#34;Água d ́Alto&#34;, Galeria Municipal de Arte, Almada (2019); ”Veículo Longo”, Casa Atelier Vieira da Silva (2019) Exposições Colectivas: ”Pintura: Campo de Observação II”, Galeria Cristina Guerra (2021);”Pitching itself a tent where we all may enter” Quetzal Art Centre, (2021) “No Feminino “ Galeria Fonseca Macedo, Ponta Delgada (2019);“The Land of the Glazed Cities” Imperial Palace, Beijing (2019); “Do presente para o futuro”, Museu Nacional do Azulejo, Lisboa (2018); “Portugal Tropical”, Merzbau Gallery, Miami (2016); “Primeira Escolha”, Museu José Malhoa, Caldas da Rainha (2016); “Mostyn 19 Agora”, Mostyn, Landudno, Wales (2015), “HD”, Espaço AZ, Lisboa (2014) e “ABECEDÁRIO - 40 Anos do Ar.Co”, Museu do Chiado, Lisboa, Portugal (2013).Maria Ana fez em 2022 uma escultura pública de homenagem a Simone Veil, por ocasião do encerramento da Temporada Portugal França a convite da Câmara Municipal de Lisboa e é co-responsável pelo departamento de Cerâmica do Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação visual Links: https://mavcstudio.com/ https://jeannebucherjaeger.com/artist/vasco-costa-maria-ana/ https://www.lisboa.pt/atualidade/noticias/detalhe/simone-veil-homenageada-em-lisboa https://www.publico.pt/2020/06/14/culturaipsilon/noticia/arquitectura-paredes-dancam-luz-1920013 https://vimeo.com/228050057 https://www.rtp.pt/play/p10004/terra-historias-da-ceramica https://www.rtp.pt/play/p3958/e320958/criar-pt  Episódio gravado a 25.11.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 12 Dec 2022 05:00:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 85 - &#34;Faca na Pedra&#34; - Conversa com Rita Castro Neves e Daniel Moreira</title>
            <description><![CDATA[  <p>Daniel Moreira e Rita Castro Neves vivem e trabalham entre o Porto e a Beira Alta. Daniel Moreira é licenciado em Arquitectura, iniciando em 2000 um percurso multidisciplinar entre a arquitectura e as artes plásticas. Rita Castro Neves, após terminar o Curso Avançado de Fotografia do Ar.Co em Lisboa e o Master in Fine Art da Slade School of Fine Art de Londres, inicia uma atividade artística regular, de docência e de curadoria.</p><p>Com percursos artísticos separados, começaram a trabalhar em colaboração com <em>Laking</em>, que realizaram em 2015 a convite do espaço artístico finlandês Oksasenkatu 11, iniciando um projeto longo a propósito da representação da paisagem, em que refletem com o desenho, a fotografia e o vídeo, de forma instalada, sobre colaboração artística, diferentes técnicas e culturas artísticas, território, escala e percurso. Desde então realizam diversas exposições individuais e coletivas, bem como residências artísticas.&nbsp;Em 2020 terminam o projeto de recuperação da <em>Escola de Macieira</em>, uma antiga escola primária do Plano dos Centenários na Serra de São Macário, na Beira Alta, para aí iniciarem um projeto de reflexão sobre cultura serrana, a natureza e o rural, e logo pela ecologia, a biopolítica e a preservação ambiental.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>http://ritacastroneves.com/en/</p><p><br></p><p>http://danielmoreiraartist.blogspot.com/</p><p><br></p><p>https://escolademacieira.com/about/</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/11/29/faca-na-pedra-na-appleton/</p><p><br></p><p>https://ateliefidalga.com.br/galerias/Daniel-Moreira-e-Rita-Castro-Neves-pt</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2021/06/26/p3/reportagem/antiga-escola-primaria-serra-sao-macario-fez-residencia-artistas-artistas-1967857</p><p><br></p><p>https://www.cafecandelabro.com/playlist-29-daniel-moreira-rita-castro-neves/</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 03.11.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Daniel Moreira e Rita Castro Neves vivem e trabalham entre o Porto e a Beira Alta. Daniel Moreira é licenciado em Arquitectura, iniciando em 2000 um percurso multidisciplinar entre a arquitectura e as artes plásticas. Rita Castro Neves, após terminar o Curso Avançado de Fotografia do Ar.Co em Lisboa e o Master in Fine Art da Slade School of Fine Art de Londres, inicia uma atividade artística regular, de docência e de curadoria.</p><p>Com percursos artísticos separados, começaram a trabalhar em colaboração com <em>Laking</em>, que realizaram em 2015 a convite do espaço artístico finlandês Oksasenkatu 11, iniciando um projeto longo a propósito da representação da paisagem, em que refletem com o desenho, a fotografia e o vídeo, de forma instalada, sobre colaboração artística, diferentes técnicas e culturas artísticas, território, escala e percurso. Desde então realizam diversas exposições individuais e coletivas, bem como residências artísticas.&nbsp;Em 2020 terminam o projeto de recuperação da <em>Escola de Macieira</em>, uma antiga escola primária do Plano dos Centenários na Serra de São Macário, na Beira Alta, para aí iniciarem um projeto de reflexão sobre cultura serrana, a natureza e o rural, e logo pela ecologia, a biopolítica e a preservação ambiental.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>http://ritacastroneves.com/en/</p><p><br></p><p>http://danielmoreiraartist.blogspot.com/</p><p><br></p><p>https://escolademacieira.com/about/</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/11/29/faca-na-pedra-na-appleton/</p><p><br></p><p>https://ateliefidalga.com.br/galerias/Daniel-Moreira-e-Rita-Castro-Neves-pt</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2021/06/26/p3/reportagem/antiga-escola-primaria-serra-sao-macario-fez-residencia-artistas-artistas-1967857</p><p><br></p><p>https://www.cafecandelabro.com/playlist-29-daniel-moreira-rita-castro-neves/</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 03.11.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Daniel Moreira e Rita Castro Neves vivem e trabalham entre o Porto e a Beira Alta. Daniel Moreira é licenciado em Arquitectura, iniciando em 2000 um percurso multidisciplinar entre a arquitectura e as artes plásticas. Rita Castro Neves, após terminar o Curso Avançado de Fotografia do Ar.Co em Lisboa e o Master in Fine Art da Slade School of Fine Art de Londres, inicia uma atividade artística regular, de docência e de curadoria.Com percursos artísticos separados, começaram a trabalhar em colaboração com Laking, que realizaram em 2015 a convite do espaço artístico finlandês Oksasenkatu 11, iniciando um projeto longo a propósito da representação da paisagem, em que refletem com o desenho, a fotografia e o vídeo, de forma instalada, sobre colaboração artística, diferentes técnicas e culturas artísticas, território, escala e percurso. Desde então realizam diversas exposições individuais e coletivas, bem como residências artísticas. Em 2020 terminam o projeto de recuperação da Escola de Macieira, uma antiga escola primária do Plano dos Centenários na Serra de São Macário, na Beira Alta, para aí iniciarem um projeto de reflexão sobre cultura serrana, a natureza e o rural, e logo pela ecologia, a biopolítica e a preservação ambiental.Links:http://ritacastroneves.com/en/http://danielmoreiraartist.blogspot.com/https://escolademacieira.com/about/https://umbigomagazine.com/pt/blog/2022/11/29/faca-na-pedra-na-appleton/https://ateliefidalga.com.br/galerias/Daniel-Moreira-e-Rita-Castro-Neves-pthttps://www.publico.pt/2021/06/26/p3/reportagem/antiga-escola-primaria-serra-sao-macario-fez-residencia-artistas-artistas-1967857https://www.cafecandelabro.com/playlist-29-daniel-moreira-rita-castro-neves/Episódio gravado a 03.11.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 30 Nov 2022 18:26:51 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 84 - &#34;Flash-forward&#34; - Conversa com João Luís Carrilho da Graça</title>
            <description><![CDATA[  <p>João Luís Carrilho da Graça, Portalegre 1952 arquitecto desde 1977, vive e trabalha em Lisboa.</p><p>À sua obra foram atribuídos diversos prémios e distinções, nomeadamente o Prémio da Associação Internacional dos Críticos de Arte (1992); Prémio Secil de Arquitectura (1994); Prémio Valmor (1998, 2008, 2010, 2017, Menção em 1993, 2007, 2013); Prémio FAD Ibérico (1999); Ordem de Mérito da República Portuguesa (1999); Prémio Bienal Internacional da Luz – Luzboa (2004); Prémio Pessoa (2008); Prémio Piranesi - Prémio de Roma (2010); Ordem das Artes e Letras - República Francesa (2010); Medalha da Academia de Arquitectura, Paris (2012); Prémio Internacional de Arquitectura Sacra Frate-Sole (2012); Prémio Bienal Ibero Americana de Arquitectura e Urbanismo (2012); International Fellowship do Royal Institute of British Architects (2015); Membro Honorário da Ordem dos Arquitectos (2015); Prémio Bienal Internacional de Arquitectura de Buenos Aires (2018); Prémio Leon Battista Alberti do Politecnico de Milão, Mantova (2018); Prémio arpaFil, Guadalajara, México (2018); Ordem da Instrução Pública da República Portuguesa (2019).</p><p>Participou na representação oficial de Portugal à 12a, 13a e 16a Bienal de Arquitectura de Veneza e na exposição central da 15a Bienal.</p><p>Professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa entre 1977 e 1992 e, posteriormente, entre 2014 e 2019; Universidade Autónoma de Lisboa entre 2001 e 2010; Universidade de Navarra entre 2005 e 2015; Cornell University, New York, em 2015; Escola Superior de Paisagem, Engenharia e Arquitectura de Genève, em 2019, da Cátedra Unesco Leon Battista Alberti do Campus de Mantova do Politecnico de Milão de 2017 a 2019, e actualmente no curso de Architettura da Universidade de Mendrisio, italia</p><p>Doutor Honoris Causa pela Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.carrilhodagraca.pt/</p><p><br></p><p>https://elcroquisdigital.com/en/magazine/el-croquis/170-joao-luis-carrilho-da-graca-2002-2013#.Y37CP-zP3PA</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=GH4xd-gojzw</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=y_LrKlG4i2w</p><p><br></p><p>https://www.archdaily.com.br/br/959734/terminal-de-cruzeiros-em-lisboa-uma-entrevista-com-carrilho-da-graca</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 13.10.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p><br></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>João Luís Carrilho da Graça, Portalegre 1952 arquitecto desde 1977, vive e trabalha em Lisboa.</p><p>À sua obra foram atribuídos diversos prémios e distinções, nomeadamente o Prémio da Associação Internacional dos Críticos de Arte (1992); Prémio Secil de Arquitectura (1994); Prémio Valmor (1998, 2008, 2010, 2017, Menção em 1993, 2007, 2013); Prémio FAD Ibérico (1999); Ordem de Mérito da República Portuguesa (1999); Prémio Bienal Internacional da Luz – Luzboa (2004); Prémio Pessoa (2008); Prémio Piranesi - Prémio de Roma (2010); Ordem das Artes e Letras - República Francesa (2010); Medalha da Academia de Arquitectura, Paris (2012); Prémio Internacional de Arquitectura Sacra Frate-Sole (2012); Prémio Bienal Ibero Americana de Arquitectura e Urbanismo (2012); International Fellowship do Royal Institute of British Architects (2015); Membro Honorário da Ordem dos Arquitectos (2015); Prémio Bienal Internacional de Arquitectura de Buenos Aires (2018); Prémio Leon Battista Alberti do Politecnico de Milão, Mantova (2018); Prémio arpaFil, Guadalajara, México (2018); Ordem da Instrução Pública da República Portuguesa (2019).</p><p>Participou na representação oficial de Portugal à 12a, 13a e 16a Bienal de Arquitectura de Veneza e na exposição central da 15a Bienal.</p><p>Professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa entre 1977 e 1992 e, posteriormente, entre 2014 e 2019; Universidade Autónoma de Lisboa entre 2001 e 2010; Universidade de Navarra entre 2005 e 2015; Cornell University, New York, em 2015; Escola Superior de Paisagem, Engenharia e Arquitectura de Genève, em 2019, da Cátedra Unesco Leon Battista Alberti do Campus de Mantova do Politecnico de Milão de 2017 a 2019, e actualmente no curso de Architettura da Universidade de Mendrisio, italia</p><p>Doutor Honoris Causa pela Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.carrilhodagraca.pt/</p><p><br></p><p>https://elcroquisdigital.com/en/magazine/el-croquis/170-joao-luis-carrilho-da-graca-2002-2013#.Y37CP-zP3PA</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=GH4xd-gojzw</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=y_LrKlG4i2w</p><p><br></p><p>https://www.archdaily.com.br/br/959734/terminal-de-cruzeiros-em-lisboa-uma-entrevista-com-carrilho-da-graca</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 13.10.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p><br></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>João Luís Carrilho da Graça, Portalegre 1952 arquitecto desde 1977, vive e trabalha em Lisboa.À sua obra foram atribuídos diversos prémios e distinções, nomeadamente o Prémio da Associação Internacional dos Críticos de Arte (1992); Prémio Secil de Arquitectura (1994); Prémio Valmor (1998, 2008, 2010, 2017, Menção em 1993, 2007, 2013); Prémio FAD Ibérico (1999); Ordem de Mérito da República Portuguesa (1999); Prémio Bienal Internacional da Luz – Luzboa (2004); Prémio Pessoa (2008); Prémio Piranesi - Prémio de Roma (2010); Ordem das Artes e Letras - República Francesa (2010); Medalha da Academia de Arquitectura, Paris (2012); Prémio Internacional de Arquitectura Sacra Frate-Sole (2012); Prémio Bienal Ibero Americana de Arquitectura e Urbanismo (2012); International Fellowship do Royal Institute of British Architects (2015); Membro Honorário da Ordem dos Arquitectos (2015); Prémio Bienal Internacional de Arquitectura de Buenos Aires (2018); Prémio Leon Battista Alberti do Politecnico de Milão, Mantova (2018); Prémio arpaFil, Guadalajara, México (2018); Ordem da Instrução Pública da República Portuguesa (2019).Participou na representação oficial de Portugal à 12a, 13a e 16a Bienal de Arquitectura de Veneza e na exposição central da 15a Bienal.Professor na Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa entre 1977 e 1992 e, posteriormente, entre 2014 e 2019; Universidade Autónoma de Lisboa entre 2001 e 2010; Universidade de Navarra entre 2005 e 2015; Cornell University, New York, em 2015; Escola Superior de Paisagem, Engenharia e Arquitectura de Genève, em 2019, da Cátedra Unesco Leon Battista Alberti do Campus de Mantova do Politecnico de Milão de 2017 a 2019, e actualmente no curso de Architettura da Universidade de Mendrisio, italiaDoutor Honoris Causa pela Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa.Links:https://www.carrilhodagraca.pt/https://elcroquisdigital.com/en/magazine/el-croquis/170-joao-luis-carrilho-da-graca-2002-2013#.Y37CP-zP3PAhttps://www.youtube.com/watch?v=GH4xd-gojzwhttps://www.youtube.com/watch?v=y_LrKlG4i2whttps://www.archdaily.com.br/br/959734/terminal-de-cruzeiros-em-lisboa-uma-entrevista-com-carrilho-da-gracaEpisódio gravado a 13.10.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 24 Nov 2022 01:04:59 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 83 - &#34;Linguagens Liminares&#34; - Conversa com David Revés e João Conceição</title>
            <description><![CDATA[  <p>David Revés é um curador, escritor e investigador português baseado entre Lisboa e Estocolmo. É licenciado em Ciências da Comunicação -Contemporary Cultures and New Technologies (Universidade NOVA) e Mestre em Estudos Artísticos (Universidade do Porto). Como curador, desenvolveu vários projectos, tais como "Ablutions", exposição colectiva na Casa de História Judaica, Elvas; "gravitas", exposição colectiva na Fundação Leal Rios; Isabel Cordovil x GAS, "The Sunlight Will Break The Party", Rua das Gaivotas 6, Lisboa; Carlos Nogueira, "wind shadows". entre águas", Arpad Szenes - Fundação Vieira da Silva, Lisboa; "um corpo, um rio", exposição colectiva na Galeria Liminare, Lisboa; Rodrigo Gomes, "Espelhos Sussurrantes", Carpintarias de São Lázaro, Lisboa; "A Hunted Time", exposição colectiva na Casa do Capitão, Lisboa; entre outros. Foi curador chefe e programador na Galeria Painel, Porto (2016-2018), co-curador da Fundação DIDAC, Santiago de Compostela, ES (2019), e parte da equipa curatorial do CINENOVA - Festival Interuniversitário de Cinema (2020-2021). David também colaborou com alguns locais-chave portugueses, tais como o Museu Nacional Soares dos Reis e o Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Desenvolve regularmente uma actividade crítica e ensaística com a qual colabora para revistas especializadas, livros de artistas, edições académicas, palestras, e seminários. Como editor, está agora a trabalhar num livro chamado "Profanações" e como crítico/educador está a preparar um programa de residência internacional no Algarve [região sul de Portugal], proporcionando um encontro para artistas e outros autores sob o tema da natureza, cultura e o Planetário.</p><p>&nbsp;</p><p>João Conceição&nbsp;(Lisboa, 1991) vive e trabalha em Londres. É curador no De La Warr Pavilion, Bexhill-on-sea [UK]. Anteriormente foi Assistente de Programação na Gasworks, e trabalhou na Chisenhale Gallery, ambas em Londres. É formado em Cultura, Crítica e Curadoria pela Central Saint Martins, e tem um mestrado em Teoria de Arte Contemporânea pela Goldsmiths University of London, ambas em Londres. Entre vários projetos e exposições que curou estão: “Queering Landscapes” e “Where we see João Pedro Rodrigues” em parceira com Queer Lisboa no Deptford Cinema (Londres, 2019), “In a State of Alterity” na Galeria Painel (Porto, 2017) e “As in, us viewing the objects. the objects viewing each other. and then the objects” na Chalton Gallery (Londres, 2016).</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.artcuratorgrid.com/users/david-reves/posts</p><p><br></p><p>https://www.dlwp.com/</p><p><br></p><p>https://www.magazine.artconnect.com/curators/david-reves</p><p><br></p><p>https://www.artrabbit.com/people/joaoconceicao/curator</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 04.11.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>David Revés é um curador, escritor e investigador português baseado entre Lisboa e Estocolmo. É licenciado em Ciências da Comunicação -Contemporary Cultures and New Technologies (Universidade NOVA) e Mestre em Estudos Artísticos (Universidade do Porto). Como curador, desenvolveu vários projectos, tais como "Ablutions", exposição colectiva na Casa de História Judaica, Elvas; "gravitas", exposição colectiva na Fundação Leal Rios; Isabel Cordovil x GAS, "The Sunlight Will Break The Party", Rua das Gaivotas 6, Lisboa; Carlos Nogueira, "wind shadows". entre águas", Arpad Szenes - Fundação Vieira da Silva, Lisboa; "um corpo, um rio", exposição colectiva na Galeria Liminare, Lisboa; Rodrigo Gomes, "Espelhos Sussurrantes", Carpintarias de São Lázaro, Lisboa; "A Hunted Time", exposição colectiva na Casa do Capitão, Lisboa; entre outros. Foi curador chefe e programador na Galeria Painel, Porto (2016-2018), co-curador da Fundação DIDAC, Santiago de Compostela, ES (2019), e parte da equipa curatorial do CINENOVA - Festival Interuniversitário de Cinema (2020-2021). David também colaborou com alguns locais-chave portugueses, tais como o Museu Nacional Soares dos Reis e o Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Desenvolve regularmente uma actividade crítica e ensaística com a qual colabora para revistas especializadas, livros de artistas, edições académicas, palestras, e seminários. Como editor, está agora a trabalhar num livro chamado "Profanações" e como crítico/educador está a preparar um programa de residência internacional no Algarve [região sul de Portugal], proporcionando um encontro para artistas e outros autores sob o tema da natureza, cultura e o Planetário.</p><p>&nbsp;</p><p>João Conceição&nbsp;(Lisboa, 1991) vive e trabalha em Londres. É curador no De La Warr Pavilion, Bexhill-on-sea [UK]. Anteriormente foi Assistente de Programação na Gasworks, e trabalhou na Chisenhale Gallery, ambas em Londres. É formado em Cultura, Crítica e Curadoria pela Central Saint Martins, e tem um mestrado em Teoria de Arte Contemporânea pela Goldsmiths University of London, ambas em Londres. Entre vários projetos e exposições que curou estão: “Queering Landscapes” e “Where we see João Pedro Rodrigues” em parceira com Queer Lisboa no Deptford Cinema (Londres, 2019), “In a State of Alterity” na Galeria Painel (Porto, 2017) e “As in, us viewing the objects. the objects viewing each other. and then the objects” na Chalton Gallery (Londres, 2016).</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.artcuratorgrid.com/users/david-reves/posts</p><p><br></p><p>https://www.dlwp.com/</p><p><br></p><p>https://www.magazine.artconnect.com/curators/david-reves</p><p><br></p><p>https://www.artrabbit.com/people/joaoconceicao/curator</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 04.11.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>David Revés é um curador, escritor e investigador português baseado entre Lisboa e Estocolmo. É licenciado em Ciências da Comunicação -Contemporary Cultures and New Technologies (Universidade NOVA) e Mestre em Estudos Artísticos (Universidade do Porto). Como curador, desenvolveu vários projectos, tais como &#34;Ablutions&#34;, exposição colectiva na Casa de História Judaica, Elvas; &#34;gravitas&#34;, exposição colectiva na Fundação Leal Rios; Isabel Cordovil x GAS, &#34;The Sunlight Will Break The Party&#34;, Rua das Gaivotas 6, Lisboa; Carlos Nogueira, &#34;wind shadows&#34;. entre águas&#34;, Arpad Szenes - Fundação Vieira da Silva, Lisboa; &#34;um corpo, um rio&#34;, exposição colectiva na Galeria Liminare, Lisboa; Rodrigo Gomes, &#34;Espelhos Sussurrantes&#34;, Carpintarias de São Lázaro, Lisboa; &#34;A Hunted Time&#34;, exposição colectiva na Casa do Capitão, Lisboa; entre outros. Foi curador chefe e programador na Galeria Painel, Porto (2016-2018), co-curador da Fundação DIDAC, Santiago de Compostela, ES (2019), e parte da equipa curatorial do CINENOVA - Festival Interuniversitário de Cinema (2020-2021). David também colaborou com alguns locais-chave portugueses, tais como o Museu Nacional Soares dos Reis e o Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Desenvolve regularmente uma actividade crítica e ensaística com a qual colabora para revistas especializadas, livros de artistas, edições académicas, palestras, e seminários. Como editor, está agora a trabalhar num livro chamado &#34;Profanações&#34; e como crítico/educador está a preparar um programa de residência internacional no Algarve [região sul de Portugal], proporcionando um encontro para artistas e outros autores sob o tema da natureza, cultura e o Planetário. João Conceição (Lisboa, 1991) vive e trabalha em Londres. É curador no De La Warr Pavilion, Bexhill-on-sea [UK]. Anteriormente foi Assistente de Programação na Gasworks, e trabalhou na Chisenhale Gallery, ambas em Londres. É formado em Cultura, Crítica e Curadoria pela Central Saint Martins, e tem um mestrado em Teoria de Arte Contemporânea pela Goldsmiths University of London, ambas em Londres. Entre vários projetos e exposições que curou estão: “Queering Landscapes” e “Where we see João Pedro Rodrigues” em parceira com Queer Lisboa no Deptford Cinema (Londres, 2019), “In a State of Alterity” na Galeria Painel (Porto, 2017) e “As in, us viewing the objects. the objects viewing each other. and then the objects” na Chalton Gallery (Londres, 2016).Links:https://www.artcuratorgrid.com/users/david-reves/postshttps://www.dlwp.com/https://www.magazine.artconnect.com/curators/david-reveshttps://www.artrabbit.com/people/joaoconceicao/curatorEpisódio gravado a 04.11.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <title>Episódio 82 - &#34;O design do objecto&#34; - Conversa com Miguel Vieira Baptista</title>
            <description><![CDATA[  <p>Miguel Vieira Baptista, Lisboa 1968</p><p>Estudou na Universidade IADE em Lisboa e licenciou-se em Design de Produtos pela Escola de Arte de Glasgow em 1993.Desde 2000 combinou a sua actividade principal como designer de produto para marcas como Asplund, Authentics, Kvadrat, Amorim ou Vista Alegre, juntamente com várias exposições e interiores encomendados por clientes como, Fundação EDP, Experimentadesign, ModaLisboa - Lisbon Fashion Week ou Renova. A partir de 2003 Miguel Vieira Baptista começou a produzir e exibir regularmente peças de edições limitadas para galerias como Loja da Atalaia, Cristina Guerra, Marz, Appleton Square, Gabinete e DIDAC. Tem também curadoria de várias exposições como a "Dieter Rams Haus" apresentada em 2001 no Centro Cultural de Belém - CCB em Lisboa e a "Lápis - Drawing Experience" apresentada pela primeira vez na Loja da Atalaia em 2007. A par da sua prática de desenho, lecciona o curso de Desenho Industrial na ESAD-CR em Caldas da Rainha desde 2000. Em 2010 foi professor convidado na ECAL em Lausanne. As suas peças têm sido amplamente expostas e fazem parte de várias colecções privadas e públicas como o Museu de Design e Moda do MUDE de Lisboa, a Colecção Francisco Capelo. Em 2013 foi galardoado com o Prémio Audi Mentor pela A&amp;W em Colónia.</p><p><br></p><p>https://www.miguelvieirabaptista.com/</p><p><br></p><p>http://www.primeirapedra.com/creators/miguel-vieira-baptista/</p><p><br></p><p>https://appleton.pt/miguel-vieira-baptista/</p><p><br></p><p>https://www.emptycube.org/english/artista28/artista_ad.html</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=3oawvpUxa5E</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 12.10.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Miguel Vieira Baptista, Lisboa 1968</p><p>Estudou na Universidade IADE em Lisboa e licenciou-se em Design de Produtos pela Escola de Arte de Glasgow em 1993.Desde 2000 combinou a sua actividade principal como designer de produto para marcas como Asplund, Authentics, Kvadrat, Amorim ou Vista Alegre, juntamente com várias exposições e interiores encomendados por clientes como, Fundação EDP, Experimentadesign, ModaLisboa - Lisbon Fashion Week ou Renova. A partir de 2003 Miguel Vieira Baptista começou a produzir e exibir regularmente peças de edições limitadas para galerias como Loja da Atalaia, Cristina Guerra, Marz, Appleton Square, Gabinete e DIDAC. Tem também curadoria de várias exposições como a "Dieter Rams Haus" apresentada em 2001 no Centro Cultural de Belém - CCB em Lisboa e a "Lápis - Drawing Experience" apresentada pela primeira vez na Loja da Atalaia em 2007. A par da sua prática de desenho, lecciona o curso de Desenho Industrial na ESAD-CR em Caldas da Rainha desde 2000. Em 2010 foi professor convidado na ECAL em Lausanne. As suas peças têm sido amplamente expostas e fazem parte de várias colecções privadas e públicas como o Museu de Design e Moda do MUDE de Lisboa, a Colecção Francisco Capelo. Em 2013 foi galardoado com o Prémio Audi Mentor pela A&amp;W em Colónia.</p><p><br></p><p>https://www.miguelvieirabaptista.com/</p><p><br></p><p>http://www.primeirapedra.com/creators/miguel-vieira-baptista/</p><p><br></p><p>https://appleton.pt/miguel-vieira-baptista/</p><p><br></p><p>https://www.emptycube.org/english/artista28/artista_ad.html</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=3oawvpUxa5E</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 12.10.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Miguel Vieira Baptista, Lisboa 1968Estudou na Universidade IADE em Lisboa e licenciou-se em Design de Produtos pela Escola de Arte de Glasgow em 1993.Desde 2000 combinou a sua actividade principal como designer de produto para marcas como Asplund, Authentics, Kvadrat, Amorim ou Vista Alegre, juntamente com várias exposições e interiores encomendados por clientes como, Fundação EDP, Experimentadesign, ModaLisboa - Lisbon Fashion Week ou Renova. A partir de 2003 Miguel Vieira Baptista começou a produzir e exibir regularmente peças de edições limitadas para galerias como Loja da Atalaia, Cristina Guerra, Marz, Appleton Square, Gabinete e DIDAC. Tem também curadoria de várias exposições como a &#34;Dieter Rams Haus&#34; apresentada em 2001 no Centro Cultural de Belém - CCB em Lisboa e a &#34;Lápis - Drawing Experience&#34; apresentada pela primeira vez na Loja da Atalaia em 2007. A par da sua prática de desenho, lecciona o curso de Desenho Industrial na ESAD-CR em Caldas da Rainha desde 2000. Em 2010 foi professor convidado na ECAL em Lausanne. As suas peças têm sido amplamente expostas e fazem parte de várias colecções privadas e públicas como o Museu de Design e Moda do MUDE de Lisboa, a Colecção Francisco Capelo. Em 2013 foi galardoado com o Prémio Audi Mentor pela A&amp;W em Colónia.https://www.miguelvieirabaptista.com/http://www.primeirapedra.com/creators/miguel-vieira-baptista/https://appleton.pt/miguel-vieira-baptista/https://www.emptycube.org/english/artista28/artista_ad.htmlhttps://www.youtube.com/watch?v=3oawvpUxa5EEpisódio gravado a 12.10.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 05 Nov 2022 17:26:03 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 81 - &#34;Super 8&#34; - Conversa com Jorge Bodanzky e David Maranha</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste episódio conversamos com o cineasta Jorge Bodanzky e o músico David Maranha sobre o projecto de ambos "tatuncanara" que está patente na Appleton.</p><p><br></p><p>Jorge Bodanzky nasceu em São Paulo, em 1942. Formado em cinema pela Escola de Design de Ulm, na Alemanha, iniciou a sua carreira como fotógrafo, actuando em diversos órgãos da imprensa, entre eles a revista Realidade e o Jornal da Tarde.&nbsp;</p><p>A sua estreia como diretor de cinema e a sua ligação com a Amazônia aconteceram na&nbsp;década de 70, com "Iracema - uma transa amazônica”, que denunciava a&nbsp;devastação da floresta e o modelo equivocado de ocupação.&nbsp;Este documentário ficcional, um dos filmes brasileiros mais premiados da década&nbsp;em festivais nacionais e internacionais, abriu caminho para uma sólida&nbsp;carreira, que inclui mais de 10 longa-metragens e dezenas de documentários&nbsp;para as TVs brasileira, alemã, francesa e italiana, como diretor, fotógrafo e produtor.</p><p>Vai apresentar este mês em São Paulo o seu mais recente filme "Amazónia, a nova Minamata?" sobre o tema da contaminação por mercúrio na Amazônia.</p><p>É autor da série de 6 capítulos "Transamazônica uma estrada para o passado” na HBO.</p><p>Atualmente assina uma coluna em video para a revista Zum do Instituto Moreira Salles.</p><p><br></p><p>David Maranha nascido na Figueira da Foz em 1969 tem desenvolvido actividade como musico, arquitecto e escultor desde os anos 80. Vive e trabalha em Lisboa. É programador de música da Appleton Associação Cultural sendo responsável, juntamente com o músico Manuel Mota pelo programa "Appleton Garagem" desde 2019.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2022/10/07/culturaipsilon/noticia/fantasmas-amazonia-fazem-aparicao-ruinas-romanas-sao-cucufate-2023123</p><p><br></p><p>https://www.amazonialatitude.com/2020/08/28/akakor-tatunca-amazonia-astronautas/</p><p><br></p><p><a href="http://davidmaranha.blogspot.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://davidmaranha.blogspot.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.cafeoto.co.uk/artists/david-maranha/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cafeoto.co.uk/artists/david-maranha/</a></p><p><br></p><p><a href="http://sismografo.org/music/David-Maranha-Repositor/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://sismografo.org/music/David-Maranha-Repositor/</a></p><p><br></p><p>https://appleton.pt/garagem-now/</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 14.10.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste episódio conversamos com o cineasta Jorge Bodanzky e o músico David Maranha sobre o projecto de ambos "tatuncanara" que está patente na Appleton.</p><p><br></p><p>Jorge Bodanzky nasceu em São Paulo, em 1942. Formado em cinema pela Escola de Design de Ulm, na Alemanha, iniciou a sua carreira como fotógrafo, actuando em diversos órgãos da imprensa, entre eles a revista Realidade e o Jornal da Tarde.&nbsp;</p><p>A sua estreia como diretor de cinema e a sua ligação com a Amazônia aconteceram na&nbsp;década de 70, com "Iracema - uma transa amazônica”, que denunciava a&nbsp;devastação da floresta e o modelo equivocado de ocupação.&nbsp;Este documentário ficcional, um dos filmes brasileiros mais premiados da década&nbsp;em festivais nacionais e internacionais, abriu caminho para uma sólida&nbsp;carreira, que inclui mais de 10 longa-metragens e dezenas de documentários&nbsp;para as TVs brasileira, alemã, francesa e italiana, como diretor, fotógrafo e produtor.</p><p>Vai apresentar este mês em São Paulo o seu mais recente filme "Amazónia, a nova Minamata?" sobre o tema da contaminação por mercúrio na Amazônia.</p><p>É autor da série de 6 capítulos "Transamazônica uma estrada para o passado” na HBO.</p><p>Atualmente assina uma coluna em video para a revista Zum do Instituto Moreira Salles.</p><p><br></p><p>David Maranha nascido na Figueira da Foz em 1969 tem desenvolvido actividade como musico, arquitecto e escultor desde os anos 80. Vive e trabalha em Lisboa. É programador de música da Appleton Associação Cultural sendo responsável, juntamente com o músico Manuel Mota pelo programa "Appleton Garagem" desde 2019.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2022/10/07/culturaipsilon/noticia/fantasmas-amazonia-fazem-aparicao-ruinas-romanas-sao-cucufate-2023123</p><p><br></p><p>https://www.amazonialatitude.com/2020/08/28/akakor-tatunca-amazonia-astronautas/</p><p><br></p><p><a href="http://davidmaranha.blogspot.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://davidmaranha.blogspot.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.cafeoto.co.uk/artists/david-maranha/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cafeoto.co.uk/artists/david-maranha/</a></p><p><br></p><p><a href="http://sismografo.org/music/David-Maranha-Repositor/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://sismografo.org/music/David-Maranha-Repositor/</a></p><p><br></p><p>https://appleton.pt/garagem-now/</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 14.10.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Neste episódio conversamos com o cineasta Jorge Bodanzky e o músico David Maranha sobre o projecto de ambos &#34;tatuncanara&#34; que está patente na Appleton.Jorge Bodanzky nasceu em São Paulo, em 1942. Formado em cinema pela Escola de Design de Ulm, na Alemanha, iniciou a sua carreira como fotógrafo, actuando em diversos órgãos da imprensa, entre eles a revista Realidade e o Jornal da Tarde. A sua estreia como diretor de cinema e a sua ligação com a Amazônia aconteceram na década de 70, com &#34;Iracema - uma transa amazônica”, que denunciava a devastação da floresta e o modelo equivocado de ocupação. Este documentário ficcional, um dos filmes brasileiros mais premiados da década em festivais nacionais e internacionais, abriu caminho para uma sólida carreira, que inclui mais de 10 longa-metragens e dezenas de documentários para as TVs brasileira, alemã, francesa e italiana, como diretor, fotógrafo e produtor.Vai apresentar este mês em São Paulo o seu mais recente filme &#34;Amazónia, a nova Minamata?&#34; sobre o tema da contaminação por mercúrio na Amazônia.É autor da série de 6 capítulos &#34;Transamazônica uma estrada para o passado” na HBO.Atualmente assina uma coluna em video para a revista Zum do Instituto Moreira Salles.David Maranha nascido na Figueira da Foz em 1969 tem desenvolvido actividade como musico, arquitecto e escultor desde os anos 80. Vive e trabalha em Lisboa. É programador de música da Appleton Associação Cultural sendo responsável, juntamente com o músico Manuel Mota pelo programa &#34;Appleton Garagem&#34; desde 2019.Links:https://www.publico.pt/2022/10/07/culturaipsilon/noticia/fantasmas-amazonia-fazem-aparicao-ruinas-romanas-sao-cucufate-2023123https://www.amazonialatitude.com/2020/08/28/akakor-tatunca-amazonia-astronautas/http://davidmaranha.blogspot.com/https://www.cafeoto.co.uk/artists/david-maranha/http://sismografo.org/music/David-Maranha-Repositor/https://appleton.pt/garagem-now/Episódio gravado a 14.10.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 18 Oct 2022 17:45:36 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 80 - &#34;Corrida de fundo&#34; - Conversa com Vera Cortês</title>
            <description><![CDATA[  <p>Vera Cortês (Lisboa, 1971)</p><p>Fundadora e diretora da GALERIA VERA CORTÊS desde 2006.</p><p>A sua galeria em Lisboa – com sede no bairro de Alvalade desde 2016 (e previamente na Av. 24 de julho) – representa, na atualidade, o trabalho de 20 artistas.</p><p>No início, a Vera Cortês Art Agency (2003-2006) dedicou-se ao desenvolvimento de projetos específicos de artistas emergentes.</p><p>Desde 2006 Vera Cortês decidiu expandir o programa e criar a galeria com o objetivo de estabelecer uma colaboração estável com os artistas.</p><p>Para além da organização de exposições dos artistas representados e da sua promoção à escala internacional, a galeria também realiza projetos com diferentes curadores e outros artistas para promover a criação e o intercâmbio da produção artística contemporânea.</p><p>Com participação regular nas principais feiras de arte contemporânea – nomeadamente Frieze London, Art Brussels, ARCOmadrid, ARCOlisboa, FIAC (Paris) e The Armory Show (Nova Iorque), entre outras – Vera Cortês é membro do Comité Organizador de ARCOmadrid desde 2016.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.veracortes.com/</p><p><br></p><p>https://www.artecapital.net/entrevista-244-vera-cortes</p><p><br></p><p>https://www.jornaldenegocios.pt/weekend/detalhe/vera-cortes-os-colecionadores-sao-guardioes-das-obras</p><p><br></p><p>https://theartgorgeous.com/women-driving-force-behind-portugals-art-scene/</p><p><br></p><p>https://visao.sapo.pt/atualidade/cultura/2008-02-14-vera-cortesf520793/</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 28.09.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Vera Cortês (Lisboa, 1971)</p><p>Fundadora e diretora da GALERIA VERA CORTÊS desde 2006.</p><p>A sua galeria em Lisboa – com sede no bairro de Alvalade desde 2016 (e previamente na Av. 24 de julho) – representa, na atualidade, o trabalho de 20 artistas.</p><p>No início, a Vera Cortês Art Agency (2003-2006) dedicou-se ao desenvolvimento de projetos específicos de artistas emergentes.</p><p>Desde 2006 Vera Cortês decidiu expandir o programa e criar a galeria com o objetivo de estabelecer uma colaboração estável com os artistas.</p><p>Para além da organização de exposições dos artistas representados e da sua promoção à escala internacional, a galeria também realiza projetos com diferentes curadores e outros artistas para promover a criação e o intercâmbio da produção artística contemporânea.</p><p>Com participação regular nas principais feiras de arte contemporânea – nomeadamente Frieze London, Art Brussels, ARCOmadrid, ARCOlisboa, FIAC (Paris) e The Armory Show (Nova Iorque), entre outras – Vera Cortês é membro do Comité Organizador de ARCOmadrid desde 2016.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.veracortes.com/</p><p><br></p><p>https://www.artecapital.net/entrevista-244-vera-cortes</p><p><br></p><p>https://www.jornaldenegocios.pt/weekend/detalhe/vera-cortes-os-colecionadores-sao-guardioes-das-obras</p><p><br></p><p>https://theartgorgeous.com/women-driving-force-behind-portugals-art-scene/</p><p><br></p><p>https://visao.sapo.pt/atualidade/cultura/2008-02-14-vera-cortesf520793/</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 28.09.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Vera Cortês (Lisboa, 1971)Fundadora e diretora da GALERIA VERA CORTÊS desde 2006.A sua galeria em Lisboa – com sede no bairro de Alvalade desde 2016 (e previamente na Av. 24 de julho) – representa, na atualidade, o trabalho de 20 artistas.No início, a Vera Cortês Art Agency (2003-2006) dedicou-se ao desenvolvimento de projetos específicos de artistas emergentes.Desde 2006 Vera Cortês decidiu expandir o programa e criar a galeria com o objetivo de estabelecer uma colaboração estável com os artistas.Para além da organização de exposições dos artistas representados e da sua promoção à escala internacional, a galeria também realiza projetos com diferentes curadores e outros artistas para promover a criação e o intercâmbio da produção artística contemporânea.Com participação regular nas principais feiras de arte contemporânea – nomeadamente Frieze London, Art Brussels, ARCOmadrid, ARCOlisboa, FIAC (Paris) e The Armory Show (Nova Iorque), entre outras – Vera Cortês é membro do Comité Organizador de ARCOmadrid desde 2016. Links:https://www.veracortes.com/https://www.artecapital.net/entrevista-244-vera-corteshttps://www.jornaldenegocios.pt/weekend/detalhe/vera-cortes-os-colecionadores-sao-guardioes-das-obrashttps://theartgorgeous.com/women-driving-force-behind-portugals-art-scene/https://visao.sapo.pt/atualidade/cultura/2008-02-14-vera-cortesf520793/Episódio gravado a 28.09.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 06 Oct 2022 15:56:46 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 79 - &#34;Soltar a Pipa&#34; - Conversa com Carlos Nunes</title>
            <description><![CDATA[  <p>Carlos Nunes é formado em Comunicação Visual pela Fundação Armando Alvares Penteado - FAAP. São Paulo. Trabalhou e morou em buenos Aires durante três anos. Participou de residências artísticas no Aomori Contemporary Art Centre - ACAC, Japão (2019); Espaço T, Porto (2016) e Matadero, Madrid (2014). Hoje vive e trabalha em São Paulo. Realizou exposições individuais no Aomori Contemporary Art Centre - ACAC, Japão (2019); Galeria Raquel Arnaud (2013, 2017 e 2022); Galeria Ponce+Robles, Espanha (2016) e Centro Brasileiro Britânico (2010) entre outras. Destacam-se as exposições coletivas A casa do Brasil, Madrid (2018); Galeria Osnova em Moscow (2017); Matadero em Madrid (2014); Astrup Fearnley Museet em Oslo (2014) e Instituto Tomie Ohtake em São Paulo (2014). As suas obras fazem parte do acervo da Pinacoteca de São Paulo; Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC; Museu de Arte do Rio - MAR e da Coleção Helga de Alvear (Espanha).</p><p>É representado pela galeria Raquel Arnaud em São Paulo e pela galeria Ponce Robles em Madrid.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>https://carlosnunes.art/</p><p><br></p><p>https://raquelarnaud.com/artistas/carlos-nunes-2/</p><p><br></p><p>https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/16783-artista-carlos-nunes-abre-exposicao-modus-operandi</p><p><br></p><p>https://www.agendalx.pt/events/event/carlos-nunes/</p><p><br></p><p>Playlist Carlos Nunes</p><p>https://open.spotify.com/playlist/6TRWheHcs01KWY26rBvqVG?si=DwpZCX64TB6yD0ncZv0b_A</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 19.09.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Carlos Nunes é formado em Comunicação Visual pela Fundação Armando Alvares Penteado - FAAP. São Paulo. Trabalhou e morou em buenos Aires durante três anos. Participou de residências artísticas no Aomori Contemporary Art Centre - ACAC, Japão (2019); Espaço T, Porto (2016) e Matadero, Madrid (2014). Hoje vive e trabalha em São Paulo. Realizou exposições individuais no Aomori Contemporary Art Centre - ACAC, Japão (2019); Galeria Raquel Arnaud (2013, 2017 e 2022); Galeria Ponce+Robles, Espanha (2016) e Centro Brasileiro Britânico (2010) entre outras. Destacam-se as exposições coletivas A casa do Brasil, Madrid (2018); Galeria Osnova em Moscow (2017); Matadero em Madrid (2014); Astrup Fearnley Museet em Oslo (2014) e Instituto Tomie Ohtake em São Paulo (2014). As suas obras fazem parte do acervo da Pinacoteca de São Paulo; Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC; Museu de Arte do Rio - MAR e da Coleção Helga de Alvear (Espanha).</p><p>É representado pela galeria Raquel Arnaud em São Paulo e pela galeria Ponce Robles em Madrid.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>https://carlosnunes.art/</p><p><br></p><p>https://raquelarnaud.com/artistas/carlos-nunes-2/</p><p><br></p><p>https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/16783-artista-carlos-nunes-abre-exposicao-modus-operandi</p><p><br></p><p>https://www.agendalx.pt/events/event/carlos-nunes/</p><p><br></p><p>Playlist Carlos Nunes</p><p>https://open.spotify.com/playlist/6TRWheHcs01KWY26rBvqVG?si=DwpZCX64TB6yD0ncZv0b_A</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 19.09.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Carlos Nunes é formado em Comunicação Visual pela Fundação Armando Alvares Penteado - FAAP. São Paulo. Trabalhou e morou em buenos Aires durante três anos. Participou de residências artísticas no Aomori Contemporary Art Centre - ACAC, Japão (2019); Espaço T, Porto (2016) e Matadero, Madrid (2014). Hoje vive e trabalha em São Paulo. Realizou exposições individuais no Aomori Contemporary Art Centre - ACAC, Japão (2019); Galeria Raquel Arnaud (2013, 2017 e 2022); Galeria Ponce+Robles, Espanha (2016) e Centro Brasileiro Britânico (2010) entre outras. Destacam-se as exposições coletivas A casa do Brasil, Madrid (2018); Galeria Osnova em Moscow (2017); Matadero em Madrid (2014); Astrup Fearnley Museet em Oslo (2014) e Instituto Tomie Ohtake em São Paulo (2014). As suas obras fazem parte do acervo da Pinacoteca de São Paulo; Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC; Museu de Arte do Rio - MAR e da Coleção Helga de Alvear (Espanha).É representado pela galeria Raquel Arnaud em São Paulo e pela galeria Ponce Robles em Madrid. Links:https://carlosnunes.art/https://raquelarnaud.com/artistas/carlos-nunes-2/https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/16783-artista-carlos-nunes-abre-exposicao-modus-operandihttps://www.agendalx.pt/events/event/carlos-nunes/Playlist Carlos Nuneshttps://open.spotify.com/playlist/6TRWheHcs01KWY26rBvqVG?si=DwpZCX64TB6yD0ncZv0b_AEpisódio gravado a 19.09.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <title>Episódio 78 - Armando Cabral + Igor Jesus</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 12 e último da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Armando Cabral</strong></p><p>Coleccionador, nascido no Porto e a viver em Lisboa, com 49 anos, é casado e tem dois filhos. Engenheiro</p><p>de formação sem nunca exercer, toda vida foi consultor. É Senior Partner numa Firma de consultoria em Estratégia Empresarial e membro da equipa de liderança do escritório de África onde trabalha regularmente há 15 anos.</p><p>O interesse pela arte apareceu aos 18 anos idade. Começou a comprar em 2004 e colecciona desde 2010.&nbsp;O seu interesse pela arte vai muito para além dos objetos e das artes visuais. Gosta também muito de música e de literatura. Sempre teve uma grande curiosidade pela história, a teoria e a crítica da arte moderna e contemporânea. Mas por deformação profissional interessa-se também muito pelo funcionamento do mundo da arte: a relação entre a cultura e o mercado e a forma como o mercado em si funciona. É fundador juntamente com a sua mulher Maria</p><p>João Santos do espaço Rialto 6 em Lisboa.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Igor Jesus</strong></p><p>33 anos, vive e trabalha em Lisboa. Em Berlim fez a residência na&nbsp;Künstlerhaus&nbsp;Bethanien em 2017, com apoio da Fundação Calouste Gulbenkian. É licenciado em Escultura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Venceu, em 2013, o 1º Lugar no concurso do ICA&nbsp;(Instituto do Cinema e do Audiovisual) para a realização de uma curta-metragem.As suas exposições individuais incluem&nbsp;<em>Chessari&nbsp;</em>(2016), Galeria Solar, Vila do Conde,&nbsp;<em>A última carta ao Pai Natal&nbsp;</em>(2015), Galeria Filomena Soares e&nbsp;<em>Debaixo do Sol</em>&nbsp;(2015), Appleton Square, ambas em Lisboa. Em 2014 apresentou a exposição Old School #32, Lisboa, e em 2013&nbsp;<em>Peso Morto</em>, Espaço Zero, Tomar.Entre as mais recentes exposições colectivas contam-se&nbsp;<em>HangarOut - EntreLinhas</em>,&nbsp;Palácio Marquês de Abrantes (2017), em 2016 Artists' Film International (no MAAT, Lisboa, Whitechapel Gallery, Londres, Istanbul Modern, Turquia,&nbsp;GAMeC – Galleria d'Arte Moderna e Contemporanea di Bergamo, Itália, e Project 88, Bombaim, India);&nbsp;<em>Topología del Aura,&nbsp;</em>Galeria Bacelos, Madrid (2016),&nbsp;<em>Abaixo as fronteiras! Vivam o design e as artes -&nbsp;</em>Diálogo entre o design e obras da coleção António Cachola, Museu de Arte Contemporânea de Elvas e Pátio da Galé em Lisboa (2016) e<em>&nbsp;The lynx knows no boundarie</em>s, Fondation d’Entrepise Ricard, Paris. As mais recentes exposições são “Banho Maria”, na Sala de Exposições da Escola de Artes da Universidade Católica do Porto, com curadoria de Nuno Crespo e “Clavier à</p><p>Lumières” no espaço Rialto 6.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://rialto6.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://rialto6.org/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/pt/artista/igor-jesus" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/pt/artista/igor-jesus</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>08.07.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 12 e último da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Armando Cabral</strong></p><p>Coleccionador, nascido no Porto e a viver em Lisboa, com 49 anos, é casado e tem dois filhos. Engenheiro</p><p>de formação sem nunca exercer, toda vida foi consultor. É Senior Partner numa Firma de consultoria em Estratégia Empresarial e membro da equipa de liderança do escritório de África onde trabalha regularmente há 15 anos.</p><p>O interesse pela arte apareceu aos 18 anos idade. Começou a comprar em 2004 e colecciona desde 2010.&nbsp;O seu interesse pela arte vai muito para além dos objetos e das artes visuais. Gosta também muito de música e de literatura. Sempre teve uma grande curiosidade pela história, a teoria e a crítica da arte moderna e contemporânea. Mas por deformação profissional interessa-se também muito pelo funcionamento do mundo da arte: a relação entre a cultura e o mercado e a forma como o mercado em si funciona. É fundador juntamente com a sua mulher Maria</p><p>João Santos do espaço Rialto 6 em Lisboa.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Igor Jesus</strong></p><p>33 anos, vive e trabalha em Lisboa. Em Berlim fez a residência na&nbsp;Künstlerhaus&nbsp;Bethanien em 2017, com apoio da Fundação Calouste Gulbenkian. É licenciado em Escultura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Venceu, em 2013, o 1º Lugar no concurso do ICA&nbsp;(Instituto do Cinema e do Audiovisual) para a realização de uma curta-metragem.As suas exposições individuais incluem&nbsp;<em>Chessari&nbsp;</em>(2016), Galeria Solar, Vila do Conde,&nbsp;<em>A última carta ao Pai Natal&nbsp;</em>(2015), Galeria Filomena Soares e&nbsp;<em>Debaixo do Sol</em>&nbsp;(2015), Appleton Square, ambas em Lisboa. Em 2014 apresentou a exposição Old School #32, Lisboa, e em 2013&nbsp;<em>Peso Morto</em>, Espaço Zero, Tomar.Entre as mais recentes exposições colectivas contam-se&nbsp;<em>HangarOut - EntreLinhas</em>,&nbsp;Palácio Marquês de Abrantes (2017), em 2016 Artists' Film International (no MAAT, Lisboa, Whitechapel Gallery, Londres, Istanbul Modern, Turquia,&nbsp;GAMeC – Galleria d'Arte Moderna e Contemporanea di Bergamo, Itália, e Project 88, Bombaim, India);&nbsp;<em>Topología del Aura,&nbsp;</em>Galeria Bacelos, Madrid (2016),&nbsp;<em>Abaixo as fronteiras! Vivam o design e as artes -&nbsp;</em>Diálogo entre o design e obras da coleção António Cachola, Museu de Arte Contemporânea de Elvas e Pátio da Galé em Lisboa (2016) e<em>&nbsp;The lynx knows no boundarie</em>s, Fondation d’Entrepise Ricard, Paris. As mais recentes exposições são “Banho Maria”, na Sala de Exposições da Escola de Artes da Universidade Católica do Porto, com curadoria de Nuno Crespo e “Clavier à</p><p>Lumières” no espaço Rialto 6.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://rialto6.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://rialto6.org/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/pt/artista/igor-jesus" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/pt/artista/igor-jesus</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>08.07.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 12 e último da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola Armando CabralColeccionador, nascido no Porto e a viver em Lisboa, com 49 anos, é casado e tem dois filhos. Engenheirode formação sem nunca exercer, toda vida foi consultor. É Senior Partner numa Firma de consultoria em Estratégia Empresarial e membro da equipa de liderança do escritório de África onde trabalha regularmente há 15 anos.O interesse pela arte apareceu aos 18 anos idade. Começou a comprar em 2004 e colecciona desde 2010. O seu interesse pela arte vai muito para além dos objetos e das artes visuais. Gosta também muito de música e de literatura. Sempre teve uma grande curiosidade pela história, a teoria e a crítica da arte moderna e contemporânea. Mas por deformação profissional interessa-se também muito pelo funcionamento do mundo da arte: a relação entre a cultura e o mercado e a forma como o mercado em si funciona. É fundador juntamente com a sua mulher MariaJoão Santos do espaço Rialto 6 em Lisboa. Igor Jesus33 anos, vive e trabalha em Lisboa. Em Berlim fez a residência na Künstlerhaus Bethanien em 2017, com apoio da Fundação Calouste Gulbenkian. É licenciado em Escultura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Venceu, em 2013, o 1º Lugar no concurso do ICA (Instituto do Cinema e do Audiovisual) para a realização de uma curta-metragem.As suas exposições individuais incluem Chessari (2016), Galeria Solar, Vila do Conde, A última carta ao Pai Natal (2015), Galeria Filomena Soares e Debaixo do Sol (2015), Appleton Square, ambas em Lisboa. Em 2014 apresentou a exposição Old School #32, Lisboa, e em 2013 Peso Morto, Espaço Zero, Tomar.Entre as mais recentes exposições colectivas contam-se HangarOut - EntreLinhas, Palácio Marquês de Abrantes (2017), em 2016 Artists&#39; Film International (no MAAT, Lisboa, Whitechapel Gallery, Londres, Istanbul Modern, Turquia, GAMeC – Galleria d&#39;Arte Moderna e Contemporanea di Bergamo, Itália, e Project 88, Bombaim, India); Topología del Aura, Galeria Bacelos, Madrid (2016), Abaixo as fronteiras! Vivam o design e as artes - Diálogo entre o design e obras da coleção António Cachola, Museu de Arte Contemporânea de Elvas e Pátio da Galé em Lisboa (2016) e The lynx knows no boundaries, Fondation d’Entrepise Ricard, Paris. As mais recentes exposições são “Banho Maria”, na Sala de Exposições da Escola de Artes da Universidade Católica do Porto, com curadoria de Nuno Crespo e “Clavier àLumières” no espaço Rialto 6. Links: https://rialto6.org/ https://www.fundacaoedp.pt/pt/artista/igor-jesus Episódio gravado a08.07.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa </itunes:summary>
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            <title>Epsiódio 77 - Inês Moura + António Neves Nobre</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 11 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>António Neves Nobre</strong> (1993, Lisbon) vive e trabalha em Lisboa. Neves Nobre é licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Foi nomeado para Arte Jovem, Prémio Nacional Para alunos de Artes Visuais, Arte e Pesquisa, 2016. Apresentou</p><p>recentemente a exposição individual Testemunhas, Travessa da Amorosa, Lisboa (2017). Participou também nas seguintes exposições colectivas: Água, Vinho, Coroa de Flores, Uppercut, Lisboa (2019); Murro no Estômago, Galeria da Boavista, Lisboa (2019); A Guerra como Modo de Ver – Obras da Colecção António</p><p>Cachola, Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Elvas (2018); Tudo o que é profundo ama a máscara, 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa (2017); Alguns Desenhos, Rua Actriz Virgínia, Lisboa (2016); Casa Ocupada, Casa da Dona Laura, Lisboa (2016); Finalistas Pintura Belas- Artes 14'15, Sociedade Nacional de Belas</p><p>Artes, Lisboa (2016); Arte Jovem, Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa (2016); Ciclo Corda Bamba, Casa Ferreira, Lisboa (2016);Cast a Cold Eye, Museu Condes de Castro Guimarães, Cascais (2015); Ninguém diz Nada, Quinta da Alagoa,</p><p>Carcavelos (2013); 96 Horas, Espaço Porta 6, Lisboa (2012). Starting 2019. É co-fundador do espaço Uppercut, em Lisboa. O seu trabalho faz parte da Colecção António Cachola em Portugal, e de outras colecções privadas em Portugal e no Mexico.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Inês Moura (1984</strong>, Coimbra, Portugal)</p><p>Inês Moura desenvolve o seu trabalho artístico, maioritariamente, nas áreas da fotografia, desenho e instalação. Coimbra, Lisboa e São Paulo, são cidades às quais está profundamente ligada e que fazem parte da sua identidade fragmentada, tatuada de viajante. A</p><p>imagem, a palavra, o espaço como matéria, aparecem muitas vezes nos seus trabalhos como forma de expressão de uma profunda ligação à Natureza, aos lugares que habita, a uma arqueologia da memória e do tempo.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://uppercut.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://uppercut.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://col-antoniocachola.com/?cat=1548&amp;lang=en" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://col-antoniocachola.com/?cat=1548&amp;lang=en</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.inesmoura.pt/INES-MOURA" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.inesmoura.pt/INES-MOURA</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>06.07.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 11 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>António Neves Nobre</strong> (1993, Lisbon) vive e trabalha em Lisboa. Neves Nobre é licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Foi nomeado para Arte Jovem, Prémio Nacional Para alunos de Artes Visuais, Arte e Pesquisa, 2016. Apresentou</p><p>recentemente a exposição individual Testemunhas, Travessa da Amorosa, Lisboa (2017). Participou também nas seguintes exposições colectivas: Água, Vinho, Coroa de Flores, Uppercut, Lisboa (2019); Murro no Estômago, Galeria da Boavista, Lisboa (2019); A Guerra como Modo de Ver – Obras da Colecção António</p><p>Cachola, Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Elvas (2018); Tudo o que é profundo ama a máscara, 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa (2017); Alguns Desenhos, Rua Actriz Virgínia, Lisboa (2016); Casa Ocupada, Casa da Dona Laura, Lisboa (2016); Finalistas Pintura Belas- Artes 14'15, Sociedade Nacional de Belas</p><p>Artes, Lisboa (2016); Arte Jovem, Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa (2016); Ciclo Corda Bamba, Casa Ferreira, Lisboa (2016);Cast a Cold Eye, Museu Condes de Castro Guimarães, Cascais (2015); Ninguém diz Nada, Quinta da Alagoa,</p><p>Carcavelos (2013); 96 Horas, Espaço Porta 6, Lisboa (2012). Starting 2019. É co-fundador do espaço Uppercut, em Lisboa. O seu trabalho faz parte da Colecção António Cachola em Portugal, e de outras colecções privadas em Portugal e no Mexico.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Inês Moura (1984</strong>, Coimbra, Portugal)</p><p>Inês Moura desenvolve o seu trabalho artístico, maioritariamente, nas áreas da fotografia, desenho e instalação. Coimbra, Lisboa e São Paulo, são cidades às quais está profundamente ligada e que fazem parte da sua identidade fragmentada, tatuada de viajante. A</p><p>imagem, a palavra, o espaço como matéria, aparecem muitas vezes nos seus trabalhos como forma de expressão de uma profunda ligação à Natureza, aos lugares que habita, a uma arqueologia da memória e do tempo.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://uppercut.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://uppercut.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://col-antoniocachola.com/?cat=1548&amp;lang=en" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://col-antoniocachola.com/?cat=1548&amp;lang=en</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.inesmoura.pt/INES-MOURA" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.inesmoura.pt/INES-MOURA</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>06.07.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 11 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola António Neves Nobre (1993, Lisbon) vive e trabalha em Lisboa. Neves Nobre é licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Foi nomeado para Arte Jovem, Prémio Nacional Para alunos de Artes Visuais, Arte e Pesquisa, 2016. Apresentourecentemente a exposição individual Testemunhas, Travessa da Amorosa, Lisboa (2017). Participou também nas seguintes exposições colectivas: Água, Vinho, Coroa de Flores, Uppercut, Lisboa (2019); Murro no Estômago, Galeria da Boavista, Lisboa (2019); A Guerra como Modo de Ver – Obras da Colecção AntónioCachola, Museu de Arte Contemporânea de Elvas, Elvas (2018); Tudo o que é profundo ama a máscara, 3+1 Arte Contemporânea, Lisboa (2017); Alguns Desenhos, Rua Actriz Virgínia, Lisboa (2016); Casa Ocupada, Casa da Dona Laura, Lisboa (2016); Finalistas Pintura Belas- Artes 14&#39;15, Sociedade Nacional de BelasArtes, Lisboa (2016); Arte Jovem, Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa (2016); Ciclo Corda Bamba, Casa Ferreira, Lisboa (2016);Cast a Cold Eye, Museu Condes de Castro Guimarães, Cascais (2015); Ninguém diz Nada, Quinta da Alagoa,Carcavelos (2013); 96 Horas, Espaço Porta 6, Lisboa (2012). Starting 2019. É co-fundador do espaço Uppercut, em Lisboa. O seu trabalho faz parte da Colecção António Cachola em Portugal, e de outras colecções privadas em Portugal e no Mexico. Inês Moura (1984, Coimbra, Portugal)Inês Moura desenvolve o seu trabalho artístico, maioritariamente, nas áreas da fotografia, desenho e instalação. Coimbra, Lisboa e São Paulo, são cidades às quais está profundamente ligada e que fazem parte da sua identidade fragmentada, tatuada de viajante. Aimagem, a palavra, o espaço como matéria, aparecem muitas vezes nos seus trabalhos como forma de expressão de uma profunda ligação à Natureza, aos lugares que habita, a uma arqueologia da memória e do tempo. Links: https://uppercut.pt/ https://col-antoniocachola.com/?cat=1548&amp;lang=en https://www.inesmoura.pt/INES-MOURA Episódio gravado a06.07.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa  </itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 10 Aug 2022 10:06:22 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 76 - Fernando Ribeiro + Santana Pinto</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 10 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p>&nbsp;</p><p><strong>José Carlos Santana Pinto</strong></p><p>Coleção com carácter de enfoque, onde a palavra sobressai e convida ao questionamento, nela convivem artistas portugueses (entre outros, Pedro Cabrita Reis, Julião Sarmento, António Sena, Joaquim Rodrigo), dispostos paredes meias com autores</p><p>internacionais (Carl Andre, On Kawara, Josef Kosuth, Lawrence Weiner, Daniel Buren, Christian Boltanski, Niele Noroni, Haim Steinback, Allan MacCollum, Alfredo Jarr, Antoní Muntadas, Hans-Peter Feldmann...). Também a produção mais recente tem despertado a sua atenção, incorporando, por exemplo, obras de</p><p>Detanico e Lain, Jonathan Monk, Haris Epaminonda, João Onofre, Carla Filipe, Leonor Antunes, Délio Jasse, Carlos Bunga, João Louro, André Guedes, Filipa César.</p><p>Uma característica singular da coleção reside no sentido criterioso com que o colecionador estuda e escolhe as suas obras.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Fernando Figueiredo Ribeiro</strong></p><p>Trabalha no setor financeiro há 28 anos, dos quais cerca de 11 passados em Londres. Licenciado em economia pela Universidade Católica Portuguesa e um MBA pela Universidade Nova de Lisboa. Adquiriu a sua primeira obra de arte aos 21 anos. Da arte, diz que é uma paixão pelo que fica.</p><p>A colecção de arte contemporânea portuguesa de Fernando Figueiredo Ribeiro passa da esfera privada para a fruição pública. Em Junho de 2016, na inauguração de uma exposição com obras da colecção, assinou um contrato de comodato de dez anos, para que o acervo, que inclui muitos dos nomes mais relevantes da arte</p><p>portuguesa das últimas décadas (José Pedro Croft, Rui Chafes, Pedro Cabrita Reis, Ana Hatherly, Ana Jotta, António Júlio Duarte, Helena Almeida) e muitos artistas em início de carreira, possa ser instalado no Quartel, antiga sede dos bombeiros locais que passa a acrescentar ao seu nome Galeria de Arte Contemporânea de Abrantes/Colecção Figueiredo Ribeiro. No final deste ano fecha</p><p>para obras de ampliação. Passará a ter 1100 metros quadrados de área útil e deverá reabrir no final de 2018. São cerca de 1800 obras que ficarão à guarda do Quartel em Abrantes.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/entrevista-jose-carlos-santana-pinto" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/entrevista-jose-carlos-santana-pinto</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2017/02/20/culturaipsilon/noticia/uma-coleccao-de-arte-que-vai-passar-de-casa-para-o-quartel-1761995" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2017/02/20/culturaipsilon/noticia/uma-coleccao-de-arte-que-vai-passar-de-casa-para-o-quartel-1761995</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.tsf.pt/portugal/cultura/arte-em-sao-bento-mostra-expressao-portuguesa-da-colecao-figueiredo-ribeiro-12878778.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.tsf.pt/portugal/cultura/arte-em-sao-bento-mostra-expressao-portuguesa-da-colecao-figueiredo-ribeiro-12878778.html</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>04.07.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 10 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p>&nbsp;</p><p><strong>José Carlos Santana Pinto</strong></p><p>Coleção com carácter de enfoque, onde a palavra sobressai e convida ao questionamento, nela convivem artistas portugueses (entre outros, Pedro Cabrita Reis, Julião Sarmento, António Sena, Joaquim Rodrigo), dispostos paredes meias com autores</p><p>internacionais (Carl Andre, On Kawara, Josef Kosuth, Lawrence Weiner, Daniel Buren, Christian Boltanski, Niele Noroni, Haim Steinback, Allan MacCollum, Alfredo Jarr, Antoní Muntadas, Hans-Peter Feldmann...). Também a produção mais recente tem despertado a sua atenção, incorporando, por exemplo, obras de</p><p>Detanico e Lain, Jonathan Monk, Haris Epaminonda, João Onofre, Carla Filipe, Leonor Antunes, Délio Jasse, Carlos Bunga, João Louro, André Guedes, Filipa César.</p><p>Uma característica singular da coleção reside no sentido criterioso com que o colecionador estuda e escolhe as suas obras.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Fernando Figueiredo Ribeiro</strong></p><p>Trabalha no setor financeiro há 28 anos, dos quais cerca de 11 passados em Londres. Licenciado em economia pela Universidade Católica Portuguesa e um MBA pela Universidade Nova de Lisboa. Adquiriu a sua primeira obra de arte aos 21 anos. Da arte, diz que é uma paixão pelo que fica.</p><p>A colecção de arte contemporânea portuguesa de Fernando Figueiredo Ribeiro passa da esfera privada para a fruição pública. Em Junho de 2016, na inauguração de uma exposição com obras da colecção, assinou um contrato de comodato de dez anos, para que o acervo, que inclui muitos dos nomes mais relevantes da arte</p><p>portuguesa das últimas décadas (José Pedro Croft, Rui Chafes, Pedro Cabrita Reis, Ana Hatherly, Ana Jotta, António Júlio Duarte, Helena Almeida) e muitos artistas em início de carreira, possa ser instalado no Quartel, antiga sede dos bombeiros locais que passa a acrescentar ao seu nome Galeria de Arte Contemporânea de Abrantes/Colecção Figueiredo Ribeiro. No final deste ano fecha</p><p>para obras de ampliação. Passará a ter 1100 metros quadrados de área útil e deverá reabrir no final de 2018. São cerca de 1800 obras que ficarão à guarda do Quartel em Abrantes.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/entrevista-jose-carlos-santana-pinto" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/entrevista-jose-carlos-santana-pinto</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2017/02/20/culturaipsilon/noticia/uma-coleccao-de-arte-que-vai-passar-de-casa-para-o-quartel-1761995" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2017/02/20/culturaipsilon/noticia/uma-coleccao-de-arte-que-vai-passar-de-casa-para-o-quartel-1761995</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.tsf.pt/portugal/cultura/arte-em-sao-bento-mostra-expressao-portuguesa-da-colecao-figueiredo-ribeiro-12878778.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.tsf.pt/portugal/cultura/arte-em-sao-bento-mostra-expressao-portuguesa-da-colecao-figueiredo-ribeiro-12878778.html</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>04.07.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 10 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola José Carlos Santana PintoColeção com carácter de enfoque, onde a palavra sobressai e convida ao questionamento, nela convivem artistas portugueses (entre outros, Pedro Cabrita Reis, Julião Sarmento, António Sena, Joaquim Rodrigo), dispostos paredes meias com autoresinternacionais (Carl Andre, On Kawara, Josef Kosuth, Lawrence Weiner, Daniel Buren, Christian Boltanski, Niele Noroni, Haim Steinback, Allan MacCollum, Alfredo Jarr, Antoní Muntadas, Hans-Peter Feldmann...). Também a produção mais recente tem despertado a sua atenção, incorporando, por exemplo, obras deDetanico e Lain, Jonathan Monk, Haris Epaminonda, João Onofre, Carla Filipe, Leonor Antunes, Délio Jasse, Carlos Bunga, João Louro, André Guedes, Filipa César.Uma característica singular da coleção reside no sentido criterioso com que o colecionador estuda e escolhe as suas obras.  Fernando Figueiredo RibeiroTrabalha no setor financeiro há 28 anos, dos quais cerca de 11 passados em Londres. Licenciado em economia pela Universidade Católica Portuguesa e um MBA pela Universidade Nova de Lisboa. Adquiriu a sua primeira obra de arte aos 21 anos. Da arte, diz que é uma paixão pelo que fica.A colecção de arte contemporânea portuguesa de Fernando Figueiredo Ribeiro passa da esfera privada para a fruição pública. Em Junho de 2016, na inauguração de uma exposição com obras da colecção, assinou um contrato de comodato de dez anos, para que o acervo, que inclui muitos dos nomes mais relevantes da arteportuguesa das últimas décadas (José Pedro Croft, Rui Chafes, Pedro Cabrita Reis, Ana Hatherly, Ana Jotta, António Júlio Duarte, Helena Almeida) e muitos artistas em início de carreira, possa ser instalado no Quartel, antiga sede dos bombeiros locais que passa a acrescentar ao seu nome Galeria de Arte Contemporânea de Abrantes/Colecção Figueiredo Ribeiro. No final deste ano fechapara obras de ampliação. Passará a ter 1100 metros quadrados de área útil e deverá reabrir no final de 2018. São cerca de 1800 obras que ficarão à guarda do Quartel em Abrantes. Links: https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/entrevista-jose-carlos-santana-pinto https://www.publico.pt/2017/02/20/culturaipsilon/noticia/uma-coleccao-de-arte-que-vai-passar-de-casa-para-o-quartel-1761995 https://www.tsf.pt/portugal/cultura/arte-em-sao-bento-mostra-expressao-portuguesa-da-colecao-figueiredo-ribeiro-12878778.html  Episódio gravado a04.07.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa    </itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 08 Aug 2022 09:00:21 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 75 - Filipa Correia de Sousa + Natxo Checa</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 9 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Filipa Correia de Sousa</strong> (Lisboa, 1992) é curadora, investigadora, ensaísta e co-directora do espaço UPPERCUT, em Lisboa. Mestre em Filosofia-Estética pela FCSH: Universidade Nova de Lisboa, pós-graduada em Filosofia Geral pela FCSH: Universidade Nova de Lisboa e licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Natxo Checa</strong> (Barcelona, 1968) Vive e trabalha em Lisboa. É director da Galeria Zé dos Bois (ZDB) de Lisboa desde 1994 e exerce as actividades de gestão, produção, programação e comissariado deste espaço independente dedicado à criação, produção e difusão artística. Enquanto agente cultural, a sua actividade tem incluído a direcção do Festival Atlântico em 1995, 1997 e 1999 e a viabilização de numerosas intervenções, colaborando com estruturas nas áreas das artes visuais, do multimédia, das novas músicas, da dança e do teatro. No âmbito da pesquisa desenvolvida nos estudos curatoriais, foi-lhe concedida a bolsa Fund for Art Research, em 2007/2008, pelo American Center Fundation. A partir de 2001, iniciou uma relação mais profunda com alguns artistas nacionais e internacionais, envolvendo a curadoria, a produção de obras de raíz e exposições individuais. De entre as mais recentes exposições destacam-se um conjunto de projectos artísticos de João Maria Gusmão e Pedro Paiva: DeParamnésia (2002), Eflú- vio Magnético (2004/2006) e Abissologia (2007/2008) são os projectos mais ambiciosos do percurso expositivo desta dupla de artistas; Swim again / Nada de Novo, de Rigo (2006), em co-curadoria com ManRay Hsu; G (2007), de João Tabarra; Transitioners (2007), de Société Réaliste; Portobello (2008), de Patrícia Almeida; e Ontem (2008), de André Cepeda. No âmbito das actividades da ZDB e com parcerias institucionais, organizou em 2009, um centro de residências internacionais em Lisboa.</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Links:</p><p>https://uppercut.pt/</p><p><br></p><p>https://zedosbois.org/en/</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 07.07.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 9 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Filipa Correia de Sousa</strong> (Lisboa, 1992) é curadora, investigadora, ensaísta e co-directora do espaço UPPERCUT, em Lisboa. Mestre em Filosofia-Estética pela FCSH: Universidade Nova de Lisboa, pós-graduada em Filosofia Geral pela FCSH: Universidade Nova de Lisboa e licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Natxo Checa</strong> (Barcelona, 1968) Vive e trabalha em Lisboa. É director da Galeria Zé dos Bois (ZDB) de Lisboa desde 1994 e exerce as actividades de gestão, produção, programação e comissariado deste espaço independente dedicado à criação, produção e difusão artística. Enquanto agente cultural, a sua actividade tem incluído a direcção do Festival Atlântico em 1995, 1997 e 1999 e a viabilização de numerosas intervenções, colaborando com estruturas nas áreas das artes visuais, do multimédia, das novas músicas, da dança e do teatro. No âmbito da pesquisa desenvolvida nos estudos curatoriais, foi-lhe concedida a bolsa Fund for Art Research, em 2007/2008, pelo American Center Fundation. A partir de 2001, iniciou uma relação mais profunda com alguns artistas nacionais e internacionais, envolvendo a curadoria, a produção de obras de raíz e exposições individuais. De entre as mais recentes exposições destacam-se um conjunto de projectos artísticos de João Maria Gusmão e Pedro Paiva: DeParamnésia (2002), Eflú- vio Magnético (2004/2006) e Abissologia (2007/2008) são os projectos mais ambiciosos do percurso expositivo desta dupla de artistas; Swim again / Nada de Novo, de Rigo (2006), em co-curadoria com ManRay Hsu; G (2007), de João Tabarra; Transitioners (2007), de Société Réaliste; Portobello (2008), de Patrícia Almeida; e Ontem (2008), de André Cepeda. No âmbito das actividades da ZDB e com parcerias institucionais, organizou em 2009, um centro de residências internacionais em Lisboa.</p><p>&nbsp;&nbsp;</p><p>Links:</p><p>https://uppercut.pt/</p><p><br></p><p>https://zedosbois.org/en/</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 07.07.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 9 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola Filipa Correia de Sousa (Lisboa, 1992) é curadora, investigadora, ensaísta e co-directora do espaço UPPERCUT, em Lisboa. Mestre em Filosofia-Estética pela FCSH: Universidade Nova de Lisboa, pós-graduada em Filosofia Geral pela FCSH: Universidade Nova de Lisboa e licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Natxo Checa (Barcelona, 1968) Vive e trabalha em Lisboa. É director da Galeria Zé dos Bois (ZDB) de Lisboa desde 1994 e exerce as actividades de gestão, produção, programação e comissariado deste espaço independente dedicado à criação, produção e difusão artística. Enquanto agente cultural, a sua actividade tem incluído a direcção do Festival Atlântico em 1995, 1997 e 1999 e a viabilização de numerosas intervenções, colaborando com estruturas nas áreas das artes visuais, do multimédia, das novas músicas, da dança e do teatro. No âmbito da pesquisa desenvolvida nos estudos curatoriais, foi-lhe concedida a bolsa Fund for Art Research, em 2007/2008, pelo American Center Fundation. A partir de 2001, iniciou uma relação mais profunda com alguns artistas nacionais e internacionais, envolvendo a curadoria, a produção de obras de raíz e exposições individuais. De entre as mais recentes exposições destacam-se um conjunto de projectos artísticos de João Maria Gusmão e Pedro Paiva: DeParamnésia (2002), Eflú- vio Magnético (2004/2006) e Abissologia (2007/2008) são os projectos mais ambiciosos do percurso expositivo desta dupla de artistas; Swim again / Nada de Novo, de Rigo (2006), em co-curadoria com ManRay Hsu; G (2007), de João Tabarra; Transitioners (2007), de Société Réaliste; Portobello (2008), de Patrícia Almeida; e Ontem (2008), de André Cepeda. No âmbito das actividades da ZDB e com parcerias institucionais, organizou em 2009, um centro de residências internacionais em Lisboa.  Links:https://uppercut.pt/https://zedosbois.org/en/ Episódio gravado a 07.07.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa  </itunes:summary>
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            <title>Episódio 74 - Luisa Cunha + José Lima</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 8 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Luisa Cunha </strong>nasceu em 1949 em Lisboa. Vive e trabalha em Lisboa.</p><p>É licenciada em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras, Lisboa.</p><p>Em 1994 completou o curso Avançado de Escultura no AR.CO, Escola de Artes Visuais, em Lisboa e no mesmo ano foi Artista-residente convidada a participar na “1ª Academia Internacional de Verão para Artistas Plásticos” no Convento da Arrábida. De 1994 a 1997 foi Professora de Escultura no AR.CO. Expõe regularmente desde 1993 e está representada nas seguintes colecções: Ministério da Cultura, Lisboa; Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Fundação de Serralves, Porto; Fundação PLMJ, Lisboa; Museu das Comunicações, Lisboa; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Ar.Co – Escola de Artes Visuais, Lisboa; Coleção Figueiredo Ribeiro e Fundação EDP, entre outras.</p><p>Em 2021 foi distinguida com o Grande&nbsp;Prémio&nbsp;de carreira da Fundação EDP Arte.</p><p>Na base do seu trabalho está uma noção muito clara e emocional da relatividade da própria vida, e consequentemente das convenções, da diferença significativa entre interior e exterior, do privado e público, e da natureza fragmentária do "não-lugar", do poder, das dimensões do tempo e do lugar, e do discurso.</p><p>Esta convicção teve a sua origem numa prática que a artista desenvolveu desde muito cedo, tendo sido treinada para observar sem qualquer objectivo em mente, apenas deixando as coisas entrar, num estado de completa receptividade, não impondo fronteiras, e sem julgamentos (tanto quanto possível). Primeiro encontrando as coisas e depois procurando-as.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>José Lima</strong></p><p>A Coleção Norlinda e José Lima é uma das maiores coleções de arte privadas do país: compreende aproximadamente mil e duzentas obras de arte onde estão representados cerca de duzentos e cinquenta artistas portugueses e duzentos e trinta artistas internacionais. Iniciada pelos colecionadores em 1980, é um projeto de rara continuidade em Portugal. A coleção abrange um período de quase cem anos balizado entre 1926 e 2019, com maior concentração na produção artística dos últimos quarenta anos. A uma amplitude cronológica invulgar nas coleções particulares, somam-se a diversidade disciplinar, de suportes e processos artísticos: pintura, escultura, desenho, fotografia, instalação, filme e vídeo. É também de salientar a diversidade geográfica dos artistas: Portugal e Espanha, com extensa representação no acervo, a que se reúnem nomes de artistas dos centros artísticos históricos como Alemanha e Estados Unidos da América, mas também da América Latina, África, Ásia e Leste da Europa, nos quais se incluem artistas emergentes a par de consagrados. A incorporação de várias obras de um mesmo artista, coletivo ou período denota a constituição de núcleos autorais, temáticos e formais que dão uma coerência e um desenvolvimento à coleção, geralmente mais característicos de coleções institucionais do que de particulares. A coleção está em depósito de longo prazo na Câmara Municipal de S. João da Madeira desde 2009, estando na base da criação do Centro de Arte Oliva; desde a abertura em 2013 tem sido apresentada num programa regular de exposições temporárias.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.luisacunha.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.luisacunha.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://centrodearteoliva.pt/colecao-post/colecao-de-arte-contemporanea-norlinda-e-jose-lima/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://centrodearteoliva.pt/colecao-post/colecao-de-arte-contemporanea-norlinda-e-jose-lima/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 04.07.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 8 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Luisa Cunha </strong>nasceu em 1949 em Lisboa. Vive e trabalha em Lisboa.</p><p>É licenciada em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras, Lisboa.</p><p>Em 1994 completou o curso Avançado de Escultura no AR.CO, Escola de Artes Visuais, em Lisboa e no mesmo ano foi Artista-residente convidada a participar na “1ª Academia Internacional de Verão para Artistas Plásticos” no Convento da Arrábida. De 1994 a 1997 foi Professora de Escultura no AR.CO. Expõe regularmente desde 1993 e está representada nas seguintes colecções: Ministério da Cultura, Lisboa; Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Fundação de Serralves, Porto; Fundação PLMJ, Lisboa; Museu das Comunicações, Lisboa; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Ar.Co – Escola de Artes Visuais, Lisboa; Coleção Figueiredo Ribeiro e Fundação EDP, entre outras.</p><p>Em 2021 foi distinguida com o Grande&nbsp;Prémio&nbsp;de carreira da Fundação EDP Arte.</p><p>Na base do seu trabalho está uma noção muito clara e emocional da relatividade da própria vida, e consequentemente das convenções, da diferença significativa entre interior e exterior, do privado e público, e da natureza fragmentária do "não-lugar", do poder, das dimensões do tempo e do lugar, e do discurso.</p><p>Esta convicção teve a sua origem numa prática que a artista desenvolveu desde muito cedo, tendo sido treinada para observar sem qualquer objectivo em mente, apenas deixando as coisas entrar, num estado de completa receptividade, não impondo fronteiras, e sem julgamentos (tanto quanto possível). Primeiro encontrando as coisas e depois procurando-as.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>José Lima</strong></p><p>A Coleção Norlinda e José Lima é uma das maiores coleções de arte privadas do país: compreende aproximadamente mil e duzentas obras de arte onde estão representados cerca de duzentos e cinquenta artistas portugueses e duzentos e trinta artistas internacionais. Iniciada pelos colecionadores em 1980, é um projeto de rara continuidade em Portugal. A coleção abrange um período de quase cem anos balizado entre 1926 e 2019, com maior concentração na produção artística dos últimos quarenta anos. A uma amplitude cronológica invulgar nas coleções particulares, somam-se a diversidade disciplinar, de suportes e processos artísticos: pintura, escultura, desenho, fotografia, instalação, filme e vídeo. É também de salientar a diversidade geográfica dos artistas: Portugal e Espanha, com extensa representação no acervo, a que se reúnem nomes de artistas dos centros artísticos históricos como Alemanha e Estados Unidos da América, mas também da América Latina, África, Ásia e Leste da Europa, nos quais se incluem artistas emergentes a par de consagrados. A incorporação de várias obras de um mesmo artista, coletivo ou período denota a constituição de núcleos autorais, temáticos e formais que dão uma coerência e um desenvolvimento à coleção, geralmente mais característicos de coleções institucionais do que de particulares. A coleção está em depósito de longo prazo na Câmara Municipal de S. João da Madeira desde 2009, estando na base da criação do Centro de Arte Oliva; desde a abertura em 2013 tem sido apresentada num programa regular de exposições temporárias.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.luisacunha.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.luisacunha.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://centrodearteoliva.pt/colecao-post/colecao-de-arte-contemporanea-norlinda-e-jose-lima/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://centrodearteoliva.pt/colecao-post/colecao-de-arte-contemporanea-norlinda-e-jose-lima/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 04.07.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 8 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola Luisa Cunha nasceu em 1949 em Lisboa. Vive e trabalha em Lisboa.É licenciada em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras, Lisboa.Em 1994 completou o curso Avançado de Escultura no AR.CO, Escola de Artes Visuais, em Lisboa e no mesmo ano foi Artista-residente convidada a participar na “1ª Academia Internacional de Verão para Artistas Plásticos” no Convento da Arrábida. De 1994 a 1997 foi Professora de Escultura no AR.CO. Expõe regularmente desde 1993 e está representada nas seguintes colecções: Ministério da Cultura, Lisboa; Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Fundação de Serralves, Porto; Fundação PLMJ, Lisboa; Museu das Comunicações, Lisboa; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Ar.Co – Escola de Artes Visuais, Lisboa; Coleção Figueiredo Ribeiro e Fundação EDP, entre outras.Em 2021 foi distinguida com o Grande Prémio de carreira da Fundação EDP Arte.Na base do seu trabalho está uma noção muito clara e emocional da relatividade da própria vida, e consequentemente das convenções, da diferença significativa entre interior e exterior, do privado e público, e da natureza fragmentária do &#34;não-lugar&#34;, do poder, das dimensões do tempo e do lugar, e do discurso.Esta convicção teve a sua origem numa prática que a artista desenvolveu desde muito cedo, tendo sido treinada para observar sem qualquer objectivo em mente, apenas deixando as coisas entrar, num estado de completa receptividade, não impondo fronteiras, e sem julgamentos (tanto quanto possível). Primeiro encontrando as coisas e depois procurando-as. José LimaA Coleção Norlinda e José Lima é uma das maiores coleções de arte privadas do país: compreende aproximadamente mil e duzentas obras de arte onde estão representados cerca de duzentos e cinquenta artistas portugueses e duzentos e trinta artistas internacionais. Iniciada pelos colecionadores em 1980, é um projeto de rara continuidade em Portugal. A coleção abrange um período de quase cem anos balizado entre 1926 e 2019, com maior concentração na produção artística dos últimos quarenta anos. A uma amplitude cronológica invulgar nas coleções particulares, somam-se a diversidade disciplinar, de suportes e processos artísticos: pintura, escultura, desenho, fotografia, instalação, filme e vídeo. É também de salientar a diversidade geográfica dos artistas: Portugal e Espanha, com extensa representação no acervo, a que se reúnem nomes de artistas dos centros artísticos históricos como Alemanha e Estados Unidos da América, mas também da América Latina, África, Ásia e Leste da Europa, nos quais se incluem artistas emergentes a par de consagrados. A incorporação de várias obras de um mesmo artista, coletivo ou período denota a constituição de núcleos autorais, temáticos e formais que dão uma coerência e um desenvolvimento à coleção, geralmente mais característicos de coleções institucionais do que de particulares. A coleção está em depósito de longo prazo na Câmara Municipal de S. João da Madeira desde 2009, estando na base da criação do Centro de Arte Oliva; desde a abertura em 2013 tem sido apresentada num programa regular de exposições temporárias. Links: http://www.luisacunha.com/ https://centrodearteoliva.pt/colecao-post/colecao-de-arte-contemporanea-norlinda-e-jose-lima/  Episódio gravado a 04.07.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa  </itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 01 Aug 2022 09:22:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 73 - Maria Torrada + Salomé Lamas</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 7 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Salomé Lamas</strong> (Lisboa) Estudou cinema em Lisboa e Praga, artes visuais em Amesterdão e é candidato a doutoramento em estudos de arte contemporânea em Coimbra.</p><p>O seu trabalho tem sido exibido tanto em locais de arte como em festivais de cinema como Berlinale, Locarno, BAFICI, Museo Arte Reina Sofia, FIAC, MNAC - Museu do Chiado, DocLisboa, Cinema du Réel, Visions du Réel, MoMA - Museu de Arte Moderna, Museo Guggenheim Bilbao, Harvard Film Archive, Museum of Moving Images NY, Jewish Museum NY, Fid Marseille, Arsenal Institut fur film und videokunst, Viennale, Culturgest, CCB - Centro Cultural de Belém, Hong Kong FF, Museu Serralves, Tate Modern, CPH: DOX, Centre d'Art Contemporain de Genève, Bozar, Louvre, Tabakalera, ICA London, Fundação TBA 21, CAC Vilnius, MALBA, Haus der Kulturen der Welt, FAEMA, SESC São Paulo, MAAT, La Biennale di Venezia Architettura, entre outros.</p><p>Lamas recebeu várias bolsas de estudo como a Gardner Film Study Center Fellowship - Universidade de Harvard, Film Study Center-Harvard Fellowship, The Rockefeller Foundation - Bellagio Center, Brown Foundation - Dora Maar House, Fundación Botín, Fundação Calouste Gulbenkian, Sundance, Bogliasco Foundation, Luso-American Development Foundation - FLAD, MacDowell, Yaddo, CNAP - Centre National des Arts Plastiques, Camargo Foundation, Berliner Künstlerprogramm des DAAD.</p><p>É professora na ESAD.CR School of Arts and Design e colabora com a Universidade Católica Portuguesa, e Elias Querejeta Zine Eskola. Colabora com a empresa produtora O Som e a Fúria e Primeira Idade e é representada pela Kubikgallery e Galeria Miguel Nabinho.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Maria Torrada</strong></p><p>Licenciada em Arquitectura, a bio da Maria Torrada é o link para o seu site e o conhecimento do seu trabalho. A Maria Torrada trabalha com as maiores instituições culturais em Portugal e inúmeras galerias e espaços independentes. Foi responsável pela montagem de exposições icónicas e que já fazem parte da história da arte contemporânea portuguesa. Foi convidada para ser a Directora Técnica dos 15 anos do MACE. Segundo a curadora Ana Cristina Cachola “A Maria não é só uma técnica, a Maria ajuda-nos a reflectir sobre aquilo que queremos apresentar e qual a melhor maneira de o fazer”. A própria, quando lhe foi pedida uma nota biográfica respondeu com a simplicidade que a caracteriza e de que todos tanto gostamos: “Sou só a Maria”.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://salomelamas.info/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://salomelamas.info/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://mariatorrada.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://mariatorrada.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://instagram.com/mariatorrada?igshid=YmMyMTA2M2Y" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://instagram.com/mariatorrada?igshid=YmMyMTA2M2Y</a>=</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 07.07.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 7 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Salomé Lamas</strong> (Lisboa) Estudou cinema em Lisboa e Praga, artes visuais em Amesterdão e é candidato a doutoramento em estudos de arte contemporânea em Coimbra.</p><p>O seu trabalho tem sido exibido tanto em locais de arte como em festivais de cinema como Berlinale, Locarno, BAFICI, Museo Arte Reina Sofia, FIAC, MNAC - Museu do Chiado, DocLisboa, Cinema du Réel, Visions du Réel, MoMA - Museu de Arte Moderna, Museo Guggenheim Bilbao, Harvard Film Archive, Museum of Moving Images NY, Jewish Museum NY, Fid Marseille, Arsenal Institut fur film und videokunst, Viennale, Culturgest, CCB - Centro Cultural de Belém, Hong Kong FF, Museu Serralves, Tate Modern, CPH: DOX, Centre d'Art Contemporain de Genève, Bozar, Louvre, Tabakalera, ICA London, Fundação TBA 21, CAC Vilnius, MALBA, Haus der Kulturen der Welt, FAEMA, SESC São Paulo, MAAT, La Biennale di Venezia Architettura, entre outros.</p><p>Lamas recebeu várias bolsas de estudo como a Gardner Film Study Center Fellowship - Universidade de Harvard, Film Study Center-Harvard Fellowship, The Rockefeller Foundation - Bellagio Center, Brown Foundation - Dora Maar House, Fundación Botín, Fundação Calouste Gulbenkian, Sundance, Bogliasco Foundation, Luso-American Development Foundation - FLAD, MacDowell, Yaddo, CNAP - Centre National des Arts Plastiques, Camargo Foundation, Berliner Künstlerprogramm des DAAD.</p><p>É professora na ESAD.CR School of Arts and Design e colabora com a Universidade Católica Portuguesa, e Elias Querejeta Zine Eskola. Colabora com a empresa produtora O Som e a Fúria e Primeira Idade e é representada pela Kubikgallery e Galeria Miguel Nabinho.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Maria Torrada</strong></p><p>Licenciada em Arquitectura, a bio da Maria Torrada é o link para o seu site e o conhecimento do seu trabalho. A Maria Torrada trabalha com as maiores instituições culturais em Portugal e inúmeras galerias e espaços independentes. Foi responsável pela montagem de exposições icónicas e que já fazem parte da história da arte contemporânea portuguesa. Foi convidada para ser a Directora Técnica dos 15 anos do MACE. Segundo a curadora Ana Cristina Cachola “A Maria não é só uma técnica, a Maria ajuda-nos a reflectir sobre aquilo que queremos apresentar e qual a melhor maneira de o fazer”. A própria, quando lhe foi pedida uma nota biográfica respondeu com a simplicidade que a caracteriza e de que todos tanto gostamos: “Sou só a Maria”.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://salomelamas.info/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://salomelamas.info/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://mariatorrada.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://mariatorrada.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://instagram.com/mariatorrada?igshid=YmMyMTA2M2Y" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://instagram.com/mariatorrada?igshid=YmMyMTA2M2Y</a>=</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 07.07.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 7 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola Salomé Lamas (Lisboa) Estudou cinema em Lisboa e Praga, artes visuais em Amesterdão e é candidato a doutoramento em estudos de arte contemporânea em Coimbra.O seu trabalho tem sido exibido tanto em locais de arte como em festivais de cinema como Berlinale, Locarno, BAFICI, Museo Arte Reina Sofia, FIAC, MNAC - Museu do Chiado, DocLisboa, Cinema du Réel, Visions du Réel, MoMA - Museu de Arte Moderna, Museo Guggenheim Bilbao, Harvard Film Archive, Museum of Moving Images NY, Jewish Museum NY, Fid Marseille, Arsenal Institut fur film und videokunst, Viennale, Culturgest, CCB - Centro Cultural de Belém, Hong Kong FF, Museu Serralves, Tate Modern, CPH: DOX, Centre d&#39;Art Contemporain de Genève, Bozar, Louvre, Tabakalera, ICA London, Fundação TBA 21, CAC Vilnius, MALBA, Haus der Kulturen der Welt, FAEMA, SESC São Paulo, MAAT, La Biennale di Venezia Architettura, entre outros.Lamas recebeu várias bolsas de estudo como a Gardner Film Study Center Fellowship - Universidade de Harvard, Film Study Center-Harvard Fellowship, The Rockefeller Foundation - Bellagio Center, Brown Foundation - Dora Maar House, Fundación Botín, Fundação Calouste Gulbenkian, Sundance, Bogliasco Foundation, Luso-American Development Foundation - FLAD, MacDowell, Yaddo, CNAP - Centre National des Arts Plastiques, Camargo Foundation, Berliner Künstlerprogramm des DAAD.É professora na ESAD.CR School of Arts and Design e colabora com a Universidade Católica Portuguesa, e Elias Querejeta Zine Eskola. Colabora com a empresa produtora O Som e a Fúria e Primeira Idade e é representada pela Kubikgallery e Galeria Miguel Nabinho. Maria TorradaLicenciada em Arquitectura, a bio da Maria Torrada é o link para o seu site e o conhecimento do seu trabalho. A Maria Torrada trabalha com as maiores instituições culturais em Portugal e inúmeras galerias e espaços independentes. Foi responsável pela montagem de exposições icónicas e que já fazem parte da história da arte contemporânea portuguesa. Foi convidada para ser a Directora Técnica dos 15 anos do MACE. Segundo a curadora Ana Cristina Cachola “A Maria não é só uma técnica, a Maria ajuda-nos a reflectir sobre aquilo que queremos apresentar e qual a melhor maneira de o fazer”. A própria, quando lhe foi pedida uma nota biográfica respondeu com a simplicidade que a caracteriza e de que todos tanto gostamos: “Sou só a Maria”.  Links: https://salomelamas.info/ https://mariatorrada.com/ https://instagram.com/mariatorrada?igshid=YmMyMTA2M2Y=  Episódio gravado a 07.07.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa  </itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 29 Jul 2022 10:00:00 +0000</pubDate>
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            <title>Epsiódio 72 - Isabel Cordovil + David Revés</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 6 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Isabel Cordovil</strong></p><p>bio/manifesto</p><p>Nascida em Lisboa em 1994 e criada entre freiras, padres e as maravilhas da internet pré-verificada, o foco principal da minha prática tem sido uma exploração contínua da palavra escrita, objectividade e cartografia autobiográfica através da criação ou transformação de matéria independente. Assumindo que a própria vida é performativa, este corpo de trabalho pode ser entendido como documentação daquela peça de performance de longa duração. Desde que recebi o meu AMF na HEAD Genève e instalei o meu estúdio em Lisboa, o meu trabalho tem-se concentrado em desafios projecto a projecto que com o tempo revelam o que é sólido e coerente entre todos eles: uma verdadeira paixão pela metamorfose poética do banal. Como membro original do colectivo Rabbit Hole queer (regularmente presente na Galeria Zé dos Bois) o interesse por encontros e gestos performativos levou-me a procurar matéria parada e volumes no espaço, por vezes chamados escultura, outras vezes chamados companheiros.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>David Revés</strong> (Lisboa, 1992), curador independente, escritor, e investigador. Actualmente a frequentar o Mestrado em Ciências da Comunicação - Culturas Contemporâneas e Novas Tecnologias (FCSH - UNL). Mestrado em Estudos Artísticos (FBAUP). Como curador, tem desenvolvido vários projectos, tais como: Carlos Nogueira, "sombras do vento. entre águas", Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, Lisboa; "um corpo, um rio", exposição colectiva na Galeria Liminare, Lisboa; Rodrigo Gomes, "Espelhos Sussurrantes", Carpintarias de São Lázaro, Lisboa; "Um Tempo Caçado", exposição colectiva na Casa do Capitão, Lisboa [co-curado com Nicolai Sarbib]; entre outros. Foi curador e programador no Painel da Galeria, Porto (2016-2018), curador em residência na Fundação DIDAC, Santiago de Compostela, ES (2019), e fez parte da equipa curatorial do CINENOVA - Festival Interuniversitário de Cinema (2020-2021). Desenvolve regularmente uma actividade crítica e ensaística com a qual colabora para revistas especializadas, livros de artistas, edições académicas, seminários, etc.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://isabelcordovil.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://isabelcordovil.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artcuratorgrid.com/users/david-reves/posts" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artcuratorgrid.com/users/david-reves/posts</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 05.07.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 6 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Isabel Cordovil</strong></p><p>bio/manifesto</p><p>Nascida em Lisboa em 1994 e criada entre freiras, padres e as maravilhas da internet pré-verificada, o foco principal da minha prática tem sido uma exploração contínua da palavra escrita, objectividade e cartografia autobiográfica através da criação ou transformação de matéria independente. Assumindo que a própria vida é performativa, este corpo de trabalho pode ser entendido como documentação daquela peça de performance de longa duração. Desde que recebi o meu AMF na HEAD Genève e instalei o meu estúdio em Lisboa, o meu trabalho tem-se concentrado em desafios projecto a projecto que com o tempo revelam o que é sólido e coerente entre todos eles: uma verdadeira paixão pela metamorfose poética do banal. Como membro original do colectivo Rabbit Hole queer (regularmente presente na Galeria Zé dos Bois) o interesse por encontros e gestos performativos levou-me a procurar matéria parada e volumes no espaço, por vezes chamados escultura, outras vezes chamados companheiros.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>David Revés</strong> (Lisboa, 1992), curador independente, escritor, e investigador. Actualmente a frequentar o Mestrado em Ciências da Comunicação - Culturas Contemporâneas e Novas Tecnologias (FCSH - UNL). Mestrado em Estudos Artísticos (FBAUP). Como curador, tem desenvolvido vários projectos, tais como: Carlos Nogueira, "sombras do vento. entre águas", Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, Lisboa; "um corpo, um rio", exposição colectiva na Galeria Liminare, Lisboa; Rodrigo Gomes, "Espelhos Sussurrantes", Carpintarias de São Lázaro, Lisboa; "Um Tempo Caçado", exposição colectiva na Casa do Capitão, Lisboa [co-curado com Nicolai Sarbib]; entre outros. Foi curador e programador no Painel da Galeria, Porto (2016-2018), curador em residência na Fundação DIDAC, Santiago de Compostela, ES (2019), e fez parte da equipa curatorial do CINENOVA - Festival Interuniversitário de Cinema (2020-2021). Desenvolve regularmente uma actividade crítica e ensaística com a qual colabora para revistas especializadas, livros de artistas, edições académicas, seminários, etc.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://isabelcordovil.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://isabelcordovil.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artcuratorgrid.com/users/david-reves/posts" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artcuratorgrid.com/users/david-reves/posts</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 05.07.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 6 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola Isabel Cordovilbio/manifestoNascida em Lisboa em 1994 e criada entre freiras, padres e as maravilhas da internet pré-verificada, o foco principal da minha prática tem sido uma exploração contínua da palavra escrita, objectividade e cartografia autobiográfica através da criação ou transformação de matéria independente. Assumindo que a própria vida é performativa, este corpo de trabalho pode ser entendido como documentação daquela peça de performance de longa duração. Desde que recebi o meu AMF na HEAD Genève e instalei o meu estúdio em Lisboa, o meu trabalho tem-se concentrado em desafios projecto a projecto que com o tempo revelam o que é sólido e coerente entre todos eles: uma verdadeira paixão pela metamorfose poética do banal. Como membro original do colectivo Rabbit Hole queer (regularmente presente na Galeria Zé dos Bois) o interesse por encontros e gestos performativos levou-me a procurar matéria parada e volumes no espaço, por vezes chamados escultura, outras vezes chamados companheiros. David Revés (Lisboa, 1992), curador independente, escritor, e investigador. Actualmente a frequentar o Mestrado em Ciências da Comunicação - Culturas Contemporâneas e Novas Tecnologias (FCSH - UNL). Mestrado em Estudos Artísticos (FBAUP). Como curador, tem desenvolvido vários projectos, tais como: Carlos Nogueira, &#34;sombras do vento. entre águas&#34;, Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, Lisboa; &#34;um corpo, um rio&#34;, exposição colectiva na Galeria Liminare, Lisboa; Rodrigo Gomes, &#34;Espelhos Sussurrantes&#34;, Carpintarias de São Lázaro, Lisboa; &#34;Um Tempo Caçado&#34;, exposição colectiva na Casa do Capitão, Lisboa [co-curado com Nicolai Sarbib]; entre outros. Foi curador e programador no Painel da Galeria, Porto (2016-2018), curador em residência na Fundação DIDAC, Santiago de Compostela, ES (2019), e fez parte da equipa curatorial do CINENOVA - Festival Interuniversitário de Cinema (2020-2021). Desenvolve regularmente uma actividade crítica e ensaística com a qual colabora para revistas especializadas, livros de artistas, edições académicas, seminários, etc. Links: https://isabelcordovil.com/ https://www.artcuratorgrid.com/users/david-reves/posts Episódio gravado a 05.07.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa  </itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 25 Jul 2022 08:27:51 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 71 - Sara Antónia Matos + Rui Chafes</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 5 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Rui Chafes</strong> nasceu em 1966 em Lisboa, onde vive e trabalha actualmente. Em 1989 formou-se em Escultura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Entre 1990 e 1992 estudou com Gerhard Merz na Kunstakademie Düsseldorf na Alemanha. Durante esta estadia, traduziu os Fragmentos Novalis do alemão para o português.</p><p>Desde meados da década de 1980, tem exposto o seu trabalho em Portugal e no estrangeiro. Representou Portugal na 46ª Bienal de Veneza em 1995 (com José Pedro Croft e Pedro Cabrita Reis) e na 26ª Bienal de São Paulo em 2004 (num projecto conjunto com Vera Mantero). Em 2013 foi um dos artistas internacionais convidados a expor no pavilhão da República de Cuba na 55ª Bienal de Veneza.</p><p>Em Portugal, realizou exposições individuais em várias instituições-chave, incluindo o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian; Museu de Serralves (com Pedro Costa); Centro Cultural de Belém; Sintra Museu de Arte Moderna; Palácio Nacional da Pena; Museu Colecção Berardo (com Orla Barry) e Quetzal Art Centre (com Orla Barry).</p><p>No estrangeiro, realizou exposições individuais em instituições como a S.M.A.K. (Gand, Bélgica); Museu Folkwang (Essen, Alemanha); Esbjerg Kunstmuseum (Dinamarca); Nikolaj Copenhagen Contemporary Art Center (Copenhaga, Dinamarca); Fondazione Volume! (Roma, Itália); Fundação Eva Klabin (Rio de Janeiro, Brasil); Fundación Luis Seoane (A Coruña, Espanha); Museu Hara, com Pedro Costa (Tóquio, Japão); Museu de Arte Moderna (Rio de Janeiro, Brasil), e Museu Ilmin, com Pedro Costa, (Seul, Coreia).</p><p>As exposições colectivas em que participou incluem Inklusion / Exklusion, Steirischer Herbst, Graz; En la piel de toro, Museo Reina Sofia, Madrid; Sonsbeek 9, Arnhem; 7. Triennale der Kleinplastik, Stuttgart; Milano Europa 2000, Milano; Scultura Internazionale a la Mandria, Torino; Cardinales, MARCO-Museu de Arte Contemporânea de Vigo; Himmelschwer-Transformationen der Schwerkraft, Landesmuseum Joanneum, Graz; Ad Absurdum (Energien des Absurden-von der Klassischen Moderne zur Gegenwart), Museum MARTA, Herford; e Colossal! Osnabrücker Land.</p><p>A sua obra faz parte de muitas colecções europeias (tais como S.M.A.K.., Bélgica; Esbjerg Kunstmuseum, Dinamarca; Museum Folkwang Essen, Alemanha; Sammlung Würth, Alemanha; Museo Nacional Reina Sofia, Espanha; Centro Gallego de Arte Contemporaneo, Espanha; Colección Helga de Alvear, Espanha; Colección Caja de Madrid, Espanha; Fundacion Caixa Galicia, Espanha; Fundación Caja de Ahorros del Mediterraneo, Espanha; Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Portugal; Fundação de Serralves, Portugal; Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Portugal; Museu Colecção Berardo, Portugal; MAM - Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Brasil; Colecção Cachola, Portugal; Fundação PLMJ, Portugal; Centro de Artes Visuais de Coimbra, Portugal; Colecção De Bruin - Heijin, Holanda. MACRO - Museo d'Arte Contemporanea di Roma, Itália, Centre Pompidou- musée nationale d'art moderne, Paris, França, Fondation Giacometti, Paris, França).</p><p>Em 2011 realizou uma solo-exposição no Sassi di Matera, Itália. Em 2018 expôs várias esculturas de grande escala na cidade de Bamberg, Alemanha, e fez uma exposição-diálogo com Alberto Giacometti na Fondation Gulbenkian a Paris, França. Além disso, várias das suas esculturas estão em exposição permanente em espaços públicos em Portugal e no estrangeiro. Em 2020 fez uma escultura permanente em grande escala para a Fondazione Centro Giacometti, em Stampa, Suíça. Em 2004 recebeu o Prémio Robert-Jacobsen de Escultura pela Stiftung Würth, na Alemanha. Em 2015 recebeu o Prémio Pessoa, atribuído pelo Jornal Expresso. Parte da sua actividade é dedicada à escrita e tradução, assim como à organização e publicação dos livros que acompanham a sua obra escultórica.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Sara Antónia Matos</strong> é Curadora (Lisboa, 1978) e Diretora do Atelier-Museu Júlio Pomar da EGEAC, desde 2012, tendo acumulado também a direção e programação das Galerias Municipais de Lisboa desde janeiro de 2017 a março de 2019. No Atelier-Museu é responsável pela conceção e projeto de abertura do museu, definindo a programação e implantando o seu projeto artístico e executivo, um serviço educativo e um projeto editorial em parceria com a editora Sistema Solar – Documenta. Nas Galerias Municipais fez a reorganização da orgânica, em estreita articulação com a tutela, e a definição das linhas estratégicas de programação para o conjunto das 5 Galerias Municipais tendo em conta a noção de serviço público, as características e potencialidades de cada espaço, bem como as necessidades e expectativas do tecido artístico nacional. Esteve à frente do projeto de remodelação da Galeria Quadrum, que devolveu ao espaço expositivo a transparência arquitetónica e a amplitude que lhe eram características. Implantou um projeto editorial transversal e comum à orgânica bem como o site das Galerias Municipais, não apenas com uma vertente de divulgação mas como um arquivo de memória das atividades e exposições. Presentemente faz parte da Comissão Instaladora do Banco de Arte Contemporânea – BAC, um projeto de espólios documentais e artísticos de arte contemporânea, da EGEAC-CML, numa parceria estabelecida com a Fundação Carmona e Costa e o IHA da FCSH da Univ. Nova de Lisboa, Lisboa. É formada em Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Mestre em Estudos Curatoriais e Doutorada com a tese “Da Escultura à Espacialidade” na mesma Universidade. É curadora desde 2006 tendo apresentado exposições em várias instituições, desde o CAM da FCG, FCC, Museu Berardo, MACE, etc. Publica regularmente ensaios sobre arte, em catálogos e revistas da especialidade e é coordenadora da coleção Cadernos do Atelier-Museu Júlio Pomar. Foi docente convidada da Faculdade de Belas Artes da Univ. de Lisboa e coordenadora do Curso de Escultura do Ar.Co.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ruichafes.net/about.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ruichafes.net/about.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://projectomap.com/artistas/sara-antonia-matos/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://projectomap.com/artistas/sara-antonia-matos/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 23.06.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 5 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Rui Chafes</strong> nasceu em 1966 em Lisboa, onde vive e trabalha actualmente. Em 1989 formou-se em Escultura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Entre 1990 e 1992 estudou com Gerhard Merz na Kunstakademie Düsseldorf na Alemanha. Durante esta estadia, traduziu os Fragmentos Novalis do alemão para o português.</p><p>Desde meados da década de 1980, tem exposto o seu trabalho em Portugal e no estrangeiro. Representou Portugal na 46ª Bienal de Veneza em 1995 (com José Pedro Croft e Pedro Cabrita Reis) e na 26ª Bienal de São Paulo em 2004 (num projecto conjunto com Vera Mantero). Em 2013 foi um dos artistas internacionais convidados a expor no pavilhão da República de Cuba na 55ª Bienal de Veneza.</p><p>Em Portugal, realizou exposições individuais em várias instituições-chave, incluindo o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian; Museu de Serralves (com Pedro Costa); Centro Cultural de Belém; Sintra Museu de Arte Moderna; Palácio Nacional da Pena; Museu Colecção Berardo (com Orla Barry) e Quetzal Art Centre (com Orla Barry).</p><p>No estrangeiro, realizou exposições individuais em instituições como a S.M.A.K. (Gand, Bélgica); Museu Folkwang (Essen, Alemanha); Esbjerg Kunstmuseum (Dinamarca); Nikolaj Copenhagen Contemporary Art Center (Copenhaga, Dinamarca); Fondazione Volume! (Roma, Itália); Fundação Eva Klabin (Rio de Janeiro, Brasil); Fundación Luis Seoane (A Coruña, Espanha); Museu Hara, com Pedro Costa (Tóquio, Japão); Museu de Arte Moderna (Rio de Janeiro, Brasil), e Museu Ilmin, com Pedro Costa, (Seul, Coreia).</p><p>As exposições colectivas em que participou incluem Inklusion / Exklusion, Steirischer Herbst, Graz; En la piel de toro, Museo Reina Sofia, Madrid; Sonsbeek 9, Arnhem; 7. Triennale der Kleinplastik, Stuttgart; Milano Europa 2000, Milano; Scultura Internazionale a la Mandria, Torino; Cardinales, MARCO-Museu de Arte Contemporânea de Vigo; Himmelschwer-Transformationen der Schwerkraft, Landesmuseum Joanneum, Graz; Ad Absurdum (Energien des Absurden-von der Klassischen Moderne zur Gegenwart), Museum MARTA, Herford; e Colossal! Osnabrücker Land.</p><p>A sua obra faz parte de muitas colecções europeias (tais como S.M.A.K.., Bélgica; Esbjerg Kunstmuseum, Dinamarca; Museum Folkwang Essen, Alemanha; Sammlung Würth, Alemanha; Museo Nacional Reina Sofia, Espanha; Centro Gallego de Arte Contemporaneo, Espanha; Colección Helga de Alvear, Espanha; Colección Caja de Madrid, Espanha; Fundacion Caixa Galicia, Espanha; Fundación Caja de Ahorros del Mediterraneo, Espanha; Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Portugal; Fundação de Serralves, Portugal; Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Portugal; Museu Colecção Berardo, Portugal; MAM - Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Brasil; Colecção Cachola, Portugal; Fundação PLMJ, Portugal; Centro de Artes Visuais de Coimbra, Portugal; Colecção De Bruin - Heijin, Holanda. MACRO - Museo d'Arte Contemporanea di Roma, Itália, Centre Pompidou- musée nationale d'art moderne, Paris, França, Fondation Giacometti, Paris, França).</p><p>Em 2011 realizou uma solo-exposição no Sassi di Matera, Itália. Em 2018 expôs várias esculturas de grande escala na cidade de Bamberg, Alemanha, e fez uma exposição-diálogo com Alberto Giacometti na Fondation Gulbenkian a Paris, França. Além disso, várias das suas esculturas estão em exposição permanente em espaços públicos em Portugal e no estrangeiro. Em 2020 fez uma escultura permanente em grande escala para a Fondazione Centro Giacometti, em Stampa, Suíça. Em 2004 recebeu o Prémio Robert-Jacobsen de Escultura pela Stiftung Würth, na Alemanha. Em 2015 recebeu o Prémio Pessoa, atribuído pelo Jornal Expresso. Parte da sua actividade é dedicada à escrita e tradução, assim como à organização e publicação dos livros que acompanham a sua obra escultórica.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Sara Antónia Matos</strong> é Curadora (Lisboa, 1978) e Diretora do Atelier-Museu Júlio Pomar da EGEAC, desde 2012, tendo acumulado também a direção e programação das Galerias Municipais de Lisboa desde janeiro de 2017 a março de 2019. No Atelier-Museu é responsável pela conceção e projeto de abertura do museu, definindo a programação e implantando o seu projeto artístico e executivo, um serviço educativo e um projeto editorial em parceria com a editora Sistema Solar – Documenta. Nas Galerias Municipais fez a reorganização da orgânica, em estreita articulação com a tutela, e a definição das linhas estratégicas de programação para o conjunto das 5 Galerias Municipais tendo em conta a noção de serviço público, as características e potencialidades de cada espaço, bem como as necessidades e expectativas do tecido artístico nacional. Esteve à frente do projeto de remodelação da Galeria Quadrum, que devolveu ao espaço expositivo a transparência arquitetónica e a amplitude que lhe eram características. Implantou um projeto editorial transversal e comum à orgânica bem como o site das Galerias Municipais, não apenas com uma vertente de divulgação mas como um arquivo de memória das atividades e exposições. Presentemente faz parte da Comissão Instaladora do Banco de Arte Contemporânea – BAC, um projeto de espólios documentais e artísticos de arte contemporânea, da EGEAC-CML, numa parceria estabelecida com a Fundação Carmona e Costa e o IHA da FCSH da Univ. Nova de Lisboa, Lisboa. É formada em Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Mestre em Estudos Curatoriais e Doutorada com a tese “Da Escultura à Espacialidade” na mesma Universidade. É curadora desde 2006 tendo apresentado exposições em várias instituições, desde o CAM da FCG, FCC, Museu Berardo, MACE, etc. Publica regularmente ensaios sobre arte, em catálogos e revistas da especialidade e é coordenadora da coleção Cadernos do Atelier-Museu Júlio Pomar. Foi docente convidada da Faculdade de Belas Artes da Univ. de Lisboa e coordenadora do Curso de Escultura do Ar.Co.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://ruichafes.net/about.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ruichafes.net/about.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://projectomap.com/artistas/sara-antonia-matos/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://projectomap.com/artistas/sara-antonia-matos/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 23.06.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 5 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola  Rui Chafes nasceu em 1966 em Lisboa, onde vive e trabalha actualmente. Em 1989 formou-se em Escultura na Faculdade de Belas-Artes de Lisboa. Entre 1990 e 1992 estudou com Gerhard Merz na Kunstakademie Düsseldorf na Alemanha. Durante esta estadia, traduziu os Fragmentos Novalis do alemão para o português.Desde meados da década de 1980, tem exposto o seu trabalho em Portugal e no estrangeiro. Representou Portugal na 46ª Bienal de Veneza em 1995 (com José Pedro Croft e Pedro Cabrita Reis) e na 26ª Bienal de São Paulo em 2004 (num projecto conjunto com Vera Mantero). Em 2013 foi um dos artistas internacionais convidados a expor no pavilhão da República de Cuba na 55ª Bienal de Veneza.Em Portugal, realizou exposições individuais em várias instituições-chave, incluindo o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian; Museu de Serralves (com Pedro Costa); Centro Cultural de Belém; Sintra Museu de Arte Moderna; Palácio Nacional da Pena; Museu Colecção Berardo (com Orla Barry) e Quetzal Art Centre (com Orla Barry).No estrangeiro, realizou exposições individuais em instituições como a S.M.A.K. (Gand, Bélgica); Museu Folkwang (Essen, Alemanha); Esbjerg Kunstmuseum (Dinamarca); Nikolaj Copenhagen Contemporary Art Center (Copenhaga, Dinamarca); Fondazione Volume! (Roma, Itália); Fundação Eva Klabin (Rio de Janeiro, Brasil); Fundación Luis Seoane (A Coruña, Espanha); Museu Hara, com Pedro Costa (Tóquio, Japão); Museu de Arte Moderna (Rio de Janeiro, Brasil), e Museu Ilmin, com Pedro Costa, (Seul, Coreia).As exposições colectivas em que participou incluem Inklusion / Exklusion, Steirischer Herbst, Graz; En la piel de toro, Museo Reina Sofia, Madrid; Sonsbeek 9, Arnhem; 7. Triennale der Kleinplastik, Stuttgart; Milano Europa 2000, Milano; Scultura Internazionale a la Mandria, Torino; Cardinales, MARCO-Museu de Arte Contemporânea de Vigo; Himmelschwer-Transformationen der Schwerkraft, Landesmuseum Joanneum, Graz; Ad Absurdum (Energien des Absurden-von der Klassischen Moderne zur Gegenwart), Museum MARTA, Herford; e Colossal! Osnabrücker Land.A sua obra faz parte de muitas colecções europeias (tais como S.M.A.K.., Bélgica; Esbjerg Kunstmuseum, Dinamarca; Museum Folkwang Essen, Alemanha; Sammlung Würth, Alemanha; Museo Nacional Reina Sofia, Espanha; Centro Gallego de Arte Contemporaneo, Espanha; Colección Helga de Alvear, Espanha; Colección Caja de Madrid, Espanha; Fundacion Caixa Galicia, Espanha; Fundación Caja de Ahorros del Mediterraneo, Espanha; Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Portugal; Fundação de Serralves, Portugal; Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Portugal; Museu Colecção Berardo, Portugal; MAM - Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro, Brasil; Colecção Cachola, Portugal; Fundação PLMJ, Portugal; Centro de Artes Visuais de Coimbra, Portugal; Colecção De Bruin - Heijin, Holanda. MACRO - Museo d&#39;Arte Contemporanea di Roma, Itália, Centre Pompidou- musée nationale d&#39;art moderne, Paris, França, Fondation Giacometti, Paris, França).Em 2011 realizou uma solo-exposição no Sassi di Matera, Itália. Em 2018 expôs várias esculturas de grande escala na cidade de Bamberg, Alemanha, e fez uma exposição-diálogo com Alberto Giacometti na Fondation Gulbenkian a Paris, França. Além disso, várias das suas esculturas estão em exposição permanente em espaços públicos em Portugal e no estrangeiro. Em 2020 fez uma escultura permanente em grande escala para a Fondazione Centro Giacometti, em Stampa, Suíça. Em 2004 recebeu o Prémio Robert-Jacobsen de Escultura pela Stiftung Würth, na Alemanha. Em 2015 recebeu o Prémio Pessoa, atribuído pelo Jornal Expresso. Parte da sua actividade é dedicada à escrita e tradução, assim como à organização e publicação dos livros que acompanham a sua obra escultórica. Sara Antónia Matos é Curadora (Lisboa, 1978) e Diretora do Atelier-Museu Júlio Pomar da EGEAC, desde 2012, tendo acumulado também a direção e programação das Galerias Municipais de Lisboa desde janeiro de 2017 a março de 2019. No Atelier-Museu é responsável pela conceção e projeto de abertura do museu, definindo a programação e implantando o seu projeto artístico e executivo, um serviço educativo e um projeto editorial em parceria com a editora Sistema Solar – Documenta. Nas Galerias Municipais fez a reorganização da orgânica, em estreita articulação com a tutela, e a definição das linhas estratégicas de programação para o conjunto das 5 Galerias Municipais tendo em conta a noção de serviço público, as características e potencialidades de cada espaço, bem como as necessidades e expectativas do tecido artístico nacional. Esteve à frente do projeto de remodelação da Galeria Quadrum, que devolveu ao espaço expositivo a transparência arquitetónica e a amplitude que lhe eram características. Implantou um projeto editorial transversal e comum à orgânica bem como o site das Galerias Municipais, não apenas com uma vertente de divulgação mas como um arquivo de memória das atividades e exposições. Presentemente faz parte da Comissão Instaladora do Banco de Arte Contemporânea – BAC, um projeto de espólios documentais e artísticos de arte contemporânea, da EGEAC-CML, numa parceria estabelecida com a Fundação Carmona e Costa e o IHA da FCSH da Univ. Nova de Lisboa, Lisboa. É formada em Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Mestre em Estudos Curatoriais e Doutorada com a tese “Da Escultura à Espacialidade” na mesma Universidade. É curadora desde 2006 tendo apresentado exposições em várias instituições, desde o CAM da FCG, FCC, Museu Berardo, MACE, etc. Publica regularmente ensaios sobre arte, em catálogos e revistas da especialidade e é coordenadora da coleção Cadernos do Atelier-Museu Júlio Pomar. Foi docente convidada da Faculdade de Belas Artes da Univ. de Lisboa e coordenadora do Curso de Escultura do Ar.Co. Links: https://ruichafes.net/about.html https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/ http://projectomap.com/artistas/sara-antonia-matos/  Episódio gravado a 23.06.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 23 Jul 2022 08:22:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 70 - Gisela Casimiro + Pedro Barateiro</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 4 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><br></p><p><strong>Gisela Casimiro</strong> é uma escritora, artista e activista portuguesa, nascida na Guiné-Bissau em 1984. Estudou Línguas, Literaturas e Culturas (Estudos Portugueses e Ingleses) na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É autora de&nbsp;<a href="https://editoraurutau.com.br/titulo/erosao" rel="noopener noreferrer" target="_blank"><em>Erosão</em></a>&nbsp;(Urutau, 2018) e alguns dos seus poemas integram antologias como&nbsp;<em>Rio das Pérolas</em>&nbsp;(Ipsis Verbis, 2020). Foi ainda uma das tradutoras para português do livro&nbsp;<a href="https://falasafrikanas.wordpress.com/2020/10/30/venceremos-de-thomas-sankara/" rel="noopener noreferrer" target="_blank"><em>Venceremos!&nbsp;</em></a>(Falas Afrikanas, 2020), que reúne discursos escolhidos de Thomas Sankara. Nos últimos anos, tem colaborado como cronista em publicações como Hoje Macau, Buala e Contemporânea. Além disso, tem participado em diversos festivais literários, como o International Young Writers Meeting (Turquia), Rota das Letras (Macau), Festival Resiliência (Moçambique), FOLIO e Waking Life (Portugal). Também tem marcado presença em exposições. A sua obra fotográfica&nbsp;<em>Museu Pessoal&nbsp;</em>integrou mostras colectivas organizadas pela DJASS (2018) e pela Associação Portuguesa de Antropologia (Museu Nacional de Etnologia, 2019). Em 2020, realizou a exposição de poesia visual&nbsp;<em>O que perdi em estômago, ganhei em coração</em>, no Armário (Lisboa), com curadoria de Ana Cristina Cachola, do projecto&nbsp;<em>quéréla</em>. No mesmo ano, participou ainda na exposição colectiva&nbsp;<em>Four Flags,&nbsp;</em>organizada pela Taffimai e pela Galeria Zé dos Bois (Lisboa); na exposição&nbsp;<em>Fazer de Casa Labirinto</em>, na Balcony Gallery (Lisboa); e na exposição&nbsp;<em>Retrospectiva Retroescavadora,</em>&nbsp;na Casa do Capitão (Lisboa). Gisela Casimiro sempre se interessou por fotografia, colagens e arte. Não considera haver uma relação directa entre as suas criações visuais e a poesia. Mais com as crónicas, talvez. De momento, dirige o departamento de Cultura do INMUNE - Instituto da Mulher Negra em Portugal, uma associação feminista interseccional e anti-racista criada por Joacine Katar Moreira, deputada na Assembleia da República Portuguesa. O seu trabalho social e activismo, em particular o trabalho que desenvolve no INMUNE, tem-lhe permitido integrar um projecto de empoderamento social e comunitário pelo qual têm passado mulheres como a jornalista Paula Cardoso, a poeta Raquel Lima, a cineasta Loló Arziki ou a activista Alessa Herrero. Destaque para o trabalho realizado pelo INMUNE em parceria com a Escola Azevedo Neves, na Amadora, e a professora Catarina Coutinho, bem como colaborações com o Teatro do Bairro Alto ou o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Pedro Barateiro</strong> (Almada, 1979) vive e trabalha em Lisboa.</p><p>Exposições individuais em Netwerk, (Aalst); Basement Roma (Roma); Néon (Lyon); REDCAT (Los Angeles); Museu Colecção Berardo (Lisboa); Kettle's Yard (Cambridge); Parkour (Lisboa); Kunsthalle Lissabon (Lisboa); Kunsthalle Basel; Lumiar Cité (Lisboa); Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto); MARCO - Museo de Arte Contemporánea de Vigo; Pavilhão Branco - Museu da Cidade (Lisboa); Spike Island (Bristol).</p><p>O seu trabalho foi incluído em exposições como a Bienal de Sharjah 13, 29ª Bienal de São Paulo; 16ª Bienal de Sydney; 5ª Bienal de Berlim; Palais de Tokyo (Paris); Fondazione Guiliani (Roma); Firstsite (Colchester); ngbk (Berlim); M HKA (Antuérpia); SESC Pompeia e Videobrasil (São Paulo); Crac Alsace (Altkirch); Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto); Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa); ar/ge Kunst (Bolzano); Le Plateaux - Frac Île-de-France (Paris); Centro Galego de Arte Contemporânea (Santiago de Compostela).</p><p>As suas actuações foram apresentadas no TNDMII (Lisboa); Centre Pompidou (Paris); Teatro Rivoli (Porto); ZHdK (Zurique); 98Weeks (Beirute); Théâtre de la Ville (Paris), L'école nationale supérieure des beaux-arts -ENSBA (Paris), Fondation Ricard (Paris); M HKA/ Cinema Zuid (Antuérpia); Centro Cultural São Paulo (São Paulo) Galeria Vermelho (São Paulo); Teatro São Luiz (Lisboa) e Teatro Praga (Lisboa), entre outros locais.</p><p>Barateiro dirige o espaço Spirit Shop (https://spirit-shop.weebly.com/), e foi um dos membros do Parkour (https://parkour-lisboa.tumblr.com/), um artista que geriu o espaço iniciado com outros 7 artistas como parte da Avenida 211 em Lisboa, e que correu de 2012 a 2014. Entre as suas muitas colaborações editou, com Ricardo Valentim, os livros Colaborações Temporárias e ACTIVIDADE.</p><p>A formação de Barateiro em desenho, escultura, vídeo e escrita foi ampliada pela sua formação com um mestrado na Academia de Arte de Malmö, Universidade de Lund (Suécia) e no Programa de Estudo Independente em Artes Visuais na Maumaus - Escola de Artes Visuais (Lisboa). Desenvolveu ainda a sua prática em residências na Air Antwerpen (Antuérpia), Pavillon - Palais de Tokyo (Paris), ISCP (Nova Iorque), Sítio das Artes, CAM - Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), Spike Island (Bristol) e Galeria Zé dos Bois (Lisboa).</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><a href="https://www.buala.org/pt/autor/gisela-casimiro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.buala.org/pt/autor/gisela-casimiro</a></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><a href="https://pedrobarateiro.tumblr.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pedrobarateiro.tumblr.com/</a></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Episódio gravado a 29.06.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 4 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><br></p><p><strong>Gisela Casimiro</strong> é uma escritora, artista e activista portuguesa, nascida na Guiné-Bissau em 1984. Estudou Línguas, Literaturas e Culturas (Estudos Portugueses e Ingleses) na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É autora de&nbsp;<a href="https://editoraurutau.com.br/titulo/erosao" rel="noopener noreferrer" target="_blank"><em>Erosão</em></a>&nbsp;(Urutau, 2018) e alguns dos seus poemas integram antologias como&nbsp;<em>Rio das Pérolas</em>&nbsp;(Ipsis Verbis, 2020). Foi ainda uma das tradutoras para português do livro&nbsp;<a href="https://falasafrikanas.wordpress.com/2020/10/30/venceremos-de-thomas-sankara/" rel="noopener noreferrer" target="_blank"><em>Venceremos!&nbsp;</em></a>(Falas Afrikanas, 2020), que reúne discursos escolhidos de Thomas Sankara. Nos últimos anos, tem colaborado como cronista em publicações como Hoje Macau, Buala e Contemporânea. Além disso, tem participado em diversos festivais literários, como o International Young Writers Meeting (Turquia), Rota das Letras (Macau), Festival Resiliência (Moçambique), FOLIO e Waking Life (Portugal). Também tem marcado presença em exposições. A sua obra fotográfica&nbsp;<em>Museu Pessoal&nbsp;</em>integrou mostras colectivas organizadas pela DJASS (2018) e pela Associação Portuguesa de Antropologia (Museu Nacional de Etnologia, 2019). Em 2020, realizou a exposição de poesia visual&nbsp;<em>O que perdi em estômago, ganhei em coração</em>, no Armário (Lisboa), com curadoria de Ana Cristina Cachola, do projecto&nbsp;<em>quéréla</em>. No mesmo ano, participou ainda na exposição colectiva&nbsp;<em>Four Flags,&nbsp;</em>organizada pela Taffimai e pela Galeria Zé dos Bois (Lisboa); na exposição&nbsp;<em>Fazer de Casa Labirinto</em>, na Balcony Gallery (Lisboa); e na exposição&nbsp;<em>Retrospectiva Retroescavadora,</em>&nbsp;na Casa do Capitão (Lisboa). Gisela Casimiro sempre se interessou por fotografia, colagens e arte. Não considera haver uma relação directa entre as suas criações visuais e a poesia. Mais com as crónicas, talvez. De momento, dirige o departamento de Cultura do INMUNE - Instituto da Mulher Negra em Portugal, uma associação feminista interseccional e anti-racista criada por Joacine Katar Moreira, deputada na Assembleia da República Portuguesa. O seu trabalho social e activismo, em particular o trabalho que desenvolve no INMUNE, tem-lhe permitido integrar um projecto de empoderamento social e comunitário pelo qual têm passado mulheres como a jornalista Paula Cardoso, a poeta Raquel Lima, a cineasta Loló Arziki ou a activista Alessa Herrero. Destaque para o trabalho realizado pelo INMUNE em parceria com a Escola Azevedo Neves, na Amadora, e a professora Catarina Coutinho, bem como colaborações com o Teatro do Bairro Alto ou o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Pedro Barateiro</strong> (Almada, 1979) vive e trabalha em Lisboa.</p><p>Exposições individuais em Netwerk, (Aalst); Basement Roma (Roma); Néon (Lyon); REDCAT (Los Angeles); Museu Colecção Berardo (Lisboa); Kettle's Yard (Cambridge); Parkour (Lisboa); Kunsthalle Lissabon (Lisboa); Kunsthalle Basel; Lumiar Cité (Lisboa); Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto); MARCO - Museo de Arte Contemporánea de Vigo; Pavilhão Branco - Museu da Cidade (Lisboa); Spike Island (Bristol).</p><p>O seu trabalho foi incluído em exposições como a Bienal de Sharjah 13, 29ª Bienal de São Paulo; 16ª Bienal de Sydney; 5ª Bienal de Berlim; Palais de Tokyo (Paris); Fondazione Guiliani (Roma); Firstsite (Colchester); ngbk (Berlim); M HKA (Antuérpia); SESC Pompeia e Videobrasil (São Paulo); Crac Alsace (Altkirch); Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto); Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa); ar/ge Kunst (Bolzano); Le Plateaux - Frac Île-de-France (Paris); Centro Galego de Arte Contemporânea (Santiago de Compostela).</p><p>As suas actuações foram apresentadas no TNDMII (Lisboa); Centre Pompidou (Paris); Teatro Rivoli (Porto); ZHdK (Zurique); 98Weeks (Beirute); Théâtre de la Ville (Paris), L'école nationale supérieure des beaux-arts -ENSBA (Paris), Fondation Ricard (Paris); M HKA/ Cinema Zuid (Antuérpia); Centro Cultural São Paulo (São Paulo) Galeria Vermelho (São Paulo); Teatro São Luiz (Lisboa) e Teatro Praga (Lisboa), entre outros locais.</p><p>Barateiro dirige o espaço Spirit Shop (https://spirit-shop.weebly.com/), e foi um dos membros do Parkour (https://parkour-lisboa.tumblr.com/), um artista que geriu o espaço iniciado com outros 7 artistas como parte da Avenida 211 em Lisboa, e que correu de 2012 a 2014. Entre as suas muitas colaborações editou, com Ricardo Valentim, os livros Colaborações Temporárias e ACTIVIDADE.</p><p>A formação de Barateiro em desenho, escultura, vídeo e escrita foi ampliada pela sua formação com um mestrado na Academia de Arte de Malmö, Universidade de Lund (Suécia) e no Programa de Estudo Independente em Artes Visuais na Maumaus - Escola de Artes Visuais (Lisboa). Desenvolveu ainda a sua prática em residências na Air Antwerpen (Antuérpia), Pavillon - Palais de Tokyo (Paris), ISCP (Nova Iorque), Sítio das Artes, CAM - Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), Spike Island (Bristol) e Galeria Zé dos Bois (Lisboa).</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><a href="https://www.buala.org/pt/autor/gisela-casimiro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.buala.org/pt/autor/gisela-casimiro</a></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><a href="https://pedrobarateiro.tumblr.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pedrobarateiro.tumblr.com/</a></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Episódio gravado a 29.06.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 4 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António CacholaGisela Casimiro é uma escritora, artista e activista portuguesa, nascida na Guiné-Bissau em 1984. Estudou Línguas, Literaturas e Culturas (Estudos Portugueses e Ingleses) na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. É autora de Erosão (Urutau, 2018) e alguns dos seus poemas integram antologias como Rio das Pérolas (Ipsis Verbis, 2020). Foi ainda uma das tradutoras para português do livro Venceremos! (Falas Afrikanas, 2020), que reúne discursos escolhidos de Thomas Sankara. Nos últimos anos, tem colaborado como cronista em publicações como Hoje Macau, Buala e Contemporânea. Além disso, tem participado em diversos festivais literários, como o International Young Writers Meeting (Turquia), Rota das Letras (Macau), Festival Resiliência (Moçambique), FOLIO e Waking Life (Portugal). Também tem marcado presença em exposições. A sua obra fotográfica Museu Pessoal integrou mostras colectivas organizadas pela DJASS (2018) e pela Associação Portuguesa de Antropologia (Museu Nacional de Etnologia, 2019). Em 2020, realizou a exposição de poesia visual O que perdi em estômago, ganhei em coração, no Armário (Lisboa), com curadoria de Ana Cristina Cachola, do projecto quéréla. No mesmo ano, participou ainda na exposição colectiva Four Flags, organizada pela Taffimai e pela Galeria Zé dos Bois (Lisboa); na exposição Fazer de Casa Labirinto, na Balcony Gallery (Lisboa); e na exposição Retrospectiva Retroescavadora, na Casa do Capitão (Lisboa). Gisela Casimiro sempre se interessou por fotografia, colagens e arte. Não considera haver uma relação directa entre as suas criações visuais e a poesia. Mais com as crónicas, talvez. De momento, dirige o departamento de Cultura do INMUNE - Instituto da Mulher Negra em Portugal, uma associação feminista interseccional e anti-racista criada por Joacine Katar Moreira, deputada na Assembleia da República Portuguesa. O seu trabalho social e activismo, em particular o trabalho que desenvolve no INMUNE, tem-lhe permitido integrar um projecto de empoderamento social e comunitário pelo qual têm passado mulheres como a jornalista Paula Cardoso, a poeta Raquel Lima, a cineasta Loló Arziki ou a activista Alessa Herrero. Destaque para o trabalho realizado pelo INMUNE em parceria com a Escola Azevedo Neves, na Amadora, e a professora Catarina Coutinho, bem como colaborações com o Teatro do Bairro Alto ou o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.  Pedro Barateiro (Almada, 1979) vive e trabalha em Lisboa.Exposições individuais em Netwerk, (Aalst); Basement Roma (Roma); Néon (Lyon); REDCAT (Los Angeles); Museu Colecção Berardo (Lisboa); Kettle&#39;s Yard (Cambridge); Parkour (Lisboa); Kunsthalle Lissabon (Lisboa); Kunsthalle Basel; Lumiar Cité (Lisboa); Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto); MARCO - Museo de Arte Contemporánea de Vigo; Pavilhão Branco - Museu da Cidade (Lisboa); Spike Island (Bristol).O seu trabalho foi incluído em exposições como a Bienal de Sharjah 13, 29ª Bienal de São Paulo; 16ª Bienal de Sydney; 5ª Bienal de Berlim; Palais de Tokyo (Paris); Fondazione Guiliani (Roma); Firstsite (Colchester); ngbk (Berlim); M HKA (Antuérpia); SESC Pompeia e Videobrasil (São Paulo); Crac Alsace (Altkirch); Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto); Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa); ar/ge Kunst (Bolzano); Le Plateaux - Frac Île-de-France (Paris); Centro Galego de Arte Contemporânea (Santiago de Compostela).As suas actuações foram apresentadas no TNDMII (Lisboa); Centre Pompidou (Paris); Teatro Rivoli (Porto); ZHdK (Zurique); 98Weeks (Beirute); Théâtre de la Ville (Paris), L&#39;école nationale supérieure des beaux-arts -ENSBA (Paris), Fondation Ricard (Paris); M HKA/ Cinema Zuid (Antuérpia); Centro Cultural São Paulo (São Paulo) Galeria Vermelho (São Paulo); Teatro São Luiz (Lisboa) e Teatro Praga (Lisboa), entre outros locais.Barateiro dirige o espaço Spirit Shop (https://spirit-shop.weebly.com/), e foi um dos membros do Parkour (https://parkour-lisboa.tumblr.com/), um artista que geriu o espaço iniciado com outros 7 artistas como parte da Avenida 211 em Lisboa, e que correu de 2012 a 2014. Entre as suas muitas colaborações editou, com Ricardo Valentim, os livros Colaborações Temporárias e ACTIVIDADE.A formação de Barateiro em desenho, escultura, vídeo e escrita foi ampliada pela sua formação com um mestrado na Academia de Arte de Malmö, Universidade de Lund (Suécia) e no Programa de Estudo Independente em Artes Visuais na Maumaus - Escola de Artes Visuais (Lisboa). Desenvolveu ainda a sua prática em residências na Air Antwerpen (Antuérpia), Pavillon - Palais de Tokyo (Paris), ISCP (Nova Iorque), Sítio das Artes, CAM - Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), Spike Island (Bristol) e Galeria Zé dos Bois (Lisboa). Links: https://www.buala.org/pt/autor/gisela-casimiro https://pedrobarateiro.tumblr.com/ Episódio gravado a 29.06.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 21 Jul 2022 08:30:37 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 69 - João Pinharanda + António Albertino</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 3 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><br></p><p><strong>João Pinharanda </strong>Vive e trabalha em Lisboa. Em 2022 assume a direcção artística do MAAT.</p><p>Foi professor auxiliar convidado do Departamento de Arquitectura, na Universidade Autónoma de Lisboa; trabalhou como professor auxiliar convidado do Mestrado de Gestão de Mercados de Arte (ISCTE, Lisboa); foi presidente da Secção Portuguesa da Associação International dos Críticos de Arte (AICA); director de programação do Museu de Arte Contemporânea de Elvas (2007-2010) – Colecção António Cachola, que tinha organizado em 1999; participou em numerosos júris de exposições e Prémios de Arte em Portugal, Espanha e Brasil; em numerosas conferências em Portugal, Espanha, México, Brasil, Rússia e França; colaborou na imprensa como crítico de arte entre 1984 e 2001 (no jornal&nbsp;<em>Público</em>&nbsp;foi responsável pela secção de artes plásticas entre 1990-2000); tem também colaboração em revistas especializadas portuguesas e internacionais (<em>Arte Ibérica</em>,&nbsp;<em>Flash Art</em>,&nbsp;<em>Neue Kunst in Europa</em>,&nbsp;<em>Spazio Umano</em>,&nbsp;<em>Arena.</em>..). É consultor artístico e responsável pela programação de exposições da Fundação EDP, desde 2000, onde organizou mais de uma centena de exposições e catálogos; organizador dos Prémios de Arte da Fundação EDP (Prémio EDP – Novos Artistas e Grande Prémio EDP); responsável pela Colecção de Arte da Fundação EDP; comissário e coordenador do Programa da Fundation EDP «Arte e Arquitectura em Barragens»; comissário e coordenador do Programa de Arte Pública do Parque de Escultura Contemporânea do Parque Almourol (Vila Nova da Barquinha); projecto de intervenção na paisagem na zona da Barragem do Alqueva (Aldeia da Luz/Museu da Luz); é comissário de numerosas exposições individuais e colectivas em museus nacionais e internationais (Espanha, França, Rússia, México, Brasil).</p><p>&nbsp;</p><p><strong>António Albertino</strong></p><p>Albertino dos Santos, mandou construir um armazém e escritórios para as suas empresas de produtos de pintura e reparação automóvel, e antes de o ocupar com o necessário para as suas funções industriais, apresentou nesse espaço a sua colecção de arte contemporânea, durante uns dias, em Maio de 2015, na exposição “<em>Primeira Pessoa Plural</em>”.</p><p>A colecção de arte contemporânea de Ana Cristina e Albertino dos Santos é composta por obras de artistas portugueses e estrangeiros, escolhidas pessoalmente pelos colecionadores, junto dos artistas. Os colecionadores anunciam a intenção de criar um museu, que «terá de ser desagarrado do&nbsp;<em>mainstream</em>&nbsp;da lógica do funcionamento público, estatal, de tudo o que isso transportaria de ”dificuldades, constrangimentos de horários, incompetência nos lugares de destaque, burocracia…”» afirma Ana Cristina dos Santos. Será um «museu particular, permanentemente aberto às instituições, comunidade artística, escolas e amigos». Em 2021 a Colecção AA é a escolhida para a 4ª edição de “Arte em São Bento” apresentando um total de 41 peças.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>https://expresso.pt/cultura/2022-01-27-faltam-nos-milionarios-cultos-que-apostem-em-arte.-grande-entrevista-a-joao-pinharanda</p><p><br></p><p>https://rr.sapo.pt/noticia/politica/2021/10/05/costa-diz-que-vira-do-porto-a-proxima-arte-em-sao-bento-um-investimento-para-continuar/255737/</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 22.06.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 3 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><br></p><p><strong>João Pinharanda </strong>Vive e trabalha em Lisboa. Em 2022 assume a direcção artística do MAAT.</p><p>Foi professor auxiliar convidado do Departamento de Arquitectura, na Universidade Autónoma de Lisboa; trabalhou como professor auxiliar convidado do Mestrado de Gestão de Mercados de Arte (ISCTE, Lisboa); foi presidente da Secção Portuguesa da Associação International dos Críticos de Arte (AICA); director de programação do Museu de Arte Contemporânea de Elvas (2007-2010) – Colecção António Cachola, que tinha organizado em 1999; participou em numerosos júris de exposições e Prémios de Arte em Portugal, Espanha e Brasil; em numerosas conferências em Portugal, Espanha, México, Brasil, Rússia e França; colaborou na imprensa como crítico de arte entre 1984 e 2001 (no jornal&nbsp;<em>Público</em>&nbsp;foi responsável pela secção de artes plásticas entre 1990-2000); tem também colaboração em revistas especializadas portuguesas e internacionais (<em>Arte Ibérica</em>,&nbsp;<em>Flash Art</em>,&nbsp;<em>Neue Kunst in Europa</em>,&nbsp;<em>Spazio Umano</em>,&nbsp;<em>Arena.</em>..). É consultor artístico e responsável pela programação de exposições da Fundação EDP, desde 2000, onde organizou mais de uma centena de exposições e catálogos; organizador dos Prémios de Arte da Fundação EDP (Prémio EDP – Novos Artistas e Grande Prémio EDP); responsável pela Colecção de Arte da Fundação EDP; comissário e coordenador do Programa da Fundation EDP «Arte e Arquitectura em Barragens»; comissário e coordenador do Programa de Arte Pública do Parque de Escultura Contemporânea do Parque Almourol (Vila Nova da Barquinha); projecto de intervenção na paisagem na zona da Barragem do Alqueva (Aldeia da Luz/Museu da Luz); é comissário de numerosas exposições individuais e colectivas em museus nacionais e internationais (Espanha, França, Rússia, México, Brasil).</p><p>&nbsp;</p><p><strong>António Albertino</strong></p><p>Albertino dos Santos, mandou construir um armazém e escritórios para as suas empresas de produtos de pintura e reparação automóvel, e antes de o ocupar com o necessário para as suas funções industriais, apresentou nesse espaço a sua colecção de arte contemporânea, durante uns dias, em Maio de 2015, na exposição “<em>Primeira Pessoa Plural</em>”.</p><p>A colecção de arte contemporânea de Ana Cristina e Albertino dos Santos é composta por obras de artistas portugueses e estrangeiros, escolhidas pessoalmente pelos colecionadores, junto dos artistas. Os colecionadores anunciam a intenção de criar um museu, que «terá de ser desagarrado do&nbsp;<em>mainstream</em>&nbsp;da lógica do funcionamento público, estatal, de tudo o que isso transportaria de ”dificuldades, constrangimentos de horários, incompetência nos lugares de destaque, burocracia…”» afirma Ana Cristina dos Santos. Será um «museu particular, permanentemente aberto às instituições, comunidade artística, escolas e amigos». Em 2021 a Colecção AA é a escolhida para a 4ª edição de “Arte em São Bento” apresentando um total de 41 peças.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>https://expresso.pt/cultura/2022-01-27-faltam-nos-milionarios-cultos-que-apostem-em-arte.-grande-entrevista-a-joao-pinharanda</p><p><br></p><p>https://rr.sapo.pt/noticia/politica/2021/10/05/costa-diz-que-vira-do-porto-a-proxima-arte-em-sao-bento-um-investimento-para-continuar/255737/</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 22.06.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 3 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António CacholaJoão Pinharanda Vive e trabalha em Lisboa. Em 2022 assume a direcção artística do MAAT.Foi professor auxiliar convidado do Departamento de Arquitectura, na Universidade Autónoma de Lisboa; trabalhou como professor auxiliar convidado do Mestrado de Gestão de Mercados de Arte (ISCTE, Lisboa); foi presidente da Secção Portuguesa da Associação International dos Críticos de Arte (AICA); director de programação do Museu de Arte Contemporânea de Elvas (2007-2010) – Colecção António Cachola, que tinha organizado em 1999; participou em numerosos júris de exposições e Prémios de Arte em Portugal, Espanha e Brasil; em numerosas conferências em Portugal, Espanha, México, Brasil, Rússia e França; colaborou na imprensa como crítico de arte entre 1984 e 2001 (no jornal Público foi responsável pela secção de artes plásticas entre 1990-2000); tem também colaboração em revistas especializadas portuguesas e internacionais (Arte Ibérica, Flash Art, Neue Kunst in Europa, Spazio Umano, Arena...). É consultor artístico e responsável pela programação de exposições da Fundação EDP, desde 2000, onde organizou mais de uma centena de exposições e catálogos; organizador dos Prémios de Arte da Fundação EDP (Prémio EDP – Novos Artistas e Grande Prémio EDP); responsável pela Colecção de Arte da Fundação EDP; comissário e coordenador do Programa da Fundation EDP «Arte e Arquitectura em Barragens»; comissário e coordenador do Programa de Arte Pública do Parque de Escultura Contemporânea do Parque Almourol (Vila Nova da Barquinha); projecto de intervenção na paisagem na zona da Barragem do Alqueva (Aldeia da Luz/Museu da Luz); é comissário de numerosas exposições individuais e colectivas em museus nacionais e internationais (Espanha, França, Rússia, México, Brasil). António AlbertinoAlbertino dos Santos, mandou construir um armazém e escritórios para as suas empresas de produtos de pintura e reparação automóvel, e antes de o ocupar com o necessário para as suas funções industriais, apresentou nesse espaço a sua colecção de arte contemporânea, durante uns dias, em Maio de 2015, na exposição “Primeira Pessoa Plural”.A colecção de arte contemporânea de Ana Cristina e Albertino dos Santos é composta por obras de artistas portugueses e estrangeiros, escolhidas pessoalmente pelos colecionadores, junto dos artistas. Os colecionadores anunciam a intenção de criar um museu, que «terá de ser desagarrado do mainstream da lógica do funcionamento público, estatal, de tudo o que isso transportaria de ”dificuldades, constrangimentos de horários, incompetência nos lugares de destaque, burocracia…”» afirma Ana Cristina dos Santos. Será um «museu particular, permanentemente aberto às instituições, comunidade artística, escolas e amigos». Em 2021 a Colecção AA é a escolhida para a 4ª edição de “Arte em São Bento” apresentando um total de 41 peças.Links:https://expresso.pt/cultura/2022-01-27-faltam-nos-milionarios-cultos-que-apostem-em-arte.-grande-entrevista-a-joao-pinharandahttps://rr.sapo.pt/noticia/politica/2021/10/05/costa-diz-que-vira-do-porto-a-proxima-arte-em-sao-bento-um-investimento-para-continuar/255737/Episódio gravado a 22.06.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 18 Jul 2022 17:46:55 +0000</pubDate>
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            <title>Epsiódio 68 - Miguel von Hafe Pérez + Susana Mendes Silva</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 2 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><br></p><p><strong>Miguel von Hafe Pérez</strong>&nbsp;(Porto, 1967) é curador e ensaísta. Foi responsável pela área de&nbsp;<em>Artes Plásticas, Arquitectura e Cidade&nbsp;</em>do Porto 2001, Capital Europeia da Cultura. Entre 2002 e 2005 fez parte da mesa curatorial do Centre d’Art Santa Mónica em Barcelona. Diretor do Centro Galego de Arte Contemporánea (CGAC) de Santiago de Compostela (2009-2015). De 2013 a 2018 foi assessor da Colección Fundación Arco, Madrid.</p><p>Recentemente comissariou, entre outras, as exposições&nbsp;<em>a sul de hoje – arte portuguesa contemporânea (sem Portugal)</em>&nbsp;para a Fondation Gulbenkian, Paris;&nbsp;<em>Álvaro Lapa. No Tempo Todo</em>, no Museu de Serralves, Porto;&nbsp;<em>Intersticial – diálogos no espaço entre acontecimentos</em>, Centro de Arte Oliva, São João da Madeira;&nbsp;<em>Criteria. Obras da Fundación Arco</em>&nbsp;no Torreão Nascente da Cordoaria de Lisboa,&nbsp;<em>Pedro Tudela</em>,&nbsp;<em>AWDIˈTƆRJU</em>, Maat, Lisboa,&nbsp;<em>Ilhéstico</em>&nbsp;na galeria Porta 33 na cidade do Funchal,&nbsp;<em>Miguel Palma (Ainda) o desconforto moderno</em>, no Museu Coleção Berardo, Lisboa.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Susana Mendes Silva</strong> (Lisboa, 1972) é artista plástica, performer e professora.</p><p>O seu trabalho integra uma componente de investigação, e de prática arquivística, que se traduz em obras cujas referências históricas e políticas se materializam em exposições, acções e performances através dos mais diversos meios de produção. O seu universo contempla e reconfigura contextos sociais diversos sem perder de vista a singularidade do indivíduo. A sua intimidade psicológica ou a sua voz são inúmeras vezes veículos de difusão e recepção de mensagens poéticas e políticas que convocam e reactivam a memória das/os participantes e espectadores. A artista estudou Escultura na FBAUL e frequentou o programa de doutoramento em Artes Visuais (Studio Based Research) no Goldsmiths College, Londres, tendo sido bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. É Doutorada em Arte Contemporânea, pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, com a tese baseada na sua prática performativa – "A performance enquanto encontro íntimo". É professora auxiliar na Universidade de Évora na licenciatura de Artes Visuais e Multimedia e no mestrado de Arquitectura Paisagista. É também investigadora integrada no CEIS20 / Universidade de Coimbra.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>https://www.artecapital.net/entrevista-9-miguel-von-hafe-perez</p><p><br></p><p>http://www.susanamendessilva.com/</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 21.06.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 2 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><br></p><p><strong>Miguel von Hafe Pérez</strong>&nbsp;(Porto, 1967) é curador e ensaísta. Foi responsável pela área de&nbsp;<em>Artes Plásticas, Arquitectura e Cidade&nbsp;</em>do Porto 2001, Capital Europeia da Cultura. Entre 2002 e 2005 fez parte da mesa curatorial do Centre d’Art Santa Mónica em Barcelona. Diretor do Centro Galego de Arte Contemporánea (CGAC) de Santiago de Compostela (2009-2015). De 2013 a 2018 foi assessor da Colección Fundación Arco, Madrid.</p><p>Recentemente comissariou, entre outras, as exposições&nbsp;<em>a sul de hoje – arte portuguesa contemporânea (sem Portugal)</em>&nbsp;para a Fondation Gulbenkian, Paris;&nbsp;<em>Álvaro Lapa. No Tempo Todo</em>, no Museu de Serralves, Porto;&nbsp;<em>Intersticial – diálogos no espaço entre acontecimentos</em>, Centro de Arte Oliva, São João da Madeira;&nbsp;<em>Criteria. Obras da Fundación Arco</em>&nbsp;no Torreão Nascente da Cordoaria de Lisboa,&nbsp;<em>Pedro Tudela</em>,&nbsp;<em>AWDIˈTƆRJU</em>, Maat, Lisboa,&nbsp;<em>Ilhéstico</em>&nbsp;na galeria Porta 33 na cidade do Funchal,&nbsp;<em>Miguel Palma (Ainda) o desconforto moderno</em>, no Museu Coleção Berardo, Lisboa.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Susana Mendes Silva</strong> (Lisboa, 1972) é artista plástica, performer e professora.</p><p>O seu trabalho integra uma componente de investigação, e de prática arquivística, que se traduz em obras cujas referências históricas e políticas se materializam em exposições, acções e performances através dos mais diversos meios de produção. O seu universo contempla e reconfigura contextos sociais diversos sem perder de vista a singularidade do indivíduo. A sua intimidade psicológica ou a sua voz são inúmeras vezes veículos de difusão e recepção de mensagens poéticas e políticas que convocam e reactivam a memória das/os participantes e espectadores. A artista estudou Escultura na FBAUL e frequentou o programa de doutoramento em Artes Visuais (Studio Based Research) no Goldsmiths College, Londres, tendo sido bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. É Doutorada em Arte Contemporânea, pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, com a tese baseada na sua prática performativa – "A performance enquanto encontro íntimo". É professora auxiliar na Universidade de Évora na licenciatura de Artes Visuais e Multimedia e no mestrado de Arquitectura Paisagista. É também investigadora integrada no CEIS20 / Universidade de Coimbra.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>https://www.artecapital.net/entrevista-9-miguel-von-hafe-perez</p><p><br></p><p>http://www.susanamendessilva.com/</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 21.06.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 2 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - Aqui somos rede - numa parceria com a Colecção António CacholaMiguel von Hafe Pérez (Porto, 1967) é curador e ensaísta. Foi responsável pela área de Artes Plásticas, Arquitectura e Cidade do Porto 2001, Capital Europeia da Cultura. Entre 2002 e 2005 fez parte da mesa curatorial do Centre d’Art Santa Mónica em Barcelona. Diretor do Centro Galego de Arte Contemporánea (CGAC) de Santiago de Compostela (2009-2015). De 2013 a 2018 foi assessor da Colección Fundación Arco, Madrid.Recentemente comissariou, entre outras, as exposições a sul de hoje – arte portuguesa contemporânea (sem Portugal) para a Fondation Gulbenkian, Paris; Álvaro Lapa. No Tempo Todo, no Museu de Serralves, Porto; Intersticial – diálogos no espaço entre acontecimentos, Centro de Arte Oliva, São João da Madeira; Criteria. Obras da Fundación Arco no Torreão Nascente da Cordoaria de Lisboa, Pedro Tudela, AWDIˈTƆRJU, Maat, Lisboa, Ilhéstico na galeria Porta 33 na cidade do Funchal, Miguel Palma (Ainda) o desconforto moderno, no Museu Coleção Berardo, Lisboa. Susana Mendes Silva (Lisboa, 1972) é artista plástica, performer e professora.O seu trabalho integra uma componente de investigação, e de prática arquivística, que se traduz em obras cujas referências históricas e políticas se materializam em exposições, acções e performances através dos mais diversos meios de produção. O seu universo contempla e reconfigura contextos sociais diversos sem perder de vista a singularidade do indivíduo. A sua intimidade psicológica ou a sua voz são inúmeras vezes veículos de difusão e recepção de mensagens poéticas e políticas que convocam e reactivam a memória das/os participantes e espectadores. A artista estudou Escultura na FBAUL e frequentou o programa de doutoramento em Artes Visuais (Studio Based Research) no Goldsmiths College, Londres, tendo sido bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. É Doutorada em Arte Contemporânea, pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, com a tese baseada na sua prática performativa – &#34;A performance enquanto encontro íntimo&#34;. É professora auxiliar na Universidade de Évora na licenciatura de Artes Visuais e Multimedia e no mestrado de Arquitectura Paisagista. É também investigadora integrada no CEIS20 / Universidade de Coimbra.Links:https://www.artecapital.net/entrevista-9-miguel-von-hafe-perezhttp://www.susanamendessilva.com/Episódio gravado a 21.06.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <title>Episódio 67 - &#34;Aqui somos rede&#34; - conversa com Ana Cristina e António Cachola</title>
            <description><![CDATA[  <p>Episódio 1 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><br></p><p>A Coleção António Cachola começou a ser construída no início da década de 1990 e reflete os últimos 30 anos da criação artística visual realizada por artistas portugueses, que começaram a expor pública e regularmente a partir da década de 1980. A coleção propõe uma cartografia dinâmica do sistema da arte português e resulta de um movimento constante de aproximação do colecionador a artistas e instituições. Desde o início que uma vontade pessoal de colecionar, foi acompanhada pela determinação em conferir uma dimensão pública à coleção e, assim, em 2007, nasce em Elvas, cidade património mundial da Unesco, o Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), instituição com tutela municipal que acolhe em depósito a Coleção António Cachola. A coleção foi desenvolvendo uma estratégia mista de aquisições, quer alargando o espetro de artistas que a integram, quer acompanhando o percurso de alguns artistas de forma intensiva, assumindo, assim, uma composição intergeracional e interdisciplinar. Sem limites técnicos ou temáticos, a Coleção António Cachola está em contínuo crescimento e é composta por mais de novecentas obras de mais de uma centena de artistas. A Coleção António Cachola recebeu o Prémio “A“ ao Colecionismo Privado da Fundación ARCO, em 2016.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://col-antoniocachola.com/?lang=en</p><p><br></p><p>https://observador.pt/especiais/no-museu-com-antonio-cachola/</p><p><br></p><p>https://contemporanea.pt/edicoes/06-07-2017/dez-anos-dez-comissoes-coleccionar-e-conhecer</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 23.06.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p><br></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Episódio 1 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - numa parceria com a Colecção António Cachola</p><p><br></p><p>A Coleção António Cachola começou a ser construída no início da década de 1990 e reflete os últimos 30 anos da criação artística visual realizada por artistas portugueses, que começaram a expor pública e regularmente a partir da década de 1980. A coleção propõe uma cartografia dinâmica do sistema da arte português e resulta de um movimento constante de aproximação do colecionador a artistas e instituições. Desde o início que uma vontade pessoal de colecionar, foi acompanhada pela determinação em conferir uma dimensão pública à coleção e, assim, em 2007, nasce em Elvas, cidade património mundial da Unesco, o Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), instituição com tutela municipal que acolhe em depósito a Coleção António Cachola. A coleção foi desenvolvendo uma estratégia mista de aquisições, quer alargando o espetro de artistas que a integram, quer acompanhando o percurso de alguns artistas de forma intensiva, assumindo, assim, uma composição intergeracional e interdisciplinar. Sem limites técnicos ou temáticos, a Coleção António Cachola está em contínuo crescimento e é composta por mais de novecentas obras de mais de uma centena de artistas. A Coleção António Cachola recebeu o Prémio “A“ ao Colecionismo Privado da Fundación ARCO, em 2016.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://col-antoniocachola.com/?lang=en</p><p><br></p><p>https://observador.pt/especiais/no-museu-com-antonio-cachola/</p><p><br></p><p>https://contemporanea.pt/edicoes/06-07-2017/dez-anos-dez-comissoes-coleccionar-e-conhecer</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 23.06.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p><br></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Episódio 1 da temporada especial do Appleton Podcast - 15 anos MACE - numa parceria com a Colecção António CacholaA Coleção António Cachola começou a ser construída no início da década de 1990 e reflete os últimos 30 anos da criação artística visual realizada por artistas portugueses, que começaram a expor pública e regularmente a partir da década de 1980. A coleção propõe uma cartografia dinâmica do sistema da arte português e resulta de um movimento constante de aproximação do colecionador a artistas e instituições. Desde o início que uma vontade pessoal de colecionar, foi acompanhada pela determinação em conferir uma dimensão pública à coleção e, assim, em 2007, nasce em Elvas, cidade património mundial da Unesco, o Museu de Arte Contemporânea de Elvas (MACE), instituição com tutela municipal que acolhe em depósito a Coleção António Cachola. A coleção foi desenvolvendo uma estratégia mista de aquisições, quer alargando o espetro de artistas que a integram, quer acompanhando o percurso de alguns artistas de forma intensiva, assumindo, assim, uma composição intergeracional e interdisciplinar. Sem limites técnicos ou temáticos, a Coleção António Cachola está em contínuo crescimento e é composta por mais de novecentas obras de mais de uma centena de artistas. A Coleção António Cachola recebeu o Prémio “A“ ao Colecionismo Privado da Fundación ARCO, em 2016.Links:https://col-antoniocachola.com/?lang=enhttps://observador.pt/especiais/no-museu-com-antonio-cachola/https://contemporanea.pt/edicoes/06-07-2017/dez-anos-dez-comissoes-coleccionar-e-conhecerEpisódio gravado a 23.06.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 12 Jul 2022 19:27:15 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 66 - Cabrita - Conversa com Pedro Cabrita Reis</title>
            <description><![CDATA[  <p>Pedro Cabrita Reis nasceu em 1956 em Lisboa, a cidade onde vive e trabalha actualmente. O seu trabalho tem recebido constantemente reconhecimento internacional, tornando-se assim crucial e decisivo para a compreensão da escultura a partir de meados da década de 1980. A sua complexa obra pode ser caracterizada por um discurso filosófico e poético idiossincrático, abrangendo uma grande variedade de meios: pintura, escultura, fotografia, desenho, e instalações compostas por materiais industriais e encontrados e objectos manufacturados. Ao utilizar materiais simples que são submetidos a processos construtivos, Cabrita recicla reminiscências quase anónimas de gestos e acções primordiais repetidas na vida quotidiana.</p><p>&nbsp;</p><p>A complexa diversidade teórica e formal do trabalho de Cabrita procede de uma reflexão antropológica, o que é contrário ao reducionismo do discurso sociológico. De facto, é sobre silêncios e indagações que o trabalho de Cabrita se baseia e se constrói.</p><p>&nbsp;</p><p>Pedro Cabrita Reis participou em importantes exposições internacionais, tais como Documenta 9 e 14 em Kassel em 1992 e 2017, as 21ª e 24ª Bienais de São Paulo, respectivamente em 1994 e 1998, na secção “Aperto” da Bienal de Veneza em 1997.</p><p>Em 2003, representou Portugal na Bienal de Veneza, em 2013 apresentou "A Remote Whisper", na 55ª Bienal de Veneza e participou na 10ª Bienal de Lyon, "The Spectacle of the Everyday" em 2009. Em 2022 Cabrita apresentou no Jardim das Tui-le-ries "Les Trois Grâces" encomendada pelo Museu do Louvre, e por ocasião da 59ª Bienal de Veneza Cabrita Reis apresenta "Campo" na Chiesa di San Fantin.</p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://pedrocabritareis.com/</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2022/04/21/culturaipsilon/noticia/cabrita-reis-trouxe-caos-dentro-igreja-veneza-2003340</p><p><br></p><p>https://www.sprovieri.com/exhibitions/pedro-cabrita-reis</p><p><br></p><p>https://www.artforum.com/picks/pedro-cabrita-reis-12158</p><p><br></p><p>https://appleton.pt/pedro-cabrita-reis/</p><p><br></p><p>https://www.miguelnabinho.com/pedro-cabrita-reis?gclid=CjwKCAjw-8qVBhANEiwAfjXLrvwojN8L3ohPPOnP98CqwBe8DsHDhlemQXAysFEc-IzGCaKt2VKReRoCk8oQAvD_BwE</p><p><br></p><p>https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/32481/2/ULFBA_TES_1029.pdf</p><p><br></p><p>https://cnnportugal.iol.pt/videos/nada-vem-do-nada-as-tres-gracas-de-cabrita-reis-no-louvre/6203f69d0cf2cc58e7e1f486</p><p><br></p><p>https://www.serralves.pt/en/ciclo-serralves/1910-cabrita-reis---a-roving-gaze/</p><p><br></p><p>https://pt.museuberardo.pt/colecao/artistas/82</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 26.05.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Pedro Cabrita Reis nasceu em 1956 em Lisboa, a cidade onde vive e trabalha actualmente. O seu trabalho tem recebido constantemente reconhecimento internacional, tornando-se assim crucial e decisivo para a compreensão da escultura a partir de meados da década de 1980. A sua complexa obra pode ser caracterizada por um discurso filosófico e poético idiossincrático, abrangendo uma grande variedade de meios: pintura, escultura, fotografia, desenho, e instalações compostas por materiais industriais e encontrados e objectos manufacturados. Ao utilizar materiais simples que são submetidos a processos construtivos, Cabrita recicla reminiscências quase anónimas de gestos e acções primordiais repetidas na vida quotidiana.</p><p>&nbsp;</p><p>A complexa diversidade teórica e formal do trabalho de Cabrita procede de uma reflexão antropológica, o que é contrário ao reducionismo do discurso sociológico. De facto, é sobre silêncios e indagações que o trabalho de Cabrita se baseia e se constrói.</p><p>&nbsp;</p><p>Pedro Cabrita Reis participou em importantes exposições internacionais, tais como Documenta 9 e 14 em Kassel em 1992 e 2017, as 21ª e 24ª Bienais de São Paulo, respectivamente em 1994 e 1998, na secção “Aperto” da Bienal de Veneza em 1997.</p><p>Em 2003, representou Portugal na Bienal de Veneza, em 2013 apresentou "A Remote Whisper", na 55ª Bienal de Veneza e participou na 10ª Bienal de Lyon, "The Spectacle of the Everyday" em 2009. Em 2022 Cabrita apresentou no Jardim das Tui-le-ries "Les Trois Grâces" encomendada pelo Museu do Louvre, e por ocasião da 59ª Bienal de Veneza Cabrita Reis apresenta "Campo" na Chiesa di San Fantin.</p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://pedrocabritareis.com/</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2022/04/21/culturaipsilon/noticia/cabrita-reis-trouxe-caos-dentro-igreja-veneza-2003340</p><p><br></p><p>https://www.sprovieri.com/exhibitions/pedro-cabrita-reis</p><p><br></p><p>https://www.artforum.com/picks/pedro-cabrita-reis-12158</p><p><br></p><p>https://appleton.pt/pedro-cabrita-reis/</p><p><br></p><p>https://www.miguelnabinho.com/pedro-cabrita-reis?gclid=CjwKCAjw-8qVBhANEiwAfjXLrvwojN8L3ohPPOnP98CqwBe8DsHDhlemQXAysFEc-IzGCaKt2VKReRoCk8oQAvD_BwE</p><p><br></p><p>https://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/32481/2/ULFBA_TES_1029.pdf</p><p><br></p><p>https://cnnportugal.iol.pt/videos/nada-vem-do-nada-as-tres-gracas-de-cabrita-reis-no-louvre/6203f69d0cf2cc58e7e1f486</p><p><br></p><p>https://www.serralves.pt/en/ciclo-serralves/1910-cabrita-reis---a-roving-gaze/</p><p><br></p><p>https://pt.museuberardo.pt/colecao/artistas/82</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 26.05.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Pedro Cabrita Reis nasceu em 1956 em Lisboa, a cidade onde vive e trabalha actualmente. O seu trabalho tem recebido constantemente reconhecimento internacional, tornando-se assim crucial e decisivo para a compreensão da escultura a partir de meados da década de 1980. A sua complexa obra pode ser caracterizada por um discurso filosófico e poético idiossincrático, abrangendo uma grande variedade de meios: pintura, escultura, fotografia, desenho, e instalações compostas por materiais industriais e encontrados e objectos manufacturados. Ao utilizar materiais simples que são submetidos a processos construtivos, Cabrita recicla reminiscências quase anónimas de gestos e acções primordiais repetidas na vida quotidiana. A complexa diversidade teórica e formal do trabalho de Cabrita procede de uma reflexão antropológica, o que é contrário ao reducionismo do discurso sociológico. De facto, é sobre silêncios e indagações que o trabalho de Cabrita se baseia e se constrói. Pedro Cabrita Reis participou em importantes exposições internacionais, tais como Documenta 9 e 14 em Kassel em 1992 e 2017, as 21ª e 24ª Bienais de São Paulo, respectivamente em 1994 e 1998, na secção “Aperto” da Bienal de Veneza em 1997.Em 2003, representou Portugal na Bienal de Veneza, em 2013 apresentou &#34;A Remote Whisper&#34;, na 55ª Bienal de Veneza e participou na 10ª Bienal de Lyon, &#34;The Spectacle of the Everyday&#34; em 2009. Em 2022 Cabrita apresentou no Jardim das Tui-le-ries &#34;Les Trois Grâces&#34; encomendada pelo Museu do Louvre, e por ocasião da 59ª Bienal de Veneza Cabrita Reis apresenta &#34;Campo&#34; na Chiesa di San Fantin. Links:https://pedrocabritareis.com/https://www.publico.pt/2022/04/21/culturaipsilon/noticia/cabrita-reis-trouxe-caos-dentro-igreja-veneza-2003340https://www.sprovieri.com/exhibitions/pedro-cabrita-reishttps://www.artforum.com/picks/pedro-cabrita-reis-12158https://appleton.pt/pedro-cabrita-reis/https://www.miguelnabinho.com/pedro-cabrita-reis?gclid=CjwKCAjw-8qVBhANEiwAfjXLrvwojN8L3ohPPOnP98CqwBe8DsHDhlemQXAysFEc-IzGCaKt2VKReRoCk8oQAvD_BwEhttps://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/32481/2/ULFBA_TES_1029.pdfhttps://cnnportugal.iol.pt/videos/nada-vem-do-nada-as-tres-gracas-de-cabrita-reis-no-louvre/6203f69d0cf2cc58e7e1f486https://www.serralves.pt/en/ciclo-serralves/1910-cabrita-reis---a-roving-gaze/https://pt.museuberardo.pt/colecao/artistas/82Episódio gravado a 26.05.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 25 Jun 2022 09:02:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 65 - &#34;Entre o acaso e a rasteira&#34; - Conversa com Tiago Alexandre</title>
            <description><![CDATA[  <p>Tiago Alexandre nasceu em Lisboa, em 1988.</p><p>É licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa desde 2012.</p><p>No mesmo ano, foi o autor da residência artística Pé de Cabra: Não é Basileia mas poderia ser, em Lisboa.</p><p>Como artista multidisciplinar, utiliza no seu trabalho vários recursos formais e vários meios, tais como vídeo, pintura, desenho, escultura, entre outros.</p><p>As suas exposições individuais incluem:</p><p>"Entre o Boné e os Ténis", na Galeria Graça Brandão, Lisboa (2015); "O Filho do Carro Preto", em Bregas, Lisboa em (2016); "Words don't come easy", na Galeria Balcony, Lisboa (2018) e "Triunfante", em Lisboa (2019). Participou também emdiversas colectivas das quais se destacam: "Nella Cohorte di De Chirico" comissariada por Hugo Barata e António Olaio, Colégio das Artes, Coimbra (2021), "Flora" comissariada por Pedro Faro e Sara Antónia Matos, Atelier Museu Júlio Pomar, Lisboa (2021), "Trabalho Capital - ENSAIO SOBRE GESTOS E FRAGMENTOS", comissariado por Paulo Mendes, Centro de Arte Oliva, São João da Madeira (2019), "Do Tirar Polo Natural, comissariado por Anísio Franco, Filipa Oliveira e Paulo Pires do Vale, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa (2018); "Tawapayera", comissariado por Alexandre Melo, Atelier Museu Júlio Pomar, Lisboa (2017); "THEM OU US!" comissariado por Paulo Mendes, Galeria Municipal do Porto, Porto (2017); "Portugal, Portugueses", comissariado por Emanoel Araujo, Museu Afro-Brasil, São Paulo, Brasil (2016). Actualmente, a obra de Tiago Alexandre está representada em numerosas colecções Públicas e Privadas.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p><a href="https://tiagoalexandre.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://tiagoalexandre.pt</a></p><p><br></p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2018/01/28/artclip-tiago-alexandre/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com</a></p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/en/blog/2018/01/28/artclip-tiago-alexandre/</p><p><br></p><p>https://www.rtp.pt/play/p1991/e208449/contentor-13</p><p><br></p><p>Playlist Tiago Alexandre</p><p><br></p><p>https://open.spotify.com/playlist/3edQPHSVigugC22AZmwDud</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 14.06.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Tiago Alexandre nasceu em Lisboa, em 1988.</p><p>É licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa desde 2012.</p><p>No mesmo ano, foi o autor da residência artística Pé de Cabra: Não é Basileia mas poderia ser, em Lisboa.</p><p>Como artista multidisciplinar, utiliza no seu trabalho vários recursos formais e vários meios, tais como vídeo, pintura, desenho, escultura, entre outros.</p><p>As suas exposições individuais incluem:</p><p>"Entre o Boné e os Ténis", na Galeria Graça Brandão, Lisboa (2015); "O Filho do Carro Preto", em Bregas, Lisboa em (2016); "Words don't come easy", na Galeria Balcony, Lisboa (2018) e "Triunfante", em Lisboa (2019). Participou também emdiversas colectivas das quais se destacam: "Nella Cohorte di De Chirico" comissariada por Hugo Barata e António Olaio, Colégio das Artes, Coimbra (2021), "Flora" comissariada por Pedro Faro e Sara Antónia Matos, Atelier Museu Júlio Pomar, Lisboa (2021), "Trabalho Capital - ENSAIO SOBRE GESTOS E FRAGMENTOS", comissariado por Paulo Mendes, Centro de Arte Oliva, São João da Madeira (2019), "Do Tirar Polo Natural, comissariado por Anísio Franco, Filipa Oliveira e Paulo Pires do Vale, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa (2018); "Tawapayera", comissariado por Alexandre Melo, Atelier Museu Júlio Pomar, Lisboa (2017); "THEM OU US!" comissariado por Paulo Mendes, Galeria Municipal do Porto, Porto (2017); "Portugal, Portugueses", comissariado por Emanoel Araujo, Museu Afro-Brasil, São Paulo, Brasil (2016). Actualmente, a obra de Tiago Alexandre está representada em numerosas colecções Públicas e Privadas.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p><a href="https://tiagoalexandre.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://tiagoalexandre.pt</a></p><p><br></p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2018/01/28/artclip-tiago-alexandre/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com</a></p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/en/blog/2018/01/28/artclip-tiago-alexandre/</p><p><br></p><p>https://www.rtp.pt/play/p1991/e208449/contentor-13</p><p><br></p><p>Playlist Tiago Alexandre</p><p><br></p><p>https://open.spotify.com/playlist/3edQPHSVigugC22AZmwDud</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 14.06.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Tiago Alexandre nasceu em Lisboa, em 1988.É licenciado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa desde 2012.No mesmo ano, foi o autor da residência artística Pé de Cabra: Não é Basileia mas poderia ser, em Lisboa.Como artista multidisciplinar, utiliza no seu trabalho vários recursos formais e vários meios, tais como vídeo, pintura, desenho, escultura, entre outros.As suas exposições individuais incluem:&#34;Entre o Boné e os Ténis&#34;, na Galeria Graça Brandão, Lisboa (2015); &#34;O Filho do Carro Preto&#34;, em Bregas, Lisboa em (2016); &#34;Words don&#39;t come easy&#34;, na Galeria Balcony, Lisboa (2018) e &#34;Triunfante&#34;, em Lisboa (2019). Participou também emdiversas colectivas das quais se destacam: &#34;Nella Cohorte di De Chirico&#34; comissariada por Hugo Barata e António Olaio, Colégio das Artes, Coimbra (2021), &#34;Flora&#34; comissariada por Pedro Faro e Sara Antónia Matos, Atelier Museu Júlio Pomar, Lisboa (2021), &#34;Trabalho Capital - ENSAIO SOBRE GESTOS E FRAGMENTOS&#34;, comissariado por Paulo Mendes, Centro de Arte Oliva, São João da Madeira (2019), &#34;Do Tirar Polo Natural, comissariado por Anísio Franco, Filipa Oliveira e Paulo Pires do Vale, Museu Nacional de Arte Antiga, Lisboa (2018); &#34;Tawapayera&#34;, comissariado por Alexandre Melo, Atelier Museu Júlio Pomar, Lisboa (2017); &#34;THEM OU US!&#34; comissariado por Paulo Mendes, Galeria Municipal do Porto, Porto (2017); &#34;Portugal, Portugueses&#34;, comissariado por Emanoel Araujo, Museu Afro-Brasil, São Paulo, Brasil (2016). Actualmente, a obra de Tiago Alexandre está representada em numerosas colecções Públicas e Privadas.Links:https://tiagoalexandre.pthttps://umbigomagazine.comhttps://umbigomagazine.com/en/blog/2018/01/28/artclip-tiago-alexandre/https://www.rtp.pt/play/p1991/e208449/contentor-13Playlist Tiago Alexandrehttps://open.spotify.com/playlist/3edQPHSVigugC22AZmwDudEpisódio gravado a 14.06.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 16 Jun 2022 19:40:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 64 - &#34;O artista por trás do Ar.Co&#34; - Conversa com Manuel Costa Cabral</title>
            <description><![CDATA[  <p>Manuel Costa Cabral</p><p>Formou-se em Pintura em 1963, na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. Entre 1965 e 1969, integrou o ateliê do artista Manuel Lapa, tendo trabalhado no design e montagem de exposições temáticas, nomeadamente no Pavilhão de Portugal na exposição do Rio de Janeiro, em 1965; "Turismo em Portugal", em Moçambique (1966) e Lisboa (1968); "Iconografia do Rei D. Miguel", no Museu Nacional de Arte Antiga. Em 1971 e 1972, foi bolseiro (durante seis meses) nos Estados Unidos, pelo Instituto Internacional de Educação (IIE) e pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob a orientação de Rudolf Arnheim, da Harvard University. Entre 1974 e 1977, integrou a equipa para a formação de professores primários, projeto do Centro de Informação e Documentação Amílcar Cabral (CIDAC), na República da Guiné-Bissau. Em 1973, foi cofundador da escola Ar.Co, Centro de Arte e Comunicação Visual, em Lisboa, e seu diretor-executivo durante vinte e um anos. Nessa qualidade, programou e promoveu exposições anuais de professores e alunos e, em colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian, várias exposições, como "Simpósio Internacional de Cerâmica, Alcobaça '87", "Thomas Gentille", "Minoru Niizuma" e "Bolseiros Portugueses no Royal College of Art". Em 1991, recebeu em Londres o título de Honorary Fellow do Royal College of Art. Em 1993, como curador independente, organizou a exposição de arte portuguesa "Orientations", na Fundação Akemi, em Amagasaki, Japão. De 1994 a 2011, foi diretor do Serviço de Belas-Artes da Fundação Calouste Gulbenkian, no qual foi responsável pelo programa das exposições temáticas bianuais na Sede, pelas exposições individuais de Jorge Martins, Gabriela Albergaria, Leonor Antunes e Ricardo Jacinto no Centre Culturel Portugais, em Paris, e ainda em colaboração com o Centro de Arte Moderna, pelas exposições dos artistas internacionais Betty Woodman e Richard Serra, em Lisboa. Em 1982, retomou a atividade de pintor e tem participado em exposições individuais e coletivas. Desde 2015, é curador de exposições e conferências no âmbito da colaboração com a Fundação Carmona e Costa, nomeadamente das exposições individuais dos artistas Jorge Martins, na Sede, Maria José Oliveira, na Sociedade Nacional de Belas-Artes (SNBA), e Graça Costa Cabral, na SNBA e no Arquipélago dos Açores, em São Miguel. Este ano foi co-curador com o artista Pedro Tropa da exposição "Arquivo" de Maria José Palla na Appleton Square.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2011/04/08/jornal/nao-queria-ser--um-revolucionario-de-mesa-de-cafeentrevista-manuel-costa-cabral-21556965" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2011/04/08/jornal/nao-queria-ser--um-revolucionario-de-mesa-de-cafeentrevista-manuel-costa-cabral-21556965</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/06/25/minha-solidao-sente-se-acompanhada-de-manuel-costa-cabral/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/06/25/minha-solidao-sente-se-acompanhada-de-manuel-costa-cabral/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.arcoabecedario.pt/entries/59?locale=en" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.arcoabecedario.pt/entries/59?locale=en</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://arquipelagocentrodeartes.azores.gov.pt/pt/programacao/exposicao-graca-costa-cabral-obras-1982-2015/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://arquipelagocentrodeartes.azores.gov.pt/pt/programacao/exposicao-graca-costa-cabral-obras-1982-2015/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/ciclos_conferencias/2017.aspx#" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/ciclos_conferencias/2017.aspx#</a></p><p><a href="https://observador.pt/especiais/fotografos-compulsivos-gentrificacao-e-um-cafe-museu-um-guia-de-exposicoes-ate-final-do-ano/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/especiais/fotografos-compulsivos-gentrificacao-e-um-cafe-museu-um-guia-de-exposicoes-ate-final-do-ano/</a></p><p><br></p><p>https://expresso.pt/revista/culturas/2022-04-14-Maria-Jose-Palla-o-rosto-como-paisagem.-Quando-me-fotografo-torno-me-um-objeto-duplo-uma-imagem-do-que-e-e-do-que-ja-foi-2bf8bd5f</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/en/blog/2022/05/03/maria-jose-palla-arquivo-na-appleton-square/</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>06.05.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa -</p><p>Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Manuel Costa Cabral</p><p>Formou-se em Pintura em 1963, na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. Entre 1965 e 1969, integrou o ateliê do artista Manuel Lapa, tendo trabalhado no design e montagem de exposições temáticas, nomeadamente no Pavilhão de Portugal na exposição do Rio de Janeiro, em 1965; "Turismo em Portugal", em Moçambique (1966) e Lisboa (1968); "Iconografia do Rei D. Miguel", no Museu Nacional de Arte Antiga. Em 1971 e 1972, foi bolseiro (durante seis meses) nos Estados Unidos, pelo Instituto Internacional de Educação (IIE) e pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob a orientação de Rudolf Arnheim, da Harvard University. Entre 1974 e 1977, integrou a equipa para a formação de professores primários, projeto do Centro de Informação e Documentação Amílcar Cabral (CIDAC), na República da Guiné-Bissau. Em 1973, foi cofundador da escola Ar.Co, Centro de Arte e Comunicação Visual, em Lisboa, e seu diretor-executivo durante vinte e um anos. Nessa qualidade, programou e promoveu exposições anuais de professores e alunos e, em colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian, várias exposições, como "Simpósio Internacional de Cerâmica, Alcobaça '87", "Thomas Gentille", "Minoru Niizuma" e "Bolseiros Portugueses no Royal College of Art". Em 1991, recebeu em Londres o título de Honorary Fellow do Royal College of Art. Em 1993, como curador independente, organizou a exposição de arte portuguesa "Orientations", na Fundação Akemi, em Amagasaki, Japão. De 1994 a 2011, foi diretor do Serviço de Belas-Artes da Fundação Calouste Gulbenkian, no qual foi responsável pelo programa das exposições temáticas bianuais na Sede, pelas exposições individuais de Jorge Martins, Gabriela Albergaria, Leonor Antunes e Ricardo Jacinto no Centre Culturel Portugais, em Paris, e ainda em colaboração com o Centro de Arte Moderna, pelas exposições dos artistas internacionais Betty Woodman e Richard Serra, em Lisboa. Em 1982, retomou a atividade de pintor e tem participado em exposições individuais e coletivas. Desde 2015, é curador de exposições e conferências no âmbito da colaboração com a Fundação Carmona e Costa, nomeadamente das exposições individuais dos artistas Jorge Martins, na Sede, Maria José Oliveira, na Sociedade Nacional de Belas-Artes (SNBA), e Graça Costa Cabral, na SNBA e no Arquipélago dos Açores, em São Miguel. Este ano foi co-curador com o artista Pedro Tropa da exposição "Arquivo" de Maria José Palla na Appleton Square.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2011/04/08/jornal/nao-queria-ser--um-revolucionario-de-mesa-de-cafeentrevista-manuel-costa-cabral-21556965" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2011/04/08/jornal/nao-queria-ser--um-revolucionario-de-mesa-de-cafeentrevista-manuel-costa-cabral-21556965</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/06/25/minha-solidao-sente-se-acompanhada-de-manuel-costa-cabral/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/06/25/minha-solidao-sente-se-acompanhada-de-manuel-costa-cabral/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.arcoabecedario.pt/entries/59?locale=en" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.arcoabecedario.pt/entries/59?locale=en</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://arquipelagocentrodeartes.azores.gov.pt/pt/programacao/exposicao-graca-costa-cabral-obras-1982-2015/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://arquipelagocentrodeartes.azores.gov.pt/pt/programacao/exposicao-graca-costa-cabral-obras-1982-2015/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/ciclos_conferencias/2017.aspx#" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/ciclos_conferencias/2017.aspx#</a></p><p><a href="https://observador.pt/especiais/fotografos-compulsivos-gentrificacao-e-um-cafe-museu-um-guia-de-exposicoes-ate-final-do-ano/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/especiais/fotografos-compulsivos-gentrificacao-e-um-cafe-museu-um-guia-de-exposicoes-ate-final-do-ano/</a></p><p><br></p><p>https://expresso.pt/revista/culturas/2022-04-14-Maria-Jose-Palla-o-rosto-como-paisagem.-Quando-me-fotografo-torno-me-um-objeto-duplo-uma-imagem-do-que-e-e-do-que-ja-foi-2bf8bd5f</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/en/blog/2022/05/03/maria-jose-palla-arquivo-na-appleton-square/</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>06.05.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa -</p><p>Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Manuel Costa CabralFormou-se em Pintura em 1963, na Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. Entre 1965 e 1969, integrou o ateliê do artista Manuel Lapa, tendo trabalhado no design e montagem de exposições temáticas, nomeadamente no Pavilhão de Portugal na exposição do Rio de Janeiro, em 1965; &#34;Turismo em Portugal&#34;, em Moçambique (1966) e Lisboa (1968); &#34;Iconografia do Rei D. Miguel&#34;, no Museu Nacional de Arte Antiga. Em 1971 e 1972, foi bolseiro (durante seis meses) nos Estados Unidos, pelo Instituto Internacional de Educação (IIE) e pela Fundação Calouste Gulbenkian, sob a orientação de Rudolf Arnheim, da Harvard University. Entre 1974 e 1977, integrou a equipa para a formação de professores primários, projeto do Centro de Informação e Documentação Amílcar Cabral (CIDAC), na República da Guiné-Bissau. Em 1973, foi cofundador da escola Ar.Co, Centro de Arte e Comunicação Visual, em Lisboa, e seu diretor-executivo durante vinte e um anos. Nessa qualidade, programou e promoveu exposições anuais de professores e alunos e, em colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian, várias exposições, como &#34;Simpósio Internacional de Cerâmica, Alcobaça &#39;87&#34;, &#34;Thomas Gentille&#34;, &#34;Minoru Niizuma&#34; e &#34;Bolseiros Portugueses no Royal College of Art&#34;. Em 1991, recebeu em Londres o título de Honorary Fellow do Royal College of Art. Em 1993, como curador independente, organizou a exposição de arte portuguesa &#34;Orientations&#34;, na Fundação Akemi, em Amagasaki, Japão. De 1994 a 2011, foi diretor do Serviço de Belas-Artes da Fundação Calouste Gulbenkian, no qual foi responsável pelo programa das exposições temáticas bianuais na Sede, pelas exposições individuais de Jorge Martins, Gabriela Albergaria, Leonor Antunes e Ricardo Jacinto no Centre Culturel Portugais, em Paris, e ainda em colaboração com o Centro de Arte Moderna, pelas exposições dos artistas internacionais Betty Woodman e Richard Serra, em Lisboa. Em 1982, retomou a atividade de pintor e tem participado em exposições individuais e coletivas. Desde 2015, é curador de exposições e conferências no âmbito da colaboração com a Fundação Carmona e Costa, nomeadamente das exposições individuais dos artistas Jorge Martins, na Sede, Maria José Oliveira, na Sociedade Nacional de Belas-Artes (SNBA), e Graça Costa Cabral, na SNBA e no Arquipélago dos Açores, em São Miguel. Este ano foi co-curador com o artista Pedro Tropa da exposição &#34;Arquivo&#34; de Maria José Palla na Appleton Square. Links: https://www.publico.pt/2011/04/08/jornal/nao-queria-ser--um-revolucionario-de-mesa-de-cafeentrevista-manuel-costa-cabral-21556965 https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/06/25/minha-solidao-sente-se-acompanhada-de-manuel-costa-cabral/ https://www.arcoabecedario.pt/entries/59?locale=en http://arquipelagocentrodeartes.azores.gov.pt/pt/programacao/exposicao-graca-costa-cabral-obras-1982-2015/ http://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/ciclos_conferencias/2017.aspx#https://observador.pt/especiais/fotografos-compulsivos-gentrificacao-e-um-cafe-museu-um-guia-de-exposicoes-ate-final-do-ano/https://expresso.pt/revista/culturas/2022-04-14-Maria-Jose-Palla-o-rosto-como-paisagem.-Quando-me-fotografo-torno-me-um-objeto-duplo-uma-imagem-do-que-e-e-do-que-ja-foi-2bf8bd5fhttps://umbigomagazine.com/en/blog/2022/05/03/maria-jose-palla-arquivo-na-appleton-square/ Episódio gravado a06.05.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral Financiamento:República Portuguesa -Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 30 May 2022 20:46:43 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 63 - &#34;Music is one of the healing forces of the universe&#34; - Conversa com Rui Toscano</title>
            <description><![CDATA[  <p>Rui Toscano</p><p>Nasceu em 1970, em Lisboa cidade onde vive e trabalha. Frequentou os cursos de pintura e escultura do Ar.Co e da Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Expõe regularmente desde 1993, participando em iniciativas organizadas por si e por outros artistas da sua geração como “Zapping Ecstasy”, no Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (1996) ou “X-Rated”, na ZDB, em Lisboa (1997). Desenvolveu várias colaborações com outros artistas, investindo em projectos paralelos à sua actividade plástica.</p><p>Foi vencedor, ex.aequo com João Onofre, do Prémio União Latina, em 2000. Expôs em instituições e galerias como o Museu de Serralves, no Porto; Cristina Guerra Contemporary Art, em Lisboa; Culturgest, Lisboa; MEIAC, Badajoz, MNAC Chiado em Lisboa. Em 2009, projectou a exposição “The Great Curve”, para o espaço Chiado 8. As suas obras estão representadas nas coleções da Caixa Geral de Depósitos, Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, PLMJ, entre outras.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/cam/en/agenda/motion-rui-toscano/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/cam/en/agenda/motion-rui-toscano/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/04-2018/rui-toscano-eu-sou-o-cosmos" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/04-2018/rui-toscano-eu-sou-o-cosmos</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/en/programacao/texto/458" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/en/programacao/texto/458</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/rui-toscano/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/rui-toscano/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.porta33.com/porta33_madeira/exposicoes/content_exposicoes/rui-toscano/rui-toscano-antenna_conversa.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.porta33.com/porta33_madeira/exposicoes/content_exposicoes/rui-toscano/rui-toscano-antenna_conversa.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://pre2018.culturgest.pt/chiado8/docs/toscano_chiado8.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pre2018.culturgest.pt/chiado8/docs/toscano_chiado8.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://makingarthappen.com/2013/03/14/rui-toscano-la-grande-avventura-dello-spazio/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://makingarthappen.com/2013/03/14/rui-toscano-la-grande-avventura-dello-spazio/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Playlist Rui Toscano</p><p>https://open.spotify.com/playlist/6fr1N2XILu5kQ1kEXPprHD</p><p><br></p><p>Episódio gravado a</p><p>11.04.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa -</p><p>Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Rui Toscano</p><p>Nasceu em 1970, em Lisboa cidade onde vive e trabalha. Frequentou os cursos de pintura e escultura do Ar.Co e da Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Expõe regularmente desde 1993, participando em iniciativas organizadas por si e por outros artistas da sua geração como “Zapping Ecstasy”, no Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (1996) ou “X-Rated”, na ZDB, em Lisboa (1997). Desenvolveu várias colaborações com outros artistas, investindo em projectos paralelos à sua actividade plástica.</p><p>Foi vencedor, ex.aequo com João Onofre, do Prémio União Latina, em 2000. Expôs em instituições e galerias como o Museu de Serralves, no Porto; Cristina Guerra Contemporary Art, em Lisboa; Culturgest, Lisboa; MEIAC, Badajoz, MNAC Chiado em Lisboa. Em 2009, projectou a exposição “The Great Curve”, para o espaço Chiado 8. As suas obras estão representadas nas coleções da Caixa Geral de Depósitos, Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, PLMJ, entre outras.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://gulbenkian.pt/cam/en/agenda/motion-rui-toscano/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/cam/en/agenda/motion-rui-toscano/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/04-2018/rui-toscano-eu-sou-o-cosmos" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/04-2018/rui-toscano-eu-sou-o-cosmos</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/en/programacao/texto/458" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/en/programacao/texto/458</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://appleton.pt/rui-toscano/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/rui-toscano/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.porta33.com/porta33_madeira/exposicoes/content_exposicoes/rui-toscano/rui-toscano-antenna_conversa.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.porta33.com/porta33_madeira/exposicoes/content_exposicoes/rui-toscano/rui-toscano-antenna_conversa.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://pre2018.culturgest.pt/chiado8/docs/toscano_chiado8.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pre2018.culturgest.pt/chiado8/docs/toscano_chiado8.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://makingarthappen.com/2013/03/14/rui-toscano-la-grande-avventura-dello-spazio/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://makingarthappen.com/2013/03/14/rui-toscano-la-grande-avventura-dello-spazio/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Playlist Rui Toscano</p><p>https://open.spotify.com/playlist/6fr1N2XILu5kQ1kEXPprHD</p><p><br></p><p>Episódio gravado a</p><p>11.04.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e</p><p>Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa -</p><p>Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Rui ToscanoNasceu em 1970, em Lisboa cidade onde vive e trabalha. Frequentou os cursos de pintura e escultura do Ar.Co e da Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Expõe regularmente desde 1993, participando em iniciativas organizadas por si e por outros artistas da sua geração como “Zapping Ecstasy”, no Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (1996) ou “X-Rated”, na ZDB, em Lisboa (1997). Desenvolveu várias colaborações com outros artistas, investindo em projectos paralelos à sua actividade plástica.Foi vencedor, ex.aequo com João Onofre, do Prémio União Latina, em 2000. Expôs em instituições e galerias como o Museu de Serralves, no Porto; Cristina Guerra Contemporary Art, em Lisboa; Culturgest, Lisboa; MEIAC, Badajoz, MNAC Chiado em Lisboa. Em 2009, projectou a exposição “The Great Curve”, para o espaço Chiado 8. As suas obras estão representadas nas coleções da Caixa Geral de Depósitos, Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, PLMJ, entre outras. Links: https://gulbenkian.pt/cam/en/agenda/motion-rui-toscano/ https://contemporanea.pt/edicoes/04-2018/rui-toscano-eu-sou-o-cosmos http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/en/programacao/texto/458 https://appleton.pt/rui-toscano/ https://www.porta33.com/porta33_madeira/exposicoes/content_exposicoes/rui-toscano/rui-toscano-antenna_conversa.html https://pre2018.culturgest.pt/chiado8/docs/toscano_chiado8.pdf https://makingarthappen.com/2013/03/14/rui-toscano-la-grande-avventura-dello-spazio/ Playlist Rui Toscanohttps://open.spotify.com/playlist/6fr1N2XILu5kQ1kEXPprHDEpisódio gravado a11.04.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria eArmando Cabral Financiamento:República Portuguesa -Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 14 May 2022 15:58:34 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 62 - &#34;Por trás da exposição&#34; - Conversa com Francisco Soares</title>
            <description><![CDATA[  <p>Francisco Soares, Lisboa 1974.</p><p>Frequentou os cursos de escultura e design de equipamento nas FBA-UP e FBA-UL entre 1993 e 2000. Iniciou a actividade profissional em 1995 por áreas tão diversas como design de equipamento, design gráfico, assistente de imagem em publicidade e cinema, aderecista e assistente de cenografia em teatro e publicidade, assistente de artistas, vídeo, fotografia, maquetista, etc.</p><p>Em 2003 entra para a Galeria Cristina Guerra como assistente de produção. Em 2005 entra para Preforma, empresa de construção e montagem de exposições. Em 2007 colabora com várias agencias elaborando relatórios vídeo de campanhas publicitarias. Em 2008 volta à Galeria Cristina Guerra como coordenador de produção.</p><p>Em 2011 abre a Setup juntamente com Sérgio Gato. Neste projeto colaboraram com diversas instituições e galerias na produção e montagem de vários projetos, dos quais se destacam: Fundação EDP, Museu Berardo, F C Gulbenkian, MNAC, MACE, Appleton Square, e várias galerias comerciais.</p><p>Em 2018 é convidado para a direção de produção da área de exposições e eventos da National Geographic Portugal.</p><p>Em 2020 ingressa na equipa do Maat como coordenador de produção.</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 04.03.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio à exposição "Álbum de família" - Programa Garantir Cultura da República Portuguesa</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Francisco Soares, Lisboa 1974.</p><p>Frequentou os cursos de escultura e design de equipamento nas FBA-UP e FBA-UL entre 1993 e 2000. Iniciou a actividade profissional em 1995 por áreas tão diversas como design de equipamento, design gráfico, assistente de imagem em publicidade e cinema, aderecista e assistente de cenografia em teatro e publicidade, assistente de artistas, vídeo, fotografia, maquetista, etc.</p><p>Em 2003 entra para a Galeria Cristina Guerra como assistente de produção. Em 2005 entra para Preforma, empresa de construção e montagem de exposições. Em 2007 colabora com várias agencias elaborando relatórios vídeo de campanhas publicitarias. Em 2008 volta à Galeria Cristina Guerra como coordenador de produção.</p><p>Em 2011 abre a Setup juntamente com Sérgio Gato. Neste projeto colaboraram com diversas instituições e galerias na produção e montagem de vários projetos, dos quais se destacam: Fundação EDP, Museu Berardo, F C Gulbenkian, MNAC, MACE, Appleton Square, e várias galerias comerciais.</p><p>Em 2018 é convidado para a direção de produção da área de exposições e eventos da National Geographic Portugal.</p><p>Em 2020 ingressa na equipa do Maat como coordenador de produção.</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 04.03.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio à exposição "Álbum de família" - Programa Garantir Cultura da República Portuguesa</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Francisco Soares, Lisboa 1974.Frequentou os cursos de escultura e design de equipamento nas FBA-UP e FBA-UL entre 1993 e 2000. Iniciou a actividade profissional em 1995 por áreas tão diversas como design de equipamento, design gráfico, assistente de imagem em publicidade e cinema, aderecista e assistente de cenografia em teatro e publicidade, assistente de artistas, vídeo, fotografia, maquetista, etc.Em 2003 entra para a Galeria Cristina Guerra como assistente de produção. Em 2005 entra para Preforma, empresa de construção e montagem de exposições. Em 2007 colabora com várias agencias elaborando relatórios vídeo de campanhas publicitarias. Em 2008 volta à Galeria Cristina Guerra como coordenador de produção.Em 2011 abre a Setup juntamente com Sérgio Gato. Neste projeto colaboraram com diversas instituições e galerias na produção e montagem de vários projetos, dos quais se destacam: Fundação EDP, Museu Berardo, F C Gulbenkian, MNAC, MACE, Appleton Square, e várias galerias comerciais.Em 2018 é convidado para a direção de produção da área de exposições e eventos da National Geographic Portugal.Em 2020 ingressa na equipa do Maat como coordenador de produção.Episódio gravado a 04.03.2022 http://www.appleton.pt Apoio à exposição &#34;Álbum de família&#34; - Programa Garantir Cultura da República PortuguesaMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 30 Apr 2022 13:15:11 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 61 - &#34;Álbum de Família&#34; - Conversa com Carla Cabanas</title>
            <description><![CDATA[  <p>Carla Cabanas (Lisboa, 1979) concluiu a Licenciatura em Artes Visuais em 2003 pela Escola de Arte e Design das Caldas da Rainha. Em 2004 terminou o Curso Avançado da Maumaus - Escola de Artes Visuais, em Lisboa. Em 2008 frequentou o Curso de Fotografia - Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística e Em 2009 concluiu uma especialização em Produção e Criação em Artes Tecnológicas pela Universidade Lusófona de Lisboa.</p><p>Carla tem apresentado o seu trabalho em numerosas exposições individuais e colectivas em vários países, das quais se destacam: MAAT Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, Lisboa (2020); Balcony Contemporary Art <em>Gallery</em>, Lisboa (2020); Museu Coleção Berardo, Lisboa (2020); Aa Collections Gallery, Vienna (2019); Sternstudio Gallery, Vienna (2019); Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, Ribeira Grande, Açores (2019); Museu Coleção Berardo, Lisboa (2019); Biennale de l’Image Tangible, Paris (2018); Grimmmuseum, Berlim (2018); Centre D'art Contemporain, Meymac, França (2018); GlogauAIR, Berlim (2018); Fundação Eugénio de Almeida, Évora (2017); Gallery Carlos Carvalho - Arte Contemporânea, Lisboa (2017); Castello Visconteo Di Legnano, Milão, Itália (2017); Panal 361, Buenos Aires, Argentina (2017); Ox Warehouse, Macau, China (2016); Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa (2015); Arquivo Municipal Fotográfico, Lisboa (2014); Museu da Cidade, Lisboa (2014); 7ª Bienal São Tomé e Príncipe (2013); Museu Nacional de Ciência e História Natural,&nbsp;Lisboa (2012); Círculo de Bellas Artes, Madrid (2012) e CCCB - Centre de Cultura Contemporània de Barcelona (2009). O seu trabalho recebeu uma Menção Honrosa no Prémio de Fotografia Purificacion Garcia, em 2012, e o terceiro lugar do Prémio de Pintura&nbsp;Ariane de Rothschild, 2005. Em 2010/2011, Carla recebeu uma bolsa de estágio no âmbito do programa INOV-Art, atribuída pelo Ministério da Cultura de Portugal, para viver em Antuérpia onde estagiou como assistente do artista David Claerbout.</p><p>Em 2012, recebeu uma Menção Honrosa no Prémio de Fotografia Purificacion Garcia e o 3º lugar do Prémio de Pintura Ariane de Rothschild, 2005. Em 2010-2011, estagiou em Antuérpia pelo programa INOV-Art (Ministério da Cultura de Portugal).</p><p>Realizou residências artísticas em Lisboa (2012); São Tomé e Príncipe (2013); Lisboa (2013/2015); Alvito (2015); Viena, com Patrícia J. Reis (2016); S.Miguel, Açores (2016); S.Miguel, Açores (2017); Viena, com Patrícia J. Reis (2017), Berlim (2018) e Vienna (2019).</p><p>O trabalho de Carla Cabanas está representado em várias colecções destacando-se: National Gallery of Art (Washington, DC); LPS Collection (Stanislas y Leticia Poniatowski), Colección Kells, Banco Privado Edmond de Rothschild, Fundação Luso-Americana; Colecção da Fundação PLMJ, Colecção de arte Novo Banco, Câmara Municipal de Lisboa, Colecção Figueiredo Ribeiro, Colecção Marín Gaspar, Colecção José Carlos Santana Pinto entre outras colecções privadas.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://carlacabanas.com/</p><p><br></p><p>https://www.carloscarvalho-ac.com/artistas/carla-cabanas_7</p><p><br></p><p>https://contemporanea.pt/edicoes/08-2017/os-paraisos-nunca-perdidos-de-carla-cabanas</p><p><br></p><p>https:<a href="https://www.broteria.org/pt/programa?uma-mistica-da-fragilidade" rel="noopener noreferrer" target="_blank">//www.broteria.org/pt/programa?uma-mistica-da-fragilidade</a></p><p><br></p><p><br></p><p>htt<a href="https://www.bienalfotografiaporto.pt/pt/exposicoes/bienal-21/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">ps://www.bienalfotografiaporto.pt/pt/exposicoes/bienal-21/</a></p><p><br></p><p><br></p><p>h<a href="https://vimeo.com/36541930" rel="noopener noreferrer" target="_blank">ttps://vimeo.com/36541930</a></p><p><br></p><p><br></p><p>Playlist Carla Cabanas</p><p><br></p><p>https://open.spotify.com/playlist/5xjUU86X8uBHDOMore8AGY?si=40e2c69802eb4a85</p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 18.04.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio à exposição "Álbum de família" - Programa Garantir Cultura da República Portuguesa</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Carla Cabanas (Lisboa, 1979) concluiu a Licenciatura em Artes Visuais em 2003 pela Escola de Arte e Design das Caldas da Rainha. Em 2004 terminou o Curso Avançado da Maumaus - Escola de Artes Visuais, em Lisboa. Em 2008 frequentou o Curso de Fotografia - Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística e Em 2009 concluiu uma especialização em Produção e Criação em Artes Tecnológicas pela Universidade Lusófona de Lisboa.</p><p>Carla tem apresentado o seu trabalho em numerosas exposições individuais e colectivas em vários países, das quais se destacam: MAAT Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, Lisboa (2020); Balcony Contemporary Art <em>Gallery</em>, Lisboa (2020); Museu Coleção Berardo, Lisboa (2020); Aa Collections Gallery, Vienna (2019); Sternstudio Gallery, Vienna (2019); Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, Ribeira Grande, Açores (2019); Museu Coleção Berardo, Lisboa (2019); Biennale de l’Image Tangible, Paris (2018); Grimmmuseum, Berlim (2018); Centre D'art Contemporain, Meymac, França (2018); GlogauAIR, Berlim (2018); Fundação Eugénio de Almeida, Évora (2017); Gallery Carlos Carvalho - Arte Contemporânea, Lisboa (2017); Castello Visconteo Di Legnano, Milão, Itália (2017); Panal 361, Buenos Aires, Argentina (2017); Ox Warehouse, Macau, China (2016); Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa (2015); Arquivo Municipal Fotográfico, Lisboa (2014); Museu da Cidade, Lisboa (2014); 7ª Bienal São Tomé e Príncipe (2013); Museu Nacional de Ciência e História Natural,&nbsp;Lisboa (2012); Círculo de Bellas Artes, Madrid (2012) e CCCB - Centre de Cultura Contemporània de Barcelona (2009). O seu trabalho recebeu uma Menção Honrosa no Prémio de Fotografia Purificacion Garcia, em 2012, e o terceiro lugar do Prémio de Pintura&nbsp;Ariane de Rothschild, 2005. Em 2010/2011, Carla recebeu uma bolsa de estágio no âmbito do programa INOV-Art, atribuída pelo Ministério da Cultura de Portugal, para viver em Antuérpia onde estagiou como assistente do artista David Claerbout.</p><p>Em 2012, recebeu uma Menção Honrosa no Prémio de Fotografia Purificacion Garcia e o 3º lugar do Prémio de Pintura Ariane de Rothschild, 2005. Em 2010-2011, estagiou em Antuérpia pelo programa INOV-Art (Ministério da Cultura de Portugal).</p><p>Realizou residências artísticas em Lisboa (2012); São Tomé e Príncipe (2013); Lisboa (2013/2015); Alvito (2015); Viena, com Patrícia J. Reis (2016); S.Miguel, Açores (2016); S.Miguel, Açores (2017); Viena, com Patrícia J. Reis (2017), Berlim (2018) e Vienna (2019).</p><p>O trabalho de Carla Cabanas está representado em várias colecções destacando-se: National Gallery of Art (Washington, DC); LPS Collection (Stanislas y Leticia Poniatowski), Colección Kells, Banco Privado Edmond de Rothschild, Fundação Luso-Americana; Colecção da Fundação PLMJ, Colecção de arte Novo Banco, Câmara Municipal de Lisboa, Colecção Figueiredo Ribeiro, Colecção Marín Gaspar, Colecção José Carlos Santana Pinto entre outras colecções privadas.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://carlacabanas.com/</p><p><br></p><p>https://www.carloscarvalho-ac.com/artistas/carla-cabanas_7</p><p><br></p><p>https://contemporanea.pt/edicoes/08-2017/os-paraisos-nunca-perdidos-de-carla-cabanas</p><p><br></p><p>https:<a href="https://www.broteria.org/pt/programa?uma-mistica-da-fragilidade" rel="noopener noreferrer" target="_blank">//www.broteria.org/pt/programa?uma-mistica-da-fragilidade</a></p><p><br></p><p><br></p><p>htt<a href="https://www.bienalfotografiaporto.pt/pt/exposicoes/bienal-21/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">ps://www.bienalfotografiaporto.pt/pt/exposicoes/bienal-21/</a></p><p><br></p><p><br></p><p>h<a href="https://vimeo.com/36541930" rel="noopener noreferrer" target="_blank">ttps://vimeo.com/36541930</a></p><p><br></p><p><br></p><p>Playlist Carla Cabanas</p><p><br></p><p>https://open.spotify.com/playlist/5xjUU86X8uBHDOMore8AGY?si=40e2c69802eb4a85</p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 18.04.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio à exposição "Álbum de família" - Programa Garantir Cultura da República Portuguesa</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Carla Cabanas (Lisboa, 1979) concluiu a Licenciatura em Artes Visuais em 2003 pela Escola de Arte e Design das Caldas da Rainha. Em 2004 terminou o Curso Avançado da Maumaus - Escola de Artes Visuais, em Lisboa. Em 2008 frequentou o Curso de Fotografia - Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística e Em 2009 concluiu uma especialização em Produção e Criação em Artes Tecnológicas pela Universidade Lusófona de Lisboa.Carla tem apresentado o seu trabalho em numerosas exposições individuais e colectivas em vários países, das quais se destacam: MAAT Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, Lisboa (2020); Balcony Contemporary Art Gallery, Lisboa (2020); Museu Coleção Berardo, Lisboa (2020); Aa Collections Gallery, Vienna (2019); Sternstudio Gallery, Vienna (2019); Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas, Ribeira Grande, Açores (2019); Museu Coleção Berardo, Lisboa (2019); Biennale de l’Image Tangible, Paris (2018); Grimmmuseum, Berlim (2018); Centre D&#39;art Contemporain, Meymac, França (2018); GlogauAIR, Berlim (2018); Fundação Eugénio de Almeida, Évora (2017); Gallery Carlos Carvalho - Arte Contemporânea, Lisboa (2017); Castello Visconteo Di Legnano, Milão, Itália (2017); Panal 361, Buenos Aires, Argentina (2017); Ox Warehouse, Macau, China (2016); Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa (2015); Arquivo Municipal Fotográfico, Lisboa (2014); Museu da Cidade, Lisboa (2014); 7ª Bienal São Tomé e Príncipe (2013); Museu Nacional de Ciência e História Natural, Lisboa (2012); Círculo de Bellas Artes, Madrid (2012) e CCCB - Centre de Cultura Contemporània de Barcelona (2009). O seu trabalho recebeu uma Menção Honrosa no Prémio de Fotografia Purificacion Garcia, em 2012, e o terceiro lugar do Prémio de Pintura Ariane de Rothschild, 2005. Em 2010/2011, Carla recebeu uma bolsa de estágio no âmbito do programa INOV-Art, atribuída pelo Ministério da Cultura de Portugal, para viver em Antuérpia onde estagiou como assistente do artista David Claerbout.Em 2012, recebeu uma Menção Honrosa no Prémio de Fotografia Purificacion Garcia e o 3º lugar do Prémio de Pintura Ariane de Rothschild, 2005. Em 2010-2011, estagiou em Antuérpia pelo programa INOV-Art (Ministério da Cultura de Portugal).Realizou residências artísticas em Lisboa (2012); São Tomé e Príncipe (2013); Lisboa (2013/2015); Alvito (2015); Viena, com Patrícia J. Reis (2016); S.Miguel, Açores (2016); S.Miguel, Açores (2017); Viena, com Patrícia J. Reis (2017), Berlim (2018) e Vienna (2019).O trabalho de Carla Cabanas está representado em várias colecções destacando-se: National Gallery of Art (Washington, DC); LPS Collection (Stanislas y Leticia Poniatowski), Colección Kells, Banco Privado Edmond de Rothschild, Fundação Luso-Americana; Colecção da Fundação PLMJ, Colecção de arte Novo Banco, Câmara Municipal de Lisboa, Colecção Figueiredo Ribeiro, Colecção Marín Gaspar, Colecção José Carlos Santana Pinto entre outras colecções privadas. Links:https://carlacabanas.com/https://www.carloscarvalho-ac.com/artistas/carla-cabanas_7https://contemporanea.pt/edicoes/08-2017/os-paraisos-nunca-perdidos-de-carla-cabanashttps://www.broteria.org/pt/programa?uma-mistica-da-fragilidadehttps://www.bienalfotografiaporto.pt/pt/exposicoes/bienal-21/https://vimeo.com/36541930Playlist Carla Cabanashttps://open.spotify.com/playlist/5xjUU86X8uBHDOMore8AGY?si=40e2c69802eb4a85 Episódio gravado a 18.04.2022 http://www.appleton.pt Apoio à exposição &#34;Álbum de família&#34; - Programa Garantir Cultura da República PortuguesaMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 26 Apr 2022 13:38:19 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 60 - &#34;Checkpoint. Love&#34; - Conversa com Rui Calçada Bastos</title>
            <description><![CDATA[  <p>Rui Calçada Bastos (Lisboa, Portugal, 1971) estudou Pintura na Escolas de Belas-Artes do Porto e de Lisboa, assim como Artes Visuais no Centro de Arte e Comunicação Visual – Ar.Co, em Lisboa. Após uma estada em Paris, na Cité international des Arts, mudou-se para Berlim em 2002 para efectuar uma residência artística na Kunstlerhaus Bethanien. Em 2004, Calçada Bastos recebeu a Bolsa do Senado para a Ciência, Investigação e Cultura em Berlim. Em 2005, em colaboração com os artistas Sergio Belinchón, Santiago Ydañez, Paul Ekaitz e Antonio Mesones, Noé Sendas fundou a galeria Invaliden1, um espaço gerido por artistas em Berlim. Até 2015, Invaliden1 apresentou e expôs obras de cerca de cem artistas contemporâneos de todo o mundo.</p><p>A obra de Rui Calçada Bastos debruça-se sobre paisagens, objetos, formas e situações urbanas que num primeiro olhar poderiam passar despercebidas. Trabalhando com e nas cidades por onde tem passado ou vivido, o artista explora detalhes, memórias, gestos e narrativas urbanas enquanto possíveis vislumbres sublimes. Através da fotografia, vídeo, escultura, pintura e instalação, desenvolve os seus temas de forma poética, confrontando o espetador com uma perspetiva autorreferencial.</p><p>Rui Calçada Bastos já expôs em diferentes lugares, entre ele estão:&nbsp;Museu de Arte Contemporânea de Elvas; Centro de Artes Visuais de Coimbra; Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Centro Cultural de Belém, Lisboa; Kunstlerhaus Bethanien, Berlim; Centro Galego de Arte Contemporánea, Santiago de Compostela; MARCO, Museo de Arte Conteporânea de Vigo, Espanha; Art World Museum de Pequim; Singapore History Museum; Museu de Arte Moderna, Rio de janeiro; Centro de Artes Hélio Oiticica, Rio de Janeiro; Caixa Cultural do Rio de Janeiro;&nbsp;Círculo de Bellas Artes, Madrid; Fundación Botín, Córdoba;; Museu Patio Herreriano; Valladolid, Espanha; Museu Nacional de Arte. Arquitectura e design de Oslo; Bergen Kunsthalle, Noruega; Yerba Buena Center for the Arts, São&nbsp;Francisco; Gagosian, Los Angeles, entre outros.</p><p>E seu trabalho encontra-se representado em relevantes colecções nacionais e internacionais.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.ruicalca<a href="https://www.ruicalcadabastos.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">dabastos.com/</a></p><p><br></p><p>https://www.bruno<a href="https://www.brunomurias.com/artists/rui-calcada-bastos/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">murias.com/artists/rui-calcada-bastos/</a></p><p><br></p><p>https://www.yo<a href="https://www.youtube.com/watch?v=ofP81djUUcI" rel="noopener noreferrer" target="_blank">utube.com/watch?v=ofP81djUUcI</a></p><p><br></p><p>https://gul<a href="https://gulbenkian.pt/cam/en/artist/rui-calcada-bastos-2/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">benkian.pt/cam/en/artist/rui-calcada-bastos-2/</a></p><p><br></p><p>https://<a href="https://www.maat.pt/en/exhibition/rui-calcada-bastos-walking-distance" rel="noopener noreferrer" target="_blank">www.maat.pt/en/exhibition/rui-calcada-bastos-walking-distance</a></p><p><br></p><p>https<a href="https://contemporanea.pt/edicoes/11-2018/rui-calcada-bastos-paisagem-para-desaparecidos" rel="noopener noreferrer" target="_blank">://contemporanea.pt/edicoes/11-2018/rui-calcada-bastos-paisagem-para-desaparecidos</a></p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>Playlist Rui Calçada Bastos</p><p><br></p><p>htt<a href="https://open.spotify.com/playlist/12ytcPs22JzoojUuo17MHF?si=352bb96195e24450" rel="noopener noreferrer" target="_blank">ps://open.spotify.com/playlist/12ytcPs22JzoojUuo17MHF?si=352bb96195e24450</a></p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 15.02.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Rui Calçada Bastos (Lisboa, Portugal, 1971) estudou Pintura na Escolas de Belas-Artes do Porto e de Lisboa, assim como Artes Visuais no Centro de Arte e Comunicação Visual – Ar.Co, em Lisboa. Após uma estada em Paris, na Cité international des Arts, mudou-se para Berlim em 2002 para efectuar uma residência artística na Kunstlerhaus Bethanien. Em 2004, Calçada Bastos recebeu a Bolsa do Senado para a Ciência, Investigação e Cultura em Berlim. Em 2005, em colaboração com os artistas Sergio Belinchón, Santiago Ydañez, Paul Ekaitz e Antonio Mesones, Noé Sendas fundou a galeria Invaliden1, um espaço gerido por artistas em Berlim. Até 2015, Invaliden1 apresentou e expôs obras de cerca de cem artistas contemporâneos de todo o mundo.</p><p>A obra de Rui Calçada Bastos debruça-se sobre paisagens, objetos, formas e situações urbanas que num primeiro olhar poderiam passar despercebidas. Trabalhando com e nas cidades por onde tem passado ou vivido, o artista explora detalhes, memórias, gestos e narrativas urbanas enquanto possíveis vislumbres sublimes. Através da fotografia, vídeo, escultura, pintura e instalação, desenvolve os seus temas de forma poética, confrontando o espetador com uma perspetiva autorreferencial.</p><p>Rui Calçada Bastos já expôs em diferentes lugares, entre ele estão:&nbsp;Museu de Arte Contemporânea de Elvas; Centro de Artes Visuais de Coimbra; Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Centro Cultural de Belém, Lisboa; Kunstlerhaus Bethanien, Berlim; Centro Galego de Arte Contemporánea, Santiago de Compostela; MARCO, Museo de Arte Conteporânea de Vigo, Espanha; Art World Museum de Pequim; Singapore History Museum; Museu de Arte Moderna, Rio de janeiro; Centro de Artes Hélio Oiticica, Rio de Janeiro; Caixa Cultural do Rio de Janeiro;&nbsp;Círculo de Bellas Artes, Madrid; Fundación Botín, Córdoba;; Museu Patio Herreriano; Valladolid, Espanha; Museu Nacional de Arte. Arquitectura e design de Oslo; Bergen Kunsthalle, Noruega; Yerba Buena Center for the Arts, São&nbsp;Francisco; Gagosian, Los Angeles, entre outros.</p><p>E seu trabalho encontra-se representado em relevantes colecções nacionais e internacionais.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.ruicalca<a href="https://www.ruicalcadabastos.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">dabastos.com/</a></p><p><br></p><p>https://www.bruno<a href="https://www.brunomurias.com/artists/rui-calcada-bastos/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">murias.com/artists/rui-calcada-bastos/</a></p><p><br></p><p>https://www.yo<a href="https://www.youtube.com/watch?v=ofP81djUUcI" rel="noopener noreferrer" target="_blank">utube.com/watch?v=ofP81djUUcI</a></p><p><br></p><p>https://gul<a href="https://gulbenkian.pt/cam/en/artist/rui-calcada-bastos-2/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">benkian.pt/cam/en/artist/rui-calcada-bastos-2/</a></p><p><br></p><p>https://<a href="https://www.maat.pt/en/exhibition/rui-calcada-bastos-walking-distance" rel="noopener noreferrer" target="_blank">www.maat.pt/en/exhibition/rui-calcada-bastos-walking-distance</a></p><p><br></p><p>https<a href="https://contemporanea.pt/edicoes/11-2018/rui-calcada-bastos-paisagem-para-desaparecidos" rel="noopener noreferrer" target="_blank">://contemporanea.pt/edicoes/11-2018/rui-calcada-bastos-paisagem-para-desaparecidos</a></p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>Playlist Rui Calçada Bastos</p><p><br></p><p>htt<a href="https://open.spotify.com/playlist/12ytcPs22JzoojUuo17MHF?si=352bb96195e24450" rel="noopener noreferrer" target="_blank">ps://open.spotify.com/playlist/12ytcPs22JzoojUuo17MHF?si=352bb96195e24450</a></p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 15.02.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Rui Calçada Bastos (Lisboa, Portugal, 1971) estudou Pintura na Escolas de Belas-Artes do Porto e de Lisboa, assim como Artes Visuais no Centro de Arte e Comunicação Visual – Ar.Co, em Lisboa. Após uma estada em Paris, na Cité international des Arts, mudou-se para Berlim em 2002 para efectuar uma residência artística na Kunstlerhaus Bethanien. Em 2004, Calçada Bastos recebeu a Bolsa do Senado para a Ciência, Investigação e Cultura em Berlim. Em 2005, em colaboração com os artistas Sergio Belinchón, Santiago Ydañez, Paul Ekaitz e Antonio Mesones, Noé Sendas fundou a galeria Invaliden1, um espaço gerido por artistas em Berlim. Até 2015, Invaliden1 apresentou e expôs obras de cerca de cem artistas contemporâneos de todo o mundo.A obra de Rui Calçada Bastos debruça-se sobre paisagens, objetos, formas e situações urbanas que num primeiro olhar poderiam passar despercebidas. Trabalhando com e nas cidades por onde tem passado ou vivido, o artista explora detalhes, memórias, gestos e narrativas urbanas enquanto possíveis vislumbres sublimes. Através da fotografia, vídeo, escultura, pintura e instalação, desenvolve os seus temas de forma poética, confrontando o espetador com uma perspetiva autorreferencial.Rui Calçada Bastos já expôs em diferentes lugares, entre ele estão: Museu de Arte Contemporânea de Elvas; Centro de Artes Visuais de Coimbra; Centro de Arte Moderna, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Centro Cultural de Belém, Lisboa; Kunstlerhaus Bethanien, Berlim; Centro Galego de Arte Contemporánea, Santiago de Compostela; MARCO, Museo de Arte Conteporânea de Vigo, Espanha; Art World Museum de Pequim; Singapore History Museum; Museu de Arte Moderna, Rio de janeiro; Centro de Artes Hélio Oiticica, Rio de Janeiro; Caixa Cultural do Rio de Janeiro; Círculo de Bellas Artes, Madrid; Fundación Botín, Córdoba;; Museu Patio Herreriano; Valladolid, Espanha; Museu Nacional de Arte. Arquitectura e design de Oslo; Bergen Kunsthalle, Noruega; Yerba Buena Center for the Arts, São Francisco; Gagosian, Los Angeles, entre outros.E seu trabalho encontra-se representado em relevantes colecções nacionais e internacionais. Links:https://www.ruicalcadabastos.com/https://www.brunomurias.com/artists/rui-calcada-bastos/https://www.youtube.com/watch?v=ofP81djUUcIhttps://gulbenkian.pt/cam/en/artist/rui-calcada-bastos-2/https://www.maat.pt/en/exhibition/rui-calcada-bastos-walking-distancehttps://contemporanea.pt/edicoes/11-2018/rui-calcada-bastos-paisagem-para-desaparecidos Playlist Rui Calçada Bastoshttps://open.spotify.com/playlist/12ytcPs22JzoojUuo17MHF?si=352bb96195e24450 Episódio gravado a 15.02.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 14 Apr 2022 19:39:14 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 59 - &#34;Um galerista ibérico&#34; - Conversa com Pedro Oliveira</title>
            <description><![CDATA[  <p><strong>Pedro Oliveira&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong></p><p>Nasceu em 1950 no Porto.</p><p>No ano de 1975 viveu em Londres.</p><p>Entre 1981 e 1983 frequentou o Curso Superior de Desenho da Cooperativa de Ensino Superior Artístico – Árvore – Porto.</p><p>Em 1985 assume a direção da Galeria Roma &amp; Pavia no Porto</p><p>Em 1990 abre um novo espaço galerístico na cidade do Porto, Galeria Pedro Oliveira, local onde manteve a sua atividade profissional de galerista até aos dias de hoje.</p><p>Paralelamente abre em 1998 um pequeno espaço de exposição para artistas emergentes, na Rua Miguel Bombarda, Porto, intitulado Sala Poste-ite que se manteve em atividade durante cerca de 10 anos.</p><p>Recebe em 23 de Junho de 2001 a Medalha Municipal de Mérito – Grau Ouro – da Câmara Municipal de Porto, pelo papel relevante na cultura da cidade.</p><p>Foi diretor da APGA – Associação Portuguesa de Galerias de Arte entre 1998 – 2006 e depois membro do Conselho Fiscal da mesma.</p><p>Foi membro do Comité Internacional da Feira Arco de Madrid entre 1998 e 2006.</p><p>Tem desde há vários anos paralelamente à sua atividade galerística, atividade aberta como consultor e perito de arte.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>http://www.galeriapedrooliveira.com/</p><p><br></p><p>https://www.timeout.pt/porto/pt/arte/galeria-pedro-oliveira</p><p><br></p><p>https://arquivos.rtp.pt/conteudos/artes-plasticas-31/</p><p><br></p><p>https://sigarra.up.pt/fbaup/en/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=168</p><p><br></p><p>https://observador.pt/2019/11/21/depois-de-fazer-tudo-o-que-tinha-a-fazer-na-criacao-artistica-pedro-cabrita-reis-decidiu-mudar-de-nome/</p><p><br></p><p>Playlist Pedro Oliveira</p><p><a href="https://open.spotify.com/playlist/6UHE0C4xHpnOqhFMqYEd8d?si=J_32zKXCQWqkBDwoVa5PYQ" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://open.spotify.com/playlist/6UHE0C4xHpnOqhFMqYEd8d?si=J_32zKXCQWqkBDwoVa5PYQ</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 10.02.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p><strong>Pedro Oliveira&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</strong></p><p>Nasceu em 1950 no Porto.</p><p>No ano de 1975 viveu em Londres.</p><p>Entre 1981 e 1983 frequentou o Curso Superior de Desenho da Cooperativa de Ensino Superior Artístico – Árvore – Porto.</p><p>Em 1985 assume a direção da Galeria Roma &amp; Pavia no Porto</p><p>Em 1990 abre um novo espaço galerístico na cidade do Porto, Galeria Pedro Oliveira, local onde manteve a sua atividade profissional de galerista até aos dias de hoje.</p><p>Paralelamente abre em 1998 um pequeno espaço de exposição para artistas emergentes, na Rua Miguel Bombarda, Porto, intitulado Sala Poste-ite que se manteve em atividade durante cerca de 10 anos.</p><p>Recebe em 23 de Junho de 2001 a Medalha Municipal de Mérito – Grau Ouro – da Câmara Municipal de Porto, pelo papel relevante na cultura da cidade.</p><p>Foi diretor da APGA – Associação Portuguesa de Galerias de Arte entre 1998 – 2006 e depois membro do Conselho Fiscal da mesma.</p><p>Foi membro do Comité Internacional da Feira Arco de Madrid entre 1998 e 2006.</p><p>Tem desde há vários anos paralelamente à sua atividade galerística, atividade aberta como consultor e perito de arte.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>http://www.galeriapedrooliveira.com/</p><p><br></p><p>https://www.timeout.pt/porto/pt/arte/galeria-pedro-oliveira</p><p><br></p><p>https://arquivos.rtp.pt/conteudos/artes-plasticas-31/</p><p><br></p><p>https://sigarra.up.pt/fbaup/en/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=168</p><p><br></p><p>https://observador.pt/2019/11/21/depois-de-fazer-tudo-o-que-tinha-a-fazer-na-criacao-artistica-pedro-cabrita-reis-decidiu-mudar-de-nome/</p><p><br></p><p>Playlist Pedro Oliveira</p><p><a href="https://open.spotify.com/playlist/6UHE0C4xHpnOqhFMqYEd8d?si=J_32zKXCQWqkBDwoVa5PYQ" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://open.spotify.com/playlist/6UHE0C4xHpnOqhFMqYEd8d?si=J_32zKXCQWqkBDwoVa5PYQ</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 10.02.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Pedro Oliveira                                                                       Nasceu em 1950 no Porto.No ano de 1975 viveu em Londres.Entre 1981 e 1983 frequentou o Curso Superior de Desenho da Cooperativa de Ensino Superior Artístico – Árvore – Porto.Em 1985 assume a direção da Galeria Roma &amp; Pavia no PortoEm 1990 abre um novo espaço galerístico na cidade do Porto, Galeria Pedro Oliveira, local onde manteve a sua atividade profissional de galerista até aos dias de hoje.Paralelamente abre em 1998 um pequeno espaço de exposição para artistas emergentes, na Rua Miguel Bombarda, Porto, intitulado Sala Poste-ite que se manteve em atividade durante cerca de 10 anos.Recebe em 23 de Junho de 2001 a Medalha Municipal de Mérito – Grau Ouro – da Câmara Municipal de Porto, pelo papel relevante na cultura da cidade.Foi diretor da APGA – Associação Portuguesa de Galerias de Arte entre 1998 – 2006 e depois membro do Conselho Fiscal da mesma.Foi membro do Comité Internacional da Feira Arco de Madrid entre 1998 e 2006.Tem desde há vários anos paralelamente à sua atividade galerística, atividade aberta como consultor e perito de arte.Links:http://www.galeriapedrooliveira.com/https://www.timeout.pt/porto/pt/arte/galeria-pedro-oliveirahttps://arquivos.rtp.pt/conteudos/artes-plasticas-31/https://sigarra.up.pt/fbaup/en/noticias_geral.ver_noticia?p_nr=168https://observador.pt/2019/11/21/depois-de-fazer-tudo-o-que-tinha-a-fazer-na-criacao-artistica-pedro-cabrita-reis-decidiu-mudar-de-nome/Playlist Pedro Oliveirahttps://open.spotify.com/playlist/6UHE0C4xHpnOqhFMqYEd8d?si=J_32zKXCQWqkBDwoVa5PYQEpisódio gravado a 10.02.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 07 Apr 2022 00:45:36 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 58 - &#34;Rei-Vax, o artista e os saltos nos cadernos&#34; - Conversa com Xavier Ovídio</title>
            <description><![CDATA[  <p>Xavier Ovídio&nbsp;(n. 1989, Lisboa, PT) viveu nas Caldas da Rainha, onde começou a pintar e “espalhar a mancha”, tendo voltado a Lisboa para ingressar no ensino artístico da Escola Artística António Arroio. O percurso na Faculdade de Belas Artes de Lisboa inicia-se em Escultura, que abandona por reacção ao conservadorismo disciplinar. Conclui a licenciatura em Pintura na mesma instituição, onde ingressa no mestrado, por agora ainda não concluído. O ingresso pela Pintura permitiu-lhe uma maior abertura à lógica interdisciplinar dos seus agenciamentos. Participou em diversas exposições (PT e estrangeiro) destacando os palcos da XXa Bienal Cerveira (Vila Nova de Cerveira, PT), Museu Fundação Oriente (Lisboa, PT); Kunst-Quartier des BBK (Osnabrück, DE); Verbeke Foundation (Kemzek, BE). Das residências destaca Silo Arte e Latitude Rural (2018, Rio de Janeiro, BR). Trabalha nas áreas de assistência e apoio técnico a artistas e a exposições em diversas instituições da Cultura nacionais.</p><p>Expôs em diversos espaços em Portugal e no estrangeiro, onde se incluem o Museu João Fragoso (Caldas da Rainha), Palacete Pinto Leite (Porto), Fundação Oriente (Lisboa), Rundum Space (Tallin), Pärnu City Gallery (Parnu) e o BBK (Osnabrück) e agora a Appleton Associação Cultural em Lisboa.</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.artecapital.net/snapshot-72-xavier-ovidio" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.artecapital.net/snapshot-72-xavier-ovidio</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://bienaldecerveira.pt/xx-bienal/artistas-representados.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://bienaldecerveira.pt/xx-bienal/artistas-representados.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.galeriaantonioprates.com/tridimensionalidade-aparente/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.galeriaantonioprates.com/tridimensionalidade-aparente/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/lusa/9-edicao-atelies-de-artistas-com-entrada-livre-de-sexta-feira-a-domingo-9983942.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/lusa/9-edicao-atelies-de-artistas-com-entrada-livre-de-sexta-feira-a-domingo-9983942.html</a></p><p><br></p><p>Playlist Xavier Ovídio</p><p>https://open.spotify.com/playlist/6bUjK9NbQtVKZXlgZvGYBT</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 30.03.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Xavier Ovídio&nbsp;(n. 1989, Lisboa, PT) viveu nas Caldas da Rainha, onde começou a pintar e “espalhar a mancha”, tendo voltado a Lisboa para ingressar no ensino artístico da Escola Artística António Arroio. O percurso na Faculdade de Belas Artes de Lisboa inicia-se em Escultura, que abandona por reacção ao conservadorismo disciplinar. Conclui a licenciatura em Pintura na mesma instituição, onde ingressa no mestrado, por agora ainda não concluído. O ingresso pela Pintura permitiu-lhe uma maior abertura à lógica interdisciplinar dos seus agenciamentos. Participou em diversas exposições (PT e estrangeiro) destacando os palcos da XXa Bienal Cerveira (Vila Nova de Cerveira, PT), Museu Fundação Oriente (Lisboa, PT); Kunst-Quartier des BBK (Osnabrück, DE); Verbeke Foundation (Kemzek, BE). Das residências destaca Silo Arte e Latitude Rural (2018, Rio de Janeiro, BR). Trabalha nas áreas de assistência e apoio técnico a artistas e a exposições em diversas instituições da Cultura nacionais.</p><p>Expôs em diversos espaços em Portugal e no estrangeiro, onde se incluem o Museu João Fragoso (Caldas da Rainha), Palacete Pinto Leite (Porto), Fundação Oriente (Lisboa), Rundum Space (Tallin), Pärnu City Gallery (Parnu) e o BBK (Osnabrück) e agora a Appleton Associação Cultural em Lisboa.</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.artecapital.net/snapshot-72-xavier-ovidio" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.artecapital.net/snapshot-72-xavier-ovidio</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://bienaldecerveira.pt/xx-bienal/artistas-representados.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://bienaldecerveira.pt/xx-bienal/artistas-representados.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.galeriaantonioprates.com/tridimensionalidade-aparente/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.galeriaantonioprates.com/tridimensionalidade-aparente/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/lusa/9-edicao-atelies-de-artistas-com-entrada-livre-de-sexta-feira-a-domingo-9983942.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/lusa/9-edicao-atelies-de-artistas-com-entrada-livre-de-sexta-feira-a-domingo-9983942.html</a></p><p><br></p><p>Playlist Xavier Ovídio</p><p>https://open.spotify.com/playlist/6bUjK9NbQtVKZXlgZvGYBT</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 30.03.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Xavier Ovídio (n. 1989, Lisboa, PT) viveu nas Caldas da Rainha, onde começou a pintar e “espalhar a mancha”, tendo voltado a Lisboa para ingressar no ensino artístico da Escola Artística António Arroio. O percurso na Faculdade de Belas Artes de Lisboa inicia-se em Escultura, que abandona por reacção ao conservadorismo disciplinar. Conclui a licenciatura em Pintura na mesma instituição, onde ingressa no mestrado, por agora ainda não concluído. O ingresso pela Pintura permitiu-lhe uma maior abertura à lógica interdisciplinar dos seus agenciamentos. Participou em diversas exposições (PT e estrangeiro) destacando os palcos da XXa Bienal Cerveira (Vila Nova de Cerveira, PT), Museu Fundação Oriente (Lisboa, PT); Kunst-Quartier des BBK (Osnabrück, DE); Verbeke Foundation (Kemzek, BE). Das residências destaca Silo Arte e Latitude Rural (2018, Rio de Janeiro, BR). Trabalha nas áreas de assistência e apoio técnico a artistas e a exposições em diversas instituições da Cultura nacionais.Expôs em diversos espaços em Portugal e no estrangeiro, onde se incluem o Museu João Fragoso (Caldas da Rainha), Palacete Pinto Leite (Porto), Fundação Oriente (Lisboa), Rundum Space (Tallin), Pärnu City Gallery (Parnu) e o BBK (Osnabrück) e agora a Appleton Associação Cultural em Lisboa. http://www.artecapital.net/snapshot-72-xavier-ovidio https://bienaldecerveira.pt/xx-bienal/artistas-representados.html http://www.galeriaantonioprates.com/tridimensionalidade-aparente/ https://www.dn.pt/lusa/9-edicao-atelies-de-artistas-com-entrada-livre-de-sexta-feira-a-domingo-9983942.htmlPlaylist Xavier Ovídiohttps://open.spotify.com/playlist/6bUjK9NbQtVKZXlgZvGYBTEpisódio gravado a 30.03.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 31 Mar 2022 18:49:56 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 57 - &#34;O livro - esse filme que se segura nas mãos&#34; - Conversa com Pedro Falcão</title>
            <description><![CDATA[  <p>Pedro Falcão</p><p>Nasceu nas Caldas da Rainha, em 1971.</p><p>Estudou Artes Gráficas na Escola Superior de Tecnologia de Tomar e Artes Plásticas na Escola Superior de Artes e Design nas Caldas da Rainha (1991-1995).</p><p>No final do ano de 1995, mudou-se para Lisboa e durante dez anos trabalhou no atelier de design gráfico Secretonix, de Mário Feliciano. Em 2006, cria o seu próprio estúdio Atelier Pedro Falcão, em Lisboa, que trabalha para instituições culturais, artistas e arquitectos, entre outros. Nas várias áreas gráficas, desenvolveu trabalhos de identidade corporativa, design editorial, cartazes, sinalética de edifícios e exposições, tornando-se especialista na área do “book design”. Ensinou Design Editorial no curso de Design Gráfico e Multimédia da escola Restart de Lisboa (2006-2015). Desenhou a identidade gráfica para o Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia — Maat, fez a comunicação gráfica da Representação Oficial Portuguesa na 57.ª Exposição Internacional de Arte, da Bienal de Veneza e desenhou o livro<em>&nbsp;Vizinhança — Onde Álvaro encontra Aldo</em>, exposição de Álvaro Siza Vieira na Garagem Sul / CCB. Tem ganho vários prestigiados prémios e participado em diversas e relevantes exposições de grupo internacionais.</p><p>&nbsp;</p><p>Música de entrada: “No More” - Tina and the top ten, cortesia dos artistas</p><p><br></p><p>Links:</p><p>https://www.atelierpedrofalcao.com/</p><p><br></p><p>https://www.portuguesematters.com/blog/2016/7/18/maat-atelier-pedro-falcao</p><p><br></p><p>https://appleton.pt/pedro-falcao/</p><p><br></p><p>https://www.flyblackbird.pt/about</p><p><br></p><p>https://media.rtp.pt/antena3/ouvir/fly-black-bird-mais-do-que-uma-prancha-de-surf/</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=COihDllqrH0</p><p><br></p><p>Playlist Pedro Falcão</p><p>https://open.spotify.com/playlist/6C7eyufIFdawZ7lIawZCx8</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 27.01.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Pedro Falcão</p><p>Nasceu nas Caldas da Rainha, em 1971.</p><p>Estudou Artes Gráficas na Escola Superior de Tecnologia de Tomar e Artes Plásticas na Escola Superior de Artes e Design nas Caldas da Rainha (1991-1995).</p><p>No final do ano de 1995, mudou-se para Lisboa e durante dez anos trabalhou no atelier de design gráfico Secretonix, de Mário Feliciano. Em 2006, cria o seu próprio estúdio Atelier Pedro Falcão, em Lisboa, que trabalha para instituições culturais, artistas e arquitectos, entre outros. Nas várias áreas gráficas, desenvolveu trabalhos de identidade corporativa, design editorial, cartazes, sinalética de edifícios e exposições, tornando-se especialista na área do “book design”. Ensinou Design Editorial no curso de Design Gráfico e Multimédia da escola Restart de Lisboa (2006-2015). Desenhou a identidade gráfica para o Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia — Maat, fez a comunicação gráfica da Representação Oficial Portuguesa na 57.ª Exposição Internacional de Arte, da Bienal de Veneza e desenhou o livro<em>&nbsp;Vizinhança — Onde Álvaro encontra Aldo</em>, exposição de Álvaro Siza Vieira na Garagem Sul / CCB. Tem ganho vários prestigiados prémios e participado em diversas e relevantes exposições de grupo internacionais.</p><p>&nbsp;</p><p>Música de entrada: “No More” - Tina and the top ten, cortesia dos artistas</p><p><br></p><p>Links:</p><p>https://www.atelierpedrofalcao.com/</p><p><br></p><p>https://www.portuguesematters.com/blog/2016/7/18/maat-atelier-pedro-falcao</p><p><br></p><p>https://appleton.pt/pedro-falcao/</p><p><br></p><p>https://www.flyblackbird.pt/about</p><p><br></p><p>https://media.rtp.pt/antena3/ouvir/fly-black-bird-mais-do-que-uma-prancha-de-surf/</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=COihDllqrH0</p><p><br></p><p>Playlist Pedro Falcão</p><p>https://open.spotify.com/playlist/6C7eyufIFdawZ7lIawZCx8</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 27.01.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Pedro FalcãoNasceu nas Caldas da Rainha, em 1971.Estudou Artes Gráficas na Escola Superior de Tecnologia de Tomar e Artes Plásticas na Escola Superior de Artes e Design nas Caldas da Rainha (1991-1995).No final do ano de 1995, mudou-se para Lisboa e durante dez anos trabalhou no atelier de design gráfico Secretonix, de Mário Feliciano. Em 2006, cria o seu próprio estúdio Atelier Pedro Falcão, em Lisboa, que trabalha para instituições culturais, artistas e arquitectos, entre outros. Nas várias áreas gráficas, desenvolveu trabalhos de identidade corporativa, design editorial, cartazes, sinalética de edifícios e exposições, tornando-se especialista na área do “book design”. Ensinou Design Editorial no curso de Design Gráfico e Multimédia da escola Restart de Lisboa (2006-2015). Desenhou a identidade gráfica para o Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia — Maat, fez a comunicação gráfica da Representação Oficial Portuguesa na 57.ª Exposição Internacional de Arte, da Bienal de Veneza e desenhou o livro Vizinhança — Onde Álvaro encontra Aldo, exposição de Álvaro Siza Vieira na Garagem Sul / CCB. Tem ganho vários prestigiados prémios e participado em diversas e relevantes exposições de grupo internacionais. Música de entrada: “No More” - Tina and the top ten, cortesia dos artistasLinks:https://www.atelierpedrofalcao.com/https://www.portuguesematters.com/blog/2016/7/18/maat-atelier-pedro-falcaohttps://appleton.pt/pedro-falcao/https://www.flyblackbird.pt/abouthttps://media.rtp.pt/antena3/ouvir/fly-black-bird-mais-do-que-uma-prancha-de-surf/https://www.youtube.com/watch?v=COihDllqrH0Playlist Pedro Falcãohttps://open.spotify.com/playlist/6C7eyufIFdawZ7lIawZCx8Episódio gravado a 27.01.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 16 Mar 2022 19:18:01 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 56 - &#34;O valor da Cultura, a História como foco&#34; - Conversa com Fátima Marques Pereira</title>
            <description><![CDATA[  <p><strong>Fátima Marques Pereira (Lisboa, 1964)</strong></p><p>Licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tem o Mestrado em História Contemporânea pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e a parte curricular do Doutoramento em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Pertenceu ao CITCEM - Centro de Investigação Transdisciplinar da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Especialista de reconhecida experiência e competência profissional pelo Conselho Técnico Científico da ESMAE do Instituto Politécnico do Porto. Ao longo do seu percurso profissional ocupou cargos de gestão académica e científica, escreveu inúmeros artigos e títulos publicados nas áreas da arte e cultura contemporâneas, fotografia e gestão cultural, tem participado em conferências, comunicações e ações de formação em diversas áreas da arte e cultura contemporâneas, com destaque para a arquitetura, fotografia e gestão e produção cultural e artística. Participou em júris de concursos de arte contemporânea e em <em>open calls </em>para residências artísticas nacionais e internacionais</p><p>Fátima Marques Pereira foi uma das criadoras da Licenciatura em Gestão Cultural da ESAP aprovada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Educação em 2009.&nbsp;Foi professora universitária na ESAP - Escola Superior de Arte do Porto, no Mestrado Integrado em Arquitetura e nas licenciaturas de Artes Visuais - Fotografia e Animação e Produção Cultural. Até Janeiro de 2015, foi professora na ESMAE - Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo - IPP - Instituto Politécnico do Porto.</p><p>Foi Subdiretora Geral das Artes - DGArtes - Direção Geral das Artes – Ministério da Cultura entre 2010 e 2011.</p><p>Foi Diretora do ARQUIPÉLAGO - Centro de Artes Contemporâneas, localizado no na ilha de S. Miguel, Açores de Fevereiro de 2015, data da sua abertura a Janeiro de 2020. Em 2020 foi Subdiretora Geral do Património Cultural - Direção Geral do Património Cultural - Ministério da Cultura.</p><p>Foi responsável pela elaboração de um plano estratégico para a área da Cultura dentro da Universidade de Aveiro para o programa UA: desenvolvimento e preparação de uma Candidatura ao Programa Europa Criativa 2021- 2027.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><a href="https://ionline.sapo.pt/artigo/563498/fatima-marques-pereira-acordo-e-adormeco-a-pensar-no-arquipelago-?seccao=Portugal_i" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ionline.sapo.pt/artigo/563498/fatima-marques-pereira-acordo-e-adormeco-a-pensar-no-arquipelago-?seccao=Portugal_i</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://coffeepaste.com/arquipelago-entrevista/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://coffeepaste.com/arquipelago-entrevista/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.acorianooriental.pt/noticia/saio-cansada-mas-contente-e-orgulhosa-do-trabalho-realizado-no-arquipelago-306904" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.acorianooriental.pt/noticia/saio-cansada-mas-contente-e-orgulhosa-do-trabalho-realizado-no-arquipelago-306904</a></p><p><br></p><p><a href="https://observador.pt/especiais/arquipelago-o-museu-acoreano-que-existe-ha-quatro-anos-mas-que-ainda-nao-foi-criado/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/especiais/arquipelago-o-museu-acoreano-que-existe-ha-quatro-anos-mas-que-ainda-nao-foi-criado/</a></p><p><br></p><p><a href="https://independent.academia.edu/F%C3%A1timaMarquesPereira" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://independent.academia.edu/F%C3%A1timaMarquesPereira</a></p><p><br></p><p><a href="https://ciac.pt/news/visual-arts-cycle/13853" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ciac.pt/news/visual-arts-cycle/13853</a></p><p><br></p><p><a href="https://bibliografia.bnportugal.gov.pt/bnp/bnp.exe/registo?1964692" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://bibliografia.bnportugal.gov.pt/bnp/bnp.exe/registo?1964692</a></p><p><br></p><p>Album escolhido:</p><p>Patti Smith, Horses</p><p>https://open.spotify.com/playlist/5FkC8EZ0g38L6yQrT1iDwU</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 10.02.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p><strong>Fátima Marques Pereira (Lisboa, 1964)</strong></p><p>Licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tem o Mestrado em História Contemporânea pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e a parte curricular do Doutoramento em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Pertenceu ao CITCEM - Centro de Investigação Transdisciplinar da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Especialista de reconhecida experiência e competência profissional pelo Conselho Técnico Científico da ESMAE do Instituto Politécnico do Porto. Ao longo do seu percurso profissional ocupou cargos de gestão académica e científica, escreveu inúmeros artigos e títulos publicados nas áreas da arte e cultura contemporâneas, fotografia e gestão cultural, tem participado em conferências, comunicações e ações de formação em diversas áreas da arte e cultura contemporâneas, com destaque para a arquitetura, fotografia e gestão e produção cultural e artística. Participou em júris de concursos de arte contemporânea e em <em>open calls </em>para residências artísticas nacionais e internacionais</p><p>Fátima Marques Pereira foi uma das criadoras da Licenciatura em Gestão Cultural da ESAP aprovada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Educação em 2009.&nbsp;Foi professora universitária na ESAP - Escola Superior de Arte do Porto, no Mestrado Integrado em Arquitetura e nas licenciaturas de Artes Visuais - Fotografia e Animação e Produção Cultural. Até Janeiro de 2015, foi professora na ESMAE - Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo - IPP - Instituto Politécnico do Porto.</p><p>Foi Subdiretora Geral das Artes - DGArtes - Direção Geral das Artes – Ministério da Cultura entre 2010 e 2011.</p><p>Foi Diretora do ARQUIPÉLAGO - Centro de Artes Contemporâneas, localizado no na ilha de S. Miguel, Açores de Fevereiro de 2015, data da sua abertura a Janeiro de 2020. Em 2020 foi Subdiretora Geral do Património Cultural - Direção Geral do Património Cultural - Ministério da Cultura.</p><p>Foi responsável pela elaboração de um plano estratégico para a área da Cultura dentro da Universidade de Aveiro para o programa UA: desenvolvimento e preparação de uma Candidatura ao Programa Europa Criativa 2021- 2027.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><a href="https://ionline.sapo.pt/artigo/563498/fatima-marques-pereira-acordo-e-adormeco-a-pensar-no-arquipelago-?seccao=Portugal_i" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ionline.sapo.pt/artigo/563498/fatima-marques-pereira-acordo-e-adormeco-a-pensar-no-arquipelago-?seccao=Portugal_i</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://coffeepaste.com/arquipelago-entrevista/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://coffeepaste.com/arquipelago-entrevista/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.acorianooriental.pt/noticia/saio-cansada-mas-contente-e-orgulhosa-do-trabalho-realizado-no-arquipelago-306904" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.acorianooriental.pt/noticia/saio-cansada-mas-contente-e-orgulhosa-do-trabalho-realizado-no-arquipelago-306904</a></p><p><br></p><p><a href="https://observador.pt/especiais/arquipelago-o-museu-acoreano-que-existe-ha-quatro-anos-mas-que-ainda-nao-foi-criado/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/especiais/arquipelago-o-museu-acoreano-que-existe-ha-quatro-anos-mas-que-ainda-nao-foi-criado/</a></p><p><br></p><p><a href="https://independent.academia.edu/F%C3%A1timaMarquesPereira" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://independent.academia.edu/F%C3%A1timaMarquesPereira</a></p><p><br></p><p><a href="https://ciac.pt/news/visual-arts-cycle/13853" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://ciac.pt/news/visual-arts-cycle/13853</a></p><p><br></p><p><a href="https://bibliografia.bnportugal.gov.pt/bnp/bnp.exe/registo?1964692" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://bibliografia.bnportugal.gov.pt/bnp/bnp.exe/registo?1964692</a></p><p><br></p><p>Album escolhido:</p><p>Patti Smith, Horses</p><p>https://open.spotify.com/playlist/5FkC8EZ0g38L6yQrT1iDwU</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 10.02.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Fátima Marques Pereira (Lisboa, 1964)Licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, tem o Mestrado em História Contemporânea pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e a parte curricular do Doutoramento em História pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Pertenceu ao CITCEM - Centro de Investigação Transdisciplinar da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Especialista de reconhecida experiência e competência profissional pelo Conselho Técnico Científico da ESMAE do Instituto Politécnico do Porto. Ao longo do seu percurso profissional ocupou cargos de gestão académica e científica, escreveu inúmeros artigos e títulos publicados nas áreas da arte e cultura contemporâneas, fotografia e gestão cultural, tem participado em conferências, comunicações e ações de formação em diversas áreas da arte e cultura contemporâneas, com destaque para a arquitetura, fotografia e gestão e produção cultural e artística. Participou em júris de concursos de arte contemporânea e em open calls para residências artísticas nacionais e internacionaisFátima Marques Pereira foi uma das criadoras da Licenciatura em Gestão Cultural da ESAP aprovada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior Educação em 2009. Foi professora universitária na ESAP - Escola Superior de Arte do Porto, no Mestrado Integrado em Arquitetura e nas licenciaturas de Artes Visuais - Fotografia e Animação e Produção Cultural. Até Janeiro de 2015, foi professora na ESMAE - Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo - IPP - Instituto Politécnico do Porto.Foi Subdiretora Geral das Artes - DGArtes - Direção Geral das Artes – Ministério da Cultura entre 2010 e 2011.Foi Diretora do ARQUIPÉLAGO - Centro de Artes Contemporâneas, localizado no na ilha de S. Miguel, Açores de Fevereiro de 2015, data da sua abertura a Janeiro de 2020. Em 2020 foi Subdiretora Geral do Património Cultural - Direção Geral do Património Cultural - Ministério da Cultura.Foi responsável pela elaboração de um plano estratégico para a área da Cultura dentro da Universidade de Aveiro para o programa UA: desenvolvimento e preparação de uma Candidatura ao Programa Europa Criativa 2021- 2027. Links:https://ionline.sapo.pt/artigo/563498/fatima-marques-pereira-acordo-e-adormeco-a-pensar-no-arquipelago-?seccao=Portugal_i https://coffeepaste.com/arquipelago-entrevista/https://www.acorianooriental.pt/noticia/saio-cansada-mas-contente-e-orgulhosa-do-trabalho-realizado-no-arquipelago-306904https://observador.pt/especiais/arquipelago-o-museu-acoreano-que-existe-ha-quatro-anos-mas-que-ainda-nao-foi-criado/https://independent.academia.edu/F%C3%A1timaMarquesPereirahttps://ciac.pt/news/visual-arts-cycle/13853https://bibliografia.bnportugal.gov.pt/bnp/bnp.exe/registo?1964692Album escolhido:Patti Smith, Horseshttps://open.spotify.com/playlist/5FkC8EZ0g38L6yQrT1iDwUEpisódio gravado a 10.02.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 05 Mar 2022 00:51:02 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 55 - &#34;Catch her, if you can&#34; - Conversa com Luisa Cunha</title>
            <description><![CDATA[  <p>Luisa Cunha nasceu em 1949 em Lisboa. Vive e trabalha em Lisboa.</p><p>É licenciada em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras, Lisboa.</p><p>Em 1994 completou o curso Avançado de Escultura no AR.CO, Escola de Artes Visuais, em Lisboa e no mesmo ano foi Artista-residente convidada a participar na “1ª Academia Internacional de Verão para Artistas Plásticos” no Convento da Arrábida. De 1994 a 1997 foi Professora de Escultura no AR.CO. Expõe regularmente desde 1993 e está representada nas seguintes colecções: Ministério da Cultura, Lisboa; Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Fundação de Serralves, Porto; Fundação PLMJ, Lisboa; Museu das Comunicações, Lisboa; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Ar.Co – Escola de Artes Visuais, Lisboa; Coleção Figueiredo Ribeiro e Fundação EDP, entre outras.</p><p>Em 2021 foi distinguida com o Grande&nbsp;Prémio&nbsp;de carreira da Fundação EDP Arte.</p><p>Na base do seu trabalho está uma noção muito clara e emocional da relatividade da própria vida, e consequentemente das convenções, da diferença significativa entre interior e exterior, do privado e público, e da natureza fragmentária do "não-lugar", do poder, das dimensões do tempo e do lugar, e do discurso.</p><p>Esta convicção teve a sua origem numa prática que a artista desenvolveu desde muito cedo, tendo sido treinada para observar sem qualquer objectivo em mente, apenas deixando as coisas entrar, num estado de completa receptividade, não impondo fronteiras, e sem julgamentos (tanto quanto possível). Primeiro encontrando as coisas e depois procurando-as.</p><p>&nbsp;</p><p>Início do podcast: excerto da obra “<strong>Artista à procura de si própria” 2015,</strong> cortesia da artista e da Colecção Figueiredo Ribeiro.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://luisacunha.com/index.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://luisacunha.com/index.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/en/edition-prize/luisa-cunha" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/en/edition-prize/luisa-cunha</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/cultura/luisa-cunha-destacada-pela-bienal-de-sao-paulo--14011920.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/cultura/luisa-cunha-destacada-pela-bienal-de-sao-paulo--14011920.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2021/04/07/culturaipsilon/noticia/luisa-cunha-premio-obra-enfim-ouve-1957640" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2021/04/07/culturaipsilon/noticia/luisa-cunha-premio-obra-enfim-ouve-1957640</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/05/21/entrevista-a-luisa-cunha-vencedora-do-grande-premio-fundacao-edp-arte-2021/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/05/21/entrevista-a-luisa-cunha-vencedora-do-grande-premio-fundacao-edp-arte-2021/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2021/luisa-cunha-grande-premio-fundacao-edp-arte-2021" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2021/luisa-cunha-grande-premio-fundacao-edp-arte-2021</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.miguelnabinho.com/luisa-cunha" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.miguelnabinho.com/luisa-cunha</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=SUQ3GQZLH1E" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=SUQ3GQZLH1E</a></p><p>&nbsp;</p><p>Música escolhida:</p><p>Laurie Anderson</p><p>O Superman</p><p>https://open.spotify.com/playlist/3AJCK7uvxs3us9xR4BdCDD</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 11.02.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Luisa Cunha nasceu em 1949 em Lisboa. Vive e trabalha em Lisboa.</p><p>É licenciada em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras, Lisboa.</p><p>Em 1994 completou o curso Avançado de Escultura no AR.CO, Escola de Artes Visuais, em Lisboa e no mesmo ano foi Artista-residente convidada a participar na “1ª Academia Internacional de Verão para Artistas Plásticos” no Convento da Arrábida. De 1994 a 1997 foi Professora de Escultura no AR.CO. Expõe regularmente desde 1993 e está representada nas seguintes colecções: Ministério da Cultura, Lisboa; Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Fundação de Serralves, Porto; Fundação PLMJ, Lisboa; Museu das Comunicações, Lisboa; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Ar.Co – Escola de Artes Visuais, Lisboa; Coleção Figueiredo Ribeiro e Fundação EDP, entre outras.</p><p>Em 2021 foi distinguida com o Grande&nbsp;Prémio&nbsp;de carreira da Fundação EDP Arte.</p><p>Na base do seu trabalho está uma noção muito clara e emocional da relatividade da própria vida, e consequentemente das convenções, da diferença significativa entre interior e exterior, do privado e público, e da natureza fragmentária do "não-lugar", do poder, das dimensões do tempo e do lugar, e do discurso.</p><p>Esta convicção teve a sua origem numa prática que a artista desenvolveu desde muito cedo, tendo sido treinada para observar sem qualquer objectivo em mente, apenas deixando as coisas entrar, num estado de completa receptividade, não impondo fronteiras, e sem julgamentos (tanto quanto possível). Primeiro encontrando as coisas e depois procurando-as.</p><p>&nbsp;</p><p>Início do podcast: excerto da obra “<strong>Artista à procura de si própria” 2015,</strong> cortesia da artista e da Colecção Figueiredo Ribeiro.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://luisacunha.com/index.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://luisacunha.com/index.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/en/edition-prize/luisa-cunha" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/en/edition-prize/luisa-cunha</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/cultura/luisa-cunha-destacada-pela-bienal-de-sao-paulo--14011920.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/cultura/luisa-cunha-destacada-pela-bienal-de-sao-paulo--14011920.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2021/04/07/culturaipsilon/noticia/luisa-cunha-premio-obra-enfim-ouve-1957640" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2021/04/07/culturaipsilon/noticia/luisa-cunha-premio-obra-enfim-ouve-1957640</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/05/21/entrevista-a-luisa-cunha-vencedora-do-grande-premio-fundacao-edp-arte-2021/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/05/21/entrevista-a-luisa-cunha-vencedora-do-grande-premio-fundacao-edp-arte-2021/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2021/luisa-cunha-grande-premio-fundacao-edp-arte-2021" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2021/luisa-cunha-grande-premio-fundacao-edp-arte-2021</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.miguelnabinho.com/luisa-cunha" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.miguelnabinho.com/luisa-cunha</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=SUQ3GQZLH1E" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=SUQ3GQZLH1E</a></p><p>&nbsp;</p><p>Música escolhida:</p><p>Laurie Anderson</p><p>O Superman</p><p>https://open.spotify.com/playlist/3AJCK7uvxs3us9xR4BdCDD</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 11.02.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Luisa Cunha nasceu em 1949 em Lisboa. Vive e trabalha em Lisboa.É licenciada em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras, Lisboa.Em 1994 completou o curso Avançado de Escultura no AR.CO, Escola de Artes Visuais, em Lisboa e no mesmo ano foi Artista-residente convidada a participar na “1ª Academia Internacional de Verão para Artistas Plásticos” no Convento da Arrábida. De 1994 a 1997 foi Professora de Escultura no AR.CO. Expõe regularmente desde 1993 e está representada nas seguintes colecções: Ministério da Cultura, Lisboa; Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Fundação de Serralves, Porto; Fundação PLMJ, Lisboa; Museu das Comunicações, Lisboa; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Ar.Co – Escola de Artes Visuais, Lisboa; Coleção Figueiredo Ribeiro e Fundação EDP, entre outras.Em 2021 foi distinguida com o Grande Prémio de carreira da Fundação EDP Arte.Na base do seu trabalho está uma noção muito clara e emocional da relatividade da própria vida, e consequentemente das convenções, da diferença significativa entre interior e exterior, do privado e público, e da natureza fragmentária do &#34;não-lugar&#34;, do poder, das dimensões do tempo e do lugar, e do discurso.Esta convicção teve a sua origem numa prática que a artista desenvolveu desde muito cedo, tendo sido treinada para observar sem qualquer objectivo em mente, apenas deixando as coisas entrar, num estado de completa receptividade, não impondo fronteiras, e sem julgamentos (tanto quanto possível). Primeiro encontrando as coisas e depois procurando-as. Início do podcast: excerto da obra “Artista à procura de si própria” 2015, cortesia da artista e da Colecção Figueiredo Ribeiro. Links: https://luisacunha.com/index.html https://www.fundacaoedp.pt/en/edition-prize/luisa-cunha https://www.dn.pt/cultura/luisa-cunha-destacada-pela-bienal-de-sao-paulo--14011920.html https://www.publico.pt/2021/04/07/culturaipsilon/noticia/luisa-cunha-premio-obra-enfim-ouve-1957640 https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/05/21/entrevista-a-luisa-cunha-vencedora-do-grande-premio-fundacao-edp-arte-2021/ https://contemporanea.pt/edicoes/04-05-06-2021/luisa-cunha-grande-premio-fundacao-edp-arte-2021 https://www.miguelnabinho.com/luisa-cunha https://www.youtube.com/watch?v=SUQ3GQZLH1E Música escolhida:Laurie AndersonO Supermanhttps://open.spotify.com/playlist/3AJCK7uvxs3us9xR4BdCDDEpisódio gravado a 11.02.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 23 Feb 2022 20:20:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 54 - &#34;&#39;Florimos em nada&#39;. Sorrimos&#34; - Conversa com Maria da Graça Carmona e Costa</title>
            <description><![CDATA[  <p>Maria da Graça Dias Coelho Carmona e Costa tomou o gosto à arte durante a década de 1970, quando começou a trabalhar como assistente de Dulce D’Agro, fundadora da Galeria Quadrum, colecionadora e grande impulsionadora da arte em Portugal. Passaram duas décadas até que Maria da Graça lhe seguisse o exemplo e, em 1997, cria com o marido, Vítor Carmona e Costa, também em Lisboa, a Fundação Carmona e Costa. O objectivo era (e continua a ser) o de desenvolver, dinamizar e divulgar projetos na área da arte portuguesa contemporânea, centrados no desenho enquanto prática transversal a todas as disciplinas artísticas. Começam por mostrar o seu acervo no “espaço de artes decorativas” e expor o vasto património artístico, recolhido pelos fundadores ao longo da vida. Em parceria com especialistas e outras instituições, a fundação vem desempenhando um papel fundamental no apoio a artistas em diferentes momentos da sua carreira, através da aquisição de obras ou de outras formas de sustentação. A natureza filantrópica de Maria da Graça Carmona e Costa é bem conhecida no meio das artes, materializando-se em mecenato e no apoio à Bolsa Fulbright (para mestrado ou doutoramento em universidades dos EUA), ao prémio AICA (Associação Internacional de Críticos de Arte) à oferta de uma bolsa de estudos anual a um aluno da&nbsp;<a href="http://ar.co/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">AR.CO</a>&nbsp;(Centro de Arte e Comunicação Visual) ou ainda enquanto membro fundador do BAC (Banco de Arte Contemporânea). À imagem da sua fundadora, a Fundação Carmona e Costa é um exemplo de como a iniciativa privada pode criar uma património que se torna público, apostando numa programação dinâmica e diversa, com edições próprias e providenciando condições de trabalho a muitos artistas. Por tudo isto, recebeu em 2016 a Medalha Municipal de Mérito Cultural e em 2018 a Medalha de Mérito Cultural, atribuída pelo Ministério da Cultura do Governo Português. Foi também condecorada pelo</p><p>Cardeal D. José Tolentino de Mendonça em nome do Santo Padre com a Dama da Ordem Equestre de São Gregório Magno.&nbsp;</p><p><br></p><p>Links:</p><p>http://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/espaco_arte_contemporanea/coleccao.aspx</p><p><br></p><p>https://www.lisboa.pt/atualidade/noticias/detalhe/banco-de-arte-contemporanea-maria-da-graca-carmona-e-costa</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/en/blog/2018/09/12/medalha-de-merito-cultural-para-maria-da-graca-carmona-e-costa/</p><p><br></p><p>https://giefarte.pt</p><p><br></p><p>Música escolhida:</p><p>Beethoven, Sinfonia n.3</p><p>https://open.spotify.com/playlist/7reQlmcJrdWRGq53Axns05</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 13.01.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Maria da Graça Dias Coelho Carmona e Costa tomou o gosto à arte durante a década de 1970, quando começou a trabalhar como assistente de Dulce D’Agro, fundadora da Galeria Quadrum, colecionadora e grande impulsionadora da arte em Portugal. Passaram duas décadas até que Maria da Graça lhe seguisse o exemplo e, em 1997, cria com o marido, Vítor Carmona e Costa, também em Lisboa, a Fundação Carmona e Costa. O objectivo era (e continua a ser) o de desenvolver, dinamizar e divulgar projetos na área da arte portuguesa contemporânea, centrados no desenho enquanto prática transversal a todas as disciplinas artísticas. Começam por mostrar o seu acervo no “espaço de artes decorativas” e expor o vasto património artístico, recolhido pelos fundadores ao longo da vida. Em parceria com especialistas e outras instituições, a fundação vem desempenhando um papel fundamental no apoio a artistas em diferentes momentos da sua carreira, através da aquisição de obras ou de outras formas de sustentação. A natureza filantrópica de Maria da Graça Carmona e Costa é bem conhecida no meio das artes, materializando-se em mecenato e no apoio à Bolsa Fulbright (para mestrado ou doutoramento em universidades dos EUA), ao prémio AICA (Associação Internacional de Críticos de Arte) à oferta de uma bolsa de estudos anual a um aluno da&nbsp;<a href="http://ar.co/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">AR.CO</a>&nbsp;(Centro de Arte e Comunicação Visual) ou ainda enquanto membro fundador do BAC (Banco de Arte Contemporânea). À imagem da sua fundadora, a Fundação Carmona e Costa é um exemplo de como a iniciativa privada pode criar uma património que se torna público, apostando numa programação dinâmica e diversa, com edições próprias e providenciando condições de trabalho a muitos artistas. Por tudo isto, recebeu em 2016 a Medalha Municipal de Mérito Cultural e em 2018 a Medalha de Mérito Cultural, atribuída pelo Ministério da Cultura do Governo Português. Foi também condecorada pelo</p><p>Cardeal D. José Tolentino de Mendonça em nome do Santo Padre com a Dama da Ordem Equestre de São Gregório Magno.&nbsp;</p><p><br></p><p>Links:</p><p>http://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/espaco_arte_contemporanea/coleccao.aspx</p><p><br></p><p>https://www.lisboa.pt/atualidade/noticias/detalhe/banco-de-arte-contemporanea-maria-da-graca-carmona-e-costa</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/en/blog/2018/09/12/medalha-de-merito-cultural-para-maria-da-graca-carmona-e-costa/</p><p><br></p><p>https://giefarte.pt</p><p><br></p><p>Música escolhida:</p><p>Beethoven, Sinfonia n.3</p><p>https://open.spotify.com/playlist/7reQlmcJrdWRGq53Axns05</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 13.01.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Maria da Graça Dias Coelho Carmona e Costa tomou o gosto à arte durante a década de 1970, quando começou a trabalhar como assistente de Dulce D’Agro, fundadora da Galeria Quadrum, colecionadora e grande impulsionadora da arte em Portugal. Passaram duas décadas até que Maria da Graça lhe seguisse o exemplo e, em 1997, cria com o marido, Vítor Carmona e Costa, também em Lisboa, a Fundação Carmona e Costa. O objectivo era (e continua a ser) o de desenvolver, dinamizar e divulgar projetos na área da arte portuguesa contemporânea, centrados no desenho enquanto prática transversal a todas as disciplinas artísticas. Começam por mostrar o seu acervo no “espaço de artes decorativas” e expor o vasto património artístico, recolhido pelos fundadores ao longo da vida. Em parceria com especialistas e outras instituições, a fundação vem desempenhando um papel fundamental no apoio a artistas em diferentes momentos da sua carreira, através da aquisição de obras ou de outras formas de sustentação. A natureza filantrópica de Maria da Graça Carmona e Costa é bem conhecida no meio das artes, materializando-se em mecenato e no apoio à Bolsa Fulbright (para mestrado ou doutoramento em universidades dos EUA), ao prémio AICA (Associação Internacional de Críticos de Arte) à oferta de uma bolsa de estudos anual a um aluno da AR.CO (Centro de Arte e Comunicação Visual) ou ainda enquanto membro fundador do BAC (Banco de Arte Contemporânea). À imagem da sua fundadora, a Fundação Carmona e Costa é um exemplo de como a iniciativa privada pode criar uma património que se torna público, apostando numa programação dinâmica e diversa, com edições próprias e providenciando condições de trabalho a muitos artistas. Por tudo isto, recebeu em 2016 a Medalha Municipal de Mérito Cultural e em 2018 a Medalha de Mérito Cultural, atribuída pelo Ministério da Cultura do Governo Português. Foi também condecorada peloCardeal D. José Tolentino de Mendonça em nome do Santo Padre com a Dama da Ordem Equestre de São Gregório Magno. Links:http://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/espaco_arte_contemporanea/coleccao.aspxhttps://www.lisboa.pt/atualidade/noticias/detalhe/banco-de-arte-contemporanea-maria-da-graca-carmona-e-costahttps://umbigomagazine.com/en/blog/2018/09/12/medalha-de-merito-cultural-para-maria-da-graca-carmona-e-costa/https://giefarte.ptMúsica escolhida:Beethoven, Sinfonia n.3https://open.spotify.com/playlist/7reQlmcJrdWRGq53Axns05Episódio gravado a 13.01.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 11 Feb 2022 16:07:21 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 53 - &#34;The.DEAD.Man&#34; - Conversa com Henrique Pavão</title>
            <description><![CDATA[  <p>Henrique Pavão (Lisboa, 1991) vive e trabalha em Lisboa.</p><p>Com um trabalho centrado em questões de entropia, perda, anacronismo, memória e temporalidade, Pavão espelha um interesse e recurso à arqueologia dos movimentos conceptuais, a que se liga um uso sofisticado de processos sensíveis. A sua obra circula por inúmeros suportes (a escultura, o filme, o vídeo, a fotografia ou o som), frequentemente com uma preocupação pelos próprios processos e mecanismos de cada&nbsp;<em>medium</em>, tomados como a marca da sua temporalidade ou mesmo da sua história.</p><p>Estudou Escultura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa (2013) e obteve o Mestrado em Artes Visuais (MFA) pela Malmö Art Academy (2016).&nbsp;Recebeu bolsas da Fundación MBotín (2021), Royal Academy of Arts Estocolmo (2016) e da Fundação Calouste Gulbenkian (2015). Em 2016 foi galardoado com o Prémio Edstrandska e nomeado para o Prémio Novo Banco Revelação da Fundação de Serralves. Em 2019, Henrique Pavão foi nomeado para a 13ª edição do Prémio Novos Artistas da Fundação EDP.</p><p>Destacam-se as exposições&nbsp;<em>Sea of Tranquility</em>&nbsp;(Frame Section – Frieze New York, 2021),&nbsp;<em>RED FLOWER</em>&nbsp;(Galeria Bruno Múrias, Lisboa, 2021),&nbsp;&nbsp;<em>Prémio Novos Artistas Fundação EDP</em>&nbsp;(MAAT – Museu de Arte Arquitetura e Tecnologia, Lisboa, 2019),&nbsp;<em>Unfinished Past</em>&nbsp;(revisited) (CAV – Centro de Artes Visuais, Coimbra, 2020),&nbsp;<em>Almodôvar Mirror-Site</em>&nbsp;(SE8 Gallery, Londres, 2019),&nbsp;<em>Now I Became Aged</em>&nbsp;(UMA LULIK_, Lisboa, 2018), Anozero – Bienal de Coimbra (Coimbra, 2017), antes e depois de antes (Culturgest, Porto, 2017),&nbsp;<em>Wherever I am not is the Place Where I am Myself&nbsp;</em>(Appleton Square, Lisboa, 2018), Fallen Between Cracks (KHM Gallery, Malmö, 2017) entre outras.</p><p>O trabalho de Pavão encontra-se representado em coleções institucionais como a Coleção Fundação MAAT / EDP; Coleção EGEAC – CML; Santander Collection; Fundação Leal Rios, entre outras.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><a href="https://henriquepavao.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://henriquepavao.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.brunomurias.com/artists/henrique-pavao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.brunomurias.com/artists/henrique-pavao/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.publico.pt/2021/05/05/culturaipsilon/noticia/henrique-pavao-artista-nova-iorque-1961371" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2021/05/05/culturaipsilon/noticia/henrique-pavao-artista-nova-iorque-1961371</a></p><p><br></p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2021/04/05/red-flower-de-henrique-pavao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2021/04/05/red-flower-de-henrique-pavao/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/henrique-pavao" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/henrique-pavao</a></p><p><br></p><p><a href="https://appleton.pt/henrique-pavao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/henrique-pavao/</a></p><p><br></p><p>Música escolhida:</p><p>Townes Van Zandt, Nothin'</p><p>https://open.spotify.com/playlist/0lumyDMJkKug8UDky8YUy2</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 05.02.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Henrique Pavão (Lisboa, 1991) vive e trabalha em Lisboa.</p><p>Com um trabalho centrado em questões de entropia, perda, anacronismo, memória e temporalidade, Pavão espelha um interesse e recurso à arqueologia dos movimentos conceptuais, a que se liga um uso sofisticado de processos sensíveis. A sua obra circula por inúmeros suportes (a escultura, o filme, o vídeo, a fotografia ou o som), frequentemente com uma preocupação pelos próprios processos e mecanismos de cada&nbsp;<em>medium</em>, tomados como a marca da sua temporalidade ou mesmo da sua história.</p><p>Estudou Escultura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa (2013) e obteve o Mestrado em Artes Visuais (MFA) pela Malmö Art Academy (2016).&nbsp;Recebeu bolsas da Fundación MBotín (2021), Royal Academy of Arts Estocolmo (2016) e da Fundação Calouste Gulbenkian (2015). Em 2016 foi galardoado com o Prémio Edstrandska e nomeado para o Prémio Novo Banco Revelação da Fundação de Serralves. Em 2019, Henrique Pavão foi nomeado para a 13ª edição do Prémio Novos Artistas da Fundação EDP.</p><p>Destacam-se as exposições&nbsp;<em>Sea of Tranquility</em>&nbsp;(Frame Section – Frieze New York, 2021),&nbsp;<em>RED FLOWER</em>&nbsp;(Galeria Bruno Múrias, Lisboa, 2021),&nbsp;&nbsp;<em>Prémio Novos Artistas Fundação EDP</em>&nbsp;(MAAT – Museu de Arte Arquitetura e Tecnologia, Lisboa, 2019),&nbsp;<em>Unfinished Past</em>&nbsp;(revisited) (CAV – Centro de Artes Visuais, Coimbra, 2020),&nbsp;<em>Almodôvar Mirror-Site</em>&nbsp;(SE8 Gallery, Londres, 2019),&nbsp;<em>Now I Became Aged</em>&nbsp;(UMA LULIK_, Lisboa, 2018), Anozero – Bienal de Coimbra (Coimbra, 2017), antes e depois de antes (Culturgest, Porto, 2017),&nbsp;<em>Wherever I am not is the Place Where I am Myself&nbsp;</em>(Appleton Square, Lisboa, 2018), Fallen Between Cracks (KHM Gallery, Malmö, 2017) entre outras.</p><p>O trabalho de Pavão encontra-se representado em coleções institucionais como a Coleção Fundação MAAT / EDP; Coleção EGEAC – CML; Santander Collection; Fundação Leal Rios, entre outras.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><a href="https://henriquepavao.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://henriquepavao.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.brunomurias.com/artists/henrique-pavao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.brunomurias.com/artists/henrique-pavao/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.publico.pt/2021/05/05/culturaipsilon/noticia/henrique-pavao-artista-nova-iorque-1961371" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2021/05/05/culturaipsilon/noticia/henrique-pavao-artista-nova-iorque-1961371</a></p><p><br></p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2021/04/05/red-flower-de-henrique-pavao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2021/04/05/red-flower-de-henrique-pavao/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/henrique-pavao" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/henrique-pavao</a></p><p><br></p><p><a href="https://appleton.pt/henrique-pavao/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://appleton.pt/henrique-pavao/</a></p><p><br></p><p>Música escolhida:</p><p>Townes Van Zandt, Nothin'</p><p>https://open.spotify.com/playlist/0lumyDMJkKug8UDky8YUy2</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 05.02.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Henrique Pavão (Lisboa, 1991) vive e trabalha em Lisboa.Com um trabalho centrado em questões de entropia, perda, anacronismo, memória e temporalidade, Pavão espelha um interesse e recurso à arqueologia dos movimentos conceptuais, a que se liga um uso sofisticado de processos sensíveis. A sua obra circula por inúmeros suportes (a escultura, o filme, o vídeo, a fotografia ou o som), frequentemente com uma preocupação pelos próprios processos e mecanismos de cada medium, tomados como a marca da sua temporalidade ou mesmo da sua história.Estudou Escultura na Faculdade de Belas Artes de Lisboa (2013) e obteve o Mestrado em Artes Visuais (MFA) pela Malmö Art Academy (2016). Recebeu bolsas da Fundación MBotín (2021), Royal Academy of Arts Estocolmo (2016) e da Fundação Calouste Gulbenkian (2015). Em 2016 foi galardoado com o Prémio Edstrandska e nomeado para o Prémio Novo Banco Revelação da Fundação de Serralves. Em 2019, Henrique Pavão foi nomeado para a 13ª edição do Prémio Novos Artistas da Fundação EDP.Destacam-se as exposições Sea of Tranquility (Frame Section – Frieze New York, 2021), RED FLOWER (Galeria Bruno Múrias, Lisboa, 2021),  Prémio Novos Artistas Fundação EDP (MAAT – Museu de Arte Arquitetura e Tecnologia, Lisboa, 2019), Unfinished Past (revisited) (CAV – Centro de Artes Visuais, Coimbra, 2020), Almodôvar Mirror-Site (SE8 Gallery, Londres, 2019), Now I Became Aged (UMA LULIK_, Lisboa, 2018), Anozero – Bienal de Coimbra (Coimbra, 2017), antes e depois de antes (Culturgest, Porto, 2017), Wherever I am not is the Place Where I am Myself (Appleton Square, Lisboa, 2018), Fallen Between Cracks (KHM Gallery, Malmö, 2017) entre outras.O trabalho de Pavão encontra-se representado em coleções institucionais como a Coleção Fundação MAAT / EDP; Coleção EGEAC – CML; Santander Collection; Fundação Leal Rios, entre outras.Links:https://henriquepavao.com/https://www.brunomurias.com/artists/henrique-pavao/https://www.publico.pt/2021/05/05/culturaipsilon/noticia/henrique-pavao-artista-nova-iorque-1961371https://umbigomagazine.com/en/blog/2021/04/05/red-flower-de-henrique-pavao/https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/henrique-pavaohttps://appleton.pt/henrique-pavao/Música escolhida:Townes Van Zandt, Nothin&#39;https://open.spotify.com/playlist/0lumyDMJkKug8UDky8YUy2Episódio gravado a 05.02.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 07 Feb 2022 22:34:11 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 52 - &#34;Rubato&#34; - Conversa com Luís Rocha</title>
            <description><![CDATA[  <p>Luís Rocha, nascido em Matosinhos em 1995. Vive e trabalha em Lisboa. Concluiu o curso de Pintura da Faculdade de Belas Artes de Lisboa em 2017 tendo participado como bolseiro no programa Erasmus UL, MKE Faculdade de Belas Artes da Hungria em 2017.Tem participado em diversas exposições colectivas em diferentes espaços dos quais se destacam: Muszi, Hugria, 2017, Pavilhão 31 em Lisboa, 2017, Galeria Monumental, em Lisboa 2017;&nbsp;XX Bienal de Cerveira, VN de Cerveira, 2018. Apresenta a sua primeira exposição individual na Appleton – Box em Janeiro de 2022. Participou no XVI e XVII Prémio de Pintura e Escultura de Sintra D. Fernando II, Sintra, 2018 e 2021, com Menção Honrosa neste último. Fez algumas residências com destaque para: Residência Luzlinar em 2018,&nbsp;Residência <em>Vila Nova da Barquinha</em> em 2018 e Residência de Criação Appleton em 2021.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>https://cm-sintra.pt/atualidade/cultura/atribuidos-premios-de-pintura-e-escultura-de-sintra-d-fernando-ii</p><p><br></p><p>https://m.facebook.com/associacaoluzlinar/photos/resid%C3%AAncia-de-desenho-serra-em/2063030367348589/</p><p><br></p><p>https://appleton.pt/incubator/</p><p><br></p><p>Música escolhida:</p><p>Kali Malone, Sacrificial Code I</p><p>https://open.spotify.com/playlist/3fAGREEujsF8XJIk49pOBV</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 12.01.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Luís Rocha, nascido em Matosinhos em 1995. Vive e trabalha em Lisboa. Concluiu o curso de Pintura da Faculdade de Belas Artes de Lisboa em 2017 tendo participado como bolseiro no programa Erasmus UL, MKE Faculdade de Belas Artes da Hungria em 2017.Tem participado em diversas exposições colectivas em diferentes espaços dos quais se destacam: Muszi, Hugria, 2017, Pavilhão 31 em Lisboa, 2017, Galeria Monumental, em Lisboa 2017;&nbsp;XX Bienal de Cerveira, VN de Cerveira, 2018. Apresenta a sua primeira exposição individual na Appleton – Box em Janeiro de 2022. Participou no XVI e XVII Prémio de Pintura e Escultura de Sintra D. Fernando II, Sintra, 2018 e 2021, com Menção Honrosa neste último. Fez algumas residências com destaque para: Residência Luzlinar em 2018,&nbsp;Residência <em>Vila Nova da Barquinha</em> em 2018 e Residência de Criação Appleton em 2021.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>https://cm-sintra.pt/atualidade/cultura/atribuidos-premios-de-pintura-e-escultura-de-sintra-d-fernando-ii</p><p><br></p><p>https://m.facebook.com/associacaoluzlinar/photos/resid%C3%AAncia-de-desenho-serra-em/2063030367348589/</p><p><br></p><p>https://appleton.pt/incubator/</p><p><br></p><p>Música escolhida:</p><p>Kali Malone, Sacrificial Code I</p><p>https://open.spotify.com/playlist/3fAGREEujsF8XJIk49pOBV</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 12.01.2022</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Luís Rocha, nascido em Matosinhos em 1995. Vive e trabalha em Lisboa. Concluiu o curso de Pintura da Faculdade de Belas Artes de Lisboa em 2017 tendo participado como bolseiro no programa Erasmus UL, MKE Faculdade de Belas Artes da Hungria em 2017.Tem participado em diversas exposições colectivas em diferentes espaços dos quais se destacam: Muszi, Hugria, 2017, Pavilhão 31 em Lisboa, 2017, Galeria Monumental, em Lisboa 2017; XX Bienal de Cerveira, VN de Cerveira, 2018. Apresenta a sua primeira exposição individual na Appleton – Box em Janeiro de 2022. Participou no XVI e XVII Prémio de Pintura e Escultura de Sintra D. Fernando II, Sintra, 2018 e 2021, com Menção Honrosa neste último. Fez algumas residências com destaque para: Residência Luzlinar em 2018, Residência Vila Nova da Barquinha em 2018 e Residência de Criação Appleton em 2021. Links:https://cm-sintra.pt/atualidade/cultura/atribuidos-premios-de-pintura-e-escultura-de-sintra-d-fernando-iihttps://m.facebook.com/associacaoluzlinar/photos/resid%C3%AAncia-de-desenho-serra-em/2063030367348589/https://appleton.pt/incubator/Música escolhida:Kali Malone, Sacrificial Code Ihttps://open.spotify.com/playlist/3fAGREEujsF8XJIk49pOBVEpisódio gravado a 12.01.2022 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa </itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 15 Jan 2022 19:33:24 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 51 - &#34;As possibilidades de um gesto&#34; - Conversa com José Pedro Croft</title>
            <description><![CDATA[  <p>José Pedro Croft nascido no Porto em 1957, vive e trabalha em Lisboa.</p><p>Croft é um dos principais expoentes da renovação da escultura portuguesa. A sua carreira, tanto como escultor como desenhador, tem sido caracterizada desde as suas fases iniciais por um meticuloso processo construtivo que combina o seu universo formal com o seu mundo pessoal. Em suma, o projecto artístico de Croft situa-se fora do caminho determinado pelas escolas e grupos.</p><p>Em relação a esta noção, os seus trabalhos resultam sempre dos processos desencadeados no seu interior, onde as dimensões visuais, plásticas e poéticas dos objectos criados se misturam, produzindo uma impressão de equilíbrio precário entre o estável e o instável que, para o artista português, "reflecte a natureza transitória do universo".</p><p>As suas esculturas desenvolvem relações complexas com o seu contexto e com as suas próprias formas e volumes, através de estruturas simples quase minimalistas que combinam a natureza material do objecto com os seus aspectos formais.</p><p>Expondo individualmente pela primeira vez em 1983, desde então tem participado em várias exposições individuais e coletivas em Portugal e no estrangeiro. Representou Portugal na 46ª Bienal de Veneza, em 1995, e apresentou uma retrospetiva do seu trabalho no Centro Cultural de Belém, Lisboa e no Centro Galego de Arte Contemporánea Santiago de Compostela em 2002 e 2003 respectivamente. Em 2017 representou Portugal com a instalação “Medida Incerta” na 57ª Biennale di Venezia, comissariada por João Pinharanda.</p><p>Em 2002&nbsp;recebeu o Prémio EDP – Desenho.&nbsp;Tem também realizado obras de arte pública, tendo recebido em 2001 o Prémio Nacional de Arte Pública Tabaqueira. Está representado em várias colecções institucionais e privadas das quais se destacam: Centro de Arte Moderna - Fundação Calouste Gulbenkian (PT), Fundação de Serralves (PT), Colecção Berardo (PT), Secretaria de Estado da Cultura (PT), Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (PT), Colecção Caixa Geral de Depósitos (PT), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (ES), MEIAC (ES), Centro Georges Pompidou (FR), Museu Albertina (AT), Fundação La Caixa (ES), Banco de España (ES), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (BR) e Pinacoteca do Estado de São Paulo (BR) entre outros.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://helgadealvear.com/en/artists/jose-pedro-croft/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://helgadealvear.com/en/artists/jose-pedro-croft/</a></p><p><a href="https://www.galeriamaior.es/en/artists/jose-pedro-croft/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.galeriamaior.es/en/artists/jose-pedro-croft/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.veracortes.com/artists/jose-pedro-croft/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.veracortes.com/artists/jose-pedro-croft/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://projectomap.com/visitas-atelier/jose-pedro-croft/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://projectomap.com/visitas-atelier/jose-pedro-croft/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://irenelaubgallery.com/artistes/jose-pedro-croft/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://irenelaubgallery.com/artistes/jose-pedro-croft/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://observador.pt/especiais/jose-pedro-croft-de-vidro-e-aco-em-veneza-nao-tenho-uma-carreira-tenho-uma-forma-de-viver/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/especiais/jose-pedro-croft-de-vidro-e-aco-em-veneza-nao-tenho-uma-carreira-tenho-uma-forma-de-viver/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dgartes.gov.pt/pt/noticia/479" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dgartes.gov.pt/pt/noticia/479</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2017/05/10/culturaipsilon/noticia/as-esculturas-de-jose-pedro-croft-sao-capazes-de-pintar-veneza-1771695" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2017/05/10/culturaipsilon/noticia/as-esculturas-de-jose-pedro-croft-sao-capazes-de-pintar-veneza-1771695</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=dCJs5dCLZw0" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=dCJs5dCLZw0</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-fI6Jb2LbvU" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=-fI6Jb2LbvU</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/noticias/cultura/jose-pedro-croft_v935619" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/noticias/cultura/jose-pedro-croft_v935619</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/12-2017/conversa-dois-entre-dois-desenhos-e-duas-esculturas" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/12-2017/conversa-dois-entre-dois-desenhos-e-duas-esculturas</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://makingarthappen.com/2012/10/18/dois-desenhos-uma-escultura-jose-pedro-croft/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://makingarthappen.com/2012/10/18/dois-desenhos-uma-escultura-jose-pedro-croft/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/103/artists" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/103/artists</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a</p><p>03.12.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>José Pedro Croft nascido no Porto em 1957, vive e trabalha em Lisboa.</p><p>Croft é um dos principais expoentes da renovação da escultura portuguesa. A sua carreira, tanto como escultor como desenhador, tem sido caracterizada desde as suas fases iniciais por um meticuloso processo construtivo que combina o seu universo formal com o seu mundo pessoal. Em suma, o projecto artístico de Croft situa-se fora do caminho determinado pelas escolas e grupos.</p><p>Em relação a esta noção, os seus trabalhos resultam sempre dos processos desencadeados no seu interior, onde as dimensões visuais, plásticas e poéticas dos objectos criados se misturam, produzindo uma impressão de equilíbrio precário entre o estável e o instável que, para o artista português, "reflecte a natureza transitória do universo".</p><p>As suas esculturas desenvolvem relações complexas com o seu contexto e com as suas próprias formas e volumes, através de estruturas simples quase minimalistas que combinam a natureza material do objecto com os seus aspectos formais.</p><p>Expondo individualmente pela primeira vez em 1983, desde então tem participado em várias exposições individuais e coletivas em Portugal e no estrangeiro. Representou Portugal na 46ª Bienal de Veneza, em 1995, e apresentou uma retrospetiva do seu trabalho no Centro Cultural de Belém, Lisboa e no Centro Galego de Arte Contemporánea Santiago de Compostela em 2002 e 2003 respectivamente. Em 2017 representou Portugal com a instalação “Medida Incerta” na 57ª Biennale di Venezia, comissariada por João Pinharanda.</p><p>Em 2002&nbsp;recebeu o Prémio EDP – Desenho.&nbsp;Tem também realizado obras de arte pública, tendo recebido em 2001 o Prémio Nacional de Arte Pública Tabaqueira. Está representado em várias colecções institucionais e privadas das quais se destacam: Centro de Arte Moderna - Fundação Calouste Gulbenkian (PT), Fundação de Serralves (PT), Colecção Berardo (PT), Secretaria de Estado da Cultura (PT), Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (PT), Colecção Caixa Geral de Depósitos (PT), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (ES), MEIAC (ES), Centro Georges Pompidou (FR), Museu Albertina (AT), Fundação La Caixa (ES), Banco de España (ES), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (BR) e Pinacoteca do Estado de São Paulo (BR) entre outros.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://helgadealvear.com/en/artists/jose-pedro-croft/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://helgadealvear.com/en/artists/jose-pedro-croft/</a></p><p><a href="https://www.galeriamaior.es/en/artists/jose-pedro-croft/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.galeriamaior.es/en/artists/jose-pedro-croft/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.veracortes.com/artists/jose-pedro-croft/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.veracortes.com/artists/jose-pedro-croft/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://projectomap.com/visitas-atelier/jose-pedro-croft/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://projectomap.com/visitas-atelier/jose-pedro-croft/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://irenelaubgallery.com/artistes/jose-pedro-croft/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://irenelaubgallery.com/artistes/jose-pedro-croft/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://observador.pt/especiais/jose-pedro-croft-de-vidro-e-aco-em-veneza-nao-tenho-uma-carreira-tenho-uma-forma-de-viver/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/especiais/jose-pedro-croft-de-vidro-e-aco-em-veneza-nao-tenho-uma-carreira-tenho-uma-forma-de-viver/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dgartes.gov.pt/pt/noticia/479" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dgartes.gov.pt/pt/noticia/479</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2017/05/10/culturaipsilon/noticia/as-esculturas-de-jose-pedro-croft-sao-capazes-de-pintar-veneza-1771695" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2017/05/10/culturaipsilon/noticia/as-esculturas-de-jose-pedro-croft-sao-capazes-de-pintar-veneza-1771695</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=dCJs5dCLZw0" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=dCJs5dCLZw0</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=-fI6Jb2LbvU" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=-fI6Jb2LbvU</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/noticias/cultura/jose-pedro-croft_v935619" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/noticias/cultura/jose-pedro-croft_v935619</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/12-2017/conversa-dois-entre-dois-desenhos-e-duas-esculturas" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/12-2017/conversa-dois-entre-dois-desenhos-e-duas-esculturas</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://makingarthappen.com/2012/10/18/dois-desenhos-uma-escultura-jose-pedro-croft/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://makingarthappen.com/2012/10/18/dois-desenhos-uma-escultura-jose-pedro-croft/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/103/artists" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/103/artists</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a</p><p>03.12.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>José Pedro Croft nascido no Porto em 1957, vive e trabalha em Lisboa.Croft é um dos principais expoentes da renovação da escultura portuguesa. A sua carreira, tanto como escultor como desenhador, tem sido caracterizada desde as suas fases iniciais por um meticuloso processo construtivo que combina o seu universo formal com o seu mundo pessoal. Em suma, o projecto artístico de Croft situa-se fora do caminho determinado pelas escolas e grupos.Em relação a esta noção, os seus trabalhos resultam sempre dos processos desencadeados no seu interior, onde as dimensões visuais, plásticas e poéticas dos objectos criados se misturam, produzindo uma impressão de equilíbrio precário entre o estável e o instável que, para o artista português, &#34;reflecte a natureza transitória do universo&#34;.As suas esculturas desenvolvem relações complexas com o seu contexto e com as suas próprias formas e volumes, através de estruturas simples quase minimalistas que combinam a natureza material do objecto com os seus aspectos formais.Expondo individualmente pela primeira vez em 1983, desde então tem participado em várias exposições individuais e coletivas em Portugal e no estrangeiro. Representou Portugal na 46ª Bienal de Veneza, em 1995, e apresentou uma retrospetiva do seu trabalho no Centro Cultural de Belém, Lisboa e no Centro Galego de Arte Contemporánea Santiago de Compostela em 2002 e 2003 respectivamente. Em 2017 representou Portugal com a instalação “Medida Incerta” na 57ª Biennale di Venezia, comissariada por João Pinharanda.Em 2002 recebeu o Prémio EDP – Desenho. Tem também realizado obras de arte pública, tendo recebido em 2001 o Prémio Nacional de Arte Pública Tabaqueira. Está representado em várias colecções institucionais e privadas das quais se destacam: Centro de Arte Moderna - Fundação Calouste Gulbenkian (PT), Fundação de Serralves (PT), Colecção Berardo (PT), Secretaria de Estado da Cultura (PT), Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (PT), Colecção Caixa Geral de Depósitos (PT), Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía (ES), MEIAC (ES), Centro Georges Pompidou (FR), Museu Albertina (AT), Fundação La Caixa (ES), Banco de España (ES), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (BR) e Pinacoteca do Estado de São Paulo (BR) entre outros. Links: http://helgadealvear.com/en/artists/jose-pedro-croft/https://www.galeriamaior.es/en/artists/jose-pedro-croft/ https://www.veracortes.com/artists/jose-pedro-croft/ http://projectomap.com/visitas-atelier/jose-pedro-croft/ https://irenelaubgallery.com/artistes/jose-pedro-croft/ https://observador.pt/especiais/jose-pedro-croft-de-vidro-e-aco-em-veneza-nao-tenho-uma-carreira-tenho-uma-forma-de-viver/ https://www.dgartes.gov.pt/pt/noticia/479 https://www.publico.pt/2017/05/10/culturaipsilon/noticia/as-esculturas-de-jose-pedro-croft-sao-capazes-de-pintar-veneza-1771695 https://www.youtube.com/watch?v=dCJs5dCLZw0 https://www.youtube.com/watch?v=-fI6Jb2LbvU https://www.rtp.pt/noticias/cultura/jose-pedro-croft_v935619 https://contemporanea.pt/edicoes/12-2017/conversa-dois-entre-dois-desenhos-e-duas-esculturas https://makingarthappen.com/2012/10/18/dois-desenhos-uma-escultura-jose-pedro-croft/ http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/103/artistsEpisódio gravado a03.12.2021 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa  </itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 30 Dec 2021 15:50:35 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 50 - &#34;Um curador entre imagens&#34; - Conversa com Sérgio Mah</title>
            <description><![CDATA[  <p>Sérgio Mah (n. 1970) vive e trabalha em Lisboa. É licenciado em Sociologia, Mestre em Ciências da Comunicação e Doutorado em Arte Multimédia. É docente na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Tem investigado e escrito sobre temas da arte contemporânea, com especial incidência nos domínios das práticas e teorias da imagem. Foi co-realizador da série documental Entre Imagens para a RTP 2. Desde 2003, enquanto curador foi responsável por inúmeras exposições individuais e colectivas tendo colaborado com instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, Museu Berardo, MAAT – Fundação EDP, Culturgest, Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia (Madrid), Museo Thyssen-Bornemisza (MAdrid), Fundación Mapfre (Madrid), Jeu de Paume (Paris), Deichtorhallen (Hamburgo), Museo d’Arte Provincia di Nuoro (Sardenha), Kunstverein Essen. Foi director artístico da Bienal LisboaPhoto (2003-2005) e da PHotoEspaña (2008-2010). Foi o comissário da representação oficial de Portugal à 54ª Bienal de Arte de Veneza (2011) e da representação oficial de Portugal à 16ª Bienal de Arquitectura de Veneza (2018).</p><p>&nbsp;</p><p>https://visao.sapo.pt/atualidade/cultura/2021-09-14-exposicao-materia-luminal-explora-dimensao-encantatoria-da-luz-em-40-artistas</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/entrevista-52-sergio-mah" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/entrevista-52-sergio-mah</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://fasciniodafotografia.wordpress.com/tag/sergio-mah/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://fasciniodafotografia.wordpress.com/tag/sergio-mah/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2007/07/04/culturaipsilon/noticia/sergio-mah-nomeado-comissariogeral-da-photoespana-para-os-proximos-tres-anos-1298486" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2007/07/04/culturaipsilon/noticia/sergio-mah-nomeado-comissariogeral-da-photoespana-para-os-proximos-tres-anos-1298486</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.jn.pt/feeds/lusa/photo-espanha-duas-exposicoes-do-certame-espanhol-em-portimao-e-lisboa-a-partir-de-quarta-feira-953544.html?id=953544" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.jn.pt/feeds/lusa/photo-espanha-duas-exposicoes-do-certame-espanhol-em-portimao-e-lisboa-a-partir-de-quarta-feira-953544.html?id=953544</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/lusa/nuno-brandao-costa-e-sergio-mah-representam-portugal-na-bienal-de-arquitetura-em-veneza-9005054.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/lusa/nuno-brandao-costa-e-sergio-mah-representam-portugal-na-bienal-de-arquitetura-em-veneza-9005054.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2011/04/20/culturaipsilon/noticia/francisco-tropa-apresenta-scenario-que-representa-portugal-em-veneza-1490628" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2011/04/20/culturaipsilon/noticia/francisco-tropa-apresenta-scenario-que-representa-portugal-em-veneza-1490628</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.atelierpedrofalcao.com/set-author/sergio-mah/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.atelierpedrofalcao.com/set-author/sergio-mah/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://vimeo.com/channels/entreimagens" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://vimeo.com/channels/entreimagens</a></p><p>&nbsp;</p><p>https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/08/23/kraczevo-anne-lefebvre-na-zdb-em-conversa-com-sergio-mah-e-natxo-checa/</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>19.11.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Sérgio Mah (n. 1970) vive e trabalha em Lisboa. É licenciado em Sociologia, Mestre em Ciências da Comunicação e Doutorado em Arte Multimédia. É docente na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Tem investigado e escrito sobre temas da arte contemporânea, com especial incidência nos domínios das práticas e teorias da imagem. Foi co-realizador da série documental Entre Imagens para a RTP 2. Desde 2003, enquanto curador foi responsável por inúmeras exposições individuais e colectivas tendo colaborado com instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, Museu Berardo, MAAT – Fundação EDP, Culturgest, Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia (Madrid), Museo Thyssen-Bornemisza (MAdrid), Fundación Mapfre (Madrid), Jeu de Paume (Paris), Deichtorhallen (Hamburgo), Museo d’Arte Provincia di Nuoro (Sardenha), Kunstverein Essen. Foi director artístico da Bienal LisboaPhoto (2003-2005) e da PHotoEspaña (2008-2010). Foi o comissário da representação oficial de Portugal à 54ª Bienal de Arte de Veneza (2011) e da representação oficial de Portugal à 16ª Bienal de Arquitectura de Veneza (2018).</p><p>&nbsp;</p><p>https://visao.sapo.pt/atualidade/cultura/2021-09-14-exposicao-materia-luminal-explora-dimensao-encantatoria-da-luz-em-40-artistas</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.net/entrevista-52-sergio-mah" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/entrevista-52-sergio-mah</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://fasciniodafotografia.wordpress.com/tag/sergio-mah/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://fasciniodafotografia.wordpress.com/tag/sergio-mah/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2007/07/04/culturaipsilon/noticia/sergio-mah-nomeado-comissariogeral-da-photoespana-para-os-proximos-tres-anos-1298486" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2007/07/04/culturaipsilon/noticia/sergio-mah-nomeado-comissariogeral-da-photoespana-para-os-proximos-tres-anos-1298486</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.jn.pt/feeds/lusa/photo-espanha-duas-exposicoes-do-certame-espanhol-em-portimao-e-lisboa-a-partir-de-quarta-feira-953544.html?id=953544" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.jn.pt/feeds/lusa/photo-espanha-duas-exposicoes-do-certame-espanhol-em-portimao-e-lisboa-a-partir-de-quarta-feira-953544.html?id=953544</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.dn.pt/lusa/nuno-brandao-costa-e-sergio-mah-representam-portugal-na-bienal-de-arquitetura-em-veneza-9005054.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/lusa/nuno-brandao-costa-e-sergio-mah-representam-portugal-na-bienal-de-arquitetura-em-veneza-9005054.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2011/04/20/culturaipsilon/noticia/francisco-tropa-apresenta-scenario-que-representa-portugal-em-veneza-1490628" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2011/04/20/culturaipsilon/noticia/francisco-tropa-apresenta-scenario-que-representa-portugal-em-veneza-1490628</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.atelierpedrofalcao.com/set-author/sergio-mah/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.atelierpedrofalcao.com/set-author/sergio-mah/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://vimeo.com/channels/entreimagens" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://vimeo.com/channels/entreimagens</a></p><p>&nbsp;</p><p>https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/08/23/kraczevo-anne-lefebvre-na-zdb-em-conversa-com-sergio-mah-e-natxo-checa/</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>19.11.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Sérgio Mah (n. 1970) vive e trabalha em Lisboa. É licenciado em Sociologia, Mestre em Ciências da Comunicação e Doutorado em Arte Multimédia. É docente na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa. Tem investigado e escrito sobre temas da arte contemporânea, com especial incidência nos domínios das práticas e teorias da imagem. Foi co-realizador da série documental Entre Imagens para a RTP 2. Desde 2003, enquanto curador foi responsável por inúmeras exposições individuais e colectivas tendo colaborado com instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, Museu Berardo, MAAT – Fundação EDP, Culturgest, Museu Nacional Centro de Arte Reina Sofia (Madrid), Museo Thyssen-Bornemisza (MAdrid), Fundación Mapfre (Madrid), Jeu de Paume (Paris), Deichtorhallen (Hamburgo), Museo d’Arte Provincia di Nuoro (Sardenha), Kunstverein Essen. Foi director artístico da Bienal LisboaPhoto (2003-2005) e da PHotoEspaña (2008-2010). Foi o comissário da representação oficial de Portugal à 54ª Bienal de Arte de Veneza (2011) e da representação oficial de Portugal à 16ª Bienal de Arquitectura de Veneza (2018). https://visao.sapo.pt/atualidade/cultura/2021-09-14-exposicao-materia-luminal-explora-dimensao-encantatoria-da-luz-em-40-artistas https://www.artecapital.net/entrevista-52-sergio-mah https://fasciniodafotografia.wordpress.com/tag/sergio-mah/ https://www.publico.pt/2007/07/04/culturaipsilon/noticia/sergio-mah-nomeado-comissariogeral-da-photoespana-para-os-proximos-tres-anos-1298486 https://www.jn.pt/feeds/lusa/photo-espanha-duas-exposicoes-do-certame-espanhol-em-portimao-e-lisboa-a-partir-de-quarta-feira-953544.html?id=953544  https://www.dn.pt/lusa/nuno-brandao-costa-e-sergio-mah-representam-portugal-na-bienal-de-arquitetura-em-veneza-9005054.html https://www.publico.pt/2011/04/20/culturaipsilon/noticia/francisco-tropa-apresenta-scenario-que-representa-portugal-em-veneza-1490628 http://www.atelierpedrofalcao.com/set-author/sergio-mah/ https://vimeo.com/channels/entreimagens https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/08/23/kraczevo-anne-lefebvre-na-zdb-em-conversa-com-sergio-mah-e-natxo-checa/ Episódio gravado a19.11.2021 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Sun, 26 Dec 2021 21:56:18 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 49 - &#34;Só é possível se formos todos&#34; - Conversa com Filipa Oliveira</title>
            <description><![CDATA[  <p>Filipa Oliveira&nbsp;é desde 2018 Curadora e Programadora de Artes Visuais da Câmara Municipal de Almada, tendo a seu cargo a direcção artística da Casa da Cerca, Galeria Municipal de Almada e Convento dos Capuchos. É a curadora fundadora e coordenadora do Prémio Navigator Art On Paper. Entre 2015 e 2017 foi diretora artística do Fórum Eugénio de Almeida em Évora. Trabalhou como curadora independente durante 12 anos, colaborando com instituições como Centro Cultural de Belém (Lisboa), Kettle’s Yard (UK), John Hansards Gallery (UK), Tate Modern (UK), Fundação Calouste Gulbenkian Centro de Arte Moderna (Lisboa), Fundação Carmona e Costa (Lisboa), Fondation Calouste Gulbenkian (França), Museu Colecção Berardo (Lisboa), Crac Alsace (França), Kunstverein Springhornhof (Alemanha), Ffotogallery (UK), Mead Gallery (UK), Frieze Projects (UK), Stills Gallery (UK), entre outros. Foi curadora assistente na 28ª Bienal de São Paulo em 2010 e em 2012 foi curadora convidada do projecto Satellite no Jeu de Paume, Paris onde comissariou exposições individuais de Jimmy Robert, Tamar Guimarães, Rosa Barba e Filipa César. Tem uma extensa lista de participações em catálogos e publicações. Escreveu ensaios e críticas de exposições para Arte Contexto, Contemporary, Flash Art,&nbsp;L+Arte, Revista Contemporânea, e Artforum.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><a href="https://pt.linkedin.com/in/filipa-oliveira-81b8a47" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pt.linkedin.com/in/filipa-oliveira-81b8a47</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/05/06/entrevista-a-filipa-oliveira-curadora-do-navigator-art-on-paper-prize-2019/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/05/06/entrevista-a-filipa-oliveira-curadora-do-navigator-art-on-paper-prize-2019/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/cultura/2018-07-20-Espero-que-seja-um-alento-para-os-artistas-portugueses-diz-Filipa-Oliveira" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/cultura/2018-07-20-Espero-que-seja-um-alento-para-os-artistas-portugueses-diz-Filipa-Oliveira</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2012/02/17/jornal/curadora-portuguesa-no-jeu-de-paume-23982028" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2012/02/17/jornal/curadora-portuguesa-no-jeu-de-paume-23982028</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.instituto-camoes.pt/sobre/comunicacao/noticias/franca-curadora-portuguesa-no-jeu-de-paume" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.instituto-camoes.pt/sobre/comunicacao/noticias/franca-curadora-portuguesa-no-jeu-de-paume</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2021/11/04/culturaipsilon/noticia/bienal-anozero-regressa-dividida-dois-momentos-curadoria-feminino-1983677" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2021/11/04/culturaipsilon/noticia/bienal-anozero-regressa-dividida-dois-momentos-curadoria-feminino-1983677</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.sistemasolar.pt/pt/autor/1793/filipa-oliveira" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sistemasolar.pt/pt/autor/1793/filipa-oliveira</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fea.pt/index.php?pag=centrodearteecultura/3782-forum-eugenio-de-almeida-inaugura-duas-novas-exposicoes" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fea.pt/index.php?pag=centrodearteecultura/3782-forum-eugenio-de-almeida-inaugura-duas-novas-exposicoes</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2017/11/10/culturaipsilon/noticia/como-mostrar-uma-coleccao-privada-ou-duas-1791816" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2017/11/10/culturaipsilon/noticia/como-mostrar-uma-coleccao-privada-ou-duas-1791816</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://observador.pt/programas/k4/fazer-curadoria-com-a-famosa-vista-sobre-lisboa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/programas/k4/fazer-curadoria-com-a-famosa-vista-sobre-lisboa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.buala.org/pt/palcos/anozero-21-22-bienal-de-coimbra-meia-noite" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.buala.org/pt/palcos/anozero-21-22-bienal-de-coimbra-meia-noite</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>03.12.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Filipa Oliveira&nbsp;é desde 2018 Curadora e Programadora de Artes Visuais da Câmara Municipal de Almada, tendo a seu cargo a direcção artística da Casa da Cerca, Galeria Municipal de Almada e Convento dos Capuchos. É a curadora fundadora e coordenadora do Prémio Navigator Art On Paper. Entre 2015 e 2017 foi diretora artística do Fórum Eugénio de Almeida em Évora. Trabalhou como curadora independente durante 12 anos, colaborando com instituições como Centro Cultural de Belém (Lisboa), Kettle’s Yard (UK), John Hansards Gallery (UK), Tate Modern (UK), Fundação Calouste Gulbenkian Centro de Arte Moderna (Lisboa), Fundação Carmona e Costa (Lisboa), Fondation Calouste Gulbenkian (França), Museu Colecção Berardo (Lisboa), Crac Alsace (França), Kunstverein Springhornhof (Alemanha), Ffotogallery (UK), Mead Gallery (UK), Frieze Projects (UK), Stills Gallery (UK), entre outros. Foi curadora assistente na 28ª Bienal de São Paulo em 2010 e em 2012 foi curadora convidada do projecto Satellite no Jeu de Paume, Paris onde comissariou exposições individuais de Jimmy Robert, Tamar Guimarães, Rosa Barba e Filipa César. Tem uma extensa lista de participações em catálogos e publicações. Escreveu ensaios e críticas de exposições para Arte Contexto, Contemporary, Flash Art,&nbsp;L+Arte, Revista Contemporânea, e Artforum.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><a href="https://pt.linkedin.com/in/filipa-oliveira-81b8a47" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pt.linkedin.com/in/filipa-oliveira-81b8a47</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/05/06/entrevista-a-filipa-oliveira-curadora-do-navigator-art-on-paper-prize-2019/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/05/06/entrevista-a-filipa-oliveira-curadora-do-navigator-art-on-paper-prize-2019/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://expresso.pt/cultura/2018-07-20-Espero-que-seja-um-alento-para-os-artistas-portugueses-diz-Filipa-Oliveira" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/cultura/2018-07-20-Espero-que-seja-um-alento-para-os-artistas-portugueses-diz-Filipa-Oliveira</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2012/02/17/jornal/curadora-portuguesa-no-jeu-de-paume-23982028" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2012/02/17/jornal/curadora-portuguesa-no-jeu-de-paume-23982028</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.instituto-camoes.pt/sobre/comunicacao/noticias/franca-curadora-portuguesa-no-jeu-de-paume" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.instituto-camoes.pt/sobre/comunicacao/noticias/franca-curadora-portuguesa-no-jeu-de-paume</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2021/11/04/culturaipsilon/noticia/bienal-anozero-regressa-dividida-dois-momentos-curadoria-feminino-1983677" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2021/11/04/culturaipsilon/noticia/bienal-anozero-regressa-dividida-dois-momentos-curadoria-feminino-1983677</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.sistemasolar.pt/pt/autor/1793/filipa-oliveira" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sistemasolar.pt/pt/autor/1793/filipa-oliveira</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.fea.pt/index.php?pag=centrodearteecultura/3782-forum-eugenio-de-almeida-inaugura-duas-novas-exposicoes" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fea.pt/index.php?pag=centrodearteecultura/3782-forum-eugenio-de-almeida-inaugura-duas-novas-exposicoes</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2017/11/10/culturaipsilon/noticia/como-mostrar-uma-coleccao-privada-ou-duas-1791816" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2017/11/10/culturaipsilon/noticia/como-mostrar-uma-coleccao-privada-ou-duas-1791816</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://observador.pt/programas/k4/fazer-curadoria-com-a-famosa-vista-sobre-lisboa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/programas/k4/fazer-curadoria-com-a-famosa-vista-sobre-lisboa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.buala.org/pt/palcos/anozero-21-22-bienal-de-coimbra-meia-noite" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.buala.org/pt/palcos/anozero-21-22-bienal-de-coimbra-meia-noite</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a</p><p>03.12.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Filipa Oliveira é desde 2018 Curadora e Programadora de Artes Visuais da Câmara Municipal de Almada, tendo a seu cargo a direcção artística da Casa da Cerca, Galeria Municipal de Almada e Convento dos Capuchos. É a curadora fundadora e coordenadora do Prémio Navigator Art On Paper. Entre 2015 e 2017 foi diretora artística do Fórum Eugénio de Almeida em Évora. Trabalhou como curadora independente durante 12 anos, colaborando com instituições como Centro Cultural de Belém (Lisboa), Kettle’s Yard (UK), John Hansards Gallery (UK), Tate Modern (UK), Fundação Calouste Gulbenkian Centro de Arte Moderna (Lisboa), Fundação Carmona e Costa (Lisboa), Fondation Calouste Gulbenkian (França), Museu Colecção Berardo (Lisboa), Crac Alsace (França), Kunstverein Springhornhof (Alemanha), Ffotogallery (UK), Mead Gallery (UK), Frieze Projects (UK), Stills Gallery (UK), entre outros. Foi curadora assistente na 28ª Bienal de São Paulo em 2010 e em 2012 foi curadora convidada do projecto Satellite no Jeu de Paume, Paris onde comissariou exposições individuais de Jimmy Robert, Tamar Guimarães, Rosa Barba e Filipa César. Tem uma extensa lista de participações em catálogos e publicações. Escreveu ensaios e críticas de exposições para Arte Contexto, Contemporary, Flash Art, L+Arte, Revista Contemporânea, e Artforum. Links:https://pt.linkedin.com/in/filipa-oliveira-81b8a47 https://umbigomagazine.com/pt/blog/2019/05/06/entrevista-a-filipa-oliveira-curadora-do-navigator-art-on-paper-prize-2019/ https://expresso.pt/cultura/2018-07-20-Espero-que-seja-um-alento-para-os-artistas-portugueses-diz-Filipa-Oliveira https://www.publico.pt/2012/02/17/jornal/curadora-portuguesa-no-jeu-de-paume-23982028 https://www.instituto-camoes.pt/sobre/comunicacao/noticias/franca-curadora-portuguesa-no-jeu-de-paume https://www.publico.pt/2021/11/04/culturaipsilon/noticia/bienal-anozero-regressa-dividida-dois-momentos-curadoria-feminino-1983677 https://www.sistemasolar.pt/pt/autor/1793/filipa-oliveira https://www.fea.pt/index.php?pag=centrodearteecultura/3782-forum-eugenio-de-almeida-inaugura-duas-novas-exposicoes https://www.publico.pt/2017/11/10/culturaipsilon/noticia/como-mostrar-uma-coleccao-privada-ou-duas-1791816 https://observador.pt/programas/k4/fazer-curadoria-com-a-famosa-vista-sobre-lisboa/ https://www.buala.org/pt/palcos/anozero-21-22-bienal-de-coimbra-meia-noite Episódio gravado a03.12.2021 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <title>Episódio 48 - &#34;A fotografia da exposição&#34; - Conversa com Bruno Lopes</title>
            <description><![CDATA[  <p>Bruno Lopes (Lisboa, 1976)</p><p>Completou o Curso Avançado de Fotografia do IPF (Instituto Português de Fotografia) em 1997. É licenciado em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2004), com pós-graduações em Estudos de Fotografia (IADE, 2005) e História da Arte (Universidade Nova de Lisboa, 2009).</p><p>Desde 2008, trabalha como fotógrafo especializado em exposições e reprodução de obras de arte. Neste contexto, colabora com artistas, galerias de arte, museus e outros espaços expositivos, destacando-se, entre vários outros, a Appleton – Associação Cultural, Culturgest, Fidelidade Arte, Fórum da Fundação Eugénio de Almeida, Galeria 3+1, Galerias Municipais de Lisboa, Galeria Balcony, Galeria Bruno Múrias, Galeria Cristina Guerra, Galeria Madragoa, Galeria Monitor, Galeria Pedro Cera, Galeria Underdogs, Galeria Vera Cortês, Museu Coleção Berardo e o MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><a href="https://pt.linkedin.com/in/bruno-lopes-7a07b991" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pt.linkedin.com/in/bruno-lopes-7a07b991</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 19.10.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Bruno Lopes (Lisboa, 1976)</p><p>Completou o Curso Avançado de Fotografia do IPF (Instituto Português de Fotografia) em 1997. É licenciado em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2004), com pós-graduações em Estudos de Fotografia (IADE, 2005) e História da Arte (Universidade Nova de Lisboa, 2009).</p><p>Desde 2008, trabalha como fotógrafo especializado em exposições e reprodução de obras de arte. Neste contexto, colabora com artistas, galerias de arte, museus e outros espaços expositivos, destacando-se, entre vários outros, a Appleton – Associação Cultural, Culturgest, Fidelidade Arte, Fórum da Fundação Eugénio de Almeida, Galeria 3+1, Galerias Municipais de Lisboa, Galeria Balcony, Galeria Bruno Múrias, Galeria Cristina Guerra, Galeria Madragoa, Galeria Monitor, Galeria Pedro Cera, Galeria Underdogs, Galeria Vera Cortês, Museu Coleção Berardo e o MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><a href="https://pt.linkedin.com/in/bruno-lopes-7a07b991" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pt.linkedin.com/in/bruno-lopes-7a07b991</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 19.10.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Bruno Lopes (Lisboa, 1976)Completou o Curso Avançado de Fotografia do IPF (Instituto Português de Fotografia) em 1997. É licenciado em História da Arte pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2004), com pós-graduações em Estudos de Fotografia (IADE, 2005) e História da Arte (Universidade Nova de Lisboa, 2009).Desde 2008, trabalha como fotógrafo especializado em exposições e reprodução de obras de arte. Neste contexto, colabora com artistas, galerias de arte, museus e outros espaços expositivos, destacando-se, entre vários outros, a Appleton – Associação Cultural, Culturgest, Fidelidade Arte, Fórum da Fundação Eugénio de Almeida, Galeria 3+1, Galerias Municipais de Lisboa, Galeria Balcony, Galeria Bruno Múrias, Galeria Cristina Guerra, Galeria Madragoa, Galeria Monitor, Galeria Pedro Cera, Galeria Underdogs, Galeria Vera Cortês, Museu Coleção Berardo e o MAAT – Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia. Links:https://pt.linkedin.com/in/bruno-lopes-7a07b991Episódio gravado a 19.10.2021 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 09 Dec 2021 19:53:53 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 47 - &#34;O que é isto?&#34; - Conversa com Edgar Massul</title>
            <description><![CDATA[  <p>Edgar Massul</p><p>Nasceu em Sintra em 1963. Vive e trabalha entre Lisboa e Porto.</p><p>Estudou na Escola António Arroio / Atelier livre, na Sociedade Nacional de Belas Artes e na Ar.Co. Foi colaborador de José Nuno da Câmara Pereira, da Universidade do Algarve, CIAC - Artes Visuais, de Pedro Cabrita Reis. Realiza exposições individuais desde 1986 - a sua produção engloba uma grande variedade de meios: pintura, desenho, escultura, fotografia, vídeo, instalações e projectos site-specific. Entre a impermanência da matéria orgânica e a permanência da memória das coisas, o seu trabalho dialoga com a arte mais contemporânea e com a natureza ancestral. Recentemente o seu trabalho tem sido mostrado em diversos espaços, dos quais se destacam: Arte em São Bento 2020, Lisboa; Galeria Diferença, Lisboa; Wadden Tide, Dinamarca; Parque da Devesa, Vila Nova de Famalicão; 289, Faro; Electricidade Estética, Caldas da Rainha, British Bar, Lisboa; Casa da Cerca, Almada; Armazém 22, Vila Nova de Gaia; Fundação D. Luís, Pisão Cascais; Anozero, Bienal de Coimbra; Giefarte/Fundação Carmona e Costa, Lisboa, Galeria Trem, Faro, Whitechapel Gallery, Londres.</p><p><br></p><p><strong>Links:</strong></p><p><br></p><p>https://www.edgarmassularchive.org/</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=RAGAWS1VZ5E</p><p><br></p><p>https://makingarthappen.com/2014/07/21/edgar-massul-other-free-works/</p><p><br></p><p>http://2015.anozero-bienaldecoimbra.pt/authors/350/</p><p><br></p><p>https://www.artlimited.net/1048492/art/image-shadow-2017/en/11779149</p><p><br></p><p>http://www.projectomap.com/artistas/edgar-massul/</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 23.11.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Edgar Massul</p><p>Nasceu em Sintra em 1963. Vive e trabalha entre Lisboa e Porto.</p><p>Estudou na Escola António Arroio / Atelier livre, na Sociedade Nacional de Belas Artes e na Ar.Co. Foi colaborador de José Nuno da Câmara Pereira, da Universidade do Algarve, CIAC - Artes Visuais, de Pedro Cabrita Reis. Realiza exposições individuais desde 1986 - a sua produção engloba uma grande variedade de meios: pintura, desenho, escultura, fotografia, vídeo, instalações e projectos site-specific. Entre a impermanência da matéria orgânica e a permanência da memória das coisas, o seu trabalho dialoga com a arte mais contemporânea e com a natureza ancestral. Recentemente o seu trabalho tem sido mostrado em diversos espaços, dos quais se destacam: Arte em São Bento 2020, Lisboa; Galeria Diferença, Lisboa; Wadden Tide, Dinamarca; Parque da Devesa, Vila Nova de Famalicão; 289, Faro; Electricidade Estética, Caldas da Rainha, British Bar, Lisboa; Casa da Cerca, Almada; Armazém 22, Vila Nova de Gaia; Fundação D. Luís, Pisão Cascais; Anozero, Bienal de Coimbra; Giefarte/Fundação Carmona e Costa, Lisboa, Galeria Trem, Faro, Whitechapel Gallery, Londres.</p><p><br></p><p><strong>Links:</strong></p><p><br></p><p>https://www.edgarmassularchive.org/</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=RAGAWS1VZ5E</p><p><br></p><p>https://makingarthappen.com/2014/07/21/edgar-massul-other-free-works/</p><p><br></p><p>http://2015.anozero-bienaldecoimbra.pt/authors/350/</p><p><br></p><p>https://www.artlimited.net/1048492/art/image-shadow-2017/en/11779149</p><p><br></p><p>http://www.projectomap.com/artistas/edgar-massul/</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 23.11.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Edgar MassulNasceu em Sintra em 1963. Vive e trabalha entre Lisboa e Porto.Estudou na Escola António Arroio / Atelier livre, na Sociedade Nacional de Belas Artes e na Ar.Co. Foi colaborador de José Nuno da Câmara Pereira, da Universidade do Algarve, CIAC - Artes Visuais, de Pedro Cabrita Reis. Realiza exposições individuais desde 1986 - a sua produção engloba uma grande variedade de meios: pintura, desenho, escultura, fotografia, vídeo, instalações e projectos site-specific. Entre a impermanência da matéria orgânica e a permanência da memória das coisas, o seu trabalho dialoga com a arte mais contemporânea e com a natureza ancestral. Recentemente o seu trabalho tem sido mostrado em diversos espaços, dos quais se destacam: Arte em São Bento 2020, Lisboa; Galeria Diferença, Lisboa; Wadden Tide, Dinamarca; Parque da Devesa, Vila Nova de Famalicão; 289, Faro; Electricidade Estética, Caldas da Rainha, British Bar, Lisboa; Casa da Cerca, Almada; Armazém 22, Vila Nova de Gaia; Fundação D. Luís, Pisão Cascais; Anozero, Bienal de Coimbra; Giefarte/Fundação Carmona e Costa, Lisboa, Galeria Trem, Faro, Whitechapel Gallery, Londres.Links:https://www.edgarmassularchive.org/https://www.youtube.com/watch?v=RAGAWS1VZ5Ehttps://makingarthappen.com/2014/07/21/edgar-massul-other-free-works/http://2015.anozero-bienaldecoimbra.pt/authors/350/https://www.artlimited.net/1048492/art/image-shadow-2017/en/11779149http://www.projectomap.com/artistas/edgar-massul/Episódio gravado a 23.11.2021 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 29 Nov 2021 18:00:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 46 - &#34;3+1&#34; - Conversa com Jorge Viegas e James Steele</title>
            <description><![CDATA[  <p>Jorge Viegas, fundador da Galeria 3+1 em 2007. Exerce também consultoria nas áreas de gestão e tecnologias de informação. É desde Outubro 2020 presidente da Exhibitio - Associação Lusa de Galeristas.</p><p>&nbsp;</p><p>James Steele, Director Artístico na Galeria 3+1 desde 2011. Exerceu funções em diversas galerias internacionais como Helva de Alvear (Madrid) 2007-2010 e GRANTPIRRIE (Sidney) entre 2003 e 2007.</p><p><br></p><p><strong>Links:</strong></p><p><br></p><p>http://www.3m1arte.com/</p><p><br></p><p>https://www.redcollectors.com/galeria-3mas1</p><p><br></p><p>https://oestadodaarte.com/tag/galeria-31/</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 21.10.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Jorge Viegas, fundador da Galeria 3+1 em 2007. Exerce também consultoria nas áreas de gestão e tecnologias de informação. É desde Outubro 2020 presidente da Exhibitio - Associação Lusa de Galeristas.</p><p>&nbsp;</p><p>James Steele, Director Artístico na Galeria 3+1 desde 2011. Exerceu funções em diversas galerias internacionais como Helva de Alvear (Madrid) 2007-2010 e GRANTPIRRIE (Sidney) entre 2003 e 2007.</p><p><br></p><p><strong>Links:</strong></p><p><br></p><p>http://www.3m1arte.com/</p><p><br></p><p>https://www.redcollectors.com/galeria-3mas1</p><p><br></p><p>https://oestadodaarte.com/tag/galeria-31/</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 21.10.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Jorge Viegas, fundador da Galeria 3+1 em 2007. Exerce também consultoria nas áreas de gestão e tecnologias de informação. É desde Outubro 2020 presidente da Exhibitio - Associação Lusa de Galeristas. James Steele, Director Artístico na Galeria 3+1 desde 2011. Exerceu funções em diversas galerias internacionais como Helva de Alvear (Madrid) 2007-2010 e GRANTPIRRIE (Sidney) entre 2003 e 2007.Links:http://www.3m1arte.com/https://www.redcollectors.com/galeria-3mas1https://oestadodaarte.com/tag/galeria-31/Episódio gravado a 21.10.2021 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 24 Nov 2021 16:15:27 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 45 - Sandbox - Conversa com Joana Patrão e José Costa</title>
            <description><![CDATA[  <p><strong>Sobre o Sandbox:</strong></p><p>As sandboxes [caixas de areia] são locais públicos onde as crianças podem jogar e experimentar. Assentes na ideia de liberdade criativa, estes locais têm também como premissa a autonomia de quem joga – as caixas de areia não apresentam por si só um jogo, mas um espaço onde o jogo pode existir. São por isso palcos onde a criatividade pode ser exercitada e exibida.</p><p>O termo sandbox foi entretanto apropriado pela linguagem informática segundo uma filosofia semelhante: torna-se um local virtual onde os programas podem ser testados sem receio de potenciais danos no sistema. O mesmo acontece com o subgénero de videojogos sandbox: espaços virtuais onde quem joga tem ao seu dispor um conjunto de ferramentas para criar situações e tomar decisões autónomas, escolhendo os seus próprios percursos, ações e aventuras.</p><p>O projeto educativo Sandbox pretende unir as caixas de areia físicas com as virtuais. Ao estabelecer um espaço de experimentação , procura pensar o processo de mediação e educação como um jogo autónomo em constante construção, propondo ferramentas para expandir as suas possibilidades em cada interação, exposição ou momento.</p><p>Em 2021 e 2022 o trabalho desenvolve-se fundamentalmente em parceria com duas instituições: Colégio Valsassina, do ensino básico ao secundário e IST – Faculdade de Arquitectura.</p><p><br></p><p><strong>Joana Patrão</strong></p><p>Nascida em 1992, Barcelos, artista plástica e educadora, vive e trabalha no Porto. Licenciou-se em Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto em 2014 e em 2016 obteve o Mestrado em Pintura na mesma instituição, após um período de Erasmus na Aalto University em Helsínquia. Expõe regularmente desde 2013, destacando-se as exposições individuais mais recentes: A brisa do maremoto (2021) na Appleton [Box]; Céu de sal, sal da terra (2020), com curadoria de Luísa Santos no Lab Box, Art Curator Grid, Lisboa e a exposição online Becoming: meditations (2020), com curadoria de Maria Eduarda Duarte para o 4Cs - From Conflict to Conviviality through Creativity and Culture.</p><p>Paralelamente, dedica-se à educação e mediação artística. Entre 2016 e 2020, foi monitora da Universidade Júnior, um evento sazonal da Universidade do Porto, e em 2019 concebeu e orientou Unidades de Formação Contínua, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Em 2020, integrou a equipa do Serviço Educativo da Fundação de Serralves e desde o início de 2021 que é responsável pelas visitas orientadas à galeria INL, no gnration, no âmbito do programa Circuito - o Serviço Educativo da Braga Media Arts, que integra a rede de cidades criativas da UNESCO.</p><p>Durante o ano de 2021, dedicou-se ao desenvolvimento de um novo projecto de Serviço Educativo - o Sandbox, em parceria com José Costa, para a Appleton - Associação Cultural.</p><p><br></p><p><strong>José Costa</strong></p><p>Nasceu em 1991, em Barcelos. Estudou na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto onde se licenciou em Artes Plásticas (2009-2014) e tirou o mestrado em Pintura (2014-2016).</p><p>Como artista desenvolve projetos multidisciplinares que incluem vídeo, pintura e instalação, assentes em narrativas especulativas de ficção científica. Expõe desde 2014 destacando-se as exposições: <em>fora inverno, já era primavera (...) </em>no Espaço Mira, Porto, 2020; <em>a releitura do mundo </em>no Espaço Mira, Porto, 2020; <em>fora com dentro dentro </em>na Mupi Gallery, Porto, 2017; <em>, (vírgula) </em>na Painel, Porto, 2016; <em>E como estrelas/ duplas/ (...) </em>(com Joana Gomes) na Casa do Vinho de Barcelos, 2016; <em>CUBICULUM MIRABILIA </em>(com Tiago Madaleno) no Museu Geológico de Lisboa, 2016; <em>Complexion I </em>no Laboratório das Artes, Guimarães, 2016.</p><p>Entre 2015-2016 integrou a equipa de curadoria do Projecto Galeria Painel com Catarina Real, Luís Ramos e Tiago Madaleno.</p><p>Como educador colabora com o Serviço Educativo do Museu de Arte Contemporânea de Serralves desde 2017. Faz parte da equipa do projecto Janelas Para o Mundo desde 2019, um projecto de workshops mensais nos Estabelecimentos Prisionais de Custóias e Santa Cruz do Bispo.</p><p>Desde 2021 que co coordena com Joana Patrão o projecto Educativo Sandbox na Appleton Associação Cultural.</p><p><br></p><p><strong>Links:</strong></p><p><br></p><p>https://appleton.pt/incubadora/?lang=pt-pt</p><p><br></p><p>https://cargocollective.com/joanapatrao</p><p><br></p><p>https://www.facebook.com/bienaldecoruche/videos/entrevista-a-joana-patr%C3%A3o/302342754051644/</p><p><br></p><p>https://www.gnration.pt/event/adriana-romero-e-joana-patrao-6/</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?reload=9&amp;v=Is0w8EmUVZc</p><p><br></p><p>http://5md.belasartes.ulisboa.pt/2020/11/30/joana-patrao/</p><p><br></p><p>https://www.4cs-conflict-conviviality.eu/post/the-fold-s-joana-patrao</p><p><br></p><p>https://blog.artcuratorgrid.com/interviews-with-luisa-santos-joana-patrao/</p><p><br></p><p>https://www.viralagenda.com/pt/events/456165/em-montagem-com-jose-costa</p><p><br></p><p>http://www.artecapital.net/preview-199-artecapital-ciclo-de-conversas-i-em-montagem-i-jose-costa-19-jan-21h30-appleton-square</p><p><br></p><p>https://www.serralves.pt/institucional-serralves/18.09.01.02.05-sole-servicoeducativo-atividadesonline-atividadesartes-artistas-de-ganga/</p><p><br></p><p>https://www.maushabitos.com/events/170311-jose-costa-um-fora-com-um-dentro-dentro/</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 15.10.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p><strong>Sobre o Sandbox:</strong></p><p>As sandboxes [caixas de areia] são locais públicos onde as crianças podem jogar e experimentar. Assentes na ideia de liberdade criativa, estes locais têm também como premissa a autonomia de quem joga – as caixas de areia não apresentam por si só um jogo, mas um espaço onde o jogo pode existir. São por isso palcos onde a criatividade pode ser exercitada e exibida.</p><p>O termo sandbox foi entretanto apropriado pela linguagem informática segundo uma filosofia semelhante: torna-se um local virtual onde os programas podem ser testados sem receio de potenciais danos no sistema. O mesmo acontece com o subgénero de videojogos sandbox: espaços virtuais onde quem joga tem ao seu dispor um conjunto de ferramentas para criar situações e tomar decisões autónomas, escolhendo os seus próprios percursos, ações e aventuras.</p><p>O projeto educativo Sandbox pretende unir as caixas de areia físicas com as virtuais. Ao estabelecer um espaço de experimentação , procura pensar o processo de mediação e educação como um jogo autónomo em constante construção, propondo ferramentas para expandir as suas possibilidades em cada interação, exposição ou momento.</p><p>Em 2021 e 2022 o trabalho desenvolve-se fundamentalmente em parceria com duas instituições: Colégio Valsassina, do ensino básico ao secundário e IST – Faculdade de Arquitectura.</p><p><br></p><p><strong>Joana Patrão</strong></p><p>Nascida em 1992, Barcelos, artista plástica e educadora, vive e trabalha no Porto. Licenciou-se em Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto em 2014 e em 2016 obteve o Mestrado em Pintura na mesma instituição, após um período de Erasmus na Aalto University em Helsínquia. Expõe regularmente desde 2013, destacando-se as exposições individuais mais recentes: A brisa do maremoto (2021) na Appleton [Box]; Céu de sal, sal da terra (2020), com curadoria de Luísa Santos no Lab Box, Art Curator Grid, Lisboa e a exposição online Becoming: meditations (2020), com curadoria de Maria Eduarda Duarte para o 4Cs - From Conflict to Conviviality through Creativity and Culture.</p><p>Paralelamente, dedica-se à educação e mediação artística. Entre 2016 e 2020, foi monitora da Universidade Júnior, um evento sazonal da Universidade do Porto, e em 2019 concebeu e orientou Unidades de Formação Contínua, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Em 2020, integrou a equipa do Serviço Educativo da Fundação de Serralves e desde o início de 2021 que é responsável pelas visitas orientadas à galeria INL, no gnration, no âmbito do programa Circuito - o Serviço Educativo da Braga Media Arts, que integra a rede de cidades criativas da UNESCO.</p><p>Durante o ano de 2021, dedicou-se ao desenvolvimento de um novo projecto de Serviço Educativo - o Sandbox, em parceria com José Costa, para a Appleton - Associação Cultural.</p><p><br></p><p><strong>José Costa</strong></p><p>Nasceu em 1991, em Barcelos. Estudou na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto onde se licenciou em Artes Plásticas (2009-2014) e tirou o mestrado em Pintura (2014-2016).</p><p>Como artista desenvolve projetos multidisciplinares que incluem vídeo, pintura e instalação, assentes em narrativas especulativas de ficção científica. Expõe desde 2014 destacando-se as exposições: <em>fora inverno, já era primavera (...) </em>no Espaço Mira, Porto, 2020; <em>a releitura do mundo </em>no Espaço Mira, Porto, 2020; <em>fora com dentro dentro </em>na Mupi Gallery, Porto, 2017; <em>, (vírgula) </em>na Painel, Porto, 2016; <em>E como estrelas/ duplas/ (...) </em>(com Joana Gomes) na Casa do Vinho de Barcelos, 2016; <em>CUBICULUM MIRABILIA </em>(com Tiago Madaleno) no Museu Geológico de Lisboa, 2016; <em>Complexion I </em>no Laboratório das Artes, Guimarães, 2016.</p><p>Entre 2015-2016 integrou a equipa de curadoria do Projecto Galeria Painel com Catarina Real, Luís Ramos e Tiago Madaleno.</p><p>Como educador colabora com o Serviço Educativo do Museu de Arte Contemporânea de Serralves desde 2017. Faz parte da equipa do projecto Janelas Para o Mundo desde 2019, um projecto de workshops mensais nos Estabelecimentos Prisionais de Custóias e Santa Cruz do Bispo.</p><p>Desde 2021 que co coordena com Joana Patrão o projecto Educativo Sandbox na Appleton Associação Cultural.</p><p><br></p><p><strong>Links:</strong></p><p><br></p><p>https://appleton.pt/incubadora/?lang=pt-pt</p><p><br></p><p>https://cargocollective.com/joanapatrao</p><p><br></p><p>https://www.facebook.com/bienaldecoruche/videos/entrevista-a-joana-patr%C3%A3o/302342754051644/</p><p><br></p><p>https://www.gnration.pt/event/adriana-romero-e-joana-patrao-6/</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?reload=9&amp;v=Is0w8EmUVZc</p><p><br></p><p>http://5md.belasartes.ulisboa.pt/2020/11/30/joana-patrao/</p><p><br></p><p>https://www.4cs-conflict-conviviality.eu/post/the-fold-s-joana-patrao</p><p><br></p><p>https://blog.artcuratorgrid.com/interviews-with-luisa-santos-joana-patrao/</p><p><br></p><p>https://www.viralagenda.com/pt/events/456165/em-montagem-com-jose-costa</p><p><br></p><p>http://www.artecapital.net/preview-199-artecapital-ciclo-de-conversas-i-em-montagem-i-jose-costa-19-jan-21h30-appleton-square</p><p><br></p><p>https://www.serralves.pt/institucional-serralves/18.09.01.02.05-sole-servicoeducativo-atividadesonline-atividadesartes-artistas-de-ganga/</p><p><br></p><p>https://www.maushabitos.com/events/170311-jose-costa-um-fora-com-um-dentro-dentro/</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 15.10.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Sobre o Sandbox:As sandboxes [caixas de areia] são locais públicos onde as crianças podem jogar e experimentar. Assentes na ideia de liberdade criativa, estes locais têm também como premissa a autonomia de quem joga – as caixas de areia não apresentam por si só um jogo, mas um espaço onde o jogo pode existir. São por isso palcos onde a criatividade pode ser exercitada e exibida.O termo sandbox foi entretanto apropriado pela linguagem informática segundo uma filosofia semelhante: torna-se um local virtual onde os programas podem ser testados sem receio de potenciais danos no sistema. O mesmo acontece com o subgénero de videojogos sandbox: espaços virtuais onde quem joga tem ao seu dispor um conjunto de ferramentas para criar situações e tomar decisões autónomas, escolhendo os seus próprios percursos, ações e aventuras.O projeto educativo Sandbox pretende unir as caixas de areia físicas com as virtuais. Ao estabelecer um espaço de experimentação , procura pensar o processo de mediação e educação como um jogo autónomo em constante construção, propondo ferramentas para expandir as suas possibilidades em cada interação, exposição ou momento.Em 2021 e 2022 o trabalho desenvolve-se fundamentalmente em parceria com duas instituições: Colégio Valsassina, do ensino básico ao secundário e IST – Faculdade de Arquitectura.Joana PatrãoNascida em 1992, Barcelos, artista plástica e educadora, vive e trabalha no Porto. Licenciou-se em Artes Plásticas na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto em 2014 e em 2016 obteve o Mestrado em Pintura na mesma instituição, após um período de Erasmus na Aalto University em Helsínquia. Expõe regularmente desde 2013, destacando-se as exposições individuais mais recentes: A brisa do maremoto (2021) na Appleton [Box]; Céu de sal, sal da terra (2020), com curadoria de Luísa Santos no Lab Box, Art Curator Grid, Lisboa e a exposição online Becoming: meditations (2020), com curadoria de Maria Eduarda Duarte para o 4Cs - From Conflict to Conviviality through Creativity and Culture.Paralelamente, dedica-se à educação e mediação artística. Entre 2016 e 2020, foi monitora da Universidade Júnior, um evento sazonal da Universidade do Porto, e em 2019 concebeu e orientou Unidades de Formação Contínua, na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Em 2020, integrou a equipa do Serviço Educativo da Fundação de Serralves e desde o início de 2021 que é responsável pelas visitas orientadas à galeria INL, no gnration, no âmbito do programa Circuito - o Serviço Educativo da Braga Media Arts, que integra a rede de cidades criativas da UNESCO.Durante o ano de 2021, dedicou-se ao desenvolvimento de um novo projecto de Serviço Educativo - o Sandbox, em parceria com José Costa, para a Appleton - Associação Cultural.José CostaNasceu em 1991, em Barcelos. Estudou na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto onde se licenciou em Artes Plásticas (2009-2014) e tirou o mestrado em Pintura (2014-2016).Como artista desenvolve projetos multidisciplinares que incluem vídeo, pintura e instalação, assentes em narrativas especulativas de ficção científica. Expõe desde 2014 destacando-se as exposições: fora inverno, já era primavera (...) no Espaço Mira, Porto, 2020; a releitura do mundo no Espaço Mira, Porto, 2020; fora com dentro dentro na Mupi Gallery, Porto, 2017; , (vírgula) na Painel, Porto, 2016; E como estrelas/ duplas/ (...) (com Joana Gomes) na Casa do Vinho de Barcelos, 2016; CUBICULUM MIRABILIA (com Tiago Madaleno) no Museu Geológico de Lisboa, 2016; Complexion I no Laboratório das Artes, Guimarães, 2016.Entre 2015-2016 integrou a equipa de curadoria do Projecto Galeria Painel com Catarina Real, Luís Ramos e Tiago Madaleno.Como educador colabora com o Serviço Educativo do Museu de Arte Contemporânea de Serralves desde 2017. Faz parte da equipa do projecto Janelas Para o Mundo desde 2019, um projecto de workshops mensais nos Estabelecimentos Prisionais de Custóias e Santa Cruz do Bispo.Desde 2021 que co coordena com Joana Patrão o projecto Educativo Sandbox na Appleton Associação Cultural.Links:https://appleton.pt/incubadora/?lang=pt-pthttps://cargocollective.com/joanapatraohttps://www.facebook.com/bienaldecoruche/videos/entrevista-a-joana-patr%C3%A3o/302342754051644/https://www.gnration.pt/event/adriana-romero-e-joana-patrao-6/https://www.youtube.com/watch?reload=9&amp;v=Is0w8EmUVZchttp://5md.belasartes.ulisboa.pt/2020/11/30/joana-patrao/https://www.4cs-conflict-conviviality.eu/post/the-fold-s-joana-patraohttps://blog.artcuratorgrid.com/interviews-with-luisa-santos-joana-patrao/https://www.viralagenda.com/pt/events/456165/em-montagem-com-jose-costahttp://www.artecapital.net/preview-199-artecapital-ciclo-de-conversas-i-em-montagem-i-jose-costa-19-jan-21h30-appleton-squarehttps://www.serralves.pt/institucional-serralves/18.09.01.02.05-sole-servicoeducativo-atividadesonline-atividadesartes-artistas-de-ganga/https://www.maushabitos.com/events/170311-jose-costa-um-fora-com-um-dentro-dentro/Episódio gravado a 15.10.2021 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 13 Nov 2021 18:34:44 +0000</pubDate>
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            <title>Epsiódio 44 - &#34;Plataforma 285&#34; - Conversa com Cecília Henriques e Raimundo Cosme</title>
            <description><![CDATA[  <p>A Plataforma285 é um coletivo multidisciplinar de criação, fundado em 2011, com o intuito de criar espetáculos de teatro. Trabalhando em regime de colaboração criativa, a companhia desenvolveu quinze criações. O seu trabalho distingue-se pelo desenvolvimento de uma dramaturgia original, assente na procura da não teatralidade e de novas linguagens criativas. Pretende-se um trabalho autoral, a procura da intertextualidade, a construção de "realidades" habitadas por actores (não por personagens). Trabalha com uma rede alargada de colaboradores e artistas associados.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Cecília Henriques</strong></p><p>Tirou o Curso Profissional de Artes do Espetáculo na Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espectáculo/Chapitô, estudando com Ávila Costa, Jorge Silva Melo, Francisco Salgado, Bernardo Gama, entre outros. Frequentou a Escola Superior de Teatro e Cinema. Frequentou os workshops Estágio II de Robert Castle (em 2009 e em 2011). Trabalhou regularmente com a Companhia de Teatro Artistas Unidos, entre 2006 e 2009, participando como atriz em vários espetáculos. Em teatro, trabalhou ainda com Franzisca Aarflot, Solveig Nordlund, John Romão, Vasco Araújo, André Godinho e André Teodósio. Trabalha regularmente com o coletivo Cão Solteiro como atriz e cocriadora em diversos espetáculos. Fundou, em 2011, a Companhia de Teatro Plataforma285, onde trabalha como diretora e atriz. Em Cinema, trabalhou com Alberto Seixas Santos, Gonçalo Luz, Solveig Nordlund, André Pardal e Cácá Dieugues. Nos últimos anos tem também trabalhado em diversos projetos de televisão e em dobragens.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Raimundo Cosme</strong></p><p>Licenciado em Teatro pela&nbsp;<a href="http://esad.cr/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">ESAD.CR</a>&nbsp;no ano Lectivo 2008/09, frequenta atualmente o Doutoramento em Artes da Faculdade de Belas Artes (IPLisboa). É, desde 2009, colaborador da Companhias de Teatro Cão Solteiro, trabalhando regularmente como ator e cocriador. Em teatro trabalhou ainda com Rui Mendes, Diogo Dória, Carlota Lagido, André e. Teodósio, Vasco Araújo, André Godinho, Teatro do Vestido, José Eduardo Rocha, Marco Martins e José Carlos Plaza. Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian em 2011, 2012, 2014 e 2015 (através dos programas Língua e Cultura Portuguesas e Apoio à Criação). Em 2011 fundou a Companhia de Teatro Plataforma285, onde trabalha como ator, encenador, dramaturgo e diretor artístico. Como encenador criou ainda o projeto infantil “Parece um Pássaro”, a convite do serviço educativo do Teatro Maria Matos e criou para o mesmo teatro o espectáculo “The Institute Of Global Solitude”, em colaboração com a companhia grega de teatro Blitz Theatre. Trabalhou em algumas produções de televisão. Em cinema trabalhou com André Godinho, Manuel Pureza, Luciano Sazo, Gonçalo Galvão Telles, Jorge Paixão da Costa, Bruno Gascon, Marguerite de Hillerin, Félix Dutilloy-Liégeois e Ben von Grafenstein.</p><p><br></p><p><strong>Links:</strong></p><p><br></p><p><a href="http://plataforma285.com" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://plataforma285.com</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://plataforma285.com/10anosluz/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://plataforma285.com/10anosluz/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://coffeepaste.com/raimundo-cosme-entrevista/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://coffeepaste.com/raimundo-cosme-entrevista/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=k4Hx-UszNIo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=k4Hx-UszNIo</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=GtJNp1Z29kM" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=GtJNp1Z29kM</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sic.pt/Programas/casa-feliz/videos/2021-09-08-Cecilia-Henriques-fala-da-experiencia-de-ser-mae-pela-primeira-vez-E-a-coisa-mais-desafiante-que-ja-fiz-em-toda-a-minha-vida-892edca8" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sic.pt/Programas/casa-feliz/videos/2021-09-08-Cecilia-Henriques-fala-da-experiencia-de-ser-mae-pela-primeira-vez-E-a-coisa-mais-desafiante-que-ja-fiz-em-toda-a-minha-vida-892edca8</a></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><a href="https://sic.pt/Programas/julia/episodios/2019-09-25-Julia---25-de-setembro---Parte-1---Grande-entrevista-a-Cecilia-Henriques" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sic.pt/Programas/julia/episodios/2019-09-25-Julia---25-de-setembro---Parte-1---Grande-entrevista-a-Cecilia-Henriques</a></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><a href="https://sic.pt/Programas/altadefinicao/videos/2017-02-03-Cecilia-Henriques-em-Alta-Definicao" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sic.pt/Programas/altadefinicao/videos/2017-02-03-Cecilia-Henriques-em-Alta-Definicao</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2020/11/27/culturaipsilon/noticia/plataforma-285-deus-morreu-mindfulness-nao-1940424" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2020/11/27/culturaipsilon/noticia/plataforma-285-deus-morreu-mindfulness-nao-1940424</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/11/30/empowerbank-da-plataforma285/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/11/30/empowerbank-da-plataforma285/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 02.11.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>A Plataforma285 é um coletivo multidisciplinar de criação, fundado em 2011, com o intuito de criar espetáculos de teatro. Trabalhando em regime de colaboração criativa, a companhia desenvolveu quinze criações. O seu trabalho distingue-se pelo desenvolvimento de uma dramaturgia original, assente na procura da não teatralidade e de novas linguagens criativas. Pretende-se um trabalho autoral, a procura da intertextualidade, a construção de "realidades" habitadas por actores (não por personagens). Trabalha com uma rede alargada de colaboradores e artistas associados.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Cecília Henriques</strong></p><p>Tirou o Curso Profissional de Artes do Espetáculo na Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espectáculo/Chapitô, estudando com Ávila Costa, Jorge Silva Melo, Francisco Salgado, Bernardo Gama, entre outros. Frequentou a Escola Superior de Teatro e Cinema. Frequentou os workshops Estágio II de Robert Castle (em 2009 e em 2011). Trabalhou regularmente com a Companhia de Teatro Artistas Unidos, entre 2006 e 2009, participando como atriz em vários espetáculos. Em teatro, trabalhou ainda com Franzisca Aarflot, Solveig Nordlund, John Romão, Vasco Araújo, André Godinho e André Teodósio. Trabalha regularmente com o coletivo Cão Solteiro como atriz e cocriadora em diversos espetáculos. Fundou, em 2011, a Companhia de Teatro Plataforma285, onde trabalha como diretora e atriz. Em Cinema, trabalhou com Alberto Seixas Santos, Gonçalo Luz, Solveig Nordlund, André Pardal e Cácá Dieugues. Nos últimos anos tem também trabalhado em diversos projetos de televisão e em dobragens.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Raimundo Cosme</strong></p><p>Licenciado em Teatro pela&nbsp;<a href="http://esad.cr/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">ESAD.CR</a>&nbsp;no ano Lectivo 2008/09, frequenta atualmente o Doutoramento em Artes da Faculdade de Belas Artes (IPLisboa). É, desde 2009, colaborador da Companhias de Teatro Cão Solteiro, trabalhando regularmente como ator e cocriador. Em teatro trabalhou ainda com Rui Mendes, Diogo Dória, Carlota Lagido, André e. Teodósio, Vasco Araújo, André Godinho, Teatro do Vestido, José Eduardo Rocha, Marco Martins e José Carlos Plaza. Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian em 2011, 2012, 2014 e 2015 (através dos programas Língua e Cultura Portuguesas e Apoio à Criação). Em 2011 fundou a Companhia de Teatro Plataforma285, onde trabalha como ator, encenador, dramaturgo e diretor artístico. Como encenador criou ainda o projeto infantil “Parece um Pássaro”, a convite do serviço educativo do Teatro Maria Matos e criou para o mesmo teatro o espectáculo “The Institute Of Global Solitude”, em colaboração com a companhia grega de teatro Blitz Theatre. Trabalhou em algumas produções de televisão. Em cinema trabalhou com André Godinho, Manuel Pureza, Luciano Sazo, Gonçalo Galvão Telles, Jorge Paixão da Costa, Bruno Gascon, Marguerite de Hillerin, Félix Dutilloy-Liégeois e Ben von Grafenstein.</p><p><br></p><p><strong>Links:</strong></p><p><br></p><p><a href="http://plataforma285.com" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://plataforma285.com</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://plataforma285.com/10anosluz/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://plataforma285.com/10anosluz/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://coffeepaste.com/raimundo-cosme-entrevista/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://coffeepaste.com/raimundo-cosme-entrevista/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=k4Hx-UszNIo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=k4Hx-UszNIo</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=GtJNp1Z29kM" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=GtJNp1Z29kM</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://sic.pt/Programas/casa-feliz/videos/2021-09-08-Cecilia-Henriques-fala-da-experiencia-de-ser-mae-pela-primeira-vez-E-a-coisa-mais-desafiante-que-ja-fiz-em-toda-a-minha-vida-892edca8" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sic.pt/Programas/casa-feliz/videos/2021-09-08-Cecilia-Henriques-fala-da-experiencia-de-ser-mae-pela-primeira-vez-E-a-coisa-mais-desafiante-que-ja-fiz-em-toda-a-minha-vida-892edca8</a></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><a href="https://sic.pt/Programas/julia/episodios/2019-09-25-Julia---25-de-setembro---Parte-1---Grande-entrevista-a-Cecilia-Henriques" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sic.pt/Programas/julia/episodios/2019-09-25-Julia---25-de-setembro---Parte-1---Grande-entrevista-a-Cecilia-Henriques</a></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><a href="https://sic.pt/Programas/altadefinicao/videos/2017-02-03-Cecilia-Henriques-em-Alta-Definicao" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sic.pt/Programas/altadefinicao/videos/2017-02-03-Cecilia-Henriques-em-Alta-Definicao</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2020/11/27/culturaipsilon/noticia/plataforma-285-deus-morreu-mindfulness-nao-1940424" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2020/11/27/culturaipsilon/noticia/plataforma-285-deus-morreu-mindfulness-nao-1940424</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/11/30/empowerbank-da-plataforma285/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/11/30/empowerbank-da-plataforma285/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 02.11.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p>&nbsp;</p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p>&nbsp;</p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p>&nbsp;</p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>A Plataforma285 é um coletivo multidisciplinar de criação, fundado em 2011, com o intuito de criar espetáculos de teatro. Trabalhando em regime de colaboração criativa, a companhia desenvolveu quinze criações. O seu trabalho distingue-se pelo desenvolvimento de uma dramaturgia original, assente na procura da não teatralidade e de novas linguagens criativas. Pretende-se um trabalho autoral, a procura da intertextualidade, a construção de &#34;realidades&#34; habitadas por actores (não por personagens). Trabalha com uma rede alargada de colaboradores e artistas associados. Cecília HenriquesTirou o Curso Profissional de Artes do Espetáculo na Escola Profissional de Artes e Ofícios do Espectáculo/Chapitô, estudando com Ávila Costa, Jorge Silva Melo, Francisco Salgado, Bernardo Gama, entre outros. Frequentou a Escola Superior de Teatro e Cinema. Frequentou os workshops Estágio II de Robert Castle (em 2009 e em 2011). Trabalhou regularmente com a Companhia de Teatro Artistas Unidos, entre 2006 e 2009, participando como atriz em vários espetáculos. Em teatro, trabalhou ainda com Franzisca Aarflot, Solveig Nordlund, John Romão, Vasco Araújo, André Godinho e André Teodósio. Trabalha regularmente com o coletivo Cão Solteiro como atriz e cocriadora em diversos espetáculos. Fundou, em 2011, a Companhia de Teatro Plataforma285, onde trabalha como diretora e atriz. Em Cinema, trabalhou com Alberto Seixas Santos, Gonçalo Luz, Solveig Nordlund, André Pardal e Cácá Dieugues. Nos últimos anos tem também trabalhado em diversos projetos de televisão e em dobragens. Raimundo CosmeLicenciado em Teatro pela ESAD.CR no ano Lectivo 2008/09, frequenta atualmente o Doutoramento em Artes da Faculdade de Belas Artes (IPLisboa). É, desde 2009, colaborador da Companhias de Teatro Cão Solteiro, trabalhando regularmente como ator e cocriador. Em teatro trabalhou ainda com Rui Mendes, Diogo Dória, Carlota Lagido, André e. Teodósio, Vasco Araújo, André Godinho, Teatro do Vestido, José Eduardo Rocha, Marco Martins e José Carlos Plaza. Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian em 2011, 2012, 2014 e 2015 (através dos programas Língua e Cultura Portuguesas e Apoio à Criação). Em 2011 fundou a Companhia de Teatro Plataforma285, onde trabalha como ator, encenador, dramaturgo e diretor artístico. Como encenador criou ainda o projeto infantil “Parece um Pássaro”, a convite do serviço educativo do Teatro Maria Matos e criou para o mesmo teatro o espectáculo “The Institute Of Global Solitude”, em colaboração com a companhia grega de teatro Blitz Theatre. Trabalhou em algumas produções de televisão. Em cinema trabalhou com André Godinho, Manuel Pureza, Luciano Sazo, Gonçalo Galvão Telles, Jorge Paixão da Costa, Bruno Gascon, Marguerite de Hillerin, Félix Dutilloy-Liégeois e Ben von Grafenstein.Links:http://plataforma285.com http://plataforma285.com/10anosluz/ https://coffeepaste.com/raimundo-cosme-entrevista/ https://www.youtube.com/watch?v=k4Hx-UszNIo https://www.youtube.com/watch?v=GtJNp1Z29kM https://sic.pt/Programas/casa-feliz/videos/2021-09-08-Cecilia-Henriques-fala-da-experiencia-de-ser-mae-pela-primeira-vez-E-a-coisa-mais-desafiante-que-ja-fiz-em-toda-a-minha-vida-892edca8 https://sic.pt/Programas/julia/episodios/2019-09-25-Julia---25-de-setembro---Parte-1---Grande-entrevista-a-Cecilia-Henriques https://sic.pt/Programas/altadefinicao/videos/2017-02-03-Cecilia-Henriques-em-Alta-Definicao https://www.publico.pt/2020/11/27/culturaipsilon/noticia/plataforma-285-deus-morreu-mindfulness-nao-1940424 https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/11/30/empowerbank-da-plataforma285/  Episódio gravado a 02.11.2021 http://www.appleton.pt Mecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando Cabral Financiamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes Apoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 04 Nov 2021 17:37:05 +0000</pubDate>
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            <title>Epsiódio 43 - &#34;Educar pela arte&#34; - Conversa com Teresa Heitor</title>
            <description><![CDATA[  <p>Teresa Heitor nasceu em Lisboa, em 1959. É professora catedrática do curso de Arquitectura do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa.</p><p>Formou-se em Arquitectura em 1982, pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, obteve o grau de Mestre em Desenho Urbano em 1984, pela Joint Centre for Urban Design, Oxford Brooks University; doutorou-se em Engenharia do Território em 1997, pelo Instituto Superior Técnico e obteve a sua agregação em Arquitectura em 2007, pela Universidade Técnica de Lisboa, Instituto Superior Técnico.</p><p>Nos últimos 20 anos tem lecionado disciplinas de licenciatura, mestrado e pós-graduação em Arquitectura, no IST. Ao longo deste tempo foi também responsável pelos programas do Mestrado Integrado em Arquitectura e Doutoramento em Arquitectura, tendo orientado vários alunos de Doutoramento e dissertações de Mestrado. Tem sido nomeada para vários júris de Doutoramento e de Agregação nacionais e internacionais.</p><p>É especializada em análise espaço-funcional no contexto teórico e analítico conhecido como “sintaxe espacial”, estudando a relação entre o utilizador e ambiente construído. A sua investigação foca-se na relação entre espaço, forma e função e no desenvolvimento de modelos que permitam simular o impacto de novas exigências sociais, bem como ferramentas de análise no âmbito da análise pós-ocupação. A sua investigação actual, pretende compreender os aspectos sócio-espaciais associados aos espaços de aprendizagem em ambientes urbanos, i.e., de espaços onde ocorram modelos de aprendizagem estruturada e não estruturada, interacções sociais e re-actuação do conhecimento. É dada particular atenção à aprendizagem&nbsp;assistida por&nbsp;tecnologias e ambientes de investigação.</p><p>O seu interesse investigação foca-se também em modelos inovadores de aprendizagem aplicados a problemas reais e actuais sobre os quais tem publicado vários artigos.</p><p>No âmbito do programa Doutoral em Arquitectura coordena o modulo de Estudos Espaço-Funcionais, onde se examinam a interface entre o ambiente construído e os resultados sociais e o seu impacto do desenho urbano nos utilizadores e nos seus comportamentos em edifícios complexos como escolas, universidades e espaços de trabalho.</p><p>Está envolvida com o Directory of Education da OCDE, através do Centre for Effective Learning Environments (CELE), em diferentes actividades de investigação e consultoria no domínio do desempenho e qualidade dos edifícios escolares. Desde 2005, integra o Group of National Experts on Evaluation of Education Facilities (GNEEEF) e coordena o International Pilot Study no Evaluation of Quality in Educational Spaces (EQES) (2007-2010). Entre 2010 e 2012 foi delegada Portuguesa na OCDE-CELE.</p><p>Integra o comité científico do grupo Simpósio Internacional de Sintaxe Espacial e presidiu o comité de organização do 11º Simpósio Internacional de Sintaxe Espacial.</p><p>Além da sua actividade como docente e investigadora é regularmente convidada para promoção de conhecimento junto dos agentes políticos e público em geral.</p><p>Desenvolve com regularidade avaliações estratégicas de ensino superior e avaliação de pares em comissões e conselhos científicos nacionais e europeus.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>http://www.civil.ist.utl.pt/~teresa/</p><p><br></p><p>https://lisboa.academia.edu/heitor</p><p><br></p><p>https://www.90segundosdeciencia.pt/episodes/ep-224-teresa-heitor/</p><p><br></p><p>https://www.cienciaviva.pt/mulheresnaciencia/home/index.asp?id=391</p><p><br></p><p>https://pt.unesco.org/sites/default/files/2020_art-week-technote_por_final.pdf</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 13.10.2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Teresa Heitor nasceu em Lisboa, em 1959. É professora catedrática do curso de Arquitectura do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa.</p><p>Formou-se em Arquitectura em 1982, pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, obteve o grau de Mestre em Desenho Urbano em 1984, pela Joint Centre for Urban Design, Oxford Brooks University; doutorou-se em Engenharia do Território em 1997, pelo Instituto Superior Técnico e obteve a sua agregação em Arquitectura em 2007, pela Universidade Técnica de Lisboa, Instituto Superior Técnico.</p><p>Nos últimos 20 anos tem lecionado disciplinas de licenciatura, mestrado e pós-graduação em Arquitectura, no IST. Ao longo deste tempo foi também responsável pelos programas do Mestrado Integrado em Arquitectura e Doutoramento em Arquitectura, tendo orientado vários alunos de Doutoramento e dissertações de Mestrado. Tem sido nomeada para vários júris de Doutoramento e de Agregação nacionais e internacionais.</p><p>É especializada em análise espaço-funcional no contexto teórico e analítico conhecido como “sintaxe espacial”, estudando a relação entre o utilizador e ambiente construído. A sua investigação foca-se na relação entre espaço, forma e função e no desenvolvimento de modelos que permitam simular o impacto de novas exigências sociais, bem como ferramentas de análise no âmbito da análise pós-ocupação. A sua investigação actual, pretende compreender os aspectos sócio-espaciais associados aos espaços de aprendizagem em ambientes urbanos, i.e., de espaços onde ocorram modelos de aprendizagem estruturada e não estruturada, interacções sociais e re-actuação do conhecimento. É dada particular atenção à aprendizagem&nbsp;assistida por&nbsp;tecnologias e ambientes de investigação.</p><p>O seu interesse investigação foca-se também em modelos inovadores de aprendizagem aplicados a problemas reais e actuais sobre os quais tem publicado vários artigos.</p><p>No âmbito do programa Doutoral em Arquitectura coordena o modulo de Estudos Espaço-Funcionais, onde se examinam a interface entre o ambiente construído e os resultados sociais e o seu impacto do desenho urbano nos utilizadores e nos seus comportamentos em edifícios complexos como escolas, universidades e espaços de trabalho.</p><p>Está envolvida com o Directory of Education da OCDE, através do Centre for Effective Learning Environments (CELE), em diferentes actividades de investigação e consultoria no domínio do desempenho e qualidade dos edifícios escolares. Desde 2005, integra o Group of National Experts on Evaluation of Education Facilities (GNEEEF) e coordena o International Pilot Study no Evaluation of Quality in Educational Spaces (EQES) (2007-2010). Entre 2010 e 2012 foi delegada Portuguesa na OCDE-CELE.</p><p>Integra o comité científico do grupo Simpósio Internacional de Sintaxe Espacial e presidiu o comité de organização do 11º Simpósio Internacional de Sintaxe Espacial.</p><p>Além da sua actividade como docente e investigadora é regularmente convidada para promoção de conhecimento junto dos agentes políticos e público em geral.</p><p>Desenvolve com regularidade avaliações estratégicas de ensino superior e avaliação de pares em comissões e conselhos científicos nacionais e europeus.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>http://www.civil.ist.utl.pt/~teresa/</p><p><br></p><p>https://lisboa.academia.edu/heitor</p><p><br></p><p>https://www.90segundosdeciencia.pt/episodes/ep-224-teresa-heitor/</p><p><br></p><p>https://www.cienciaviva.pt/mulheresnaciencia/home/index.asp?id=391</p><p><br></p><p>https://pt.unesco.org/sites/default/files/2020_art-week-technote_por_final.pdf</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 13.10.2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Teresa Heitor nasceu em Lisboa, em 1959. É professora catedrática do curso de Arquitectura do Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa.Formou-se em Arquitectura em 1982, pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, obteve o grau de Mestre em Desenho Urbano em 1984, pela Joint Centre for Urban Design, Oxford Brooks University; doutorou-se em Engenharia do Território em 1997, pelo Instituto Superior Técnico e obteve a sua agregação em Arquitectura em 2007, pela Universidade Técnica de Lisboa, Instituto Superior Técnico.Nos últimos 20 anos tem lecionado disciplinas de licenciatura, mestrado e pós-graduação em Arquitectura, no IST. Ao longo deste tempo foi também responsável pelos programas do Mestrado Integrado em Arquitectura e Doutoramento em Arquitectura, tendo orientado vários alunos de Doutoramento e dissertações de Mestrado. Tem sido nomeada para vários júris de Doutoramento e de Agregação nacionais e internacionais.É especializada em análise espaço-funcional no contexto teórico e analítico conhecido como “sintaxe espacial”, estudando a relação entre o utilizador e ambiente construído. A sua investigação foca-se na relação entre espaço, forma e função e no desenvolvimento de modelos que permitam simular o impacto de novas exigências sociais, bem como ferramentas de análise no âmbito da análise pós-ocupação. A sua investigação actual, pretende compreender os aspectos sócio-espaciais associados aos espaços de aprendizagem em ambientes urbanos, i.e., de espaços onde ocorram modelos de aprendizagem estruturada e não estruturada, interacções sociais e re-actuação do conhecimento. É dada particular atenção à aprendizagem assistida por tecnologias e ambientes de investigação.O seu interesse investigação foca-se também em modelos inovadores de aprendizagem aplicados a problemas reais e actuais sobre os quais tem publicado vários artigos.No âmbito do programa Doutoral em Arquitectura coordena o modulo de Estudos Espaço-Funcionais, onde se examinam a interface entre o ambiente construído e os resultados sociais e o seu impacto do desenho urbano nos utilizadores e nos seus comportamentos em edifícios complexos como escolas, universidades e espaços de trabalho.Está envolvida com o Directory of Education da OCDE, através do Centre for Effective Learning Environments (CELE), em diferentes actividades de investigação e consultoria no domínio do desempenho e qualidade dos edifícios escolares. Desde 2005, integra o Group of National Experts on Evaluation of Education Facilities (GNEEEF) e coordena o International Pilot Study no Evaluation of Quality in Educational Spaces (EQES) (2007-2010). Entre 2010 e 2012 foi delegada Portuguesa na OCDE-CELE.Integra o comité científico do grupo Simpósio Internacional de Sintaxe Espacial e presidiu o comité de organização do 11º Simpósio Internacional de Sintaxe Espacial.Além da sua actividade como docente e investigadora é regularmente convidada para promoção de conhecimento junto dos agentes políticos e público em geral.Desenvolve com regularidade avaliações estratégicas de ensino superior e avaliação de pares em comissões e conselhos científicos nacionais e europeus.Links:http://www.civil.ist.utl.pt/~teresa/https://lisboa.academia.edu/heitorhttps://www.90segundosdeciencia.pt/episodes/ep-224-teresa-heitor/https://www.cienciaviva.pt/mulheresnaciencia/home/index.asp?id=391https://pt.unesco.org/sites/default/files/2020_art-week-technote_por_final.pdf Episódio gravado a 13.10.2021http://www.appleton.ptMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando CabralFinanciamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtesApoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 29 Oct 2021 15:29:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 42 - &#34;O burel e o limoreiro&#34; - Conversa com Pedro Calapez</title>
            <description><![CDATA[  <p>Nasceu em Lisboa no ano de 1953, cidade onde vive e trabalha.</p><p>Iniciou os estudos em engenharia civil, transferindo-se em 1976 para a Escola de Belas Artes de Lisboa. Posteriormente frequentou o Curso de Formação Artística da Sociedade Nacional de Belas Artes. Enquanto aluno na Faculdade de Belas Artes, trabalhou como fotógrafo profissional, tendo-se dedicado mais intensamente à pintura a partir de 1985. Entre 1986 e 1998 foi professor no Ar.Co. em Lisboa, tendo sido responsável pelos departamentos de desenho e de pintura. Começou a participar em exposições ainda nos anos 70, tendo realizado a sua primeira exposição individual em 1982.</p><p>No contexto nacional, Pedro Calapez é um dos nomes mais reconhecidos, tendo surgido na chamada década do «regresso à pintura», os anos 80, junto com os artistas Pedro Cabrita Reis, José Pedro Croft, Rui Sanches, Rosa Carvalho e Ana Léon.</p><p>Desde 2019 que é membro da Direcção da SPA, Sociedade Portuguesa de Autores, Lisboa; Em 2012 recebeu o Grau de Comendador da Ordem do Infante D.Henrique.</p><p>O seu trabalho tem sido alvo de mostras em diversas galerias e museus tanto em Portugal como no estrangeiro sendo de salientar as exposições individuais na Fundació Pilar i Joan Miró, Mallorca (1997); no Museo MEIAC, Badajoz e Centro Andaluz de Arte Contemporáneo, Sevilha (2002); no CAM- Fundação C. Gulbenkian, Lisboa (2004); no CGAC- Centro Galego de Arte Contemporáneo, Santiago de Compostela. Destaca-se ainda a sua participação nas Bienais de Veneza (1986) e S. Paulo (1987 e 1991). Encontra-se representado em importantes coleccções nacionais e internacionais Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Centro de Arte Caja Burgos, Burgos; Central European Bank, Frankfurt; Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela; Chase Manhattan Bank N.A, Nova Iorque; Coleção António Cachola, Elvas; European Investment Bank, Luxemburgo; Fondación Coca-Cola España, Madrid; Fundació Pilar i Joan Miró, Maiorca; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Fundação EDP, Lisboa; Fundação Luso Americana, Lisboa; Fundação PLMJ, Lisboa; MEIAC- Badajoz; Museo Nacional Centro de Arte ReinaSofia, Madrid; Museu de Serralves, Porto e outras coleções públicas e privadas.</p><p>Dos diversos prémios ganhos destacam-se: Em 2005 – o “Premio Nacional de Arte Gráfico”, pela Calcografia Nacional da Real Academia de Bellas Artes, Madrid e ganhou o “Prémio AICA” (Associação Internacional de Críticos de Arte -secção portuguesa). Em 2001 – “Prémio de Pintura EDP”, em Lisboa. 1999 – “Premi Ciutat de Palma de Pintura”, Palma de Mallorca. 1998 – “Prémio “El Brocense”, Deputación Provincial de Cáceres. 1994 – “Prémio de Desenho”, Fundació Pilar i Joan Miró em Mallorca. E em 1990 a primeira edição do “Prémio União Latina”, Lisboa. 1987 – “Pémio Amadeo de Sousa Cardoso”, Museu de Serralves, Porto. 1986 – “Arte dos Anos Oitenta”, V Bienal de V.N.de Cerveira. 1984 – “Lagos 84”, Lagos.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.calapez.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.calapez.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cps.pt/pt/artistas/pedro-calapez" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cps.pt/pt/artistas/pedro-calapez</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/121/artists" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/121/artists</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/noticias/cultura/pedro-calapez-galardoado-em-espanha-com-premio-de-arte-grafica-2005_n155195" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/noticias/cultura/pedro-calapez-galardoado-em-espanha-com-premio-de-arte-grafica-2005_n155195</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.aica.pt/pt/artists/pedro-calapez/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.aica.pt/pt/artists/pedro-calapez/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2006/02/22/jornal/pedro-calapez-o-artista-inquieto-64809" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2006/02/22/jornal/pedro-calapez-o-artista-inquieto-64809</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2021/08/06/culturaipsilon/critica/dois-artistas-dentro-casa-imagens-1972742" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2021/08/06/culturaipsilon/critica/dois-artistas-dentro-casa-imagens-1972742</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galeriasmunicipais.pt/en/exposicoes/um-estranho-aqui-cheguei/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galeriasmunicipais.pt/en/exposicoes/um-estranho-aqui-cheguei/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.art/snapshot-16-pedro-calapez" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.art/snapshot-16-pedro-calapez</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 21.09.2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Nasceu em Lisboa no ano de 1953, cidade onde vive e trabalha.</p><p>Iniciou os estudos em engenharia civil, transferindo-se em 1976 para a Escola de Belas Artes de Lisboa. Posteriormente frequentou o Curso de Formação Artística da Sociedade Nacional de Belas Artes. Enquanto aluno na Faculdade de Belas Artes, trabalhou como fotógrafo profissional, tendo-se dedicado mais intensamente à pintura a partir de 1985. Entre 1986 e 1998 foi professor no Ar.Co. em Lisboa, tendo sido responsável pelos departamentos de desenho e de pintura. Começou a participar em exposições ainda nos anos 70, tendo realizado a sua primeira exposição individual em 1982.</p><p>No contexto nacional, Pedro Calapez é um dos nomes mais reconhecidos, tendo surgido na chamada década do «regresso à pintura», os anos 80, junto com os artistas Pedro Cabrita Reis, José Pedro Croft, Rui Sanches, Rosa Carvalho e Ana Léon.</p><p>Desde 2019 que é membro da Direcção da SPA, Sociedade Portuguesa de Autores, Lisboa; Em 2012 recebeu o Grau de Comendador da Ordem do Infante D.Henrique.</p><p>O seu trabalho tem sido alvo de mostras em diversas galerias e museus tanto em Portugal como no estrangeiro sendo de salientar as exposições individuais na Fundació Pilar i Joan Miró, Mallorca (1997); no Museo MEIAC, Badajoz e Centro Andaluz de Arte Contemporáneo, Sevilha (2002); no CAM- Fundação C. Gulbenkian, Lisboa (2004); no CGAC- Centro Galego de Arte Contemporáneo, Santiago de Compostela. Destaca-se ainda a sua participação nas Bienais de Veneza (1986) e S. Paulo (1987 e 1991). Encontra-se representado em importantes coleccções nacionais e internacionais Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Centro de Arte Caja Burgos, Burgos; Central European Bank, Frankfurt; Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela; Chase Manhattan Bank N.A, Nova Iorque; Coleção António Cachola, Elvas; European Investment Bank, Luxemburgo; Fondación Coca-Cola España, Madrid; Fundació Pilar i Joan Miró, Maiorca; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Fundação EDP, Lisboa; Fundação Luso Americana, Lisboa; Fundação PLMJ, Lisboa; MEIAC- Badajoz; Museo Nacional Centro de Arte ReinaSofia, Madrid; Museu de Serralves, Porto e outras coleções públicas e privadas.</p><p>Dos diversos prémios ganhos destacam-se: Em 2005 – o “Premio Nacional de Arte Gráfico”, pela Calcografia Nacional da Real Academia de Bellas Artes, Madrid e ganhou o “Prémio AICA” (Associação Internacional de Críticos de Arte -secção portuguesa). Em 2001 – “Prémio de Pintura EDP”, em Lisboa. 1999 – “Premi Ciutat de Palma de Pintura”, Palma de Mallorca. 1998 – “Prémio “El Brocense”, Deputación Provincial de Cáceres. 1994 – “Prémio de Desenho”, Fundació Pilar i Joan Miró em Mallorca. E em 1990 a primeira edição do “Prémio União Latina”, Lisboa. 1987 – “Pémio Amadeo de Sousa Cardoso”, Museu de Serralves, Porto. 1986 – “Arte dos Anos Oitenta”, V Bienal de V.N.de Cerveira. 1984 – “Lagos 84”, Lagos.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.calapez.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.calapez.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.cps.pt/pt/artistas/pedro-calapez" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cps.pt/pt/artistas/pedro-calapez</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/121/artists" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/121/artists</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/noticias/cultura/pedro-calapez-galardoado-em-espanha-com-premio-de-arte-grafica-2005_n155195" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/noticias/cultura/pedro-calapez-galardoado-em-espanha-com-premio-de-arte-grafica-2005_n155195</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.aica.pt/pt/artists/pedro-calapez/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.aica.pt/pt/artists/pedro-calapez/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2006/02/22/jornal/pedro-calapez-o-artista-inquieto-64809" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2006/02/22/jornal/pedro-calapez-o-artista-inquieto-64809</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2021/08/06/culturaipsilon/critica/dois-artistas-dentro-casa-imagens-1972742" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2021/08/06/culturaipsilon/critica/dois-artistas-dentro-casa-imagens-1972742</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galeriasmunicipais.pt/en/exposicoes/um-estranho-aqui-cheguei/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galeriasmunicipais.pt/en/exposicoes/um-estranho-aqui-cheguei/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.artecapital.art/snapshot-16-pedro-calapez" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.art/snapshot-16-pedro-calapez</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 21.09.2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Nasceu em Lisboa no ano de 1953, cidade onde vive e trabalha.Iniciou os estudos em engenharia civil, transferindo-se em 1976 para a Escola de Belas Artes de Lisboa. Posteriormente frequentou o Curso de Formação Artística da Sociedade Nacional de Belas Artes. Enquanto aluno na Faculdade de Belas Artes, trabalhou como fotógrafo profissional, tendo-se dedicado mais intensamente à pintura a partir de 1985. Entre 1986 e 1998 foi professor no Ar.Co. em Lisboa, tendo sido responsável pelos departamentos de desenho e de pintura. Começou a participar em exposições ainda nos anos 70, tendo realizado a sua primeira exposição individual em 1982.No contexto nacional, Pedro Calapez é um dos nomes mais reconhecidos, tendo surgido na chamada década do «regresso à pintura», os anos 80, junto com os artistas Pedro Cabrita Reis, José Pedro Croft, Rui Sanches, Rosa Carvalho e Ana Léon.Desde 2019 que é membro da Direcção da SPA, Sociedade Portuguesa de Autores, Lisboa; Em 2012 recebeu o Grau de Comendador da Ordem do Infante D.Henrique.O seu trabalho tem sido alvo de mostras em diversas galerias e museus tanto em Portugal como no estrangeiro sendo de salientar as exposições individuais na Fundació Pilar i Joan Miró, Mallorca (1997); no Museo MEIAC, Badajoz e Centro Andaluz de Arte Contemporáneo, Sevilha (2002); no CAM- Fundação C. Gulbenkian, Lisboa (2004); no CGAC- Centro Galego de Arte Contemporáneo, Santiago de Compostela. Destaca-se ainda a sua participação nas Bienais de Veneza (1986) e S. Paulo (1987 e 1991). Encontra-se representado em importantes coleccções nacionais e internacionais Caixa Geral de Depósitos, Lisboa; Centro de Arte Caja Burgos, Burgos; Central European Bank, Frankfurt; Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela; Chase Manhattan Bank N.A, Nova Iorque; Coleção António Cachola, Elvas; European Investment Bank, Luxemburgo; Fondación Coca-Cola España, Madrid; Fundació Pilar i Joan Miró, Maiorca; Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; Fundação EDP, Lisboa; Fundação Luso Americana, Lisboa; Fundação PLMJ, Lisboa; MEIAC- Badajoz; Museo Nacional Centro de Arte ReinaSofia, Madrid; Museu de Serralves, Porto e outras coleções públicas e privadas.Dos diversos prémios ganhos destacam-se: Em 2005 – o “Premio Nacional de Arte Gráfico”, pela Calcografia Nacional da Real Academia de Bellas Artes, Madrid e ganhou o “Prémio AICA” (Associação Internacional de Críticos de Arte -secção portuguesa). Em 2001 – “Prémio de Pintura EDP”, em Lisboa. 1999 – “Premi Ciutat de Palma de Pintura”, Palma de Mallorca. 1998 – “Prémio “El Brocense”, Deputación Provincial de Cáceres. 1994 – “Prémio de Desenho”, Fundació Pilar i Joan Miró em Mallorca. E em 1990 a primeira edição do “Prémio União Latina”, Lisboa. 1987 – “Pémio Amadeo de Sousa Cardoso”, Museu de Serralves, Porto. 1986 – “Arte dos Anos Oitenta”, V Bienal de V.N.de Cerveira. 1984 – “Lagos 84”, Lagos.Links: https://www.calapez.com/ https://www.cps.pt/pt/artistas/pedro-calapez http://museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/121/artists https://www.rtp.pt/noticias/cultura/pedro-calapez-galardoado-em-espanha-com-premio-de-arte-grafica-2005_n155195 http://www.aica.pt/pt/artists/pedro-calapez/ https://www.publico.pt/2006/02/22/jornal/pedro-calapez-o-artista-inquieto-64809 https://www.publico.pt/2021/08/06/culturaipsilon/critica/dois-artistas-dentro-casa-imagens-1972742 https://galeriasmunicipais.pt/en/exposicoes/um-estranho-aqui-cheguei/ https://www.artecapital.art/snapshot-16-pedro-calapezEpisódio gravado a 21.09.2021http://www.appleton.ptMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando CabralFinanciamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtesApoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 16 Oct 2021 17:15:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 41 - &#34;Averróis&#34; - Conversa com João Cristóvão Leitão</title>
            <description><![CDATA[  <p>João Cristóvão Leitão é licenciado em Teatro – Dramaturgia (ESTC), mestre em Arte Multimédia – Audiovisuais (FBAUL) e pós-graduado em Curadoria de Arte (FCSH). Actualmente, é doutorando na FBAUL.</p><p>Enquanto criador, funda o colectivo performativo 3.14 (2010-2012) e colabora, desde 2012, com o colectivo SillySeason. Desenvolve projectos instalativos e de vídeo arte, os quais foram exibidos a nível internacional (Áustria, Brasil, Coreia do Sul, Espanha, França, Inglaterra, Irlanda, Itália, Peru, Portugal e Sérvia) e premiados (Menção Especial VIDEOFORMES; Prémio do Público – FUSO: Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa; Prémio do Júri/Aquisição FUSO – Fundação EDP; Prémio Jovem Realizador – Fundação INATEL; Grande Prémio LOOPS.LISBOA/TDI/Museu Nacional de Arte Contemporânea). É representado pela plataforma Heure Exquise: Centre International pour les Arts Vidéo. Colabora com: Rabbit Hole (2014), Magma Collective (2014), Marta Ribeiro/VIDEOLOTION (2015-2017), Elmano Sancho (2015), Ana Jezabel e António Torres (2017), Daniel Gorjão/Teatro do Vão (2017), João Pedro Fonseca (2017), Rodrigo Pereira (2018), Diego Bragà (2020) e Rodrigo Teixeira (2021).</p><p>É professor assistente convidado de Interpretação IV (oficina:&nbsp;<em>Media</em>) da licenciatura em Teatro (Actores) da ESTC (2014-215), orientador de um workshop sobre&nbsp;<em>live-image</em>&nbsp;(FBAUL, 2016), professor da disciplina de Gestão das Artes na Escola Artística António Arroio (2016-2018) e, desde 2019, professor assistente convidado de Técnicas de Palco I (seminário:&nbsp;<em>Vídeo em Contextos Performativos</em>) da licenciatura em Teatro (Produção) da ESTC.</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p>https://joaocristovaoleitao.com/</p><p><br></p><p>https://gerador.eu/joao-cristovao-leitao-a-nossa-memoria-e-muito-falaciosa/</p><p><br></p><p>https://culturadeborla.blogs.sapo.pt/video-instalacao-em-busca-de-7791524</p><p><br></p><p>https://www.tempsdimages-portugal.com/2015/loops/loops.html</p><p><br></p><p>http://sillyseason.pt/testamento-em-tres-atos</p><p><br></p><p>https://proyector.info/profile/joao-cristovao-leitao-o-retrato-de-ulisses/</p><p><br></p><p>https://fusovideoarte.com/2018wp/en/profile/joao-cristovao-leitao-en/</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 27.09.2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>João Cristóvão Leitão é licenciado em Teatro – Dramaturgia (ESTC), mestre em Arte Multimédia – Audiovisuais (FBAUL) e pós-graduado em Curadoria de Arte (FCSH). Actualmente, é doutorando na FBAUL.</p><p>Enquanto criador, funda o colectivo performativo 3.14 (2010-2012) e colabora, desde 2012, com o colectivo SillySeason. Desenvolve projectos instalativos e de vídeo arte, os quais foram exibidos a nível internacional (Áustria, Brasil, Coreia do Sul, Espanha, França, Inglaterra, Irlanda, Itália, Peru, Portugal e Sérvia) e premiados (Menção Especial VIDEOFORMES; Prémio do Público – FUSO: Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa; Prémio do Júri/Aquisição FUSO – Fundação EDP; Prémio Jovem Realizador – Fundação INATEL; Grande Prémio LOOPS.LISBOA/TDI/Museu Nacional de Arte Contemporânea). É representado pela plataforma Heure Exquise: Centre International pour les Arts Vidéo. Colabora com: Rabbit Hole (2014), Magma Collective (2014), Marta Ribeiro/VIDEOLOTION (2015-2017), Elmano Sancho (2015), Ana Jezabel e António Torres (2017), Daniel Gorjão/Teatro do Vão (2017), João Pedro Fonseca (2017), Rodrigo Pereira (2018), Diego Bragà (2020) e Rodrigo Teixeira (2021).</p><p>É professor assistente convidado de Interpretação IV (oficina:&nbsp;<em>Media</em>) da licenciatura em Teatro (Actores) da ESTC (2014-215), orientador de um workshop sobre&nbsp;<em>live-image</em>&nbsp;(FBAUL, 2016), professor da disciplina de Gestão das Artes na Escola Artística António Arroio (2016-2018) e, desde 2019, professor assistente convidado de Técnicas de Palco I (seminário:&nbsp;<em>Vídeo em Contextos Performativos</em>) da licenciatura em Teatro (Produção) da ESTC.</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p>https://joaocristovaoleitao.com/</p><p><br></p><p>https://gerador.eu/joao-cristovao-leitao-a-nossa-memoria-e-muito-falaciosa/</p><p><br></p><p>https://culturadeborla.blogs.sapo.pt/video-instalacao-em-busca-de-7791524</p><p><br></p><p>https://www.tempsdimages-portugal.com/2015/loops/loops.html</p><p><br></p><p>http://sillyseason.pt/testamento-em-tres-atos</p><p><br></p><p>https://proyector.info/profile/joao-cristovao-leitao-o-retrato-de-ulisses/</p><p><br></p><p>https://fusovideoarte.com/2018wp/en/profile/joao-cristovao-leitao-en/</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 27.09.2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>João Cristóvão Leitão é licenciado em Teatro – Dramaturgia (ESTC), mestre em Arte Multimédia – Audiovisuais (FBAUL) e pós-graduado em Curadoria de Arte (FCSH). Actualmente, é doutorando na FBAUL.Enquanto criador, funda o colectivo performativo 3.14 (2010-2012) e colabora, desde 2012, com o colectivo SillySeason. Desenvolve projectos instalativos e de vídeo arte, os quais foram exibidos a nível internacional (Áustria, Brasil, Coreia do Sul, Espanha, França, Inglaterra, Irlanda, Itália, Peru, Portugal e Sérvia) e premiados (Menção Especial VIDEOFORMES; Prémio do Público – FUSO: Anual de Vídeo Arte Internacional de Lisboa; Prémio do Júri/Aquisição FUSO – Fundação EDP; Prémio Jovem Realizador – Fundação INATEL; Grande Prémio LOOPS.LISBOA/TDI/Museu Nacional de Arte Contemporânea). É representado pela plataforma Heure Exquise: Centre International pour les Arts Vidéo. Colabora com: Rabbit Hole (2014), Magma Collective (2014), Marta Ribeiro/VIDEOLOTION (2015-2017), Elmano Sancho (2015), Ana Jezabel e António Torres (2017), Daniel Gorjão/Teatro do Vão (2017), João Pedro Fonseca (2017), Rodrigo Pereira (2018), Diego Bragà (2020) e Rodrigo Teixeira (2021).É professor assistente convidado de Interpretação IV (oficina: Media) da licenciatura em Teatro (Actores) da ESTC (2014-215), orientador de um workshop sobre live-image (FBAUL, 2016), professor da disciplina de Gestão das Artes na Escola Artística António Arroio (2016-2018) e, desde 2019, professor assistente convidado de Técnicas de Palco I (seminário: Vídeo em Contextos Performativos) da licenciatura em Teatro (Produção) da ESTC.Links: https://joaocristovaoleitao.com/https://gerador.eu/joao-cristovao-leitao-a-nossa-memoria-e-muito-falaciosa/https://culturadeborla.blogs.sapo.pt/video-instalacao-em-busca-de-7791524https://www.tempsdimages-portugal.com/2015/loops/loops.htmlhttp://sillyseason.pt/testamento-em-tres-atoshttps://proyector.info/profile/joao-cristovao-leitao-o-retrato-de-ulisses/https://fusovideoarte.com/2018wp/en/profile/joao-cristovao-leitao-en/Episódio gravado a 27.09.2021http://www.appleton.ptMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando CabralFinanciamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtesApoio:Câmara Municipal de Lisboa </itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 30 Sep 2021 14:12:10 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 40 - &#34;Ser mais&#34; - Conversa com Daniel Blaufuks</title>
            <description><![CDATA[  <p>Daniel Blaufuks utiliza no seu trabalho a fotografia e o vídeo, apresentando o resultado através de livros, instalações e filmes. Os seus temas de predilecção são a ligação entre o tempo e o espaço e a representação da memória privada e pública.&nbsp;O artista apresentou o seu trabalho em Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Alemanha,&nbsp;Suíça, Itália, México, EUA e Brasil. Está representado em&nbsp;diversas colecções&nbsp;como a Byrd Hoffman Foundation, Nova Iorque, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela, Novo Banco Photo, Lisboa, MEIAC, Badajoz, Berardo Collection, Lisboa, Palazzo delle Papesse, Siena, Sagamore Art,&nbsp;Miami, The Progressive Collection, Ohio. Entre vários&nbsp;prémios recebidos,&nbsp;o artistas foi nomeado para o Deutsche Börse Photography Prize (2007, 2015), finalista para o Prémio Pilar Citoller Award, 2007 e o European Photography Award, 1996. Em 2007 ganhou o BES Photo Award, em 1990 o Kodak National Award e em 2016 o prémio AICA - Associação Internacional de Críticos de Arte.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.danielblaufuks.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.danielblaufuks.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.jeankentagauthier.com/en/artistes/news/9/daniel-blaufuks" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.jeankentagauthier.com/en/artistes/news/9/daniel-blaufuks</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.veracortes.com/artists/daniel-blaufuks/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.veracortes.com/artists/daniel-blaufuks/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.goethe.de/en/m/kul/ges/eu2/pco/dan/21866652.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.goethe.de/en/m/kul/ges/eu2/pco/dan/21866652.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://observador.pt/2020/01/09/memoria-holocausto-e-um-pai-ausente-daniel-blaufuks-escreveu-um-livro-que-e-um-mergulho-na-intimidade/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/2020/01/09/memoria-holocausto-e-um-pai-ausente-daniel-blaufuks-escreveu-um-livro-que-e-um-mergulho-na-intimidade/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/programa/tv/p30791/e13" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/programa/tv/p30791/e13</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2021/01/21/blaufuks_daily-um-misterio-comico-do-instagram/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2021/01/21/blaufuks_daily-um-misterio-comico-do-instagram/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.icp.org/perspective/transmissions-of-dispersion-daniel-blaufuks" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.icp.org/perspective/transmissions-of-dispersion-daniel-blaufuks</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.lbi.org/events/under-strange-skies-and-judenrein-with-daniel-blaufuks/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.lbi.org/events/under-strange-skies-and-judenrein-with-daniel-blaufuks/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.facebook.com/watch/?v=233576264783954" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.facebook.com/watch/?v=233576264783954</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=03PKfh28n30" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=03PKfh28n30</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=z01KBCDe4gU" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=z01KBCDe4gU</a></p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 06.07.2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Daniel Blaufuks utiliza no seu trabalho a fotografia e o vídeo, apresentando o resultado através de livros, instalações e filmes. Os seus temas de predilecção são a ligação entre o tempo e o espaço e a representação da memória privada e pública.&nbsp;O artista apresentou o seu trabalho em Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Alemanha,&nbsp;Suíça, Itália, México, EUA e Brasil. Está representado em&nbsp;diversas colecções&nbsp;como a Byrd Hoffman Foundation, Nova Iorque, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela, Novo Banco Photo, Lisboa, MEIAC, Badajoz, Berardo Collection, Lisboa, Palazzo delle Papesse, Siena, Sagamore Art,&nbsp;Miami, The Progressive Collection, Ohio. Entre vários&nbsp;prémios recebidos,&nbsp;o artistas foi nomeado para o Deutsche Börse Photography Prize (2007, 2015), finalista para o Prémio Pilar Citoller Award, 2007 e o European Photography Award, 1996. Em 2007 ganhou o BES Photo Award, em 1990 o Kodak National Award e em 2016 o prémio AICA - Associação Internacional de Críticos de Arte.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.danielblaufuks.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.danielblaufuks.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.jeankentagauthier.com/en/artistes/news/9/daniel-blaufuks" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.jeankentagauthier.com/en/artistes/news/9/daniel-blaufuks</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.veracortes.com/artists/daniel-blaufuks/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.veracortes.com/artists/daniel-blaufuks/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.goethe.de/en/m/kul/ges/eu2/pco/dan/21866652.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.goethe.de/en/m/kul/ges/eu2/pco/dan/21866652.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://observador.pt/2020/01/09/memoria-holocausto-e-um-pai-ausente-daniel-blaufuks-escreveu-um-livro-que-e-um-mergulho-na-intimidade/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/2020/01/09/memoria-holocausto-e-um-pai-ausente-daniel-blaufuks-escreveu-um-livro-que-e-um-mergulho-na-intimidade/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.rtp.pt/programa/tv/p30791/e13" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/programa/tv/p30791/e13</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2021/01/21/blaufuks_daily-um-misterio-comico-do-instagram/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2021/01/21/blaufuks_daily-um-misterio-comico-do-instagram/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.icp.org/perspective/transmissions-of-dispersion-daniel-blaufuks" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.icp.org/perspective/transmissions-of-dispersion-daniel-blaufuks</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.lbi.org/events/under-strange-skies-and-judenrein-with-daniel-blaufuks/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.lbi.org/events/under-strange-skies-and-judenrein-with-daniel-blaufuks/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.facebook.com/watch/?v=233576264783954" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.facebook.com/watch/?v=233576264783954</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=03PKfh28n30" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=03PKfh28n30</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=z01KBCDe4gU" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=z01KBCDe4gU</a></p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 06.07.2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Daniel Blaufuks utiliza no seu trabalho a fotografia e o vídeo, apresentando o resultado através de livros, instalações e filmes. Os seus temas de predilecção são a ligação entre o tempo e o espaço e a representação da memória privada e pública. O artista apresentou o seu trabalho em Portugal, Espanha, França, Reino Unido, Alemanha, Suíça, Itália, México, EUA e Brasil. Está representado em diversas colecções como a Byrd Hoffman Foundation, Nova Iorque, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, Centro Galego de Arte Contemporânea, Santiago de Compostela, Novo Banco Photo, Lisboa, MEIAC, Badajoz, Berardo Collection, Lisboa, Palazzo delle Papesse, Siena, Sagamore Art, Miami, The Progressive Collection, Ohio. Entre vários prémios recebidos, o artistas foi nomeado para o Deutsche Börse Photography Prize (2007, 2015), finalista para o Prémio Pilar Citoller Award, 2007 e o European Photography Award, 1996. Em 2007 ganhou o BES Photo Award, em 1990 o Kodak National Award e em 2016 o prémio AICA - Associação Internacional de Críticos de Arte. Links: https://www.danielblaufuks.com/ http://www.jeankentagauthier.com/en/artistes/news/9/daniel-blaufuks https://www.veracortes.com/artists/daniel-blaufuks/ https://www.goethe.de/en/m/kul/ges/eu2/pco/dan/21866652.html https://observador.pt/2020/01/09/memoria-holocausto-e-um-pai-ausente-daniel-blaufuks-escreveu-um-livro-que-e-um-mergulho-na-intimidade/ https://www.rtp.pt/programa/tv/p30791/e13 https://umbigomagazine.com/en/blog/2021/01/21/blaufuks_daily-um-misterio-comico-do-instagram/ https://www.icp.org/perspective/transmissions-of-dispersion-daniel-blaufuks https://www.lbi.org/events/under-strange-skies-and-judenrein-with-daniel-blaufuks/ https://www.facebook.com/watch/?v=233576264783954 https://www.youtube.com/watch?v=03PKfh28n30 https://www.youtube.com/watch?v=z01KBCDe4gU Episódio gravado a 06.07.2021http://www.appleton.ptMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando CabralFinanciamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtesApoio:Câmara Municipal de Lisboa </itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 21 Sep 2021 17:39:23 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 39 - &#34;MeelPress&#34; - Conversa com Hugo Amorim</title>
            <description><![CDATA[  <p>Hugo Amorim (1975) nasceu em Lisboa, onde vive e trabalha.</p><p>Frequentou no Ar.Co o Plano de Estudos Completo de Pintura (1997/02), o Curso Avançado de Artes Plásticas (2002/04), o Curso de Cinema/Imagem em Movimento (2004/05) e o Curso de Escultura (2005/06). Entre 2004 e 2007 foi Professor e Responsável Técnico do Departamento de Gravura, no Ar.Co, em Almada.</p><p>Participou nas seguintes exposições colectivas: Artista selecionado para o prémio Amadeo Souza-Cardoso (2017); Mostra15 (2015); “Sim Não”, com Francisco Tropa, projecto inserido no ciclo “O corpo como utensílio, o corpo como matéria”, Auditório da Fundação de Serralves (2006); “Ar.Co, Bazar”, Centro Cultural de Belém (2006); “Exposição de Finalistas e Bolseiros”, Ar.Co, Cordoaria Nacional (2005); “Exposição de Verão”/ Open Studio, Ar.Co (2004).</p><p>Em 2012 fundou a MeelPress um estúdio de impressão de múltiplos e edições limitadas com o intuito de criar um lugar de colaboração artística.</p><p>Imprimiu então trabalhos para exposições individuais dos seguintes artistas: Alexandre Conefrey, Ana Jotta, Ana Pérez Piroga, Belén Uriel, Constança Arouca, Elisa Pône,</p><p>Henrique Pavão, João Queiroz, Miguel Palma, Paulo Brighenti, Rui Calçada Bastos, Salomé Lamas, Thierry Simões, Tomás Cunha Ferreira, entre outros.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://meelpress.com/about/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://meelpress.com/about/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2018/09/27/p3/cronica/duplo-espaco-o-atelier-de-hugo-amorim-1845513" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2018/09/27/p3/cronica/duplo-espaco-o-atelier-de-hugo-amorim-1845513</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://project-space.london/1-3-meelpress" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://project-space.london/1-3-meelpress</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://duploespaco.blogspot.com/2018/09/hugo-amorim.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://duploespaco.blogspot.com/2018/09/hugo-amorim.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.facebook.com/appletonassociacao/photos/agora-nowconversa-sobre-obra-gr%C3%A1fica-entre-ana-jotta-jos%C3%A9-pedro-croft-juli%C3%A3o-sar/1815249005194124/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.facebook.com/appletonassociacao/photos/agora-nowconversa-sobre-obra-gr%C3%A1fica-entre-ana-jotta-jos%C3%A9-pedro-croft-juli%C3%A3o-sar/1815249005194124/</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 16.07.2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Hugo Amorim (1975) nasceu em Lisboa, onde vive e trabalha.</p><p>Frequentou no Ar.Co o Plano de Estudos Completo de Pintura (1997/02), o Curso Avançado de Artes Plásticas (2002/04), o Curso de Cinema/Imagem em Movimento (2004/05) e o Curso de Escultura (2005/06). Entre 2004 e 2007 foi Professor e Responsável Técnico do Departamento de Gravura, no Ar.Co, em Almada.</p><p>Participou nas seguintes exposições colectivas: Artista selecionado para o prémio Amadeo Souza-Cardoso (2017); Mostra15 (2015); “Sim Não”, com Francisco Tropa, projecto inserido no ciclo “O corpo como utensílio, o corpo como matéria”, Auditório da Fundação de Serralves (2006); “Ar.Co, Bazar”, Centro Cultural de Belém (2006); “Exposição de Finalistas e Bolseiros”, Ar.Co, Cordoaria Nacional (2005); “Exposição de Verão”/ Open Studio, Ar.Co (2004).</p><p>Em 2012 fundou a MeelPress um estúdio de impressão de múltiplos e edições limitadas com o intuito de criar um lugar de colaboração artística.</p><p>Imprimiu então trabalhos para exposições individuais dos seguintes artistas: Alexandre Conefrey, Ana Jotta, Ana Pérez Piroga, Belén Uriel, Constança Arouca, Elisa Pône,</p><p>Henrique Pavão, João Queiroz, Miguel Palma, Paulo Brighenti, Rui Calçada Bastos, Salomé Lamas, Thierry Simões, Tomás Cunha Ferreira, entre outros.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://meelpress.com/about/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://meelpress.com/about/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2018/09/27/p3/cronica/duplo-espaco-o-atelier-de-hugo-amorim-1845513" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2018/09/27/p3/cronica/duplo-espaco-o-atelier-de-hugo-amorim-1845513</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://project-space.london/1-3-meelpress" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://project-space.london/1-3-meelpress</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://duploespaco.blogspot.com/2018/09/hugo-amorim.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://duploespaco.blogspot.com/2018/09/hugo-amorim.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.facebook.com/appletonassociacao/photos/agora-nowconversa-sobre-obra-gr%C3%A1fica-entre-ana-jotta-jos%C3%A9-pedro-croft-juli%C3%A3o-sar/1815249005194124/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.facebook.com/appletonassociacao/photos/agora-nowconversa-sobre-obra-gr%C3%A1fica-entre-ana-jotta-jos%C3%A9-pedro-croft-juli%C3%A3o-sar/1815249005194124/</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado a 16.07.2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Hugo Amorim (1975) nasceu em Lisboa, onde vive e trabalha.Frequentou no Ar.Co o Plano de Estudos Completo de Pintura (1997/02), o Curso Avançado de Artes Plásticas (2002/04), o Curso de Cinema/Imagem em Movimento (2004/05) e o Curso de Escultura (2005/06). Entre 2004 e 2007 foi Professor e Responsável Técnico do Departamento de Gravura, no Ar.Co, em Almada.Participou nas seguintes exposições colectivas: Artista selecionado para o prémio Amadeo Souza-Cardoso (2017); Mostra15 (2015); “Sim Não”, com Francisco Tropa, projecto inserido no ciclo “O corpo como utensílio, o corpo como matéria”, Auditório da Fundação de Serralves (2006); “Ar.Co, Bazar”, Centro Cultural de Belém (2006); “Exposição de Finalistas e Bolseiros”, Ar.Co, Cordoaria Nacional (2005); “Exposição de Verão”/ Open Studio, Ar.Co (2004).Em 2012 fundou a MeelPress um estúdio de impressão de múltiplos e edições limitadas com o intuito de criar um lugar de colaboração artística.Imprimiu então trabalhos para exposições individuais dos seguintes artistas: Alexandre Conefrey, Ana Jotta, Ana Pérez Piroga, Belén Uriel, Constança Arouca, Elisa Pône,Henrique Pavão, João Queiroz, Miguel Palma, Paulo Brighenti, Rui Calçada Bastos, Salomé Lamas, Thierry Simões, Tomás Cunha Ferreira, entre outros. Links: https://meelpress.com/about/ https://www.publico.pt/2018/09/27/p3/cronica/duplo-espaco-o-atelier-de-hugo-amorim-1845513 https://project-space.london/1-3-meelpress http://duploespaco.blogspot.com/2018/09/hugo-amorim.html https://www.facebook.com/appletonassociacao/photos/agora-nowconversa-sobre-obra-gr%C3%A1fica-entre-ana-jotta-jos%C3%A9-pedro-croft-juli%C3%A3o-sar/1815249005194124/Episódio gravado a 16.07.2021http://www.appleton.ptMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando CabralFinanciamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtesApoio:Câmara Municipal de Lisboa  </itunes:summary>
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            <pubDate>Sun, 05 Sep 2021 13:09:48 +0000</pubDate>
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        <item>
            <title>Episódio 38 - &#34;Lado B&#34; - Conversa com Mariana Gomes</title>
            <description><![CDATA[  <p>Mariana Gomes (Faro, 1983) vive e trabalha em Lisboa, Portugal, e é formada em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Portugal.&nbsp;</p><p>Em 2011 foi distinguida com menção honrosa pelo Prémio Fidelidade Mundial – Jovens Pintores 2011. Das exposições que realizou destacam-se:&nbsp;Canhota, curadoria de Bruno Marchand, Fundação Carmona e Costa, Lisboa (2019);&nbsp;Quote / Unquote. Entre Apropriação de Diálogo, curadoria de Ana Anacleto e Gabriela Vaz Pinheiro, Galeria Municipal do Porto, Porto, MAAT – Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, Lisboa (2017);&nbsp;Romanian Dances, Galeria Baginski, Lisboa (2017);&nbsp;Bollocks, curadoria de Bruno Marchand, Appleton Square, Lisboa (2016);&nbsp;10º Prémio Amadeu de Souza-Cardoso, Museu Municipal Amadeu de Souza-Cardoso, Amarante (2015);&nbsp;Breviário, Galeria Fernando Santos, Porto (2014);&nbsp;Stop Making sense!,&nbsp;com curadoria de João Pinharanda, Fundação EDP, Lisboa (2013);&nbsp;X Tentativas, Galeria Módulo – Centro Difusor de Arte, Lisboa (2009). O trabalho de Mariana Gomes encontra-se representada em várias colecções privadas e em colecções públicas como a Colecção de Arte Contemporânea da Fundação EDP, a Colecção Moderna do Museu Calouste Gulbenkian, Fundação Carmona e Costa e&nbsp;colecção PLMJ.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=bLF_imIsOtA" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=bLF_imIsOtA</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=yCB5yL_vJms" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=yCB5yL_vJms</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/06/28/canhota-de-mariana-gomes/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/06/28/canhota-de-mariana-gomes/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/02/16/entrevista-com-mariana-gomes/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/02/16/entrevista-com-mariana-gomes/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.artecapital.net/snapshot-65-mariana-gomes" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.artecapital.net/snapshot-65-mariana-gomes</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.rcb-radiocovadabeira.pt/pag/62295" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.rcb-radiocovadabeira.pt/pag/62295</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.photodocumenta.pt/marianagomesbollocks/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.photodocumenta.pt/marianagomesbollocks/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/05/07/sindicato-dos-pintores/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/05/07/sindicato-dos-pintores/</a></p><p>&nbsp;</p><p>https://www.cortexfrontal.org/projetos</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 07.07.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Mariana Gomes (Faro, 1983) vive e trabalha em Lisboa, Portugal, e é formada em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Portugal.&nbsp;</p><p>Em 2011 foi distinguida com menção honrosa pelo Prémio Fidelidade Mundial – Jovens Pintores 2011. Das exposições que realizou destacam-se:&nbsp;Canhota, curadoria de Bruno Marchand, Fundação Carmona e Costa, Lisboa (2019);&nbsp;Quote / Unquote. Entre Apropriação de Diálogo, curadoria de Ana Anacleto e Gabriela Vaz Pinheiro, Galeria Municipal do Porto, Porto, MAAT – Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, Lisboa (2017);&nbsp;Romanian Dances, Galeria Baginski, Lisboa (2017);&nbsp;Bollocks, curadoria de Bruno Marchand, Appleton Square, Lisboa (2016);&nbsp;10º Prémio Amadeu de Souza-Cardoso, Museu Municipal Amadeu de Souza-Cardoso, Amarante (2015);&nbsp;Breviário, Galeria Fernando Santos, Porto (2014);&nbsp;Stop Making sense!,&nbsp;com curadoria de João Pinharanda, Fundação EDP, Lisboa (2013);&nbsp;X Tentativas, Galeria Módulo – Centro Difusor de Arte, Lisboa (2009). O trabalho de Mariana Gomes encontra-se representada em várias colecções privadas e em colecções públicas como a Colecção de Arte Contemporânea da Fundação EDP, a Colecção Moderna do Museu Calouste Gulbenkian, Fundação Carmona e Costa e&nbsp;colecção PLMJ.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=bLF_imIsOtA" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=bLF_imIsOtA</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=yCB5yL_vJms" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=yCB5yL_vJms</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/06/28/canhota-de-mariana-gomes/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/06/28/canhota-de-mariana-gomes/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/02/16/entrevista-com-mariana-gomes/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/02/16/entrevista-com-mariana-gomes/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.artecapital.net/snapshot-65-mariana-gomes" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.artecapital.net/snapshot-65-mariana-gomes</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.rcb-radiocovadabeira.pt/pag/62295" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.rcb-radiocovadabeira.pt/pag/62295</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.photodocumenta.pt/marianagomesbollocks/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.photodocumenta.pt/marianagomesbollocks/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/05/07/sindicato-dos-pintores/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/05/07/sindicato-dos-pintores/</a></p><p>&nbsp;</p><p>https://www.cortexfrontal.org/projetos</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 07.07.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Mariana Gomes (Faro, 1983) vive e trabalha em Lisboa, Portugal, e é formada em Pintura pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Portugal. Em 2011 foi distinguida com menção honrosa pelo Prémio Fidelidade Mundial – Jovens Pintores 2011. Das exposições que realizou destacam-se: Canhota, curadoria de Bruno Marchand, Fundação Carmona e Costa, Lisboa (2019); Quote / Unquote. Entre Apropriação de Diálogo, curadoria de Ana Anacleto e Gabriela Vaz Pinheiro, Galeria Municipal do Porto, Porto, MAAT – Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia, Lisboa (2017); Romanian Dances, Galeria Baginski, Lisboa (2017); Bollocks, curadoria de Bruno Marchand, Appleton Square, Lisboa (2016); 10º Prémio Amadeu de Souza-Cardoso, Museu Municipal Amadeu de Souza-Cardoso, Amarante (2015); Breviário, Galeria Fernando Santos, Porto (2014); Stop Making sense!, com curadoria de João Pinharanda, Fundação EDP, Lisboa (2013); X Tentativas, Galeria Módulo – Centro Difusor de Arte, Lisboa (2009). O trabalho de Mariana Gomes encontra-se representada em várias colecções privadas e em colecções públicas como a Colecção de Arte Contemporânea da Fundação EDP, a Colecção Moderna do Museu Calouste Gulbenkian, Fundação Carmona e Costa e colecção PLMJ.Links:https://www.youtube.com/watch?v=bLF_imIsOtA https://www.youtube.com/watch?v=yCB5yL_vJms https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/06/28/canhota-de-mariana-gomes/ https://umbigomagazine.com/pt/blog/2021/02/16/entrevista-com-mariana-gomes/ http://www.artecapital.net/snapshot-65-mariana-gomes http://www.rcb-radiocovadabeira.pt/pag/62295 https://www.photodocumenta.pt/marianagomesbollocks/ https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/05/07/sindicato-dos-pintores/ https://www.cortexfrontal.org/projetosEpisódio gravado a 07.07.2021 http://www.appleton.ptMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando CabralFinanciamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtesApoio:Câmara Municipal de Lisboa   </itunes:summary>
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            <pubDate>Sun, 29 Aug 2021 13:05:27 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 37 - &#34;Madragoa&#34; - Conversa com Matteo Consonni</title>
            <description><![CDATA[  <p>Matteo Consonni é co-fundador com Gonçalo Jesus da Galeria Madragoa, em Lisboa desde 2016 e que começou apenas com seis artistas representados, entre os quais Rodrigo Hernández e Adrián Balseca, com foco na arte conceptual. A Madragoa tem o nome do bairro histórico no centro da cidade onde se localiza e tem crescido a nível internacional marcando presença em feiras como a Art Basel, Liste, Arco Madrid, SP Arte, Zona Maco e Artissima. Antes de abrir a sua própria galeria foi diretor da Galleria Franco Noero, em Turim, desde 2010. Consonni obteve um MA em Curadoria na Goldsmiths, Londres.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.galeriamadragoa.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.galeriamadragoa.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://artpil.com/galeria-madragoa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artpil.com/galeria-madragoa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.timeout.pt/lisboa/pt/arte/galeria-madragoa" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.timeout.pt/lisboa/pt/arte/galeria-madragoa</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/07/14/o-homework-da-galeria-madragoa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/07/14/o-homework-da-galeria-madragoa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://pt.linkedin.com/in/matteo-consonni-39334a11" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pt.linkedin.com/in/matteo-consonni-39334a11</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://artbasel.com/news/meet-madragoa" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artbasel.com/news/meet-madragoa</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.adforum.com/talent/65259-matteo-consonni/work/34462206" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.adforum.com/talent/65259-matteo-consonni/work/34462206</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/04/06/5-sugestoes-culturais-matteo-consonni/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/04/06/5-sugestoes-culturais-matteo-consonni/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://artbasel.com/basel/gallery-portraits" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artbasel.com/basel/gallery-portraits</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.facebook.com/watch/?v=139345734447901" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.facebook.com/watch/?v=139345734447901</a></p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 07.07.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Matteo Consonni é co-fundador com Gonçalo Jesus da Galeria Madragoa, em Lisboa desde 2016 e que começou apenas com seis artistas representados, entre os quais Rodrigo Hernández e Adrián Balseca, com foco na arte conceptual. A Madragoa tem o nome do bairro histórico no centro da cidade onde se localiza e tem crescido a nível internacional marcando presença em feiras como a Art Basel, Liste, Arco Madrid, SP Arte, Zona Maco e Artissima. Antes de abrir a sua própria galeria foi diretor da Galleria Franco Noero, em Turim, desde 2010. Consonni obteve um MA em Curadoria na Goldsmiths, Londres.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.galeriamadragoa.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.galeriamadragoa.pt/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://artpil.com/galeria-madragoa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artpil.com/galeria-madragoa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.timeout.pt/lisboa/pt/arte/galeria-madragoa" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.timeout.pt/lisboa/pt/arte/galeria-madragoa</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/07/14/o-homework-da-galeria-madragoa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/07/14/o-homework-da-galeria-madragoa/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://pt.linkedin.com/in/matteo-consonni-39334a11" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pt.linkedin.com/in/matteo-consonni-39334a11</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://artbasel.com/news/meet-madragoa" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artbasel.com/news/meet-madragoa</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.adforum.com/talent/65259-matteo-consonni/work/34462206" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.adforum.com/talent/65259-matteo-consonni/work/34462206</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/04/06/5-sugestoes-culturais-matteo-consonni/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/04/06/5-sugestoes-culturais-matteo-consonni/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://artbasel.com/basel/gallery-portraits" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artbasel.com/basel/gallery-portraits</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.facebook.com/watch/?v=139345734447901" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.facebook.com/watch/?v=139345734447901</a></p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p>Episódio gravado a 07.07.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Matteo Consonni é co-fundador com Gonçalo Jesus da Galeria Madragoa, em Lisboa desde 2016 e que começou apenas com seis artistas representados, entre os quais Rodrigo Hernández e Adrián Balseca, com foco na arte conceptual. A Madragoa tem o nome do bairro histórico no centro da cidade onde se localiza e tem crescido a nível internacional marcando presença em feiras como a Art Basel, Liste, Arco Madrid, SP Arte, Zona Maco e Artissima. Antes de abrir a sua própria galeria foi diretor da Galleria Franco Noero, em Turim, desde 2010. Consonni obteve um MA em Curadoria na Goldsmiths, Londres. Links: https://www.galeriamadragoa.pt/ https://artpil.com/galeria-madragoa/ https://www.timeout.pt/lisboa/pt/arte/galeria-madragoa https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/07/14/o-homework-da-galeria-madragoa/ https://pt.linkedin.com/in/matteo-consonni-39334a11 https://artbasel.com/news/meet-madragoa https://www.adforum.com/talent/65259-matteo-consonni/work/34462206 https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/04/06/5-sugestoes-culturais-matteo-consonni/ https://artbasel.com/basel/gallery-portraits https://www.facebook.com/watch/?v=139345734447901 Episódio gravado a 07.07.2021 http://www.appleton.ptMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando CabralFinanciamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtesApoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 21 Aug 2021 22:02:55 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 36 - J - Conversa com Ana Jotta</title>
            <description><![CDATA[  <p>Ana Jotta nasceu em Lisboa em 1946, onde vive e trabalha. Depois de estudar na Faculdade de Belas Artes de Lisboa e na Escola de Artes Visuais em Bruxelas, trabalhou como actriz e como designer cenográfica entre 1976 e 1979 com "Produções Teatrais" (Universidade do Teatro em Lisboa). Desde os anos 80 dedicou a sua actividade às artes visuais e desde os anos 90 tem sido presença regular em feiras e bienais de arte internacionais (ARCO, Brussels, Johannesburg, Barcelona, etc.). Em 2005, teve a sua primeira exposição retrospectiva “Rua Ana Jotta” no Museu de Serralves no Porto. Em 2014, Ana Jotta apresentou uma antológica “A Conclusão da Precedente” na Culturgest em Lisboa.</p><p><br></p><p>Ana Jotta construiu a sua obra numa sequência de descobertas que incorporam algum tipo de apagamento: dos seus próprios passos anteriores; da ideologia modernista e das mitologias pós-modernas; e da noção de autoria - quer desconstruindo-a, quer reconstruindo-a, tentou desmantelar a ideia de um estilo coerente ou unívoco. Através de uma economia nua de meios, o seu trabalho mostra um grande sentido de inteligência e sagacidade. Com Ana Jotta, pode sempre esperar-se o inesperado. Em 2013 ganhou o Grande Prémio Fundação EDP, em 2014 o Prémio AICA e em 2017 o Rosa Shapire Award, Kunsthalle, Hamburg.&nbsp;</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.miguelnabinho.com/ana-jotta</p><p><br></p><p>http://www.artecapital.net/entrevista-205-ana-jotta</p><p><br></p><p>https://pre2018.culturgest.pt/2009/docs/AnaJotta_JE.pdf</p><p><br></p><p>https://www.e-cultura.pt/artigo/20706</p><p><br></p><p>https://www.dn.pt/artes/artes-plasticas/ana-jotta-uma-surpreendida-vencedora-do-premio-edp-3771427.html</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2014/03/21/culturaipsilon/noticia/ana-jotta-1629190</p><p><br></p><p>https://contemporanea.pt/edicoes/01-2018/bonus-de-ana-jotta-arte-da-desobediencia</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=YurZwz9izGE</p><p><br></p><p>https://www.arteinformado.com/guia/f/ana-jotta-35087</p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 13.07.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Ana Jotta nasceu em Lisboa em 1946, onde vive e trabalha. Depois de estudar na Faculdade de Belas Artes de Lisboa e na Escola de Artes Visuais em Bruxelas, trabalhou como actriz e como designer cenográfica entre 1976 e 1979 com "Produções Teatrais" (Universidade do Teatro em Lisboa). Desde os anos 80 dedicou a sua actividade às artes visuais e desde os anos 90 tem sido presença regular em feiras e bienais de arte internacionais (ARCO, Brussels, Johannesburg, Barcelona, etc.). Em 2005, teve a sua primeira exposição retrospectiva “Rua Ana Jotta” no Museu de Serralves no Porto. Em 2014, Ana Jotta apresentou uma antológica “A Conclusão da Precedente” na Culturgest em Lisboa.</p><p><br></p><p>Ana Jotta construiu a sua obra numa sequência de descobertas que incorporam algum tipo de apagamento: dos seus próprios passos anteriores; da ideologia modernista e das mitologias pós-modernas; e da noção de autoria - quer desconstruindo-a, quer reconstruindo-a, tentou desmantelar a ideia de um estilo coerente ou unívoco. Através de uma economia nua de meios, o seu trabalho mostra um grande sentido de inteligência e sagacidade. Com Ana Jotta, pode sempre esperar-se o inesperado. Em 2013 ganhou o Grande Prémio Fundação EDP, em 2014 o Prémio AICA e em 2017 o Rosa Shapire Award, Kunsthalle, Hamburg.&nbsp;</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.miguelnabinho.com/ana-jotta</p><p><br></p><p>http://www.artecapital.net/entrevista-205-ana-jotta</p><p><br></p><p>https://pre2018.culturgest.pt/2009/docs/AnaJotta_JE.pdf</p><p><br></p><p>https://www.e-cultura.pt/artigo/20706</p><p><br></p><p>https://www.dn.pt/artes/artes-plasticas/ana-jotta-uma-surpreendida-vencedora-do-premio-edp-3771427.html</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2014/03/21/culturaipsilon/noticia/ana-jotta-1629190</p><p><br></p><p>https://contemporanea.pt/edicoes/01-2018/bonus-de-ana-jotta-arte-da-desobediencia</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=YurZwz9izGE</p><p><br></p><p>https://www.arteinformado.com/guia/f/ana-jotta-35087</p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 13.07.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Ana Jotta nasceu em Lisboa em 1946, onde vive e trabalha. Depois de estudar na Faculdade de Belas Artes de Lisboa e na Escola de Artes Visuais em Bruxelas, trabalhou como actriz e como designer cenográfica entre 1976 e 1979 com &#34;Produções Teatrais&#34; (Universidade do Teatro em Lisboa). Desde os anos 80 dedicou a sua actividade às artes visuais e desde os anos 90 tem sido presença regular em feiras e bienais de arte internacionais (ARCO, Brussels, Johannesburg, Barcelona, etc.). Em 2005, teve a sua primeira exposição retrospectiva “Rua Ana Jotta” no Museu de Serralves no Porto. Em 2014, Ana Jotta apresentou uma antológica “A Conclusão da Precedente” na Culturgest em Lisboa.Ana Jotta construiu a sua obra numa sequência de descobertas que incorporam algum tipo de apagamento: dos seus próprios passos anteriores; da ideologia modernista e das mitologias pós-modernas; e da noção de autoria - quer desconstruindo-a, quer reconstruindo-a, tentou desmantelar a ideia de um estilo coerente ou unívoco. Através de uma economia nua de meios, o seu trabalho mostra um grande sentido de inteligência e sagacidade. Com Ana Jotta, pode sempre esperar-se o inesperado. Em 2013 ganhou o Grande Prémio Fundação EDP, em 2014 o Prémio AICA e em 2017 o Rosa Shapire Award, Kunsthalle, Hamburg. Links:https://www.miguelnabinho.com/ana-jottahttp://www.artecapital.net/entrevista-205-ana-jottahttps://pre2018.culturgest.pt/2009/docs/AnaJotta_JE.pdfhttps://www.e-cultura.pt/artigo/20706https://www.dn.pt/artes/artes-plasticas/ana-jotta-uma-surpreendida-vencedora-do-premio-edp-3771427.htmlhttps://www.publico.pt/2014/03/21/culturaipsilon/noticia/ana-jotta-1629190https://contemporanea.pt/edicoes/01-2018/bonus-de-ana-jotta-arte-da-desobedienciahttps://www.youtube.com/watch?v=YurZwz9izGEhttps://www.arteinformado.com/guia/f/ana-jotta-35087 Episódio gravado a 13.07.2021 http://www.appleton.ptMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando CabralFinanciamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtesApoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 14 Aug 2021 18:59:55 +0000</pubDate>
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            <title>Episodio 35 - &#34;Festival Garagem 21&#34; - Conversa com Rodrigo Amado</title>
            <description><![CDATA[  <p>Rodrigo Amado</p><p>Nomeado, pelo sétimo ano consecutivo, pela prestigiada El Intruso International Critics Poll como um dos cinco melhores saxofonistas tenor em actividade, ao lado de Evan Parker, Joe Lovano, Ken Vandermark, Jon Irabagon, Ivo Perelman, James Brandon Lewis, Chris Potter ou Ingrid Laubrock, Rodrigo Amado acaba de editar "Let The Free Be Men" (Trost), o terceiro álbum do quarteto que mantém com três das mais importantes figuras do jazz livre actual - Joe McPhee, Kent Kessler e Chris Corsano. Ainda este ano, editou também “The Field” (No Business), o sétimo álbum do seu celebrado Motion Trio, aqui com a participação do lendário pianista alemão Alexander von Schlippenbach. O ano de 2021 anuncia-se intenso, com a realização prevista de uma extensa tour Europeia dos Humanization Quartet e ainda inúmeros concertos um pouco por toda a Europa.</p><p>&nbsp;</p><p>Com o seu quarteto americano, à frente dos Motion Trio, com Miguel Mira e Gabriel Ferrandini, ou integrado nos Humanization Quartet, Amado realizou nos últimos anos inúmeras tournées na Europa e nos Estados Unidos, tendo passado por salas de referência como o Snug Harbor em New Orleans, Hideout em Chicago, The Stone em Nova Iorque, Bimhuis em Amsterdão, DOM em Moscovo, Jazz House em Copenhaga, Cafe Oto em Londres, Pardon To Tu em Varsóvia, De Singer em Antuérpia, Manufaktur em Estugarda ou a State Philharmony Hall em Oradea, vendo o seu trabalho aclamado em publicações internacionais de referência como a revista The Wire, ou os jornais El País e Folha de São Paulo. Com uma série de novas tours previstas para 2021 e 2022, Amado afirma-se, cada vez mais, como um dos mais destacados improvisadores Europeus. Como refere o crítico e escritor norte-americano Stuart Broomer nas liner notes que escreveu para "This Is Our Language", "Amado is an emerging master of a great tradition, more apparent with each new recording or performance."</p><p>&nbsp;</p><p>Amado desenvolve ainda intensa actividade como fotógrafo, tendo realizado inúmeras exposições individuais (Maus Hábitos, Porto; Museu da Electricidade, Fundação EDP, Lisboa; Museu da Imagem, Braga; Galeria Módulo, Lisboa; Quase Galeria, Porto; Kameraphoto, Lisboa) e colectivas. Editou em 2012 o livro “Um Certain Malaise” (Documenta), com imagens suas e textos de Gonçalo M Tavares.</p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.rodrigoamado.com/</p><p><br></p><p>https://rodrigoamado.bandcamp.com/</p><p><br></p><p>https://www.culturgest.pt/pt/programacao/RodrigoAmado-JoeMcPhee-KentKessler-ChrisCorsano/</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2015/09/08/video/rodrigo-amado-joe-mcphee-kent-kessler-e-chris-corsano-20150908-132231</p><p><br></p><p>https://www.rimasebatidas.pt/rodrigo-amado-toco-um-instrumento-que-tem-o-sopro-da-liberdade/</p><p><br></p><p>https://www.fundacaoedp.pt/pt/noticias/un-certain-malaise</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2018/06/15/culturaipsilon/noticia/para-rodrigo-amado-e-tempo-de-ir-mais-fundo-nas-raizes-1834127</p><p><br></p><p>https://jazz.pt/ponto-escuta/2018/06/08/rodrigo-amado-history-nothing-trost/&nbsp;</p><p><br></p><p>https://www.timeout.pt/lisboa/pt/musica/cinco-saxofonistas-de-jazz-portugueses-que-precisa-de-ouvir</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=uxCYGdxkamc</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=3Rwf5qql4Ac</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 29.07.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Rodrigo Amado</p><p>Nomeado, pelo sétimo ano consecutivo, pela prestigiada El Intruso International Critics Poll como um dos cinco melhores saxofonistas tenor em actividade, ao lado de Evan Parker, Joe Lovano, Ken Vandermark, Jon Irabagon, Ivo Perelman, James Brandon Lewis, Chris Potter ou Ingrid Laubrock, Rodrigo Amado acaba de editar "Let The Free Be Men" (Trost), o terceiro álbum do quarteto que mantém com três das mais importantes figuras do jazz livre actual - Joe McPhee, Kent Kessler e Chris Corsano. Ainda este ano, editou também “The Field” (No Business), o sétimo álbum do seu celebrado Motion Trio, aqui com a participação do lendário pianista alemão Alexander von Schlippenbach. O ano de 2021 anuncia-se intenso, com a realização prevista de uma extensa tour Europeia dos Humanization Quartet e ainda inúmeros concertos um pouco por toda a Europa.</p><p>&nbsp;</p><p>Com o seu quarteto americano, à frente dos Motion Trio, com Miguel Mira e Gabriel Ferrandini, ou integrado nos Humanization Quartet, Amado realizou nos últimos anos inúmeras tournées na Europa e nos Estados Unidos, tendo passado por salas de referência como o Snug Harbor em New Orleans, Hideout em Chicago, The Stone em Nova Iorque, Bimhuis em Amsterdão, DOM em Moscovo, Jazz House em Copenhaga, Cafe Oto em Londres, Pardon To Tu em Varsóvia, De Singer em Antuérpia, Manufaktur em Estugarda ou a State Philharmony Hall em Oradea, vendo o seu trabalho aclamado em publicações internacionais de referência como a revista The Wire, ou os jornais El País e Folha de São Paulo. Com uma série de novas tours previstas para 2021 e 2022, Amado afirma-se, cada vez mais, como um dos mais destacados improvisadores Europeus. Como refere o crítico e escritor norte-americano Stuart Broomer nas liner notes que escreveu para "This Is Our Language", "Amado is an emerging master of a great tradition, more apparent with each new recording or performance."</p><p>&nbsp;</p><p>Amado desenvolve ainda intensa actividade como fotógrafo, tendo realizado inúmeras exposições individuais (Maus Hábitos, Porto; Museu da Electricidade, Fundação EDP, Lisboa; Museu da Imagem, Braga; Galeria Módulo, Lisboa; Quase Galeria, Porto; Kameraphoto, Lisboa) e colectivas. Editou em 2012 o livro “Um Certain Malaise” (Documenta), com imagens suas e textos de Gonçalo M Tavares.</p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.rodrigoamado.com/</p><p><br></p><p>https://rodrigoamado.bandcamp.com/</p><p><br></p><p>https://www.culturgest.pt/pt/programacao/RodrigoAmado-JoeMcPhee-KentKessler-ChrisCorsano/</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2015/09/08/video/rodrigo-amado-joe-mcphee-kent-kessler-e-chris-corsano-20150908-132231</p><p><br></p><p>https://www.rimasebatidas.pt/rodrigo-amado-toco-um-instrumento-que-tem-o-sopro-da-liberdade/</p><p><br></p><p>https://www.fundacaoedp.pt/pt/noticias/un-certain-malaise</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2018/06/15/culturaipsilon/noticia/para-rodrigo-amado-e-tempo-de-ir-mais-fundo-nas-raizes-1834127</p><p><br></p><p>https://jazz.pt/ponto-escuta/2018/06/08/rodrigo-amado-history-nothing-trost/&nbsp;</p><p><br></p><p>https://www.timeout.pt/lisboa/pt/musica/cinco-saxofonistas-de-jazz-portugueses-que-precisa-de-ouvir</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=uxCYGdxkamc</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=3Rwf5qql4Ac</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 29.07.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Rodrigo AmadoNomeado, pelo sétimo ano consecutivo, pela prestigiada El Intruso International Critics Poll como um dos cinco melhores saxofonistas tenor em actividade, ao lado de Evan Parker, Joe Lovano, Ken Vandermark, Jon Irabagon, Ivo Perelman, James Brandon Lewis, Chris Potter ou Ingrid Laubrock, Rodrigo Amado acaba de editar &#34;Let The Free Be Men&#34; (Trost), o terceiro álbum do quarteto que mantém com três das mais importantes figuras do jazz livre actual - Joe McPhee, Kent Kessler e Chris Corsano. Ainda este ano, editou também “The Field” (No Business), o sétimo álbum do seu celebrado Motion Trio, aqui com a participação do lendário pianista alemão Alexander von Schlippenbach. O ano de 2021 anuncia-se intenso, com a realização prevista de uma extensa tour Europeia dos Humanization Quartet e ainda inúmeros concertos um pouco por toda a Europa. Com o seu quarteto americano, à frente dos Motion Trio, com Miguel Mira e Gabriel Ferrandini, ou integrado nos Humanization Quartet, Amado realizou nos últimos anos inúmeras tournées na Europa e nos Estados Unidos, tendo passado por salas de referência como o Snug Harbor em New Orleans, Hideout em Chicago, The Stone em Nova Iorque, Bimhuis em Amsterdão, DOM em Moscovo, Jazz House em Copenhaga, Cafe Oto em Londres, Pardon To Tu em Varsóvia, De Singer em Antuérpia, Manufaktur em Estugarda ou a State Philharmony Hall em Oradea, vendo o seu trabalho aclamado em publicações internacionais de referência como a revista The Wire, ou os jornais El País e Folha de São Paulo. Com uma série de novas tours previstas para 2021 e 2022, Amado afirma-se, cada vez mais, como um dos mais destacados improvisadores Europeus. Como refere o crítico e escritor norte-americano Stuart Broomer nas liner notes que escreveu para &#34;This Is Our Language&#34;, &#34;Amado is an emerging master of a great tradition, more apparent with each new recording or performance.&#34; Amado desenvolve ainda intensa actividade como fotógrafo, tendo realizado inúmeras exposições individuais (Maus Hábitos, Porto; Museu da Electricidade, Fundação EDP, Lisboa; Museu da Imagem, Braga; Galeria Módulo, Lisboa; Quase Galeria, Porto; Kameraphoto, Lisboa) e colectivas. Editou em 2012 o livro “Um Certain Malaise” (Documenta), com imagens suas e textos de Gonçalo M Tavares. Links:https://www.rodrigoamado.com/https://rodrigoamado.bandcamp.com/https://www.culturgest.pt/pt/programacao/RodrigoAmado-JoeMcPhee-KentKessler-ChrisCorsano/https://www.publico.pt/2015/09/08/video/rodrigo-amado-joe-mcphee-kent-kessler-e-chris-corsano-20150908-132231https://www.rimasebatidas.pt/rodrigo-amado-toco-um-instrumento-que-tem-o-sopro-da-liberdade/https://www.fundacaoedp.pt/pt/noticias/un-certain-malaisehttps://www.publico.pt/2018/06/15/culturaipsilon/noticia/para-rodrigo-amado-e-tempo-de-ir-mais-fundo-nas-raizes-1834127https://jazz.pt/ponto-escuta/2018/06/08/rodrigo-amado-history-nothing-trost/ https://www.timeout.pt/lisboa/pt/musica/cinco-saxofonistas-de-jazz-portugueses-que-precisa-de-ouvirhttps://www.youtube.com/watch?v=uxCYGdxkamchttps://www.youtube.com/watch?v=3Rwf5qql4Ac Episódio gravado a 29.07.2021 http://www.appleton.ptMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando CabralFinanciamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtesApoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 07 Aug 2021 17:18:25 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 34 - &#34;Coffepaste&#34; - Conversa com Pedro Mendes</title>
            <description><![CDATA[  <p>Pedro Mendes</p><p>Licenciado em Engenharia de Informática, move-se na intersecção do Digital com a Cultura.</p><p>Tem curso de Gestão e Produção das Artes do Espectáculo pelo Forum Dança, e o curso Profissional de Fotografia da Restart, entre outros, nomeadamente Marketing digital, Vídeo e Edição ou “media relations”. Publicou um livro de entrevistas com startups portuguesas. É um apaixonado desde sempre pelas artes. É também fotógrafo, especialmente nas componentes de retrato, moda, espectáculo e desporto.</p><p>Organizou o festival de curtas metragens Future Shorts Portugal. Em 2006 juntou-se ao <a href="http://coffeepaste.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Coffeepaste</a>, um site que faz parte da associação cultural Linguagem Próxima, com o objectivo de ajudar artistas portugueses a divulgar o seu trabalho. Desde então passou a incluir artigos e entrevistas com outros agentes culturais. Em finais de 2017, fundou o &nbsp;contraCenas, um site onde uma equipa crescente de escritores publicam artigos sobre eventos culturais. Leitor compulsivo, adora viajar.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://coffeepaste.com/projecto/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://coffeepaste.com/projecto/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contracenas.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contracenas.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://linguagemproxima.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://linguagemproxima.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 29.06.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Pedro Mendes</p><p>Licenciado em Engenharia de Informática, move-se na intersecção do Digital com a Cultura.</p><p>Tem curso de Gestão e Produção das Artes do Espectáculo pelo Forum Dança, e o curso Profissional de Fotografia da Restart, entre outros, nomeadamente Marketing digital, Vídeo e Edição ou “media relations”. Publicou um livro de entrevistas com startups portuguesas. É um apaixonado desde sempre pelas artes. É também fotógrafo, especialmente nas componentes de retrato, moda, espectáculo e desporto.</p><p>Organizou o festival de curtas metragens Future Shorts Portugal. Em 2006 juntou-se ao <a href="http://coffeepaste.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Coffeepaste</a>, um site que faz parte da associação cultural Linguagem Próxima, com o objectivo de ajudar artistas portugueses a divulgar o seu trabalho. Desde então passou a incluir artigos e entrevistas com outros agentes culturais. Em finais de 2017, fundou o &nbsp;contraCenas, um site onde uma equipa crescente de escritores publicam artigos sobre eventos culturais. Leitor compulsivo, adora viajar.</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://coffeepaste.com/projecto/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://coffeepaste.com/projecto/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contracenas.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contracenas.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://linguagemproxima.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://linguagemproxima.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado a 29.06.2021</p><p>&nbsp;</p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Pedro MendesLicenciado em Engenharia de Informática, move-se na intersecção do Digital com a Cultura.Tem curso de Gestão e Produção das Artes do Espectáculo pelo Forum Dança, e o curso Profissional de Fotografia da Restart, entre outros, nomeadamente Marketing digital, Vídeo e Edição ou “media relations”. Publicou um livro de entrevistas com startups portuguesas. É um apaixonado desde sempre pelas artes. É também fotógrafo, especialmente nas componentes de retrato, moda, espectáculo e desporto.Organizou o festival de curtas metragens Future Shorts Portugal. Em 2006 juntou-se ao Coffeepaste, um site que faz parte da associação cultural Linguagem Próxima, com o objectivo de ajudar artistas portugueses a divulgar o seu trabalho. Desde então passou a incluir artigos e entrevistas com outros agentes culturais. Em finais de 2017, fundou o  contraCenas, um site onde uma equipa crescente de escritores publicam artigos sobre eventos culturais. Leitor compulsivo, adora viajar. Links: https://coffeepaste.com/projecto/ https://contracenas.com/ https://linguagemproxima.com/  Episódio gravado a 29.06.2021 http://www.appleton.ptMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando CabralFinanciamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtesApoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Sun, 01 Aug 2021 16:38:51 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 33 - &#34;Teresa &amp; Rui&#34; - Conversa com Teresa Pavão e Rui Sanches</title>
            <description><![CDATA[  <p>Teresa Segurado Pavão nasceu em 1957, em Lisboa, onde vive e trabalha.</p><p>A artista fez o curso da Escola António Arroio e o curso de cerâmica do IADE. Frequentou o atelier de Tapeçaria de Gisela Santi e os departamentos de Desenho, Pintura e Joalharia do Ar.Co. Teresa Segurado Pavão lecciona cursos de Cerâmica e Têxtil. Criou a TP (Loja de Autor) em Lisboa.</p><p>Participou em exposições colectivas em Portugal e no estrangeiro. Entre as exposições individuais destacam-se: “Tramas e sortilégios” no Museu Nacional do Traje; “Tudo o que é sólido se dissolve no ar”, “Tempo de espera” e “A terra é um cadinho onde os minerais amadurecem” no Museu da Ciência; “Segredos e relíquias” na FRESS, “3553” na sala dos cofres no MUDE; “A Fábrica” na Appleton Square, e mais recentemente “A Estratégia da Aranha” na Casa-Atelier&nbsp;Vieira da Silva.</p><p><br></p><p>Rui Sanches, nasceu em Lisboa em 1954, onde vive e trabalha.</p><p>A sua formação artística começa no Ar.Co no período entre 1975-77. No ano de 1977 instala-se na cidade de Londres onde ingressa no Goldsmith’s College, concluindo o Bachelar of Arts(BA) em 1980. A partir desta fase, distancia-se da pintura e começa a explorar a instalação. No mesmo ano de 1980, desloca-se para os EUA, onde dá continuidade à sua formação na Yale University. Com o apoio de uma bolsa de estudos da Fundação C. Gulbenkian concluí o mestrado, Master Fine Arts (MFA). A partir deste momento o seu trabalho passa a centrar-se sobretudo na escultura, começando a utilizar a madeira e os seus derivados como principal material de construção e criação. Regressa a Lisboa em 1982, onde começa a lecionar no Ar.Co e no IADE.</p><p>Em 1983 começa a sua actividade expositiva, com inúmeras exposições colectivas e individuais, tanto em Portugal, como no estrangeiro. Em 2019 inaugura duas exposições retrospectivas em simultâneo, <em>uma no </em>Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, dedicada à escultura, com curadoria de Delfim Sardo, e outra no Museu Coleção Berardo, centrada no desenho, com curadoria de Sara Antónia Matos</p><p>Em 2008 foi-lhe atribuído o Prémio AICA/Ministério da Cultura.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://teresaseguradopavao.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://teresaseguradopavao.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.mude.pt/exposicoes/3553-objetos-de-teresa-segurado-pavao_41.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.mude.pt/exposicoes/3553-objetos-de-teresa-segurado-pavao_41.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://fasvs.pt/documentos/pressteresapavao.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://fasvs.pt/documentos/pressteresapavao.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.belogalsterer.com/teresa-segurado-pav%C3%A3o" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.belogalsterer.com/teresa-segurado-pav%C3%A3o</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=zU6piZjgjAU" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=zU6piZjgjAU</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=FYbQEEr0YDw" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=FYbQEEr0YDw</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.ruisanches.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.ruisanches.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.miguelnabinho.com/rui-sanches" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.miguelnabinho.com/rui-sanches</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=3Lf6jCr1h5o&amp;t=184s" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=3Lf6jCr1h5o&amp;t=184s</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=lOVLb8bjX3Q" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=lOVLb8bjX3Q</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Ll2W9JwH6W4" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=Ll2W9JwH6W4</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galeriasmunicipais.pt/en/jornal/interview-with-rui-sanches-in-the-context-of-the-exhibition-espelho-mirror/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galeriasmunicipais.pt/en/jornal/interview-with-rui-sanches-in-the-context-of-the-exhibition-espelho-mirror/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/en/ciclo-serralves/2107-rui-sanches-linha-e-mancha-corpo-e-maquina/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/en/ciclo-serralves/2107-rui-sanches-linha-e-mancha-corpo-e-maquina/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/12/18/espelho-de-rui-sanches/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/12/18/espelho-de-rui-sanches/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/rui-sanches-espelho" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/rui-sanches-espelho</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://flaneur.pt/produto/rui-sanches-espelho-mirror/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://flaneur.pt/produto/rui-sanches-espelho-mirror/</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 30 de Junho 2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Teresa Segurado Pavão nasceu em 1957, em Lisboa, onde vive e trabalha.</p><p>A artista fez o curso da Escola António Arroio e o curso de cerâmica do IADE. Frequentou o atelier de Tapeçaria de Gisela Santi e os departamentos de Desenho, Pintura e Joalharia do Ar.Co. Teresa Segurado Pavão lecciona cursos de Cerâmica e Têxtil. Criou a TP (Loja de Autor) em Lisboa.</p><p>Participou em exposições colectivas em Portugal e no estrangeiro. Entre as exposições individuais destacam-se: “Tramas e sortilégios” no Museu Nacional do Traje; “Tudo o que é sólido se dissolve no ar”, “Tempo de espera” e “A terra é um cadinho onde os minerais amadurecem” no Museu da Ciência; “Segredos e relíquias” na FRESS, “3553” na sala dos cofres no MUDE; “A Fábrica” na Appleton Square, e mais recentemente “A Estratégia da Aranha” na Casa-Atelier&nbsp;Vieira da Silva.</p><p><br></p><p>Rui Sanches, nasceu em Lisboa em 1954, onde vive e trabalha.</p><p>A sua formação artística começa no Ar.Co no período entre 1975-77. No ano de 1977 instala-se na cidade de Londres onde ingressa no Goldsmith’s College, concluindo o Bachelar of Arts(BA) em 1980. A partir desta fase, distancia-se da pintura e começa a explorar a instalação. No mesmo ano de 1980, desloca-se para os EUA, onde dá continuidade à sua formação na Yale University. Com o apoio de uma bolsa de estudos da Fundação C. Gulbenkian concluí o mestrado, Master Fine Arts (MFA). A partir deste momento o seu trabalho passa a centrar-se sobretudo na escultura, começando a utilizar a madeira e os seus derivados como principal material de construção e criação. Regressa a Lisboa em 1982, onde começa a lecionar no Ar.Co e no IADE.</p><p>Em 1983 começa a sua actividade expositiva, com inúmeras exposições colectivas e individuais, tanto em Portugal, como no estrangeiro. Em 2019 inaugura duas exposições retrospectivas em simultâneo, <em>uma no </em>Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, dedicada à escultura, com curadoria de Delfim Sardo, e outra no Museu Coleção Berardo, centrada no desenho, com curadoria de Sara Antónia Matos</p><p>Em 2008 foi-lhe atribuído o Prémio AICA/Ministério da Cultura.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://teresaseguradopavao.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://teresaseguradopavao.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.mude.pt/exposicoes/3553-objetos-de-teresa-segurado-pavao_41.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.mude.pt/exposicoes/3553-objetos-de-teresa-segurado-pavao_41.html</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://fasvs.pt/documentos/pressteresapavao.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://fasvs.pt/documentos/pressteresapavao.pdf</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.belogalsterer.com/teresa-segurado-pav%C3%A3o" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.belogalsterer.com/teresa-segurado-pav%C3%A3o</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=zU6piZjgjAU" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=zU6piZjgjAU</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=FYbQEEr0YDw" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=FYbQEEr0YDw</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.ruisanches.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.ruisanches.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.miguelnabinho.com/rui-sanches" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.miguelnabinho.com/rui-sanches</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=3Lf6jCr1h5o&amp;t=184s" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=3Lf6jCr1h5o&amp;t=184s</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=lOVLb8bjX3Q" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=lOVLb8bjX3Q</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Ll2W9JwH6W4" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=Ll2W9JwH6W4</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://galeriasmunicipais.pt/en/jornal/interview-with-rui-sanches-in-the-context-of-the-exhibition-espelho-mirror/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://galeriasmunicipais.pt/en/jornal/interview-with-rui-sanches-in-the-context-of-the-exhibition-espelho-mirror/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.serralves.pt/en/ciclo-serralves/2107-rui-sanches-linha-e-mancha-corpo-e-maquina/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.serralves.pt/en/ciclo-serralves/2107-rui-sanches-linha-e-mancha-corpo-e-maquina/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/12/18/espelho-de-rui-sanches/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/12/18/espelho-de-rui-sanches/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/rui-sanches-espelho" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/rui-sanches-espelho</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://flaneur.pt/produto/rui-sanches-espelho-mirror/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://flaneur.pt/produto/rui-sanches-espelho-mirror/</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 30 de Junho 2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Teresa Segurado Pavão nasceu em 1957, em Lisboa, onde vive e trabalha.A artista fez o curso da Escola António Arroio e o curso de cerâmica do IADE. Frequentou o atelier de Tapeçaria de Gisela Santi e os departamentos de Desenho, Pintura e Joalharia do Ar.Co. Teresa Segurado Pavão lecciona cursos de Cerâmica e Têxtil. Criou a TP (Loja de Autor) em Lisboa.Participou em exposições colectivas em Portugal e no estrangeiro. Entre as exposições individuais destacam-se: “Tramas e sortilégios” no Museu Nacional do Traje; “Tudo o que é sólido se dissolve no ar”, “Tempo de espera” e “A terra é um cadinho onde os minerais amadurecem” no Museu da Ciência; “Segredos e relíquias” na FRESS, “3553” na sala dos cofres no MUDE; “A Fábrica” na Appleton Square, e mais recentemente “A Estratégia da Aranha” na Casa-Atelier Vieira da Silva.Rui Sanches, nasceu em Lisboa em 1954, onde vive e trabalha.A sua formação artística começa no Ar.Co no período entre 1975-77. No ano de 1977 instala-se na cidade de Londres onde ingressa no Goldsmith’s College, concluindo o Bachelar of Arts(BA) em 1980. A partir desta fase, distancia-se da pintura e começa a explorar a instalação. No mesmo ano de 1980, desloca-se para os EUA, onde dá continuidade à sua formação na Yale University. Com o apoio de uma bolsa de estudos da Fundação C. Gulbenkian concluí o mestrado, Master Fine Arts (MFA). A partir deste momento o seu trabalho passa a centrar-se sobretudo na escultura, começando a utilizar a madeira e os seus derivados como principal material de construção e criação. Regressa a Lisboa em 1982, onde começa a lecionar no Ar.Co e no IADE.Em 1983 começa a sua actividade expositiva, com inúmeras exposições colectivas e individuais, tanto em Portugal, como no estrangeiro. Em 2019 inaugura duas exposições retrospectivas em simultâneo, uma no Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, dedicada à escultura, com curadoria de Delfim Sardo, e outra no Museu Coleção Berardo, centrada no desenho, com curadoria de Sara Antónia MatosEm 2008 foi-lhe atribuído o Prémio AICA/Ministério da Cultura.  Links: http://teresaseguradopavao.com/ https://www.mude.pt/exposicoes/3553-objetos-de-teresa-segurado-pavao_41.html http://fasvs.pt/documentos/pressteresapavao.pdf https://www.belogalsterer.com/teresa-segurado-pav%C3%A3o https://www.youtube.com/watch?v=zU6piZjgjAU https://www.youtube.com/watch?v=FYbQEEr0YDw http://www.ruisanches.com/ https://www.miguelnabinho.com/rui-sanches https://www.youtube.com/watch?v=3Lf6jCr1h5o&amp;t=184s https://www.youtube.com/watch?v=lOVLb8bjX3Q https://www.youtube.com/watch?v=Ll2W9JwH6W4 https://galeriasmunicipais.pt/en/jornal/interview-with-rui-sanches-in-the-context-of-the-exhibition-espelho-mirror/ https://www.serralves.pt/en/ciclo-serralves/2107-rui-sanches-linha-e-mancha-corpo-e-maquina/ https://umbigomagazine.com/en/blog/2019/12/18/espelho-de-rui-sanches/ https://contemporanea.pt/edicoes/09-10-2019/rui-sanches-espelho https://flaneur.pt/produto/rui-sanches-espelho-mirror/Episódio gravado dia 30 de Junho 2021http://www.appleton.ptMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando CabralFinanciamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtesApoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 23 Jul 2021 22:54:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 32 - &#34;What remains?&#34; - Conversa com Sarah Basha</title>
            <description><![CDATA[  <p>Sarah Basha</p><p>Photographer, artist and creative strategist (1980)</p><p>É a artista de "What remains?" uma exposição apresentada na Appleton Box em Julho de 2021 que trata o assunto da desestigmatização da demência através da arte.</p><p><br></p><p>'As above, so below. As within, so without. — <em>Hermes Trismegistus</em></p><p>I am a dreamer, a seeker, a mystical mother, weaving together personal stories with collective meaning.</p><p>As an Artist, I walk into the underworld — the shadow side of our collective psyche — to bring back the fire of transformation. I mine our stigma, our loneliness, our sadness, and our fear and compassionately illuminates these parts. I bring to this a mother’s love and say, “this too is allowed. this too is beautiful. this too is human.”'</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.sarahbasha.com/about</p><p><br></p><p>http://thewordmagazine.com/the-hundreds/sarah-basha/</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 14 de Julho 2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Sarah Basha</p><p>Photographer, artist and creative strategist (1980)</p><p>É a artista de "What remains?" uma exposição apresentada na Appleton Box em Julho de 2021 que trata o assunto da desestigmatização da demência através da arte.</p><p><br></p><p>'As above, so below. As within, so without. — <em>Hermes Trismegistus</em></p><p>I am a dreamer, a seeker, a mystical mother, weaving together personal stories with collective meaning.</p><p>As an Artist, I walk into the underworld — the shadow side of our collective psyche — to bring back the fire of transformation. I mine our stigma, our loneliness, our sadness, and our fear and compassionately illuminates these parts. I bring to this a mother’s love and say, “this too is allowed. this too is beautiful. this too is human.”'</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.sarahbasha.com/about</p><p><br></p><p>http://thewordmagazine.com/the-hundreds/sarah-basha/</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 14 de Julho 2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Sarah BashaPhotographer, artist and creative strategist (1980)É a artista de &#34;What remains?&#34; uma exposição apresentada na Appleton Box em Julho de 2021 que trata o assunto da desestigmatização da demência através da arte.&#39;As above, so below. As within, so without. — Hermes TrismegistusI am a dreamer, a seeker, a mystical mother, weaving together personal stories with collective meaning.As an Artist, I walk into the underworld — the shadow side of our collective psyche — to bring back the fire of transformation. I mine our stigma, our loneliness, our sadness, and our fear and compassionately illuminates these parts. I bring to this a mother’s love and say, “this too is allowed. this too is beautiful. this too is human.”&#39;Links:https://www.sarahbasha.com/abouthttp://thewordmagazine.com/the-hundreds/sarah-basha/Episódio gravado dia 14 de Julho 2021http://www.appleton.ptMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando CabralFinanciamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtesApoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 15 Jul 2021 11:56:49 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 31 - &#34;Espaços Irmãos&#34; - Conversa com David Barro</title>
            <description><![CDATA[  <p>David Barro (Ferrol, 1974) é codirector da DARDO e comissário de exposições. Desde 2017 é director gerente da Fundación DIDAC e desde 2015 professor do Mestrado em Estudos Avançados da Universidade de Salamanca. Anteriormente desempenhou, entre outras, as seguintes funções: Fundador e director da revista DARDO magazine (2006-2014); director gerente da Fundação Luis Seoane (2014-2016); assessor da Fundação Barrié e responsável da sua coleccão de pintura contemporânea (2008-2013). Barro exerceu crítica de arte no El Cultural (1998-2014), na revista Lápiz (2000-2004) e como director da revista portuguesa [W]art (2003-2005) e da espanhola Arte y parte (1998-1999). Também foi director artístico de A Chocolataría em Santiago de Compostela (2005) e director artístico da Feira de arte contemporêna de Vigo – Espaço Atlântico (2010). Director e apresentador do programa de televisão Botella al Mar (2005). Como docente foi professor da UCP d Porto (2001-2006) e do Mestrado em Gestão Cultural da Universidade Carlos III de Madrid (2015-2017), entre outros. Foi comissário de mais de 50 exposições individuais e mais de 50 mostras colectivas. Em 2010 foi director artístico do projecto de arte, arquitectura e desenho Look Up! Natural Porto Art Show que ocupou 9 edifícios emblemáticos da cidade do Porto e em 2011 do Festival Internacional de Acción Artística Sostenible SOS 4.8 de Murcia. Membro fundador dos dois primeiros conselhos directivos do IAC (Instituto de Arte Contemporânea), é actualmente membro da ADACE (Associação de Directores de Arte Contemporânea em Espanha).</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>http://www.didac.gal/didac/</p><p><br></p><p>http://dardo.gal/dardo/</p><p><br></p><p>http://www.curators-network.eu/database/db_item/id/david_barro</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=8DcU31K49Xo</p><p><br></p><p>https://vimeo.com/349414002</p><p><br></p><p>https://vimeo.com/335395247</p><p><br></p><p>https://www.crtvg.es/informativos/david-barro-queremos-dar-continuidade-ao-labor-a-prol-do-deseno-do-laboratorio-de-formas-4313475</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 15 de Junho 2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>David Barro (Ferrol, 1974) é codirector da DARDO e comissário de exposições. Desde 2017 é director gerente da Fundación DIDAC e desde 2015 professor do Mestrado em Estudos Avançados da Universidade de Salamanca. Anteriormente desempenhou, entre outras, as seguintes funções: Fundador e director da revista DARDO magazine (2006-2014); director gerente da Fundação Luis Seoane (2014-2016); assessor da Fundação Barrié e responsável da sua coleccão de pintura contemporânea (2008-2013). Barro exerceu crítica de arte no El Cultural (1998-2014), na revista Lápiz (2000-2004) e como director da revista portuguesa [W]art (2003-2005) e da espanhola Arte y parte (1998-1999). Também foi director artístico de A Chocolataría em Santiago de Compostela (2005) e director artístico da Feira de arte contemporêna de Vigo – Espaço Atlântico (2010). Director e apresentador do programa de televisão Botella al Mar (2005). Como docente foi professor da UCP d Porto (2001-2006) e do Mestrado em Gestão Cultural da Universidade Carlos III de Madrid (2015-2017), entre outros. Foi comissário de mais de 50 exposições individuais e mais de 50 mostras colectivas. Em 2010 foi director artístico do projecto de arte, arquitectura e desenho Look Up! Natural Porto Art Show que ocupou 9 edifícios emblemáticos da cidade do Porto e em 2011 do Festival Internacional de Acción Artística Sostenible SOS 4.8 de Murcia. Membro fundador dos dois primeiros conselhos directivos do IAC (Instituto de Arte Contemporânea), é actualmente membro da ADACE (Associação de Directores de Arte Contemporânea em Espanha).</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>http://www.didac.gal/didac/</p><p><br></p><p>http://dardo.gal/dardo/</p><p><br></p><p>http://www.curators-network.eu/database/db_item/id/david_barro</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=8DcU31K49Xo</p><p><br></p><p>https://vimeo.com/349414002</p><p><br></p><p>https://vimeo.com/335395247</p><p><br></p><p>https://www.crtvg.es/informativos/david-barro-queremos-dar-continuidade-ao-labor-a-prol-do-deseno-do-laboratorio-de-formas-4313475</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 15 de Junho 2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>David Barro (Ferrol, 1974) é codirector da DARDO e comissário de exposições. Desde 2017 é director gerente da Fundación DIDAC e desde 2015 professor do Mestrado em Estudos Avançados da Universidade de Salamanca. Anteriormente desempenhou, entre outras, as seguintes funções: Fundador e director da revista DARDO magazine (2006-2014); director gerente da Fundação Luis Seoane (2014-2016); assessor da Fundação Barrié e responsável da sua coleccão de pintura contemporânea (2008-2013). Barro exerceu crítica de arte no El Cultural (1998-2014), na revista Lápiz (2000-2004) e como director da revista portuguesa [W]art (2003-2005) e da espanhola Arte y parte (1998-1999). Também foi director artístico de A Chocolataría em Santiago de Compostela (2005) e director artístico da Feira de arte contemporêna de Vigo – Espaço Atlântico (2010). Director e apresentador do programa de televisão Botella al Mar (2005). Como docente foi professor da UCP d Porto (2001-2006) e do Mestrado em Gestão Cultural da Universidade Carlos III de Madrid (2015-2017), entre outros. Foi comissário de mais de 50 exposições individuais e mais de 50 mostras colectivas. Em 2010 foi director artístico do projecto de arte, arquitectura e desenho Look Up! Natural Porto Art Show que ocupou 9 edifícios emblemáticos da cidade do Porto e em 2011 do Festival Internacional de Acción Artística Sostenible SOS 4.8 de Murcia. Membro fundador dos dois primeiros conselhos directivos do IAC (Instituto de Arte Contemporânea), é actualmente membro da ADACE (Associação de Directores de Arte Contemporânea em Espanha).Links:http://www.didac.gal/didac/http://dardo.gal/dardo/http://www.curators-network.eu/database/db_item/id/david_barrohttps://www.youtube.com/watch?v=8DcU31K49Xohttps://vimeo.com/349414002https://vimeo.com/335395247https://www.crtvg.es/informativos/david-barro-queremos-dar-continuidade-ao-labor-a-prol-do-deseno-do-laboratorio-de-formas-4313475Episódio gravado dia 15 de Junho 2021http://www.appleton.ptMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando CabralFinanciamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtesApoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 30 Jun 2021 19:37:20 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 30 - &#34;Curar&#34; - Conversa com Delfim Sardo</title>
            <description><![CDATA[  <p>Delfim Sardo (Aveiro, 1962) é Professor na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e Administrador do Centro Cultural de Belém. Doutorado em Arte Contemporânea pela Universidade de Coimbra, foi Consultor da Fundação Calouste Gulbenkian, Director do Centro de Exposições do Centro Cultural de Belém e Programador de Artes Visuais da Culturgest. Foi curador da Representação Portuguesa à Bienal de Veneza em 1999 e co-curador da Representação Portuguesa à Mostra Internacional de Arquitectura de Veneza em 2000, ano em que foi Curador-Geral da Trienal de Arquitectura de Lisboa. É autor de vários livros no campo da Teoria da Arte. Escreve regularmente sobre Arte e Arquitectura.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://pt.museuberardo.pt/marcel-duchamp-por-delfim-sardo</p><p><br></p><p>https://expresso.pt/cultura/2020-01-23-Delfim-Sardo-entra-na-administracao-do-Centro-Cultural-de-Belem</p><p>https://contemporanea.pt/edicoes/05-06-2017/entrevista-delfim-sardo</p><p><br></p><p>https://gerador.eu/delfim-sardo/</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 02 de Junho 2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Delfim Sardo (Aveiro, 1962) é Professor na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e Administrador do Centro Cultural de Belém. Doutorado em Arte Contemporânea pela Universidade de Coimbra, foi Consultor da Fundação Calouste Gulbenkian, Director do Centro de Exposições do Centro Cultural de Belém e Programador de Artes Visuais da Culturgest. Foi curador da Representação Portuguesa à Bienal de Veneza em 1999 e co-curador da Representação Portuguesa à Mostra Internacional de Arquitectura de Veneza em 2000, ano em que foi Curador-Geral da Trienal de Arquitectura de Lisboa. É autor de vários livros no campo da Teoria da Arte. Escreve regularmente sobre Arte e Arquitectura.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://pt.museuberardo.pt/marcel-duchamp-por-delfim-sardo</p><p><br></p><p>https://expresso.pt/cultura/2020-01-23-Delfim-Sardo-entra-na-administracao-do-Centro-Cultural-de-Belem</p><p>https://contemporanea.pt/edicoes/05-06-2017/entrevista-delfim-sardo</p><p><br></p><p>https://gerador.eu/delfim-sardo/</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 02 de Junho 2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Delfim Sardo (Aveiro, 1962) é Professor na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa e Administrador do Centro Cultural de Belém. Doutorado em Arte Contemporânea pela Universidade de Coimbra, foi Consultor da Fundação Calouste Gulbenkian, Director do Centro de Exposições do Centro Cultural de Belém e Programador de Artes Visuais da Culturgest. Foi curador da Representação Portuguesa à Bienal de Veneza em 1999 e co-curador da Representação Portuguesa à Mostra Internacional de Arquitectura de Veneza em 2000, ano em que foi Curador-Geral da Trienal de Arquitectura de Lisboa. É autor de vários livros no campo da Teoria da Arte. Escreve regularmente sobre Arte e Arquitectura.Links:https://pt.museuberardo.pt/marcel-duchamp-por-delfim-sardohttps://expresso.pt/cultura/2020-01-23-Delfim-Sardo-entra-na-administracao-do-Centro-Cultural-de-Belemhttps://contemporanea.pt/edicoes/05-06-2017/entrevista-delfim-sardohttps://gerador.eu/delfim-sardo/Episódio gravado dia 02 de Junho 2021http://www.appleton.ptMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando CabralFinanciamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtesApoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 18 Jun 2021 16:41:16 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 29 - &#34;After Life&#34; - Conversa com Diana Policarpo e João Timóteo</title>
            <description><![CDATA[  <p>Diana Policarpo (n. 1986) vive e trabalha entre Lisboa e Londres.&nbsp;É artista visual e compositora atualmente a desenvolver a sua actividade artística entre as artes visuais e a música electroacústica, incluindo som, desenho, vídeo e escultura. O seu trabalho investiga cultura popular, saúde, política de género e relações interespécie&nbsp;justapondo a estruturação rítmica do som como um material tátil dentro da construção social da ideologia esotérica.&nbsp;</p><p>Exposições e performances recentes incluem Kunsthall Trondheim (NO), Galeria Municipal do Porto (PT), MAAT (PT), CAV - Centro de Artes Visuais (PT), Kunsthall Oslo (NO), Kunstverein Leipzig (DE), Whitechapel Gallery (UK) e LUX Moving Image (UK).</p><p>Foi vencedora do Prémio Novos Artistas Fundação EDP 2019.</p><p>--</p><p>João Timóteo nasceu em Lisboa em 1992. Licenciou-se em Design Industrial na ESAD.CR e concluiu o curso de intervenção em película 16mm no ANIM (Arquivo Nacional de Imagem em Movimento). Faz parte do coletivo artístico POGO.</p><p>Colaborou como responsável técnico e editor vídeo em inúmeras exposições artísticas.</p><p>O percurso de João Timóteo é predominado pela exploração de meios digitais (vídeo, animação digital, live-streaming etc.), numa prática equidistante entre o cinema, a pintura e mesmo a literatura, assumindo nenhuma, antes a sua singularidade híbrida.</p><p>Tem apresentado o seu trabalho ao público com alguma regularidade, em instalações e performances onde os meios e suportes utilizados, sobretudo digitais, são submetidos a processos idiossincráticos e de carácter intimo.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>https://dianapolicarpo.blogspot.com/</p><p><br></p><p>https://www.lehmannsilva.com/artist/diana-policarpo/</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=mTdgSFdjXXY</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2021/01/12/culturaipsilon/noticia/diana-policarpo-percurso-feminista-psicadelico-saude-inclusiva-1945878</p><p><br></p><p>https://www.fundacaoedp.pt/en/news/diana-policarpo-winner-edp-foundations-new-artists-award</p><p><br></p><p>https://www.instagram.com/joao__timoteo/</p><p><br></p><p>http://www.pogo.pt/</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 01 de Junho 2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Diana Policarpo (n. 1986) vive e trabalha entre Lisboa e Londres.&nbsp;É artista visual e compositora atualmente a desenvolver a sua actividade artística entre as artes visuais e a música electroacústica, incluindo som, desenho, vídeo e escultura. O seu trabalho investiga cultura popular, saúde, política de género e relações interespécie&nbsp;justapondo a estruturação rítmica do som como um material tátil dentro da construção social da ideologia esotérica.&nbsp;</p><p>Exposições e performances recentes incluem Kunsthall Trondheim (NO), Galeria Municipal do Porto (PT), MAAT (PT), CAV - Centro de Artes Visuais (PT), Kunsthall Oslo (NO), Kunstverein Leipzig (DE), Whitechapel Gallery (UK) e LUX Moving Image (UK).</p><p>Foi vencedora do Prémio Novos Artistas Fundação EDP 2019.</p><p>--</p><p>João Timóteo nasceu em Lisboa em 1992. Licenciou-se em Design Industrial na ESAD.CR e concluiu o curso de intervenção em película 16mm no ANIM (Arquivo Nacional de Imagem em Movimento). Faz parte do coletivo artístico POGO.</p><p>Colaborou como responsável técnico e editor vídeo em inúmeras exposições artísticas.</p><p>O percurso de João Timóteo é predominado pela exploração de meios digitais (vídeo, animação digital, live-streaming etc.), numa prática equidistante entre o cinema, a pintura e mesmo a literatura, assumindo nenhuma, antes a sua singularidade híbrida.</p><p>Tem apresentado o seu trabalho ao público com alguma regularidade, em instalações e performances onde os meios e suportes utilizados, sobretudo digitais, são submetidos a processos idiossincráticos e de carácter intimo.</p><p><br></p><p>Links:</p><p>https://dianapolicarpo.blogspot.com/</p><p><br></p><p>https://www.lehmannsilva.com/artist/diana-policarpo/</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=mTdgSFdjXXY</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2021/01/12/culturaipsilon/noticia/diana-policarpo-percurso-feminista-psicadelico-saude-inclusiva-1945878</p><p><br></p><p>https://www.fundacaoedp.pt/en/news/diana-policarpo-winner-edp-foundations-new-artists-award</p><p><br></p><p>https://www.instagram.com/joao__timoteo/</p><p><br></p><p>http://www.pogo.pt/</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 01 de Junho 2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p><p><br></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Diana Policarpo (n. 1986) vive e trabalha entre Lisboa e Londres. É artista visual e compositora atualmente a desenvolver a sua actividade artística entre as artes visuais e a música electroacústica, incluindo som, desenho, vídeo e escultura. O seu trabalho investiga cultura popular, saúde, política de género e relações interespécie justapondo a estruturação rítmica do som como um material tátil dentro da construção social da ideologia esotérica. Exposições e performances recentes incluem Kunsthall Trondheim (NO), Galeria Municipal do Porto (PT), MAAT (PT), CAV - Centro de Artes Visuais (PT), Kunsthall Oslo (NO), Kunstverein Leipzig (DE), Whitechapel Gallery (UK) e LUX Moving Image (UK).Foi vencedora do Prémio Novos Artistas Fundação EDP 2019.--João Timóteo nasceu em Lisboa em 1992. Licenciou-se em Design Industrial na ESAD.CR e concluiu o curso de intervenção em película 16mm no ANIM (Arquivo Nacional de Imagem em Movimento). Faz parte do coletivo artístico POGO.Colaborou como responsável técnico e editor vídeo em inúmeras exposições artísticas.O percurso de João Timóteo é predominado pela exploração de meios digitais (vídeo, animação digital, live-streaming etc.), numa prática equidistante entre o cinema, a pintura e mesmo a literatura, assumindo nenhuma, antes a sua singularidade híbrida.Tem apresentado o seu trabalho ao público com alguma regularidade, em instalações e performances onde os meios e suportes utilizados, sobretudo digitais, são submetidos a processos idiossincráticos e de carácter intimo.Links:https://dianapolicarpo.blogspot.com/https://www.lehmannsilva.com/artist/diana-policarpo/https://www.youtube.com/watch?v=mTdgSFdjXXYhttps://www.publico.pt/2021/01/12/culturaipsilon/noticia/diana-policarpo-percurso-feminista-psicadelico-saude-inclusiva-1945878https://www.fundacaoedp.pt/en/news/diana-policarpo-winner-edp-foundations-new-artists-awardhttps://www.instagram.com/joao__timoteo/http://www.pogo.pt/Episódio gravado dia 01 de Junho 2021http://www.appleton.ptMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando CabralFinanciamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtesApoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 03 Jun 2021 21:14:11 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 28 - &#34;Pai Appleton&#34; - Conversa entre Susana Mendes Silva, João Appleton e Vera Appleton</title>
            <description><![CDATA[  <p>A artista plástica Susana Mendes Silva foi desafiada para organizar e moderar uma conversa entre o João e a Vera Appleton, pai e filha.</p><p>A conversa é sobre a Appleton Associação Cultural e sobre a relação do João Appleton com este projecto desde a criação da Appleton Square em 2007, altura em que chegou a ser sócio, até aos dias de hoje.</p><p><br></p><p>Susana Mendes Silva (Lisboa, 1972) é artista plástica, performer e professora. O seu trabalho integra uma componente de investigação, e de prática arquivística, que se traduz em obras cujas referências históricas e políticas se materializam em exposições, acções e performances através dos mais diversos meios de produção. O seu universo contempla e reconfigura contextos sociais diversos sem perder de vista a singularidade do indivíduo. A sua intimidade psicológica ou a sua voz são inúmeras vezes veículos de difusão e recepção de mensagens poéticas e políticas que convocam e reactivam a memória dos participantes e espectadores.</p><p><br></p><p>João Appleton é licenciado em Engenharia Civil pelo IST. Investigador Coordenador em reabilitação de edifícios do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e foi Conselheiro do Conselho Superior de Obras Públicas e Transportes de 1997 a Dezembro de 2007.&nbsp;Foi Professor catedrático convidado da Universidade Católica Portuguesa entre 2007 e 2013 e Professor convidado da Universidade de Évora de 1994 a 2005. É sócio fundador do A2P - Estudos e Projectos desde 1990. </p><p><br></p><p>Vera Appleton é licenciada em Comunicação e Marketing pela Escola Superior de Comunicação Social do IPL, pós graduada em Marketing Management pelo ISEG. Mestre em Arte Contemporânea na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica de Lisboa na qual é docente convidada desde 2015. Em 2007 dá início ao projecto Appleton Square como sócia fundadora, que em 2018 muda o estatuto jurídico para associação sem fins lucrativos. A partir desse ano é directora executiva da Appleton Associação Cultural. Presta serviços de consultoria e aconselhamento nas áreas da programação artística.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 12 de Maio 2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>A artista plástica Susana Mendes Silva foi desafiada para organizar e moderar uma conversa entre o João e a Vera Appleton, pai e filha.</p><p>A conversa é sobre a Appleton Associação Cultural e sobre a relação do João Appleton com este projecto desde a criação da Appleton Square em 2007, altura em que chegou a ser sócio, até aos dias de hoje.</p><p><br></p><p>Susana Mendes Silva (Lisboa, 1972) é artista plástica, performer e professora. O seu trabalho integra uma componente de investigação, e de prática arquivística, que se traduz em obras cujas referências históricas e políticas se materializam em exposições, acções e performances através dos mais diversos meios de produção. O seu universo contempla e reconfigura contextos sociais diversos sem perder de vista a singularidade do indivíduo. A sua intimidade psicológica ou a sua voz são inúmeras vezes veículos de difusão e recepção de mensagens poéticas e políticas que convocam e reactivam a memória dos participantes e espectadores.</p><p><br></p><p>João Appleton é licenciado em Engenharia Civil pelo IST. Investigador Coordenador em reabilitação de edifícios do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e foi Conselheiro do Conselho Superior de Obras Públicas e Transportes de 1997 a Dezembro de 2007.&nbsp;Foi Professor catedrático convidado da Universidade Católica Portuguesa entre 2007 e 2013 e Professor convidado da Universidade de Évora de 1994 a 2005. É sócio fundador do A2P - Estudos e Projectos desde 1990. </p><p><br></p><p>Vera Appleton é licenciada em Comunicação e Marketing pela Escola Superior de Comunicação Social do IPL, pós graduada em Marketing Management pelo ISEG. Mestre em Arte Contemporânea na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica de Lisboa na qual é docente convidada desde 2015. Em 2007 dá início ao projecto Appleton Square como sócia fundadora, que em 2018 muda o estatuto jurídico para associação sem fins lucrativos. A partir desse ano é directora executiva da Appleton Associação Cultural. Presta serviços de consultoria e aconselhamento nas áreas da programação artística.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 12 de Maio 2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p><p><br></p><p>Apoio:</p><p>Câmara Municipal de Lisboa</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>A artista plástica Susana Mendes Silva foi desafiada para organizar e moderar uma conversa entre o João e a Vera Appleton, pai e filha.A conversa é sobre a Appleton Associação Cultural e sobre a relação do João Appleton com este projecto desde a criação da Appleton Square em 2007, altura em que chegou a ser sócio, até aos dias de hoje.Susana Mendes Silva (Lisboa, 1972) é artista plástica, performer e professora. O seu trabalho integra uma componente de investigação, e de prática arquivística, que se traduz em obras cujas referências históricas e políticas se materializam em exposições, acções e performances através dos mais diversos meios de produção. O seu universo contempla e reconfigura contextos sociais diversos sem perder de vista a singularidade do indivíduo. A sua intimidade psicológica ou a sua voz são inúmeras vezes veículos de difusão e recepção de mensagens poéticas e políticas que convocam e reactivam a memória dos participantes e espectadores.João Appleton é licenciado em Engenharia Civil pelo IST. Investigador Coordenador em reabilitação de edifícios do Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e foi Conselheiro do Conselho Superior de Obras Públicas e Transportes de 1997 a Dezembro de 2007. Foi Professor catedrático convidado da Universidade Católica Portuguesa entre 2007 e 2013 e Professor convidado da Universidade de Évora de 1994 a 2005. É sócio fundador do A2P - Estudos e Projectos desde 1990. Vera Appleton é licenciada em Comunicação e Marketing pela Escola Superior de Comunicação Social do IPL, pós graduada em Marketing Management pelo ISEG. Mestre em Arte Contemporânea na Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Católica de Lisboa na qual é docente convidada desde 2015. Em 2007 dá início ao projecto Appleton Square como sócia fundadora, que em 2018 muda o estatuto jurídico para associação sem fins lucrativos. A partir desse ano é directora executiva da Appleton Associação Cultural. Presta serviços de consultoria e aconselhamento nas áreas da programação artística.Episódio gravado dia 12 de Maio 2021http://www.appleton.ptMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando CabralFinanciamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtesApoio:Câmara Municipal de Lisboa</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 24 May 2021 17:24:20 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 27 - &#34;Pesponto&#34; - Conversa com Von Calhau!</title>
            <description><![CDATA[  <p>Von Calhau! é o nome de uma dupla de artistas, Marta Baptista e João Alves, que se conheceu em 2006 num workshop que envolvia “curto-circuito electronico. Von Calhau! tem desenvolvido, nos últimos quinzes anos, um fecundo trabalho de colaboração nas áreas da música e das artes visuais, com múltiplas ramificações e cruzamentos vários, que se vai manifestando em concertos e&nbsp;<em>performances</em>, na edição de discos, na realização de filmes e vídeos, numa profusa produção de desenhos e obra gráfica, ou em publicações. Com recurso a esses diferentes meios, e explorando constantemente a miscigenação de referências e elementos das mais diferentes extrações, os Von Calhau! têm vindo a construir um imaginário e uma cosmogonia muito próprios, esotéricos e escatológicos, a partir dos quais interrogam a sua e a nossa condição no mundo.</p><p>Em 2010 fundaram a&nbsp;<a href="http://www.oficina-arara.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Oficina Arara</a>, no Porto, com outros artistas.</p><p>O seu percurso desde então inclui projectos performativos e expositivos: Galeria ZDB, Atelier MTK (Grenoble), Instituto Araújo Porto/Fundação de Serralves, 10ª edição do Prémio União Latina, MUSAC (León) ou Mackintosh Museum (Glasgow) e participaram em diversos festivais, tais como Netmage (Bolonha), Kraak (Bruxelas) ou Les Urbaines (Lausanne). Integraram a exposição “12 Contemporâneos: Estados Presentes” da Fundação de Serralves, com curadoria de Suzanne Cotter e Bruno Marchand. Em 2015 apresentaram “oximoroboro”,&nbsp;exposição individual na Culturgest, com curadoria de Miguel Wandschneider. Em dezembro de 2015 apresentaram uma performance no Palais Tokyo (Paris), no quadro da exposição de artistas portugueses&nbsp;<em>Au sud d’aujourd’hui. Art contemporain portugais [sans le Portugal]&nbsp;</em>com curadoria de Miguel von Hafe Pérez, em 2020 apresentam a individual Unharias Ratóricas no MAAT com curadoria de DOXAMITRAX (um pseudónimo adoptado pelos artistas), e no CAV a exposição “Gaz Giz e Zig Zag”, com curadoria de Ana Anacleto.(esta parte não se lê na gravação mas vai para a descrição). Fizeram a residência Unlimited em Nova Iorque pelo prémio Atelier Julio Pomar.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>http://www.einsteinvoncalhau.com/</p><p><br></p><p>https://www.maat.pt/en/exhibition/von-calhau-nailed-rathorics</p><p><br></p><p>https://contemporanea.pt/edicoes/02-2018/entrevista-von-calhau</p><p><br></p><p>http://www.bocabienal.org/en/von-calhau/</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=cT3DZC6wmEU</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=kzQQCFFqDXw</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=-r4JpwOLrG8</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=dCGtyZQOI5o</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 30 de Abril 2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Von Calhau! é o nome de uma dupla de artistas, Marta Baptista e João Alves, que se conheceu em 2006 num workshop que envolvia “curto-circuito electronico. Von Calhau! tem desenvolvido, nos últimos quinzes anos, um fecundo trabalho de colaboração nas áreas da música e das artes visuais, com múltiplas ramificações e cruzamentos vários, que se vai manifestando em concertos e&nbsp;<em>performances</em>, na edição de discos, na realização de filmes e vídeos, numa profusa produção de desenhos e obra gráfica, ou em publicações. Com recurso a esses diferentes meios, e explorando constantemente a miscigenação de referências e elementos das mais diferentes extrações, os Von Calhau! têm vindo a construir um imaginário e uma cosmogonia muito próprios, esotéricos e escatológicos, a partir dos quais interrogam a sua e a nossa condição no mundo.</p><p>Em 2010 fundaram a&nbsp;<a href="http://www.oficina-arara.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Oficina Arara</a>, no Porto, com outros artistas.</p><p>O seu percurso desde então inclui projectos performativos e expositivos: Galeria ZDB, Atelier MTK (Grenoble), Instituto Araújo Porto/Fundação de Serralves, 10ª edição do Prémio União Latina, MUSAC (León) ou Mackintosh Museum (Glasgow) e participaram em diversos festivais, tais como Netmage (Bolonha), Kraak (Bruxelas) ou Les Urbaines (Lausanne). Integraram a exposição “12 Contemporâneos: Estados Presentes” da Fundação de Serralves, com curadoria de Suzanne Cotter e Bruno Marchand. Em 2015 apresentaram “oximoroboro”,&nbsp;exposição individual na Culturgest, com curadoria de Miguel Wandschneider. Em dezembro de 2015 apresentaram uma performance no Palais Tokyo (Paris), no quadro da exposição de artistas portugueses&nbsp;<em>Au sud d’aujourd’hui. Art contemporain portugais [sans le Portugal]&nbsp;</em>com curadoria de Miguel von Hafe Pérez, em 2020 apresentam a individual Unharias Ratóricas no MAAT com curadoria de DOXAMITRAX (um pseudónimo adoptado pelos artistas), e no CAV a exposição “Gaz Giz e Zig Zag”, com curadoria de Ana Anacleto.(esta parte não se lê na gravação mas vai para a descrição). Fizeram a residência Unlimited em Nova Iorque pelo prémio Atelier Julio Pomar.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>http://www.einsteinvoncalhau.com/</p><p><br></p><p>https://www.maat.pt/en/exhibition/von-calhau-nailed-rathorics</p><p><br></p><p>https://contemporanea.pt/edicoes/02-2018/entrevista-von-calhau</p><p><br></p><p>http://www.bocabienal.org/en/von-calhau/</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=cT3DZC6wmEU</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=kzQQCFFqDXw</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=-r4JpwOLrG8</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=dCGtyZQOI5o</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 30 de Abril 2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton:</p><p>HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura / DGArtes</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Von Calhau! é o nome de uma dupla de artistas, Marta Baptista e João Alves, que se conheceu em 2006 num workshop que envolvia “curto-circuito electronico. Von Calhau! tem desenvolvido, nos últimos quinzes anos, um fecundo trabalho de colaboração nas áreas da música e das artes visuais, com múltiplas ramificações e cruzamentos vários, que se vai manifestando em concertos e performances, na edição de discos, na realização de filmes e vídeos, numa profusa produção de desenhos e obra gráfica, ou em publicações. Com recurso a esses diferentes meios, e explorando constantemente a miscigenação de referências e elementos das mais diferentes extrações, os Von Calhau! têm vindo a construir um imaginário e uma cosmogonia muito próprios, esotéricos e escatológicos, a partir dos quais interrogam a sua e a nossa condição no mundo.Em 2010 fundaram a Oficina Arara, no Porto, com outros artistas.O seu percurso desde então inclui projectos performativos e expositivos: Galeria ZDB, Atelier MTK (Grenoble), Instituto Araújo Porto/Fundação de Serralves, 10ª edição do Prémio União Latina, MUSAC (León) ou Mackintosh Museum (Glasgow) e participaram em diversos festivais, tais como Netmage (Bolonha), Kraak (Bruxelas) ou Les Urbaines (Lausanne). Integraram a exposição “12 Contemporâneos: Estados Presentes” da Fundação de Serralves, com curadoria de Suzanne Cotter e Bruno Marchand. Em 2015 apresentaram “oximoroboro”, exposição individual na Culturgest, com curadoria de Miguel Wandschneider. Em dezembro de 2015 apresentaram uma performance no Palais Tokyo (Paris), no quadro da exposição de artistas portugueses Au sud d’aujourd’hui. Art contemporain portugais [sans le Portugal] com curadoria de Miguel von Hafe Pérez, em 2020 apresentam a individual Unharias Ratóricas no MAAT com curadoria de DOXAMITRAX (um pseudónimo adoptado pelos artistas), e no CAV a exposição “Gaz Giz e Zig Zag”, com curadoria de Ana Anacleto.(esta parte não se lê na gravação mas vai para a descrição). Fizeram a residência Unlimited em Nova Iorque pelo prémio Atelier Julio Pomar.Links:http://www.einsteinvoncalhau.com/https://www.maat.pt/en/exhibition/von-calhau-nailed-rathoricshttps://contemporanea.pt/edicoes/02-2018/entrevista-von-calhauhttp://www.bocabienal.org/en/von-calhau/https://www.youtube.com/watch?v=cT3DZC6wmEUhttps://www.youtube.com/watch?v=kzQQCFFqDXwhttps://www.youtube.com/watch?v=-r4JpwOLrG8https://www.youtube.com/watch?v=dCGtyZQOI5oEpisódio gravado dia 30 de Abril 2021http://www.appleton.ptMecenas Appleton:HCI / Colecção Maria e Armando CabralFinanciamento:República Portuguesa - Cultura / DGArtes</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 11 May 2021 20:00:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 26 - &#34;Ernesto de Sousa, 100 anos, 18 abril 2021&#34; - Conversa com Isabel Alves e David Maranha</title>
            <description><![CDATA[  <p>Ernesto de Sousa (Lisboa, 1921–1988) foi uma das figuras mais complexas e activas do seu tempo, um prolífico artista multidisciplinar e um ávido promotor de sinergias entre gerações de artistas da primeira e da segunda metade do século XX. Defensor de uma expressão artística experimental e livre, dedicou-se ao estudo, divulgação e prática das artes, como à curadoria, crítica e ensaística, à fotografia, ao cinema e ao teatro.</p><p>Na década de sessenta, entrou em contacto com o movimento Fluxus e as neo-vanguardas europeias, travando amizade com Robert Filliou e Wolf Vostell. Este contacto foi uma influência determinante para a reformulação da arte como "obra aberta", experimental e participativa, são disto exemplos o exercício teatral&nbsp;<a href="http://ernestodesousa.com/projectos/nos-nao-estamos-algures" rel="noopener noreferrer" target="_blank"><em>Nós Não Estamos Algures</em></a>&nbsp;(1969), o filme expandido&nbsp;<a href="http://ernestodesousa.com/projectos/almada-um-nome-de-guerra" rel="noopener noreferrer" target="_blank"><em>Almada, Um Nome de Guerra</em></a>&nbsp;(1969-1972) e o&nbsp;<em>mixed-media</em>&nbsp;<a href="http://ernestodesousa.com/projectos/luiz-vaz-73" rel="noopener noreferrer" target="_blank"><em>Luíz Vaz 73</em></a>, obras colaborativas da sua autoria.</p><p>Durante esta década, e até aos anos oitenta, organizou cursos, conferências e exposições sobre filme experimental, vídeo-arte,&nbsp;<em>performance</em>&nbsp;e&nbsp;<em>happening</em>, promovendo pontos de contacto entre as neo-vanguardas internacionais e o contexto português.</p><p>Ao propor a celebração do&nbsp;<a href="http://ernestodesousa.com/projectos/aniversario-da-arte" rel="noopener noreferrer" target="_blank"><em>Aniversário da Arte</em></a>&nbsp;de Robert Filliou (Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, 1974), Ernesto de Sousa antecipou a Revolução dos Cravos e contrariou a posição periférica de Portugal na Europa. A exposição "<a href="http://ernestodesousa.com/projectos/alternativa-zero" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Alternativa Zero</a>" (Galeria Nacional de Arte Moderna, Lisboa, 1977) sintetiza o seu projecto de criação de uma vanguarda portuguesa em diálogo estético e ideológico com as suas congéneres internacionais.</p><p>Publicou, desde a década de quarenta, intensamente em revistas e jornais, sendo a sua crítica instrumental para a divulgar em Portugal práticas artísticas experimentais. O seu forte envolvimento no movimento cineclubista, do qual foi fundador em Portugal, foi um contributo para a eclosão do "Novo Cinema" anunciado pela sua única longa-metragem&nbsp;<a href="http://ernestodesousa.com/projectos/dom-roberto" rel="noopener noreferrer" target="_blank"><em>Dom Roberto</em></a>&nbsp;(1962), distinguida com dois prémios no Festival da Cannes em 1963. Importa ainda referir o estudo que desenvolveu acerca da arte popular portuguesa e a sua teorização no âmbito da arte contemporânea bem como a revisão da obra de Almada Negreiros, o "ingénuo voluntário" cuja obra anticipava as ideias que Ernesto defendia.</p><p>Foi comissário da representação portuguesa na Bienal de Veneza em&nbsp;<a href="http://ernestodesousa.com/projectos/a-palavra-e-a-letra" rel="noopener noreferrer" target="_blank">1980</a>, 1982 e 1984.</p><p>Foram-lhe dedicadas as exposições retrospectivas&nbsp;<em>Itinerários</em>, em 1987, organizada pela Secretaria de Estado da Cultura (comissariada por José Luís Porfírio, Leonel Moura e Fernando Pernes) e&nbsp;<em>Revolution My Body</em>, em 1998, na Fundação Calouste Gulbenkian (comissariada por Helena de Freitas e Miguel Wandschneider).</p><p>A Fundação de Serralves apresentou, em 1997, uma reposição da "Alternativa Zero" na celebração dos vinte anos desta exposição e, em 2012, uma reinterpretação dos&nbsp;<em>mixed-media</em>&nbsp;<em>Almada, Um Nome de Guerra</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Nós Não Estamos Algures</em>.</p><p>O Centro Internacional de Artes José de Guimarães organizou, em 2014, a exposição "Ernesto de Sousa e a Arte Popular – Em torno da exposição '<a href="http://ernestodesousa.com/projectos/barristas-e-imaginarios-quatro-artistas-populares-do-norte" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Barristas e Imaginários</a>'".</p><p>Criada em 1992 a&nbsp;<a href="http://ernestodesousa.com/bolsa" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Bolsa Ernesto de Sousa</a>&nbsp;apoiou, até 2013, vinte jovens artistas na realização de projectos&nbsp;<em>intermedia</em>&nbsp;durante um estágio na Experimental Intermedia Foundation, em Nova Iorque.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.ernestodesousa.com/biografia</p><p><br></p><p>https://www.dn.pt/artes/o-ernesto-ainda-nao-e-aceite-de-forma-aberta-8791041.html</p><p><br></p><p>http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/133/artists</p><p><br></p><p>e-cultura.pt/evento/20837</p><p><br></p><p>https://www.sabado.pt/gps/arte/detalhe/ernesto-de-sousa-um-artista-revolucionario</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2021/04/08/culturaipsilon/noticia/ernesto-sousa-energia-accao-pensamento-nao-desapareceu-1957615</p><p><br></p><p>https://www.rtp.pt/play/p2813/e537957/dominio-publico-rubrica</p><p><br></p><p>https://www.rimasebatidas.pt/pedro-sousa-e-rafael-toral-actuam-na-appleton-associacao-cultural-em-abril/</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 18 de Abril 2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura</p><p>dgArtes</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Ernesto de Sousa (Lisboa, 1921–1988) foi uma das figuras mais complexas e activas do seu tempo, um prolífico artista multidisciplinar e um ávido promotor de sinergias entre gerações de artistas da primeira e da segunda metade do século XX. Defensor de uma expressão artística experimental e livre, dedicou-se ao estudo, divulgação e prática das artes, como à curadoria, crítica e ensaística, à fotografia, ao cinema e ao teatro.</p><p>Na década de sessenta, entrou em contacto com o movimento Fluxus e as neo-vanguardas europeias, travando amizade com Robert Filliou e Wolf Vostell. Este contacto foi uma influência determinante para a reformulação da arte como "obra aberta", experimental e participativa, são disto exemplos o exercício teatral&nbsp;<a href="http://ernestodesousa.com/projectos/nos-nao-estamos-algures" rel="noopener noreferrer" target="_blank"><em>Nós Não Estamos Algures</em></a>&nbsp;(1969), o filme expandido&nbsp;<a href="http://ernestodesousa.com/projectos/almada-um-nome-de-guerra" rel="noopener noreferrer" target="_blank"><em>Almada, Um Nome de Guerra</em></a>&nbsp;(1969-1972) e o&nbsp;<em>mixed-media</em>&nbsp;<a href="http://ernestodesousa.com/projectos/luiz-vaz-73" rel="noopener noreferrer" target="_blank"><em>Luíz Vaz 73</em></a>, obras colaborativas da sua autoria.</p><p>Durante esta década, e até aos anos oitenta, organizou cursos, conferências e exposições sobre filme experimental, vídeo-arte,&nbsp;<em>performance</em>&nbsp;e&nbsp;<em>happening</em>, promovendo pontos de contacto entre as neo-vanguardas internacionais e o contexto português.</p><p>Ao propor a celebração do&nbsp;<a href="http://ernestodesousa.com/projectos/aniversario-da-arte" rel="noopener noreferrer" target="_blank"><em>Aniversário da Arte</em></a>&nbsp;de Robert Filliou (Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, 1974), Ernesto de Sousa antecipou a Revolução dos Cravos e contrariou a posição periférica de Portugal na Europa. A exposição "<a href="http://ernestodesousa.com/projectos/alternativa-zero" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Alternativa Zero</a>" (Galeria Nacional de Arte Moderna, Lisboa, 1977) sintetiza o seu projecto de criação de uma vanguarda portuguesa em diálogo estético e ideológico com as suas congéneres internacionais.</p><p>Publicou, desde a década de quarenta, intensamente em revistas e jornais, sendo a sua crítica instrumental para a divulgar em Portugal práticas artísticas experimentais. O seu forte envolvimento no movimento cineclubista, do qual foi fundador em Portugal, foi um contributo para a eclosão do "Novo Cinema" anunciado pela sua única longa-metragem&nbsp;<a href="http://ernestodesousa.com/projectos/dom-roberto" rel="noopener noreferrer" target="_blank"><em>Dom Roberto</em></a>&nbsp;(1962), distinguida com dois prémios no Festival da Cannes em 1963. Importa ainda referir o estudo que desenvolveu acerca da arte popular portuguesa e a sua teorização no âmbito da arte contemporânea bem como a revisão da obra de Almada Negreiros, o "ingénuo voluntário" cuja obra anticipava as ideias que Ernesto defendia.</p><p>Foi comissário da representação portuguesa na Bienal de Veneza em&nbsp;<a href="http://ernestodesousa.com/projectos/a-palavra-e-a-letra" rel="noopener noreferrer" target="_blank">1980</a>, 1982 e 1984.</p><p>Foram-lhe dedicadas as exposições retrospectivas&nbsp;<em>Itinerários</em>, em 1987, organizada pela Secretaria de Estado da Cultura (comissariada por José Luís Porfírio, Leonel Moura e Fernando Pernes) e&nbsp;<em>Revolution My Body</em>, em 1998, na Fundação Calouste Gulbenkian (comissariada por Helena de Freitas e Miguel Wandschneider).</p><p>A Fundação de Serralves apresentou, em 1997, uma reposição da "Alternativa Zero" na celebração dos vinte anos desta exposição e, em 2012, uma reinterpretação dos&nbsp;<em>mixed-media</em>&nbsp;<em>Almada, Um Nome de Guerra</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Nós Não Estamos Algures</em>.</p><p>O Centro Internacional de Artes José de Guimarães organizou, em 2014, a exposição "Ernesto de Sousa e a Arte Popular – Em torno da exposição '<a href="http://ernestodesousa.com/projectos/barristas-e-imaginarios-quatro-artistas-populares-do-norte" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Barristas e Imaginários</a>'".</p><p>Criada em 1992 a&nbsp;<a href="http://ernestodesousa.com/bolsa" rel="noopener noreferrer" target="_blank">Bolsa Ernesto de Sousa</a>&nbsp;apoiou, até 2013, vinte jovens artistas na realização de projectos&nbsp;<em>intermedia</em>&nbsp;durante um estágio na Experimental Intermedia Foundation, em Nova Iorque.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p>https://www.ernestodesousa.com/biografia</p><p><br></p><p>https://www.dn.pt/artes/o-ernesto-ainda-nao-e-aceite-de-forma-aberta-8791041.html</p><p><br></p><p>http://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/133/artists</p><p><br></p><p>e-cultura.pt/evento/20837</p><p><br></p><p>https://www.sabado.pt/gps/arte/detalhe/ernesto-de-sousa-um-artista-revolucionario</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2021/04/08/culturaipsilon/noticia/ernesto-sousa-energia-accao-pensamento-nao-desapareceu-1957615</p><p><br></p><p>https://www.rtp.pt/play/p2813/e537957/dominio-publico-rubrica</p><p><br></p><p>https://www.rimasebatidas.pt/pedro-sousa-e-rafael-toral-actuam-na-appleton-associacao-cultural-em-abril/</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 18 de Abril 2021</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Financiamento:</p><p>República Portuguesa - Cultura</p><p>dgArtes</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Ernesto de Sousa (Lisboa, 1921–1988) foi uma das figuras mais complexas e activas do seu tempo, um prolífico artista multidisciplinar e um ávido promotor de sinergias entre gerações de artistas da primeira e da segunda metade do século XX. Defensor de uma expressão artística experimental e livre, dedicou-se ao estudo, divulgação e prática das artes, como à curadoria, crítica e ensaística, à fotografia, ao cinema e ao teatro.Na década de sessenta, entrou em contacto com o movimento Fluxus e as neo-vanguardas europeias, travando amizade com Robert Filliou e Wolf Vostell. Este contacto foi uma influência determinante para a reformulação da arte como &#34;obra aberta&#34;, experimental e participativa, são disto exemplos o exercício teatral Nós Não Estamos Algures (1969), o filme expandido Almada, Um Nome de Guerra (1969-1972) e o mixed-media Luíz Vaz 73, obras colaborativas da sua autoria.Durante esta década, e até aos anos oitenta, organizou cursos, conferências e exposições sobre filme experimental, vídeo-arte, performance e happening, promovendo pontos de contacto entre as neo-vanguardas internacionais e o contexto português.Ao propor a celebração do Aniversário da Arte de Robert Filliou (Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, 1974), Ernesto de Sousa antecipou a Revolução dos Cravos e contrariou a posição periférica de Portugal na Europa. A exposição &#34;Alternativa Zero&#34; (Galeria Nacional de Arte Moderna, Lisboa, 1977) sintetiza o seu projecto de criação de uma vanguarda portuguesa em diálogo estético e ideológico com as suas congéneres internacionais.Publicou, desde a década de quarenta, intensamente em revistas e jornais, sendo a sua crítica instrumental para a divulgar em Portugal práticas artísticas experimentais. O seu forte envolvimento no movimento cineclubista, do qual foi fundador em Portugal, foi um contributo para a eclosão do &#34;Novo Cinema&#34; anunciado pela sua única longa-metragem Dom Roberto (1962), distinguida com dois prémios no Festival da Cannes em 1963. Importa ainda referir o estudo que desenvolveu acerca da arte popular portuguesa e a sua teorização no âmbito da arte contemporânea bem como a revisão da obra de Almada Negreiros, o &#34;ingénuo voluntário&#34; cuja obra anticipava as ideias que Ernesto defendia.Foi comissário da representação portuguesa na Bienal de Veneza em 1980, 1982 e 1984.Foram-lhe dedicadas as exposições retrospectivas Itinerários, em 1987, organizada pela Secretaria de Estado da Cultura (comissariada por José Luís Porfírio, Leonel Moura e Fernando Pernes) e Revolution My Body, em 1998, na Fundação Calouste Gulbenkian (comissariada por Helena de Freitas e Miguel Wandschneider).A Fundação de Serralves apresentou, em 1997, uma reposição da &#34;Alternativa Zero&#34; na celebração dos vinte anos desta exposição e, em 2012, uma reinterpretação dos mixed-media Almada, Um Nome de Guerra e Nós Não Estamos Algures.O Centro Internacional de Artes José de Guimarães organizou, em 2014, a exposição &#34;Ernesto de Sousa e a Arte Popular – Em torno da exposição &#39;Barristas e Imaginários&#39;&#34;.Criada em 1992 a Bolsa Ernesto de Sousa apoiou, até 2013, vinte jovens artistas na realização de projectos intermedia durante um estágio na Experimental Intermedia Foundation, em Nova Iorque.Links:https://www.ernestodesousa.com/biografiahttps://www.dn.pt/artes/o-ernesto-ainda-nao-e-aceite-de-forma-aberta-8791041.htmlhttp://www.museuartecontemporanea.gov.pt/pt/artistas/ver/133/artistse-cultura.pt/evento/20837https://www.sabado.pt/gps/arte/detalhe/ernesto-de-sousa-um-artista-revolucionariohttps://www.publico.pt/2021/04/08/culturaipsilon/noticia/ernesto-sousa-energia-accao-pensamento-nao-desapareceu-1957615https://www.rtp.pt/play/p2813/e537957/dominio-publico-rubricahttps://www.rimasebatidas.pt/pedro-sousa-e-rafael-toral-actuam-na-appleton-associacao-cultural-em-abril/Episódio gravado dia 18 de Abril 2021http://www.appleton.ptMecenas Appleton: HCI / ColecçãoMaria e Armando CabralFinanciamento:República Portuguesa - CulturadgArtes</itunes:summary>
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            <pubDate>Sun, 18 Apr 2021 18:50:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 25 - &#34;Appleton Recess&#34; - Conversa com Ana Anacleto e Bruno Marchand</title>
            <description><![CDATA[  <p>Bruno Marchand (Évora, 1978) é Mestre em Estudos Curatoriais pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa e doutorando em Arte Contemporânea na Universidade de Coimbra. Entre 2009 e 2013 foi programador do Chiado</p><p>8 – Arte Contemporânea, entre 2017 e 2019 integrou a equipa de artes visuais da Associação Zé dos Bois e é, desde Fevereiro de 2020, programador de Artes Visuais na Culturgest.</p><p><br></p><p>Ana&nbsp;Anacleto (Lisboa, 1975). Bolseira na HdK (Berlin – 1999). Licenciada em Escultura (2000) e pós-graduada em Estudos Curatoriais (2005) na FBAUL. Doutoranda em Arte Contemporânea no Colégio das Artes – Univ. Coimbra (2020).</p><p>Técnica especializada em Arte Contemporânea no IAC/ MC (2001-2003); assistente e coordenadora do estúdio de Julião Sarmento (2003-2015); curadora e coordenadora curatorial no MAAT (2015-2018).</p><p>Desde 2003 tem trabalhado como curadora independente, desenvolvido projectos curatoriais, expositivos e editoriais com várias instituições, museus, centros de arte, espaços independentes e galerias em Portugal e no estrangeiro. Publicou ensaios, textos e artigos; realizou comunicações públicas em conferências, seminários e eventos académicos; realizou visitas guiadas temáticas em colaboração com várias instituições museológicas; foi membro de júris de premiação e selecção para Prémios, Bolsas de Estudo e Residências Artísticas; e realizou diversas conversas públicas com artistas no âmbito de projectos expositivos. Desde 2020 lecciona “Práticas de Curadoria” na Pós-graduação em Curadoria, na FCSH – Universidade Nova de Lisboa.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p>https://www.facebook.com/Appleton-Recess-242577252810/</p><p><br></p><p>http://lazer.publico.pt/exposicoes/310178_appleton-recess-3</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2012/09/23/jornal/dialogo-de-geracoes-na-appleton-25248546</p><p><br></p><p>https://artecapital.net/recomendacoes.php?ref=369</p><p><br></p><p>https://makingarthappen.com/2012/09/21/appleton-recess-3/</p><p><br></p><p>http://www.missdove.org/2012/10/appleton-recess-3-at-appleton-square.html</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=uxEhlU0vNMs</p><p><br></p><p><a href="https://www.artcuratorgrid.com/users/ana-anacleto/posts" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artcuratorgrid.com/users/ana-anacleto/posts</a></p><p><br></p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/05/11/5-sugestoes-culturais-ana-anacleto/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/05/11/5-sugestoes-culturais-ana-anacleto/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.portugal.gov.pt/pt/gc22/comunicacao/noticia?i=arte-em-sao-bento-2020-assinalada-com-colecao-figueiredo-ribeiro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.portugal.gov.pt/pt/gc22/comunicacao/noticia?i=arte-em-sao-bento-2020-assinalada-com-colecao-figueiredo-ribeiro</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.publico.pt/2020/10/05/culturaipsilon/noticia/nova-edicao-arte-sao-bento-colecao-figueiredo-ribeiro-abre-residencia-primeiroministro-1934017" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2020/10/05/culturaipsilon/noticia/nova-edicao-arte-sao-bento-colecao-figueiredo-ribeiro-abre-residencia-primeiroministro-1934017</a></p><p><br></p><p><a href="https://sdi.fba.up.pt/premio-novos-artistas-fundacao-edp/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sdi.fba.up.pt/premio-novos-artistas-fundacao-edp/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.publico.pt/2020/02/05/culturaipsilon/noticia/curador-bruno-marchand-substitui-delfim-sardo-culturgest-1902930" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2020/02/05/culturaipsilon/noticia/curador-bruno-marchand-substitui-delfim-sardo-culturgest-1902930</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.sistemasolar.pt/pt/autor/1432/bruno-marchand/?ac=autor" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sistemasolar.pt/pt/autor/1432/bruno-marchand/?ac=autor</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.jn.pt/artes/bruno-marchand-e-o-novo-programador-da-culturgest-11788842.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.jn.pt/artes/bruno-marchand-e-o-novo-programador-da-culturgest-11788842.html</a></p><p><br></p><p><a href="http://re-vis-ta.com/autores/bruno-marchand/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://re-vis-ta.com/autores/bruno-marchand/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.fidelidadearte.pt/wp-content/uploads/2020/08/bruno-marchand-biografia.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fidelidadearte.pt/wp-content/uploads/2020/08/bruno-marchand-biografia.pdf</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.facebook.com/watch/?v=728273371098733" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.facebook.com/watch/?v=728273371098733</a></p><p><br></p><p><a href="https://gerador.eu/bruno-marchand-sucede-a-delfim-sardo-na-curadoria-de-artes-visuais-na-culturgest/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gerador.eu/bruno-marchand-sucede-a-delfim-sardo-na-curadoria-de-artes-visuais-na-culturgest/</a></p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 13 de Novembro 2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Bruno Marchand (Évora, 1978) é Mestre em Estudos Curatoriais pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa e doutorando em Arte Contemporânea na Universidade de Coimbra. Entre 2009 e 2013 foi programador do Chiado</p><p>8 – Arte Contemporânea, entre 2017 e 2019 integrou a equipa de artes visuais da Associação Zé dos Bois e é, desde Fevereiro de 2020, programador de Artes Visuais na Culturgest.</p><p><br></p><p>Ana&nbsp;Anacleto (Lisboa, 1975). Bolseira na HdK (Berlin – 1999). Licenciada em Escultura (2000) e pós-graduada em Estudos Curatoriais (2005) na FBAUL. Doutoranda em Arte Contemporânea no Colégio das Artes – Univ. Coimbra (2020).</p><p>Técnica especializada em Arte Contemporânea no IAC/ MC (2001-2003); assistente e coordenadora do estúdio de Julião Sarmento (2003-2015); curadora e coordenadora curatorial no MAAT (2015-2018).</p><p>Desde 2003 tem trabalhado como curadora independente, desenvolvido projectos curatoriais, expositivos e editoriais com várias instituições, museus, centros de arte, espaços independentes e galerias em Portugal e no estrangeiro. Publicou ensaios, textos e artigos; realizou comunicações públicas em conferências, seminários e eventos académicos; realizou visitas guiadas temáticas em colaboração com várias instituições museológicas; foi membro de júris de premiação e selecção para Prémios, Bolsas de Estudo e Residências Artísticas; e realizou diversas conversas públicas com artistas no âmbito de projectos expositivos. Desde 2020 lecciona “Práticas de Curadoria” na Pós-graduação em Curadoria, na FCSH – Universidade Nova de Lisboa.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p>https://www.facebook.com/Appleton-Recess-242577252810/</p><p><br></p><p>http://lazer.publico.pt/exposicoes/310178_appleton-recess-3</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2012/09/23/jornal/dialogo-de-geracoes-na-appleton-25248546</p><p><br></p><p>https://artecapital.net/recomendacoes.php?ref=369</p><p><br></p><p>https://makingarthappen.com/2012/09/21/appleton-recess-3/</p><p><br></p><p>http://www.missdove.org/2012/10/appleton-recess-3-at-appleton-square.html</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=uxEhlU0vNMs</p><p><br></p><p><a href="https://www.artcuratorgrid.com/users/ana-anacleto/posts" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artcuratorgrid.com/users/ana-anacleto/posts</a></p><p><br></p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/05/11/5-sugestoes-culturais-ana-anacleto/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/05/11/5-sugestoes-culturais-ana-anacleto/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.portugal.gov.pt/pt/gc22/comunicacao/noticia?i=arte-em-sao-bento-2020-assinalada-com-colecao-figueiredo-ribeiro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.portugal.gov.pt/pt/gc22/comunicacao/noticia?i=arte-em-sao-bento-2020-assinalada-com-colecao-figueiredo-ribeiro</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.publico.pt/2020/10/05/culturaipsilon/noticia/nova-edicao-arte-sao-bento-colecao-figueiredo-ribeiro-abre-residencia-primeiroministro-1934017" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2020/10/05/culturaipsilon/noticia/nova-edicao-arte-sao-bento-colecao-figueiredo-ribeiro-abre-residencia-primeiroministro-1934017</a></p><p><br></p><p><a href="https://sdi.fba.up.pt/premio-novos-artistas-fundacao-edp/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://sdi.fba.up.pt/premio-novos-artistas-fundacao-edp/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.publico.pt/2020/02/05/culturaipsilon/noticia/curador-bruno-marchand-substitui-delfim-sardo-culturgest-1902930" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2020/02/05/culturaipsilon/noticia/curador-bruno-marchand-substitui-delfim-sardo-culturgest-1902930</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.sistemasolar.pt/pt/autor/1432/bruno-marchand/?ac=autor" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.sistemasolar.pt/pt/autor/1432/bruno-marchand/?ac=autor</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.jn.pt/artes/bruno-marchand-e-o-novo-programador-da-culturgest-11788842.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.jn.pt/artes/bruno-marchand-e-o-novo-programador-da-culturgest-11788842.html</a></p><p><br></p><p><a href="http://re-vis-ta.com/autores/bruno-marchand/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://re-vis-ta.com/autores/bruno-marchand/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.fidelidadearte.pt/wp-content/uploads/2020/08/bruno-marchand-biografia.pdf" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fidelidadearte.pt/wp-content/uploads/2020/08/bruno-marchand-biografia.pdf</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.facebook.com/watch/?v=728273371098733" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.facebook.com/watch/?v=728273371098733</a></p><p><br></p><p><a href="https://gerador.eu/bruno-marchand-sucede-a-delfim-sardo-na-curadoria-de-artes-visuais-na-culturgest/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gerador.eu/bruno-marchand-sucede-a-delfim-sardo-na-curadoria-de-artes-visuais-na-culturgest/</a></p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 13 de Novembro 2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Bruno Marchand (Évora, 1978) é Mestre em Estudos Curatoriais pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa e doutorando em Arte Contemporânea na Universidade de Coimbra. Entre 2009 e 2013 foi programador do Chiado8 – Arte Contemporânea, entre 2017 e 2019 integrou a equipa de artes visuais da Associação Zé dos Bois e é, desde Fevereiro de 2020, programador de Artes Visuais na Culturgest.Ana Anacleto (Lisboa, 1975). Bolseira na HdK (Berlin – 1999). Licenciada em Escultura (2000) e pós-graduada em Estudos Curatoriais (2005) na FBAUL. Doutoranda em Arte Contemporânea no Colégio das Artes – Univ. Coimbra (2020).Técnica especializada em Arte Contemporânea no IAC/ MC (2001-2003); assistente e coordenadora do estúdio de Julião Sarmento (2003-2015); curadora e coordenadora curatorial no MAAT (2015-2018).Desde 2003 tem trabalhado como curadora independente, desenvolvido projectos curatoriais, expositivos e editoriais com várias instituições, museus, centros de arte, espaços independentes e galerias em Portugal e no estrangeiro. Publicou ensaios, textos e artigos; realizou comunicações públicas em conferências, seminários e eventos académicos; realizou visitas guiadas temáticas em colaboração com várias instituições museológicas; foi membro de júris de premiação e selecção para Prémios, Bolsas de Estudo e Residências Artísticas; e realizou diversas conversas públicas com artistas no âmbito de projectos expositivos. Desde 2020 lecciona “Práticas de Curadoria” na Pós-graduação em Curadoria, na FCSH – Universidade Nova de Lisboa.Linkshttps://www.facebook.com/Appleton-Recess-242577252810/http://lazer.publico.pt/exposicoes/310178_appleton-recess-3https://www.publico.pt/2012/09/23/jornal/dialogo-de-geracoes-na-appleton-25248546https://artecapital.net/recomendacoes.php?ref=369https://makingarthappen.com/2012/09/21/appleton-recess-3/http://www.missdove.org/2012/10/appleton-recess-3-at-appleton-square.htmlhttps://www.youtube.com/watch?v=uxEhlU0vNMshttps://www.artcuratorgrid.com/users/ana-anacleto/postshttps://umbigomagazine.com/en/blog/2020/05/11/5-sugestoes-culturais-ana-anacleto/https://www.portugal.gov.pt/pt/gc22/comunicacao/noticia?i=arte-em-sao-bento-2020-assinalada-com-colecao-figueiredo-ribeirohttps://www.publico.pt/2020/10/05/culturaipsilon/noticia/nova-edicao-arte-sao-bento-colecao-figueiredo-ribeiro-abre-residencia-primeiroministro-1934017https://sdi.fba.up.pt/premio-novos-artistas-fundacao-edp/https://www.publico.pt/2020/02/05/culturaipsilon/noticia/curador-bruno-marchand-substitui-delfim-sardo-culturgest-1902930https://www.sistemasolar.pt/pt/autor/1432/bruno-marchand/?ac=autorhttps://www.jn.pt/artes/bruno-marchand-e-o-novo-programador-da-culturgest-11788842.htmlhttp://re-vis-ta.com/autores/bruno-marchand/https://www.fidelidadearte.pt/wp-content/uploads/2020/08/bruno-marchand-biografia.pdfhttps://www.facebook.com/watch/?v=728273371098733https://gerador.eu/bruno-marchand-sucede-a-delfim-sardo-na-curadoria-de-artes-visuais-na-culturgest/Episódio gravado dia 13 de Novembro 2020http://www.appleton.ptMecenas Appleton: HCI / ColecçãoMaria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal deLisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 01 Feb 2021 19:37:48 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 24 - &#34;Life goes on&#34; - Conversa com Albano da Silva Pereira</title>
            <description><![CDATA[  <p>Albano Silva Pereira</p><p>(biografia retirada de uma entrevista com Anabela Mota Ribeiro)</p><p>Albano, o excêntrico, é o coração dos Encontros de Fotografia de Coimbra. É o director do CAV, Centro de Artes Visuais, instalado no Pátio da Inquisição em Coimbra. É fotógrafo e viajante apaixonado. Planta orquídeas, conhece todos os bons vinhos, fascina-se com o vagar da existência Dogon (uma tribo do Mali que visita amiúde). Na casa onde vive respira entre obras de arte africanas, cadeiras de Charles Eames, fotografias dos maiores vultos da cena mundial. Guia com perícia extrema entre Lisboa e Coimbra. A sua proveniência é o cinema, onde foi assistente de Manoel de Oliveira e António-Pedro Vasconcelos. É razoavelmente louco e tem um tom desconcertante. É um agente cultural como poucos num país pouco dado ao fazer. É o pai do Sebastião.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p>https://sol.sapo.pt/artigo/705475/coimbra-capital-da-fotografia</p><p><br></p><p>https://arquivos.rtp.pt/conteudos/exposicao-de-fotografia-de-albano-silva-pereira/</p><p><br></p><p>https://www.mixcloud.com/CulturaRUC/conversa-com-albano-da-silva-pereira-22-12/</p><p><br></p><p>https://www.photodocumenta.pt/albanosilvapereira-lifegoeson/</p><p><br></p><p>https://divisare.com/projects/379310-jorge-teixeira-dias-daniel-malhao-besphoto-2013-albano-da-silva-pereira</p><p><br></p><p>https://anabelamotaribeiro.pt/albano-silva-pereira-178544</p><p><br></p><p>http://capc.com.pt/site/index.php/pt/albano-silva-pereira-2/</p><p><br></p><p>https://hojemacau.com.mo/2019/09/24/albano-silva-pereira-fotografo-curador-e-director-do-centro-de-artes-visuais/</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 24 de Setembro 2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>﻿</strong></p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Albano Silva Pereira</p><p>(biografia retirada de uma entrevista com Anabela Mota Ribeiro)</p><p>Albano, o excêntrico, é o coração dos Encontros de Fotografia de Coimbra. É o director do CAV, Centro de Artes Visuais, instalado no Pátio da Inquisição em Coimbra. É fotógrafo e viajante apaixonado. Planta orquídeas, conhece todos os bons vinhos, fascina-se com o vagar da existência Dogon (uma tribo do Mali que visita amiúde). Na casa onde vive respira entre obras de arte africanas, cadeiras de Charles Eames, fotografias dos maiores vultos da cena mundial. Guia com perícia extrema entre Lisboa e Coimbra. A sua proveniência é o cinema, onde foi assistente de Manoel de Oliveira e António-Pedro Vasconcelos. É razoavelmente louco e tem um tom desconcertante. É um agente cultural como poucos num país pouco dado ao fazer. É o pai do Sebastião.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p>https://sol.sapo.pt/artigo/705475/coimbra-capital-da-fotografia</p><p><br></p><p>https://arquivos.rtp.pt/conteudos/exposicao-de-fotografia-de-albano-silva-pereira/</p><p><br></p><p>https://www.mixcloud.com/CulturaRUC/conversa-com-albano-da-silva-pereira-22-12/</p><p><br></p><p>https://www.photodocumenta.pt/albanosilvapereira-lifegoeson/</p><p><br></p><p>https://divisare.com/projects/379310-jorge-teixeira-dias-daniel-malhao-besphoto-2013-albano-da-silva-pereira</p><p><br></p><p>https://anabelamotaribeiro.pt/albano-silva-pereira-178544</p><p><br></p><p>http://capc.com.pt/site/index.php/pt/albano-silva-pereira-2/</p><p><br></p><p>https://hojemacau.com.mo/2019/09/24/albano-silva-pereira-fotografo-curador-e-director-do-centro-de-artes-visuais/</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 24 de Setembro 2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>﻿</strong></p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Albano Silva Pereira(biografia retirada de uma entrevista com Anabela Mota Ribeiro)Albano, o excêntrico, é o coração dos Encontros de Fotografia de Coimbra. É o director do CAV, Centro de Artes Visuais, instalado no Pátio da Inquisição em Coimbra. É fotógrafo e viajante apaixonado. Planta orquídeas, conhece todos os bons vinhos, fascina-se com o vagar da existência Dogon (uma tribo do Mali que visita amiúde). Na casa onde vive respira entre obras de arte africanas, cadeiras de Charles Eames, fotografias dos maiores vultos da cena mundial. Guia com perícia extrema entre Lisboa e Coimbra. A sua proveniência é o cinema, onde foi assistente de Manoel de Oliveira e António-Pedro Vasconcelos. É razoavelmente louco e tem um tom desconcertante. É um agente cultural como poucos num país pouco dado ao fazer. É o pai do Sebastião.Linkshttps://sol.sapo.pt/artigo/705475/coimbra-capital-da-fotografiahttps://arquivos.rtp.pt/conteudos/exposicao-de-fotografia-de-albano-silva-pereira/https://www.mixcloud.com/CulturaRUC/conversa-com-albano-da-silva-pereira-22-12/https://www.photodocumenta.pt/albanosilvapereira-lifegoeson/https://divisare.com/projects/379310-jorge-teixeira-dias-daniel-malhao-besphoto-2013-albano-da-silva-pereirahttps://anabelamotaribeiro.pt/albano-silva-pereira-178544http://capc.com.pt/site/index.php/pt/albano-silva-pereira-2/https://hojemacau.com.mo/2019/09/24/albano-silva-pereira-fotografo-curador-e-director-do-centro-de-artes-visuais/Episódio gravado dia 24 de Setembro 2020http://www.appleton.ptMecenas Appleton: HCI / ColecçãoMaria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal deLisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura﻿</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 14 Jan 2021 15:59:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 23 - &#34;Falésia&#34; - Conversa com Sara Antónia Matos e António Bolota</title>
            <description><![CDATA[  <p>António Bolota</p><p>Benguela, Angola, 1962. Vive e trabalha em Lisboa.</p><p>António Bolota começou a expor em meados dos anos 90, trazendo para o universo artístico saberes oriundos da Engenharia, área onde radica a sua formação. Um conjunto de conhecimentos técnicos são convocados na criação de esculturas que se confrontam com o espaço para onde são construídos ou que se fundem com a própria arquitetura. Em 2008 concluiu o Curso Avançado no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual. Mora e trabalha em Lisboa.</p><p>Uma seleção das suas exposições individuais de António Bolota inclui galerias e espaços como: Travessa da Ermida, Lisboa (2020), Fundação Carmona e Costa, Lisboa (2019), Galeria Quadrum, Lisboa (2019), Galeria Vera Cortês, Lisboa (2016), Appleton Square, Lisboa (2016), Galeria Quadrado Azul, Lisboa e Porto (2014/2012/2010) e Pavilhão Branco, Lisboa (2010); Fórum Eugénio de Almeida, Évora (2016) e Ermida de Guadalupe, Vila do Bispo (2010).&nbsp;</p><p>Das exposições coletivas em que participou destacam-se:&nbsp;Black Box: Potlatch, curadoria de Julião Sarmento, Museu do Caramulo, Portugal (2019), Escala 1:1. 21 artistas contemporáneos portugueses, Tabacalera, Madrid (2018),&nbsp;Cosmic, Sonic, Animistic, CIAJG Centro Internacional das Artes José de Guimarães (2017),&nbsp;Sala dos Gessos, Museu da Electricidade (2016),&nbsp;Canal Caveira, Cordoaria Nacional (2015), Ar Sólido (2015) e&nbsp;António Filipe, Parkour (2013), Lisboa;&nbsp;LandArt, Cascais (2014),&nbsp;Como Proteger-se do Tigre, 16ª Bienal de Cerveira, Vila Nova de Cerveira (2011),&nbsp;Estados Gerais, Artecontempo (2009) e&nbsp;Telhado, Interpress (2006), Lisboa. Em 2009 foi nomeado para o Prémio edp Novos Artistas.</p><p>É representado pela Galeria Vera Cortês em Lisboa</p><p><br></p><p>Sara Antónia Matos</p><p>Nasceu em Lisboa (1978), cidade onde vive e trabalha.&nbsp;</p><p>Directora do Atelier-Museu Júlio Pomar da EGEAC, desde 2012, tendo acumulado também a direcção e programação das Galerias Municipais de Lisboa desde Janeiro de 2017 a Março de 2019. No Atelier-Museu é responsável pela concepção e projecto de abertura do museu, definindo a programação e implantando o seu projecto artístico e executivo, um serviço educativo e um projecto editorial em parceria com a editora Sistema Solar – Documenta. Nas Galerias Municipais fez a reorganização da orgânica, em estreita articulação com a tutela, e a definição das linhas estratégicas de programação para o conjunto das 5 Galerias Municipais tendo em conta a noção de serviço público, as características e potencialidades de cada espaço, bem como as necessidades e expectativas do tecido artístico nacional. Esteve à frente do projecto de remodelação da Galeria Quadrum, que devolveu ao espaço expositivo a transparência arquitectónica e a amplitude que lhe eram características. Implantou um projecto editorial transversal e comum à orgânica bem como o site das Galerias Municipais, não apenas com uma vertente de divulgação mas como um arquivo de memória das actividades e exposições.</p><p>Presentemente faz parte da Comissão Instaladora do Banco de Arte Contemporânea – BAC, um projecto de espólios documentais e artísticos de arte contemporânea, da EGEAC-CML, numa parceria estabelecida com a Fundação Carmona e Costa e o IHA da FCSH da Univ. Nova de Lisboa, Lisboa.</p><p>É formada em Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Mestre em Estudos Curatoriais e Doutorada com a tese <em>“Da Escultura à Espacialidade”</em> na mesma Universidade.</p><p>É curadora desde 2006 tendo apresentado exposições em várias instituições, desde o CAM da FCG, FCC, Museu Berardo, MACE, etc. Publica regularmente ensaios sobre arte, em catálogos e revistas da especialidade e é coordenadora da colecção<em> Cadernos do Atelier-Museu Júlio Pomar. Foi docente convidada da Faculdade de Belas Artes da Univ. de Lisboa e coordenadora do Curso de Escultura do Ar.Co.</em></p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p>https://antoniobolota.com/</p><p><br></p><p>https://www.veracortes.com/artists/antonio-bolota/works</p><p><br></p><p>http://www.missdove.org/2016/05/antonio-bolota-at-appleton-square.html</p><p><br></p><p>https://www.sabado.pt/gps/detalhe/um-poema-ao-espaco-branco-na-galeria-appleton-square</p><p><br></p><p>https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/antonio-bolota-assentamento</p><p><br></p><p>https://www.photodocumenta.pt/antoniobolota-marcopires/</p><p><br></p><p>https://institutodehistoriadaarte.wordpress.com/sara-antonia-matos/</p><p><br></p><p>https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/html/textos/textos/pdfs/Entrevista_JoseMarmeleira_a_SAM.pdf</p><p><br></p><p>https://observador.pt/2018/05/23/sara-antonia-matos-julio-pomar-olhava-para-a-frente-e-nunca-para-o-passado/</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=s2SFd9zIi1A</p><p><br></p><p>https://www.facebook.com/watch/?v=631993464094004</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=f1WiObVFHrs</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 09 de Dezembro 2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>António Bolota</p><p>Benguela, Angola, 1962. Vive e trabalha em Lisboa.</p><p>António Bolota começou a expor em meados dos anos 90, trazendo para o universo artístico saberes oriundos da Engenharia, área onde radica a sua formação. Um conjunto de conhecimentos técnicos são convocados na criação de esculturas que se confrontam com o espaço para onde são construídos ou que se fundem com a própria arquitetura. Em 2008 concluiu o Curso Avançado no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual. Mora e trabalha em Lisboa.</p><p>Uma seleção das suas exposições individuais de António Bolota inclui galerias e espaços como: Travessa da Ermida, Lisboa (2020), Fundação Carmona e Costa, Lisboa (2019), Galeria Quadrum, Lisboa (2019), Galeria Vera Cortês, Lisboa (2016), Appleton Square, Lisboa (2016), Galeria Quadrado Azul, Lisboa e Porto (2014/2012/2010) e Pavilhão Branco, Lisboa (2010); Fórum Eugénio de Almeida, Évora (2016) e Ermida de Guadalupe, Vila do Bispo (2010).&nbsp;</p><p>Das exposições coletivas em que participou destacam-se:&nbsp;Black Box: Potlatch, curadoria de Julião Sarmento, Museu do Caramulo, Portugal (2019), Escala 1:1. 21 artistas contemporáneos portugueses, Tabacalera, Madrid (2018),&nbsp;Cosmic, Sonic, Animistic, CIAJG Centro Internacional das Artes José de Guimarães (2017),&nbsp;Sala dos Gessos, Museu da Electricidade (2016),&nbsp;Canal Caveira, Cordoaria Nacional (2015), Ar Sólido (2015) e&nbsp;António Filipe, Parkour (2013), Lisboa;&nbsp;LandArt, Cascais (2014),&nbsp;Como Proteger-se do Tigre, 16ª Bienal de Cerveira, Vila Nova de Cerveira (2011),&nbsp;Estados Gerais, Artecontempo (2009) e&nbsp;Telhado, Interpress (2006), Lisboa. Em 2009 foi nomeado para o Prémio edp Novos Artistas.</p><p>É representado pela Galeria Vera Cortês em Lisboa</p><p><br></p><p>Sara Antónia Matos</p><p>Nasceu em Lisboa (1978), cidade onde vive e trabalha.&nbsp;</p><p>Directora do Atelier-Museu Júlio Pomar da EGEAC, desde 2012, tendo acumulado também a direcção e programação das Galerias Municipais de Lisboa desde Janeiro de 2017 a Março de 2019. No Atelier-Museu é responsável pela concepção e projecto de abertura do museu, definindo a programação e implantando o seu projecto artístico e executivo, um serviço educativo e um projecto editorial em parceria com a editora Sistema Solar – Documenta. Nas Galerias Municipais fez a reorganização da orgânica, em estreita articulação com a tutela, e a definição das linhas estratégicas de programação para o conjunto das 5 Galerias Municipais tendo em conta a noção de serviço público, as características e potencialidades de cada espaço, bem como as necessidades e expectativas do tecido artístico nacional. Esteve à frente do projecto de remodelação da Galeria Quadrum, que devolveu ao espaço expositivo a transparência arquitectónica e a amplitude que lhe eram características. Implantou um projecto editorial transversal e comum à orgânica bem como o site das Galerias Municipais, não apenas com uma vertente de divulgação mas como um arquivo de memória das actividades e exposições.</p><p>Presentemente faz parte da Comissão Instaladora do Banco de Arte Contemporânea – BAC, um projecto de espólios documentais e artísticos de arte contemporânea, da EGEAC-CML, numa parceria estabelecida com a Fundação Carmona e Costa e o IHA da FCSH da Univ. Nova de Lisboa, Lisboa.</p><p>É formada em Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Mestre em Estudos Curatoriais e Doutorada com a tese <em>“Da Escultura à Espacialidade”</em> na mesma Universidade.</p><p>É curadora desde 2006 tendo apresentado exposições em várias instituições, desde o CAM da FCG, FCC, Museu Berardo, MACE, etc. Publica regularmente ensaios sobre arte, em catálogos e revistas da especialidade e é coordenadora da colecção<em> Cadernos do Atelier-Museu Júlio Pomar. Foi docente convidada da Faculdade de Belas Artes da Univ. de Lisboa e coordenadora do Curso de Escultura do Ar.Co.</em></p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p>https://antoniobolota.com/</p><p><br></p><p>https://www.veracortes.com/artists/antonio-bolota/works</p><p><br></p><p>http://www.missdove.org/2016/05/antonio-bolota-at-appleton-square.html</p><p><br></p><p>https://www.sabado.pt/gps/detalhe/um-poema-ao-espaco-branco-na-galeria-appleton-square</p><p><br></p><p>https://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/antonio-bolota-assentamento</p><p><br></p><p>https://www.photodocumenta.pt/antoniobolota-marcopires/</p><p><br></p><p>https://institutodehistoriadaarte.wordpress.com/sara-antonia-matos/</p><p><br></p><p>https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/html/textos/textos/pdfs/Entrevista_JoseMarmeleira_a_SAM.pdf</p><p><br></p><p>https://observador.pt/2018/05/23/sara-antonia-matos-julio-pomar-olhava-para-a-frente-e-nunca-para-o-passado/</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=s2SFd9zIi1A</p><p><br></p><p>https://www.facebook.com/watch/?v=631993464094004</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=f1WiObVFHrs</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 09 de Dezembro 2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>António BolotaBenguela, Angola, 1962. Vive e trabalha em Lisboa.António Bolota começou a expor em meados dos anos 90, trazendo para o universo artístico saberes oriundos da Engenharia, área onde radica a sua formação. Um conjunto de conhecimentos técnicos são convocados na criação de esculturas que se confrontam com o espaço para onde são construídos ou que se fundem com a própria arquitetura. Em 2008 concluiu o Curso Avançado no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual. Mora e trabalha em Lisboa.Uma seleção das suas exposições individuais de António Bolota inclui galerias e espaços como: Travessa da Ermida, Lisboa (2020), Fundação Carmona e Costa, Lisboa (2019), Galeria Quadrum, Lisboa (2019), Galeria Vera Cortês, Lisboa (2016), Appleton Square, Lisboa (2016), Galeria Quadrado Azul, Lisboa e Porto (2014/2012/2010) e Pavilhão Branco, Lisboa (2010); Fórum Eugénio de Almeida, Évora (2016) e Ermida de Guadalupe, Vila do Bispo (2010). Das exposições coletivas em que participou destacam-se: Black Box: Potlatch, curadoria de Julião Sarmento, Museu do Caramulo, Portugal (2019), Escala 1:1. 21 artistas contemporáneos portugueses, Tabacalera, Madrid (2018), Cosmic, Sonic, Animistic, CIAJG Centro Internacional das Artes José de Guimarães (2017), Sala dos Gessos, Museu da Electricidade (2016), Canal Caveira, Cordoaria Nacional (2015), Ar Sólido (2015) e António Filipe, Parkour (2013), Lisboa; LandArt, Cascais (2014), Como Proteger-se do Tigre, 16ª Bienal de Cerveira, Vila Nova de Cerveira (2011), Estados Gerais, Artecontempo (2009) e Telhado, Interpress (2006), Lisboa. Em 2009 foi nomeado para o Prémio edp Novos Artistas.É representado pela Galeria Vera Cortês em LisboaSara Antónia MatosNasceu em Lisboa (1978), cidade onde vive e trabalha. Directora do Atelier-Museu Júlio Pomar da EGEAC, desde 2012, tendo acumulado também a direcção e programação das Galerias Municipais de Lisboa desde Janeiro de 2017 a Março de 2019. No Atelier-Museu é responsável pela concepção e projecto de abertura do museu, definindo a programação e implantando o seu projecto artístico e executivo, um serviço educativo e um projecto editorial em parceria com a editora Sistema Solar – Documenta. Nas Galerias Municipais fez a reorganização da orgânica, em estreita articulação com a tutela, e a definição das linhas estratégicas de programação para o conjunto das 5 Galerias Municipais tendo em conta a noção de serviço público, as características e potencialidades de cada espaço, bem como as necessidades e expectativas do tecido artístico nacional. Esteve à frente do projecto de remodelação da Galeria Quadrum, que devolveu ao espaço expositivo a transparência arquitectónica e a amplitude que lhe eram características. Implantou um projecto editorial transversal e comum à orgânica bem como o site das Galerias Municipais, não apenas com uma vertente de divulgação mas como um arquivo de memória das actividades e exposições.Presentemente faz parte da Comissão Instaladora do Banco de Arte Contemporânea – BAC, um projecto de espólios documentais e artísticos de arte contemporânea, da EGEAC-CML, numa parceria estabelecida com a Fundação Carmona e Costa e o IHA da FCSH da Univ. Nova de Lisboa, Lisboa.É formada em Escultura na Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Mestre em Estudos Curatoriais e Doutorada com a tese “Da Escultura à Espacialidade” na mesma Universidade.É curadora desde 2006 tendo apresentado exposições em várias instituições, desde o CAM da FCG, FCC, Museu Berardo, MACE, etc. Publica regularmente ensaios sobre arte, em catálogos e revistas da especialidade e é coordenadora da colecção Cadernos do Atelier-Museu Júlio Pomar. Foi docente convidada da Faculdade de Belas Artes da Univ. de Lisboa e coordenadora do Curso de Escultura do Ar.Co.Linkshttps://antoniobolota.com/https://www.veracortes.com/artists/antonio-bolota/workshttp://www.missdove.org/2016/05/antonio-bolota-at-appleton-square.htmlhttps://www.sabado.pt/gps/detalhe/um-poema-ao-espaco-branco-na-galeria-appleton-squarehttps://contemporanea.pt/edicoes/03-04-2019/antonio-bolota-assentamentohttps://www.photodocumenta.pt/antoniobolota-marcopires/https://institutodehistoriadaarte.wordpress.com/sara-antonia-matos/https://www.ateliermuseujuliopomar.pt/html/textos/textos/pdfs/Entrevista_JoseMarmeleira_a_SAM.pdfhttps://observador.pt/2018/05/23/sara-antonia-matos-julio-pomar-olhava-para-a-frente-e-nunca-para-o-passado/https://www.youtube.com/watch?v=s2SFd9zIi1Ahttps://www.facebook.com/watch/?v=631993464094004https://www.youtube.com/watch?v=f1WiObVFHrsEpisódio gravado dia 09 de Dezembro 2020http://www.appleton.ptMecenas Appleton: HCI / ColecçãoMaria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal deLisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 28 Dec 2020 19:48:29 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 22 - &#34;A Banda&#34; - Conversa com Teresa Santos, Pedro Tropa e João Pimenta Gomes</title>
            <description><![CDATA[  <p>Pedro Tropa, Santarém, 1973. Vive e trabalha em Lisboa.</p><p>Pedro Tropa é artista e fotógrafo. Fez a sua formação em Desenho e Fotografia no Ar.Co e foi bolseiro da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento na School of The Art Institute of Chicago, EUA. Há cerca de uma década que o seu trabalho em fotografia, desenho, texto, som está fortemente ligado à sua prática enquanto montanhista. Pertence desde 2009 ao grupo de artistas da Galeria Quadrado Azul.</p><p>É professor desde 2007 e actualmente é o responsável do departamento de Fotografia do Ar.Co - Centro de Arte de Comunicação Visual. Desde 2019 tem vindo a colaborar com João Pimenta Gomes e Teresa Santos num projecto colectivo criando um trabalho de ligação entre as artes sonoras e as artes visuais.</p><p><br></p><p>Teresa Santos nasceu e vive em Lisboa. Fez a sua formação em Fotografia no Arco, completando o Curso Avançado em 1994, continuando os seus estudos no Royal College of Art, Londres, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Foi bolseira da Fundação Oriente para&nbsp;projectos&nbsp;de pesquisa e fotografia nos anos de 1997, 1998 e 2004.</p><p>Entre 2000 e 2005 lecionou na ESAD workshops de fotografia.&nbsp;Em 2003/2004 em colaboração com Tânia Nunes e Pedro Tropa, orienta um projecto educativo financiado pela C.M Cascais/ADEC. Em 2011/2012 desenha e coordena um projecto educativo a convite da Culturgest para as exposições itinerantes das obras da Colecção da Caixa Geral de Depósitos.</p><p>De 2013 a 2017 é Coordenadora do Serviço Educativo do Atelier-Museu Júlio Pomar.&nbsp;</p><p>Trabalha como fotógrafa para Artes Plásticas desde 2000, na documentação de obras e exposições, colaborando com artistas, galerias de arte e museus.</p><p><br></p><p>João Pimenta Gomes vive e trabalha em Lisboa.</p><p>Desenvolve o seu trabalho em torno da música e do som através de sintetizadores modulares. Frequentou o curso de Desenho e Fotografia no ArCo.</p><p>Trabalha há muitos anos como músico e produtor na mesma área.</p><p><br></p><p>Sonorização, por ordem de entrada:</p><p>Excerto de “Obelisco para as Estrelas”, Pedro Tropa 2020</p><p>“Insectos, Árvores, Animais Marinhos e Flores”, Pedro Tropa e Teresa Santos 2020 (lido por Teresa Santos, Vera Appleton, João Pimenta Gomes e Pedro Tropa)</p><p>Excerto de “Micro Ressonâncias”, João Pimenta Gomes 2020</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="https://www.quadradoazul.pt/pt/qa/artist/pedro/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.quadradoazul.pt/pt/qa/artist/pedro/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.osso.pt/en/programacao-3/invasor-abstracto/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.osso.pt/en/programacao-3/invasor-abstracto/</a></p><p><br></p><p><a href="http://arquipelagocentrodeartes.azores.gov.pt/en/programacao/residencia-artistica-pedro-tropa-e-ricardo-jacinto/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://arquipelagocentrodeartes.azores.gov.pt/en/programacao/residencia-artistica-pedro-tropa-e-ricardo-jacinto/</a></p><p><br></p><p><a href="http://portocanal.sapo.pt/noticia/159124" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://portocanal.sapo.pt/noticia/159124</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.dn.pt/artes/artes-plasticas/a-arte-de-pedro-tropa-faz-se-caminhando-1231665.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/artes/artes-plasticas/a-arte-de-pedro-tropa-faz-se-caminhando-1231665.html</a></p><p><br></p><p><a href="http://www.cinept.ubi.pt/pt/filme/6634/Quatro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.cinept.ubi.pt/pt/filme/6634/Quatro</a></p><p><br></p><p><a href="https://vimeo.com/20658812" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://vimeo.com/20658812</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.facebook.com/watch/?v=650190772086748" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.facebook.com/watch/?v=650190772086748</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=vSFZrdvzSUs" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=vSFZrdvzSUs</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.arte-factos.net/noticia-musica/antevisao-impulso-5-concertos-que-nao-podes-perder-no-1o-dia/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.arte-factos.net/noticia-musica/antevisao-impulso-5-concertos-que-nao-podes-perder-no-1o-dia/</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 30 de Novembro 2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Pedro Tropa, Santarém, 1973. Vive e trabalha em Lisboa.</p><p>Pedro Tropa é artista e fotógrafo. Fez a sua formação em Desenho e Fotografia no Ar.Co e foi bolseiro da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento na School of The Art Institute of Chicago, EUA. Há cerca de uma década que o seu trabalho em fotografia, desenho, texto, som está fortemente ligado à sua prática enquanto montanhista. Pertence desde 2009 ao grupo de artistas da Galeria Quadrado Azul.</p><p>É professor desde 2007 e actualmente é o responsável do departamento de Fotografia do Ar.Co - Centro de Arte de Comunicação Visual. Desde 2019 tem vindo a colaborar com João Pimenta Gomes e Teresa Santos num projecto colectivo criando um trabalho de ligação entre as artes sonoras e as artes visuais.</p><p><br></p><p>Teresa Santos nasceu e vive em Lisboa. Fez a sua formação em Fotografia no Arco, completando o Curso Avançado em 1994, continuando os seus estudos no Royal College of Art, Londres, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Foi bolseira da Fundação Oriente para&nbsp;projectos&nbsp;de pesquisa e fotografia nos anos de 1997, 1998 e 2004.</p><p>Entre 2000 e 2005 lecionou na ESAD workshops de fotografia.&nbsp;Em 2003/2004 em colaboração com Tânia Nunes e Pedro Tropa, orienta um projecto educativo financiado pela C.M Cascais/ADEC. Em 2011/2012 desenha e coordena um projecto educativo a convite da Culturgest para as exposições itinerantes das obras da Colecção da Caixa Geral de Depósitos.</p><p>De 2013 a 2017 é Coordenadora do Serviço Educativo do Atelier-Museu Júlio Pomar.&nbsp;</p><p>Trabalha como fotógrafa para Artes Plásticas desde 2000, na documentação de obras e exposições, colaborando com artistas, galerias de arte e museus.</p><p><br></p><p>João Pimenta Gomes vive e trabalha em Lisboa.</p><p>Desenvolve o seu trabalho em torno da música e do som através de sintetizadores modulares. Frequentou o curso de Desenho e Fotografia no ArCo.</p><p>Trabalha há muitos anos como músico e produtor na mesma área.</p><p><br></p><p>Sonorização, por ordem de entrada:</p><p>Excerto de “Obelisco para as Estrelas”, Pedro Tropa 2020</p><p>“Insectos, Árvores, Animais Marinhos e Flores”, Pedro Tropa e Teresa Santos 2020 (lido por Teresa Santos, Vera Appleton, João Pimenta Gomes e Pedro Tropa)</p><p>Excerto de “Micro Ressonâncias”, João Pimenta Gomes 2020</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="https://www.quadradoazul.pt/pt/qa/artist/pedro/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.quadradoazul.pt/pt/qa/artist/pedro/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.osso.pt/en/programacao-3/invasor-abstracto/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.osso.pt/en/programacao-3/invasor-abstracto/</a></p><p><br></p><p><a href="http://arquipelagocentrodeartes.azores.gov.pt/en/programacao/residencia-artistica-pedro-tropa-e-ricardo-jacinto/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://arquipelagocentrodeartes.azores.gov.pt/en/programacao/residencia-artistica-pedro-tropa-e-ricardo-jacinto/</a></p><p><br></p><p><a href="http://portocanal.sapo.pt/noticia/159124" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://portocanal.sapo.pt/noticia/159124</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.dn.pt/artes/artes-plasticas/a-arte-de-pedro-tropa-faz-se-caminhando-1231665.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dn.pt/artes/artes-plasticas/a-arte-de-pedro-tropa-faz-se-caminhando-1231665.html</a></p><p><br></p><p><a href="http://www.cinept.ubi.pt/pt/filme/6634/Quatro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.cinept.ubi.pt/pt/filme/6634/Quatro</a></p><p><br></p><p><a href="https://vimeo.com/20658812" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://vimeo.com/20658812</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.facebook.com/watch/?v=650190772086748" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.facebook.com/watch/?v=650190772086748</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=vSFZrdvzSUs" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=vSFZrdvzSUs</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.arte-factos.net/noticia-musica/antevisao-impulso-5-concertos-que-nao-podes-perder-no-1o-dia/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.arte-factos.net/noticia-musica/antevisao-impulso-5-concertos-que-nao-podes-perder-no-1o-dia/</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 30 de Novembro 2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Pedro Tropa, Santarém, 1973. Vive e trabalha em Lisboa.Pedro Tropa é artista e fotógrafo. Fez a sua formação em Desenho e Fotografia no Ar.Co e foi bolseiro da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento na School of The Art Institute of Chicago, EUA. Há cerca de uma década que o seu trabalho em fotografia, desenho, texto, som está fortemente ligado à sua prática enquanto montanhista. Pertence desde 2009 ao grupo de artistas da Galeria Quadrado Azul.É professor desde 2007 e actualmente é o responsável do departamento de Fotografia do Ar.Co - Centro de Arte de Comunicação Visual. Desde 2019 tem vindo a colaborar com João Pimenta Gomes e Teresa Santos num projecto colectivo criando um trabalho de ligação entre as artes sonoras e as artes visuais.Teresa Santos nasceu e vive em Lisboa. Fez a sua formação em Fotografia no Arco, completando o Curso Avançado em 1994, continuando os seus estudos no Royal College of Art, Londres, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. Foi bolseira da Fundação Oriente para projectos de pesquisa e fotografia nos anos de 1997, 1998 e 2004.Entre 2000 e 2005 lecionou na ESAD workshops de fotografia. Em 2003/2004 em colaboração com Tânia Nunes e Pedro Tropa, orienta um projecto educativo financiado pela C.M Cascais/ADEC. Em 2011/2012 desenha e coordena um projecto educativo a convite da Culturgest para as exposições itinerantes das obras da Colecção da Caixa Geral de Depósitos.De 2013 a 2017 é Coordenadora do Serviço Educativo do Atelier-Museu Júlio Pomar. Trabalha como fotógrafa para Artes Plásticas desde 2000, na documentação de obras e exposições, colaborando com artistas, galerias de arte e museus.João Pimenta Gomes vive e trabalha em Lisboa.Desenvolve o seu trabalho em torno da música e do som através de sintetizadores modulares. Frequentou o curso de Desenho e Fotografia no ArCo.Trabalha há muitos anos como músico e produtor na mesma área.Sonorização, por ordem de entrada:Excerto de “Obelisco para as Estrelas”, Pedro Tropa 2020“Insectos, Árvores, Animais Marinhos e Flores”, Pedro Tropa e Teresa Santos 2020 (lido por Teresa Santos, Vera Appleton, João Pimenta Gomes e Pedro Tropa)Excerto de “Micro Ressonâncias”, João Pimenta Gomes 2020Linkshttps://www.quadradoazul.pt/pt/qa/artist/pedro/https://www.osso.pt/en/programacao-3/invasor-abstracto/http://arquipelagocentrodeartes.azores.gov.pt/en/programacao/residencia-artistica-pedro-tropa-e-ricardo-jacinto/http://portocanal.sapo.pt/noticia/159124https://www.dn.pt/artes/artes-plasticas/a-arte-de-pedro-tropa-faz-se-caminhando-1231665.htmlhttp://www.cinept.ubi.pt/pt/filme/6634/Quatrohttps://vimeo.com/20658812https://www.facebook.com/watch/?v=650190772086748https://www.youtube.com/watch?v=vSFZrdvzSUshttps://www.arte-factos.net/noticia-musica/antevisao-impulso-5-concertos-que-nao-podes-perder-no-1o-dia/Episódio gravado dia 30 de Novembro 2020http://www.appleton.ptMecenas Appleton: HCI / ColecçãoMaria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal deLisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 04 Dec 2020 17:51:12 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 21 - &#34;2002&#34; - Conversa com Rita Gaspar Vieira e Nuno Sousa Vieira</title>
            <description><![CDATA[  <p>Rita Gaspar Vieira (Leiria, 1976) vive e trabalha entre Leiria e Lisboa.</p><p>Operando no campo do desenho e da tridimensionalidade, a obra de Rita Gaspar Vieira tem vindo a problematizar relações entre a memória privada e a comum coletiva de lugares habitados, destacando a relação entre as práticas quotidianas e os procedimentos artísticos que essas práticas constituem no seu trabalho, ao considerar a diferença criativa alcançada face à espectativa com que estas ações são desempenhadas. No conjunto dessas práticas o uso da água é determinante. Além disso, na sua práxis, é recorrente a produção de papel de algodão artesanal, que se constitui como génese do desenho e das suas instalações.</p><p>Rita Gaspar Vieira estudou Artes Visuais na F.B.A.U.L. (Lisboa), onde também fez o Mestrado em Teorias da Arte e o Doutoramento em Belas Artes – Desenho. É artista visual, investigadora e docente no I.P.T, em Tomar e no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra.</p><p>&nbsp;</p><p>Nuno Sousa Vieira (Leiria, 1971)<strong>&nbsp;</strong>vive e trabalha entre Leiria e Lisboa. Doutorado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, com a tese intitulada: O Ateliê –&nbsp;<em>Do Mundo Para o Lugar. Sala de Exposição (1971/2015).&nbsp;</em>Nuno Sousa Vieira tem vindo a desenvolver uma extensa prática em torno do espaço do seu ateliê, antiga fábrica de Plásticos SIMALA. As suas esculturas, compostas por variados materiais fabris, elementos arquitetónicos, e móveis descartados, são o resultado de um processo que envolve a transladação do espaço de trabalho para material de trabalho e, por fim, para matéria de trabalho. Nuno Souva Vieira é docente no Instituto Politécnico Tomar e na Universidade de Belas Artes, Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><br></p><p><a href="http://www.projectomap.com/artistas/rita-gaspar-vieira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.projectomap.com/artistas/rita-gaspar-vieira/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.andrearehder.com.br/artistas/rita-gaspar-vieira" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.andrearehder.com.br/artistas/rita-gaspar-vieira</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.belogalsterer.com/rita-gaspar-vieira-1" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.belogalsterer.com/rita-gaspar-vieira-1</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/03/10/com-a-mao-cheia-de-po-de-rita-gaspar-vieira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/03/10/com-a-mao-cheia-de-po-de-rita-gaspar-vieira/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/05/08/arte-em-quarentena-rita-gaspar-vieira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/05/08/arte-em-quarentena-rita-gaspar-vieira/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://ateliefidalga.com.br/galerias/rita-gaspar-vieira-pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://ateliefidalga.com.br/galerias/rita-gaspar-vieira-pt</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.nunosousavieira.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.nunosousavieira.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.3m1arte.com/3mais1/index.php?p=3&amp;expoinfo=87&amp;imagens" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.3m1arte.com/3mais1/index.php?p=3&amp;expoinfo=87&amp;imagens</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://emmanuelherve.com/en/artistes/oeuvres/1805/nuno-sousa-vieira" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://emmanuelherve.com/en/artistes/oeuvres/1805/nuno-sousa-vieira</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/homepage/index.aspx" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/homepage/index.aspx</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/11/05/linha-funda-de-nuno-sousa-vieira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/11/05/linha-funda-de-nuno-sousa-vieira/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12-2020/nuno-sousa-vieira-linha-funda" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12-2020/nuno-sousa-vieira-linha-funda</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2012/05/06/jornal/o-atelier-na-fabrica-24452419" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2012/05/06/jornal/o-atelier-na-fabrica-24452419</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://sub.contemporanea.pt/Junho-Julho2017/nuno-sousa-vieira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://sub.contemporanea.pt/Junho-Julho2017/nuno-sousa-vieira/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado dia 22 Outubro 2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Rita Gaspar Vieira (Leiria, 1976) vive e trabalha entre Leiria e Lisboa.</p><p>Operando no campo do desenho e da tridimensionalidade, a obra de Rita Gaspar Vieira tem vindo a problematizar relações entre a memória privada e a comum coletiva de lugares habitados, destacando a relação entre as práticas quotidianas e os procedimentos artísticos que essas práticas constituem no seu trabalho, ao considerar a diferença criativa alcançada face à espectativa com que estas ações são desempenhadas. No conjunto dessas práticas o uso da água é determinante. Além disso, na sua práxis, é recorrente a produção de papel de algodão artesanal, que se constitui como génese do desenho e das suas instalações.</p><p>Rita Gaspar Vieira estudou Artes Visuais na F.B.A.U.L. (Lisboa), onde também fez o Mestrado em Teorias da Arte e o Doutoramento em Belas Artes – Desenho. É artista visual, investigadora e docente no I.P.T, em Tomar e no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra.</p><p>&nbsp;</p><p>Nuno Sousa Vieira (Leiria, 1971)<strong>&nbsp;</strong>vive e trabalha entre Leiria e Lisboa. Doutorado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, com a tese intitulada: O Ateliê –&nbsp;<em>Do Mundo Para o Lugar. Sala de Exposição (1971/2015).&nbsp;</em>Nuno Sousa Vieira tem vindo a desenvolver uma extensa prática em torno do espaço do seu ateliê, antiga fábrica de Plásticos SIMALA. As suas esculturas, compostas por variados materiais fabris, elementos arquitetónicos, e móveis descartados, são o resultado de um processo que envolve a transladação do espaço de trabalho para material de trabalho e, por fim, para matéria de trabalho. Nuno Souva Vieira é docente no Instituto Politécnico Tomar e na Universidade de Belas Artes, Lisboa</p><p>&nbsp;</p><p>Links:</p><p><br></p><p><a href="http://www.projectomap.com/artistas/rita-gaspar-vieira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.projectomap.com/artistas/rita-gaspar-vieira/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.andrearehder.com.br/artistas/rita-gaspar-vieira" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.andrearehder.com.br/artistas/rita-gaspar-vieira</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.belogalsterer.com/rita-gaspar-vieira-1" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.belogalsterer.com/rita-gaspar-vieira-1</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/03/10/com-a-mao-cheia-de-po-de-rita-gaspar-vieira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/03/10/com-a-mao-cheia-de-po-de-rita-gaspar-vieira/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/05/08/arte-em-quarentena-rita-gaspar-vieira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/05/08/arte-em-quarentena-rita-gaspar-vieira/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://ateliefidalga.com.br/galerias/rita-gaspar-vieira-pt" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://ateliefidalga.com.br/galerias/rita-gaspar-vieira-pt</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.nunosousavieira.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.nunosousavieira.com/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.3m1arte.com/3mais1/index.php?p=3&amp;expoinfo=87&amp;imagens" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.3m1arte.com/3mais1/index.php?p=3&amp;expoinfo=87&amp;imagens</a></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://emmanuelherve.com/en/artistes/oeuvres/1805/nuno-sousa-vieira" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://emmanuelherve.com/en/artistes/oeuvres/1805/nuno-sousa-vieira</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/homepage/index.aspx" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/homepage/index.aspx</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/11/05/linha-funda-de-nuno-sousa-vieira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/11/05/linha-funda-de-nuno-sousa-vieira/</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12-2020/nuno-sousa-vieira-linha-funda" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12-2020/nuno-sousa-vieira-linha-funda</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="https://www.publico.pt/2012/05/06/jornal/o-atelier-na-fabrica-24452419" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2012/05/06/jornal/o-atelier-na-fabrica-24452419</a></p><p>&nbsp;</p><p><a href="http://sub.contemporanea.pt/Junho-Julho2017/nuno-sousa-vieira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://sub.contemporanea.pt/Junho-Julho2017/nuno-sousa-vieira/</a></p><p>&nbsp;</p><p>Episódio gravado dia 22 Outubro 2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Rita Gaspar Vieira (Leiria, 1976) vive e trabalha entre Leiria e Lisboa.Operando no campo do desenho e da tridimensionalidade, a obra de Rita Gaspar Vieira tem vindo a problematizar relações entre a memória privada e a comum coletiva de lugares habitados, destacando a relação entre as práticas quotidianas e os procedimentos artísticos que essas práticas constituem no seu trabalho, ao considerar a diferença criativa alcançada face à espectativa com que estas ações são desempenhadas. No conjunto dessas práticas o uso da água é determinante. Além disso, na sua práxis, é recorrente a produção de papel de algodão artesanal, que se constitui como génese do desenho e das suas instalações.Rita Gaspar Vieira estudou Artes Visuais na F.B.A.U.L. (Lisboa), onde também fez o Mestrado em Teorias da Arte e o Doutoramento em Belas Artes – Desenho. É artista visual, investigadora e docente no I.P.T, em Tomar e no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra. Nuno Sousa Vieira (Leiria, 1971) vive e trabalha entre Leiria e Lisboa. Doutorado em Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, com a tese intitulada: O Ateliê – Do Mundo Para o Lugar. Sala de Exposição (1971/2015). Nuno Sousa Vieira tem vindo a desenvolver uma extensa prática em torno do espaço do seu ateliê, antiga fábrica de Plásticos SIMALA. As suas esculturas, compostas por variados materiais fabris, elementos arquitetónicos, e móveis descartados, são o resultado de um processo que envolve a transladação do espaço de trabalho para material de trabalho e, por fim, para matéria de trabalho. Nuno Souva Vieira é docente no Instituto Politécnico Tomar e na Universidade de Belas Artes, Lisboa Links:http://www.projectomap.com/artistas/rita-gaspar-vieira/ http://www.andrearehder.com.br/artistas/rita-gaspar-vieira https://www.belogalsterer.com/rita-gaspar-vieira-1 https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/03/10/com-a-mao-cheia-de-po-de-rita-gaspar-vieira/ https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/05/08/arte-em-quarentena-rita-gaspar-vieira/ http://ateliefidalga.com.br/galerias/rita-gaspar-vieira-pt  http://www.nunosousavieira.com/ http://www.3m1arte.com/3mais1/index.php?p=3&amp;expoinfo=87&amp;imagens  http://emmanuelherve.com/en/artistes/oeuvres/1805/nuno-sousa-vieira http://www.fundacaocarmona.org.pt/pt/homepage/index.aspx https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/11/05/linha-funda-de-nuno-sousa-vieira/ https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12-2020/nuno-sousa-vieira-linha-funda https://www.publico.pt/2012/05/06/jornal/o-atelier-na-fabrica-24452419 http://sub.contemporanea.pt/Junho-Julho2017/nuno-sousa-vieira/ Episódio gravado dia 22 Outubro 2020http://www.appleton.ptMecenas Appleton: HCI / ColecçãoMaria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal deLisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 27 Nov 2020 16:55:08 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 20 - &#34;Lago&#34; - Conversa com Luísa Salvador e Catarina Vasconcelos</title>
            <description><![CDATA[  <p>Luísa Salvador (Lisboa, 1988) é artista visual e investigadora. É doutoranda em História da Arte Contemporânea na FCSH-UNL, tendo sido bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia (2015-2019). Tem Mestrado em História da Arte Contemporânea da FCSH-UNL (2012) e Licenciatura em Escultura da FBAUL (2009). Expõe regularmente desde 2012, destacando-se:&nbsp;<em>Fool's Gold</em>&nbsp;(Exposição individual, Museu Geológico, Lisboa, 2018),&nbsp;<em>Eco (Da Ideia à Obra)&nbsp;</em>(Galeria Liminare, Lisboa, 2018),&nbsp;<em>Endless Space</em>&nbsp;(Galeria Vertical, Porto, 2017),&nbsp;<em>C-02</em>&nbsp;(Galeria Foco, Lisboa, 2017),&nbsp;<em>Overlayerd&nbsp;</em>(Sá da Costa, Lisboa, 2016),&nbsp;<em>Sandbox</em>&nbsp;(Exposição individual, Pavilhão Kairos, Lisboa, 2014). Participa actualmente no programa de residências artísticas do festival&nbsp;<em>Walk&amp;Talk</em>&nbsp;em São Miguel (2018-2021) e fez uma residência de investigação no&nbsp;<em>Carpe Diem Arte e Pesquisa</em>&nbsp;(2016-2017). Foi vencedora do&nbsp;<em>Prémio Jovens Criadores 2018</em>&nbsp;na categoria de Artes Plásticas. A par da sua prática artística desenvolve também uma actividade escrita, entre textos teóricos e crónicas. Sob o pseudónimo Luísa Montanha e Vale, fundou em 2018 a publicação trimestral&nbsp;<em>Almanaque - Reportório de Arte e Esoterismo</em>&nbsp;da qual é editora. Vive e trabalha em Lisboa.</p><p><br></p><p><br></p><p>Catarina Vasconcelos nasceu em Lisboa em 1986.&nbsp;Licenciou-se na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, após a qual faz uma&nbsp;pós-graduação em Antropologia Visual no ISCTE-IUL. Fez o mestrado no Royal College of Art, Londres, Reino Unido, onde o seu projecto final foi a sua primeira curta metragem “Metáfora ou a Tristeza Virada do Avesso” (2014) . O filme teve a sua estreia no festival Cinema du Réel, em Paris, onde lhe foi atribuído o prémio de melhor curta metragem. “Metáfora ou a Tristeza Virada do Avesso” esteve em vários festivais, entre os quais RIDM - Montreal InternationalDocumentary Festival (Best international mediumlength award), DokLeipzig, Moscow InternationalFilm Festival e Doclisboa. A sua primeira longa documental, “A Metamorfose dos Pássaros” teve a sua estreia mundial na nova secção competitiva, Encounters, da 70ª Berlinale, em Fevereiro de 2020 onde ganhou o prémio FIPRESCI da Federação Internacional de Críticos de Cinema. Após a sua estreia o filme tem vindo a integrar as secções competitivas de vários festivais e recebeu, entre outros, o prémio para melhor filme da seccção Zabaltegi-Tabakalera no Festival de Cinema de San Sebastian-Donostia ou o prémio para melhor filme no Kino pavasaris, Lituânia. Neste momento Catarina Vasconcelos prepara a sua primeira longa metragem de ficção, “Pintura Inacabada”.</p><p><br></p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p><a href="https://luisasalvador.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://luisasalvador.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://forum.pt/arte/fundacao-da-juventude-e-ipdj-premeiam-jovens-criadores" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://forum.pt/arte/fundacao-da-juventude-e-ipdj-premeiam-jovens-criadores</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.walktalkazores.org/Cartaz/Luisa_Salvador?Edicao=2020" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.walktalkazores.org/Cartaz/Luisa_Salvador?Edicao=2020</a></p><p><br></p><p><a href="https://institutodehistoriadaarte.wordpress.com/luisa-salvador/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://institutodehistoriadaarte.wordpress.com/luisa-salvador/</a></p><p><a href="https://gerador.eu/numa-residencia-artistica-nos-acores-artistas-vivem-uma-mare-de-possibilidades/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gerador.eu/numa-residencia-artistica-nos-acores-artistas-vivem-uma-mare-de-possibilidades/</a></p><p><br></p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/05/11/5-sugestoes-culturais-luisa-salvador/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/05/11/5-sugestoes-culturais-luisa-salvador/</a></p><p><br></p><p><a href="https://vimeo.com/394164139" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://vimeo.com/394164139</a></p><p><br></p><p><br></p><p><a href="https://www.publico.pt/2020/02/20/culturaipsilon/noticia/berlim-catarina-vasconcelos-conta-historia-avo-conheceu-1904935" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2020/02/20/culturaipsilon/noticia/berlim-catarina-vasconcelos-conta-historia-avo-conheceu-1904935</a></p><p><br></p><p><a href="https://espalhafactos.com/2020/09/27/metamorfose-dos-passaros-de-catarina-vasconcelos-premiado-no-festival-de-san-sebastian/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://espalhafactos.com/2020/09/27/metamorfose-dos-passaros-de-catarina-vasconcelos-premiado-no-festival-de-san-sebastian/</a></p><p><br></p><p><a href="https://observador.pt/2020/10/16/filme-a-metamorfose-dos-passaros-de-catarina-vasconcelos-premiado-no-brasil/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/2020/10/16/filme-a-metamorfose-dos-passaros-de-catarina-vasconcelos-premiado-no-brasil/</a></p><p><br></p><p><a href="https://visao.sapo.pt/atualidade/cultura/2020-08-15-filme-de-catarina-vasconcelos-vence-premio-de-melhor-filme-no-dokufest-do-kosovo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://visao.sapo.pt/atualidade/cultura/2020-08-15-filme-de-catarina-vasconcelos-vence-premio-de-melhor-filme-no-dokufest-do-kosovo/</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 17.11.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Luísa Salvador (Lisboa, 1988) é artista visual e investigadora. É doutoranda em História da Arte Contemporânea na FCSH-UNL, tendo sido bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia (2015-2019). Tem Mestrado em História da Arte Contemporânea da FCSH-UNL (2012) e Licenciatura em Escultura da FBAUL (2009). Expõe regularmente desde 2012, destacando-se:&nbsp;<em>Fool's Gold</em>&nbsp;(Exposição individual, Museu Geológico, Lisboa, 2018),&nbsp;<em>Eco (Da Ideia à Obra)&nbsp;</em>(Galeria Liminare, Lisboa, 2018),&nbsp;<em>Endless Space</em>&nbsp;(Galeria Vertical, Porto, 2017),&nbsp;<em>C-02</em>&nbsp;(Galeria Foco, Lisboa, 2017),&nbsp;<em>Overlayerd&nbsp;</em>(Sá da Costa, Lisboa, 2016),&nbsp;<em>Sandbox</em>&nbsp;(Exposição individual, Pavilhão Kairos, Lisboa, 2014). Participa actualmente no programa de residências artísticas do festival&nbsp;<em>Walk&amp;Talk</em>&nbsp;em São Miguel (2018-2021) e fez uma residência de investigação no&nbsp;<em>Carpe Diem Arte e Pesquisa</em>&nbsp;(2016-2017). Foi vencedora do&nbsp;<em>Prémio Jovens Criadores 2018</em>&nbsp;na categoria de Artes Plásticas. A par da sua prática artística desenvolve também uma actividade escrita, entre textos teóricos e crónicas. Sob o pseudónimo Luísa Montanha e Vale, fundou em 2018 a publicação trimestral&nbsp;<em>Almanaque - Reportório de Arte e Esoterismo</em>&nbsp;da qual é editora. Vive e trabalha em Lisboa.</p><p><br></p><p><br></p><p>Catarina Vasconcelos nasceu em Lisboa em 1986.&nbsp;Licenciou-se na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, após a qual faz uma&nbsp;pós-graduação em Antropologia Visual no ISCTE-IUL. Fez o mestrado no Royal College of Art, Londres, Reino Unido, onde o seu projecto final foi a sua primeira curta metragem “Metáfora ou a Tristeza Virada do Avesso” (2014) . O filme teve a sua estreia no festival Cinema du Réel, em Paris, onde lhe foi atribuído o prémio de melhor curta metragem. “Metáfora ou a Tristeza Virada do Avesso” esteve em vários festivais, entre os quais RIDM - Montreal InternationalDocumentary Festival (Best international mediumlength award), DokLeipzig, Moscow InternationalFilm Festival e Doclisboa. A sua primeira longa documental, “A Metamorfose dos Pássaros” teve a sua estreia mundial na nova secção competitiva, Encounters, da 70ª Berlinale, em Fevereiro de 2020 onde ganhou o prémio FIPRESCI da Federação Internacional de Críticos de Cinema. Após a sua estreia o filme tem vindo a integrar as secções competitivas de vários festivais e recebeu, entre outros, o prémio para melhor filme da seccção Zabaltegi-Tabakalera no Festival de Cinema de San Sebastian-Donostia ou o prémio para melhor filme no Kino pavasaris, Lituânia. Neste momento Catarina Vasconcelos prepara a sua primeira longa metragem de ficção, “Pintura Inacabada”.</p><p><br></p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p><a href="https://luisasalvador.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://luisasalvador.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://forum.pt/arte/fundacao-da-juventude-e-ipdj-premeiam-jovens-criadores" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://forum.pt/arte/fundacao-da-juventude-e-ipdj-premeiam-jovens-criadores</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.walktalkazores.org/Cartaz/Luisa_Salvador?Edicao=2020" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.walktalkazores.org/Cartaz/Luisa_Salvador?Edicao=2020</a></p><p><br></p><p><a href="https://institutodehistoriadaarte.wordpress.com/luisa-salvador/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://institutodehistoriadaarte.wordpress.com/luisa-salvador/</a></p><p><a href="https://gerador.eu/numa-residencia-artistica-nos-acores-artistas-vivem-uma-mare-de-possibilidades/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gerador.eu/numa-residencia-artistica-nos-acores-artistas-vivem-uma-mare-de-possibilidades/</a></p><p><br></p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/05/11/5-sugestoes-culturais-luisa-salvador/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/05/11/5-sugestoes-culturais-luisa-salvador/</a></p><p><br></p><p><a href="https://vimeo.com/394164139" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://vimeo.com/394164139</a></p><p><br></p><p><br></p><p><a href="https://www.publico.pt/2020/02/20/culturaipsilon/noticia/berlim-catarina-vasconcelos-conta-historia-avo-conheceu-1904935" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2020/02/20/culturaipsilon/noticia/berlim-catarina-vasconcelos-conta-historia-avo-conheceu-1904935</a></p><p><br></p><p><a href="https://espalhafactos.com/2020/09/27/metamorfose-dos-passaros-de-catarina-vasconcelos-premiado-no-festival-de-san-sebastian/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://espalhafactos.com/2020/09/27/metamorfose-dos-passaros-de-catarina-vasconcelos-premiado-no-festival-de-san-sebastian/</a></p><p><br></p><p><a href="https://observador.pt/2020/10/16/filme-a-metamorfose-dos-passaros-de-catarina-vasconcelos-premiado-no-brasil/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/2020/10/16/filme-a-metamorfose-dos-passaros-de-catarina-vasconcelos-premiado-no-brasil/</a></p><p><br></p><p><a href="https://visao.sapo.pt/atualidade/cultura/2020-08-15-filme-de-catarina-vasconcelos-vence-premio-de-melhor-filme-no-dokufest-do-kosovo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://visao.sapo.pt/atualidade/cultura/2020-08-15-filme-de-catarina-vasconcelos-vence-premio-de-melhor-filme-no-dokufest-do-kosovo/</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 17.11.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Luísa Salvador (Lisboa, 1988) é artista visual e investigadora. É doutoranda em História da Arte Contemporânea na FCSH-UNL, tendo sido bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia (2015-2019). Tem Mestrado em História da Arte Contemporânea da FCSH-UNL (2012) e Licenciatura em Escultura da FBAUL (2009). Expõe regularmente desde 2012, destacando-se: Fool&#39;s Gold (Exposição individual, Museu Geológico, Lisboa, 2018), Eco (Da Ideia à Obra) (Galeria Liminare, Lisboa, 2018), Endless Space (Galeria Vertical, Porto, 2017), C-02 (Galeria Foco, Lisboa, 2017), Overlayerd (Sá da Costa, Lisboa, 2016), Sandbox (Exposição individual, Pavilhão Kairos, Lisboa, 2014). Participa actualmente no programa de residências artísticas do festival Walk&amp;Talk em São Miguel (2018-2021) e fez uma residência de investigação no Carpe Diem Arte e Pesquisa (2016-2017). Foi vencedora do Prémio Jovens Criadores 2018 na categoria de Artes Plásticas. A par da sua prática artística desenvolve também uma actividade escrita, entre textos teóricos e crónicas. Sob o pseudónimo Luísa Montanha e Vale, fundou em 2018 a publicação trimestral Almanaque - Reportório de Arte e Esoterismo da qual é editora. Vive e trabalha em Lisboa.Catarina Vasconcelos nasceu em Lisboa em 1986. Licenciou-se na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, após a qual faz uma pós-graduação em Antropologia Visual no ISCTE-IUL. Fez o mestrado no Royal College of Art, Londres, Reino Unido, onde o seu projecto final foi a sua primeira curta metragem “Metáfora ou a Tristeza Virada do Avesso” (2014) . O filme teve a sua estreia no festival Cinema du Réel, em Paris, onde lhe foi atribuído o prémio de melhor curta metragem. “Metáfora ou a Tristeza Virada do Avesso” esteve em vários festivais, entre os quais RIDM - Montreal InternationalDocumentary Festival (Best international mediumlength award), DokLeipzig, Moscow InternationalFilm Festival e Doclisboa. A sua primeira longa documental, “A Metamorfose dos Pássaros” teve a sua estreia mundial na nova secção competitiva, Encounters, da 70ª Berlinale, em Fevereiro de 2020 onde ganhou o prémio FIPRESCI da Federação Internacional de Críticos de Cinema. Após a sua estreia o filme tem vindo a integrar as secções competitivas de vários festivais e recebeu, entre outros, o prémio para melhor filme da seccção Zabaltegi-Tabakalera no Festival de Cinema de San Sebastian-Donostia ou o prémio para melhor filme no Kino pavasaris, Lituânia. Neste momento Catarina Vasconcelos prepara a sua primeira longa metragem de ficção, “Pintura Inacabada”.Links:https://luisasalvador.com/https://forum.pt/arte/fundacao-da-juventude-e-ipdj-premeiam-jovens-criadoreshttps://www.walktalkazores.org/Cartaz/Luisa_Salvador?Edicao=2020https://institutodehistoriadaarte.wordpress.com/luisa-salvador/https://gerador.eu/numa-residencia-artistica-nos-acores-artistas-vivem-uma-mare-de-possibilidades/https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/05/11/5-sugestoes-culturais-luisa-salvador/https://vimeo.com/394164139https://www.publico.pt/2020/02/20/culturaipsilon/noticia/berlim-catarina-vasconcelos-conta-historia-avo-conheceu-1904935https://espalhafactos.com/2020/09/27/metamorfose-dos-passaros-de-catarina-vasconcelos-premiado-no-festival-de-san-sebastian/https://observador.pt/2020/10/16/filme-a-metamorfose-dos-passaros-de-catarina-vasconcelos-premiado-no-brasil/https://visao.sapo.pt/atualidade/cultura/2020-08-15-filme-de-catarina-vasconcelos-vence-premio-de-melhor-filme-no-dokufest-do-kosovo/Episódio gravado dia 17.11.2020http://www.appleton.ptMecenas Appleton: HCI / ColecçãoMaria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal deLisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 20 Nov 2020 12:31:59 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 19 - &#34;Umbigo&#34; - Conversa com Elsa Garcia</title>
            <description><![CDATA[  <p>Elsa Garcia</p><p>Nascida em 1976, é jornalista desde 1994. Ao longo dos anos tem feito vários cursos de jornalismo, bem como vários cursos de arte contemporânea, entre os quais “Temas da História da Arte do Século XX” (Fundação Serralves), workshop de Curadoria na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, “Estética”(Ar.Co) e “História da Fotografia” na mesma Instituição. Mais recentemente terminou uma Pós-Graduação em Curadoria na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade de Lisboa.</p><p>É membro fundador e diretora da revista Umbigo, com a qual desenvolveu vários projetos curatoriais, entre eles a exposição Entre Limite e a Audácia de Miguel Palma na galeria Fábulas, The Difference de Andrea Splisgar no Palácio de Santa Catarina e a exposição Pieces and Parts na Plataforma Revólver, Lisboa.</p><p>Foi júri e curadora da Exposição de Joalharia Contemporânea On the Other Hand, comemorativa do 5º aniversário da PIN (Associação Portuguesa de Joalharia Contemporânea), na Galeria Reverso (Lisboa), Galeria Adorna Corações (Porto) e no Simpósio Gray Area na Galeria Medellein (Cidade do México).</p><p>Também para a revista Umbigo realizou a edição do livro Coordenadas do Corpo na Arte</p><p>Contemporânea, uma coleção que reúne um ensaio de Bárbara Coutinho e diversos trabalhos artísticos, muitos deles desenvolvidos propositadamente para o livro, num conjunto de trabalhos que representam uma pequena amostra das preocupações filosóficas e estéticas de um grupo de artistas.</p><p>Mais recentemente e juntamente com António Néu (diretor de arte da revista Umbigo) criou a Plataforma UmbigoLAB, uma rede social para artistas que promove a sinergia entre estes e os agentes do meio (curadores, diretores de museus, galeristas, colecionadores e instituições).</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/</a></p><p><br></p><p>https://www.umbigolab.com/en/</p><p><br></p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p6677/e503645/as-horas-extraordinarias" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p6677/e503645/as-horas-extraordinarias</a></p><p><br></p><p><a href="https://eco.sapo.pt/especiais/ha-uma-rede-social-de-artistas-portuguesa-e-saiu-da-revista-umbigo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://eco.sapo.pt/especiais/ha-uma-rede-social-de-artistas-portuguesa-e-saiu-da-revista-umbigo/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.publico.pt/2018/04/23/culturaipsilon/noticia/umbigolab-a-nova-rede-social-exclusiva-para-artistas-1810952" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2018/04/23/culturaipsilon/noticia/umbigolab-a-nova-rede-social-exclusiva-para-artistas-1810952</a></p><p><br></p><p><a href="http://videos.sapo.pt/0QyiA6AFDsnznDhaPMnG?redirect-from=sapocv" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://videos.sapo.pt/0QyiA6AFDsnznDhaPMnG?redirect-from=sapocv</a></p><p><br></p><p><a href="https://theartgorgeous.com/women-driving-force-behind-portugals-art-scene/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://theartgorgeous.com/women-driving-force-behind-portugals-art-scene/</a></p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 28.10.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Elsa Garcia</p><p>Nascida em 1976, é jornalista desde 1994. Ao longo dos anos tem feito vários cursos de jornalismo, bem como vários cursos de arte contemporânea, entre os quais “Temas da História da Arte do Século XX” (Fundação Serralves), workshop de Curadoria na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, “Estética”(Ar.Co) e “História da Fotografia” na mesma Instituição. Mais recentemente terminou uma Pós-Graduação em Curadoria na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade de Lisboa.</p><p>É membro fundador e diretora da revista Umbigo, com a qual desenvolveu vários projetos curatoriais, entre eles a exposição Entre Limite e a Audácia de Miguel Palma na galeria Fábulas, The Difference de Andrea Splisgar no Palácio de Santa Catarina e a exposição Pieces and Parts na Plataforma Revólver, Lisboa.</p><p>Foi júri e curadora da Exposição de Joalharia Contemporânea On the Other Hand, comemorativa do 5º aniversário da PIN (Associação Portuguesa de Joalharia Contemporânea), na Galeria Reverso (Lisboa), Galeria Adorna Corações (Porto) e no Simpósio Gray Area na Galeria Medellein (Cidade do México).</p><p>Também para a revista Umbigo realizou a edição do livro Coordenadas do Corpo na Arte</p><p>Contemporânea, uma coleção que reúne um ensaio de Bárbara Coutinho e diversos trabalhos artísticos, muitos deles desenvolvidos propositadamente para o livro, num conjunto de trabalhos que representam uma pequena amostra das preocupações filosóficas e estéticas de um grupo de artistas.</p><p>Mais recentemente e juntamente com António Néu (diretor de arte da revista Umbigo) criou a Plataforma UmbigoLAB, uma rede social para artistas que promove a sinergia entre estes e os agentes do meio (curadores, diretores de museus, galeristas, colecionadores e instituições).</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/</a></p><p><br></p><p>https://www.umbigolab.com/en/</p><p><br></p><p><a href="https://www.rtp.pt/play/p6677/e503645/as-horas-extraordinarias" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/play/p6677/e503645/as-horas-extraordinarias</a></p><p><br></p><p><a href="https://eco.sapo.pt/especiais/ha-uma-rede-social-de-artistas-portuguesa-e-saiu-da-revista-umbigo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://eco.sapo.pt/especiais/ha-uma-rede-social-de-artistas-portuguesa-e-saiu-da-revista-umbigo/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.publico.pt/2018/04/23/culturaipsilon/noticia/umbigolab-a-nova-rede-social-exclusiva-para-artistas-1810952" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2018/04/23/culturaipsilon/noticia/umbigolab-a-nova-rede-social-exclusiva-para-artistas-1810952</a></p><p><br></p><p><a href="http://videos.sapo.pt/0QyiA6AFDsnznDhaPMnG?redirect-from=sapocv" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://videos.sapo.pt/0QyiA6AFDsnznDhaPMnG?redirect-from=sapocv</a></p><p><br></p><p><a href="https://theartgorgeous.com/women-driving-force-behind-portugals-art-scene/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://theartgorgeous.com/women-driving-force-behind-portugals-art-scene/</a></p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 28.10.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Elsa GarciaNascida em 1976, é jornalista desde 1994. Ao longo dos anos tem feito vários cursos de jornalismo, bem como vários cursos de arte contemporânea, entre os quais “Temas da História da Arte do Século XX” (Fundação Serralves), workshop de Curadoria na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, “Estética”(Ar.Co) e “História da Fotografia” na mesma Instituição. Mais recentemente terminou uma Pós-Graduação em Curadoria na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade de Lisboa.É membro fundador e diretora da revista Umbigo, com a qual desenvolveu vários projetos curatoriais, entre eles a exposição Entre Limite e a Audácia de Miguel Palma na galeria Fábulas, The Difference de Andrea Splisgar no Palácio de Santa Catarina e a exposição Pieces and Parts na Plataforma Revólver, Lisboa.Foi júri e curadora da Exposição de Joalharia Contemporânea On the Other Hand, comemorativa do 5º aniversário da PIN (Associação Portuguesa de Joalharia Contemporânea), na Galeria Reverso (Lisboa), Galeria Adorna Corações (Porto) e no Simpósio Gray Area na Galeria Medellein (Cidade do México).Também para a revista Umbigo realizou a edição do livro Coordenadas do Corpo na ArteContemporânea, uma coleção que reúne um ensaio de Bárbara Coutinho e diversos trabalhos artísticos, muitos deles desenvolvidos propositadamente para o livro, num conjunto de trabalhos que representam uma pequena amostra das preocupações filosóficas e estéticas de um grupo de artistas.Mais recentemente e juntamente com António Néu (diretor de arte da revista Umbigo) criou a Plataforma UmbigoLAB, uma rede social para artistas que promove a sinergia entre estes e os agentes do meio (curadores, diretores de museus, galeristas, colecionadores e instituições).Linkshttps://umbigomagazine.com/en/https://www.umbigolab.com/en/https://www.rtp.pt/play/p6677/e503645/as-horas-extraordinariashttps://eco.sapo.pt/especiais/ha-uma-rede-social-de-artistas-portuguesa-e-saiu-da-revista-umbigo/https://www.publico.pt/2018/04/23/culturaipsilon/noticia/umbigolab-a-nova-rede-social-exclusiva-para-artistas-1810952http://videos.sapo.pt/0QyiA6AFDsnznDhaPMnG?redirect-from=sapocvhttps://theartgorgeous.com/women-driving-force-behind-portugals-art-scene/Episódio gravado dia 28.10.2020http://www.appleton.ptMecenas Appleton: HCI / ColecçãoMaria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal deLisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 06 Nov 2020 21:25:23 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 18 - &#34;Balaclava Noir&#34; - Conversa com João Chaves</title>
            <description><![CDATA[  <p>A Balaclava Noir nasceu para trabalhar com a arte e com os artistas.</p><p>A partir de uma fusão entre o bazar do Vídeo, fundado em 1985 e dedicado ao comércio de material audiovisual e a OPTEC (Sociedade Optica Técnica), nasce para expandir o ramo de actuação para a produção cinematográfica, aluguer de equipamento, formação, produção de eventos.</p><p>A Balaclava Noir conta com uma equipa especializada, dinâmica e sensível às necessidades do artista e aos requisitos técnicos de uma peça ou instalação, liderada por um director técnico extremamente dedicado, com formação técnica e artística.</p><p>Tem desenvolvido trabalho com artistas nacionais quer na montagem das suas peças, bem como no desenvolvimento dos seus projectos expositivos, tais como Pedro Costa, Vasco Araújo, Julião Sarmento, Musa Paradisiaca, Pedro Barateiro, Ângela Ferreira ou Filipa César, bem como artistas internacionais como Stan Douglas, Gary Hill, John Akomfrah, Bill Fontana, Chantal Akerman, Nan Goldin, Hito Steyerl, Nam June Paik, Apichatpong Weerasethakul entre outros.</p><p>A Balaclava Noir trabalha frequentemente com instituições de referência nacionais e internacionais como o Museu Coleção Berardo, MAAT, Fundação Calouste Gulbenkian ou a Fundação Serralves, MNAC, Bienal de Arquitetura de Veneza, Bienal de Arte Contemporânea de Veneza, Bienal de Arte de São Paulo e MUDAM do Luxemburgo, tal como projectos independentes com a Dig Dig, Plataforma Revolver ou os Pogo.</p><p>A Balaclava Noir procura que o seu trabalho seja cada dia mais multidisciplinar e multifacetado de forma a que possa estar presente e acompanhar todas as fases de cada projecto.</p><p><br></p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p>http://www.balaclavanoir.pt/</p><p><br></p><p>https://christiedigitallatam.com/pt/projetores-a-laser-christie-no-museu-de-arte-popular-em-lisboa/</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 09.10.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>A Balaclava Noir nasceu para trabalhar com a arte e com os artistas.</p><p>A partir de uma fusão entre o bazar do Vídeo, fundado em 1985 e dedicado ao comércio de material audiovisual e a OPTEC (Sociedade Optica Técnica), nasce para expandir o ramo de actuação para a produção cinematográfica, aluguer de equipamento, formação, produção de eventos.</p><p>A Balaclava Noir conta com uma equipa especializada, dinâmica e sensível às necessidades do artista e aos requisitos técnicos de uma peça ou instalação, liderada por um director técnico extremamente dedicado, com formação técnica e artística.</p><p>Tem desenvolvido trabalho com artistas nacionais quer na montagem das suas peças, bem como no desenvolvimento dos seus projectos expositivos, tais como Pedro Costa, Vasco Araújo, Julião Sarmento, Musa Paradisiaca, Pedro Barateiro, Ângela Ferreira ou Filipa César, bem como artistas internacionais como Stan Douglas, Gary Hill, John Akomfrah, Bill Fontana, Chantal Akerman, Nan Goldin, Hito Steyerl, Nam June Paik, Apichatpong Weerasethakul entre outros.</p><p>A Balaclava Noir trabalha frequentemente com instituições de referência nacionais e internacionais como o Museu Coleção Berardo, MAAT, Fundação Calouste Gulbenkian ou a Fundação Serralves, MNAC, Bienal de Arquitetura de Veneza, Bienal de Arte Contemporânea de Veneza, Bienal de Arte de São Paulo e MUDAM do Luxemburgo, tal como projectos independentes com a Dig Dig, Plataforma Revolver ou os Pogo.</p><p>A Balaclava Noir procura que o seu trabalho seja cada dia mais multidisciplinar e multifacetado de forma a que possa estar presente e acompanhar todas as fases de cada projecto.</p><p><br></p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p>http://www.balaclavanoir.pt/</p><p><br></p><p>https://christiedigitallatam.com/pt/projetores-a-laser-christie-no-museu-de-arte-popular-em-lisboa/</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 09.10.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>A Balaclava Noir nasceu para trabalhar com a arte e com os artistas.A partir de uma fusão entre o bazar do Vídeo, fundado em 1985 e dedicado ao comércio de material audiovisual e a OPTEC (Sociedade Optica Técnica), nasce para expandir o ramo de actuação para a produção cinematográfica, aluguer de equipamento, formação, produção de eventos.A Balaclava Noir conta com uma equipa especializada, dinâmica e sensível às necessidades do artista e aos requisitos técnicos de uma peça ou instalação, liderada por um director técnico extremamente dedicado, com formação técnica e artística.Tem desenvolvido trabalho com artistas nacionais quer na montagem das suas peças, bem como no desenvolvimento dos seus projectos expositivos, tais como Pedro Costa, Vasco Araújo, Julião Sarmento, Musa Paradisiaca, Pedro Barateiro, Ângela Ferreira ou Filipa César, bem como artistas internacionais como Stan Douglas, Gary Hill, John Akomfrah, Bill Fontana, Chantal Akerman, Nan Goldin, Hito Steyerl, Nam June Paik, Apichatpong Weerasethakul entre outros.A Balaclava Noir trabalha frequentemente com instituições de referência nacionais e internacionais como o Museu Coleção Berardo, MAAT, Fundação Calouste Gulbenkian ou a Fundação Serralves, MNAC, Bienal de Arquitetura de Veneza, Bienal de Arte Contemporânea de Veneza, Bienal de Arte de São Paulo e MUDAM do Luxemburgo, tal como projectos independentes com a Dig Dig, Plataforma Revolver ou os Pogo.A Balaclava Noir procura que o seu trabalho seja cada dia mais multidisciplinar e multifacetado de forma a que possa estar presente e acompanhar todas as fases de cada projecto.Linkshttp://www.balaclavanoir.pt/https://christiedigitallatam.com/pt/projetores-a-laser-christie-no-museu-de-arte-popular-em-lisboa/Episódio gravado dia 09.10.2020http://www.appleton.ptMecenas Appleton: HCI / ColecçãoMaria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal deLisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 30 Oct 2020 15:56:03 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 17 - &#34;Alka-Seltzer&#34; - Conversa entre Jorge Queiroz e David Maranha</title>
            <description><![CDATA[  <p>Jorge Queiroz (1966) vive e trabalha em Lisboa.</p><p>O universo pós-simbólico de Jorge Queiroz atravessa o desenho e a pintura num diálogo diacrónico em que ambas as práticas artísticas se contaminam e influenciam mutuamente.</p><p>Os seus cenários autoficcionados não são habitados por qualquer organização ou hierarquia, subvertendo a relação figura-fundo ou interior-exterior num imaginário íntimo e pessoal. É uma constante na sua obra a ausência de uma linguística e de uma linearidade narrativa. Queiroz tem vindo a desenvolver ao longo da sua prática um universo próprio, enigmático, extravagante e até mesmo um tanto alquímico.</p><p>Frequentou o Ar.Co, o Royal College of Arts em Londres&nbsp;e ingressou em 1997 na School of Visual Arts em Nova Iorque, tendo aí residido nos seis anos seguintes. Em 2004, estabeleceu-se em Berlim.</p><p>Importa destacar a sua presença nas Bienais de Veneza em 2003 e São Paulo em 2004 (a convite dos comissários Francesco Bonami e Alfons Hug, respectivamente). Em 2006 participou na 4ª Bienal de Arte Contemporânea de Berlim (Alemanha) e em 2016 na Bienal de Rennes (França).</p><p>Expôs em instituições como o Centre Georges Pompidou (Paris, França), o MUDAM (Musée d’Art Moderne-Duc Jean, Luxemburgo), o Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto), Palais de Tokyo (Paris, França), Fundação&nbsp;Calouste&nbsp;Gulbenkian (Lisboa), o FRAC&nbsp;Île-de-France Le Plateau (Paris, França), o Museu Walhof (Bielefeld, Alemanha), a Fundação Carmona e Costa (Lisboa), o Museum Boijmans Van Beuningen (Roterdão, Países Baixos), o FRAC Haute-Normandie (Sotteville-lès-Rouen, França), o Pavilhão Branco do Museu de Lisboa e a Galeria Zé dos Bois (Lisboa).</p><p>Queiroz tem uma vasta presença em coleções particulares e institucionais, tais como o MoMA (Museu de Arte Moderna, Nova Iorque, EUA), Centre Georges Pompidou (Paris, França), a Coleção MAAT/EDP (Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Lisboa), o SFMOMA (Museu de Arte Moderna de São Francisco, São Francisco, EUA), a Fundação de Serralves (Porto), a Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), o FNAC (Fonds National d’Art Cotemporain, Paris, França), a FLAD (Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento), a Coleção Caixa-Geral de Depósitos, o Deutsche Bank (Alemanha), a Fundação PLMJ (Lisboa), a Fundação Carmona e Costa (Lisboa), o Carré d’Art Musée d’Art Contemporain, (Nîmes, França), a CaixaFórum (Madrid, Espanha), o Banco Privado Português (Portugal), a Portugal Telecom, La Banque Postale (Paris, França), a Fundação Ilídio Pinho (Porto), o FRAC Haute-Normandie (Sotteville-lès-Rouen, França), a Fundación Helga de Alvear (Espanha), a Coleção Oberrauch-Zitt (Bolzano, Itália), a Coleção Per Amor a l’Art (Valencia, Espanha), a Coleção Daniel et Florence Guerlain (França), entre outras.</p><p>Em Portugal é representado pela Galeria Bruno Múrias,</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p>https://www.brunomurias.com/pt-pt/</p><p><br></p><p>http://cvc.instituto-camoes.pt/biografias/jorge-queiroz-dp1.html#.X47pYXhKjMI</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=S7OJU8RX7tw</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=N8lxprctatw</p><p><br></p><p>https://www.sikkemajenkinsco.com/jorge-queiroz</p><p><br></p><p>https://contemporanea.pt/edicoes/07-2018/o-mundo-que-os-artistas-pintam</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 18.10.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Jorge Queiroz (1966) vive e trabalha em Lisboa.</p><p>O universo pós-simbólico de Jorge Queiroz atravessa o desenho e a pintura num diálogo diacrónico em que ambas as práticas artísticas se contaminam e influenciam mutuamente.</p><p>Os seus cenários autoficcionados não são habitados por qualquer organização ou hierarquia, subvertendo a relação figura-fundo ou interior-exterior num imaginário íntimo e pessoal. É uma constante na sua obra a ausência de uma linguística e de uma linearidade narrativa. Queiroz tem vindo a desenvolver ao longo da sua prática um universo próprio, enigmático, extravagante e até mesmo um tanto alquímico.</p><p>Frequentou o Ar.Co, o Royal College of Arts em Londres&nbsp;e ingressou em 1997 na School of Visual Arts em Nova Iorque, tendo aí residido nos seis anos seguintes. Em 2004, estabeleceu-se em Berlim.</p><p>Importa destacar a sua presença nas Bienais de Veneza em 2003 e São Paulo em 2004 (a convite dos comissários Francesco Bonami e Alfons Hug, respectivamente). Em 2006 participou na 4ª Bienal de Arte Contemporânea de Berlim (Alemanha) e em 2016 na Bienal de Rennes (França).</p><p>Expôs em instituições como o Centre Georges Pompidou (Paris, França), o MUDAM (Musée d’Art Moderne-Duc Jean, Luxemburgo), o Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto), Palais de Tokyo (Paris, França), Fundação&nbsp;Calouste&nbsp;Gulbenkian (Lisboa), o FRAC&nbsp;Île-de-France Le Plateau (Paris, França), o Museu Walhof (Bielefeld, Alemanha), a Fundação Carmona e Costa (Lisboa), o Museum Boijmans Van Beuningen (Roterdão, Países Baixos), o FRAC Haute-Normandie (Sotteville-lès-Rouen, França), o Pavilhão Branco do Museu de Lisboa e a Galeria Zé dos Bois (Lisboa).</p><p>Queiroz tem uma vasta presença em coleções particulares e institucionais, tais como o MoMA (Museu de Arte Moderna, Nova Iorque, EUA), Centre Georges Pompidou (Paris, França), a Coleção MAAT/EDP (Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Lisboa), o SFMOMA (Museu de Arte Moderna de São Francisco, São Francisco, EUA), a Fundação de Serralves (Porto), a Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), o FNAC (Fonds National d’Art Cotemporain, Paris, França), a FLAD (Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento), a Coleção Caixa-Geral de Depósitos, o Deutsche Bank (Alemanha), a Fundação PLMJ (Lisboa), a Fundação Carmona e Costa (Lisboa), o Carré d’Art Musée d’Art Contemporain, (Nîmes, França), a CaixaFórum (Madrid, Espanha), o Banco Privado Português (Portugal), a Portugal Telecom, La Banque Postale (Paris, França), a Fundação Ilídio Pinho (Porto), o FRAC Haute-Normandie (Sotteville-lès-Rouen, França), a Fundación Helga de Alvear (Espanha), a Coleção Oberrauch-Zitt (Bolzano, Itália), a Coleção Per Amor a l’Art (Valencia, Espanha), a Coleção Daniel et Florence Guerlain (França), entre outras.</p><p>Em Portugal é representado pela Galeria Bruno Múrias,</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p>https://www.brunomurias.com/pt-pt/</p><p><br></p><p>http://cvc.instituto-camoes.pt/biografias/jorge-queiroz-dp1.html#.X47pYXhKjMI</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=S7OJU8RX7tw</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=N8lxprctatw</p><p><br></p><p>https://www.sikkemajenkinsco.com/jorge-queiroz</p><p><br></p><p>https://contemporanea.pt/edicoes/07-2018/o-mundo-que-os-artistas-pintam</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 18.10.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Jorge Queiroz (1966) vive e trabalha em Lisboa.O universo pós-simbólico de Jorge Queiroz atravessa o desenho e a pintura num diálogo diacrónico em que ambas as práticas artísticas se contaminam e influenciam mutuamente.Os seus cenários autoficcionados não são habitados por qualquer organização ou hierarquia, subvertendo a relação figura-fundo ou interior-exterior num imaginário íntimo e pessoal. É uma constante na sua obra a ausência de uma linguística e de uma linearidade narrativa. Queiroz tem vindo a desenvolver ao longo da sua prática um universo próprio, enigmático, extravagante e até mesmo um tanto alquímico.Frequentou o Ar.Co, o Royal College of Arts em Londres e ingressou em 1997 na School of Visual Arts em Nova Iorque, tendo aí residido nos seis anos seguintes. Em 2004, estabeleceu-se em Berlim.Importa destacar a sua presença nas Bienais de Veneza em 2003 e São Paulo em 2004 (a convite dos comissários Francesco Bonami e Alfons Hug, respectivamente). Em 2006 participou na 4ª Bienal de Arte Contemporânea de Berlim (Alemanha) e em 2016 na Bienal de Rennes (França).Expôs em instituições como o Centre Georges Pompidou (Paris, França), o MUDAM (Musée d’Art Moderne-Duc Jean, Luxemburgo), o Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto), Palais de Tokyo (Paris, França), Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), o FRAC Île-de-France Le Plateau (Paris, França), o Museu Walhof (Bielefeld, Alemanha), a Fundação Carmona e Costa (Lisboa), o Museum Boijmans Van Beuningen (Roterdão, Países Baixos), o FRAC Haute-Normandie (Sotteville-lès-Rouen, França), o Pavilhão Branco do Museu de Lisboa e a Galeria Zé dos Bois (Lisboa).Queiroz tem uma vasta presença em coleções particulares e institucionais, tais como o MoMA (Museu de Arte Moderna, Nova Iorque, EUA), Centre Georges Pompidou (Paris, França), a Coleção MAAT/EDP (Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, Lisboa), o SFMOMA (Museu de Arte Moderna de São Francisco, São Francisco, EUA), a Fundação de Serralves (Porto), a Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa), o FNAC (Fonds National d’Art Cotemporain, Paris, França), a FLAD (Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento), a Coleção Caixa-Geral de Depósitos, o Deutsche Bank (Alemanha), a Fundação PLMJ (Lisboa), a Fundação Carmona e Costa (Lisboa), o Carré d’Art Musée d’Art Contemporain, (Nîmes, França), a CaixaFórum (Madrid, Espanha), o Banco Privado Português (Portugal), a Portugal Telecom, La Banque Postale (Paris, França), a Fundação Ilídio Pinho (Porto), o FRAC Haute-Normandie (Sotteville-lès-Rouen, França), a Fundación Helga de Alvear (Espanha), a Coleção Oberrauch-Zitt (Bolzano, Itália), a Coleção Per Amor a l’Art (Valencia, Espanha), a Coleção Daniel et Florence Guerlain (França), entre outras.Em Portugal é representado pela Galeria Bruno Múrias,Linkshttps://www.brunomurias.com/pt-pt/http://cvc.instituto-camoes.pt/biografias/jorge-queiroz-dp1.html#.X47pYXhKjMIhttps://www.youtube.com/watch?v=S7OJU8RX7twhttps://www.youtube.com/watch?v=N8lxprctatwhttps://www.sikkemajenkinsco.com/jorge-queirozhttps://contemporanea.pt/edicoes/07-2018/o-mundo-que-os-artistas-pintamEpisódio gravado dia 18.10.2020http://www.appleton.ptMecenas Appleton: HCI / ColecçãoMaria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal deLisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 20 Oct 2020 13:54:41 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 16 - &#34;Small is beautiful&#34; - Conversa com Rui Horta</title>
            <description><![CDATA[  <p><strong>Convocar</strong>&nbsp;<strong>A</strong>&nbsp;<strong>Cultura</strong>&nbsp;<strong>Como</strong>&nbsp;<strong>Antídoto</strong>&nbsp;<strong>Para</strong>&nbsp;<strong>A</strong>&nbsp;<strong>Pandemia</strong></p><p>"E, pronto, lá vamos nós novamente para mais uma crise, mais um tsunami que se abate sobre a sociedade portuguesa e, muito em particular, sobre o mundo da Cultura. Uma pandemia que marcará, a nível planetário, e de uma forma ainda não totalmente perceptível, a forma como vivemos, consumimos, interagimos e também como acedemos aos bens culturais.</p><p>Um tempo de mudança vertiginosa onde a Covid 19 tem funcionado como um acelerador da história, particularmente a atomização exponencial da sociedade. Vai ser difícil sair do sofá, retirar os cidadãos dos conteúdos digitais e do afunilamento mental que significam as redes sociais, um mundo que é apenas uma representação do mundo, em constante fuga para a frente.</p><p>As artes ao vivo, que enfrentaram este choque como um camião colidindo a toda a velocidade contra uma parede, ainda não se refizeram do primeiro impacto que deixou a nu toda a sua vulnerabilidade e precariedade laboral. E, no entanto, após a emergência sanitária, nenhum sector da sociedade será mais necessário do que este, que convoca o encontro, a coesão social, o pensamento crítico e um verdadeiro desconfinamento mental.</p><p>O que nos é exigido é uma refundação e uma reinvenção da nossa cultura relacional com o outro e com o planeta. Sair de uma lógica de combate e competição para uma sociedade alicerçada na generosidade e na cooperação. A Cultura e a Arte em particular, com a sua enorme capacidade de criarem novas narrativas e descontinuidades, despoletando reflexões e especulações improváveis do intelecto, devem abraçar este desígnio de mudança e podem ter um papel transformador importantíssimo. A par da Ciência, a Arte é uma poderosa ferramenta de descodificação do futuro capaz de traduzir o espírito dos tempos, falar do indizível, potenciar o colectivo e contribuir com novas narrativas para a humanidade.</p><p>É por isso que um país como o nosso, de pequenas dimensões, onde a Cultura nunca fez parte do discurso politico, não terá futuro no século XXI se não empreender essa mudança. A incompreensão disto é um drama com décadas na nossa democracia e que tem persistido em ficar. Num momento de crise é essencial convocar a esperança e voltar a acreditar nesse futuro,&nbsp;exigir políticas culturais visionárias e vibrantes que estabeleçam metas ambiciosas e mobilizem para transformação. Sem um pensamento crítico e criativo onde, a par da Educação, a Cultura é um pilar insubstituível, nunca teremos futuro."</p><p>&nbsp;</p><p>Rui Horta</p><p>Nascido em Lisboa, Rui Horta começou a dançar aos 17 anos nos cursos de bailado do Ballet Gulbenkian, tendo posteriormente vivido vários anos em New York, cidade onde completou a sua formação e desenvolveu o seu percurso de intérprete e professor. Em 84 regressa a Lisboa onde continua a sua actividade pedagógica e artística, sendo um dos mais importantes impulsionadores de uma nova geração de bailarinos e coreógrafos portugueses.</p><p>Durante os anos 90 viveu na Alemanha onde dirigiu o Soap Dance Theatre Frankfurt, sendo o seu trabalho considerado uma referência da dança europeia e apresentado nos mais importantes teatros e festivais em todo o Mundo, tais como o Thêatre de la Ville em Paris que apresentou e co-produziu as suas obras ao longo de uma década.</p><p>Em 2000 regressou a Portugal, tendo fundado em Montemor-o-Novo o Espaço do Tempo, um centro multidisciplinar de experimentação artística.</p><p>Para além do seu intenso trabalho de criador independente criou, como artista convidado, um vasto repertório para companhias de renome tais como o Cullberg Ballet, o Ballet Gulbenkian, o Grand Ballet de l’Opera de Genéve, a Ópera de Marselha, o Netherlands Dance Theatre, a Ópera de Gotemburgo, a Companhia Nacional de Bailado, a Random Dance, etc. Ao longo da sua carreira recebeu importantes prémios e distinções tais como o Grand Prix de Bagnolet, o Deutsche Produzent Preis, o Prémio Acarte, O Prémio Almada, o grau de Oficial da Ordem do Infante, o grau de Chevalier de l’Ordre des Arts et des Letres, pelo Ministério da Cultura Francês.</p><p>A sua criação coreográfica foi, recentemente, classificada como Herança da Dança Alemã. Nas artes performativas o seu trabalho de encenador estende-se ao teatro, à ópera e à música experimental, sendo igualmente desenhador de luzes e investigador multimédia, universo que utiliza frequentemente nas suas obras.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p>http://oespacodotempo.pt/en/home/</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2020/04/25/culturaipsilon/noticia/rui-horta-salvar-corpo-campo-salva-alma-1913383</p><p><br></p><p>https://www.dn.pt/edicao-do-dia/10-ago-2018/rui-horta-a-dancar-e-que-sou-mesmo-feliz-9700972.html</p><p><br></p><p>https://glam-magazine.pt/vespa-um-solo-com-rui-horta/</p><p><br></p><p>http://upmagazine-tap.com/en/pt_artigos/rui-horta-i-admit-ie28099m-an-optimist/</p><p><br></p><p>https://lescorpsdansants.com/2018/01/08/rui-horta-volta-a-dancar-vespa-no-final-do-mes-no-porto/</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=r040FsKdlXE</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=NRAv5oUgitY</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 02.10.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p><strong>Convocar</strong>&nbsp;<strong>A</strong>&nbsp;<strong>Cultura</strong>&nbsp;<strong>Como</strong>&nbsp;<strong>Antídoto</strong>&nbsp;<strong>Para</strong>&nbsp;<strong>A</strong>&nbsp;<strong>Pandemia</strong></p><p>"E, pronto, lá vamos nós novamente para mais uma crise, mais um tsunami que se abate sobre a sociedade portuguesa e, muito em particular, sobre o mundo da Cultura. Uma pandemia que marcará, a nível planetário, e de uma forma ainda não totalmente perceptível, a forma como vivemos, consumimos, interagimos e também como acedemos aos bens culturais.</p><p>Um tempo de mudança vertiginosa onde a Covid 19 tem funcionado como um acelerador da história, particularmente a atomização exponencial da sociedade. Vai ser difícil sair do sofá, retirar os cidadãos dos conteúdos digitais e do afunilamento mental que significam as redes sociais, um mundo que é apenas uma representação do mundo, em constante fuga para a frente.</p><p>As artes ao vivo, que enfrentaram este choque como um camião colidindo a toda a velocidade contra uma parede, ainda não se refizeram do primeiro impacto que deixou a nu toda a sua vulnerabilidade e precariedade laboral. E, no entanto, após a emergência sanitária, nenhum sector da sociedade será mais necessário do que este, que convoca o encontro, a coesão social, o pensamento crítico e um verdadeiro desconfinamento mental.</p><p>O que nos é exigido é uma refundação e uma reinvenção da nossa cultura relacional com o outro e com o planeta. Sair de uma lógica de combate e competição para uma sociedade alicerçada na generosidade e na cooperação. A Cultura e a Arte em particular, com a sua enorme capacidade de criarem novas narrativas e descontinuidades, despoletando reflexões e especulações improváveis do intelecto, devem abraçar este desígnio de mudança e podem ter um papel transformador importantíssimo. A par da Ciência, a Arte é uma poderosa ferramenta de descodificação do futuro capaz de traduzir o espírito dos tempos, falar do indizível, potenciar o colectivo e contribuir com novas narrativas para a humanidade.</p><p>É por isso que um país como o nosso, de pequenas dimensões, onde a Cultura nunca fez parte do discurso politico, não terá futuro no século XXI se não empreender essa mudança. A incompreensão disto é um drama com décadas na nossa democracia e que tem persistido em ficar. Num momento de crise é essencial convocar a esperança e voltar a acreditar nesse futuro,&nbsp;exigir políticas culturais visionárias e vibrantes que estabeleçam metas ambiciosas e mobilizem para transformação. Sem um pensamento crítico e criativo onde, a par da Educação, a Cultura é um pilar insubstituível, nunca teremos futuro."</p><p>&nbsp;</p><p>Rui Horta</p><p>Nascido em Lisboa, Rui Horta começou a dançar aos 17 anos nos cursos de bailado do Ballet Gulbenkian, tendo posteriormente vivido vários anos em New York, cidade onde completou a sua formação e desenvolveu o seu percurso de intérprete e professor. Em 84 regressa a Lisboa onde continua a sua actividade pedagógica e artística, sendo um dos mais importantes impulsionadores de uma nova geração de bailarinos e coreógrafos portugueses.</p><p>Durante os anos 90 viveu na Alemanha onde dirigiu o Soap Dance Theatre Frankfurt, sendo o seu trabalho considerado uma referência da dança europeia e apresentado nos mais importantes teatros e festivais em todo o Mundo, tais como o Thêatre de la Ville em Paris que apresentou e co-produziu as suas obras ao longo de uma década.</p><p>Em 2000 regressou a Portugal, tendo fundado em Montemor-o-Novo o Espaço do Tempo, um centro multidisciplinar de experimentação artística.</p><p>Para além do seu intenso trabalho de criador independente criou, como artista convidado, um vasto repertório para companhias de renome tais como o Cullberg Ballet, o Ballet Gulbenkian, o Grand Ballet de l’Opera de Genéve, a Ópera de Marselha, o Netherlands Dance Theatre, a Ópera de Gotemburgo, a Companhia Nacional de Bailado, a Random Dance, etc. Ao longo da sua carreira recebeu importantes prémios e distinções tais como o Grand Prix de Bagnolet, o Deutsche Produzent Preis, o Prémio Acarte, O Prémio Almada, o grau de Oficial da Ordem do Infante, o grau de Chevalier de l’Ordre des Arts et des Letres, pelo Ministério da Cultura Francês.</p><p>A sua criação coreográfica foi, recentemente, classificada como Herança da Dança Alemã. Nas artes performativas o seu trabalho de encenador estende-se ao teatro, à ópera e à música experimental, sendo igualmente desenhador de luzes e investigador multimédia, universo que utiliza frequentemente nas suas obras.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p>http://oespacodotempo.pt/en/home/</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2020/04/25/culturaipsilon/noticia/rui-horta-salvar-corpo-campo-salva-alma-1913383</p><p><br></p><p>https://www.dn.pt/edicao-do-dia/10-ago-2018/rui-horta-a-dancar-e-que-sou-mesmo-feliz-9700972.html</p><p><br></p><p>https://glam-magazine.pt/vespa-um-solo-com-rui-horta/</p><p><br></p><p>http://upmagazine-tap.com/en/pt_artigos/rui-horta-i-admit-ie28099m-an-optimist/</p><p><br></p><p>https://lescorpsdansants.com/2018/01/08/rui-horta-volta-a-dancar-vespa-no-final-do-mes-no-porto/</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=r040FsKdlXE</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=NRAv5oUgitY</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 02.10.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Convocar A Cultura Como Antídoto Para A Pandemia&#34;E, pronto, lá vamos nós novamente para mais uma crise, mais um tsunami que se abate sobre a sociedade portuguesa e, muito em particular, sobre o mundo da Cultura. Uma pandemia que marcará, a nível planetário, e de uma forma ainda não totalmente perceptível, a forma como vivemos, consumimos, interagimos e também como acedemos aos bens culturais.Um tempo de mudança vertiginosa onde a Covid 19 tem funcionado como um acelerador da história, particularmente a atomização exponencial da sociedade. Vai ser difícil sair do sofá, retirar os cidadãos dos conteúdos digitais e do afunilamento mental que significam as redes sociais, um mundo que é apenas uma representação do mundo, em constante fuga para a frente.As artes ao vivo, que enfrentaram este choque como um camião colidindo a toda a velocidade contra uma parede, ainda não se refizeram do primeiro impacto que deixou a nu toda a sua vulnerabilidade e precariedade laboral. E, no entanto, após a emergência sanitária, nenhum sector da sociedade será mais necessário do que este, que convoca o encontro, a coesão social, o pensamento crítico e um verdadeiro desconfinamento mental.O que nos é exigido é uma refundação e uma reinvenção da nossa cultura relacional com o outro e com o planeta. Sair de uma lógica de combate e competição para uma sociedade alicerçada na generosidade e na cooperação. A Cultura e a Arte em particular, com a sua enorme capacidade de criarem novas narrativas e descontinuidades, despoletando reflexões e especulações improváveis do intelecto, devem abraçar este desígnio de mudança e podem ter um papel transformador importantíssimo. A par da Ciência, a Arte é uma poderosa ferramenta de descodificação do futuro capaz de traduzir o espírito dos tempos, falar do indizível, potenciar o colectivo e contribuir com novas narrativas para a humanidade.É por isso que um país como o nosso, de pequenas dimensões, onde a Cultura nunca fez parte do discurso politico, não terá futuro no século XXI se não empreender essa mudança. A incompreensão disto é um drama com décadas na nossa democracia e que tem persistido em ficar. Num momento de crise é essencial convocar a esperança e voltar a acreditar nesse futuro, exigir políticas culturais visionárias e vibrantes que estabeleçam metas ambiciosas e mobilizem para transformação. Sem um pensamento crítico e criativo onde, a par da Educação, a Cultura é um pilar insubstituível, nunca teremos futuro.&#34; Rui HortaNascido em Lisboa, Rui Horta começou a dançar aos 17 anos nos cursos de bailado do Ballet Gulbenkian, tendo posteriormente vivido vários anos em New York, cidade onde completou a sua formação e desenvolveu o seu percurso de intérprete e professor. Em 84 regressa a Lisboa onde continua a sua actividade pedagógica e artística, sendo um dos mais importantes impulsionadores de uma nova geração de bailarinos e coreógrafos portugueses.Durante os anos 90 viveu na Alemanha onde dirigiu o Soap Dance Theatre Frankfurt, sendo o seu trabalho considerado uma referência da dança europeia e apresentado nos mais importantes teatros e festivais em todo o Mundo, tais como o Thêatre de la Ville em Paris que apresentou e co-produziu as suas obras ao longo de uma década.Em 2000 regressou a Portugal, tendo fundado em Montemor-o-Novo o Espaço do Tempo, um centro multidisciplinar de experimentação artística.Para além do seu intenso trabalho de criador independente criou, como artista convidado, um vasto repertório para companhias de renome tais como o Cullberg Ballet, o Ballet Gulbenkian, o Grand Ballet de l’Opera de Genéve, a Ópera de Marselha, o Netherlands Dance Theatre, a Ópera de Gotemburgo, a Companhia Nacional de Bailado, a Random Dance, etc. Ao longo da sua carreira recebeu importantes prémios e distinções tais como o Grand Prix de Bagnolet, o Deutsche Produzent Preis, o Prémio Acarte, O Prémio Almada, o grau de Oficial da Ordem do Infante, o grau de Chevalier de l’Ordre des Arts et des Letres, pelo Ministério da Cultura Francês.A sua criação coreográfica foi, recentemente, classificada como Herança da Dança Alemã. Nas artes performativas o seu trabalho de encenador estende-se ao teatro, à ópera e à música experimental, sendo igualmente desenhador de luzes e investigador multimédia, universo que utiliza frequentemente nas suas obras.Linkshttp://oespacodotempo.pt/en/home/https://www.publico.pt/2020/04/25/culturaipsilon/noticia/rui-horta-salvar-corpo-campo-salva-alma-1913383https://www.dn.pt/edicao-do-dia/10-ago-2018/rui-horta-a-dancar-e-que-sou-mesmo-feliz-9700972.htmlhttps://glam-magazine.pt/vespa-um-solo-com-rui-horta/http://upmagazine-tap.com/en/pt_artigos/rui-horta-i-admit-ie28099m-an-optimist/https://lescorpsdansants.com/2018/01/08/rui-horta-volta-a-dancar-vespa-no-final-do-mes-no-porto/https://www.youtube.com/watch?v=r040FsKdlXEhttps://www.youtube.com/watch?v=NRAv5oUgitYEpisódio gravado dia 02.10.2020http://www.appleton.ptMecenas Appleton: HCI / ColecçãoMaria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal deLisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</itunes:summary>
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            <pubDate>Sun, 18 Oct 2020 20:30:00 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 15 -  &#34;Animals Nightmare&#34; - Conversa com Joana Villaverde</title>
            <description><![CDATA[  <p>"Empatia e política. São o meu tema, a minha forma de ser e de trabalhar. Normalmente tento criar espaços para sentir; onde tento usar o sentido do tempo, de passar o tempo.</p><p>É através dos meios que utilizo, desenhos, animação e escultura, que a empatia e a política se unem.</p><p>É pelo que sou - como amo as pessoas e o que as pessoas sentem, como amo sentir as coisas - os arrepios que correm pela minha espinha - como adoro chorar quando vejo, ou quando estou em lugares bonitos, quando a luz é bela, quando está quente; é como adoro abraços de verdade, como jogo, como uso as mãos, como não tenho medo de errar - adoro o erro (trabalhar com o erro, arrastá-lo, recortar, colar, rasgar e depois colar de volta) que posso continuar a perguntar:</p><p>Como posso transformar o assunto em que estou a trabalhar - pessoas, sentimentos – num objeto de arte?"</p><p>Joana Villaverde</p><p><br></p><p>O trabalho de Joana Villaverde divide-se entre exposições, residências, publicações, palestras, workshops, e cenografia. Fundou, em 2018 o espaço Officina Mundi em Avis.</p><p>Está representada nas colecções MAAT Foundation EDP, quARTel coleção Fernando Ribeiro, Município de Almada, colecção Carmona e Costa, Diocese de Beja e diversas colecções privadas (Portugal, Espanha, França, Bélgica, Palestina e Estados Unidos).</p><p><br></p><p>Decidimos fazer este podcast centrado em Animals Nightmare, um projecto de Joana Villaverde que culminou com duas exposições, uma em Avis em 2015, na actual Casa das Artes, e outra em Lisboa em 2016, na Appleton Square, e numa publicação. A história de Animals Nightmare começa antes da residência artística que Joana Villaverde fez na Qattan Foundation em Ramallah na Palestina nos meses de Junho e Julho de 2014, com o contacto feito com a arquitecta e escritora palestiniana Suad Amiry depois de ler o seu livro “Nothing to lose but your life”.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p>http://www.joanavillaverde.com/officina-mundi.html</p><p><br></p><p>http://capc.com.pt/site/index.php/en/joana-villaverde-2/</p><p><br></p><p>https://www.noticiasdecoimbra.pt/convento-de-santa-clara-a-nova-em-coimbra-acolhe-exposicao-de-jose-pedro-croft/</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2020/04/25/culturaipsilon/noticia/joana-villaverde-aqui-sintome-perto-mundo-lisboa-1913375</p><p><br></p><p>https://www.amazon.co.uk/Animals-Nightmare-Bilingue-Joana-Villaverde/dp/989883319X</p><p><br></p><p>https://www.photodocumenta.pt/joanavillaverdeanimalsnightmare/</p><p><br></p><p>https://www.viralagenda.com/pt/events/437944/apresentacao-do-livro-animals-nigthtmare-de-joana-villaverde</p><p><br></p><p>http://www.arteinstitute.org/posts/view/995/34</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 21.09.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>"Empatia e política. São o meu tema, a minha forma de ser e de trabalhar. Normalmente tento criar espaços para sentir; onde tento usar o sentido do tempo, de passar o tempo.</p><p>É através dos meios que utilizo, desenhos, animação e escultura, que a empatia e a política se unem.</p><p>É pelo que sou - como amo as pessoas e o que as pessoas sentem, como amo sentir as coisas - os arrepios que correm pela minha espinha - como adoro chorar quando vejo, ou quando estou em lugares bonitos, quando a luz é bela, quando está quente; é como adoro abraços de verdade, como jogo, como uso as mãos, como não tenho medo de errar - adoro o erro (trabalhar com o erro, arrastá-lo, recortar, colar, rasgar e depois colar de volta) que posso continuar a perguntar:</p><p>Como posso transformar o assunto em que estou a trabalhar - pessoas, sentimentos – num objeto de arte?"</p><p>Joana Villaverde</p><p><br></p><p>O trabalho de Joana Villaverde divide-se entre exposições, residências, publicações, palestras, workshops, e cenografia. Fundou, em 2018 o espaço Officina Mundi em Avis.</p><p>Está representada nas colecções MAAT Foundation EDP, quARTel coleção Fernando Ribeiro, Município de Almada, colecção Carmona e Costa, Diocese de Beja e diversas colecções privadas (Portugal, Espanha, França, Bélgica, Palestina e Estados Unidos).</p><p><br></p><p>Decidimos fazer este podcast centrado em Animals Nightmare, um projecto de Joana Villaverde que culminou com duas exposições, uma em Avis em 2015, na actual Casa das Artes, e outra em Lisboa em 2016, na Appleton Square, e numa publicação. A história de Animals Nightmare começa antes da residência artística que Joana Villaverde fez na Qattan Foundation em Ramallah na Palestina nos meses de Junho e Julho de 2014, com o contacto feito com a arquitecta e escritora palestiniana Suad Amiry depois de ler o seu livro “Nothing to lose but your life”.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p>http://www.joanavillaverde.com/officina-mundi.html</p><p><br></p><p>http://capc.com.pt/site/index.php/en/joana-villaverde-2/</p><p><br></p><p>https://www.noticiasdecoimbra.pt/convento-de-santa-clara-a-nova-em-coimbra-acolhe-exposicao-de-jose-pedro-croft/</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2020/04/25/culturaipsilon/noticia/joana-villaverde-aqui-sintome-perto-mundo-lisboa-1913375</p><p><br></p><p>https://www.amazon.co.uk/Animals-Nightmare-Bilingue-Joana-Villaverde/dp/989883319X</p><p><br></p><p>https://www.photodocumenta.pt/joanavillaverdeanimalsnightmare/</p><p><br></p><p>https://www.viralagenda.com/pt/events/437944/apresentacao-do-livro-animals-nigthtmare-de-joana-villaverde</p><p><br></p><p>http://www.arteinstitute.org/posts/view/995/34</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 21.09.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>&#34;Empatia e política. São o meu tema, a minha forma de ser e de trabalhar. Normalmente tento criar espaços para sentir; onde tento usar o sentido do tempo, de passar o tempo.É através dos meios que utilizo, desenhos, animação e escultura, que a empatia e a política se unem.É pelo que sou - como amo as pessoas e o que as pessoas sentem, como amo sentir as coisas - os arrepios que correm pela minha espinha - como adoro chorar quando vejo, ou quando estou em lugares bonitos, quando a luz é bela, quando está quente; é como adoro abraços de verdade, como jogo, como uso as mãos, como não tenho medo de errar - adoro o erro (trabalhar com o erro, arrastá-lo, recortar, colar, rasgar e depois colar de volta) que posso continuar a perguntar:Como posso transformar o assunto em que estou a trabalhar - pessoas, sentimentos – num objeto de arte?&#34;Joana VillaverdeO trabalho de Joana Villaverde divide-se entre exposições, residências, publicações, palestras, workshops, e cenografia. Fundou, em 2018 o espaço Officina Mundi em Avis.Está representada nas colecções MAAT Foundation EDP, quARTel coleção Fernando Ribeiro, Município de Almada, colecção Carmona e Costa, Diocese de Beja e diversas colecções privadas (Portugal, Espanha, França, Bélgica, Palestina e Estados Unidos).Decidimos fazer este podcast centrado em Animals Nightmare, um projecto de Joana Villaverde que culminou com duas exposições, uma em Avis em 2015, na actual Casa das Artes, e outra em Lisboa em 2016, na Appleton Square, e numa publicação. A história de Animals Nightmare começa antes da residência artística que Joana Villaverde fez na Qattan Foundation em Ramallah na Palestina nos meses de Junho e Julho de 2014, com o contacto feito com a arquitecta e escritora palestiniana Suad Amiry depois de ler o seu livro “Nothing to lose but your life”.Linkshttp://www.joanavillaverde.com/officina-mundi.htmlhttp://capc.com.pt/site/index.php/en/joana-villaverde-2/https://www.noticiasdecoimbra.pt/convento-de-santa-clara-a-nova-em-coimbra-acolhe-exposicao-de-jose-pedro-croft/https://www.publico.pt/2020/04/25/culturaipsilon/noticia/joana-villaverde-aqui-sintome-perto-mundo-lisboa-1913375https://www.amazon.co.uk/Animals-Nightmare-Bilingue-Joana-Villaverde/dp/989883319Xhttps://www.photodocumenta.pt/joanavillaverdeanimalsnightmare/https://www.viralagenda.com/pt/events/437944/apresentacao-do-livro-animals-nigthtmare-de-joana-villaverdehttp://www.arteinstitute.org/posts/view/995/34Episódio gravado dia 21.09.2020http://www.appleton.ptMecenas Appleton: HCI / ColecçãoMaria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal deLisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 10 Oct 2020 17:29:11 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 14 -  &#34;Um Céu para Santa Isabel&#34; - Conversa com Ana Nobre de Gusmão, Padre José Manuel Pereira de Almeida, João G. Appleton e Vera Appleton</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste podcast vamos contar a história sobre "Um céu para Santa Isabel" ou como lhe chamamos "O céu do Mike".</p><p>Esta conversa junta a Vera Appleton, o Padre José Manuel Pereira de Almeida, Prior da Igreja de Santa Isabel em Lisboa, Ana Nobre de Gusmão representante do Estate de Michael Biberstein, e João Appleton, arquitecto que desafiou Michael Biberstein a colaborar com ele no sentido de apresentarem na Appleton Square uma maqueta de grande escala da Igreja de Santa Isabel com o tecto pintado pelo artista, no âmbito da Trienal de Arquitectura de 2010.</p><p>É uma história única e que ganha uma nova importância depois de ter sido atribuído à Igreja de Santa Isabel e ao seu "Céu" o prémio Vasco Vilalva pela Fundação Calouste Gulbenkian, passados 10 anos da exposição inicial.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p>http://ceusantaisabel.blogspot.com/</p><p><br></p><p>https://gulbenkian.pt/noticias/restauro-da-igreja-de-santa-isabel-em-lisboa-vence-premio-vilalva/</p><p><br></p><p>https://www.dn.pt/artes/o-mike-fez-de-santa-isabel-uma-igreja-a-ceu-aberto-5287792.html</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=O6a2bP475fA</p><p><br></p><p>https://www.snpcultura.org/um_ceu_para_santa_isabel_cardeal_patriarca_inaugura_pintura.html</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 10.09.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste podcast vamos contar a história sobre "Um céu para Santa Isabel" ou como lhe chamamos "O céu do Mike".</p><p>Esta conversa junta a Vera Appleton, o Padre José Manuel Pereira de Almeida, Prior da Igreja de Santa Isabel em Lisboa, Ana Nobre de Gusmão representante do Estate de Michael Biberstein, e João Appleton, arquitecto que desafiou Michael Biberstein a colaborar com ele no sentido de apresentarem na Appleton Square uma maqueta de grande escala da Igreja de Santa Isabel com o tecto pintado pelo artista, no âmbito da Trienal de Arquitectura de 2010.</p><p>É uma história única e que ganha uma nova importância depois de ter sido atribuído à Igreja de Santa Isabel e ao seu "Céu" o prémio Vasco Vilalva pela Fundação Calouste Gulbenkian, passados 10 anos da exposição inicial.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p>http://ceusantaisabel.blogspot.com/</p><p><br></p><p>https://gulbenkian.pt/noticias/restauro-da-igreja-de-santa-isabel-em-lisboa-vence-premio-vilalva/</p><p><br></p><p>https://www.dn.pt/artes/o-mike-fez-de-santa-isabel-uma-igreja-a-ceu-aberto-5287792.html</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?v=O6a2bP475fA</p><p><br></p><p>https://www.snpcultura.org/um_ceu_para_santa_isabel_cardeal_patriarca_inaugura_pintura.html</p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 10.09.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Neste podcast vamos contar a história sobre &#34;Um céu para Santa Isabel&#34; ou como lhe chamamos &#34;O céu do Mike&#34;.Esta conversa junta a Vera Appleton, o Padre José Manuel Pereira de Almeida, Prior da Igreja de Santa Isabel em Lisboa, Ana Nobre de Gusmão representante do Estate de Michael Biberstein, e João Appleton, arquitecto que desafiou Michael Biberstein a colaborar com ele no sentido de apresentarem na Appleton Square uma maqueta de grande escala da Igreja de Santa Isabel com o tecto pintado pelo artista, no âmbito da Trienal de Arquitectura de 2010.É uma história única e que ganha uma nova importância depois de ter sido atribuído à Igreja de Santa Isabel e ao seu &#34;Céu&#34; o prémio Vasco Vilalva pela Fundação Calouste Gulbenkian, passados 10 anos da exposição inicial.Linkshttp://ceusantaisabel.blogspot.com/https://gulbenkian.pt/noticias/restauro-da-igreja-de-santa-isabel-em-lisboa-vence-premio-vilalva/https://www.dn.pt/artes/o-mike-fez-de-santa-isabel-uma-igreja-a-ceu-aberto-5287792.htmlhttps://www.youtube.com/watch?v=O6a2bP475fAhttps://www.snpcultura.org/um_ceu_para_santa_isabel_cardeal_patriarca_inaugura_pintura.htmlEpisódio gravado dia 10.09.2020http://www.appleton.ptMecenas Appleton: HCI / ColecçãoMaria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal deLisboa - Fundo de Emergência Nacional</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 30 Sep 2020 18:07:41 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 13 - &#34;Glória&#34; e &#34;Les Apaches&#34; - Conversa com Vasco Barata</title>
            <description><![CDATA[  <p>Vasco Barata, nasceu em Lisboa em 1974 onde vive e trabalha.</p><p>Licenciado em Pintura pela Faculdade</p><p>de Belas Artes de Lisboa, com estudos paralelos em Fotografia e pós-graduado em</p><p>Desenho, pela mesma Faculdade. Frequentou em 2006 o Curso de Artes Visuais do</p><p>Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística (Fundação Calouste</p><p>Gulbenkian/ Ar.Co).</p><p>Frequenta actualmente o Doutoramento</p><p>em Arte Contemporânea no Colégio das Artes – Universidade de Coimbra.</p><p><br></p><p>Desde finais dos anos 90, Vasco</p><p>Barata tem vindo a apresentar o seu trabalho sob diversas formas, alternando</p><p>sobretudo entre uma investigação aturada no domínio da construção e percepção</p><p>da imagem (através do recurso à prática da fotografia e do vídeo) e uma</p><p>tentativa de compreensão dos mecanismos da expressão aliados à prática diária</p><p>do desenho. Articula, nas suas obras, um interesse particular pelo cinema e</p><p>pelas estratégias cinematográficas, pelos códigos da linguagem e por um vasto</p><p>leque de referentes da cultura popular.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p>http://www.vascobarata.com/</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/05/01/arte-em-quarentena-vasco-barata/</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?reload=9&amp;v=96I2fvYmgdc</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2013/06/07/jornal/vasco-barata-desenterrou-o-machado-26631032</p><p><br></p><p>https://clubepatrimonio.blogs.sapo.pt/vasco-barata-no-cav-um-peso-fantasma-43330</p><p><br></p><p>https://www.fundacaoedp.pt/pt/edicao-premio/premio-edp-novos-artistas-2011</p><p><br></p><p>https://saladdaysnewart.wordpress.com/2008/02/23/vasco-barata/</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 18.09.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Vasco Barata, nasceu em Lisboa em 1974 onde vive e trabalha.</p><p>Licenciado em Pintura pela Faculdade</p><p>de Belas Artes de Lisboa, com estudos paralelos em Fotografia e pós-graduado em</p><p>Desenho, pela mesma Faculdade. Frequentou em 2006 o Curso de Artes Visuais do</p><p>Programa Gulbenkian Criatividade e Criação Artística (Fundação Calouste</p><p>Gulbenkian/ Ar.Co).</p><p>Frequenta actualmente o Doutoramento</p><p>em Arte Contemporânea no Colégio das Artes – Universidade de Coimbra.</p><p><br></p><p>Desde finais dos anos 90, Vasco</p><p>Barata tem vindo a apresentar o seu trabalho sob diversas formas, alternando</p><p>sobretudo entre uma investigação aturada no domínio da construção e percepção</p><p>da imagem (através do recurso à prática da fotografia e do vídeo) e uma</p><p>tentativa de compreensão dos mecanismos da expressão aliados à prática diária</p><p>do desenho. Articula, nas suas obras, um interesse particular pelo cinema e</p><p>pelas estratégias cinematográficas, pelos códigos da linguagem e por um vasto</p><p>leque de referentes da cultura popular.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p>http://www.vascobarata.com/</p><p><br></p><p>https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/05/01/arte-em-quarentena-vasco-barata/</p><p><br></p><p>https://www.youtube.com/watch?reload=9&amp;v=96I2fvYmgdc</p><p><br></p><p>https://www.publico.pt/2013/06/07/jornal/vasco-barata-desenterrou-o-machado-26631032</p><p><br></p><p>https://clubepatrimonio.blogs.sapo.pt/vasco-barata-no-cav-um-peso-fantasma-43330</p><p><br></p><p>https://www.fundacaoedp.pt/pt/edicao-premio/premio-edp-novos-artistas-2011</p><p><br></p><p>https://saladdaysnewart.wordpress.com/2008/02/23/vasco-barata/</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 18.09.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção</p><p>Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de</p><p>Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Vasco Barata, nasceu em Lisboa em 1974 onde vive e trabalha.Licenciado em Pintura pela Faculdadede Belas Artes de Lisboa, com estudos paralelos em Fotografia e pós-graduado emDesenho, pela mesma Faculdade. Frequentou em 2006 o Curso de Artes Visuais doPrograma Gulbenkian Criatividade e Criação Artística (Fundação CalousteGulbenkian/ Ar.Co).Frequenta actualmente o Doutoramentoem Arte Contemporânea no Colégio das Artes – Universidade de Coimbra.Desde finais dos anos 90, VascoBarata tem vindo a apresentar o seu trabalho sob diversas formas, alternandosobretudo entre uma investigação aturada no domínio da construção e percepçãoda imagem (através do recurso à prática da fotografia e do vídeo) e umatentativa de compreensão dos mecanismos da expressão aliados à prática diáriado desenho. Articula, nas suas obras, um interesse particular pelo cinema epelas estratégias cinematográficas, pelos códigos da linguagem e por um vastoleque de referentes da cultura popular.Linkshttp://www.vascobarata.com/https://umbigomagazine.com/pt/blog/2020/05/01/arte-em-quarentena-vasco-barata/https://www.youtube.com/watch?reload=9&amp;v=96I2fvYmgdchttps://www.publico.pt/2013/06/07/jornal/vasco-barata-desenterrou-o-machado-26631032https://clubepatrimonio.blogs.sapo.pt/vasco-barata-no-cav-um-peso-fantasma-43330https://www.fundacaoedp.pt/pt/edicao-premio/premio-edp-novos-artistas-2011https://saladdaysnewart.wordpress.com/2008/02/23/vasco-barata/Episódio gravado dia 18.09.2020http://www.appleton.ptMecenas Appleton: HCI / ColecçãoMaria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal deLisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 21 Sep 2020 22:19:19 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 12 - Conversa com Ângela Ferreira</title>
            <description><![CDATA[  <p>Ângela Ferreira, nasceu em 1958 em Maputo, Moçambique. Concluiu os estudos de Artes Plásticas na África do Sul obtendo o grau de mestre na Michaelis School of Fine Art, University of Cape Town. Atualmente vive e trabalha em Lisboa, leciona na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, onde obteve o Doutoramento, em 2016. O trabalho de Ângela Ferreira desenvolve-se em torno do impacto do colonialismo e pós-colonialismo na sociedade contemporânea. Estas investigações são guiadas por uma pesquisa profunda e pelo filtrar de ideias que conduzem a formas concisas, depuradas e evocativas. Representou Portugal na 52ª Bienal de Veneza em 2007, onde continuou as suas investigações sobre a forma como o modernismo europeu se adaptou, ou não, às realidades do continente africano traçando a história da ‘Maison Tropicale’ de Jean Prouvé. É ainda a arquitetura que serve de ponto de partida para ao aprofundamento da sua longa pesquisa em torno do apagamento da memória colonial e a recusa da reparação, que encontra a sua mais complexa materialização na obra A Tendency to Forget (2015) focando o trabalho etnográfico do casal Jorge e Margot Dias. Pan African Unity Mural (2018), exibido no Maat Museum Lisboa e no Bildmuseet, Umea, Suécia foi concebido, retrospetiva e introspectivamente, para o “aqui” e o “agora”. Além da sua própria trajetória, outras histórias biográficas são simultaneamente narradas, expostas e escondidas neste trabalho. Em Dalaba: Sol’Exile (2019) um trabalho focado em Miriam Makeba, uma das mais proeminentes figuras contra o apartheid, Ferreira cria várias esculturas baseadas em elementos arquitectónicos da casa de exílio onde Makeba viveu em Conakri, quase como um protótipo da relação entre o modernismo e a arquitectura vernacular Africana. As suas homenagens escultóricas, sonoras e videográficas têm continuamente referenciado a história económica, política e cultural do continente africano ao recuperar a imagem e obra de algumas figuras inesperadas como Bob Dylan, Peter Blum, Carlos Cardoso, Ingrid Jonker, Jimi Hendrix, Jorge Ben Jor, Diego Rivera, ou Miriam Makeba.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="https://angelaferreira.info/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://angelaferreira.info/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.cristinaguerra.com/artist.work.php?artistID=66" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cristinaguerra.com/artist.work.php?artistID=66</a></p><p><br></p><p><a href="https://pt.museuberardo.pt/minha-obra-e-eu-angela-ferreira" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pt.museuberardo.pt/minha-obra-e-eu-angela-ferreira</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=MY_R3e9FpyU" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=MY_R3e9FpyU</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.culturgest.pt/pt/programacao/dalaba-sol-dexil-angela-ferreira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.culturgest.pt/pt/programacao/dalaba-sol-dexil-angela-ferreira/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.e-flux.com/announcements/40318/angela-ferreira-portuguese-pavilion-at-la-biennale-di-venezia/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.e-flux.com/announcements/40318/angela-ferreira-portuguese-pavilion-at-la-biennale-di-venezia/</a></p><p><a href="https://www.rtp.pt/noticias/cultura/maison-tropicale-de-angela-ferreira-comprada-por-museu-de-arte-moderna-e-contemporanea-em-italia_n162963" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/noticias/cultura/maison-tropicale-de-angela-ferreira-comprada-por-museu-de-arte-moderna-e-contemporanea-em-italia_n162963</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.publico.pt/2006/09/28/jornal/angela-ferreira-representa-portugal--na-bienal-de-veneza-de-2007-99658" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2006/09/28/jornal/angela-ferreira-representa-portugal--na-bienal-de-veneza-de-2007-99658</a></p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 23.07.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI /Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional- Cultura</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Ângela Ferreira, nasceu em 1958 em Maputo, Moçambique. Concluiu os estudos de Artes Plásticas na África do Sul obtendo o grau de mestre na Michaelis School of Fine Art, University of Cape Town. Atualmente vive e trabalha em Lisboa, leciona na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, onde obteve o Doutoramento, em 2016. O trabalho de Ângela Ferreira desenvolve-se em torno do impacto do colonialismo e pós-colonialismo na sociedade contemporânea. Estas investigações são guiadas por uma pesquisa profunda e pelo filtrar de ideias que conduzem a formas concisas, depuradas e evocativas. Representou Portugal na 52ª Bienal de Veneza em 2007, onde continuou as suas investigações sobre a forma como o modernismo europeu se adaptou, ou não, às realidades do continente africano traçando a história da ‘Maison Tropicale’ de Jean Prouvé. É ainda a arquitetura que serve de ponto de partida para ao aprofundamento da sua longa pesquisa em torno do apagamento da memória colonial e a recusa da reparação, que encontra a sua mais complexa materialização na obra A Tendency to Forget (2015) focando o trabalho etnográfico do casal Jorge e Margot Dias. Pan African Unity Mural (2018), exibido no Maat Museum Lisboa e no Bildmuseet, Umea, Suécia foi concebido, retrospetiva e introspectivamente, para o “aqui” e o “agora”. Além da sua própria trajetória, outras histórias biográficas são simultaneamente narradas, expostas e escondidas neste trabalho. Em Dalaba: Sol’Exile (2019) um trabalho focado em Miriam Makeba, uma das mais proeminentes figuras contra o apartheid, Ferreira cria várias esculturas baseadas em elementos arquitectónicos da casa de exílio onde Makeba viveu em Conakri, quase como um protótipo da relação entre o modernismo e a arquitectura vernacular Africana. As suas homenagens escultóricas, sonoras e videográficas têm continuamente referenciado a história económica, política e cultural do continente africano ao recuperar a imagem e obra de algumas figuras inesperadas como Bob Dylan, Peter Blum, Carlos Cardoso, Ingrid Jonker, Jimi Hendrix, Jorge Ben Jor, Diego Rivera, ou Miriam Makeba.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="https://angelaferreira.info/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://angelaferreira.info/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.cristinaguerra.com/artist.work.php?artistID=66" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cristinaguerra.com/artist.work.php?artistID=66</a></p><p><br></p><p><a href="https://pt.museuberardo.pt/minha-obra-e-eu-angela-ferreira" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pt.museuberardo.pt/minha-obra-e-eu-angela-ferreira</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=MY_R3e9FpyU" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=MY_R3e9FpyU</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.culturgest.pt/pt/programacao/dalaba-sol-dexil-angela-ferreira/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.culturgest.pt/pt/programacao/dalaba-sol-dexil-angela-ferreira/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.e-flux.com/announcements/40318/angela-ferreira-portuguese-pavilion-at-la-biennale-di-venezia/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.e-flux.com/announcements/40318/angela-ferreira-portuguese-pavilion-at-la-biennale-di-venezia/</a></p><p><a href="https://www.rtp.pt/noticias/cultura/maison-tropicale-de-angela-ferreira-comprada-por-museu-de-arte-moderna-e-contemporanea-em-italia_n162963" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.rtp.pt/noticias/cultura/maison-tropicale-de-angela-ferreira-comprada-por-museu-de-arte-moderna-e-contemporanea-em-italia_n162963</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.publico.pt/2006/09/28/jornal/angela-ferreira-representa-portugal--na-bienal-de-veneza-de-2007-99658" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2006/09/28/jornal/angela-ferreira-representa-portugal--na-bienal-de-veneza-de-2007-99658</a></p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 23.07.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI /Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional- Cultura</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Ângela Ferreira, nasceu em 1958 em Maputo, Moçambique. Concluiu os estudos de Artes Plásticas na África do Sul obtendo o grau de mestre na Michaelis School of Fine Art, University of Cape Town. Atualmente vive e trabalha em Lisboa, leciona na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, onde obteve o Doutoramento, em 2016. O trabalho de Ângela Ferreira desenvolve-se em torno do impacto do colonialismo e pós-colonialismo na sociedade contemporânea. Estas investigações são guiadas por uma pesquisa profunda e pelo filtrar de ideias que conduzem a formas concisas, depuradas e evocativas. Representou Portugal na 52ª Bienal de Veneza em 2007, onde continuou as suas investigações sobre a forma como o modernismo europeu se adaptou, ou não, às realidades do continente africano traçando a história da ‘Maison Tropicale’ de Jean Prouvé. É ainda a arquitetura que serve de ponto de partida para ao aprofundamento da sua longa pesquisa em torno do apagamento da memória colonial e a recusa da reparação, que encontra a sua mais complexa materialização na obra A Tendency to Forget (2015) focando o trabalho etnográfico do casal Jorge e Margot Dias. Pan African Unity Mural (2018), exibido no Maat Museum Lisboa e no Bildmuseet, Umea, Suécia foi concebido, retrospetiva e introspectivamente, para o “aqui” e o “agora”. Além da sua própria trajetória, outras histórias biográficas são simultaneamente narradas, expostas e escondidas neste trabalho. Em Dalaba: Sol’Exile (2019) um trabalho focado em Miriam Makeba, uma das mais proeminentes figuras contra o apartheid, Ferreira cria várias esculturas baseadas em elementos arquitectónicos da casa de exílio onde Makeba viveu em Conakri, quase como um protótipo da relação entre o modernismo e a arquitectura vernacular Africana. As suas homenagens escultóricas, sonoras e videográficas têm continuamente referenciado a história económica, política e cultural do continente africano ao recuperar a imagem e obra de algumas figuras inesperadas como Bob Dylan, Peter Blum, Carlos Cardoso, Ingrid Jonker, Jimi Hendrix, Jorge Ben Jor, Diego Rivera, ou Miriam Makeba.Linkshttps://angelaferreira.info/https://www.cristinaguerra.com/artist.work.php?artistID=66https://pt.museuberardo.pt/minha-obra-e-eu-angela-ferreirahttps://www.youtube.com/watch?v=MY_R3e9FpyUhttps://www.culturgest.pt/pt/programacao/dalaba-sol-dexil-angela-ferreira/https://www.e-flux.com/announcements/40318/angela-ferreira-portuguese-pavilion-at-la-biennale-di-venezia/https://www.rtp.pt/noticias/cultura/maison-tropicale-de-angela-ferreira-comprada-por-museu-de-arte-moderna-e-contemporanea-em-italia_n162963https://www.publico.pt/2006/09/28/jornal/angela-ferreira-representa-portugal--na-bienal-de-veneza-de-2007-99658Episódio gravado dia 23.07.2020http://www.appleton.ptMecenas Appleton: HCI /Colecção Maria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional- Cultura</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 28 Aug 2020 17:35:11 +0000</pubDate>
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            <title>Epsiódio 11 - Conversa com Susana Mendes Silva</title>
            <description><![CDATA[  <p>Susana Mendes Silva (Lisboa, 1972) é artista plástica e performer.</p><p>O trabalho de Susana Mendes Silva integra uma componente de investigação, e de prática arquivística, que se traduz em obras cujas referências históricas e políticas se materializam em exposições, acções e performances através dos mais diversos meios de produção. O seu universo contempla e recontextualiza contextos sociais diversos sem perder de vista a singularidade do indivíduo. A sua intimidade psicológica ou a sua voz são inúmeras vezes veículos de difusão e recepção de mensagens poéticas e políticas que convocam e reactivam a memória dos participantes e espectadores.</p><p><br></p><p>Susana estudou Escultura na FBAUL e frequentou o programa de doutoramento em Artes Visuais (Studio Based Research) no Goldsmiths College, Londres, tendo sido bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. É Doutorada em Arte Contemporânea, pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, com a tese baseada na sua prática performativa – "A performance enquanto encontro íntimo".</p><p>É Professora Auxiliar no curso de Arquitectura Paisagista do Departamento de Paisagem, Ambiente e Ordenamento da Universidade de Évora e Investigadora integrada no CEIS20 / Universidade de Coimbra.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="http://www.susanamendessilva.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.susanamendessilva.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://observador.pt/2020/05/28/susana-mendes-silva-com-exposicao-e-performances-no-museu-do-chiado/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/2020/05/28/susana-mendes-silva-com-exposicao-e-performances-no-museu-do-chiado/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.tunetradio.com/2020/05/28/susana-mendes-silva-com-exposicao-no-museu-do-chiado/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.tunetradio.com/2020/05/28/susana-mendes-silva-com-exposicao-no-museu-do-chiado/</a></p><p><br></p><p><a href="https://vimeo.com/24488821" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://vimeo.com/24488821</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 07.07.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI /Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Susana Mendes Silva (Lisboa, 1972) é artista plástica e performer.</p><p>O trabalho de Susana Mendes Silva integra uma componente de investigação, e de prática arquivística, que se traduz em obras cujas referências históricas e políticas se materializam em exposições, acções e performances através dos mais diversos meios de produção. O seu universo contempla e recontextualiza contextos sociais diversos sem perder de vista a singularidade do indivíduo. A sua intimidade psicológica ou a sua voz são inúmeras vezes veículos de difusão e recepção de mensagens poéticas e políticas que convocam e reactivam a memória dos participantes e espectadores.</p><p><br></p><p>Susana estudou Escultura na FBAUL e frequentou o programa de doutoramento em Artes Visuais (Studio Based Research) no Goldsmiths College, Londres, tendo sido bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. É Doutorada em Arte Contemporânea, pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, com a tese baseada na sua prática performativa – "A performance enquanto encontro íntimo".</p><p>É Professora Auxiliar no curso de Arquitectura Paisagista do Departamento de Paisagem, Ambiente e Ordenamento da Universidade de Évora e Investigadora integrada no CEIS20 / Universidade de Coimbra.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="http://www.susanamendessilva.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.susanamendessilva.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://observador.pt/2020/05/28/susana-mendes-silva-com-exposicao-e-performances-no-museu-do-chiado/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/2020/05/28/susana-mendes-silva-com-exposicao-e-performances-no-museu-do-chiado/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.tunetradio.com/2020/05/28/susana-mendes-silva-com-exposicao-no-museu-do-chiado/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.tunetradio.com/2020/05/28/susana-mendes-silva-com-exposicao-no-museu-do-chiado/</a></p><p><br></p><p><a href="https://vimeo.com/24488821" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://vimeo.com/24488821</a></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 07.07.2020</p><p><br></p><p>http://www.appleton.pt</p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI /Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Susana Mendes Silva (Lisboa, 1972) é artista plástica e performer.O trabalho de Susana Mendes Silva integra uma componente de investigação, e de prática arquivística, que se traduz em obras cujas referências históricas e políticas se materializam em exposições, acções e performances através dos mais diversos meios de produção. O seu universo contempla e recontextualiza contextos sociais diversos sem perder de vista a singularidade do indivíduo. A sua intimidade psicológica ou a sua voz são inúmeras vezes veículos de difusão e recepção de mensagens poéticas e políticas que convocam e reactivam a memória dos participantes e espectadores.Susana estudou Escultura na FBAUL e frequentou o programa de doutoramento em Artes Visuais (Studio Based Research) no Goldsmiths College, Londres, tendo sido bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian. É Doutorada em Arte Contemporânea, pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra, com a tese baseada na sua prática performativa – &#34;A performance enquanto encontro íntimo&#34;.É Professora Auxiliar no curso de Arquitectura Paisagista do Departamento de Paisagem, Ambiente e Ordenamento da Universidade de Évora e Investigadora integrada no CEIS20 / Universidade de Coimbra.Linkshttp://www.susanamendessilva.com/https://observador.pt/2020/05/28/susana-mendes-silva-com-exposicao-e-performances-no-museu-do-chiado/https://www.tunetradio.com/2020/05/28/susana-mendes-silva-com-exposicao-no-museu-do-chiado/https://vimeo.com/24488821Episódio gravado dia 07.07.2020http://www.appleton.ptMecenas Appleton: HCI /Colecção Maria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</itunes:summary>
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            <pubDate>Tue, 11 Aug 2020 15:09:31 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 10 - Conversa com Penelope Curtis</title>
            <description><![CDATA[  <p>Penelope Curtis, 53 anos, estudou História Moderna no Corpus Christi College, Oxford (1979–1982), a que se seguiu um mestrado e um doutoramento sobre escultura francesa pós-Rodin no Courtauld Institute of Art (1983–89). Foi a primeira curadora de exposições na Tate Liverpool, no momento da sua abertura em 1988. Antes de&nbsp;assumir a direção da Tate Britain, Penelope Curtis foi curadora no Henry Moore Institute, em Leeds, a partir de 1999, tendo sido responsável por um aclamado programa de exposições envolvendo esculturas de todas as épocas. Para além de ter aprofundando o conhecimento sobre as coleções, promovendo a investigação e novas publicações, foram adquiridas obras de artistas como Rodin, Epstein e Calder. Assumiu o cargo de diretora na Tate Britain em abril de 2010, onde coordenou várias exposições, tendo sido responsável pela abertura da nova Tate Britain, em 2013 e pela reorganização das galerias, bastante elogiada pela crítica. Curtis foi ainda presidente do júri do prémio Turner, um dos mais prestigiados prémios de arte britânicos. Desde 2015 é directora do Museu Calouste Gulbenkian em Lisboa do qual cessa funções no final de Julho de 2020.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="https://www.theguardian.com/artanddesign/2015/oct/09/tate-britains-loss-of-penelope-curtis-is-portugals-gain" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.theguardian.com/artanddesign/2015/oct/09/tate-britains-loss-of-penelope-curtis-is-portugals-gain</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.publico.pt/2019/03/02/culturaipsilon/entrevista/penelope-curtis-dinheiro-nao-suficiente-coleccao-internacional-1863621" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2019/03/02/culturaipsilon/entrevista/penelope-curtis-dinheiro-nao-suficiente-coleccao-internacional-1863621</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.theartnewspaper.com/news/ex-tate-britain-director-remaps-lisbons-gulbenkian" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.theartnewspaper.com/news/ex-tate-britain-director-remaps-lisbons-gulbenkian</a></p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 10 de julho 2020.</p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Penelope Curtis, 53 anos, estudou História Moderna no Corpus Christi College, Oxford (1979–1982), a que se seguiu um mestrado e um doutoramento sobre escultura francesa pós-Rodin no Courtauld Institute of Art (1983–89). Foi a primeira curadora de exposições na Tate Liverpool, no momento da sua abertura em 1988. Antes de&nbsp;assumir a direção da Tate Britain, Penelope Curtis foi curadora no Henry Moore Institute, em Leeds, a partir de 1999, tendo sido responsável por um aclamado programa de exposições envolvendo esculturas de todas as épocas. Para além de ter aprofundando o conhecimento sobre as coleções, promovendo a investigação e novas publicações, foram adquiridas obras de artistas como Rodin, Epstein e Calder. Assumiu o cargo de diretora na Tate Britain em abril de 2010, onde coordenou várias exposições, tendo sido responsável pela abertura da nova Tate Britain, em 2013 e pela reorganização das galerias, bastante elogiada pela crítica. Curtis foi ainda presidente do júri do prémio Turner, um dos mais prestigiados prémios de arte britânicos. Desde 2015 é directora do Museu Calouste Gulbenkian em Lisboa do qual cessa funções no final de Julho de 2020.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="https://www.theguardian.com/artanddesign/2015/oct/09/tate-britains-loss-of-penelope-curtis-is-portugals-gain" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.theguardian.com/artanddesign/2015/oct/09/tate-britains-loss-of-penelope-curtis-is-portugals-gain</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.publico.pt/2019/03/02/culturaipsilon/entrevista/penelope-curtis-dinheiro-nao-suficiente-coleccao-internacional-1863621" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2019/03/02/culturaipsilon/entrevista/penelope-curtis-dinheiro-nao-suficiente-coleccao-internacional-1863621</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.theartnewspaper.com/news/ex-tate-britain-director-remaps-lisbons-gulbenkian" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.theartnewspaper.com/news/ex-tate-britain-director-remaps-lisbons-gulbenkian</a></p><p><br></p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 10 de julho 2020.</p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Penelope Curtis, 53 anos, estudou História Moderna no Corpus Christi College, Oxford (1979–1982), a que se seguiu um mestrado e um doutoramento sobre escultura francesa pós-Rodin no Courtauld Institute of Art (1983–89). Foi a primeira curadora de exposições na Tate Liverpool, no momento da sua abertura em 1988. Antes de assumir a direção da Tate Britain, Penelope Curtis foi curadora no Henry Moore Institute, em Leeds, a partir de 1999, tendo sido responsável por um aclamado programa de exposições envolvendo esculturas de todas as épocas. Para além de ter aprofundando o conhecimento sobre as coleções, promovendo a investigação e novas publicações, foram adquiridas obras de artistas como Rodin, Epstein e Calder. Assumiu o cargo de diretora na Tate Britain em abril de 2010, onde coordenou várias exposições, tendo sido responsável pela abertura da nova Tate Britain, em 2013 e pela reorganização das galerias, bastante elogiada pela crítica. Curtis foi ainda presidente do júri do prémio Turner, um dos mais prestigiados prémios de arte britânicos. Desde 2015 é directora do Museu Calouste Gulbenkian em Lisboa do qual cessa funções no final de Julho de 2020.Linkshttps://www.theguardian.com/artanddesign/2015/oct/09/tate-britains-loss-of-penelope-curtis-is-portugals-gainhttps://www.publico.pt/2019/03/02/culturaipsilon/entrevista/penelope-curtis-dinheiro-nao-suficiente-coleccao-internacional-1863621https://www.theartnewspaper.com/news/ex-tate-britain-director-remaps-lisbons-gulbenkianEpisódio gravado dia 10 de julho 2020.http://www.appleton.pt/Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</itunes:summary>
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            <pubDate>Sat, 01 Aug 2020 10:06:18 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 9 - Conversa com Pedro Canoilas</title>
            <description><![CDATA[  <p>Pedro Canoilas nasceu em Lisboa em 1974, vive em Sintra e trabalha um pouco por onde os projectos o levam. Filho de um pintor de construção civil iniciou a sua</p><p>actividade acompanhando o pai. Tendo capacidade de execução de bons acabamentos criou condições para expandir a sua actividade e começou por fazer pequenas remodelações, que permitiram que em 2005 construísse as instalações da Galeria Vera Cortês com quem ao longo dos anos passou a ter uma relação de trabalho regular sendo responsável pela manutenção do espaço -&nbsp;construção de paredes e pinturas, transportes de obras de arte, produção de peças para artistas e as respectivas montagens de exposições na galeria, feiras de arte e em casa de clientes.</p><p>Esta relação de trabalho foi abrindo portas de outros espaços artísticos com quem mantém parcerias já há alguns anos, tais como Galeria Pedro Cera, Appleton Associação Cultural, Kunsthalle Lissabon, Egeac, Fundação Eugénio e Almeida, entre muitas outras colaborações com artistas.</p><p>Desde 2016 que é responsável pela manutenção/construção do espaço expositivo</p><p>Quetzal Art Center na Vidigueira.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 30 de junho 2020.</p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p><p>&nbsp;</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Pedro Canoilas nasceu em Lisboa em 1974, vive em Sintra e trabalha um pouco por onde os projectos o levam. Filho de um pintor de construção civil iniciou a sua</p><p>actividade acompanhando o pai. Tendo capacidade de execução de bons acabamentos criou condições para expandir a sua actividade e começou por fazer pequenas remodelações, que permitiram que em 2005 construísse as instalações da Galeria Vera Cortês com quem ao longo dos anos passou a ter uma relação de trabalho regular sendo responsável pela manutenção do espaço -&nbsp;construção de paredes e pinturas, transportes de obras de arte, produção de peças para artistas e as respectivas montagens de exposições na galeria, feiras de arte e em casa de clientes.</p><p>Esta relação de trabalho foi abrindo portas de outros espaços artísticos com quem mantém parcerias já há alguns anos, tais como Galeria Pedro Cera, Appleton Associação Cultural, Kunsthalle Lissabon, Egeac, Fundação Eugénio e Almeida, entre muitas outras colaborações com artistas.</p><p>Desde 2016 que é responsável pela manutenção/construção do espaço expositivo</p><p>Quetzal Art Center na Vidigueira.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 30 de junho 2020.</p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p><p>&nbsp;</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Pedro Canoilas nasceu em Lisboa em 1974, vive em Sintra e trabalha um pouco por onde os projectos o levam. Filho de um pintor de construção civil iniciou a suaactividade acompanhando o pai. Tendo capacidade de execução de bons acabamentos criou condições para expandir a sua actividade e começou por fazer pequenas remodelações, que permitiram que em 2005 construísse as instalações da Galeria Vera Cortês com quem ao longo dos anos passou a ter uma relação de trabalho regular sendo responsável pela manutenção do espaço - construção de paredes e pinturas, transportes de obras de arte, produção de peças para artistas e as respectivas montagens de exposições na galeria, feiras de arte e em casa de clientes.Esta relação de trabalho foi abrindo portas de outros espaços artísticos com quem mantém parcerias já há alguns anos, tais como Galeria Pedro Cera, Appleton Associação Cultural, Kunsthalle Lissabon, Egeac, Fundação Eugénio e Almeida, entre muitas outras colaborações com artistas.Desde 2016 que é responsável pela manutenção/construção do espaço expositivoQuetzal Art Center na Vidigueira.Episódio gravado dia 30 de junho 2020.http://www.appleton.pt/Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura </itunes:summary>
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            <pubDate>Mon, 20 Jul 2020 15:15:24 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 8 - Conversa com Mariana Viterbo Brandão</title>
            <description><![CDATA[  <p>Mariana Viterbo Brandão nasceu em 1976 no Porto. Formada em Dança, licenciatura e mestrado em História da Arte, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Foi durante 12 anos professora de Dança e História da Dança. Colaboradora do Serviço Educativo do Museu de Serralves de 1999 a 2011. Colaboradora da Direcção-Geral das Artes entre 2008 e 2011. É desde 2008 docente universitária no âmbito da&nbsp;<em>Dança</em>&nbsp;e da&nbsp;<em>Performance</em>, campo sobre o qual concluiu em 2016 uma tese de doutoramento como bolseira da FCT, e no qual tem publicado em contexto académico e da especialidade.&nbsp;</p><p>Investigadora associada do CIEBA da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.</p><p>É Directora de Produção do Arena Ensemble e Directora Artística do Festival Temps d’Images.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 23 de junho 2020.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p><a href="http://contemporaryperformance.ning.com/profile/MarianaViterboBrandao" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://contemporaryperformance.ning.com/profile/MarianaViterboBrandao</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ZH86PKxrS7o" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=ZH86PKxrS7o</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.facebook.com/tempsdimageslisboa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.facebook.com/tempsdimageslisboa/</a></p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Mariana Viterbo Brandão nasceu em 1976 no Porto. Formada em Dança, licenciatura e mestrado em História da Arte, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Foi durante 12 anos professora de Dança e História da Dança. Colaboradora do Serviço Educativo do Museu de Serralves de 1999 a 2011. Colaboradora da Direcção-Geral das Artes entre 2008 e 2011. É desde 2008 docente universitária no âmbito da&nbsp;<em>Dança</em>&nbsp;e da&nbsp;<em>Performance</em>, campo sobre o qual concluiu em 2016 uma tese de doutoramento como bolseira da FCT, e no qual tem publicado em contexto académico e da especialidade.&nbsp;</p><p>Investigadora associada do CIEBA da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.</p><p>É Directora de Produção do Arena Ensemble e Directora Artística do Festival Temps d’Images.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 23 de junho 2020.</p><p><br></p><p>Links:</p><p><br></p><p><a href="http://contemporaryperformance.ning.com/profile/MarianaViterboBrandao" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://contemporaryperformance.ning.com/profile/MarianaViterboBrandao</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ZH86PKxrS7o" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=ZH86PKxrS7o</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.facebook.com/tempsdimageslisboa/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.facebook.com/tempsdimageslisboa/</a></p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Mariana Viterbo Brandão nasceu em 1976 no Porto. Formada em Dança, licenciatura e mestrado em História da Arte, pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Foi durante 12 anos professora de Dança e História da Dança. Colaboradora do Serviço Educativo do Museu de Serralves de 1999 a 2011. Colaboradora da Direcção-Geral das Artes entre 2008 e 2011. É desde 2008 docente universitária no âmbito da Dança e da Performance, campo sobre o qual concluiu em 2016 uma tese de doutoramento como bolseira da FCT, e no qual tem publicado em contexto académico e da especialidade. Investigadora associada do CIEBA da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.É Directora de Produção do Arena Ensemble e Directora Artística do Festival Temps d’Images.Episódio gravado dia 23 de junho 2020.Links:http://contemporaryperformance.ning.com/profile/MarianaViterboBrandaohttps://www.youtube.com/watch?v=ZH86PKxrS7ohttps://www.facebook.com/tempsdimageslisboa/http://www.appleton.pt/Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 10 Jul 2020 17:22:16 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 7 - Conversa com João Onofre</title>
            <description><![CDATA[  <p>João Onofre nasceu em Lisboa, 1976, onde vive e trabalha. Estudou na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, tendo concluído o Master of Fine Arts no Goldsmiths, University of London no Reino Unido em 1999 e o Doutoramento em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra em 2018.</p><p><br></p><p>Entre as suas exposições individuais destacam-se: I-20, Nova Iorque (2001); P.S.1. / MoMA Contemporary Art Center, Nova Iorque (2002); Nothing Will Go Wrong, MNAC, Lisboa, e CGAC, Santiago de Compostela, Espanha (2003); Project Space Kunsthalle Wien-Karlsplatz. Viena (2003). João Onofre, Magazin 4, Bregenz, (2004); Galeria Toni Tàpies, Barcelona (2005); Cristina Guerra Contemporary Art, Lisboa (2007); Fundació Joan Miró, Barcelona e Palais de Tokyo, Paris ambas em 2011; Marlborough Contemporary, Londres (2014); Kunstpavillion, Munique, Alemanha (2015); Appleton Square, Lisboa (2016); MAAT, Lisboa , (2017); Once in a Lifetime [Repeat], Culturgest, Lisboa (2019).</p><p><br></p><p>O seu trabalho está incluído em diversas colecções públicas e privadas, entre as quais: MCA- Museum of Contemporary Art, Chicago; Albright-Knox Art Gallery, Buffalo; Centre Georges Pompidou – MNAM/CCI, Paris; The Weltkunst Foundation, Zurique; La Caixa, Barcelona; MACS – Museu de Serralves, Porto; – Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; GAM – Galeria D’Arte Moderna e Contenporanea, Turim; Fundación/Coleccion Jumex, Cidade do México ; Norton Museum of Art, Palm Beach, Florida; Mildred Lane Kemper Art Museum, St. Louis, Missouri; Fondazione Sandretto Re Rebaudengo, Turim; Centre National des Arts Plastiques- Ministère Culture, Paris.</p><p><br></p><p>É representado pela galeria Cristina Guerra Contemporary Art em Lisboa.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 18 de junho 2020.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="http://www.joaoonofre.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.joaoonofre.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://expresso.pt/cultura/2019-02-24-Joao-Onofre-Os-artistas-sempre-se-utilizaram-uns-aos-outros" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/cultura/2019-02-24-Joao-Onofre-Os-artistas-sempre-se-utilizaram-uns-aos-outros</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aeyC2O6n6cI" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=aeyC2O6n6cI</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.publico.pt/2019/02/15/culturaipsilon/noticia/joao-onofre-artista-cria-imagens-onde-accao-acontece-1861622" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2019/02/15/culturaipsilon/noticia/joao-onofre-artista-cria-imagens-onde-accao-acontece-1861622</a></p><p><br></p><p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/instrumental-version-145240/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/instrumental-version-145240/</a></p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>João Onofre nasceu em Lisboa, 1976, onde vive e trabalha. Estudou na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, tendo concluído o Master of Fine Arts no Goldsmiths, University of London no Reino Unido em 1999 e o Doutoramento em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra em 2018.</p><p><br></p><p>Entre as suas exposições individuais destacam-se: I-20, Nova Iorque (2001); P.S.1. / MoMA Contemporary Art Center, Nova Iorque (2002); Nothing Will Go Wrong, MNAC, Lisboa, e CGAC, Santiago de Compostela, Espanha (2003); Project Space Kunsthalle Wien-Karlsplatz. Viena (2003). João Onofre, Magazin 4, Bregenz, (2004); Galeria Toni Tàpies, Barcelona (2005); Cristina Guerra Contemporary Art, Lisboa (2007); Fundació Joan Miró, Barcelona e Palais de Tokyo, Paris ambas em 2011; Marlborough Contemporary, Londres (2014); Kunstpavillion, Munique, Alemanha (2015); Appleton Square, Lisboa (2016); MAAT, Lisboa , (2017); Once in a Lifetime [Repeat], Culturgest, Lisboa (2019).</p><p><br></p><p>O seu trabalho está incluído em diversas colecções públicas e privadas, entre as quais: MCA- Museum of Contemporary Art, Chicago; Albright-Knox Art Gallery, Buffalo; Centre Georges Pompidou – MNAM/CCI, Paris; The Weltkunst Foundation, Zurique; La Caixa, Barcelona; MACS – Museu de Serralves, Porto; – Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; GAM – Galeria D’Arte Moderna e Contenporanea, Turim; Fundación/Coleccion Jumex, Cidade do México ; Norton Museum of Art, Palm Beach, Florida; Mildred Lane Kemper Art Museum, St. Louis, Missouri; Fondazione Sandretto Re Rebaudengo, Turim; Centre National des Arts Plastiques- Ministère Culture, Paris.</p><p><br></p><p>É representado pela galeria Cristina Guerra Contemporary Art em Lisboa.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 18 de junho 2020.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="http://www.joaoonofre.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.joaoonofre.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://expresso.pt/cultura/2019-02-24-Joao-Onofre-Os-artistas-sempre-se-utilizaram-uns-aos-outros" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://expresso.pt/cultura/2019-02-24-Joao-Onofre-Os-artistas-sempre-se-utilizaram-uns-aos-outros</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=aeyC2O6n6cI" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=aeyC2O6n6cI</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.publico.pt/2019/02/15/culturaipsilon/noticia/joao-onofre-artista-cria-imagens-onde-accao-acontece-1861622" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.publico.pt/2019/02/15/culturaipsilon/noticia/joao-onofre-artista-cria-imagens-onde-accao-acontece-1861622</a></p><p><br></p><p><a href="https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/instrumental-version-145240/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/instrumental-version-145240/</a></p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>João Onofre nasceu em Lisboa, 1976, onde vive e trabalha. Estudou na Faculdade de Belas Artes de Lisboa, tendo concluído o Master of Fine Arts no Goldsmiths, University of London no Reino Unido em 1999 e o Doutoramento em Arte Contemporânea no Colégio das Artes da Universidade de Coimbra em 2018.Entre as suas exposições individuais destacam-se: I-20, Nova Iorque (2001); P.S.1. / MoMA Contemporary Art Center, Nova Iorque (2002); Nothing Will Go Wrong, MNAC, Lisboa, e CGAC, Santiago de Compostela, Espanha (2003); Project Space Kunsthalle Wien-Karlsplatz. Viena (2003). João Onofre, Magazin 4, Bregenz, (2004); Galeria Toni Tàpies, Barcelona (2005); Cristina Guerra Contemporary Art, Lisboa (2007); Fundació Joan Miró, Barcelona e Palais de Tokyo, Paris ambas em 2011; Marlborough Contemporary, Londres (2014); Kunstpavillion, Munique, Alemanha (2015); Appleton Square, Lisboa (2016); MAAT, Lisboa , (2017); Once in a Lifetime [Repeat], Culturgest, Lisboa (2019).O seu trabalho está incluído em diversas colecções públicas e privadas, entre as quais: MCA- Museum of Contemporary Art, Chicago; Albright-Knox Art Gallery, Buffalo; Centre Georges Pompidou – MNAM/CCI, Paris; The Weltkunst Foundation, Zurique; La Caixa, Barcelona; MACS – Museu de Serralves, Porto; – Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa; GAM – Galeria D’Arte Moderna e Contenporanea, Turim; Fundación/Coleccion Jumex, Cidade do México ; Norton Museum of Art, Palm Beach, Florida; Mildred Lane Kemper Art Museum, St. Louis, Missouri; Fondazione Sandretto Re Rebaudengo, Turim; Centre National des Arts Plastiques- Ministère Culture, Paris.É representado pela galeria Cristina Guerra Contemporary Art em Lisboa.Episódio gravado dia 18 de junho 2020.Linkshttp://www.joaoonofre.com/https://expresso.pt/cultura/2019-02-24-Joao-Onofre-Os-artistas-sempre-se-utilizaram-uns-aos-outroshttps://www.youtube.com/watch?v=aeyC2O6n6cIhttps://www.publico.pt/2019/02/15/culturaipsilon/noticia/joao-onofre-artista-cria-imagens-onde-accao-acontece-1861622https://gulbenkian.pt/museu/works_cam/instrumental-version-145240/http://www.appleton.pt/Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</itunes:summary>
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            <pubDate>Sun, 28 Jun 2020 23:42:42 +0000</pubDate>
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        <item>
            <title>Episódio 6 - Conversa com Jorge Bodanzky</title>
            <description><![CDATA[  <p>"Navegar é preciso" (Pompeu)</p><p>Jorge Bodanzky nasceu em São Paulo, em 1942. Formado em cinema pela Escola de Design de Ulm, na Alemanha, iniciou a sua carreira como fotógrafo, actuando em diversos órgãos da imprensa, entre eles a revista Realidade e o Jornal da Tarde.&nbsp;</p><p>A sua estreia como diretor de cinema e a sua ligação com a Amazônia aconteceram na&nbsp;década de 70, com "Iracema - uma transa amazônica”, que denunciava a&nbsp;devastação da floresta e o modelo equivocado de ocupação.&nbsp;Este documentário ficcional, um dos filmes brasileiros mais premiados da década&nbsp;em festivais nacionais e internacionais, abriu caminho para uma sólida&nbsp;carreira, que inclui mais de 10 longa-metragens e dezenas de documentários&nbsp;para as TVs brasileira, alemã, francesa e italiana, como diretor, fotógrafo e produtor.</p><p>A sua passagem para a Internet se deu a partir de um CD-Rom sobre a Amazônia, encomendado pelo governo brasileiro para ser apresentado aos integrantes da reunião do&nbsp;G-7, na Alemanha, em 1997. Além disso, realizou vários outros trabalhos nesta área, como os CD-ROMs&nbsp;para a Rio Filme sobre o Cinema Brasileiro dos Anos 60 e para o Arquivo Nacional sobre o Rio 500 anos (O Rio de Janeiro no século XVI),&nbsp;além de sites para o IBAMA, UNESCO, Governo do Amapá e Parque Nacional do Itatiaia.&nbsp;</p><p>Apresentou agora o seu novo filme “Ruivaldo, o homem que salvou a terra” na Documenta Pantanal e está a trabalhar num filme sobre o tema da contaminação por mercúrio na Amazônia. Em fase de finalização, o documentário acompanha pesquisadores e busca respostas no caso japonês</p><p>Está a finalizar uma série de 6 capítulos "Transamazônica uma estrada para o passado” na HBO</p><p>Atualmente assina uma coluna em video para a revista Zum do Instituto Moreira Salles.</p><p><br></p><p>Nesta conversa falamos sobre o seu percurso, a sua relação com a câmara, com a história, a política, as questões sociais, e sobretudo falamos acerca do que motiva Jorge Bodanzky a não querer parar de navegar.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 11 de junho 2020.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><br></p><p><a href="https://www.imdb.com/name/nm0090769/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.imdb.com/name/nm0090769/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/02/contaminacao-por-mercurio-na-amazonia-e-tema-de-novo-filme-de-jorge-bodanzky.shtml" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/02/contaminacao-por-mercurio-na-amazonia-e-tema-de-novo-filme-de-jorge-bodanzky.shtml</a></p><p><br></p><p><a href="https://artsandculture.google.com/entity/jorge-bodanzky/m0s91v8g?hl=en" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artsandculture.google.com/entity/jorge-bodanzky/m0s91v8g?hl=en</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=X-p4v8j2Bvo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=X-p4v8j2Bvo</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=_YTkPwhyUq0" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=_YTkPwhyUq0</a></p><p><br></p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>"Navegar é preciso" (Pompeu)</p><p>Jorge Bodanzky nasceu em São Paulo, em 1942. Formado em cinema pela Escola de Design de Ulm, na Alemanha, iniciou a sua carreira como fotógrafo, actuando em diversos órgãos da imprensa, entre eles a revista Realidade e o Jornal da Tarde.&nbsp;</p><p>A sua estreia como diretor de cinema e a sua ligação com a Amazônia aconteceram na&nbsp;década de 70, com "Iracema - uma transa amazônica”, que denunciava a&nbsp;devastação da floresta e o modelo equivocado de ocupação.&nbsp;Este documentário ficcional, um dos filmes brasileiros mais premiados da década&nbsp;em festivais nacionais e internacionais, abriu caminho para uma sólida&nbsp;carreira, que inclui mais de 10 longa-metragens e dezenas de documentários&nbsp;para as TVs brasileira, alemã, francesa e italiana, como diretor, fotógrafo e produtor.</p><p>A sua passagem para a Internet se deu a partir de um CD-Rom sobre a Amazônia, encomendado pelo governo brasileiro para ser apresentado aos integrantes da reunião do&nbsp;G-7, na Alemanha, em 1997. Além disso, realizou vários outros trabalhos nesta área, como os CD-ROMs&nbsp;para a Rio Filme sobre o Cinema Brasileiro dos Anos 60 e para o Arquivo Nacional sobre o Rio 500 anos (O Rio de Janeiro no século XVI),&nbsp;além de sites para o IBAMA, UNESCO, Governo do Amapá e Parque Nacional do Itatiaia.&nbsp;</p><p>Apresentou agora o seu novo filme “Ruivaldo, o homem que salvou a terra” na Documenta Pantanal e está a trabalhar num filme sobre o tema da contaminação por mercúrio na Amazônia. Em fase de finalização, o documentário acompanha pesquisadores e busca respostas no caso japonês</p><p>Está a finalizar uma série de 6 capítulos "Transamazônica uma estrada para o passado” na HBO</p><p>Atualmente assina uma coluna em video para a revista Zum do Instituto Moreira Salles.</p><p><br></p><p>Nesta conversa falamos sobre o seu percurso, a sua relação com a câmara, com a história, a política, as questões sociais, e sobretudo falamos acerca do que motiva Jorge Bodanzky a não querer parar de navegar.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 11 de junho 2020.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><br></p><p><a href="https://www.imdb.com/name/nm0090769/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.imdb.com/name/nm0090769/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/02/contaminacao-por-mercurio-na-amazonia-e-tema-de-novo-filme-de-jorge-bodanzky.shtml" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/02/contaminacao-por-mercurio-na-amazonia-e-tema-de-novo-filme-de-jorge-bodanzky.shtml</a></p><p><br></p><p><a href="https://artsandculture.google.com/entity/jorge-bodanzky/m0s91v8g?hl=en" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://artsandculture.google.com/entity/jorge-bodanzky/m0s91v8g?hl=en</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=X-p4v8j2Bvo" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=X-p4v8j2Bvo</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=_YTkPwhyUq0" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=_YTkPwhyUq0</a></p><p><br></p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>&#34;Navegar é preciso&#34; (Pompeu)Jorge Bodanzky nasceu em São Paulo, em 1942. Formado em cinema pela Escola de Design de Ulm, na Alemanha, iniciou a sua carreira como fotógrafo, actuando em diversos órgãos da imprensa, entre eles a revista Realidade e o Jornal da Tarde. A sua estreia como diretor de cinema e a sua ligação com a Amazônia aconteceram na década de 70, com &#34;Iracema - uma transa amazônica”, que denunciava a devastação da floresta e o modelo equivocado de ocupação. Este documentário ficcional, um dos filmes brasileiros mais premiados da década em festivais nacionais e internacionais, abriu caminho para uma sólida carreira, que inclui mais de 10 longa-metragens e dezenas de documentários para as TVs brasileira, alemã, francesa e italiana, como diretor, fotógrafo e produtor.A sua passagem para a Internet se deu a partir de um CD-Rom sobre a Amazônia, encomendado pelo governo brasileiro para ser apresentado aos integrantes da reunião do G-7, na Alemanha, em 1997. Além disso, realizou vários outros trabalhos nesta área, como os CD-ROMs para a Rio Filme sobre o Cinema Brasileiro dos Anos 60 e para o Arquivo Nacional sobre o Rio 500 anos (O Rio de Janeiro no século XVI), além de sites para o IBAMA, UNESCO, Governo do Amapá e Parque Nacional do Itatiaia. Apresentou agora o seu novo filme “Ruivaldo, o homem que salvou a terra” na Documenta Pantanal e está a trabalhar num filme sobre o tema da contaminação por mercúrio na Amazônia. Em fase de finalização, o documentário acompanha pesquisadores e busca respostas no caso japonêsEstá a finalizar uma série de 6 capítulos &#34;Transamazônica uma estrada para o passado” na HBOAtualmente assina uma coluna em video para a revista Zum do Instituto Moreira Salles.Nesta conversa falamos sobre o seu percurso, a sua relação com a câmara, com a história, a política, as questões sociais, e sobretudo falamos acerca do que motiva Jorge Bodanzky a não querer parar de navegar.Episódio gravado dia 11 de junho 2020.Linkshttps://www.imdb.com/name/nm0090769/https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2020/02/contaminacao-por-mercurio-na-amazonia-e-tema-de-novo-filme-de-jorge-bodanzky.shtmlhttps://artsandculture.google.com/entity/jorge-bodanzky/m0s91v8g?hl=enhttps://www.youtube.com/watch?v=X-p4v8j2Bvohttps://www.youtube.com/watch?v=_YTkPwhyUq0http://www.appleton.pt/Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</itunes:summary>
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            <pubDate>Sun, 14 Jun 2020 23:13:22 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 5 - Conversa com David Maranha e Manuel Mota</title>
            <description><![CDATA[  <p>David Maranha nascido na Figueira da Foz em 1969 tem desenvolvido actividade como musico, arquitecto e escultor desde os anos 80.</p><p>Manuel Mota nascido em Alvalade em 1970 tem desenvolvido a sua actividade como guitarrista e editor,&nbsp;repartindo o seu tempo entre a Ericeira e Antuerpia.</p><p>Hoje é um episódio diferente, a Leonor Lloret e a Vera Appleton conversam com o David e Manuel que fazem parte da equipa da Appleton desde 2019 enquanto programadores de música e fazem um balanço deste primeiro ano.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 5 de junho 2020.</p><p><br></p><p>Links.</p><p><br></p><p><a href="http://davidmaranha.blogspot.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://davidmaranha.blogspot.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://manuelmota.bandcamp.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://manuelmota.bandcamp.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.cafeoto.co.uk/artists/david-maranha/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cafeoto.co.uk/artists/david-maranha/</a></p><p><br></p><p><a href="https://bodyspace.net/entrevistas/172-manuel-mota/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://bodyspace.net/entrevistas/172-manuel-mota/</a></p><p><br></p><p><a href="http://sismografo.org/music/David-Maranha-Repositor/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://sismografo.org/music/David-Maranha-Repositor/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.dnoticias.pt/5-sentidos/madeiradig-confirma-tres-nomes-nacionais-na-16--edicao-KC5242905#" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dnoticias.pt/5-sentidos/madeiradig-confirma-tres-nomes-nacionais-na-16--edicao-KC5242905#</a></p><p><br></p><p><a href="http://www.meakusma-festival.be/artist/going-tetuzi-akiyama-manuel-mota/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.meakusma-festival.be/artist/going-tetuzi-akiyama-manuel-mota/</a></p><p><br></p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>David Maranha nascido na Figueira da Foz em 1969 tem desenvolvido actividade como musico, arquitecto e escultor desde os anos 80.</p><p>Manuel Mota nascido em Alvalade em 1970 tem desenvolvido a sua actividade como guitarrista e editor,&nbsp;repartindo o seu tempo entre a Ericeira e Antuerpia.</p><p>Hoje é um episódio diferente, a Leonor Lloret e a Vera Appleton conversam com o David e Manuel que fazem parte da equipa da Appleton desde 2019 enquanto programadores de música e fazem um balanço deste primeiro ano.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 5 de junho 2020.</p><p><br></p><p>Links.</p><p><br></p><p><a href="http://davidmaranha.blogspot.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://davidmaranha.blogspot.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://manuelmota.bandcamp.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://manuelmota.bandcamp.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.cafeoto.co.uk/artists/david-maranha/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cafeoto.co.uk/artists/david-maranha/</a></p><p><br></p><p><a href="https://bodyspace.net/entrevistas/172-manuel-mota/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://bodyspace.net/entrevistas/172-manuel-mota/</a></p><p><br></p><p><a href="http://sismografo.org/music/David-Maranha-Repositor/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://sismografo.org/music/David-Maranha-Repositor/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.dnoticias.pt/5-sentidos/madeiradig-confirma-tres-nomes-nacionais-na-16--edicao-KC5242905#" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.dnoticias.pt/5-sentidos/madeiradig-confirma-tres-nomes-nacionais-na-16--edicao-KC5242905#</a></p><p><br></p><p><a href="http://www.meakusma-festival.be/artist/going-tetuzi-akiyama-manuel-mota/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.meakusma-festival.be/artist/going-tetuzi-akiyama-manuel-mota/</a></p><p><br></p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p><p><br></p><p><br></p><p>Com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>David Maranha nascido na Figueira da Foz em 1969 tem desenvolvido actividade como musico, arquitecto e escultor desde os anos 80.Manuel Mota nascido em Alvalade em 1970 tem desenvolvido a sua actividade como guitarrista e editor, repartindo o seu tempo entre a Ericeira e Antuerpia.Hoje é um episódio diferente, a Leonor Lloret e a Vera Appleton conversam com o David e Manuel que fazem parte da equipa da Appleton desde 2019 enquanto programadores de música e fazem um balanço deste primeiro ano.Episódio gravado dia 5 de junho 2020.Links.http://davidmaranha.blogspot.com/https://manuelmota.bandcamp.com/https://www.cafeoto.co.uk/artists/david-maranha/https://bodyspace.net/entrevistas/172-manuel-mota/http://sismografo.org/music/David-Maranha-Repositor/https://www.dnoticias.pt/5-sentidos/madeiradig-confirma-tres-nomes-nacionais-na-16--edicao-KC5242905#http://www.meakusma-festival.be/artist/going-tetuzi-akiyama-manuel-mota/http://www.appleton.pt/Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando CabralCom o apoio da Câmara Municipal de Lisboa - Fundo de Emergência Nacional - Cultura</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 10 Jun 2020 19:18:12 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 4 - Conversa com Pedro Valdez Cardoso</title>
            <description><![CDATA[  <p>Pedro Valdez Cardoso (Lisboa, 1974).</p><p>Vive e trabalha em Lisboa.</p><p>Formado em Realização Plástica do Espectáculo pela Escola Superior de Teatro e Cinema, realizou o Curso Avançado de Artes Visuais, na Escola de Artes Visuais Maumaus, em Lisboa.</p><p>Expõe regularmente desde 2001. A obra que tem vindo a desenvolver, com um maior foco na escultura e na instalação, centra-se sobretudo em problemáticas relacionadas com a identidade (social, sexual e cultural) e questões ligadas aos discursos pós-coloniais, numa constante relação entre poética e política.</p><p><br></p><p>Nesta conversa falamos sobre a situação provocada pela pandemia e sobre o trabalho do artista mais especificamente acerca da exposição que abre na Appleton Box no dia 2 de junho, "O filho do caçador".</p><p><br></p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="http://www.pedrovaldezcardoso.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.pedrovaldezcardoso.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/06/23/uma-historia-interrompe-a-noite-pedro-valdez-cardoso-na-appleton-box/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/06/23/uma-historia-interrompe-a-noite-pedro-valdez-cardoso-na-appleton-box/</a></p><p><br></p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2018/06/26/artclip-jorge-santos-e-pedro-valdez-cardoso/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2018/06/26/artclip-jorge-santos-e-pedro-valdez-cardoso/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=d82o7chapF4" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=d82o7chapF4</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=HETJbIk542I" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=HETJbIk542I</a></p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Pedro Valdez Cardoso (Lisboa, 1974).</p><p>Vive e trabalha em Lisboa.</p><p>Formado em Realização Plástica do Espectáculo pela Escola Superior de Teatro e Cinema, realizou o Curso Avançado de Artes Visuais, na Escola de Artes Visuais Maumaus, em Lisboa.</p><p>Expõe regularmente desde 2001. A obra que tem vindo a desenvolver, com um maior foco na escultura e na instalação, centra-se sobretudo em problemáticas relacionadas com a identidade (social, sexual e cultural) e questões ligadas aos discursos pós-coloniais, numa constante relação entre poética e política.</p><p><br></p><p>Nesta conversa falamos sobre a situação provocada pela pandemia e sobre o trabalho do artista mais especificamente acerca da exposição que abre na Appleton Box no dia 2 de junho, "O filho do caçador".</p><p><br></p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="http://www.pedrovaldezcardoso.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.pedrovaldezcardoso.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/06/23/uma-historia-interrompe-a-noite-pedro-valdez-cardoso-na-appleton-box/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/06/23/uma-historia-interrompe-a-noite-pedro-valdez-cardoso-na-appleton-box/</a></p><p><br></p><p><a href="https://umbigomagazine.com/en/blog/2018/06/26/artclip-jorge-santos-e-pedro-valdez-cardoso/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/en/blog/2018/06/26/artclip-jorge-santos-e-pedro-valdez-cardoso/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=d82o7chapF4" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=d82o7chapF4</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=HETJbIk542I" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=HETJbIk542I</a></p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Pedro Valdez Cardoso (Lisboa, 1974).Vive e trabalha em Lisboa.Formado em Realização Plástica do Espectáculo pela Escola Superior de Teatro e Cinema, realizou o Curso Avançado de Artes Visuais, na Escola de Artes Visuais Maumaus, em Lisboa.Expõe regularmente desde 2001. A obra que tem vindo a desenvolver, com um maior foco na escultura e na instalação, centra-se sobretudo em problemáticas relacionadas com a identidade (social, sexual e cultural) e questões ligadas aos discursos pós-coloniais, numa constante relação entre poética e política.Nesta conversa falamos sobre a situação provocada pela pandemia e sobre o trabalho do artista mais especificamente acerca da exposição que abre na Appleton Box no dia 2 de junho, &#34;O filho do caçador&#34;.Linkshttp://www.pedrovaldezcardoso.com/https://umbigomagazine.com/en/blog/2020/06/23/uma-historia-interrompe-a-noite-pedro-valdez-cardoso-na-appleton-box/https://umbigomagazine.com/en/blog/2018/06/26/artclip-jorge-santos-e-pedro-valdez-cardoso/https://www.youtube.com/watch?v=d82o7chapF4https://www.youtube.com/watch?v=HETJbIk542Ihttp://www.appleton.pt/Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</itunes:summary>
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            <pubDate>Fri, 29 May 2020 09:00:02 +0000</pubDate>
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        <item>
            <title>Episódio 3 - Conversa com Fernanda Fragateiro</title>
            <description><![CDATA[  <p>Fernanda Fragateiro, nasceu no Montijo em 1962. Vive e trabalha em Lisboa.</p><p>Estudou na Escola de Artes Decorativas António Arroio (1978-1981), frequentou o AR.CO.-Centro de Arte e Comunicação (1981-1982) e o Curso de Escultura na Escola Superior de Belas Artes (1983-1987)</p><p>O trabalho de Fernanda Fragateiro foca-se simultaneamente em questões do espaço e a sua relação com a arquitetura e na possibilidade de estabelecer noções de relacionamento comunitário através da arte. Com especial atenção à arquitetura moderna, Fernanda Fragateiro desenvolve estruturas que interagem com o espaço, convertendo-o num lugar histórico, crítico e emocional.</p><p>É representada pelas galerias: Elba Benítez, Madrid; Josée Bienvenu Gallery, Nova Iorque e Galeria Filomena Soares, em Lisboa.</p><p>Nesta conversa falamos sobre o percurso da artista, sobre a exposição Material Labs que abre dia 02.06.2020 na Appleton e um pouco sobre a situação actual da cultura em Portugal.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 11 de maio 2020.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="https://www.fernandafragateiro.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fernandafragateiro.com/</a></p><p><br></p><p><a href="http://miec.cm-stirso.pt/portfolio/fernanda-fragateiro/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://miec.cm-stirso.pt/portfolio/fernanda-fragateiro/</a></p><p><br></p><p><a href="https://observador.pt/2020/02/04/fernanda-fragateiro-diz-que-trabalha-por-um-mundo-melhor-e-defende-escola-publica/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/2020/02/04/fernanda-fragateiro-diz-que-trabalha-por-um-mundo-melhor-e-defende-escola-publica/</a></p><p><br></p><p><a href="https://pt.museuberardo.pt/minha-obra-e-eu-fernanda-fragateiro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pt.museuberardo.pt/minha-obra-e-eu-fernanda-fragateiro</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.jn.pt/local/especial-patrocinado/videos/inaugurada-exposicao-de-fernanda-fragateiro-com-nove-esculturas-10035684.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.jn.pt/local/especial-patrocinado/videos/inaugurada-exposicao-de-fernanda-fragateiro-com-nove-esculturas-10035684.html</a></p><p><br></p><p><a href="http://interact.com.pt/26/entrevista-a-fernanda-fragateiro/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://interact.com.pt/26/entrevista-a-fernanda-fragateiro/</a></p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Fernanda Fragateiro, nasceu no Montijo em 1962. Vive e trabalha em Lisboa.</p><p>Estudou na Escola de Artes Decorativas António Arroio (1978-1981), frequentou o AR.CO.-Centro de Arte e Comunicação (1981-1982) e o Curso de Escultura na Escola Superior de Belas Artes (1983-1987)</p><p>O trabalho de Fernanda Fragateiro foca-se simultaneamente em questões do espaço e a sua relação com a arquitetura e na possibilidade de estabelecer noções de relacionamento comunitário através da arte. Com especial atenção à arquitetura moderna, Fernanda Fragateiro desenvolve estruturas que interagem com o espaço, convertendo-o num lugar histórico, crítico e emocional.</p><p>É representada pelas galerias: Elba Benítez, Madrid; Josée Bienvenu Gallery, Nova Iorque e Galeria Filomena Soares, em Lisboa.</p><p>Nesta conversa falamos sobre o percurso da artista, sobre a exposição Material Labs que abre dia 02.06.2020 na Appleton e um pouco sobre a situação actual da cultura em Portugal.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 11 de maio 2020.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="https://www.fernandafragateiro.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.fernandafragateiro.com/</a></p><p><br></p><p><a href="http://miec.cm-stirso.pt/portfolio/fernanda-fragateiro/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://miec.cm-stirso.pt/portfolio/fernanda-fragateiro/</a></p><p><br></p><p><a href="https://observador.pt/2020/02/04/fernanda-fragateiro-diz-que-trabalha-por-um-mundo-melhor-e-defende-escola-publica/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://observador.pt/2020/02/04/fernanda-fragateiro-diz-que-trabalha-por-um-mundo-melhor-e-defende-escola-publica/</a></p><p><br></p><p><a href="https://pt.museuberardo.pt/minha-obra-e-eu-fernanda-fragateiro" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://pt.museuberardo.pt/minha-obra-e-eu-fernanda-fragateiro</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.jn.pt/local/especial-patrocinado/videos/inaugurada-exposicao-de-fernanda-fragateiro-com-nove-esculturas-10035684.html" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.jn.pt/local/especial-patrocinado/videos/inaugurada-exposicao-de-fernanda-fragateiro-com-nove-esculturas-10035684.html</a></p><p><br></p><p><a href="http://interact.com.pt/26/entrevista-a-fernanda-fragateiro/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://interact.com.pt/26/entrevista-a-fernanda-fragateiro/</a></p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Fernanda Fragateiro, nasceu no Montijo em 1962. Vive e trabalha em Lisboa.Estudou na Escola de Artes Decorativas António Arroio (1978-1981), frequentou o AR.CO.-Centro de Arte e Comunicação (1981-1982) e o Curso de Escultura na Escola Superior de Belas Artes (1983-1987)O trabalho de Fernanda Fragateiro foca-se simultaneamente em questões do espaço e a sua relação com a arquitetura e na possibilidade de estabelecer noções de relacionamento comunitário através da arte. Com especial atenção à arquitetura moderna, Fernanda Fragateiro desenvolve estruturas que interagem com o espaço, convertendo-o num lugar histórico, crítico e emocional.É representada pelas galerias: Elba Benítez, Madrid; Josée Bienvenu Gallery, Nova Iorque e Galeria Filomena Soares, em Lisboa.Nesta conversa falamos sobre o percurso da artista, sobre a exposição Material Labs que abre dia 02.06.2020 na Appleton e um pouco sobre a situação actual da cultura em Portugal.Episódio gravado dia 11 de maio 2020.Linkshttps://www.fernandafragateiro.com/http://miec.cm-stirso.pt/portfolio/fernanda-fragateiro/https://observador.pt/2020/02/04/fernanda-fragateiro-diz-que-trabalha-por-um-mundo-melhor-e-defende-escola-publica/https://pt.museuberardo.pt/minha-obra-e-eu-fernanda-fragateirohttps://www.jn.pt/local/especial-patrocinado/videos/inaugurada-exposicao-de-fernanda-fragateiro-com-nove-esculturas-10035684.htmlhttp://interact.com.pt/26/entrevista-a-fernanda-fragateiro/http://www.appleton.pt/Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 21 May 2020 17:31:46 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 2 - Conversa com Armando Cabral</title>
            <description><![CDATA[  <p>Armando Cabral é coleccionador, nascido no Porto e a viver em Lisboa. Com 49 anos, é casado e tem dois filhos.</p><p>Engenheiro de formação sem nunca exercer, toda vida foi consultor. É Senior Partner numa Firma de consultoria em Estratégia Empresarial e membro da equipa de liderança do escritório de África onde trabalha regularmente há 15 anos.</p><p>O interesse pela arte apareceu aos 18 anos idade. Começou a comprar em 2004 e colecciona desde 2010.&nbsp;O seu interesse pela arte vai muito para além dos objetos e das artes visuais. Gosta também muito de música e de literatura. Sempre teve um grande curiosidade pela história, a teoria e a crítica da arte moderna e contemporânea. Mas por deformação profissional interessa-se também muito pelo funcionamento do mundo da arte: a relação entre a cultura e o mercado e a forma como o mercado em si funciona.</p><p><br></p><p>Nesta conversa falámos sobre a colecção Maria e Armando Cabral e sobre as motivações implícitas na decisão de coleccionar arte contemporânea. Conversámos também sobre o sistema artístico e o mercado da arte nacional e internacional, entre outras coisas.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 28 de abril 2020.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="https://rialto6.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://rialto6.org/</a></p><p><br></p><p><a href="http://sub.contemporanea.pt/dezembro2016/Armando-Cabral/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://sub.contemporanea.pt/dezembro2016/Armando-Cabral/</a></p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Armando Cabral é coleccionador, nascido no Porto e a viver em Lisboa. Com 49 anos, é casado e tem dois filhos.</p><p>Engenheiro de formação sem nunca exercer, toda vida foi consultor. É Senior Partner numa Firma de consultoria em Estratégia Empresarial e membro da equipa de liderança do escritório de África onde trabalha regularmente há 15 anos.</p><p>O interesse pela arte apareceu aos 18 anos idade. Começou a comprar em 2004 e colecciona desde 2010.&nbsp;O seu interesse pela arte vai muito para além dos objetos e das artes visuais. Gosta também muito de música e de literatura. Sempre teve um grande curiosidade pela história, a teoria e a crítica da arte moderna e contemporânea. Mas por deformação profissional interessa-se também muito pelo funcionamento do mundo da arte: a relação entre a cultura e o mercado e a forma como o mercado em si funciona.</p><p><br></p><p>Nesta conversa falámos sobre a colecção Maria e Armando Cabral e sobre as motivações implícitas na decisão de coleccionar arte contemporânea. Conversámos também sobre o sistema artístico e o mercado da arte nacional e internacional, entre outras coisas.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 28 de abril 2020.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="https://rialto6.org/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://rialto6.org/</a></p><p><br></p><p><a href="http://sub.contemporanea.pt/dezembro2016/Armando-Cabral/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://sub.contemporanea.pt/dezembro2016/Armando-Cabral/</a></p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Armando Cabral é coleccionador, nascido no Porto e a viver em Lisboa. Com 49 anos, é casado e tem dois filhos.Engenheiro de formação sem nunca exercer, toda vida foi consultor. É Senior Partner numa Firma de consultoria em Estratégia Empresarial e membro da equipa de liderança do escritório de África onde trabalha regularmente há 15 anos.O interesse pela arte apareceu aos 18 anos idade. Começou a comprar em 2004 e colecciona desde 2010. O seu interesse pela arte vai muito para além dos objetos e das artes visuais. Gosta também muito de música e de literatura. Sempre teve um grande curiosidade pela história, a teoria e a crítica da arte moderna e contemporânea. Mas por deformação profissional interessa-se também muito pelo funcionamento do mundo da arte: a relação entre a cultura e o mercado e a forma como o mercado em si funciona.Nesta conversa falámos sobre a colecção Maria e Armando Cabral e sobre as motivações implícitas na decisão de coleccionar arte contemporânea. Conversámos também sobre o sistema artístico e o mercado da arte nacional e internacional, entre outras coisas.Episódio gravado dia 28 de abril 2020.Linkshttps://rialto6.org/http://sub.contemporanea.pt/dezembro2016/Armando-Cabral/http://www.appleton.pt/Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</itunes:summary>
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            <pubDate>Thu, 07 May 2020 22:50:52 +0000</pubDate>
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            <title>Episódio 1 - Conversa com Miguel Wandschneider</title>
            <description><![CDATA[  <p>Miguel Wandschneider é curador de arte.&nbsp;</p><p>Trabalhou durante doze anos na Culturgest com funções de programador e curador. Nessas funções, concebeu todo o programa de exposições da Culturgest entre janeiro de 2006 e maio de 2016, e foi curador de numerosas exposições no âmbito desse programa.</p><p><br></p><p>Nesta conversa falamos sobre o que o projecto que o Miguel está a preparar para lançar brevemente. Também contextualizamos a situação da cultura e do sistema artístico, neste período de confinamento obrigatório provocado pela pandemia Covid-19.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 12 de abril 2020.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="https://www.artecapital.net/entrevista-173-miguel-wandschneider" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/entrevista-173-miguel-wandschneider</a></p><p><br></p><p><a href="https://umbigomagazine.com/um/tag/miguel-wandschneider" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/um/tag/miguel-wandschneider</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=_h6cQlnR5gw" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=_h6cQlnR5gw</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=5YQP5X7-5Gs" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=5YQP5X7-5Gs</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.artsy.net/xavier-hufkens/article/xavier-hufkens-walter-swennen-conversation-miguel-wandschneider" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artsy.net/xavier-hufkens/article/xavier-hufkens-walter-swennen-conversation-miguel-wandschneider</a></p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Miguel Wandschneider é curador de arte.&nbsp;</p><p>Trabalhou durante doze anos na Culturgest com funções de programador e curador. Nessas funções, concebeu todo o programa de exposições da Culturgest entre janeiro de 2006 e maio de 2016, e foi curador de numerosas exposições no âmbito desse programa.</p><p><br></p><p>Nesta conversa falamos sobre o que o projecto que o Miguel está a preparar para lançar brevemente. Também contextualizamos a situação da cultura e do sistema artístico, neste período de confinamento obrigatório provocado pela pandemia Covid-19.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 12 de abril 2020.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="https://www.artecapital.net/entrevista-173-miguel-wandschneider" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artecapital.net/entrevista-173-miguel-wandschneider</a></p><p><br></p><p><a href="https://umbigomagazine.com/um/tag/miguel-wandschneider" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://umbigomagazine.com/um/tag/miguel-wandschneider</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=_h6cQlnR5gw" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=_h6cQlnR5gw</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=5YQP5X7-5Gs" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.youtube.com/watch?v=5YQP5X7-5Gs</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.artsy.net/xavier-hufkens/article/xavier-hufkens-walter-swennen-conversation-miguel-wandschneider" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.artsy.net/xavier-hufkens/article/xavier-hufkens-walter-swennen-conversation-miguel-wandschneider</a></p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Miguel Wandschneider é curador de arte. Trabalhou durante doze anos na Culturgest com funções de programador e curador. Nessas funções, concebeu todo o programa de exposições da Culturgest entre janeiro de 2006 e maio de 2016, e foi curador de numerosas exposições no âmbito desse programa.Nesta conversa falamos sobre o que o projecto que o Miguel está a preparar para lançar brevemente. Também contextualizamos a situação da cultura e do sistema artístico, neste período de confinamento obrigatório provocado pela pandemia Covid-19.Episódio gravado dia 12 de abril 2020.Linkshttps://www.artecapital.net/entrevista-173-miguel-wandschneiderhttps://umbigomagazine.com/um/tag/miguel-wandschneiderhttps://www.youtube.com/watch?v=_h6cQlnR5gwhttps://www.youtube.com/watch?v=5YQP5X7-5Gshttps://www.artsy.net/xavier-hufkens/article/xavier-hufkens-walter-swennen-conversation-miguel-wandschneiderhttp://www.appleton.pt/Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</itunes:summary>
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            <pubDate>Wed, 29 Apr 2020 17:01:42 +0000</pubDate>
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            <title>Piloto - Conversa com Tatiana Macedo, Leonor Lloret e Vera Appleton</title>
            <description><![CDATA[  <p>Neste episódio piloto explicamos qual o objectivo e o formato do Appleton Podcast.</p><p>Invertemos a situação normal e convidámos a artista visual Tatiana Macedo para orientar uma conversa com a equipa central da Appleton: Vera Appleton e Leonor Lloret.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 9 de março 2020.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="http://www.tatianamacedo.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.tatianamacedo.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.cnc.pt/tatiana-macedo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cnc.pt/tatiana-macedo/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.culturgest.pt/pt/programacao/esgotaram-se-os-nomes-para-tempestades-tatiana-macedo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.culturgest.pt/pt/programacao/esgotaram-se-os-nomes-para-tempestades-tatiana-macedo/</a></p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p>  ]]></description>
            <content:encoded><![CDATA[  <p>Neste episódio piloto explicamos qual o objectivo e o formato do Appleton Podcast.</p><p>Invertemos a situação normal e convidámos a artista visual Tatiana Macedo para orientar uma conversa com a equipa central da Appleton: Vera Appleton e Leonor Lloret.</p><p><br></p><p>Episódio gravado dia 9 de março 2020.</p><p><br></p><p>Links</p><p><br></p><p><a href="http://www.tatianamacedo.com/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.tatianamacedo.com/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.cnc.pt/tatiana-macedo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.cnc.pt/tatiana-macedo/</a></p><p><br></p><p><a href="https://www.culturgest.pt/pt/programacao/esgotaram-se-os-nomes-para-tempestades-tatiana-macedo/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">https://www.culturgest.pt/pt/programacao/esgotaram-se-os-nomes-para-tempestades-tatiana-macedo/</a></p><p><br></p><p><a href="http://www.appleton.pt/" rel="noopener noreferrer" target="_blank">http://www.appleton.pt/</a></p><p><br></p><p>Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</p>  ]]></content:encoded>
            <itunes:summary>Neste episódio piloto explicamos qual o objectivo e o formato do Appleton Podcast.Invertemos a situação normal e convidámos a artista visual Tatiana Macedo para orientar uma conversa com a equipa central da Appleton: Vera Appleton e Leonor Lloret.Episódio gravado dia 9 de março 2020.Linkshttp://www.tatianamacedo.com/https://www.cnc.pt/tatiana-macedo/https://www.culturgest.pt/pt/programacao/esgotaram-se-os-nomes-para-tempestades-tatiana-macedo/http://www.appleton.pt/Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral</itunes:summary>
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